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In the 1950s, selling cigarettes inside hospitals was routine. Staff regularly pushed carts from room to room, offering packs and cartons of cigarettes alongside magazines and snacks. Patients could smoke in their beds, and smoking was common in hospital rooms, hallways, waiting areas, and even nurses’ stations.
At the time, tobacco was not yet widely recognized as dangerous. Some doctors believed smoking helped calm nerves or ease discomfort, and unfiltered brands like Camel, Lucky Strike, Chesterfield, and Philip Morris were everywhere. Nurses and physicians often smoked while working, including during shifts and patient reports.
This practice reflected an era when cigarettes were fully integrated into daily life, even in healthcare settings, before mounting evidence and later warnings from the United States Surgeon General fundamentally changed how smoking was viewed.
Source
sentí olor a tabaco y me di cuenta...de que era yo pq estaba sola en la habitación,re flashera (??? JAKSJKAKAS
perdón no tengo a ndie cn qn hablar,ah se ponía re depre

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Los efectos del tabaco:
Amiahzatan (O Demônio do Tabaco)
Amiahzatan é apresentado dentro da corrente necrosófica e falxiferiana como uma das manifestações obscuras da Morte personificada, um dos poderes que se revelam através do culto ao Senhor da Foice. Seu nome está diretamente ligado à dimensão funerária do caminho necrosófico: a presença que abre passagens e conduz ao domínio dos mortos. A etimologia simbólica de “Amiahzatan” é associada à ideia de dissolução e permanência no além, sendo invocado como um Guardião do Limiar e um dos intermediários entre o praticante vivo e os despojos dos que partiram. No contexto da Liber Falxifer, Amiahzatan é mencionado como entidade de grande relevância por carregar o aspecto do poder fúnebre e ressurgente do trabalho necromântico. Seu sigilo, composto de linhas cruzadas e intersecções que lembram tanto uma chave quanto uma foice estilizada, é um selo de abertura de contato, usado em rituais de evocação e comunicação com o mundo dos mortos. Esse sigilo não é apenas uma marca de identificação, mas uma “porta espiritual” que, quando traçada em cinzas, ossos moídos ou sangue, estabelece a sintonia com sua esfera. Ritualmente, Amiahzatan atua como uma presença que liga o praticante aos cemitérios, ossários e túmulos, reforçando a clarividência cadavérica, o poder sobre sombras e a habilidade de manipular correntes necromânticas. Sua participação fúnebre se dá como a de um mestre da putrefação espiritual, o que significa que, ao ser cultuado, ele não apenas se associa ao morrer, mas também ao renascer sombrio — o retorno de forças ancestrais e espectrais que podem ser colocadas a serviço da obra do necromante. Assim, Amiahzatan simboliza o aspecto inevitável da Morte enquanto poder iniciador, a foice que abre caminho, e o eco das vozes enterradas que respondem ao chamado do praticante.
Na corrente necrosófica, Amiahzatan é também compreendido como o Espírito ou Demônio do Tabaco, o que amplia a sua função além do aspecto exclusivamente fúnebre. O tabaco, planta de fogo e de sopro, é visto como elemento de conexão direta com o mundo espiritual, especialmente quando queimado e oferecido em ritos de evocação. Amiahzatan, nesse sentido, é o senhor do hálito necromântico, aquele que carrega a fumaça como veículo de comunicação entre vivos e mortos. A denominação de “demônio do tabaco” não se refere a algo trivial ou meramente folclórico: dentro da Liber Falxifer, fumar, soprar ou oferecer tabaco em seus ritos é ato de sacralização e invocação. O tabaco é sua planta-sacramento, sua chave aromática que embriaga tanto os mortos quanto os espíritos de sombra, tornando o ambiente permeável ao contato necromântico. A fumaça invocada é como um manto etéreo, que desmaterializa o mundo visível e aproxima o praticante do invisível. Nesse aspecto, Amiahzatan participa nos rituais como intermediário fumígeno, aquele que dá corpo ao hálito e ao sopro mágico. Ele é visto como a personificação do tabaco que queima nos altares fúnebres, carregando pedidos, oferendas e encantamentos até o reino dos mortos. A fumaça que sobe é a estrada negra que liga o necromante às entidades sombrias. Assim, como demônio do tabaco, Amiahzatan reforça seu papel de espírito-limiar: senhor do sopro, da fumaça e do hálito fúnebre que dissolve as fronteiras entre morte e vida.
A Magia do Tabaco e da Tintura de Amiahzatan é apresentada como uma forma de pacto fumígeno e líquido com esse espírito/demônio. O tabaco é tratado como a erva sacramental de Amiahzatan: ao ser queimado, fumado ou soprado diante do altar, cria-se um elo entre o necromante, o Senhor da Morte e as forças cadavéricas. Já a tintura de Amiahzatan, um extrato preparado a partir da planta consagrada a ele, é considerada veículo material de sua essência, devendo ser mantida próxima ao altar do Senhor da Morte para que irradie sua força e magnetize o espaço ritual. O Sigilo e o Círculo Conjuratório de Amiahzatan são ferramentas indispensáveis no trabalho com este espírito. O círculo funciona como limite e invocação, delimitando o espaço onde a fumaça e a tintura evocam a presença viva do demônio, enquanto o sigilo é a chave para abrir o contato e estabelecer comunicação. A fumaça do tabaco é então direcionada sobre o sigilo ou dentro do círculo, carregando a invocação. No conjunto, esse sistema ritual une três elementos: o sopro (tabaco queimado), o sangue verde (tintura) e o selo (sigilo e círculo conjuratório). Esses pontos criam um campo de poder onde Amiahzatan atua como intermediário fúnebre, carregando mensagens e vontades para além do véu. A proximidade da tintura com o altar do Senhor da Morte consagra não apenas o espírito do tabaco, mas também a força necrosófica que o sustenta, transformando cada rito em um sacramento do hálito e da morte.
A entrega do copo de água é seguida pela oferenda de tabaco. Um charuto é aceso em nome de Amiahzatan (o grande demônio do tabaco) como uma oferenda ao Mestre Qayin, e sua fumaça é soprada sobre o fetiche central e todos os outros objetos sagrados sobre o altar. Em troca da fumaça provida de energia de Amiahzatan, o Mestre é convidado a fortalecer todos os laços entre o próprio Self e as Hostes da Sombra da Morte, e a conceder tanto abundâncias e riquezas tanto mundanas quanto espirituais. Quando todas as oferendas forem servidas, o cigarro ou cigarrilha é aceso em nome de Amiahzatan, e sua fumaça é soprada por todo o altar e todas as oferendas colocadas sobre ele. Quando restar menos da metade do cigarro, coloque-o no cinzeiro e deixe para os mortos fumarem, e é dito a eles para virem se fortalecer pelo bafo ardente de Amiahzatan e, em troca, que concedam todas as suas bênçãos.