Ma perché cazzo non è mai il mio turno?!
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Ma perché cazzo non è mai il mio turno?!

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desi, vc tem dicas de como ser mais produtivo na escrita? tenho poucas horas por dia pra jogar e sinto que procrastino, enrolo demais pra escrever e sinto que travo muito.
Olá. Vou passar o que geralmente faço para conseguir responder meus turnos, porque sei sim como é ser um pouco proscratinadora e ter certas travas, mas acredito que cada um pode se adaptar do seu jeito, independente da escrita.
Gosto de dividir horários e criar pequenas metas para responder, por exemplo, reservo uma hora para responder ao menos dois turnos, assim evito o spam na dash e consigo ter certa constância.
Tenho o hábito de começar pelas falas do personagem para, só então, descrever as ações dele. Muitas vezes, as falas mudam de acordo com o que escrevo, mas só por ter a base do que quero, fica mais fácil de desenvolver.
Quando não sei muito o que vou fazer, como a maioria dos RPGs que participo são only tumblr, abro o gifpack/gifhunt do meu char e escolho algum gif, assim fica mais fácil de saber o que irei direcionar ou não.
Mas, o ideal, é que você não se force muito. Algo que aprendi é que o bloqueio criativo vem quando nos forçamos demais. Relaxe, tente ler algum livro ou ver um filme que você goste. Pode não parecer, mas ajuda muita na hora de escrever. Conforme você cria pequenos gatilhos, fica mais fácil a ideia fluir.
Espero ter ajudado. Continuo disponÃvel se preferir discutir sobre isso tanto via ask quanto chat.
Saab turbo
i found an island in your arms {bei-ja-min, dezembro 1971}
@bnjyfnwckd
Se alguns meses atrás alguém dissesse para Benjamin Gore que ele estaria trabalhando para o Ministério da Magia em uma posição que ele realmente apreciava, ele teria soltado uma risada incrédula, no mÃnimo. Tudo acontecera tão rapidamente: ele estava buscando um emprego estável desesperadamente para bancar o novo apartamento que encontrara, sem muitas esperanças de que iria achar algo que lhe agradasse, quando em uma conversa de bar acabou tomando conhecimento de um departamento completamente inexplorado por ele. Havia pessoas que trabalhavam com Regulamentação e Controle de Criaturas Mágicas, mais especificamente, com espÃritos, pelos quais ele sempre fora fascinado. Não pensou muito antes de ir atrás e se candidatar para uma posição de treinamento no departamento, repleto de entusiasmo, e felizmente foi aceito.
Era isso que o trazia àquela noite levemente fria de dezembro para dentro de um bar trouxa, acompanhado do homem que o ajudara de tantas maneiras até então. Nada mais justo do que comemorar junto com ele uma conquista tão feliz, e assim o fazia. Estava terminando sua cerveja, e por mais que não fosse uma pessoa muito sorridente, não conseguia deixar de ter seus lábios curvados em satisfação mesmo que sutilmente com a promessa de uma nova jornada. — So I guess we’ll be running into each other at the Ministry now and then, right? — Disse, pedindo mais uma rodada para o bartender.

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patch me up, tie the thread {delicia, fevereiro}
@montaguefelicia
Daphne não era exatamente a funcionária do mês, que seguia todas as regras de conduta de Hit Wizards, ocasionalmente quebrava uma norma ou outra, quando discordava do que estava escrito no papel. Esse era um dos motivos para que ela apreciasse tanto o trabalho na divisão de campo de batalha, longe das papeladas intermináveis no escritório e bem no centro da ação, em alto risco. Por causa dessa sua natureza, ela prontamente foi procurada por um de seus colegas de trabalho, o auror Gawain Robards, para uma missão fora dos registros e não-oficial. Ele a conhecia bem o suficiente para saber que ela não o delataria para os superiores e que embarcaria naquela jornada junto a ele, movida à justiça e adrenalina. Os dois encontraram-se de noite para perseguir um suspeito altamente perigoso, que logo demonstrou seu potencial. O resultado daquela noite foi o auror indo atrás do meliante, com uma Ivanova sangrando por um ferimento na cintura, insistindo para que Robards não desistisse da perseguição e que estava bem. Não estava, no entanto, nada bem. Sabia que não poderia ir ao hospital, pois todos os Hit Wizards que apareciam por lá eram fichados, e não teria como explicar o que acontecera sem incriminar-se.
Sem pensar muito bem, sua mente desesperada vagou para a moradia de uma healer que havia salvo um mês antes, e usou a pouco energia que ainda tinha para aparatar. Para sua sorte, a porta de entrada do prédio estava entreaberta, então ela logo foi entrando. Caminhou até o apartamento de Felicia e bateu na porta com a mão livre, utilizando a outra para estancar o sangramento. Estava pálida pela perda de sangue, e assim que a mulher abriu a porta, a fitou com o olhar desfocado. — Remember me? — Sorriu fraco, atrevendo-se a brincar em um momento de desespero. — I need your help. — Tirou a mão ensanguentada do ferimento e mostrou para ela, em seguida voltando a pressionar o machucado.
the two of us are just young gods {travow, julho}
@carrow-htinha
A vida de Brent nos últimos anos vinha sendo estritamente preenchida por treinos de duelos com Alecto e de maldições imperdoáveis com trouxas que depois eram obliviados ou com pequenos insetos encontrados aos arredores da mansão Carrow. O rapaz estava focado em sua devoção à causa purista; era um fiel seguidor de Lord Voldemort e apenas saÃa da casa que habitava para missões - ou era assim até ele ir a um evento no Beco Diagonal e lá ver uma cena que revirou-lhe o estômago: seus dois ex-melhores amigos beijando-se. Desde o acontecimento, sentiu uma fúria crescer em seu peito, dominando qualquer resquÃcio de afeto que ainda pudesse ter por qualquer um dos dois.
Com a ajuda de Agatha, que a princÃpio era apenas uma figura um tanto irritante - atrapalhando seus treinamentos -, levantou sua moral e decidiu ressurgir das sombras, dando um fim à sua falsa morte. Sabia que isso iria gerar muitas perguntas de diversas pessoas e muita confusão, porém estava disposto a encarar tudo aquilo para ter algum tipo de vida novamente. Ainda iria dedicar-se ao máximo pela causa em que acreditava, contudo imaginava que seria muito mais útil tendo contatos dentro do Ministério da Magia, em alguma posição de trabalho, do que recluso em uma mansão da forma que esteve pelos últimos anos. Em alguns meses haveria o casamento do Black com a Mulciber, evento em que Brent seria finalmente reapresentado para a alta sociedade purista como estando vivo e saudável. Haveria algum tempo para ele se preparar e conseguir um emprego, a fim de recriar conexões e inventar desculpas coerentes para contar. No entanto, Agatha o surpreendeu com um convite para outro casamento, dessa vez muito mais perto. Apesar de desconhecer os noivos e serem uma famÃlia mestiça, Travers aceitou o convite, imaginando que seria bom estar perto de uma multidão em posição de observador.
Quando sua companhia para aquela noite desceu as escadas, vestindo um vestido dourado, o moreno deu um sorrisinho de canto, pensando em o quanto aquela roupa combinava com a sua personalidade, e não conseguindo evitar de passar o olhar discretamente por seu corpo excelentemente valorizado pela peça. — Stunning, my dear. — Ele disse, esticando a mão para que ela descesse o último degrau com sua ajuda. Tirou uma caixinha aveludada preta do bolso, abrindo-na e revelando uma pulseira dourada delicada. — I got you this. May I? — Perguntou, pegando a pulseira e fazendo menção de colocá-la no pulso da mulher.