⚠️Esta mensagem foi pré-programada para ser postada automaticamente caso imprevistos/complicações me impeçam de publicar o conteúdo planejado para a próxima semana ou mais. Será, inclusive, uma das últimas publicações antes do "dia três".
Os temas abordados a seguir serão divididos em dois tópicos principais (parte 01/02): especulações que acabei não pontuando, ou que no momento considero ter pouca ou nenhuma evidência, por serem, ao meu ver, demasiadamente especulativas (publicado na data em que você está lendo isto); e, o método e a mente (publicado automaticamente três dias após o primeiro).
⚠️Nota separada: também está pré-agendado um terceiro post, à parte destes dois; um "pequeno" acréscimo à continuação de "Disferentes nas ações, semelhantes na essência". Acabei não me atentando e deixando de lado no script/rascunho. Onde recomenda-se a leitura das teorias anteriores.
(Citações/menções ao conteudo de @freakcircusofhorrors/ @nekoboydreams)
Jester: possível híbrido, resultado da junção de duas espécies de monstros geneticamente distantes (ex: um lado mais puxado para mamíferos, outro do tipo feromonal, como aracnídeos/insetos/artrópodes), ou até espécies rivais.
Motivo: o contraste entre ele e Columbina. Inclui-se a possibilidade de um compartilhamento genético entre subespécies semelhantes (não fazem parte da mesma família de sangue, mas podem pertencer a uma mesma subespécie); exemplo hipotético: ela híbrida com humanos (monstro do tipo "carneiro" + humano); Jester híbrido com monstro (monstro do tipo "carneiro" + algum outro feromonal). (Sua aparência "real", inclusive, me remeteu ironicamente/inconscientemente a um "chupa-cabra" à primeira vista.)
Resultado 02: a "ironia" e o contraste entre os dois ficam ainda mais evidentes se considerar: A (teoria da Columbina híbrida com humanos = "milagre", porém de carga genética "fraca") + B (teoria da "colônia" + possível híbrido com dois tipos de monstros = "aberração?", porém biologicamente "forte") = C (contraste entre onde há o" bem há o mal "/ onde há o mal há o bem; "forte/fraca"; ingênua/astuto).
Explicação: "forte/fraca" vale tanto no sentido literal quanto no metafórico: forte física e mentalmente ("sabe dizer não", consegue tomar decisões difíceis), fraca física e mentalmente ("não sabe dizer não", não consegue tomar decisões difíceis). Reflete a própria lógica da "colônia", onde o mais "fraco" perece (é sacrificado/eliminado), e o mais forte "prevalece" (lidera/toma o lugar do mais fraco).
(Ao menos pelo que vi, alguns parecem gostar desta "versão" da teoria, em que ambos seriam de espécies semelhantes; é interessante que parece ter boa recepção.)
Bilheteiro: assim como Harlequin, parece carregar, por algum motivo, uma culpa quase excessiva pelos acontecimentos da noite sem lua. É condizente considerar que ele tinha algum "laço"/conexão com Columbina, porém isso não parece motivo suficiente, sozinho, para explicar o tamanho dessa culpa.
Considerando parcialmente minha teoria do "controle de Jester" e descartando nuances puramente narrativas (Window of Information/Retrofitting Narrativo), seus marcadores visuais de controle (olhos roxos) podem ter sido ocultados por Bilheteiro.
O motivo seria duplo: evitar que a última lembrança de Columbina fosse a de que Jester havia planejado tudo aquilo (o que, mesmo sendo verdade/necessário, a faria pensar, em seus últimos instantes, que ele a odiava, vendo-se apenas como mais uma peça, trágica, de um evento pré-planejado); e evitar mais desentendimentos futuros entre a trupe.
Ciente das consequências, mesmo relutante, ajudou a mascarar esse detalhe a fim de reter danos.
Isso explicaria suas "lágrimas excessivas" durante o evento; eu e minha irmã, inclusive, já "ironizamos" que a cena lembra o quadro "Ivan, o Terrível, e seu Filho Ivan em 16 de Novembro de 1581".
Doutor: essa é puramente uma "impressão"; sua ligação com experimentos, somada à ideia de que ele ocupa boa parte da mente com eles (a ponto de, apesar de ter outros interesses, parecer estar boa parte do tempo focado neles), me passa a leitura de "cientista maluco" obstinado em resultados.
Já no "teatro do Harlequin" (cena à parte), fica subentendido, de forma um pouco confusa, que quem segura Columbina de maneira alegórica são Jester e Bilheteiro (mesmo sendo ele quem a atacou primeiro), servindo como "acusação" pelos dois de terem também participado daquilo.
Soma-se a impressão de ter sido ele quem disse a seguinte frase:
Devido seus olhos seguirem a mesma palheta de cores, mesmo que suas falas sejam em azul, e não branco (algo similar a representação do Doutor por exemplo); podendo ser um sinal visual/simbólico de sua 'dualidade'. Também poderia explicar sua proximidade com Jester, por "algum" motivo além da convivência.
O que ele busca, afinal? São apenas testes para melhorar a vida dos companheiros, ou a tentativa de ultrapassar o "natural" a fim de prolongar o tempo de vida, ou evitar ao máximo uma morte mais cedo (por tragédias, por exemplo)? Não seria a primeira vez que surgiria um médico com tais ambições.
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