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ââââââââÉŽáŽáŽÉȘÉŽÊᎠᎠᎠSáŽÉŽ: FAZER UM PEDIDO DO GABRIEL FERNANDO COM VEIGH FOI DE MATAR, TĂ??? EU AMOOO!!! Fiquei tĂŁo maluca pra escrever isso que nĂŁo consegui escrever nada â e tudo que eu escrevia parecia ruim. EntĂŁo eu literalmente sĂł sentei aqui e escrevi sem pensar se tava bom ou nĂŁo. Ficou autĂȘntico. Espero que vocĂȘ goste, meu amor!!! â„ïž
â TĂĄ, eu fui grosseiro contigo, eu admito â vocĂȘ escutou Hyuck dizer enquanto o seu salto fazia barulho na calçada. Sentia raiva dele, mas adorava quando ele te seguia daquele jeito, como se fosse um cachorrinho perdido, encantado por um transeunte â mas, porra, me ignorar assim vai adiantar alguma coisa? VocĂȘ me ama, eu te amo. Vamo fazer as pazes, dĂĄ um bolo nas tuas amigas e vamo sair juntos.
VocĂȘ se virou finalmente, olhando pra ele. Odiava aquele homem com todas as forças do universo. Odiava como ele tinha as respostinhas prontas, como beijava o ponto pulsante do teu pescoço e te fazia derreter nos braços dele. Odiava que ele fizesse tĂŁo o seu tipo, odiava o quanto ele era despojado, se fazia de desentendido, desinteressado, quando na verdade queria. Queria muito.
E ele te queria demais. Tanto quanto vocĂȘ queria esganĂĄ-lo e depois beijĂĄ-lo forte â infelizmente nĂŁo podia fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
Te pressionou de levinho no muro, os rostos iluminados pela luz meio amarelada do poste. Acariciou sua face, afastou um cachinho perfeito teu pra trĂĄs e beijou suavemente sua bochecha como ponto de partida â mas queria mesmo era chupar teu lĂĄbio.
â Eu preciso de vocĂȘ... Preciso de vocĂȘ quando acordo, no decorrer do dia e, principalmente â Haechan desceu com a boca pro teu pescoço, te deixando desorientada com a lĂngua que lambeu e a boca que sugou tua pele devagarinho, sem pressa. A mĂŁo afundando na tua cintura enquanto suas mĂŁos passeavam por toda parte do corpo dele que podiam alcançar. VocĂȘ sentiu o sorriso dele no teu pescoço, o ar quente sair da boca dele quando apalpou a bunda perfeitinha abaixo daquele jeans. VocĂȘs eram dois safados diplomados â principalmente de noite, quando eu quero meter nos teus seios e percebo que vocĂȘ nĂŁo tĂĄ na minha cama pra gente foder.
Teus olhos se cruzaram com os dele â quentes, intensos, te despindo sem precisar tirar tua roupa. Era a habilidade secreta dele. VocĂȘ passou os dedos pelo maxilar levemente ĂĄspero por uma barba que ele nĂŁo tinha feito â o que era Ăłtimo. Te lembrava que, mesmo com aquela carinha de criança, o seu homem tinha 26 anos e condizia com toda frase safada que saĂa da boca dele.
Beijou de levinho, pressionando os lĂĄbios, mordendo o lĂĄbio inferior dele, brincando, provocando, instigando da forma que vocĂȘ sabia que ele era viciado.
â Acho que eu preciso de vocĂȘ sim. Senti sua falta. Promete que nĂŁo vai ser mais babaca? Apesar de vocĂȘ ser homem.
â TĂĄ triste com isso?
â Na verdade, nĂŁo â vocĂȘ ri, abraçando-o, enterrando os dedos nos cabelos dele que cheiravam a shampoo. Segurou-o pela camiseta, puxando pra Haechan ficar bem pertinho. Sussurrou com os rostos colados, as bocas se roçando â amo vocĂȘ e amo a sua peça.
Haechan sorriu, pertinho da sua boca. Fez que ia te beijar, vocĂȘ se inclinou e ele se afastou, os olhos semicerrados, sexy pra caralho. VocĂȘ revirou os olhos e ele segurou teu queixo, depois pressionou suas bochechas sĂł pra vocĂȘ fazer aquela careta de peixinho e ele beijar o biquinho que teus lĂĄbios formaram.
Com um sorrisinho sacana, enquanto te encurralava cada vez mais com o prĂłprio corpo contra a mureta, Haechan falou pra ti:
â Hora de agradecer ao teu criador. De preferĂȘncia, de joelhos.
ââ .âŠÉŽáŽáŽÉȘÉŽÊᎠᎠᎠsáŽÉŽ: tĂŽ com âmooo!â da Doja na cabeça e eu nĂŁo sei por quĂȘ, mas tava pensando muito no Mingyu num contexto country club, touro mecĂąnico, essas coisinhas⊠aĂ escrevi isso!! espero que vocĂȘs gostem!!
â tĂĄ insinuando que eu nĂŁo monto bem? â vocĂȘ questionou, se aproximando um pouco mais, queixo erguido. Mingyu sorriu, desviando o olhar por alguns segundos, como costumava fazer diante de alguma atitude petulante sua. VocĂȘ tocou o rosto dele com as pontas dos dedos, guiando-o de volta a vocĂȘ â olha pra mim. TĂĄ querendo dizer que eu nĂŁo sou uma boa amazona?
â 5 minutos â vocĂȘ disse de repente, saindo do transe quando percebeu que vocĂȘ era a prĂłxima na fila a brincar no touro. Mingyu fez aquela carinha tĂpica que dizia âdo que vocĂȘ tĂĄ falando, sua maluca?â, enquanto vocĂȘ sorria com malĂcia â te conto depois.
VocĂȘ ergueu a cabeça e Mingyu afastou uma mecha do seu cabelo pra trĂĄs, a mĂŁo roçando de leve na sua orelha, o bastante pra te fazer tremular como nunca antes. Ele respirou fundo, lambeu o lĂĄbio inferior e depois mordeu-o com os dentes; seu corpo sabia exatamente o que fazer, a mente nem tanto, o coração concordava com o seu corpo grande.
â nĂŁo gosto de jogos â Mingyu começou. Naturalmente, vocĂȘ deslizou os braços ao redor do pescoço dele, aproximando os corpos, enquanto ele enlaçava tua cintura com as mĂŁos o dobro da sua; as mesmas mĂŁos que vocĂȘ sentia um tesĂŁo do caralho e nĂŁo podia revelar, porque ele era o seu Ășnico melhor amigo do sexo oposto. Seria como ir contra algum valor da cartela de regras de melhores amigos de sexos opostos, embora naquela noite vocĂȘ estivesse ĂĄvida pra quebrar toda e qualquer regra existente â gosto pra caralho de fazer piadinha suja com vocĂȘ, mas nĂŁo gosto da ideia de te querer e nĂŁo te ter no fim da noite. EntĂŁo, se vocĂȘ tĂĄ sĂł brincando, se vocĂȘ nĂŁo quer que eu te coma hoje, por favor, fala.
VocĂȘ gostava do contraste: a forma como ele te falava naquele palavreado sujo enquanto esbanjava olhos pidĂ”es e boquinha brilhante da prĂłpria saliva, porque ele lambia os lĂĄbios num tique de nervosismo que parecia ter adquirido naquele momento, por sua causa.
â nĂŁo tĂŽ brincando...
Um sussurro, um sussurro seu, e no instante seguinte as bocas se encontravam, com fome. Mingyu orgulhosamente te guiava, subindo a mĂŁo em direção ao teu pescoço, a lĂngua deslizando contra a sua, sem pressa e, ao mesmo tempo, sem muita delicadeza. VocĂȘ se deixava ser levada, embora os dedos tenham se enroscado nos cabelos da nuca dele, puxando com cuidado cruel, fazendo-o descolar a boca da sua apenas para suspirar, safado.
â 5 minutos â Mingyu disse, meio ofegante, acariciando tua bochecha, o polegar pertinho da sua boca.
Aproveitaram entĂŁo a festa a fantasia para realizarem aquele sonho despudorado. Sua amiga havia lhe emprestado o quarto, jĂĄ que estava muito ocupada em amassos dentro do carro de Mingi, o bonitinho fantasiado de pirata. Por isso, estava ali sĂł aguardando Wooyoung.
Quando a mĂșsica se torna relativamente mais alta, entende que a porta havia sido aberta. Por isso levanta o olhar, encontrando um corpo forte, alto, ombros largos, totalmente vestido de preto, uma capa com capuz cobrindo as costas tĂŁo largas quanto. E a maldita mĂĄscara ali, tampando o rosto bonitinho.
Rosto esse que era munido de covinhas, e olhos carinhosos. Choi San era melhor amigo de seu namorado. Viviam juntos. Cresceram juntos. No dia em que vocĂȘ admitiu seu desejo, San era um dos que estavam na rodinha. A troca de olhares rĂĄpida com Wooyoung nĂŁo foi percebida, mas eles se entendiam.
E era por isso que Wooyoung estava em algum lugar da festa trepando com um garota qualquer, e ele estava ali, no quarto. Olhando seu rostinho confuso, captando cada detalhe do corpo dele. Era mais forte que Woo, era fato. E talvez sua confusĂŁo se devesse a isso.
Ele coloca o joelho na cama, forçando-a a se deitar debaixo dele, e amaldiçoa levemente a måscara que usa, mesmo que seja o motivo daquilo tudo, porque queria poder beijå-la.
O cheiro da mĂĄscara vinilica contrastava com o perfume mĂĄsculo, com um toque cĂtrico, que vocĂȘ conhecia de algum lugar. Tinha certeza. A mĂŁo dele sobe devagar por seu pescoço, nĂŁo para feri-lĂĄ, mas para marcar territĂłrio. Como se ali, estivesse dizendo que vocĂȘ era dele.
Sua respiração falhou quando a mĂŁo livre dele tocou sua cintura com força, e mesmo com as luvas, vocĂȘ conseguiu sentir um anel em seus dedos.
Como tudo que era feito por⊠San. San! Não tinha como não ser.
ââ Sannie⊠O queâŠ?â â ele solta uma risada baixa, quase intima.
ââ Surpresa.â â a voz grossa confirma suas suspeitas. Ă ele ali. Em carne e osso. A confusĂŁo nubla seus olhos a medida em que ele pĂ”em o prĂłprio tronco ereto, para abrir botĂŁo por botĂŁo de sua camisa.
O nome do Choi quase sai de sua boca em tom de gemido. Percebe que ele ainda estĂĄ com a pelve colada na sua.
Quase.
ââ VocĂȘ âtĂĄ louco? CadĂȘ o Wony?â â vocĂȘ sussurra, se sente sem forças para tentar tirĂĄ-lo de cima de vocĂȘ.
ââ Trepando com qualquer uma pelo quintal da tua amiga.â â o peso da resposta cai como uma sentença, dĂłi. VocĂȘ sabia que seu namorado nĂŁo era nenhum santo, mas escutar isso da boca do melhor amigo dele era demais. ââ Ă, linda⊠NĂŁo fica tristinha. Sannie âtĂĄ aqui pra vingar vocĂȘ.â
ââ E-ele confia em vocĂȘâŠâ
ââ Eu sei.â â San responde sem hesitar, a voz abafada pela mĂĄscara.
ââ EntĂŁo por que vocĂȘ tĂĄ aqui?â â sua voz falhou. ââ Por que eu?â
ââ Porque eu tentei ignorar⊠Juro⊠Tentei ser sĂł o amigo, aquele que protege, aquele que nĂŁo deseja⊠E porque toda maldita vez que aquele filho da puta te beijava na minha frente, eu desejava estar no lugar dele. Te beijar, te tocar, te foder. De te ter pra mim.â
ââ Eu sei. E mesmo assim vocĂȘ continua se esfregando no meu pau.â â vocĂȘ enfim percebe que ondulava o prĂłprio quadril na direção do pau ereto de San, que ainda estava deitado por cima de vocĂȘ. VocĂȘ sentiu as lĂĄgrimas ameaçarem cair, nĂŁo de medo â mas de conflito.
ââ Eu amo o Wony.â â diz, como se precisasse convencer a si mesma.
ââ Eu sei, amor⊠à isso que me destrĂłi⊠Porque eu sei que eu seria bem melhor pra vocĂȘ do que ele.â â acaricia seu rosto, desta vez sente uma real ternura. ââ VocĂȘ tem que pedir pra parar. Porque se eu continuar, nĂŁo vai ter volta. Pra nenhum de nĂłs trĂȘs.
VocĂȘ fechou os olhos por um segundo. Pensou no seu namorado. Pensou em tudo que podia perder. Pensou em quem vocĂȘ estava se tornando naquele instante.
Quando abriu os olhos de novo, não se afastou. Ele considerou um sim. Abriu o botão da calça social, a descendo com a cueca, de uma vez só.
ââ Presta atenção. VocĂȘ vai me mamar agora, bonitinha, e se fizer certinho, eu te fodo. Entendeu?â
ââ Caralho⊠Que boquinha gostosa, amor. Vai me fazer gozar assim.â â a manha na voz de San a fazia pulsar. Tudo era tĂŁo proibido, te trazia um misto de sensaçÔes perigosas.
Ele agarra seu cabelo, formando um rabo de cavalo, e a levantando. A calça estĂĄ aberta, o membro para fora, e a visĂŁo dele sem camisa era surreal. Ele joga seu corpo na cama, subindo por cima de ti novamente, e levanta sua saia minĂșscula, apenas para poder colocar sua calcinha para o lado, e entrar de uma vez em sua bucetinha molhada.
ââ San!â â geme mais alto do que parecia ser permitido para aquele momento, entĂŁo logo ele retira a luva de uma das mĂŁos, e tampa sua boca, para abafar sua voz.
ââ Eu preciso.â â tĂŁo necessitada. NĂŁo era capricho, nĂŁo era desejo. Precisava vĂȘ-lo. As estocadas eram tĂŁo fortes, nunca havia se sentido daquela maneira antes.
Os olhos dele estavam presos nos seus, atentos Ă sua reação, avaliando, dominantes. NĂŁo havia culpa ali naquele instante. SĂł consciĂȘncia do que estavam fazendo. A proximidade ficou insuportĂĄvel. O ar quente entre vocĂȘs.
ââ Ă isso que vocĂȘ queria, amor? Me ver te comendo?â â por mais que as palavras sejam carregadas de sensualidade, hĂĄ um toque de ternura ali.
ââ Ă.â â responde rĂĄpido. ââ Era isso.â
Os olhos dele desceram por vocĂȘ lentamente. Avaliando. E novamente torna a meter, desta vez podendo beijĂĄ-la. A lĂngua macia e quentinha em um contato desesperado com a sua, como se fosse engoli-la.
ââ SannieâŠâ â geme novamente, baixinho, os lĂĄbios grudados nos dele.
ââ Isso, geme meu nome, geme⊠Goza pra mim, goza em mim.â â totalmente descontrolado, San te abraçava, metia, com uma possessĂŁo fora do normal. VocĂȘ nĂŁo era dele. Mas ele gostaria muito que fosse.
Na manhã seguinte, o mundo continuava funcionando como se nada tivesse acontecido. O sol entrava pela janela. O celular vibrava com mensagens comuns demais. E quando seu namorado apareceu, sorrindo, te beijando na testa como sempre⊠a culpa veio como um nó na garganta.
ââ VocĂȘ tĂĄ estranha.â â Wooyoung comentou, sentando ao seu lado. ââ Dormiu mal?â â vocĂȘ assente rĂĄpido demais.
Horas depois, quando vocĂȘ chegou, ele jĂĄ estava lĂĄ. Sem mĂĄscara. Sem sombra. O melhor amigo do seu namorado levantou do sofĂĄ e sorriu, o mesmo sorriso de sempre. Familiar. Inofensivo. Com as covinhas carinhosas e fofas adornando suas bochechas.
Mas os olhos encontraram os seus por um segundo a mais do que o normal.
SĂł vocĂȘ percebeu o aviso silencioso neles.
NĂŁo olha pra mim assim. Ele vai desconfiar.
ââ TĂĄ tudo bem?â â Wooyoung passa o olhar entre vocĂȘs dois.â â Parecem tensos.â
ââ Tudo.â â ele respondeu rĂĄpido demais.
ââ Tudo.â â vocĂȘ repetiu, sentindo o estĂŽmago embrulhar.
Wooyoung dĂĄ um olhar mais longo para o amigo, provavelmente com medo de San ter dito a vocĂȘ onde ele estava na noite anterior.
Ah, ele fez bem pior. E agora estava sentado ali, rindo das mesmas piadas, dividindo a mesma cerveja.
E vocĂȘ soube, com um arrepio lento: a verdadeira traição nĂŁo era o que tinha acontecido.
Era o quanto ainda poderia acontecer, e o quĂŁo fĂĄcil vocĂȘ cederia.
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âJoongie, vocĂȘ pede mais um desse pra mim?â VocĂȘ se apoiou nos ombros do rapaz ao seu lado; a voz embargada jĂĄ denunciava o efeito dos dois Ășltimos drinks que havia tomado.
âMais um, gatinha?â Ele arregalou os olhos num sorriso travesso. âVocĂȘ aguenta mais?â
VocĂȘ riu boba da pergunta, a frase soando indecente na sua cabeça. Talvez fosse a bebida⊠ou simplesmente o fato de ter Hongjoong tĂŁo pertinho, olhando pra vocĂȘ daquele jeito encantado.
Assentiu de forma exagerada, pegando a taça com o lĂquido azul e virando de uma vez o restinho da bebida.
Hongjoong riu, puxou uma de suas mĂŁos dos ombros apenas para dar um beijinho carinhoso nela, observando vocĂȘ com diversĂŁo estampada no rosto.
Ele se afastou um pouco com a cadeira, fez sinal para o garçom que passava e fez o pedido. VocĂȘ nem conseguiu ouvir direito, afogada pela mĂșsica alta que explodia nas caixas de som atrĂĄs de vocĂȘ.
E vocĂȘ nĂŁo costumava beber tanto assim⊠pelo menos nĂŁo no ritmo daquela noite. Mas o clima parecia perfeito, e os drinks coloridos e docinhos te conquistaram rĂĄpido demais. Depois da segunda taça decorada, vocĂȘ jĂĄ estava mais que feliz. E qual era o problema de beber uns golinhos a mais de vez em quando? Seu Joongie estava ali, entĂŁo nĂŁo havia motivo para se preocupar.
Ainda assim⊠o jeito que ele olhava pra vocĂȘ, com aquele sorrisĂŁo aceso enquanto te assistia cantar na cara dele como se fosse a melhor cena do mundo, era coisa de gente apaixonada. E sorte a de vocĂȘs que seus amigos estavam bĂȘbados demais para notar os olhares e toques trocados, porque aquilo ali definitivamente jĂĄ nĂŁo era coisa de melhor amigo.
O drink azul chegou à mesa acompanhado de uma garrafinha de ågua. Hongjoong colocou a taça na sua frente e a garrafa de plåstico ao lado.
VocĂȘ forçou um bico, manhosa demais, principalmente com ele. Antes que pudesse protestar, ele continuou:
âVocĂȘ vai me agradecer amanhĂŁâŠâ Ajustou uma mechinha rebelde que insistia em cair sobre o seu rosto.
NĂŁo deixou nem vocĂȘ abrir a garrafa. Ele mesmo fez questĂŁo, colocou um canudinho pra fechar com chave de ouro o tratamento de princesa que ele tanto amava te oferecer.
Quando ele te ofereceu a ĂĄgua, vocĂȘ bebeu pelo canudinho sem desviar os olhos dele. Foi inocente da sua parte⊠mas nĂŁo pra ele, que arqueou as sobrancelhas, apertou os lĂĄbios e desviou o olhar no instante em que a mente dele conectou a imagem a memĂłrias nĂŁo tĂŁo inocentes assim.
âO que foi?â VocĂȘ soltou o canudo com um estalinho, se divertindo com a carinha envergonhada dele.
âNada, meu amor. Toma sua aguinha.â Ele deu uma olhadinha discreta ao redor, checando se algum amigo estava vendo a cena.
Por sorte, o grupinho jĂĄ tinha se dispersado pelo bar. VocĂȘs dois ficaram sozinhos sem nem perceber; Hongjoong estava tĂŁo focado em vocĂȘ que nĂŁo notou os outros levantando.
âJongieâŠâ VocĂȘ deitou a cabeça no ombro dele. âDĂĄ beijo?â
Ele te olhou de cima, riu baixinho. âAmor, aqui nĂŁo pode.â
âJongie, por favooor!â VocĂȘ choramingou, batendo os pezinhos no chĂŁo com drama.
Ele riu abafado e deu outra olhada ao redor. Viu que estavam seguros, longe dos olhares dos amigos, e se aproximou. Depositou um beijinho molhado nos seus lĂĄbios.
âQuero mais.â
âDepois, tĂĄ bom?â Ele passou o braço ao seu redor, te puxando pra mais perto e deixando um beijo casto no topo da sua cabeça.
NĂŁo era que Hongjoong se importasse com os amigos verem. Ele mesmo vivia dizendo que nĂŁo dava a mĂnima pra isso. Mas respeitava a sua vontade de manter as coisas entre vocĂȘs no sigilo⊠mesmo nos dias em que vocĂȘ esquecia que tinha tomado essa decisĂŁo.
Bebeu mais um pouco do drink em goles longos. A sensação pesada na cabeça jå não te deixava ficar ereta na cadeira por mais de um minuto, te fazendo desabar molinha sobre o corpo do amigo.
Hongjoong percebeu o cansaço estampado no seu rosto e, pelo horårio e pelo estado geral da mesa, jå estava mais que na hora de irem embora.
Quando os amigos voltaram, ele pegou sua comanda junto da dele e se levantou.
âVou ali pagar nossa conta, jĂĄ volto, tĂĄ bom?â, murmurou no seu ouvido, enquanto a mĂŁo dele pousava naturalmente na sua coxa descoberta, fazendo um carinho discreto.
Ele sumiu entre a multidĂŁo, e vocĂȘ aproveitou a deixa para virar o restinho do drink. A embriaguez, antes divertida, agora dava sinais de que queria te derrubar, e o clĂĄssico âpor que eu bebi tanto?â martelou na sua cabeça.
Apoiou o rosto nas mĂŁos, fechando os olhos pesados. Se ficasse mais trĂȘs minutos naquela posição, dormiria ali mesmo sem culpa alguma.
Do outro lado do bar, Hongjoong pagava a conta, sempre com os olhos te acompanhando no meio da multidĂŁo. Chegou a rir sozinho, achando fofo o seu jeitinho bĂȘbado, lutando contra o sono sentadinha na cadeira.
Quando voltou Ă mesa, parou atrĂĄs de vocĂȘ, colocou a prĂłpria jaqueta sobre seus ombros e se abaixou para falar perto da sua nuca:
âVamos?â
VocĂȘ soltou uma risadinha preguiçosa. A voz dele naquele ponto sensĂvel do seu pescoço te arrepios suaves. Se ajeitou rĂĄpido e segurou firme a mĂŁo dele para se levantar.
Segurou nos ombros de Hongjoong, que te amparou pela cintura no mesmo instante.
âTudo bem?â, ele perguntou, preocupado, ainda que o sorriso canalha nĂŁo deixasse o rosto dele.
VocĂȘ assentiu tĂmida.
Nem pensou em pegar a bolsa; Hongjoong jĂĄ tinha colocado no prĂłprio ombro. VocĂȘs se despediram dos amigos e seguiram para a rua, ele com a mĂŁo firme e cuidadosa na sua cintura durante todo o caminho.
âVou te deixar em casa, tĂĄ bom?â, afirmou enquanto te ajudava a ajustar o cinto de segurança.
As provocaçÔezinhas durante todo o trajeto não surtiram efeito algum sobre Hongjoong. Inclusive, começaram a deixar o moreninho um tanto irritado. O que, para o azar dele, só aumentava ainda mais o seu fogo.
O mĂĄximo que vocĂȘ conseguiu foi um beijinho bem sem graça, para o seu gosto, dentro do elevador enquanto subiam para o seu apartamento.
O efeito da bebida nĂŁo dava sinal de que iria passar tĂŁo cedo, mas mesmo sob ele, vocĂȘ percebeu a paciĂȘncia de Hongjoong esvaindo Ă medida que o atormentava cada vez mais.
âJongie, mas eu sĂł quero um carinhoâŠâ Suas mĂŁos passeavam pelo abdĂŽmen musculoso enquanto vocĂȘ o abraçava por trĂĄs. Podia sentir os mĂșsculos travando ao seu toque.
âEu jĂĄ falei que nĂŁo.â Ele tentava te afastar delicadamente com uma mĂŁo e abrir a porta do apartamento com a outra.
VocĂȘ bufou impaciente ao entrar no apartamento, jogando os saltinhos em um canto qualquer e correndo para o banheiro.
Emburradinha, se enfiou lĂĄ sem nem olhar para trĂĄs. Hongjoong acompanhou a ceninha, revirando os olhos e murmurando um âmimada pra caralhoâŠâ
Parou na frente da porta do banheiro: âNĂŁo se tranca aĂ dentro, cĂȘ nĂŁo tĂĄ em condiçÔesâŠâ
âSai daqui! TĂŽ braba com vocĂȘ!â murmurou vocĂȘ de dentro do cĂŽmodo. Ele nĂŁo podia te ver, mas conseguia imaginar o bico enorme que vocĂȘ fazia enquanto falava isso.
Ele se sentou na frente do banheiro, encarando a porta, pronto para te socorrer caso precisasse.
âPrometo!â respondeu rĂĄpido, mal conseguindo disfarçar o sorriso malicioso nos lĂĄbios.
âĄ
Hongjoong deitou ao seu lado na cama de casal, mantendo uma distĂąncia âseguraâ, nas palavras dele. Estava praticamente caindo pela beirada.
âVem mais pra cĂĄ, nĂŁo vou te morder!â reclamou manhosa, com o rosto afundado no travesseiro fofinho.
Hongjoong te espiou pelo canto do olho, como se realmente estivesse com medo de que vocĂȘ fosse morder ele. Talvez fosseâŠ
Ele se aproximou devagar, ainda cauteloso, deitando de barriga para cima, os braços dobrados sob a própria cabeça.
âDĂĄ beijinho de boa noite?â VocĂȘ levantou um pouquinho o rosto, empinando o biquinho na direção dele.
Ele riu soprado. NĂŁo viu problema em encostar um selinho estalado nos seus lĂĄbios.
âPor que nĂŁo tĂĄ me beijando direito?â O biquinho triste amansou um pouco a firmeza dele, que quase cedeu.
âPoxa, gatinha, vocĂȘ sabe onde isso vai parar, nĂŁo sabe?â Acariciou sua bochecha com carinho.
âSĂł uns beijinhos. O que tem demais nisso?â resmungou.
âAmanhĂŁ te dou todos os beijinhos que vocĂȘ quiser.â Ele roubou mais um beijo molhado no cantinho dos seus lĂĄbios.
VocĂȘ resmungou, aceitando a derrota, e se virou para o outro lado, de costas para o amigo.
âJongie, pelo menos uma conchinha eu ganho?â O tom meloso era teatro puro.
Ele riu pelo nariz e se aproximou. VocĂȘ sentiu o corpo bem maior se encaixando atrĂĄs do seu, os braços envolvendo sua cintura.
Deu um cheirinho na sua nuca, arrancando um arrepio gostoso: âBoa noite, linda.â
VocĂȘ se aconchegou ainda mais no corpo quente dele, colando seu corpo ao dele, rebolando um pouquinho, roçando a curva do bumbum no membro adormecido.
âQuietinha!â Ele beliscou sua barriga descoberta pelo pijaminha curto.
âSĂł tĂŽ me ajeitando!â
E roçou de novo, dessa vez devagarzinho, curvando os quadris em direção a ele. Sentiu a respiração de Hongjoong travar e o membro endurecer contra sua bunda.
âVou dormir no sofĂĄ!â Ele repreendeu, apertando forte sua cintura, tentando afastar vocĂȘ da ereção que começava a crescer dentro da cueca.
A garganta ardia de sede. Vasculhou o quarto com o olhar e quase sorriu ao ver a garrafinha cheia sobre a mesinha. Presentinho silencioso do Hongjoong da noite anterior.
Se afastou com cuidado do abraço dele, tentando não acordå-lo, mas bastou o colchão afundar para ele despertar, esfregando os olhos sensiveis a claridade.
âCarenteâŠâ Ele roubou um beijinho rĂĄpido nos seus lĂĄbios. âFicou braba comigo porque eu nĂŁo quis te comer.â Outro beijo.
VocĂȘ abriu a boca para rebater, mas os beijos começaram a ficar lentos, quentes, e sua linha de raciocĂnio se dissolveu a medida que os beijinhos se espalhavam por vocĂȘ.
âNĂŁo sei, JongieâŠâ VocĂȘ choramingou baixinho, sentindo o corpo inteiro ferver.
O calor subiu pelo rosto, escorreu pelo peito, alcançando o lugar onde a mão dele queimava na sua garganta. E de lå desceu, råpido, direto para o centro das suas pernas, te obrigando a apertar as coxas uma contra a outra numa tentativa frustrada de aliviar a tensão que latejava entre elas.
Ele acompanhou a forma como seu corpo enrijecia e soltou uma risadinha quando viu suas pernas tremendo, o quadril se movendo contra o colchĂŁo em busca de qualquer atrito.
Seu quadril subiu imediatamente, oferecendo o corpo a ele, completamente entregue.
âJongie, por favorâŠâ
âPor favor o quĂȘ?â A voz baixa, preguiçosa, como se jĂĄ soubesse a resposta.
âMe beija, e m-mete um dedinhoâ VocĂȘ choramingou, a voz falhando de necessidade, os olhos brilhando de pura fome.
Ele riu sem graça nenhuma, apenas apreciação pela cena desesperada, olhando para o seu quadril ondulando contra o nada.
âNĂŁo. Hoje vocĂȘ sĂł vai ganhar pau.â E deu um tapinha na sua intimidade por cima do tecido encharcado.
Se levantou e se posicionou entre suas pernas, ajoelhado. Puxou suas coxas com firmeza, alinhando vocĂȘ certinha debaixo dele, fazendo seu corpo cair inteiro de costas no colchĂŁo.
âMÎ⊠assim eu nĂŁo aguentoâŠâ O biquinho e o tom manhoso nĂŁo tinham mais efeito, nĂŁo depois da noite anterior.
Hongjoong puxou um dos travesseiros, dobrou e encaixou debaixo da sua lombar, levantando seu corpo na altura perfeita. Sua entradinha latejante ficou alinhada ao pau dele, tĂŁo exposta que parecia pedir sozinha.
Puxou o shortinho e a calcinha de uma vez, jogando tudo no chĂŁo. A visĂŁo da sua bocetinha escorrendo fez ele gemer baixo.
VocĂȘ soltou um gemido alto, sem conseguir segurar, tomada pelo choque da invasĂŁo. O pau dele preenchia cada milĂmetro do seu canalzinho apertado. A sensação de ser aberta por ele era devastadora e viciante, e o corpo pedia mais.
Ainda de joelhos, segurando seu quadril, ele te encarou de cima. âMostra os peitinhos pra mim.â
VocĂȘ puxou o pijaminha para cima, expondo os seios empinadinhos e sensĂveis para o olhar faminto dele.
Hongjoong começou a se mover devagar, saindo de dentro de vocĂȘ com cuidado, encarando sem disfarce como sua bocetinha melava todo o pau dele enquanto ele saĂa.
âMete, JongieâŠâ vocĂȘ choramingou, tentando empurrar o corpo de volta contra ele.
Hongjoong segurou firme seus quadris, te mantendo encaixada enquanto acelerava os movimentos, hipnotizado pelo jeito que seus peitinhos saltavam a cada estocada.
Era intenso demais. Os gemidos escapavam sem controle, e vocĂȘ mordeu o prĂłprio punho para tentar abafar o barulho.
âEra isso que vocĂȘ queria?â Ele estalou uma tapa forte na sua coxa direita.
VocĂȘ respondeu um âsimâ entrecortado de gemidos sĂŽfregos, os olhos marejando com a onda quente que começava a apertar seu Ăąmago.
Hongjoong cuspiu um fio grosso de saliva sobre seu clitĂłris sem parar de socar na bucetinha, misturando o lĂquido viscoso com os fluidos de vocĂȘs dois.
VocĂȘ gemeu ainda mais alto com a cena, e a sensação da saliva escorrendo pelas dobrinhas apertou ainda mais o nĂł no seu ventre.
âPorra, Joongie!â Engasgou entre os gemidos. âEu v-vou gozar!â
E quando vocĂȘ arqueou as costas do colchĂŁo, ele soltou a mĂŁo do seu quadril para pressionar a palma sobre o baixo-ventre, conseguindo sentir, sobre sua pele, o membro batendo fundo contra vocĂȘ.
ââ minha princesinha linda⊠que bunda gostosa.â â enquanto estĂŁo no banho, vocĂȘ de costas para ele apoiada na parede. ele com o corpo molhado, te segurando pela cintura para que vocĂȘ nĂŁo caia.
ââ te amo, amor.â â aham, ele fala que ama enquanto transa. naquele papai e mamĂŁe lentinho, no dia de chuva, embolados pelo edredom, com ele ofegante, pertinho de gozar, jĂĄ meio biruleibe das ideias, vai falar que ama, todo manhoso, dengosinho.
Notinha da Sun | seguinte, nĂŁo sei se deu pra perceber mas eu sou completamente APAIXONADA por praia, e eu tenho um fraco pelo litoral norte, mais especificamente Caraguatatuba, porque eu passei minha infĂąncia lĂĄ praticamente. EntĂŁo dessa vez tĂŽ honrando minhas raĂzes paulistas đ
VocĂȘs nasceram quase que no mesmo dia. Cresceram juntos. MĂŁes vizinhas. Foram para a mesma escola, tiveram os mesmos amigos, se formaram ao mesmo tempo. VocĂȘ nĂŁo via sua vida sem Hyuck, e sentia o estĂŽmago embrulhar toda vez que pensava na possibilidade.
Quando indagado, Hyuck disse que sim, jĂĄ havia beijado. VocĂȘ estranhou jĂĄ que ele nunca havia comentado sobre antes, mas deu de ombros e seguiu com o plano. Se ele te beijasse primeiro, talvez nĂŁo ficasse tĂŁo nervosa quando fosse a vez de beijar Daniel.
âcaraaaa, eu tĂŽ doida p a gnt ficar msm⊠quer vir aqui em casa hj a noite nĂŁo? minha colega vai sair, a casa vai ser sĂł minha.. a gnt bebe uma cerveja, troca uma ideia⊠e aĂ podemos desenrolar essa nossa meta na cama rsâ
Eram tantas perguntas, tantas emoçÔes, ciĂșme, medo de perdĂȘ-lo, de tudo mudar, que o choro acaba preso na garganta. Os olhos queimam, e antes que passe vergonha derramando lĂĄgrimas na frente dele, vocĂȘ se levanta.
ââ Vou entrar.â â ele se desespera.
ââ Han? Entrar?â â ele se levanta com vocĂȘ. ââ Entrar pra que? Por causa disso aqui? Ah, que isso⊠Eu nem falo direito com essa garota, emocionadona ela.â
ââ VocĂȘ nĂŁo me deve satisfação nĂŁo, Hyuck. Vou entrar pra ajudar minha mĂŁe a tirar as roupas do varal que jĂĄ jĂĄ vai chover.â â suas palavras tentam passar um ceticismo irreal. VocĂȘ gagueja, a frase fraqueja em meio ao iminente choro.
ââ PÎ⊠Para⊠CĂȘ acha que eu vou te deixar pra ir atrĂĄs de mulher? Falei que ia ver filme contigo, e vou ver filme contigo.â
VocĂȘ concorda com a cabeça, teme dizer algo e acabar chorando, por isso prefere o silĂȘncio. Algo em como ele vai abaixando o tom, a voz se tornando mais doce, faz seu coração acelerar.
A cabeça a milhão, o coração confuso, por que se importa tanto?
ââ VocĂȘ quer assistir filme de terror com esse torĂł lĂĄ fora, relampejando, jĂĄ jĂĄ a Enel mostra serviço e falta luz. Ai eu quero ver.â
VocĂȘ chega a rir um pouco lembrando da vez que o poste pegou fogo por conta do gato que a vizinha fez, os fios derretiam, e Haechan estava desesperado te puxando para o mais longe possĂvel.
ââ Vamoâ na cozinha pegar umas velas, vai. Acho que tem algumas em alguma gaveta.â â ele te acompanha, mas encontram exatas trĂȘs velas, e as colocam em lugares especĂficos. Duas na sala; uma na cozinha.
ââ A genteâŠâ â ele começa a falar mais baixo, e sua pele jĂĄ arrepia, imaginado o que se tratava. ââ A gente podia conversar sobre o que aconteceu de tarde. Por que vocĂȘ chorou? Eu vi.â
ââ Hyuck, vocĂȘ nĂŁo me deve explicação nenhuma. VocĂȘ fica com quem vocĂȘ quiser. Eu nĂŁo tenho direito de achar ruim.â â vocĂȘ diz. A respiração presa na garganta, parecia que iria explodir.
ââ Eu⊠Fiquei com medo. De vocĂȘ, sei lĂĄ, arrumar uma namorada e a gente se afastar. Eu nem sabia que vocĂȘ jĂĄ fazia essas coisas.â
ââ Essas coisas?â
ââ Aham. Sexo.â â vocĂȘ dĂĄ de ombros e ele solta uma lufada de ar em formato de risada.
ââ TĂĄ com ciĂșmes?â
ââ NĂŁo quero ficar falando sobre isso com vocĂȘ.â
ââ VocĂȘ que tĂĄ aĂ toda braba, porque a mulher queria que eu comesse ela. NĂŁo precisa se preocupar com nada disso. NĂŁo mesmo. VocĂȘ sempre vai estar em primeiro lugar pra mim. Independente de qualquer coisa, de qualquer um, primeiro sempre vem vocĂȘ.â â ele dizia tĂŁo sincero, puxando uma mechinha de seu cabelo e enrolando nos dedos.
ââ Droga, nĂŁo fala essas coisas.â â fecha os olhos com força, totalmente sem graça, e envolvida pelo momento. As bochechas queimando, e as borboletas dançando em seu estĂŽmago por ouvi-lo.
ââ Tipo⊠Tipo aquele papo lĂĄ da Dona Nizete.â â ele diz, relembrando a vizinha que disse que vocĂȘs eram namorados. ââ Querer⊠Ter mais de vocĂȘ. Te tocar⊠Te beijar..â â vocĂȘ nem ao menos consegue respondĂȘ-lo.
Pelo reflexo de luz que a vela vos dĂĄ, vocĂȘ vĂȘ os olhos castanhos de Haechan te mirando. O coração aperta, se sente tĂŁo nervosa, mas nĂŁo desvia o olhar. Porque se sente exatamente da mesma maneira.
ââ EntĂŁo por que vocĂȘ nĂŁo beija, Hyuck? Por que nĂŁo me toca?â â finalmente diz. Sente a mesma sensação do primeiro beijo dos dois, quando ele finalmente cola os lĂĄbios nos seus depois de anos.
ââ Que beijo gostoso, amor.â â murmura bĂȘbado de vontade. Os lĂĄbios jĂĄ inchados dele te deixam em alerta. Sabe que aquilo pode sair do controle facilmente, uma vez que vocĂȘ espera aquilo por muito tempo - sĂł nĂŁo sabia.
ââ Fica calma. NĂŁo precisamos fazer nada se vocĂȘ nĂŁo quiser.â â acaricia seu rosto. O cabelo bagunçadinho quase te faz sorrir. ââ Ou a gente pode sĂł se beijar⊠E continuar assim. Tipo⊠SĂł pra aliviar.â
ââ SĂł pra aliviar?â â repete perguntando, meio desconfiada, mas a calcinha molhada diz outra coisa.
ââ Isso. SĂł pra a genteâŠâ â torna a te dar selinhos.â â Se aliviarâŠâ
Volta a te beijar, as mĂŁos em seu quadril forçando vocĂȘ a rebolar no colo dele. Ă como se vocĂȘ estivesse cavalgando, os panos entre seus corpos, e mesmo assim tudo jĂĄ parecia tĂŁo quente, tĂŁo molhado. Os gemidos baixinhos viravam uma sinfonia com os sons molhadinhos e estalados de seus beijos. VocĂȘ nĂŁo se lembrava mais de Talita, da situação a tarde, ou das garotas que Hyuck possivelmente jĂĄ transou. Naquele momento era sĂł vocĂȘs dois, a oportunidade de descobrir o prazer ao lado da pessoa que vocĂȘ mais confiava na vida.
Ganha confiança e passa a se mexer sozinha, necessitada de mais contato. O short fininho de Hyuck jĂĄ estava molhado, e vocĂȘ desejava demais estar sem nada, pra poder senti-lo melhor.
ââ Ai, HyuckâŠâ â vocĂȘ murmura, totalmente alheia a qualquer coisa. Os ouvidos começando a zumbir, os movimentos acelerando.
O pagode rolava alto na caixa de som no quintal extenso de sua famĂlia. O calor era tĂpico de um dia de novembro no Rio de Janeiro, o sol estupidamente forte bronzeando a pele de todos ali, que confraternizavam no churrasco de domingo.
VocĂȘ, por infelicidade, estava sentada na varanda, a pressĂŁo baixa, se escondendo na sombra, tentando se refrescar um pouco.
Os motivos variavam entre o tempo sem comer; o calor, e o bebĂȘ em sua barriga.
ââ Que foi, mĂŽ?â â pergunta se abaixando ao seu lado. O olhar preocupado aquece seu coração.
ââ O calor. Acho que minha pressĂŁo abaixou, tĂŽ me sentindo super enjoada.â
ââ Ă amor, pĂŽ, pera aĂ.â â ele deixa o copo de cerveja no chĂŁo mesmo, e entra para sala. Alguns minutos depois, vocĂȘ observa ele sair com um ventilador, e um extensĂŁo.
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âPorra! Que caralho de nĂvel difĂcil pra porra!â â Exclama, frustrado, largando o controle de qualquer jeito em algum canto do sofĂĄ.Â
Ele se esparrama nas almofadas aconchegantes, suspira alto e esfrega as tĂȘmporas com os dedos longos.Â
VocĂȘ aproveita a oportunidade para se aproximar e, talvez num ato de loucura, se senta no colo dele â Keeho nĂŁo esconde o susto, os olhos arregalam no mesmo momento. No entanto, tĂŁo logo sente suas coxas envolverem seus quadris, repousa as mĂŁos na sua cintura.Â
A adrenalina da investida faz o seu centro melar mais um bocado, mas o olhar de Keeho sobre vocĂȘ te faz pulsar. Ali tem desejo demais, te desconcerta de uma forma gostosa.
âVem cĂĄ.â â Diz, enlaçando os dedos nos fios sedosos da sua nuca. Com delicadeza e firmeza, te puxa para iniciar outro beijo. Um de verdade, desta vez.Â
Keeho desfaz o fecho do sutiĂŁ entre o beijo, apertando seus seios livres logo apĂłs. Ă medida que seus mamilos endurecem em seus dedos, o beijo fica mais bagunçado e mais molhado â vocĂȘ nĂŁo consegue, nem quer, reter os gemidos que atiçam o amigo.Â
âEra isso que vocĂȘ queria?â â Pergunta perto de sua boca, provocando cada sentido teu.
âVocĂȘ tĂĄ tĂŁo gostosa rebolando assimâŠâ â Ele espalha beijos generosamente sensuais pelo seu corpo, sentindo o seu ritmo acelerar. â âTira isso, suja meu short.âÂ
âMasââ
âShh-â â Keeho te beija outra vez. â âSĂł me usa agora. A gente tem muito tempo.âÂ
âKeehoâŠâ â Ă mais um gemido do que um protesto, vocĂȘ estĂĄ completamente entregue ao prazer.Â
VocĂȘ atende ao pedido do melhor amigo, levantando-se brevemente para remover a Ășltima peça que ainda te cobria. Ele se inclina para frente, lambendo sua intimidade sem quebrar o contato visual. Queria apenas matar a curiosidade do teu gosto, mas o gemido que saiu de ti o motivou a continuar.Â
Keeho dĂĄ uma linguada ainda mais generosa na sua intimidade encharcada, beijando-a com fervor. O barulho da sugada ecoa pela sala junto com a sua respiração descompassada.Â
Ele puxa suas coxas para te trazer de volta ao prĂłprio colo, sentindo ainda mais umidade no seu short.Â
VocĂȘ abaixa o elĂĄstico, pelo menos uma camada a menos para senti-lo melhor. Ele nĂŁo negou, apreciando a sensação da sua buceta ainda mais quente sobre a ereção latejante dentro da cueca.Â
âEsfrega, vai.â â Keeho guia seus movimentos, preocupado em nĂŁo te cansar, completamente vidrado em te dar prazer. â âAssim, porraâŠâÂ
âĂ? Me queria desde quando? Ficava pensando em mim pra tocar uma? Imaginando a gente assim, gozando junto?â â Keeho te atiça sem pena, reconhecendo que falta pouco para os dois.Â
âSe eu te contasse tudo que eu jĂĄ pensei.â â VocĂȘ confessa seriamente, e ele engole em seco. O tesĂŁo te faz perder qualquer pudor, e ele estĂĄ encantado. âJĂĄ gozei tantas vezes pensando em vocĂȘ.âÂ
âNĂŁo brinca comigo.â â O aperto dele fica mais firme, e ele sente outra onda de prazer. âĂ verdade?âÂ
VocĂȘ solta um arzinho pelo nariz, sem forças. âEu sĂł gozo quando imagino vocĂȘ. Me comendo, me chupando, gozando na minha boca.âÂ
Keeho usa a destra para envolver teu pescoço como um colar. Certa possessividade toma conta dele, e ele impede o ar de entrar completamente. VocĂȘ geme, acelerando os quadris.Â
âSafada pra caralho.â â Ele estĂĄ completamente bĂȘbado de tesĂŁo, assim como vocĂȘ e muito, muito perto de gozar.
VocĂȘ o beija uma Ășltima vez, usando uma brecha para sugar a lĂngua do melhor amigo, causando seus quadris a encontrarem os teus em movimentos involuntĂĄrios.Â
âAh! Keeho, assim⊠bem aĂ.âÂ
Bastou mais alguns movimentos para que vocĂȘ pulsasse descontroladamente no pau de Keeho, que jorrou o gozo segundos depois de vocĂȘ. Enquanto se recuperavam do ĂĄpice, roubaram mais alguns beijinhos um do outro entre sorrisos satisfeitos.Â
âPromete que a gente nĂŁo vai ficar estranho?â â VocĂȘ pergunta com inocĂȘncia.Â
â VocĂȘ tĂĄ com ciĂșmes? â VocĂȘ questionou Haechan, elevando o tronco e se apoiando nos cotovelos. O sorrisinho sacana desenhava-se nos seus lĂĄbios. VocĂȘ tinha se esfregado em Jaemin a noite toda, propositalmente, sĂł para vĂȘ-lo daquele jeito. Os olhos inocentes de Gato de Botas eram pura encenação, mero fingimento.
â E vocĂȘ admite, vadia? â VocĂȘ sorriu, e ele pegou seu queixo, levando sua boca de encontro Ă dele. O beijo era lento, a lĂngua te sugando de levinho, te molhando ainda mais. Mas quando vocĂȘ tocou a barriga dele por baixo da camisa, Haechan puxou sua mĂŁo para fora.
â Acha que tĂĄ merecendo? Ă vocĂȘ quem vai ficar sem roupa â O que, vocĂȘ sabia, nĂŁo era sacrifĂcio algum. Rapidamente, as mĂŁos dele subiram para sua blusa; o tecido foi descartado em um instante, regado por beijos e mordidas aqui e ali. Haechan te adorava enquanto te xingava baixinho. Filha da puta, vadia, puta gostosa. Os sussurros nĂŁo paravam, mesmo quando a boca dele estava ocupada com a sua pele, com o seu seio, com a sua boca.
â Quero ver seu corpo â VocĂȘ sussurrou enquanto ele beijava sua barriga. Ele puxou sua saia junto com a calcinha e as deixou no seu tornozelo. Haechan sorriu. Aquele sorrisinho de lado ridĂculo que te fazia sentir uma inexperiente, uma menininha. Parecia a primeira vez que faria sexo. E quando a boca que esboçava aquele mesmo sorriso de escĂĄrnio encontrou o meio das suas pernas, a lĂngua te lambendo de baixo para cima inicialmente, vocĂȘ quase choramingou.
â Fala de novo. â Haechan estava temendo desmaiar sĂł de ver seu corpo entregue, seus olhos estreitos, olhos de felina. VocĂȘ sabia exatamente o que estava fazendo, tinha o controle da situação, e ele adorava ser controlado.
ê°âĄê± notas da autora: nada vai conseguir me trazer a mesma felicidade que eu senti vendo a cena do hotel pela primeira vez...
seungcheol e jeonghan. jeonghan e seungcheol. a dupla dinĂąmica, queijo e goiabada, fogo e gelo.
dizer que eles estão acostumados a dividir tudo um com outro não seria exagero. amigos desde os quatorze anos jå passaram por diversas situaçÔes juntos e se viram na necessidade de dividir algumas coisas: quartos, raquetes, roupas, comida e talvez algumas garotas no caminho...
jeonghan decidiu organizar uma noite filmes entre vocĂȘs, e inventou uma desculpa qualquer antes que seungcheol conseguisse pensar em dar um bolo em vocĂȘs dois.
seungcheol escolheu o filme e vocĂȘ honestamente nĂŁo poderia se importar menos com isso, em determinado momento jeonghan te sentou no colo dele e nĂŁo consegue tirar os lĂĄbios da sua pele, devora sua boca, marca o seu colo e pescoço e volta e meia cola os lĂĄbios na sua bochecha suavemente.
"olha, eu entendo se vocĂȘs querem fuder, mas nĂŁo dĂĄ pra fazer isso no quarto? sem contar que vocĂȘ encheu a porra do meu saco pra ficar em casa essa noite, qual foi? vai me fazer assistir vocĂȘ comer a sua namoradinha de novo?" assim que vocĂȘ registra as palavras de seungcheol, seu quadril roça contra a coxa do seu namorado que levanta os olhos pro amigo com uma expressĂŁo impagĂĄvel de satisfação.
ele troca um olhar rĂĄpido com jeonghan que confirma novamente com a cabeça e toma a decisĂŁo. "vem princesa, pode vir." vocĂȘ se prepara para levantar do colinho do seu namorado, mas ele te para.
"uhum, isso... vai lĂĄ e beija o cheollie." vocĂȘ se levanta tontinha de tesĂŁo, e se acomoda no colo espaçoso do choi e cola os lĂĄbios desesperadamente com os dele.
âNunca, Taeyong. Que saco!â â VocĂȘ pegou a primeira almofada que viu e lançou direto no rosto do seu melhor amigo.
âDesculpa! Eu sĂł achei⊠estranhoâ â Ele deu de ombros enquanto passava a mĂŁo no rosto, como se a almofada fofa tivesse realmente machucado.
âEstranho por quĂȘ? Vai me dizer que toda garota que transa contigo goza?â â VocĂȘ soltou um riso nasal, carregado de deboche.
âSim!â â A resposta veio imediata, como se fosse Ăłbvia, o que sĂł te irritou ainda mais.
âTaeyong, cala a bocaâ â Agora vocĂȘ levantava o controle da TV como ameaça.
Ele revirou os olhos, e vocĂȘ se remexeu no sofĂĄ, se encostando melhor no canto e jogando as pernas preguiçosamente por cima dele, como quem encerra a discussĂŁo mas, no fundo, sĂł estĂĄ começando outra.
âPor isso tu tĂĄ sempre de mau humorâŠâ â Ele murmurou, desviando o olhar pra TV, mas nĂŁo rĂĄpido o bastante pra esconder o sorrisinho convencido no canto dos lĂĄbios.
âĂ isso que tu ouviu! Por isso tu tĂĄ sempre com esse bico aĂâ â Ele apontou com a cabeça na sua direção, e sĂł entĂŁo vocĂȘ percebeu que realmente estava bicuda.
âE o que a minha vida sexual tem a ver com isso?â
As mĂŁos de Taeyong foram direto para a sua cintura, apertando de leve conforme o beijo ficava cada vez mais intenso.
Ele chupava seus lĂĄbios devagar, Ă s vezes puxando de leve entre os dentes, distribuindo mordidinhas que arrancavam de vocĂȘ pequenos suspiros involuntĂĄrios.
VocĂȘ enfiou os dedos nos fios curtos do cabelo dele, se firmando enquanto a boca dele deixava os seus lĂĄbios e descia para o seu pescoço, espalhando beijinhos quentes e lambidinhas preguiçosas por toda a pele.
Ele puxou a alcinha da sua regata com a ponta dos dedos e depositou uma trilha de beijos pelos seus ombros, enquanto as mĂŁos grandes deslizavam por suas costas, entrando por baixo do tecido com uma calma.
âTĂĄ gostosinho?â â Ele perguntou olhando pra vocĂȘ por baixo dos cĂlios, enquanto circulava seu mamilo com a pontinha da lĂngua.
âU-uhumâŠâ â VocĂȘ manhou de volta, deixando a voz macia enquanto jogava o corpinho levemente pra trĂĄs, se oferecendo inteira pra ele.
Taeyong alternava os estĂmulos entre seus peitinhos: chupava e babava um deles com vontade, enquanto apertava o outro na mĂŁo â e depois invertia, te deixando cada vez mais sensĂvel.
Uma das suas mĂŁos largou os cabelos dele e desceu direto para a bermuda, passando de leve pelo volume duro preso na cueca, cada vez mais apertada.
Taeyong arfou contra a sua pele, soltando um risinho soprado antes de segurar sua mĂŁo e afastĂĄ-la, te deixando confusa por um segundo.
âEu nĂŁo vou te comerâŠâ â Ele segurou seu rosto entre as mĂŁos e depositou um beijinho lento nos seus lĂĄbios.
âHm?â â VocĂȘ realmente nĂŁo entendeu â e a sua expressĂŁo de decepção fez ele rir baixinho.
âNĂŁo assim, pelo menosâ â As mĂŁos dele desceram de novo para a sua cintura, dessa vez apertando com firmeza, puxando vocĂȘ mais pra perto.
âTenho uma ideia melhorâ â Taeyong guiou seu corpo para trĂĄs, te deitando no sofĂĄ estreito. As mĂŁos dele subiram pelo seu torso num carinho lento antes de puxar sua regatinha por cima da cabeça e jogĂĄ-la em qualquer lugar da sala, te deixando apenas com o shortinho leve do pijama.
Ele se inclinou sobre vocĂȘ novamente, retomando o beijo, sugando sua lĂngua devagar, como se saboreasse cada segundo, soltando pequenos murmĂșrios abafados contra a sua boca.
âPosso te chupar?â â A voz arrastada, rouca, e o sorrisinho de malandro nos lĂĄbios dele te tiraram completamente do eixo.
âPorra⊠cĂȘ jĂĄ tĂĄ molhada assimâ â Ele murmurou contra sua boca, incapaz de se conter. VocĂȘ nĂŁo fazia ideia do quanto aquela visĂŁo estava enlouquecendo Taeyong â nem de quantas vezes ele jĂĄ tinha imaginado exatamente isso acontecendo entre vocĂȘs dois.
A pontinha do indicador começou a circular seu ponto mais sensĂvel devagar, torturante, fazendo vocĂȘ morder os lĂĄbios dele para tentar conter os gemidinhos desesperados que insistiam em escapar.
VocĂȘ suspirou fundo, o corpo inteiro implorando para ficar cheinha logo, mas a voz presa na garganta nĂŁo deixava vocĂȘ pedir. Taeyong, claro, percebeu.
âQuer um dedinho?â â O sorriso malicioso dele se abriu ainda mais quando vocĂȘ murmurou um âsimâ ansioso, quase suplicante.
Os dedinhos entraram devagar, te abrindo aos poucos. Sua bucetinha apertou em volta deles imediatamente, quente, latejante, e vocĂȘ desistiu de conter o que sentia, gemendo alto contra a boca de Taeyong.
VocĂȘ revirou os olhos, o corpo arqueando, enquanto ele massageava seu pontinho sensĂvel por dentro com precisĂŁo, e gemia quase tanto quanto vocĂȘ, sĂł por sentir o jeito que seu corpo se encaixava nos dedos dele.
A sua bucetinha pulsava e expulsava lubrificação sem parar, melando a mĂŁo de Taeyong e um pedaço inteiro do sofĂĄ. A sensação crescia no baixo-ventre de forma quase agonizante, avisando que vocĂȘ poderia gozar rĂĄpido, muito rĂĄpido, se ele continuasse.
Taeyong percebeu o jeito que seu corpo tremia por baixo do dele, seus olhinhos revirando tĂŁo perto⊠aquilo era exatamente o tipo de cena que ele jĂĄ tinha imaginado mil vezes. Mas ele sabia o motivo de vocĂȘs estarem ali e, por isso mesmo, queria te mostrar o melhor que conseguia fazer.
VocĂȘ assentiu antes mesmo que ele pedisse permissĂŁo, oferecendo tudo.
Taeyong sorriu de lado e puxou o pijaminha pelas suas pernas, jogando a peça no chĂŁo. Em seguida, tirou a prĂłpria camiseta num movimento Ășnico, deixando-a cair junto das suas roupas no tapete da sala.
NĂŁo era a primeira vez que vocĂȘ via Taeyong sem camisa, mas dessa vez era completamente diferente.
VocĂȘ revirou os olhos para trĂĄs da cabeça, vendo estrelas. A sensação crescia rĂĄpido demais, a bucetinha latejando, pedindo, implorando⊠e entĂŁo ficou insuportĂĄvel â deliciosamente insuportĂĄvel â quando Taeyong enfiou de novo os dois dedinhos curvados dentro de vocĂȘ.
Reuniu forças para erguer a cabeça e encontrou o olhar dele, te encarando de baixo, com a boca toda melada, fazendo estalinhos molhados enquanto babava vocĂȘ inteira.
âA-assim, Tae⊠p-porra⊠e-eu vouâ â VocĂȘ engasgou nos prĂłprios gemidos, a coluna arqueando forte contra o sofĂĄ.
Taeyong foi rĂĄpido em segurar seu quadril com a mĂŁo livre, te mantendo exatamente onde queria, empurrando tudo bem fundo na sua bucetinha que apertava e pulsava em volta dos dedos dele enquanto vocĂȘ gozava.
Ele gemia baixinho, desesperado, lambendo sua bucetinha rĂĄpido para beber cada gota do melzinho quente que vocĂȘ derramava pra ele.
Quando o estĂmulo ficou insuportĂĄvel, vocĂȘ segurou a mĂŁo de Taeyong, implorando por uma pausa. Ele tirou os dedos com cuidado, mas nĂŁo se afastou.
Em vez disso, passou a lamber suavemente por toda a entradinha, num carinho quente e paciente, fazendo questĂŁo de saborear cada gotinha que ainda escorria de vocĂȘ.
A superestimulação fez seu corpo inteiro espasmar contra o dele, arrancando um choramingo manhoso dos seus lĂĄbios antes mesmo que vocĂȘ pudesse contĂȘ-lo. Seu peito subia e descia rĂĄpido, pele arrepiada, e Taeyong afastou o rosto sĂł o suficiente para te encarar com os olhos brilhando, curiosos, e aquela expressĂŁo orgulhosa por ter te desmontado.
âEu falei que conseguia, nĂŁo falei?â â Provocou baixinho, antes de se deitar sobre vocĂȘ de novo e encostar os lĂĄbios nos seus, agora num beijo lento e carinhoso.
âUhumâ â Ele murmurou, os olhos descendo para sua boca enquanto o tesĂŁo começava a dominar o jeitinho dele outra vez.
VocĂȘ o puxou pela nuca, juntando os corpos ainda Ășmidos, sentindo o calor dele colar no seu e a ereção dura, apertada dentro das calças, roçar de propĂłsito no seu centro sensĂvel.
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đ” mas o que tinham nĂŁo era exclusivo, haechan era um passarinho que pousava de ninho em ninho procurando rabo de saia, mas no final da noite ele sempre tava com vocĂȘ, no sofĂĄ, na cama, no chuveiro... colocando em prĂĄtica e aprimorando todas as suas habilidades no seu corpo, de quebra podia dormir agarradinho contigo, contar suas pintinhas espalhadas pela sua pele macia e se deleitar com a sua visĂŁo adormecida.
đ” romĂąntico e safado na mesma proporção, consegue te dedicar o poema mais bonito ao mesmo tempo que nĂŁo se constrange em falar putaria explĂcita pra vocĂȘ no meio da rua, contanto que nĂŁo estivessem perto de crianças, fosse esse o caso ele dava um jeitinho de censurar, como:
đ” tem o papo gostosinho, quando ri vocĂȘ se perde nos dentes alinhados que nem precisaram de aparelho fixo e quando percebe teu devaneio escancarado, haechan nĂŁo consegue segurar alguma das propostas indecentes que possuĂa na ponta da lĂngua quando o assunto era vocĂȘ.
âna moral, me olha assim nĂŁo. fica esperta que eu te coloco pra mamarâ
đ” theodore de alvin e os esquilos com alma de alvin.
đ” carioquinha.
đ” fala palavrĂŁo pra caralho, de 10 palavras, certamente, pelo menos umas 7 delas sĂŁo palavrĂ”es, os favoritos dele sĂŁo, em ordem de utilização: porra, caralho, foda (e todas as conjulgaçÔes existentes).
đ” ama falar no diminutivo, principalmente putaria no diminutivo.
đ” sĂł paga de passarinho livre que quer voar, porque toda boca que beija pensa em vocĂȘ.