— na astrologia, a estrela VEGA está associada à criatividade, autoexpressão, saúde e longevidade. por ser a estrela mais brilhante da constelação de lira, ela também simboliza a harpa e a lenda grega de orfeu, representando a arte e a beleza. historicamente, também era vista como uma estrela de proteção.
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Ele se sentia completo. Uma mão em sua barriga quentinha, e a outra de baixo de seu pescoço, te abraçando em uma conchinha gostosa. O nariz reto enfiado em seu pescoço, entre seus cabelos cheirosos, captando o máximo de seu perfume.
As pernas; com suas coxas grossas e branquinhas entrelaçavam-se nas suas em uma bagunça natural. Estavam quentinhos. A posição era perfeita.
Era mais uma manhã ensolarada, pós uma madrugada insana do sexo mais gostoso que seu namorado, Jay, poderia te proporcionar. Você estava do lado da janela, encoberta pelo corpo grande dele. Ali, pequenininha, entre os braços e coxas fortes dele. Se sentindo segura.
Ele ressonava baixinho em seu ouvido, o rosto provavelmente amassado pelo sono profundo, e os cabelinhos negros e macios em uma bagunça fofa.
Amava o quão marrento ele poderia parecer pros outros, e o quão bobinho ele era com você. Apaixonado. Carinhoso. Uma paz.
Até o minuto seguinte.
Jungwon abriu a porta do quarto sem a menor cerimônia. O líder já entrou correndo, pulando direto na cama como fazia sempre.
“Jay Hyung! Levanta! Tá na hora, precisamos nos arrumar pra sair! Vaaaaamooos!”
Foi só quando o colchão afundou sob o peso dele que percebeu. Você ali. Com carinha de sono, olhos semi abertos e uma feição confusa.
Se antes Jay te abraçava com carinho, agora abraçava com proteção, tentando te esconder.
Jungwon congelou.
Os olhos arregalaram tanto que pareciam prestes a saltar do rosto.
“Hm, que isso?”, Jay resmunga, a voz rouca de sono. Sem nem abrir os olhos direito te abraçando com força contra o peito nu.
Jungwon leva as duas mãos pra cabeça, descendo da cama.
“VOCÊ TÁ COM MULHER NO DORMITÓRIO?”
Jay abriu um olho, ainda se acostumando com a claridade, finalmente processando a situação.
“Ah….tá.”, suspira em alívio, como se fosse a coisa mais normal do mundo. “Bom dia.”
“BOM DIA? EU PULEI NA SUA CAMA E VOCÊ TÁ COM UMA GAROTA. Aliás, oi.”, ele sorri meio sem graça pra você, as covinhas aparecendo, já que te conhecia.
Ele olhou para Jungwon, parado como um poste em pânico na frente da cama, e depois voltou o olhar pra namorada, com os olhinhos arregalados confusa, enfiada no peitoral dele.
“Você entrou sem bater?”, sua voz sobe um tom, o cenho franze.
“EU VIM TE ACORDAR. EU NÃO SABIA QUE VOCÊ NÃO TAVA SOZINHO.”
Jay solta um suspiro cansado, te envolvendo mais ainda nos braços.
“Talvez seja uma boa ideia começar a bater na porta então.”
“TALVEZ FOSSE UMA BOA IDEIA AVISAR QUE VAI DORMIR COM SUA NAMORADA!”
“Para de gritar! Acabou o show?” Jay diz revirando os olhos.
vega vc ta conseguindo se distrair com algo? Espero que esteja bem ❤️🩹
amor, é BEM difícil, não vou mentir. passo a maior parte do tempo por aqui, ou pelo twt, ou pelo tiktok. mas só sei pensar em fazer logo a cirurgia e ir pra casa :(
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avisos. dirty talk, masturbação masculina, relacionamento estabelecido, nicho x op gordinha. te amo, lalau @redtearsheart ❤️
“Ah, amor! Eu tô todo queimado... Tá ardendo 'pra caralho.”, Nicho reclamou, tirando com o maior cuidado do mundo sua camiseta.
“Toma um banho geladinho, vai melhorar, prometo.”, você fala, se sentando em sua cama.
“Toma comigo...”, pediu manhoso.
Essa era a questão. Não havia como negar nada a Nicholas Wang.
Os olhinhos pidões, a risadinha nervosa, ele sempre seria desenrolado. Você se levantou da cama, entrando no banheiro com seu namorado.
Haviam passado o dia inteiro na praia, e como ele não era tão acostumado assim, ficou todo vermelho e queimadinho. Você retirou a parte de cima do seu biquini, e reparou ele olhando de rabo de olho para seus seios fartos pelo espelho. Facilitou sua visão, virando completamente para ele, para ajudá-lo a tirar a bermuda.
“Aí, aí.”, ele resmungou apertando os olhos, enquanto você descia sua bermuda pela pele bem vermelha.
“Nem tá doendo, mô.”, você riu, achando engraçada a reação exagerada dele.
“Tá sim.”, resmungou exibindo um bico.
Tirou por completo sua bermuda, deixando a mostra a pele que não havia pegado sol, branca como uma vela. Tentou não rir, sabia que Nicho já era envergonhado o suficiente, não precisava piorar a situação.
Puxou a mão do taiwanês até o chuveiro, e ligou no modo desligado. A água fria caia pelas costas do seu namorado, fazendo com que ele soltasse um suspiro aliviado. Realmente a água gelada melhorava a situação. Você pegou o sabonete, desta vez sem a esponja, faria o máximo para ajudá-lo sem que sua pele sensível ardesse mais. Passou o sabonete de levinho, fazendo com que ele abrisse os olhos, e passasse a prestar atenção em suas mãos delicadas traçando um caminho por todo o abdômen sequinho, e definido. Nicho faltava apenas ronronar como um gatinho. Adorava receber seus carinhos, e não negava isso em momento algum. Venerava você, venerava seu corpo gordinho, seu rosto, seu cabelo, sua voz.
Foi aí que você teve uma ideia. Esfregou mais o sabonete em suas mãos, fazendo espuma o suficiente para descer mais um pouco, e passou a esfregar a virilha de seu namorado. Ele levantou o olhar, te olhando com um sorrisinho tímido, porém sapeca. Apesar de tudo, Nicho ainda era um garoto de apenas vinte e quatro anos, e a ideia de qualquer ato sexual o animava.
“Mais pra baixo, amor...”, ele murmurou ansioso.
“Hum? Onde?”, você se fez de desentendida. Ele sabia que você estava entendendo o que ele queria.
“Aqui...”, ele desceu sua mão até seu pau semi ereto. Naquele momento ele nem lembrava mais da pele ardendo. “Bate uma 'pra mim, por favor.”, pediu manhoso.
Como disse antes, era praticamente impossível negar qualquer coisa a Nicho Wang.
Você passou a movimentar as mãos, ainda meio escorregadias pelo sabonete, pelo pau dele. Ele dava leves arfares, quando você fazia questão de apertar com um pouco mais de força a cabecinha já inchada. Admirava cada detalhe; desde o pré gozo lubrificando sua extensão robusta, até seus olhinhos fechados, o cenho franzido, e os gemidinhos manhosos.
Com a outra mão, tateou levemente seus testículos macios, não muito grandes, redondinhos e depilados, fazendo com que seu arfar fosse maior.
“Vai, amor...”, murmurava desconexamente.
Continuava a massagem em suas bolas, e o sobe e desce em seu pau. Dava para perceber sua pele arrepiadinha, enquanto ele recostava o corpo na parede molhada do box. Seu quadril, sem que percebesse, ia para frente e para trás, auxiliando o vai e vem de suas mãos.
Nicho então a puxa pelo pescoço, e lhe dá um beijo mais desesperado, firme. Vamos combinar, é muito pra ele. No banheiro da casa de seus pais, com eles no andar de baixo, a filha boazinha no chuveiro, batendo uma bem gostoso pra ele.
“Amor...”, murmurou descolando a boca da sua. “Vou gozar.”
Sentia seu corpo se arrepiar a todo momento, enquanto aumentava a velocidade do quadril, afim de que a fricção de sua mão em seu membro também aumentasse. Gostaria de estar transando com você, não negaria, mas aí também já era pedir demais para o horário. Por hora uma punheta era mais que o suficiente para agradá-lo, era sensacional.
Seus testículos, que ainda estavam pesando em sua mão esquerda, contraíram repetidas vezes, trazendo o esperma em jatos abundantes direto para sua barriga. Enquanto gozava, provavel que Nicho tenha até machucado os lábios, tentando conter um urro de prazer. Quase ficou na ponta dos pés, aproveitando ao máximo a sensação. Nicho a sujou inteira. Ainda pulsando um pouco, você o ordenhou até a última gota, fazendo com que o corpo cansado de seu namorado recostasse na parede novamente, enquanto ele arfafa tentando se recuperar de um delicioso orgasmo.
“Te amo, te amo, te amo.”, murmurou sorridente repetidas vezes.
“Também te amo, meu bebê.”, você recostou no peitoral do mais alto, enquanto ele te abraçava, e dava um beijo carinhoso em seu cabelo molhado.
“Se você for cuidar tão bem de mim assim toda vez que eu ficar queimado, vou sair daqui direto pra praia de novo.”. ouviu ele murmurar sorridente.
ㅤㅤ𝐍𝐎𝐓𝐀𝐒 .ᐟㅤㅤ❛ㅤㅤ repostando aqui pelo tumblr porque o spirit tá de tiração com a minha cara.
Você nunca tinha conhecido alguém como Yang Jungwon.
Desde o primeiro dia, ele foi tudo. O sorriso torto que fazia seu estômago dar um nó, os olhos escuros que brilhavam como se guardassem segredos só pra você, a voz grossa e macia ao mesmo tempo, capaz de te fazer arrepiar com um simples "Eae, gatinha". Ele era lindo de um jeito que doía — o tipo de beleza que te fazia segurar a respiração quando ele passava por você no corredor, o tipo de carisma que preenchia qualquer ambiente, o tipo de talento que te fazia ter orgulho só de estar ao lado dele.
E o melhor? Ele era seu.
Jungwon era o namorado que você merecia, mas nunca achou que existia. Ele te levava para comer tteokbokki às três da manhã, porque você tinha vontade, ria das suas piadas ruins como se fossem o auge da comédia, te abraçava por trás enquanto você cozinhava e beijava seu ombro como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ele te chamava de "minha doçura", "meu sol", "minha gatinha" — e cada apelido soava como uma promessa, como se ele tivesse mil maneiras de te amar e ainda assim não fosse suficiente.
Você amava tudo nele. O jeito que ele passava os dedos pelo seu cabelo quando você deitava a cabeça no colo dele. O cheiro do perfume dele — algo cítrico misturado com um toque de suor de ensaio, porque Jungwon era trabalhador, e isso te excitava de um jeito que você não ousava admitir. A forma como os músculos dos braços dele tensionavam quando ele te levantava no colo só para te deitar na cama, como se você não pesasse nada. E os beijos... Deus, os beijos.
No começo, eram só selinhos. Rápidos, doces, como se ele tivesse medo de te assustar. Mas você amava aqueles beijos. Amava a sensação do lábio inferior dele, macio e quente, roçando o seu. Amava quando ele segurava seu rosto com as duas mãos, como se você fosse a coisa mais preciosa do mundo. Amava quando ele beijava sua testa, seu nariz, suas bochechas, como se quisesse memorizar cada centímetro do seu rosto.
Com o tempo, os beijos ficaram mais longos. Mais intensos. Uma vez, no apartamento dele, ele te empurrou contra a parede, o corpo dele colado no seu, e você sentiu tudo — o calor do peito dele, a respiração ofegante, a pressão dos dedos dele na sua cintura, como se ele quisesse te fundir com o próprio corpo. E quando a boca dele desceu pelo seu pescoço, quente e úmida, você não pôde evitar: um suspiro escapou dos seus lábios, alto, desesperado, como se você estivesse se afogando e ele fosse o único ar que você precisava.
Foi aí que ele riu, baixo, contra a sua pele, e murmurou, com a voz rouca:
— Que sensível, gatinha… Até parece que é a primeira vez.
E foi aí que o mundo parou.
Porque você, com o coração batendo tão forte que parecia que ia explodir, com as pernas tremendo, com a mente nublada pelo toque dele, abriu a boca e disse a coisa errada.
— Mas é.
Jungwon congelou.
Você sentiu o corpo dele tensionar, como se ele tivesse levado um soco. Os lábios dele pararam de roçar seu pescoço. Os dedos, que antes te apertavam com uma possessividade deliciosa, agora te seguravam com uma firmeza diferente — como se ele estivesse te impedindo de cair, de desaparecer, de sumir dali.
E então, devagar, muito devagar, ele se afastou.
Só o suficiente pra olhá-la nos olhos.
E os olhos dele... Deus. Era como se alguém tivesse jogado um balde de água gelada nele. O brilho malicioso, o sorriso safado, a confiança de sempre — tudo sumiu. No lugar, havia apenas… choque. Puro. Absoluto. Como se você tivesse acabado de confessar que era uma assassina em série.
— O quê? — a voz dele saiu áspera, como se ele tivesse engolido vidro.
Você engoliu em seco. De repente, o ar entre vocês ficou pesado, como se uma tempestade estivesse prestes a desabar. Você não entendeu. Não entendeu. Por que ele estava olhando para você assim? Como se você tivesse acabado de destruí-lo.
— Eu… eu sou. — você gaguejou, sentindo o rosto esquentar. Não era vergonha, não exatamente. Era… pânico. Porque o jeito que ele te olhava agora era diferente. Era como se ele estivesse vendo você pela primeira vez. E, de alguma forma, isso era pior do que se ele te odiasse.
Jungwon pisca. Uma vez. Duas. Como se ele estivesse esperando que você risse, dissesse que era brincadeira, que você só estava brincando com ele. Mas você não disse nada. Só assentiu, tímida, os dedos brincando com a barra da blusa dele, como se isso pudesse te trazer de volta para a realidade onde ele não te olhava como se você fosse feita de vidro.
— Você é… virgem? — ele pergunta, a voz um sussurro rouco.
Você assente de novo, e dessa vez, algo dentro dele quebra.
Os braços dele te apertam com mais força, como se ele tivesse medo que você fosse se desmanchar ali mesmo. Os olhos, antes escuros e brilhantes, agora estão arregalados, como se ele tivesse cometido o maior crime da vida.
— Porra… — ele murmura, e o som do seu nome na boca dele, assim, soa como uma prece. Como se ele estivesse implorando pra algum deus que não existia para desfazer aquilo.
Você não entende. Não entende. Por que ele está agindo como se você tivesse acabado de morrer? Como se ele tivesse acabado de matar você?
— Jungwon? — você chama, a voz trêmula. — O que foi? Eu… eu só acho que a gente pode ir mais devagar, se você quiser…
Ele balança a cabeça, como se estivesse saindo de um transe. Os dedos dele tremem quando ele afasta um fio de cabelo do seu rosto, como se você fosse algo frágil. Quebradiço.
— Não é isso. — a voz dele está estranha. Diferente. — É que… caralho, amor. Eu não sabia.
E então, como se ele não conseguisse mais te segurar, ele te solta. Não de um jeito brusco, não como se ele não te quisesse mais. Mas como se ele tivesse medo de te tocar. Medo de te machucar.
E é aí que você entende.
Você errou.
Porque, de repente, o Jungwon que te beijava como se você fosse o ar que ele precisava pra viver… desapareceu.
No lugar dele, havia um homem que te olhava como se você fosse uma boneca de porcelana.
Os dias que se seguiram foram… diferentes.
Jungwon ainda era o mesmo. Quase. Ele ainda te chamava de gatinha, ainda te abraçava, ainda te beijava. Mas era tudo… suave. Demasiado suave. Como se ele estivesse com medo de te quebrar.
Antes, ele te puxava para o colo sem aviso, te beijava até você ficar tonta, te apertava como se quisesse te fundir com o próprio corpo. Agora? Agora ele te segurava como se você fosse feita de vidro. Os beijos eram rápidos, casto. Os abraços, cuidadosos. Como se ele estivesse com medo de que, se te apertasse forte demais, você fosse se espatifar no chão.
E o pior? Ele não te olhava mais como antes.
Antes, os olhos dele queimavam quando te viam. Como se ele quisesse te devorar viva. Agora? Agora era como se ele estivesse olhando pra um quadro. Algo bonito. Algo intocável.
— Jungwon… — você tenta uma noite, quando vocês estão deitados na cama, ele de costas para você, como se até dormir ao seu lado fosse um risco. — O que está acontecendo?
Ele suspira, profundo, como se a pergunta dele doesse.
— Nada, gatinha. Só… tô tentando te tratar como você merece.
E é aí que o seu coração sangra.
Porque você sabe o que isso significa.
Você sabe que, pra ele, tratar você como você merece é te colocar em um pedestal. É te ver como algo puro. Algo que não pode ser maculado. Algo que não pode ser… sujo.
E você?
Você não quer ser pura.
Você quer ser desejada. Quer ser possuída. Quer que ele te olhe como se você fosse a única coisa no mundo que ele precisa pra sobreviver.
Você quer que ele te quebre.
Mas agora, você é só uma boneca. Delicada. Frágil. Intocável.
E o pior de tudo?
Ele não sabe que você tá morrendo de vontade de ser suja por ele.
— Wonnie… — manha, chorosa, se arrastando pelos lençóis na direção dele. — Por quê…
Ah, para ele, aquilo foi como um puta *golpe baixo, amor. Sua vozinha suave não mexeu só com o corpo dele — já tenso, se agarrando a aquela mísera sanidade que ele protegia com tanto zelo dentro de si —, mas, principalmente, com um desejo mais… obscuro.
— Porque não, princesa… O Wonnie não pode…
— Pode sim… — desliza a mãozinha pelo ombro dele, sorrateira como era, mansinha.
— Não posso! Amor, você… você é pura demais — te olha por cima do ombro e te faz travar por um segundo.
Jungwon se vira e pega seu rostinho entre os dedos, te fazendo olhá-lo nos olhos. A vastidão obscura do olhar dele te faz ficar entorpecida, já fraquinha antes mesmo que ele abra a boca para dizer o que quer que fosse.
— Olha pra você. Tão linda, delicada e… frágil… — a voz dele arrasta cada palavra como se estivesse preso no feitiço da sua pureza, o olhar felino percorrendo cada mínimo traço do seu rostinho tão perto do dele. — Imagina só. O Wonnie te quebraria até se te tocasse com carinho.
As mãos dele se afastaram do seu rosto na mesma hora, como se o mísero contato queimasse. E queimava. Queimava nele de maneira dolorosa, porque ele não queria admitir que simplesmente queria mais. Muito mais. Jungwon não se contentaria com só te ter debaixo dele, vermelhinha, nervosa como sempre se sentia quando trocava aqueles beijinhos mixurucas com ele. Se só beijos te deixavam assim, quem dirá quando ele colocar aquelas mãos dele em ti. Não aguentaria.
— Não é verdade — tenta desmentir e faz biquinho.
— Não? — ele debocha e ri. Uma risada rouca e maldita que te faz estremecer, apertar as perninhas uma contra a outra sem muita consciência do ato.
— Não… eu aguento, Wonnie! — tua tentativa de soar convincente fez ele rir e erguer o corpo um pouco mais pra te olhar.
— Prova.
O ar travou. Seus olhos se arregalaram na hora, como se Jungwon tivesse dito o ápice de um completo absurdo.
Como iria provar? Tinha tantas maneiras. Mas, óbvio, todas eram maneiras sujinhas pra caralho e, conhecendo seu namorado, temia que ele te parasse antes mesmo que começasse a provar pra valer.
Era uma garota suja por dentro, queria que teu namorado não tivesse dó, que esfolasse sua bucetinha com o caralho dele, que te deixasse entupidinha de porra, vazando, tremendo em espasmos pelo prazer fodidamente delicioso que ele te proporcionaria. Podia ser virgem, mas a mente… ah, sua mentezinha sabia ser depravada pra caralho quando o assunto era maquinar tudo que queria que ele fizesse contigo! Até porque, desde quando foder com Yang Jungwon iria ser algo ruim? Nunca, nunquinha seria, nem mesmo se ele começasse com um romancezinho antes de perder o controle e te foder até não aguentar mais.
E essa era a palavra: controle. Queria que Yang perdesse aquele maldito controle dele e finalmente te depravasse como bem queria. Wonnie não fazia a mínima ideia de que a garotinha dele — na qual se encontrava tão imerso e tamanho obcecado na sua virgindade — era uma putinha desse tamanho.
Então faria questão de mostrá-lo, claro que faria. Mostraria pro Yang o que ele tava perdendo com aquele joguinho dele e o quão bom seria se ele cedesse só um pouquinho.
Fez um biquinho determinado e, apoiando as mãozinhas no lençol da cama, inclinou-se pra frente. Sentiu ele tenso ao começar a dar beijinhos singelos, cuidadosos e levemente amuados no pescoço dele. Esfregou o nariz no local, perdendo o foco por um segundo — o cheiro cítrico, aromático e apetitoso dele fez até mesmo a mínima fricção da sua intimidade com a tua calcinha se tornar angustiante. Mas continuou. Arrastava seus lábios pela pele gostosinha de se sentir contra eles e sentia Jungwon simplesmente começar a desmoronar, a duvidar e a desejar… ainda mais.
— Wonnie… — manha e sorri de levinho, traiçoeira, ao sentir o movimento do peito dele numa tentativa tosca de respirar fundo e se manter firme.
Distribue beijos molhados e estaladinhos através do pescoço, subindo pro maxilar travado, beijando o ossinho tenso dali até descer de novo, abaixando um pouco a camisa preta dele só pra conseguir tocar os seus lábios na área da clavícula. Quase riu ao sentir ele se arrepiar e a pele sob seus lábios esquentar de leve.
— O que foi, Wonnie?
— Filha da puta…
O murmúrio dele fez tua bucetinha pulsar, desejosa. Era, na verdade, mais uma espécie de rosnado contido, como se cada corrente daquele controle imbecil que ele tentava manter começasse a estalar, a rachar, e assistir isso com os próprios olhos era bom pra cacete, não podia negar.
— Hm?
— Larga de ser sonsa, porra… o que é isso? Minha princesa não é assim…
Se afasta um pouquinho só pra olhá-lo nos olhos. Teve de se segurar pra não sorrir com a maneira como ele tava todo tenso, nervoso, claramente excitado.
— Ah, Wonnie… só um pouquinho, vai…
Ele arqueia a sobrancelha e, olhando nos olhos dele, pega a mão máscula, pondo a língua vermelhinha e molhada pra fora. Jungwon arfa, desacreditado, o cacete dele dentro da calça já se sufocando contra o tecido — tolo, completamente tolo e hipnotizado na visão do teu rostinho casto e belo totalmente tomado por uma feição de uma vadia manhosa, suja e necessitada.
— O que você… Ah…
Ele prende a carnezinha do próprio lábio entre os dentes assim que sente. Ah, o calor molhado e gostoso do músculo contra os dedos dele o faz delirar por dentro, sujo, perverso. O pior? A putinha enfia a boquinha nos dedos dele e faz uma sucção que faz ele ficar com os olhos vidrados na tua visão.
Ah, filha da puta suja e provocadora!
Ia conseguir deixar o Yang maluco em instantes. Mamava nos dedos longos dele com astúcia, estalado, o barulhinho molhado fazendo ele se inclinar pra frente, todo extasiado com o gesto, observando e se deleitando com a sensação da tua língua rodeando a pontinha de cada um dos dedos dentro da boca.
— Tá mamando como se fosse o meu pau, é? Que puta suja… tudo isso por que quer pica? Não aguenta ficar sem, não?
Nega, balançando a cabeça prontamente, meio chorosa. Jungwon ri com a tua manha descarada e revira os olhos, atento na sua boquinha se mexendo a cada movimento.
— Puta sonsa do caralho… o que é que cê quer, hein? Quer que o Wonnie desista e arrombe essa tua buceta, cadela? — questiona, enfiando os dedos na tua boca um pouco mais fundo, te fazendo ficar com os olhos arregalados, a xota formigando, arruinando o tecido branco de renda da calcinha. — Deve tá ensopada, né? Deixa o Wonnie ver, amor, vai. — se move, pronta pra soltar os dedos dele. Mas Jungwon é mais rápido; pega teu queixo, te mantendo ali, ainda chupando os dedos dele enquanto a segurava com aquela firmeza que fazia tuas perninhas ficarem bambas. — Não, não, não solta. Mostra assim mesmo… Quero ver enquanto tu continua mamando igual uma putinha com fome, tá?
O tom sujo dele te faz derreter, molinha — amava ver ele falando de maneira tão suja contigo.
Levanta sua saia e vem um pouquinho mais pra frente dele, pra Jungwon ver melhor. Os olhos felinos voam direto pra aquela mancha transparente no tecido, já meio grande e que ia se alargando por meio dele aos poucos, que fazia teu namoradinho presumir que chega dava pra sentir o cheirinho gostoso se chegasse só um pouco mais perto.
— Tsc, tsc, que feio… Fica molhada sendo xingada desde quando, princesa?
Tira a boca dos dedos dele com um plopt molhado, fazendo bico enquanto o rebatia:
— Você que nunca quis dar uma chance, Wonnie. Você e esse seu… esse seu protecionismo ridículo!
Ele olha ti, ofendido. Só que aí depois ele ri, e essa risada… te cheirava a um dos problemas mais gostosos que você já teve na vida.
— Ah é? Não sabia que a minha princesinha era uma vadia, no final das contas — o comentário dele te faz encolher, quase recuando se o ridículo não tivesse te segurado pela calcinha. Sim, o filho da puta te puxou pro lugar que tava antes mesmo de que sequer se movesse direito pela parte da frente do tecido, com aqueles dedos molhados dele, ocasionando uma fricção escorregadia da renda contra tua xotinha encharcada. — Deixei tu fugir agora por acaso? Não era tu que tava cheia de marra, garota?
— Wonnie…
— Quieta — ele rosna pra ti e te puxa mais forte, pra mais perto dele.
Ofega, levando as mãozinhas pros ombros dele, tentando se segurar, tentando, na verdade, não cair sentada no caralho dele visivelmente duro sob a calça. Era ridículo e engraçado que, agora que via o tamanho, se sentia assustada só com a ideia de cair sem querer ali. Com o puxão e, principalmente, com os dois dedos dele segurando a parte de cima da calcinha, rodeando as laterais e se fechando em punho ali, o tecido melado escorregou e se estreitou, reunindo-se num amontoadinho que se esfregou bem no teu clitóris. Gemeu, manhosa, fechando as perninhas e os olhos com o arrepio gostoso que percorreu teu corpinho na hora.
Jungwon percebeu, óbvio que percebeu.
— Que que foi, hm? Tá gemendo só com isso, amor? — debocha, sorrindo daquele jeitinho filhadaputamente gostoso pra ti, elevando tua angústia e intensificando teu desejo. Porra, como queria morrer de dar pra aquele homem.
Ele só tira proveito disso, te puxa pela calcinha ainda mais, fazendo seus joelhos encostarem nas coxas dele, apenas facilitando pra que o tecido maldito se esfregasse ainda mais na tua xotinha, deixando ela vermelhinha só pela aspereza do gesto.
— Arrombadinha, nem levou uma dedada ainda.
O desgraçado enrola o tecido em volta do pulso e aquele movimento só faz a calcinha querer se enfiar dentro de ti, ser engolida de tão empapada que tava, chorosa, só querendo uma surra do caralho dele. O mais ridículo era que aquele puto tava se divertindo com isso, porque ele sorria. Sorria ao ver o quão tenso o tecido tava contra a tua buceta, o quão encharcado, arruinado, pronto até mesmo pra ele meter os dentinhos ali e rasgar tudo na marra.
Só que a garotinha dele era uma puta suja, e se ela sentia tesão, e gemia igual uma gatinha indefesa pela dorzinha daquele esfrega esfrega tão constante na própria xotinha… não podia reclamar, fechou?
— Jungwon…
— Cê não queria isso? Não reclama, amor, eu poderia tá fazendo é pior.
Aí veio um estalo brusco e repentino contra a carne quentinha da tua buceta semi exposta. Doloroso, certeiro, tão gostoso que te deu um choque que fez tuas pernas tremerem na hora — o grito que deu foi inevitável. Enterrou as unhas nos ombros dele e fez ele rir quando tombou teu corpinho frágil pra frente, toda arqueada pra ele. A visão fez o sorriso dele vacilar por um instante quando viu uma banda da tua bundinha pra fora da saia. Linda, arrebitada, como se pedisse silenciosamente pra ele enfiar a mão com força ali e judiar da carne entre os dedos. Ah, se ele pudesse… O olhar escureceu, mas, por um maldito instante, num estalo súbito… ele voltou ao controle, como se tivesse acordado de um transe.
— A-amor, a gente não pode…
E num momento você se encontrou frustrada, tendo de agarrar aquela mão no lugar que tava antes que ele se atrevesse a tirá-la dali. Você segura a mão dele com força, os dedos trêmulos, mas determinados. O biquinho no lábio inferior é um misto de teimosia e desafio, como se cada fibra do seu ser estivesse gritando pra que ele entendesse: você não é frágil, não é intocável, não é uma boneca. E, se ele não fosse capaz de enxergar isso, você ia provar de outra forma.
— Se você não quer… — a voz saíra mais firme do que você esperava, mas o tremor nas mãos traía o nervosismo. — Eu posso pedir pro Ni-ki. — O nome escapa dos seus lábios como um sussurro, mas o impacto é imediato.
O ar entre vocês dois parece congelar.
Os olhos de Yang Jungwon, antes já escurecidos pelo desejo contido, agora se transformam em uma tempestade. Não é mais o brilho de um homem lutando contra a própria luxúria, não é mais o olhar de quem tenta se controlar. É algo mais primal. Mais possessivo. Mais perigoso.
— O que tem o Nishimura? — a voz dele é um rosnado, baixo e rouco, como se as palavras tivessem sido arrastadas de um lugar profundo, escuro, onde ele não gostaria que você visse.
Seu coração pulsa com força. Nunca. Você nunca o tinha ouvido chamar Riki pelo sobrenome. Era sempre Ni-ki, Riki, o apelido carinhoso que ele mesmo tinha dado ao amigo, como se o nome completo fosse pesado demais pra intimidade que eles compartilhavam. E agora, de repente, era Nishimura. Como se, ao pronunciar aquelas sílabas, Jungwon estivesse traçando uma linha entre o que era dele e o que não era. Entre o que ele permitia e o que ele proibia.
Você não recua. Não agora. Não quando o fogo dentro de você está queimando tão forte que quase doía.
— Eu posso pedir pro Ni-ki… — repete, e a simples menção do nome do amigo faz com que algo dentro dele estale. Você sente o ar mudando, como se uma corrente elétrica tivesse passado entre vocês. — Tirar minha virgindade… — a voz falha por um segundo, mas você se força a continuar, os dedos apertando a mão dele com mais força. — Ele ficaria feliz, não? Em sentir minha bucetinha apertada que não levou nenhum pau ainda.
As palavras saem sem filtro, sujas, provocativas. Você não sabe de onde tirou a coragem para dizer aquilo, mas sabe que não é mentira. Nishimura Riki era um safado. Um safado que não hesitaria em te usar, em te marcar, em te fazer sua de todas as formas possíveis. E, por algum motivo, essa ideia — a ideia de que outro homem pudesse te tocar, te possuir, te quebrar — acende algo em Jungwon que você não tinha visto antes.
Os olhos dele queimam.
Não é mais o olhar de um namorado carinhoso, não é mais o homem que te tratava como uma princesa. É o olhar de um predador que acabara de perceber que sua presa está prestes a escapar. E predadores, você sabe, não gostam de perder o que é deles.
— É o que sua, fedelhazinha?
Num movimento rápido, ele te empurra contra o colchão, os músculos dos braços tensionando enquanto ele se posiciona por cima de você. A respiração dele tá ofegante, quente, e você sente cada exalação como uma promessa de algo que está por vir. Algo intenso. Algo violento.
— Você não vai pedir nada a ninguém, tá me ouvindo, pirralha? — a voz dele é um rugido, uma mistura de raiva e desejo tão espesso que você sente o som vibrando no seu peito. Caralho, ele tava tão puto. Os punhos dele fecham em torno dos seus, e, antes que você possa reagir, ele os prende acima da sua cabeça, imobilizando você. Não com brutalidade, mas com uma firmeza que não admite discussão.
— Como você vai me impedir? — você pergunta, o desafio na voz misturado com um tremor de excitação. Porque, por mais que ele esteja com raiva, por mais que os olhos dele estejam escuros como a noite, você sabe que ele não vai te machucar. Não de verdade. Mas ele vai te fazer pagar por essa provocação.
E, pelo jeito que as coisas estão indo, você quer pagar.
A mão esquerda dele desce, devagar, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Os dedos frios — ou será que é a sua pele que tá queimando? — encontram a barra da sua saia, e você sente o tecido ser levantado, o ar fresco do quarto tocando a sua pele exposta. A mão direita dele ainda segura os seus punhos, e você tenta, por instinto, se soltar. Mas é em vão. Ele é mais forte. Mais determinado.
Os dedos dele, frios como o gelo, mal roçam a sua xotinha quente, úmida, necessitada. Apenas um toque. Apenas um contato. Mas é o suficiente pra que todo o seu corpo estremeça, como se uma corrente elétrica tivesse percorrido cada nervo, cada veia, cada centímetro da sua pele. Você sente a sua bucetinha sensível se contrair, como se estivesse pedindo por mais, como se estivesse suplicando por algo que só ele poderia te dar.
E você geme.
Não é um gemido de dor. Não é um gemido de vergonha. É um gemido de alívio, de desejo, de fome. Porque, porra, finalmente ele tá te tocando. Finalmente ele tá te sentindo. Finalmente ele tá cedendo.
— Nem te toquei direito e tu já tá assim? A vadiazinha já tá pingando? — a voz dele é um rosnado, baixo, rouco, cheio de uma satisfação suja. Os dedos ainda pairam sobre você, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. — Cê acha que o Ni-ki vai se importar? Garota, ele ia fazer só isso.
E, sem aviso, sem preparação, ele enfia os dedos dentro de você.
Não é um movimento suave. Não é um carinho. É uma invasão. Uma reivindicação. Dois dedos, grossos, longos, gelados, se enterram na sua buceta virgem, esticando você de uma forma que você nunca tinha sentido antes. A queimação é imediata, intensa, como se o seu interior estivesse sendo rasgado por dentro. Você grita, o som saindo da sua garganta como um misto de dor e surpresa, as costas arqueando, os dedos se cravando na sua palma.
Mas, lá no fundo, lá no fundo, há algo mais.
Há um prazer.
Um prazer quente, intenso, que começa a se espalhar pela sua barriga, como se cada movimento dos dedos dele estivesse acendendo uma faísca dentro de você. E, quando ele começa a mexer os dedos, devagar, carinhosamente, como se estivesse tentando acalmar a dor que ele mesmo tinha causado, o grito de desconforto se transforma.
Se transforma em gemidos.
Gemidos baixos, roucos, desesperados.
— É bom, né amor? Gostoso pra caralho… não tanto quanto o meu pau, mas, tsc, dá pro gasto — a voz dele é um sussurro sujo, os lábios roçando a sua orelha enquanto os dedos continuam a se mover dentro de você, explorando, descobrindo, possuindo.
Você assente com a cabeça, desesperadamente, os olhos fechados, os lábios entreabertos, o corpo todo tremendo.
— Sim, Wonnie… Muito bom… — a voz sai trêmula, ofegante, como se cada palavra fosse um esforço.
Mas você sabe que ele não vai deixar barato. Não depois daquilo que você disse.
— Mas ardeu, não ardeu? — ele pergunta, e você sente os dedos dele girarem dentro de você, como se ele estivesse testando os seus limites. — Sabe que com o meu pau vai ser pior, princesa. Mas, hm… isso é algo que você vai ligar?
Arregala os olhos e engole em seco.
Você sabe que ele tá certo. Sabe que o caralho dele é grande, grosso, duro. Sabe que, quando ele finalmente te possuir, vai ser uma mistura de dor e prazer tão intensa que você não vai saber se está gemendo ou gritando. Que Jungwon ia saber muito bem usar aquela rola gostosa, mas ia dar uma ardidinha, porque tua bucetinha era virgem, apertadinha pra caralho. E se ele perdesse o controle? Caralho, se ele perder o controle, se deixar levar pelo aperto da tua xotinha… ele não vai conseguir parar. Vai bater os quadris, bruto, esfolando tua buceta com afinco até você ficar toda assadinha, mas babando que nem uma cadela tola pra ele.
Mas você também sabe que ele é ciumento. Um ciumento sem cura. E que todo aquele showzinho que ele tá dando agora é por causa de uma coisa só: ciúmes.
E, se tem uma coisa que você ama, é ver o Yang Jungwon perdendo o controle.
Não lhe deu tempo para pensar. As palavras saem da sua boca antes que você possa impedi-las, manhosas, provocativas, sujas.
— Não tem problema o Ni-ki me rasgar todinha… — você diz, a voz doce, traiçoeira, como se você estivesse realmente imaginando o pau do japonês te esticando, te quebrando. — A dor vai ser tão gostosa.
E, claro, você tá mentindo.
Porque, na verdade, você não tá pensando no Niki. Não tá pensando no pau longo e fino do amigo. Você tá pensando no caralho do seu namorado. No tamanho. Na espessura. Na força com que ele ia te possuir, te marcar, te fazer sua.
Mas Jungwon não pode saber disso.
E, pelo jeito que os olhos dele escurecem, pelo jeito que os músculos do maxilar dele tensionam, você sabe que atingiu o alvo.
Dito e feito.
Os dedos saem de você de uma vez, bruscamente, como se ele não aguentasse mais te tocar. E, antes que você possa reagir, antes que você possa respirar, a mão dele estala contra o seu rosto. A dor é imediata, queimando a sua bochecha direita, como se ele tivesse acendido um fogo ali. A pele formigando, e, por um segundo, o mundo gira.
— É dor que você quer? — a voz dele é um rugido, os olhos negros de fúria, de posse, de ciúmes.
Você assente, devagar, os olhos brilhando com uma mistura de dor e excitação.
— É… — você sussurra, a voz trêmula, mas firme.
E ele sorri.
Não é um sorriso bonito. Não é um sorriso carinhoso. É um sorriso perigoso. Possessivo. Prometedor.
— Acho melhor que você pense duas vezes antes de inventar de falar o nome do Nishimura pra mim — a voz dele é baixa, ameaçadora, como se cada sílaba fosse uma promessa de algo muito, muito pior. — Vou fazer você sentir na pele, princesinha.
E você sorri.
Porque você sabe que atingiu ele em cheio.
Jungwon solta os seus punhos de repente, como se tivesse percebido que segurar você com tanta força era um desperdício de tempo. Afinal, ele tinha melhores maneiras de te imobilizar. De te controlar.
O rosto dele desce em direção ao seu pescoço, e você sente o calor da respiração dele contra a sua pele, quente, úmida, necessitada. Os lábios dele roçam a sua pele, devagar, como se ele estivesse saboreando cada centímetro do seu corpo. E então, de uma vez, ele morde.
Não é uma mordida forte. Não é uma mordida que machuca. É uma mordida possessiva. Marca. Os dentes dele afundam levemente na sua pele, e você sente o ardor se espalhando, como se ele estivesse gravando o nome dele ali. Jungwon. Jungwon. Jungwon.
As duas mãos dele descem para a sua cintura, e você geme.
Não é um gemido qualquer. É um gemido manhoso, provocativo, cheio de prazer. Porque, porra, você ama esses toques. Ama a forma como os dedos dele se cravam na sua pele, como se ele quisesse te fundir com o próprio corpo. Ama a forma como ele te aperta, te segura, te faz sentir que você é dele.
— Olha só, é uma virgenzinha mesmo, né? Mas não deixa de ser uma puta disfarçada por trás desse teu sorrisinho. Me enganou direitinho, cadela.
Aí mesmo que você geme. Cacete… e como geme.
E Jungwon mentiria se dissesse que não gosta.
Ele ama os seus gemidos. Ama a forma como o seu corpo reage ao toque dele. Ama a forma como você se delicia, se entrega, se perde nas mãos dele. Cada som que escapa dos seus lábios é como um convite pra que ele vá mais longe. Cada tremor do seu corpo é como um desafio pra que ele te faça tremer mais.
E ele não vai recuar. Ele te olha uma última vez, nos olhos. O olhar faminto e possessivo dele, enegrecido, te faz sentir a calcinha grudar na tua bucetinha.
— É isso que você quer, né? A vagabundinha quer me ver puto por ela, né?
Morde o lábio, o coração dando uma acelerada, esfregando as perninhas uma contra a outra.
— É… bonitinho. Te ver com ciuminho é… fofo.
Jungwon tava e o silêncio se instaura. Fofo? Você tinha a audácia de chamar ele de fofo logo agora? Porra, garota, você ativou o interruptor errado no Yang, aquele que diz na cabeça dele — vou fazer ela pagar, e com gosto.
— Fofo? Você me acha… fofo? — pra ele, a essa altura do campeonato, isso soava como uma puta de uma ofensa. — Ah, princesa, você não disse isso… Tu vai me achar fofo quando eu tiver finalmente lotando sua buceta de tanta porra, vai? Não, muito antes… você vai ao menos aguentar que eu enfie? Você tem cara de que, só de enfiar a cabecinha, você chora.
Olha pra Jungwon em choque. Sequer imaginava que o desgraçadinho do teu namoradinho conseguia ser tão boca suja desse jeito. Mas, ah, você amava isso. E como amava. Era algo que tinha conseguido arrancar do âmago dele e, depois dessa, jamais gostaria de ficar sem.
Ainda assim, desafia, olha pra ele, atrevidinha:
— Hm, duvido muito. O Wonnie não seria capaz… ficaria com dó se eu fizesse carinha de choro.
— Tu jura? — ele rebate, arqueando a sobrancelha. O tom meio cínico dele te deu um embrulhosinho no ventre. — Ah, bebê, pois se eu tivesse te comendo e você fizesse carinha de choro, aí que eu ia querer te estapear todinha e esporrar nesse teu rostinho fofo.
Antes que raciocinasse, num movimento rápido, fluído, ele arranca a sua blusa branca do corpo. O tecido escorrega pela sua pele, suave, leve, como se até a roupa soubesse que não tinha mais lugar ali. E, de repente, você tá exposta. Vulnerável. Deliciosamente vulnerável.
Apenas com o sutiã.
Um sutiã bege, simples, mas tão atrativo que parece ter sido feito para ser tirado.
Jungwon não perde tempo. Não hesita. Não pede permissão.
Ele leva apenas uma mão para trás das suas costas, e, com um movimento preciso, rápido, os dedos dele encontram o fecho. Clique. O som é alto, definitivo, como se fosse o início de algo que não tem mais volta.
E, num piscar de olhos, o sutiã cai.
Os seus peitos ficam livres, expostos, perfeitos.
E é aí que Jungwon congela.
Os olhos dele se arregalam, hipnotizados, como se ele estivesse vendo a coisa mais linda, mais desejável, mais perfeita do mundo. Os peitos são cheios, firmes, com um peso que faz com que eles se movam levemente com a sua respiração ofegante. A pele é macia, sedosa, com um brilho suave, como se estivessem pedindo para serem tocados. Os mamilos, rosadinhos, duros, erectos, como se estivessem suplicando pela boca dele, pelos dedos dele, por qualquer coisa que ele quisesse fazer.
— Porra… — a voz dele é um sussurro, rouco, cheio de desejo. Os olhos dele percorrem cada centímetro dos seus peitos, como se ele estivesse memorizando cada detalhe. — Tão perfeitos… Tão lindos…
E, sem aviso, ele ataca.
Os lábios dele cobrem um dos seus mamilos, quentes, úmidos, famintos. Você sente a língua dele girar em torno do biquinho, devagar, torturante, como se ele estivesse saboreando cada segundo. E então, de repente, ele chupa.
Fortemente.
Você grita, as costas arqueando, os dedos se cravando no lençol como se você precisasse de algo para não desmoronar. O prazer é intenso, elétrico, como se cada movimento da boca dele estivesse acendendo um fogo dentro de você. E, quando ele morde levemente o mamilo, você sente o ardor se espalhar, queimando, delicioso.
— Ah! Wonnie… — você geme, a voz trêmula, ofegante, cheia de prazer.
Seu Wonnie não para. Não pode parar.
Os lábios dele descem pelo seu peito, beijando, mordendo, chupando, como se ele quisesse marcar cada centímetro da sua pele. E, a cada beijo, a cada toque, ele deixa uma marca.
Marquinhas roxas. Vermelhas. Pequenas e grandes, como se ele estivesse pintando o seu corpo com o nome dele. Jungwon. Jungwon. Jungwon.
— Se o Nishimura ver isso aqui… — ele murmura, a voz baixa, possessiva, enquanto os lábios dele roçam a pele marcada. — E ele não vai… uh? É bom ressaltar — ele ri, putífero, e os dedos dele apertam a sua cintura, possessivos, fortes. — Vai saber que tem dono.
Jungwon não para. Não quer parar.
Os beijinhos pelos seus peitinhos — médios, perfeitos, feitos pra ele — continuam, mas agora com uma urgência maior, como se ele não conseguisse se controlar. A língua dele traça círculos em torno dos mamilos, devagar, torturante, enquanto os dedos apertam a carne macia, possessivos, como se ele quisesse deixar sua marca em cada centímetro. Você suspira, as costas se arqueando instintivamente, oferecendo mais de si para ele, como se o seu corpo soubesse que pertencia àquele homem.
E ele sabe.
Os lábios dele descem pela sua barriga, quentes, úmidos, famintos. Cada beijo é uma promessa. Cada mordidinha leve é uma marca. Ele te marcaria todinha, se pudesse. Não só com os dentes, não só com os lábios, mas com tudo: o cheiro dele em você, o gosto dele em você, a sensação dele em você, a porra esbranquiçada dele todinha em você, dentro ou fora, melecando a bonequinha linda dele. Pra que ninguém, nunca, duvidasse de quem você pertence.
A saia é o próximo obstáculo.
Ele poderia te foder ali mesmo, com o tecido ainda no corpo, a calcinha de ladinho, o prazer rápido e sujo. O tesão é tanto que ele sente o pau latejando, dolorido, implorando por alívio. Mas não. Não.
A ideia de te ter toda peladinha para ele, de marcar cada pedacinho do seu corpo, de garantir que mais nenhum atrevido sequer pensasse em tocar você, é muito mais tentadora. Muito mais satisfatório.
Com um movimento brusco, ele arranca a saia do seu corpo, o tecido escorregando pelas suas pernas como se não fosse nada. Você, instintivamente, tenta se ajeitar mais pra cima da cama, como se quisesse se esconder, se proteger — mas Jungwon não permite.
— Opa, bebê, você fica aqui — a voz dele é um rosnado, baixo, autoritário, enquanto a mão dele agarra a calcinha, puxando você de volta pra posição que ele quer. — Não é você que tava brincando comigo? Me provocando? Quer ver o fofo, né? Saca só.
E então, o imprevisível acontece.
Um estalo.
A calcinha rasga.
O som é alto, definitivo, como um aviso: você é minha, e eu faço o que quiser com você.
Seu corpo estremece, o coração disparando. Agora. Agora ele ia te possuir. Agora ele ia rasgar o resto da sua virgindade, assim como rasgou a calcinha. A excitação é tão intensa que você quase pode sentir o pau dele dentro de você, estirando, quebrando, marcando.
Mas não.
Não ainda.
Os dedos dele pressionam a sua bucetinha de novo, frios, duros, implacáveis. A queimação volta, intensa, como se ele estivesse reacendendo o fogo que tinha começado antes. Mas, em seguida, os movimentos suavizam, circulares, carinhosos, como se ele estivesse tentando aliviar o ardor que ele mesmo causou.
Você choraminga, o som saindo fraco, necessitado, como se o seu corpo não soubesse se queria mais ou se aguentava mais.
— Hum? — a voz dele é provocativa, suja, enquanto os dedos giram dentro de você, lentos*m, torturantes. — Tá chorando por quê? — ele pergunta, e você sente o hálito quente dele contra o seu rosto, os olhos escuros, divertidos com a sua reação. — Pensou que já teria o que queria? — Ele estocou mais fundo. — Como? — Mais fundo. — Se não aguenta nem dois dedos meus? — E mais fundo.
A cada frase, a cada movimento, os dedos dele acertam um ponto perfeito, sensível, que faz o seu corpo tremer. E você solta gemidinhos, altos, gostosos, como se cada toque fosse demais e, ao mesmo tempo, pouco.
Até que, de repente, ele acerta.
O pontinho.
Aquele lugar que faz o seu mundo girar, que faz as suas pernas tremerem, que faz o seu estômago se contrair como se você estivesse caindo.
— Ah! — o gritinho escapa dos seus lábios, agudo, descontrolado, como se ele tivesse encontrado a chave para o seu prazer.
Jungwon sorri.
E é um sorriso perigoso. Satisfatório. Triunfante.
— Achei — ele murmura, a voz rouca, cheia de promessas sujas, enquanto os dedos começam a estocar exatamente aquele ponto, rítmico, implacável, perfeito. — Aguenta, mô. Ninguém mandou tu ser uma vadia necessitada por piroca desse jeito. Mas você vai esperar um pouquinho até que eu te dê o que você quer.
E você?
Você está vendo estrelas.
A cada dedada, a cada movimento, o prazer cresce, se expande, te consome. Os seus dedos se cravam no lençol, o corpo tenso, arqueado, como se você estivesse tentando se segurar em algo que não existe. Porque nada existe além daquele toque. Nada existe além daquele homem. Nada existe além da sensação de que você está prestes a explodir.
Os dedos dele continuam a estocar dentro de você, rítmicos, implacáveis, como se ele estivesse determinado a te levar ao limite. E você sente. Sente o seu interior apertar em torno deles, não mais por estranhamento, não mais por medo do novo, mas porque você está perto. Muito perto.
O prazer está subindo, crescendo, te consumindo, como uma onda que não pode mais ser contida. Você sabe que está à beira de algo grande, algo intenso, algo que vai te destruir e te reconstruir ao mesmo tempo.
Mas, de repente, ele para.
Os dedos saem de você de uma vez, bruscamente, como se ele tivesse percebido algo que o assustou. Você resmunga em protesto, um som baixo, frustrado, enquanto a sua xota, toda melada, toda necessitada, se contraí repetidamente, como se estivesse procurando por algo — por ele — pra preencher o vazio que ele deixou.
Jungwon não resiste.
O som do tapa na sua buceta ecoa pelo quarto. Estalado. Possessivo. Sujo.
— Ah! — você choraminga, o som saindo abafado, necessitado, mas a sua intimidade encharca ainda mais, como se o seu corpo soubesse que aquilo era apenas o começo do que estava por vir. — Wonnie! M-mais, mais!
— “Ah, Wonnie, mais mais!” — ele te imita, a voz esganiçada propositalmente, e você se encolhe, se sentindo pequena e inútil rente a ele. — Calma, pirralha, você vai ter o que quer, hm? Deixa de marra.
Faz biquinho e Won não resiste. Estala um tapa no teu rostinho e manha pra ele.
— Cacete, que cadela insaciável! Que que cê quer, hm? Diz pro seu Wonnie. — Ah, Jungwon filho da puta! Sabia muito bem o que você queria tava nas calças dele e ainda assim amava brincar, te ver desesperada e faminta por ele.
— Pau, Wonnie… dá pau, por favor…
E você se humilha pra ele com facilidade, era um golpe baixo com ele. Tua carinha pidona, chorosa… só queria uma coisinha, só essa. Mas essa coisinha ainda custava meio cara aos olhos dele.
Só que desejo é demais. A tentação é demais. A necessidade carnívora de te possuir, de te marcar, de te fazer sua de uma vez por todas é mais forte do que qualquer coisa.
Ele não vê outro jeito.
Vai ter que tirar a virgindade da sua menininha mesmo.
— Ah, meu amor… o que eu não faço pela minha garotinha pura que quer tanto ficar bem sujinha, hm?
Com um movimento rápido, desesperado, ele arranca as próprias roupas do corpo. A camisa voa pra qualquer canto do quarto, o tecido da calça escorrega pelas pernas, e, quando finalmente ele tira a cueca vermelha, você olha.
E baba.
Tanto pela boca quanto pela buceta.
O membro do seu namorado é lindo. Grande. Grosso. Cheio de veias que pulsam, duras, prontas pra te estourar. A cabeça é lisa, brilhante, com um fio de pré-gozo escorrendo pela ponta, como se ele já estivesse ansioso demais pra te possuir. O comprimento é impressionante, intimidante, e você não vê a hora de senti-lo dentro de você, estirando, preenchendo, te fazendo sua.
Jungwon se aproxima, devagar, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Ele se posiciona por cima de você, os olhos escuros, intensos, fixos nos seus, como se ele quisesse gravar cada reação, cada gemido, cada detalhe do seu rosto enquanto ele te tomava.
A mão dele cobre a sua boca, firme, possessiva.
— Shh… — a voz dele é um sussurro, rouco, cheio de desejo. — Quietinha, os vizinhos não podem acordar. O Wonnie promete que, depois, vai fazer bem gostosinho, tá bom? Só espera um pouquinho…
E então, finalmente, você sente.
A dor.
Não é uma dor suave. Não é uma dor rápida. É uma queimação, intensa, profunda, como se ele estivesse rasgando você por dentro. O grito que escapa da sua garganta é abafado pela mão dele, sufocado, contido, enquanto o seu interior tenta expulsá-lo, rejeitá-lo, como se o seu corpo não soubesse que aquilo era exatamente o que você queria.
— Tão… — a voz dele é um rosnado, tenso, cheio de esforço para não perder o controle. — Mas tão apertada… — os dentes dele rangem, os músculos do maxilar tensionam, como se ele estivesse lutando contra o próprio desejo. — Uma puta de uma virgenzinha mesmo…
Ele para, respira fundo, como se estivesse tentando se acalmar. E é então que ele diz, a voz baixa, rouca, cheia de uma mistura de prazer e tortura:
— Mas, amor… — os dedos dele apertam a sua boca com mais força, como se ele precisasse te segurar ali, precisasse te controlar. — Só entrou a metade.
Os seus olhos se arregalam, incrédulos, choqueados. Aquilo tudo — a dor, a queimação, a sensação de estar sendo estirada até o limite — era apenas a metade?
Ele começa a adentrar de novo, devagar, cuidadosamente, como se ele soubesse que cada centímetro a mais era uma tortura para você. E você fecha os olhos, com força, como se fechar o mundo lá fora pudesse te ajudar a suportar o que estava por vir.
Mas, porra, não adianta.
Porque nada pode te preparar pra aquilo.
A queimação é momentânea, intensa, mas, à medida que ele vai entrando, preenchendo, te esticando, você sente algo mais. Algo melhor. Algo tão bom que faz o seu corpo tremer, estremecer, se render.
É tudo o que você queria.
Tudo o que você sempre sonhou.
E, mesmo com a dor, mesmo com a queimação, você sabe que não trocaria aquilo por nada no mundo.
Ele entra por completo.
E, de repente, o mundo para.
Não há mais dor. Não há mais medo. Não há mais nada além da sensação de estar completamente cheia. Completamente preenchida. Completamente necessitada.
O pau de Jungwon é enorme, e você sente cada centímetro dele dentro de você, estirando, ocupando, possuindo cada cantinho do seu interior. É uma sensação avassaladora, como se ele tivesse preenchido não só o seu corpo, mas também a sua mente, a sua alma.
E, agora, você não sente mais nada além de um desejo único, insaciável: querer que ele meta. Querer que ele se mova. Querer que ele te foda até você não aguentar mais, assim como ele havia prometido.
Você rebola contra ele, devagar, tímida, mas determinada. É um movimento pequeno, sutil, mas claramente um sinal: quero mais.
Jungwon percebe.
E ri.
É uma risada baixa, rouca, cheia de satisfação suja. Os olhos dele brilham com um misto de orgulho e diversão, como se ele estivesse admirando a sua coragem, a sua fome por ele.
— Acabou de receber uma rola e já quer que eu meta? — a voz dele é provocativa, zombeteira, enquanto a mão dele desce e estala contra a sua coxa. O som ecoou pelo quarto, alto, possessivo. — Que virgenzinha imunda você é, uh?
Aquela frase faz o seu corpo todo esquentar.
Não é vergonha. Não é raiva. É puro desejo. Pura excitação. Porque, porra, você adora quando ele fala assim com você. Adora quando ele te trata como uma putinha necessitada, como uma cadela no cio. Adora quando ele te lembra que você é dele, e que ele pode fazer o que quiser com você.
E Jungwon não perde tempo.
Ele começa os movimentos, devagarzinho, como se estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Cada empurrão é lento, profundo, torturante, como se ele quisesse prolongar o prazer, prolongar a agonia da espera.
Mas, à medida que os seus gemidinhos vão aumentando, que os seus suspiros vão ficando mais altos, mais descontrolados, ele aumenta a velocidade.
Os quadris dele batem contra os seus, fortes, rítmicos, implacáveis. Cada estocada é mais profunda, mais intensa, mais perfeita do que a anterior. E, quando ele acerta aquele ponto, aquele lugar que faz o seu mundo girar, os seus gemidos ficam mais altos, mais desesperados, mais cheios de prazer.
— Ah! Wonnie! — você grita, a voz trêmula, ofegante, cheia de necessidade.
Ele testa retirar pelo menos a metade do membro e colocar de novo. É um movimento lento, torturante, como se ele estivesse brincando com você, testando os seus limites.
E, quando ele olha para baixo, para o ponto onde os seus corpos se encontram, ele vê.
Um leve resquício de sangue.
A prova irrefutável de que você era dele. Agora e pra sempre.
Isso o faz sorrir.
É um sorriso orgulhoso, possessivo, triunfante. Como se ele tivesse conquistado algo que ninguém mais poderia tirar dele.
— Toda minha… só minha, caralho…
E, sem aviso, ele adentra todo de novo, forte, rápido, implacável.
— Ah! Porra! — você grita de prazer, o som saindo da sua garganta como um lamento, como um pedido, como um agrado.
É tão bom.
Tão bom que você já está toda bobinha pelo pau dele. Toda mole, toda tremendo, toda entregue àquela sensação indescritível de estar completamente preenchida, completamente possuída, completamente dele.
Jungwon percebe.
Percebe que a dor sumiu. Que o medo se dissolveu. Que tudo o que resta é puro prazer, pura necessidade, puro desejo por ele. O seu interior não resiste mais, não luta mais — aceita, pede, suplica por mais.
E, com um movimento lento, deliberado, ele retira o cacete do seu interior.
Você choraminga.
É um som fraco, desesperado, cheio de frustração. Porque, porra, você queria ele dentro de você. Precisava dele dentro de você. A sensação de vazio é insuportável, como se algo essencial tivesse sido arrancado de você.
Uma gota de sangue cai no lençol, vermelha, brilhante, prova do que acabou de acontecer. Mas Jungwon não liga. Não se importa. Não pensa em mais nada além de você.
Ele apenas te olha, os olhos escuros, famintos, possessivos, e diz:
— Se for pra te sujar, pelo menos eu vou fazer isso bem feito.
A voz dele é baixa, rouca, cheia de promessas sujas. E, antes que você possa reagir, ele te puxa pelo quadril, rápido, determinado, e te coloca de quatro.
A sua bunda fica virada pra ele, exposta, vulnerável, pronta para ser usada. O seu rostinho afunda nos lençóis, ofegante, necessitada, ansiosa pelo que está por vir.
E ele não te faz esperar.
Com um movimento lento, torturante, ele penetra de novo. Devagar. Profundo. Completo.
Você sente o aperto do seu interior abraçando ele, recebendo ele, suplicando por mais. E, quando ele entra todo, até o fundo, você geme.
Mas não é um gemido de dor. Não é um gemido de medo. É um gemido bobinho, feliz, extasiado por estar preenchida novamente. Por estar completa novamente. Por estar dele novamente.
E Jungwon não perde tempo.
Ele começa a te estocar de maneira rápida e forte. Os quadris dele batem contra a sua bunda, duros, rítmicos, implacáveis. Cada estocada é mais profunda, mais intensa, mais perfeita do que a anterior. E os seus gemidos são altos, descontrolados, cheios de prazer.
Você não consegue falar. Não consegue pensar. Não consegue fazer nada além de sentir. Sentir cada movimento, cada toque, cada estocada que te arromba, te quebra, te faz sua.
E Jungwon brinca.
— A cadela desaprendeu a falar? — a voz dele é zombeteira, provocativa, enquanto os quadris dele continuam a se mover, rápidos, fortes. — É uma puta toda burrinha agora que tá levando uma surra de rola, é? Ah, sua vadiazinha do caralho.
Aquelas palavras fazem o seu interior contrair ainda mais. Mais. Mais. Como se o seu corpo quisesse provar que você ainda era capaz de sentir, de reagir, de gozar por ele.
E você está tão perto.
Tão perto que o mundo gira. Tão perto que os seus dedos se cravam nos lençóis. Tão perto que você sente o prazer se acumulando, pronto para explodir.
Jungwon puxa os seus cabelos, forte, possessivo, fazendo o seu tronco levantar. E, com essa nova posição, as estocadas adentram ainda mais fundo, mais forte, mais certo.
Acertando aquele pontinho. Aquele lugar que faz o seu corpo tremer, que faz o seu mundo girar, que faz o seu prazer transbordar.
E, porra, não tem jeito.
Apenas quatro estocadas. Quatro estocadas fortes, precisas, implacáveis.
E você goza.
O grito de prazer toma o quarto, alto, descontrolado, cheio de satisfação. O seu corpo treme, se contrai, se entrega ao orgasmo mais intenso que você já sentiu na vida.
Jungwon dá mais três estocadas devagar, prolongando o prazer, saboreando cada segundo daquele momento. E, quando ele sai de dentro de você, ainda duro, ainda necessitado, você se joga de barriga pra cima na cama, tremendo, ofegante, com o corpo queimando.
É a melhor sensação que você já tinha sentido na vida.
E Jungwon não termina.
Ele punheta o caralho dele, rápido, forte, com os olhos fixos em você, como se estivesse gravando cada reação, cada tremor, cada gemido que ainda escapa dos seus lábios. E, quando o gozo jorra, quente, espesso, abundante, ele mira direto na sua buceta, sensível, apenas um pouquinho melada de sangue.
E, sem hesitar, ele coloca um pouco de porra pra dentro do seu buraquinho com os dois dedos, devagar, possessivo, marcando você por dentro e por fora.
— Agora sim... — a voz dele é baixa, satisfatória, cheia de orgulho. — Bem sujinha.
Você sorri, fraco, feliz, completamente entregue.
— Sujinha apenas pro Wonnie… — você diz, a voz trêmula, ofegante, cheia de amor. — E pra mais ninguém.
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Poxa, vega, que notícia, ein? Levei um susto, mas fico feliz que você está se recuperando. Fiquei pensando que nós nunca sabemos o que está acontecendo com os outros. Você está sentindo muita dor? Foi bem a cirurgia? Se você se sentir confortável em falar. Nem consigo imaginar o quão deve ser frustrante não poder ir no show, ainda mais por um motivo tão delicado e difícil. Mas espero que com os dias você possa ficar melhor, você e todos envolvidos!
Sempre te acompanho por aqui, só nunca falo muito!!
Forte abraço!
💞💞💞
oi meu amor! então, no momento não tô sentindo mais dor. tirei os pontos da primeira cirurgia hoje, e tô aguardando pra segunda.
foi surrealmente frustrante, eu chorei demais! demais! só rezem por mim pra segunda cirurgia acontecer logo, que aí me recupero rapidinho
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avisos. dirty talk, meio que exibicionismo…?, anal, sexo protegido, relacionamento estabelecido. um presente pra minha lobinha que briga cmg e me manda figurinha do jay fazendo cara de mal, mas que sei que me ama, ❤️✨
Era recorrente. As janelas de vidro tremiam, o chão balançava no ritmo da música, e a vizinhança - principalmente sua mãe, ia a loucura. O responsável por estremecer a rua inteira era o rapaz tatuado da rua de baixo. Nishimura Ni-ki, filho de imigrantes japoneses, mecânico na oficina do tio, e dono de um Golf rebaixado com a mala repleta de caixas de som. Só Deus sabia como aquele carro não explodia.
O barulho do som em conjunto com o ronco ensurdecedor do escapamento modificado sempre anunciavam a chegada dele. Isso quando o carro não entalava em algum quebra-molas por conta da altura da suspensão.
Como você sabia tantos detalhes? Simples; ele era seu namorado.
Sua mãe havia tentado inúmeras vezes te fazer ‘desgostar’ do rapaz. Te apresentado ao filhinho de papai, sobrinho do colega de trabalho dela. Te deixar de castigo.. Enxotar o Nishimura da casa de vocês mais do que deveria… Até que a coitada desistiu. Nada funcionava. O garoto de lábios grossos e riso frouxo parecia ter feito algum tipo de feitiço de amarração.
Era comum — mais do que deveria, que ele aparecesse à noite, com pizza, ou comida japonesa, ou um dogão da esquina. Sempre trazendo o sabor preferido de sua mãe para tentar agradá-la. Conseguia um minimo sorriso dela, desfeito no segundo seguinte; no momento em que ele se jogava no sofá, mudando da novela para o jogo do Corinthians, gritando como um louco.
“Aqui tem um bando de louco! Louco por ti Corinthians!”
“Manda esse garoto tirar esse pé sujo de cima da mesa de centro!”, sua mãe sussurrava à você, entredentes.
Nos dias de chuva, como estes que narro agora, ela conseguia um descanso. O carro era baixo demais para chegar até sua casa em dias de tempestade como estes.
“Ah, com essa chuva ele não vem não.”, ela sussurrava para ela mesma.
Ledo engano.
Porque nos minutos seguintes, a luz do farol de led do Golf rebaixado iluminava a rua. O som alto, o escapamento escandaloso: lá estava ele. Alto e loiro, atrapalhado, correndo para o seu portão carregando uma mochila enorme, com um boné virado para trás na cabeça, calças largas.
Até deixa a mochila cair na entrada de seu portão, no piso escorregadio. Aliás, ele quase cai. Mas lá estava ele. Apertando a campainha, encharcado, com o nariz vermelhinho.
“Não é possível.”, sua mãe o vê pela câmera. O cenho franzido, até mesmo meio confusa. “Até de baixo desse toró esse garoto tá aqui.”
“Mãe?”, sua voz ecoa. Veste um pijama de frio, munida de um balde de pipoca, e biscoitos recheados. Vem do seu quarto, onde assistia um filme. “Parece que eu escutei o barulho do carro do Ni-ki…”
“Ah. Claro que escutou. Ele tá aí no portão igual um rato molhado. Olha, esse menino não vai dormir aqui hoje de novo não, hein?”, diz em tom de aviso.
“Poxa, mãe! E você não abriu pra ele?”, você corre para destrancar o portão, e abrir a porta de entrada. Logo ele está lá, ensopado, com a blusa colando no peitoral definido, os fios loirinhos que escapavam do boné pingando frio.
Ele dá um espirro. E seu coração aperta. E sua mãe? Revira os olhos, porque já sabe onde aquilo vai terminar.
“Mô? Que isso? Por que não avisou que vinha? ‘Cê vai pegar um resfriado.”, diz o ajudando com a mochila que tinha nas mãos. Ele a abre, pegando uma toalha pra secar o rosto.
“E aí, gatinha.”, ele beija sua testa com um selinho carinhoso, e vira o corpo para sua mãe, com um sorriso grande nos lábios. “E aí, tia? Cê é louco, mó chuva. ‘Tava indo pra casa do Jake, mas o carro deu ruim aqui perto da sua rua. Achei melhor parar por aqui… E aí… Se puder, eu colo aqui durante a noite e amanhã cedo eu já desço com o carro lá pra oficina do tio..”
“Sério? Que perigo. Imagina ficar a pé no meio do caminho nessa chuva? Fez bem em parar aqui. Né, mãe?”
“Ah, claro.”, revira os olhos novamente, cruzando os braços. “Já vi que pode ter até tsunami, que esse garoto vai vir dormir aqui.”
“Que isso, sogra, foi o carro que d-“
“Hoje foi o carro, ontem foi operação perto da sua casa, antes de ontem foi porque você topou o dedo no asfalto jogando bola com as crianças.”
“Ah… Acontece.”, ele diz meio sem graça. Mas você o conhece. Conhece aquele tom meio risonho.
“Mãe! Deixa ele. Vem amor, toma um banho quentinho e tira essa roupa molhada. Eu tava vendo filme, e comendo pipoca, foi..?”, sua voz foi se distanciando à medida em que você sumia pelo corredor, com o Nishimura a tira colo.
E sua mãe surpreendentemente… Sorri. Sorri porque, por mais que goste de implicar com o rapaz, e goste que ele tenha medo dela, ela se sente feliz por ver a filha feliz. Sabe que sua menina está amando, e sendo amada.
“Esse teu shampoo é cheirosão.”, ele sai do banheiro do jeitinho que você gosta. Calça de moletom larga, t-shirt de algum personagem de anime, e o cabelo loirinho bagunçado.
“Tá quentinho?”, você pergunta meio boba, meio apaixonada.
“Ainda não.”, ele se deita em sua cama de solteiro ao seu lado, se enroscando na coberta, e em ti, te abraçando pela cintura e enfiando o rostinho gelado em seu pescoço. Você dá um gritinho abafado, mas se enrola ainda mais no corpo dele. “Agora tô.”
“Que frio…”, você murmura.
Em seguida, Ni-ki te posiciona na frente dele, abraçando sua cintura com firmeza, encaixando sua bunda no quadril dele, e colocando um braço em baixo de seu pescoço. Uma posição quentinha, e confortável.
“Cê tava assistindo o que?”, pergunta, a voz rouca em seu ouvido te arrepia de leve. Você se remexe no quadril dele, sem ao menos entender qual era sua intenção.
“A princesa e o sapo. Quer trocar? A gente assiste outro.”
“Não, não.. Tá bom esse aí.”, diz.
O ambiente é relaxante. O quarto escuro, iluminado apenas pelo brilho da televisão, as cobertas quentes e cheirosas, o cheirinho de sabonete vindo dele. Tudo compactuando para que seu sono viesse devagar. Se… Não fosse o incômodo de Ni-ki.
Ele se remexia pra frente. Pra trás. Suspirava. Sussurrava alguns “ai”, contidos, até que você resolvesse virar para ele, para ver o que estava acontecendo.
“Que foi?”, pergunta sonolenta. Ele beija seus lábios num selinho molhado, negando com a cabeça.
“Nada não, princesa.”, você semi cerra os olhos, fazendo ele sorrir fraco. Fofa. “Quer saber mesmo?”
“Claro, né.”
A conversa flui em um tom baixo de sussurros comedidos.
“Acontece que você ‘tava com essa bunda gostosa e quentinha pressionando no meu pau, e agora eu tô duro.”, diz. Desta vez não há resquício de brincadeiras.
“Amor…”, você sopra nos lábios dele, quando ele avança em um beijo gostoso. A língua quentinha em sua boca, o gostinho da pasta de dentes ali presente.
“Escuta, princesa. Preciso que você colabore, ok? Vou te comer bem gostoso, prometo, mas você não pode gemer alto, tá?”, diz, a boca ainda colada na sua.
“Tá…”, diz perdidinha, a coxa do Nishimura já entre suas pernas, esfregando de leve sua área quentinha.
“Promete?”, esfrega com mais pressão, te fazendo engolir um gritinho.
“Prometo.”
“Perfeito. Vira de costas pra mim de novo, huh? Quero te comer por trás.”
Se ele soubesse como suas palavras tem efeitos em você… Você o obedece de imediato, e o sente abaixar sua calça de pijama, junto com a calcinha, de uma vez só. Pela movimentação, imagina que ele tenha abaixado a própria calça também.
Em seguida sente o comprimento gordinho passando entre suas coxas fartas, roçando na sua fenda já babada, em um vai e vem torturante. O pau dele já suficientemente babado para fazer com que volta e meia a cabecinha inchada escorregasse para dentro.
“Nini…”, geme baixinho, entregue aos braços dele, que parece não ter pressa nenhuma.
“Oi, princesa… Fala…”, dissimulado, é o que diz, baixinho em seu ouvido com a voz grossa.
“E-eu..”, sua voz sai quebrada. Ao menos sabe o que pedir, tontinha de tesão.
“Pede, bebê… Eu tô aqui… Quer que eu meta? Ou quer tentar de novo?”, a voz baixa em seu ouvido deixava seu corpo molenga.
Com tentar de novo, você sabia muito bem ao que ele se referia.
“Quero…” diz amuadinha, mas ansiosa. Sabe que ele vai fazer com carinho.
“As coisas estão aqui…?”
“Uhum, na gaveta.”
Ele se estica para pegar uma camisinha, e o gelzinho lubrificante. Você não demora a sentir sua entradinha menor ser melada com o líquido viçoso e geladinho. Contrai um pouco quando sente, mas logo Nishimura te tranquiliza.
“Calma, princesa. A gente só vai até onde der, ok?”
Você confirma em um aceno, sentindo em seguida a ponta do polegar dele ali, rodeando a entrada de seu cuzinho com delicadeza, brincando de colocar e tirar. Você morde a fronha de seu travesseiro, o rosto queimando de vergonha e tesão, mexendo quase imperceptível o quadril de encontro à mão de seu namorado.
“Cê é louco… Caralho, princesa… Que bundinha apertada… Imagina meu pau aqui dentro…”
Você escuta a voz dele, mas mal consegue assimilar as palavras. Não quando o polegar esfrega sua entrada de trás, e o dedo do meio entra em sua bucetinha carente, formando um gancho, afim de chegar naquele pontinho que sabe que você gosta.
“Posso meter? Posso botar, amor?”, diz apressado, quase esbaforido, pensa no quanto ele quer aquilo, e passa a querer tanto quanto.
Quer enlouquecer seu Nishimura, quer dar a ele uma experiência gostosa, prazerosa, porque dar prazer a ele te dá prazer.
Ele engole a seco quando passa o pau já protegido pelo buraquinho. A mão grande vai até seu grelinho, massageando em círculos com leveza, mas precisão. A respiração dele já está entrecortada, o pescoço começando a suar, e o calor da coberta não lhe parece mais tão convidativo. Se sente quente demais.
“Nini..”, murmura baixinho, um desespero no fundo da voz rouquinha.
“Calma, bebê, calma… Primeiro só vou passar a cabecinha, tá? Só…”, a frase se perde em um gemido manhoso quando ele sente o músculo apertá-lo como se quisesse expulsá-lo. “Só mais um pouco, linda. Só mais um pouco…”
Centímetro por centímetro ele estava dentro de você. O cenho franzido, perdidinho com a sensação nova desejada há tanto tempo. Porra…
“Só vou me mexer quando… Você falar… Que pode…”, a voz entrecortada recheada de suspiros dengosos faziam com que você se arrepiasse.
Engole em um engasgo quando sente você, por si só, dar uma rebolada, afim de se ajeitar. Tão sufocante, apertada.
A sensação era ainda melhor quando ele pensava o quão sujo, e proibido aquilo parecia. Sua mãe no quarto ao lado, dormindo, ou assistindo televisão, e ele ali, completamente enterrado em você, te tendo rebolando na porra do pau dele. Comendo seu cuzinho devagar, com todo carinho que a princesa dele merecia.
Nunca havia feito anal, assim como você. Era uma experiência nova mútua, um nível a mais de intimidade na relação.
Entrega.
Sem ao menos pedir, você ditava os movimentos, rebolando no seu Nishimura, de olhinhos fechados, agraciada.
Ele acompanhava seus movimentos com leveza, tentando ao máximo se controlar pra não se deixar levar, e acabar gozando rápido.
Não parava nem por um segundo de massagear seu grelo inchadinho, tentava puxar você para mais perto de seu corpo como se fosse possível.
“Caralho…”
“Ni..”
“Shh, shh… Que cuzinho gostoso, princesa, porra… Vai me deixar gozar nele, huh? Fala, fala pra mim.. Me deixa te ouvir..”
“E-eu v-vou…”, seus olhos transbordavam lágrimas doces, o corpo ameaçava tremelicar.
A chuva lá fora aumentava, os trovões incessantes, mas ali dentro do quarto, era só vocês dois.
Com a mão livre, Ni-ki insere o dedo do meio em sua boca carnudinha, fazendo você chupar desastradamente. Ele feche os olhos gemendo, uma mistura de desespero e alívio.
Até.
Até..
Sua mãe bater na porta te chamando.
Te chamando e perguntando o que vocês estavam fazendo. Agora cabia a Ni-ki ter força o suficiente pra sair de dentro de você, e agir com normalidade.
Quando você o agarra pelo quadril, mesmo virada de costas para ele, o impedindo de sair.
“Vendo filme, mãe!”, você responde alto, a voz sem tremer.
Ni-ki parece confuso, mas não se move.
“Demorou tanto tempo pra conseguirmos, não é agora que vamos parar. Continua, me fode, Nini.”