──── how big is it?! ★ s.cheol.
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Você e Cheol eram um casal de opostos. Ele amava controlar a pegação para deixá-la demorada; já você era extremamente afobada e ansiosa.
Vocês tinham combinado de assistir a um filme, mas não era segredo para nenhum dos dois que aquilo era um convite sexual.
Agora, sentada em seu colo, recebia beijos quentes e apertões em sua pele, mas logo em seguida Cheol guiava seu rosto com uma das mãos para que voltasse a prestar atenção na TV.
A situação te deixava irritada, porém você não podia discutir — ele conseguia ser tão cruel que seria capaz de deixá-la na frustração se você não soubesse falar com cuidado.
A mão calejada e calorosa em sua cintura quase te fazia curvar-se; você costumava ficar tão sensível quando era ele quem a tocava.
— Pra que ter pressa? — Ele perguntou, com aquele sorriso que atormentava seus pensamentos e deixava suas pernas fracas.
Ao murmurar “Eu não quero mais ver esse filme, ele é chato.” próximo ao ouvido dele, com aquele tom baixinho e manhoso que Seungcheol tanto apreciava, ele se sentiu tentado. Era como se tivesse sido encurralado.
Mesmo com você de costas, ele conseguia imaginar o biquinho nos seus lábios e seu rosto doce.
— Tudo bem, tudo bem. — Ele desligou a TV antes de jogar o controle para longe, deitando de barriga para cima e colocando-a sobre seu abdômen.
Você não conteve o sorriso de orgulho: Seungcheol não resistia.
— Às vezes eu penso que você quer me fazer sofrer. — disse, sem desfazer o bico dos lábios.
Ele sorriu bonito, segurando sua cintura e gostando da forma como você pressionava o próprio peso nas mãos que se apoiavam no peitoral dele.
— Claro que não, meu amor. Eu só tento treinar essa sua paciência minúscula. — Seung se explicou, sem precisar baixar a guarda. — Você tá muito mimadinha. — Lentamente foi erguendo o corpo, levando o seu junto, numa proximidade que colaria uma boca na outra.
— É que você me fez mimada, e eu gosto de ser assim. — disse contra os lábios dele. — Para de ser tão mal comigo.. — Podia sentir o sorriso dele aumentando de tamanho.
Essa sua forma de falar, o modo como parecia pequena a ponto dele conseguir carregar nas mãos, deixava Cheol intrigado e com tesão.
— Só se você pedir com jeitinho de novo. — As mãos dele apertavam seu corpo de uma forma gostosa, que a fazia suspirar de segundo em segundo. A intransigência dele fazia sua cabeça ficar confusa, não vendo outro caminho a não ser obedecer.
Sua boceta pingava lubrificação, acumulando no tecido fino da calcinha.
Se afastou um pouco, encarando o rosto passivo dele. Suas mãos esfregavam os ombros fortes, descendo até o bíceps firme. — Cheol contraia o músculo só para você e aquilo te fazia feliz.
— Você quer que eu peça por favor? É isso que você quer, Cheol? — Se afastava e voltava, num movimento curto e suave, provocando ele.
— Eu quero, meu amor. Você vai pedir, hum? Eu gosto tanto de te ouvir pedir. — Sua bunda era agarrada por ele; uma massagem sutil era aplicada na parte rechonchuda.
— Mas o que eu vou ganhar se pedir...? — Fez uma feição pensativa, por pouco não levando o homem à loucura.
— Eu sei bem o que você quer, ok. Basta pedir. — Um dos dedos de Seung começou a deslizar pelo contorno dos seus lábios, adentrando calmamente a sua boca.
Sentiu o polegar descansar sobre a sua língua. Toda aquela situação estava fazendo sua boceta pulsar por Seungcheol.
— Por favor, hum...? — segurou novamente nos ombros dele, um tanto acanhada. — Por favor, amor. Me come logo... por favor~ — implorou vocalmente, sem nenhuma renitência. Se sentindo limitada com a pressão do dedo dele dentro da sua boca.
Podia sentir a lascívia no olhar dele; a pressão que ele aplicava no seu corpo havia aumentado.
Com cuidado, Cheol deitou-a no confortável sofá, deliciando-se com a visão do seu shortinho de dormir descendo por suas coxas delicadas. Ele pressionou o dedão no ponto certo por cima da calcinha, observando o leve espasmo que seu corpo deu com a sensação de alívio e prazer. Continuou massageando até que a lubrificação atravessasse o tecido fino da peça íntima.
Seung sentia o acúmulo de saliva na boca só de ver a mulher dele afogada no próprio tesão.
— Tira isso logo, vamos.. — pediu ao colocar o pé sobre a ereção coberta dele. A dureza fez com que você contraísse o ar e suspirasse ansiosamente.
Sem pressa e de forma provocativa, Cheol desceu a calça — seus olhinhos brilharam ao ver o contorno do pênis dele, desejando apenas ser fodida bruscamente por ele.
Quando enfim ficou nu, subiu no móvel, ajoelhando-se entre as suas pernas. Cheol pincelava a glande inchada entre os lábios vaginais, apreciando como o líquido facilitava o deslizar. Encaixou a pontinha diretamente no canal, sem se aprofundar, dando apenas um gostinho de nostalgia.
— Cheol, por favor! — estava quase chorando; sua vagina coçava em busca de satisfação.
As mãos masculinas foram até os seus seios, apalpando por cima da regatinha. Em poucos segundos, ele puxou a gola para abaixo da linha dos peitos, expondo-os. — Calma, meu amor. Eu vou foder você tão bem que todo esse mel vai escorrer pela sua bunda, ok? — Deixou um beijinho em sua boca, pressionando o quadril contra o seu no mesmo instante. Um leve aperto foi dado no seu pescoço, cortando seu ar por alguns segundos.
Sua boceta o engoliu como um portal; a quentura e a recepção fizeram Cheol revirar os olhos, mesmo com eles fechados.
Sem dar descanso aos movimentos, Seungcheol grudou as duas bocas, num beijo bruto. Agarrada ao pescoço dele, você podia sentir o corpo quente que estava sobre o seu.
O pau de Cheol batia forte e fundo, acariciando suas paredes internas e fazendo-a produzir ainda mais lubrificação.
O barulho molhado ecoava pelo ambiente, junto aos grunhidos que ele deixava escapar.
Fios de baba conectavam vocês; alguns riscos escorriam pelo seu queixo, bagunçando sua aparência.
Cheol não pôde deixar de beijar sua boquinha inchada pelo tratamento bruto que ele impunha. Sentiu-se obrigado a deixar um fio de baba cair diretamente na sua língua — o fato de você ter aceitado de bom grado despertou algo nele.
— É gostoso? — perguntou, levemente agoniado de desejo. Suas bolas fisgavam; ele estava próximo.
Você concordou com a cabeça, murmurando um “Uhum..” sem cortar o contato visual. Aquilo transformou Cheol em um animal selvagem, faltando pouco para afundar o próprio saco dentro do seu canal — de tanta força que colocou nos movimentos.
Virou sua cabeça de lado, fechando os olhos enquanto segurava forte nos braços dele.
— Vou gozar..! — com dificuldade, avisou ele.
Cheol manteve o ritmo que agradava a ambos, deixando seu esperma preencher seu interior logo após o aviso.
Deixou seu orgasmo vir assim que se sentiu cheia do líquido dele; a sensação dos jatos foi seu gatilho.
— Não quero sair, não quero. — Seung resmungava, se recusando a sair da sua boceta confortável.
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