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Girls, esses dias eu acordei nostĂĄlgica e resolvi assistir aos mvâs antigos do nct, then I found o jaemin em make a wish e sĂł consegui notar o quĂŁo magrelo gatinho ele era. Agora ele tĂĄ um gostoso largo massivo, not fofo anymore omg meus olhos brilham e minha mouth is watering queixo a fora đđ€°đ»
wᄱá„Čk hᄱro ᄎᄣá„Čss, smÏ t (?) prob suggestive.
ââââââââââ yeÍon s., aÍhn suho, s. juntaÍe, g. hyuntaÍk, beomseoÍk & p. humin n how they handle your horniness.
Ś Ś đ§ sÎčá„±Ï á„ !
Sempre teve medo de passar dos limites com Sieun. NĂŁo era como se vocĂȘ visse o chĂŁo cheio de ovos, mas sabia que precisava ser cuidadosa e calculista no modo como falava e agia perto dele.
O sexo era um quesito muito complexo na relação de vocĂȘs; ocorria de forma natural quando as coisas esquentavam, mas era tenso conversar a respeito. PouquĂssimas vezes aconteceu e, nessas raras ocasiĂ”es, foram diĂĄlogos breves.
Quando estava ocupado estudando ou resolvendo qualquer outra coisa, ele pedia para que vocĂȘ aguardasse pacientemente, pois ele daria o que vocĂȘ quisesse assim que acabasse. Na maioria das vezes, ele esperava que vocĂȘ tomasse a atitude.
O ambiente estava silencioso e calmo; era somente vocĂȘ e ele deitados no sofĂĄ, se encarando sem dizer nenhuma palavra. Com suavidade, vocĂȘ deixou uma sequĂȘncia lenta de selinhos sobre os lĂĄbios dele enquanto acariciava a nuca masculina.
Sieun podia sentir os pelos do corpo se arrepiarem com as suas unhas arrastando pela pele dele, mas ele, por sua vez, sĂł conseguia demonstrar que estava gostando ao retribuir o beijo e apertar sua cintura.
Com o passar do tempo, ele ficava ainda mais desesperado, intensificando os movimentos da própria boca e forçando o corpo contra o seu. Ele não achava vergonhoso e muito menos limitaria os gemidos e suspiros manhosos que insistiam em escapar de sua garganta.
Ś Ś đ§ sÏ ho !
Ele prefere que vocĂȘ aja com safadeza e que nĂŁo esconda ou tente mascarar suas vontades.
Totalmente o oposto do Sieun; se vocĂȘ disser a ele que estĂĄ com tesĂŁo ou fizer uma mĂnima provocação enquanto ele estĂĄ ocupado, Suho deixa tudo de lado na mesma hora. NĂŁo hĂĄ nada mais importante do que sua garota pedindo por ele.
â A biblioteca fica vazia depois das 16:00 horas, sabia? â vocĂȘ questionou, com um sorriso imenso no rosto e as mĂŁos entrelaçadas sobre a parte de trĂĄs da saia.
Suho ergueu a sobrancelha num misto de choque e adrenalina pelo convite indiscreto, mas muito direto.
â E vocĂȘ quer que eu dĂȘ uma passadinha lĂĄ com vocĂȘ hoje? â entrou na onda, com aquele sorrisinho de canto encantador dele.
Suho arrumou os amassados do seu uniforme enquanto esperava vocĂȘ responder, num ato de carinho.
Ele te olhava e sorria envergonhado quando percebia que vocĂȘ estava encarando a expressĂŁo dele, certamente achando graça no jeito como ele estava se portando.
Quando vocĂȘ finalmente aconchegou a mĂŁo em formato de concha sobre a ereção, Juntae acertou um chute na cadeira de Baku, assustando todos que estavam sentados Ă mesa.
VocĂȘ nĂŁo conseguiu conter a risada, mesmo enquanto o reconfortava com um carinho nas costas.
â Desculpa, amor. Eu fiquei nervoso na hora! â ele sussurrou.
Ś Ś đ§ bá„ČkÏ !
Sentia que Humin estava sempre em alerta, mas talvez ele sĂł fosse sem-vergonha demais quando se tratava da namorada. No menor resmungo carente ou toque indecente, ele afirmava saber exatamente o que vocĂȘ precisava.
â Minha gatinha dengosa⊠â Baku murmurou contra o seu pescoço em meio aos beijos que depositava ali, agarrando sua cintura tĂŁo deliciosamente que seu corpo tendia a se curvar.
VocĂȘ estava agarrada ao corpo forte dele, com os olhinhos fechados, aproveitando o carinho que ele proporcionava agora. Curtos gemidos saĂam da sua boca toda vez que ele se forçava entre as suas pernas.
Sabia que seu colo e pescoço provavelmente estariam lotados de marcas roxas e avermelhadas após a pegação, mas nada parecia errado nesse momento.
â VocĂȘ fica tĂŁo tristinha quando tĂĄ carente de mim. â ele comentou, te olhando e lembrando de como vocĂȘ tinha ficado quieta o dia todo, com um biquinho nos lĂĄbios.
â TĂŽ todo quebrado. â Gotak disse com dificuldade, enquanto vocĂȘ limpava o sangue que estava espalhado pelo rosto dele.
VocĂȘ se afastou dele por um momento, respirando fundo para nĂŁo falar algo errado. â VocĂȘ tem sorte que eu tenho dĂł, senĂŁo esse braço aqui jĂĄ era. â acertou um leve empurrĂŁozinho no braço machucado dele, olhando com severidade.
â Poxa amor, me perdoa. Eu jĂĄ disse que foram eles que cercaram a gente. â Go voltou a sorrir quando te viu concordar e voltar a limpar os pequenos ferimentos.
Seok faria de tudo para te agradar, mesmo sendo envergonhado e um tanto introvertido. Ele esperaria vocĂȘ tomar a iniciativa, mas, quando fizesse, seguiria o mesmo rumo e retribuiria dez vezes mais.
â VocĂȘ gostou da minha saia? â vocĂȘ perguntou, dando uma voltinha para ele.
Beom sorriu e concordou com a cabeça, passando a mão na parte de trås do cabelo, genuinamente envergonhado.
â VocĂȘ tĂĄ sempre bonita. â ele te olhava e logo cortava o contato visual. Para vocĂȘ, tudo bem; achava fofo.
â Eu coloquei ela sĂł pra vocĂȘ, normalmente nĂŁo gosto de usar saia. â explicou, fazendo Beom se sentir ainda mais especial.
Ele nĂŁo conseguia parar de sorrir, fosse pelo rumo da conversa, por vocĂȘ ter, confortavelmente, se sentado no colo dele ou pela direção que aquilo estava tomando.
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â Amor, seus bĂceps parecem maiores. â disse vocĂȘ enquanto apertava os mĂșsculos tensionados dele, tentando conter a risada diante do sorriso imenso que ele abriu.
â VocĂȘ viu? â Com uma feição ingĂȘnua, ele te faria surtar e agarrar o rosto dele para enfim encher de beijos.
Hong Woo Jin. ê°àŸàœČăŁË-.ê±àŸàœČà§§ Ë đ đ fluff! ÍĄê± Û«
â Pano queimado. â O medo estava escancarado na face dele; era o terceiro pano que havia pegado fogo este mĂȘs. Escutaria a sua palestra com um bico enorme nos lĂĄbios.
O famoso tipo de homem que não tem noção da própria força; capaz de rachar a cama em duas.
NĂŁo curte a ideia de tapas, pois nĂŁo vĂȘ sentido em algo doloroso.
Engasga com as palavras.
Te move como uma pena, colocando-a em qualquer posição sem dificuldades.
Ă ingĂȘnuo, nĂŁo entende as pequenas piadas de duplo sentido que vocĂȘ faz. Quando vocĂȘ se esfrega em seu colo ou desliza a mĂŁo por cima de seu membro ainda mole, ele ignora pois na cabecinha inocente dele, vocĂȘ nĂŁo faz por maldade.
Sempre pergunta se pode antes de tomar qualquer iniciativa.
NĂŁo sabe conter os gemidos.
â Eu posso gozar, amor? â Gun perguntou ao sentir suas bolas fisgarem, guiando vocĂȘ sobre ele. â Eu posso...? â Os olhos redondinhos brilhavam em sua direção; vocĂȘ podia ver seus prĂłprios seios quicando no reflexo do olhar dele.
â Por favor⊠por favor! â LĂĄgrimas escaparam pelo cantinho dos olhos dele; sentiu o aperto no seu corpo, que antes estava preciso, agora se enfraquecer. Ele deixou as costas tocarem o travesseiro e vocĂȘ controlar seu corpo, jĂĄ que, se ele forçasse mais algum movimento, gozaria no mesmo instante.
Com dĂł e vendo o quanto ele precisava daquilo, alisou o peitoral tonificado antes de dizer: "VocĂȘ pode gozar agora, meu amor".
Flexionou suas paredes em volta do comprimento, podendo sentir o lĂquido morno atingi-las e pintĂĄ-las de branco.
Gun se sentiu tĂŁo bem que nĂŁo conseguiu conter o choro. Ele agradecia enquanto vocĂȘ secava as lĂĄgrimas e selava o rostinho avermelhado dele.
Hong Woo Jin. ê°àŸàœČăŁË-.ê±àŸàœČà§§ Ë đ đ smut! ÍĄê± Û«
Tanto dominador quanto submisso, vai depender do humor de vocĂȘs.
Louco por creampie e tem fetiche com reprodução.
Entra na linha em segundos quando escuta a palavra âcastigoâ sair da sua boca.
Woojin nĂŁo conseguia esconder o olhar de admiração enquanto assistia vocĂȘ tirar as peças de roupa que cobriam seu corpo.
â Que beldade⊠â ele murmurou, puxando vocĂȘ para finalmente tĂȘ-la sobre o colo.
Beijos calorosos e suavemente bagunçados eram trocados entre vocĂȘs. As mĂŁos calejadas dele envolviam seus seios com apertos que faziam sua calcinha ficar molhada, enquanto vocĂȘ conseguia sentir a grandeza logo abaixo, aquecida pelas suas virilhas.
Tudo aquilo iniciou-se quando ele, pretensiosamente, comentou que havia lido em algum lugar sobre uma posição muito especĂfica que aumentava as chances de gravidez; o que te convenceu foi o entusiasmo contagiante dele.
á :: smut, dirty talk, praise, exibicionismo, dry sex, etc.
Estava imersa no momento; escutava apenas os pequenos murmurinhos dele, que mais pareciam miados, e o chiado das folhas secas sendo esmagadas pelo peso do corpo dos dois. Os insetos nĂŁo te incomodavam mais; Taeyong a distraĂa muito bem.
Beijos calorosos eram deixados na pele do seu pescoço e boca. Podia sentir o inchaço pela forma bruta com que ele selava seus låbios. Seu homem parecia mais carente que nunca; as mãos grandes não desgrudavam da sua cintura enquanto ele, incansavelmente, esfregava a própria virilha entre as suas pernas.
Sentiu-o se afastar levemente por alguns segundos, analisando a mancha que transparecia no tecido da sua roupa Ăntima; sem conseguir conter, um sorriso imenso surgiu no rosto charmoso dele. Quando o viu ameaçar tirar o cinto, sua cabeça entrou em curto-circuito.
â NĂŁo, nĂŁo, Bubu⊠â VocĂȘ negava com o dedo, relembrando-o de que nĂŁo podiam fazer nada; nĂŁo naquele lugar, nĂŁo sem camisinha.
Ele acariciou sua coxa, acalmando-a antes de dizer:
â NĂŁo vou te comer, docinho. Vamos só⊠brincar, ok?
Suas pernas foram abertas suavemente por ele. Aquela cueca preta fazia vocĂȘ molhar ainda mais; Taeyong simplesmente parecia tĂŁo sexy. Com cuidado, ele passou a esfregar o comprimento no desenho que marcava sob a sua calcinha, provocando seu clitĂłris com a glande Ășmida.
O biquinho nos seus lĂĄbios o instigava inconscientemente; vocĂȘ parecia tĂŁo fofa agora, com o corpinho cedendo nos braços dele e os olhos brilhando em pura emoção. Nada era mais gostoso para ele do que assistir Ă s suas expressĂ”es enquanto fodiam, mesmo vestidos.
As mĂŁos masculinas foram em direção aos seus seios sensĂveis, que rapidamente ficaram empinados quando expostos Ă temperatura baixa.
â TĂŁo perfeita⊠â ele disse, sentindo vocĂȘ apertar o antebraço contraĂdo dele. â TĂŁo perfeita que vai me fazer gozar na cueca.
O que mais te afetava era aquele sorriso orgulhoso que Taeyong sempre carregava. Sua boceta pulsava levemente sempre que ele se forçava um pouco mais contra vocĂȘ. Uma pontada de satisfação surgia pela pequena bagunça que estavam fazendo.
Lentamente, vocĂȘ fechou os olhos, revirando-os quando o orgasmo veio. O gemidinho manhoso que escapou da sua garganta, pronunciando o nome dele, foi o suficiente para fazĂȘ-lo rechear a cueca.
â Puta que pariu, amor. â escutou-o murmurar, agarrado a vocĂȘ.
âč êŻăđđ€ [ @pochawoo ] sá„ČÎčd Îčá„ á„Čá„ á„Čsk :9 tĂŽ a exatos dois dias pensando num smut do euijoo que ali aqui no site falando que ele tem pau grande e sabe muito bem usar PAPO DE ARRANCAR OS CABELOS
Sua coluna estava curvada, as costas suavam contra o lençol; agora sentia Euijoo rasgando seu interior de uma forma gostosa, que fazia seus olhos se comprimirem e sua voz falhar. Ele tinha as mĂŁos na sua cintura, sem intenção alguma de te desamparar. Segurava o olhar na sua aparĂȘncia sofrida, sentindo preocupação e prazer ao ver a cena. O pau longo de Byun sequer havia entrado metade em seu interior molhado, mas ele nĂŁo pressionou esse momento; manteve-se calmo.
VocĂȘ queria tirar forças de onde nĂŁo tinha, pensando em implorar para ele foder vocĂȘ com força, amaciando suas paredes internas. Euijoo esfregava seu pontinho, numa massagem suave, a fim de fazer sua boceta dilatar ainda mais.
âVocĂȘ tĂĄ se saindo tĂŁo bem, minha princesa.â Aquela frase curta te fez apertar em volta do pĂȘnis dele, fazendo Byun enrijecer a postura brevemente. Sabia que sua pequena boceta iria parecer um pouco mais larga apĂłs terminarem, e isso genuinamente aumentava o tesĂŁo dele.
âJuju, vocĂȘ pode me foder com força agora? NĂŁo sinto mais dor, por favor...â Ele imitaria seu biquinho fofo que carregava nos lĂĄbios, seguindo seu pedido. O pau enorme e macio de Euijoo certamente marcaria contra sua barriga, se revelando a cada movimento profundo que ele fazia.
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wá„Črá„Îčá„gs áČ â á° nsfw; muitos amassos, incitação ao sexo.
Jeno sentia o rosto queimar enquanto te beijava com lascĂvia. As mĂŁos mĂĄsculas apertavam sua bunda como se fosse um brinquedo para aliviar o estresse. VocĂȘ alisava os braços e o pescoço dele, buscando alguma forma de aliviar o formigamento que sentia abaixo do umbigo, jĂĄ que se esfregar contra o colo dele nĂŁo era mais suficiente.
O beijo nĂŁo tinha nada de delicado; Jeno enlouquecia com sua lĂngua dançando junto Ă dele. O gosto do cigarro amargava sua boca, fazendo sua calcinha ficar ainda mais Ășmida. Ignoravam a falta de ar em nome da carĂȘncia.
Quando se afastaram brevemente, vocĂȘ afundou os dedos nos fios dele, assistindo Ă forma como ele se derretia, feito um cachorro dengoso, sob suas mĂŁos. Poderia jurar que aquele rosto manhoso pedia por alguns tapas â os quais vocĂȘ estava se privando de dar.
Com as sobrancelhas franzidas, Jeno a encarou: â Me deixa comer essa boceta apertada logo..
VocĂȘ nĂŁo conteve o sorriso bobo, deixando a cabeça pender levemente para o lado, pensativa. Quis bancar a difĂcil, mas Jeno a quebrava ao meio em segundos.
A ereção dele jĂĄ nĂŁo podia mais ser disfarçada. Por alguns instantes, ele ficou em silĂȘncio, entĂŁo disse com a voz rouca, antes de deixar um chupĂŁo em seu pescoço: â Eu vou. Vou te foder tanto que, depois, vou ter que fazer tudo por vocĂȘ, jĂĄ que nem da cama vai conseguir levantar.
â Amor, seus bĂceps parecem maiores. â disse vocĂȘ enquanto apertava os mĂșsculos tensionados dele, tentando conter a risada diante do sorriso imenso que ele abriu.
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O famoso tipo de homem que não tem noção da própria força; capaz de rachar a cama em duas.
NĂŁo curte a ideia de tapas, pois nĂŁo vĂȘ sentido em algo doloroso.
Engasga com as palavras.
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Ă ingĂȘnuo, nĂŁo entende as pequenas piadas de duplo sentido que vocĂȘ faz. Quando vocĂȘ se esfrega em seu colo ou desliza a mĂŁo por cima de seu membro ainda mole, ele ignora pois na cabecinha inocente dele, vocĂȘ nĂŁo faz por maldade.
Sempre pergunta se pode antes de tomar qualquer iniciativa.
NĂŁo sabe conter os gemidos.
â Eu posso gozar, amor? â Gun perguntou ao sentir suas bolas fisgarem, guiando vocĂȘ sobre ele. â Eu posso...? â Os olhos redondinhos brilhavam em sua direção; vocĂȘ podia ver seus prĂłprios seios quicando no reflexo do olhar dele.
â Por favor⊠por favor! â LĂĄgrimas escaparam pelo cantinho dos olhos dele; sentiu o aperto no seu corpo, que antes estava preciso, agora se enfraquecer. Ele deixou as costas tocarem o travesseiro e vocĂȘ controlar seu corpo, jĂĄ que, se ele forçasse mais algum movimento, gozaria no mesmo instante.
Com dĂł e vendo o quanto ele precisava daquilo, alisou o peitoral tonificado antes de dizer: "VocĂȘ pode gozar agora, meu amor".
Flexionou suas paredes em volta do comprimento, podendo sentir o lĂquido morno atingi-las e pintĂĄ-las de branco.
Gun se sentiu tĂŁo bem que nĂŁo conseguiu conter o choro. Ele agradecia enquanto vocĂȘ secava as lĂĄgrimas e selava o rostinho avermelhado dele.
Hong Woo Jin. ê°àŸàœČăŁË-.ê±àŸàœČà§§ Ë đ đ smut! ÍĄê± Û«
Tanto dominador quanto submisso, vai depender do humor de vocĂȘs.
Louco por creampie e tem fetiche com reprodução.
Entra na linha em segundos quando escuta a palavra âcastigoâ sair da sua boca.
Woojin nĂŁo conseguia esconder o olhar de admiração enquanto assistia vocĂȘ tirar as peças de roupa que cobriam seu corpo.
â Que beldade⊠â ele murmurou, puxando vocĂȘ para finalmente tĂȘ-la sobre o colo.
Beijos calorosos e suavemente bagunçados eram trocados entre vocĂȘs. As mĂŁos calejadas dele envolviam seus seios com apertos que faziam sua calcinha ficar molhada, enquanto vocĂȘ conseguia sentir a grandeza logo abaixo, aquecida pelas suas virilhas.
Tudo aquilo iniciou-se quando ele, pretensiosamente, comentou que havia lido em algum lugar sobre uma posição muito especĂfica que aumentava as chances de gravidez; o que te convenceu foi o entusiasmo contagiante dele.
Johnny segurava sua cintura com as duas mĂŁos, impulsionando o quadril contra vocĂȘ. A pequena mesa de madeira balançava com a força dos movimentos; em outro acaso, teria sentido medo de algo ruim acontecer, mas, no momento, estava beirando o prazer. Nada mais importava a nĂŁo ser o pau do seu marido.
Ele estava lindo na sua frente, a pele reluzia com o suor, e ele mantinha os olhos fechados, sem conter os prĂłprios sons. VocĂȘ via os mĂșsculos de Suh flexionando a cada instante; seus olhos brilhavam na direção dele.
Estava chorosa. Segurava nos antebraços dele e implorava por algo que nĂŁo sabia o quĂȘ â talvez pensasse que, assim, aliviaria a pequena coceira abaixo do Ăștero mais rĂĄpido. Johnny ameaçava encher sua pequena boceta, e isso te deixava louca. Tinham trĂȘs lindos filhos, mas ele afirmava estar pronto para o quarto.
Mas, quando vocĂȘ pedisse por aquilo, as coisas seriam diferentes. Ele perderia a força e nĂŁo conseguiria sair do conforto da sua boceta. Suas palavrinhas doces, com toda a certeza, fariam John gozar em dobro.
â Daqui alguns meses, vocĂȘ vai estar barrigudinha outra vez. â Johnny afirmou sem tirar o sorriso imenso do rosto.
Juyeon maneirava na força måscula, deixando o momento gostoso para os dois. Sua cabeça girava com o ardor das palmadas e as frases de falsa empatia que ele dizia com claro deboche.
NĂŁo escondia o tesĂŁo demasiado que sentia nas mĂŁos grandes e calejadas dele; sentia vergonha de gostar dos pequenos hematomas, mas choraria por mais deles quantas vezes fosse preciso.
praise k àŒâ Lee Taeyong.
Era algo comum no dia a dia dele: te elogiar de forma exagerada, sem a menor culpa. E, claro, no sexo nĂŁo seria diferente. Bubu elogiava cada detalhe seu, cada ação feita. âVocĂȘ me chupa tĂŁo bem, gatinhaâ ou âOlha como o meu pau fica por vocĂȘâ.
Taeyong gostava de fazer isso mantendo contato visual; aquilo fazia seu Ăștero chiar e seus olhos revirarem. VocĂȘ nĂŁo conseguia responder, apenas balbuciava, quase engasgando com a prĂłpria saliva.
âMinha garota boazinha, sempre empenhada em fazer o Bubu gozarâ, ele murmurava enquanto a mĂŁo descansava no seu quadril, assistindo vocĂȘ impulsionar a bunda contra o pĂȘnis dele, deitada de ladinho; em uma conchinha calorosa.
â Eu amo essa boquinha linda, babando todo o meu pau.
â Vou comer vocĂȘ com carinho porque tem sido boazinha, ok?
petplay àŒâ Lee Jeno.
Por um Jeno que ama ser chamado de cachorrinho, mesmo sem abrir mĂŁo do seu lado dominador. Ele simplesmente gosta; gosta tanto que, na primeira vez, gozou no exato segundo em que o apelido escapou dos seus lĂĄbios.
Ele costuma ficar tĂŁo choroso e vocĂȘ se sentia excitada ao vĂȘ-lo sem saber maneirar a prĂłpria força, implorando para ser chamado de "cachorrinho".
Ă sua frente, Jeno te encarava esperançoso; as pupilas dilatadas cintilavam na baixa claridade do ambiente. Suas coxas eram apertadas e afofadas pelas mĂŁos grandes dele. O quadril magro pedia por um descanso que ele se negava a dar, batendo freneticamente contra vocĂȘ e arrancando-lhe os gemidos mais manhosos â sons que faziam o pau dele pulsar.
Ele estava ansioso, era perceptĂvel, mas vocĂȘ nĂŁo prestava atenção nisso no momento.
â Amor... fala comigo.. â Ele pediu, com uma expressĂŁo que te fez sentir um misto de pena e desejo.
â Falar o quĂȘ, hum? â VocĂȘ riu fraco; era notĂĄvel o quanto ele havia se tornado dependente daquele tratamento.
â NĂŁo me faça sentir um idiota. â As palavras saĂram rĂspidas, e a pressĂŁo dos dedos dele deixou marcas na pele das suas pernas.
O tilintar do penduricalho na coleira que estava no pescoço dele, ecoava pelo quarto. Jeno não conseguia conter o revirar de olhos pelo prazer, mesmo estando frustrado.
VocĂȘ parecia tĂŁo pequena diante dele e, mesmo assim, aguentava cada centĂmetro.
â Anhg... â ele resmungava sem intenção, assistindo Ă cabeça do pau se revelar contra a pele da sua barriga a cada estocada. â DĂłi? â perguntou curioso, posicionando a mĂŁo abaixo do seu umbigo apenas para sentir a protuberĂąncia um pouco mais.
â Posso deixar sua barriga inchadinha? Quero gozar dentro hoje, meu bem. â Wonwoo nĂŁo queria tirar o pau como fazia na maioria das vezes. Ele queria descobrir como a sua barriga ficaria com o excesso do esperma dele ali.
â Sua barriguinha vai ficar estufada com meu leite, ela vai, amor.
â Olha isso, coloca sua mĂŁozinha aqui..
marking. àŒâ Byun Euijoo.
Por que o bebĂȘ Juju se sentia tĂŁo orgulhoso em estar inteiramente marcado por vocĂȘ? Ele nĂŁo sabia explicar!
Quando sua boca ou suas unhas castigavam a pele delicada dele, Byun se sentia, em resumo, anestesiado. E ele nĂŁo tinha vergonha; nĂŁo, de jeito nenhum. Nunca tentou esconder os arroxeados ou os arranhĂ”es â para ele, eram perfeitos.
â Baby, vocĂȘ pode arranhar o meu peitoral, por favor? â pedia com aquela vozinha calma que te fazia perder as forças. Ăs vezes vocĂȘ sentia dĂł, mas o pau dele ficava tĂŁo duro...
â Sou tĂŁo seu, nĂŁo sou? â Euijoo era o homem perfeito, sentindo tesĂŁo ao sofrer. Ele era bom e obediente; as marcas eram mais importantes que a aliança cara que compartilhavam. â VocĂȘ fez uma arte no meu corpo.
â Sua namorada parece um animal faminto, Euijoo â Maki comentou entre risos ao pegar Byun andando sem camisa pelo dormitĂłrio.
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Jeno sentia o rosto queimar enquanto te beijava com lascĂvia. As mĂŁos mĂĄsculas apertavam sua bunda como se fosse um brinquedo para aliviar o estresse. VocĂȘ alisava os braços e o pescoço dele, buscando alguma forma de aliviar o formigamento que sentia abaixo do umbigo, jĂĄ que se esfregar contra o colo dele nĂŁo era mais suficiente.
O beijo nĂŁo tinha nada de delicado; Jeno enlouquecia com sua lĂngua dançando junto Ă dele. O gosto do cigarro amargava sua boca, fazendo sua calcinha ficar ainda mais Ășmida. Ignoravam a falta de ar em nome da carĂȘncia.
Quando se afastaram brevemente, vocĂȘ afundou os dedos nos fios dele, assistindo Ă forma como ele se derretia, feito um cachorro dengoso, sob suas mĂŁos. Poderia jurar que aquele rosto manhoso pedia por alguns tapas â os quais vocĂȘ estava se privando de dar.
Com as sobrancelhas franzidas, Jeno a encarou: â Me deixa comer essa boceta apertada logo..
VocĂȘ nĂŁo conteve o sorriso bobo, deixando a cabeça pender levemente para o lado, pensativa. Quis bancar a difĂcil, mas Jeno a quebrava ao meio em segundos.
A ereção dele jĂĄ nĂŁo podia mais ser disfarçada. Por alguns instantes, ele ficou em silĂȘncio, entĂŁo disse com a voz rouca, antes de deixar um chupĂŁo em seu pescoço: â Eu vou. Vou te foder tanto que, depois, vou ter que fazer tudo por vocĂȘ, jĂĄ que nem da cama vai conseguir levantar.
âč êŻăđđ€ [ @pochawoo ] sá„ČÎčd Îčá„ á„Čá„ á„Čsk :9 tĂŽ a exatos dois dias pensando num smut do euijoo que ali aqui no site falando que ele tem pau grande e sabe muito bem usar PAPO DE ARRANCAR OS CABELOS
Sua coluna estava curvada, as costas suavam contra o lençol; agora sentia Euijoo rasgando seu interior de uma forma gostosa, que fazia seus olhos se comprimirem e sua voz falhar. Ele tinha as mĂŁos na sua cintura, sem intenção alguma de te desamparar. Segurava o olhar na sua aparĂȘncia sofrida, sentindo preocupação e prazer ao ver a cena. O pau longo de Byun sequer havia entrado metade em seu interior molhado, mas ele nĂŁo pressionou esse momento; manteve-se calmo.
VocĂȘ queria tirar forças de onde nĂŁo tinha, pensando em implorar para ele foder vocĂȘ com força, amaciando suas paredes internas. Euijoo esfregava seu pontinho, numa massagem suave, a fim de fazer sua boceta dilatar ainda mais.
âVocĂȘ tĂĄ se saindo tĂŁo bem, minha princesa.â Aquela frase curta te fez apertar em volta do pĂȘnis dele, fazendo Byun enrijecer a postura brevemente. Sabia que sua pequena boceta iria parecer um pouco mais larga apĂłs terminarem, e isso genuinamente aumentava o tesĂŁo dele.
âJuju, vocĂȘ pode me foder com força agora? NĂŁo sinto mais dor, por favor...â Ele imitaria seu biquinho fofo que carregava nos lĂĄbios, seguindo seu pedido. O pau enorme e macio de Euijoo certamente marcaria contra sua barriga, se revelando a cada movimento profundo que ele fazia.