MĂŽ...me consola?
keito nakamura Ă fem!reader (pornografia sem enredo!)
Notas: Essa aqui estava guardada hĂĄ um tempinho. A ideia era postar mais pra frente, mas a derrota do Brasil me deixou tĂŁo abalada que resolvi publicar agora. Keito agora eu que preciso ser consoladađđđ
Keito nakamura âą smut âą namoradinho
Avisos: Proibido para menores! porra no rosto, Choking, Praise kink, garganta profunda, sexo oral (m.recebendo), spit roasting (implĂcito, sexo oral seguido de vaginal), relacionamento estabelecido, degradação leve, cum play e acho que sĂł.
Keito estava em frangalhos. A eliminação precoce do JapĂŁo na partida contra o Brasil tinha sido um golpe que nenhum treino, nenhuma oração, nenhum grito de incentivo poderia ter evitado. Ele dera tudo de si dentro de quadra â cada fibra muscular, cada gota de suor, cada centelha de esperança â mas o placar teimava em gritar a verdade: nĂŁo foi o suficiente. A derrota o consumia como um incĂȘndio lento, queimando por dentro enquanto ele tentava engolir o nĂł na garganta durante todo o trajeto de volta para casa.
VocĂȘ sabia. Sabia o quanto ele havia se esforçado, sabia o quanto aquela partida significava para ele. E sim, no fundo do peito, uma parte de vocĂȘ vibrava com a vitĂłria do seu paĂs â mas ver seu namorado daquele jeito, reduzido a um monte de frustração e lĂĄgrimas, doĂa mais do que qualquer bandeira hasteada. EntĂŁo vocĂȘ fez o que qualquer boa namorada faria: abriu os braços e o coração.
E tudo o que seu namoradinho precisava era ser consolado. De uma forma especial. Da forma mais suja e gostosa que sĂł vocĂȘ sabia dar.
â Isso, mĂŽ... chupa direitinho. â Keito praguejou, ofegante, segurando seus fios de cabelo que teimavam em cair sobre o rosto. A voz dele era rouca, carregada de tesĂŁo, enquanto vocĂȘ trabalhava a boca no pau dele.
VocĂȘ fazia um boquete gostosinho, chupando a pica com fervor, com sede, como se fosse a Ășltima vez. A cabeça ia e vinha no ritmo que ele pedia, a boca aberta, a lĂngua deslizando pela grossura daquele falo que preenchia cada centĂmetro da sua garganta.
Amava momentos assim. Amava quando seu namoradinho ficava tristinho, vulnerĂĄvel, e o corpo dele ficava dez vezes mais sensĂvel, mais sujo, mais entregue. E vocĂȘ amava consolar ele usando seu corpo, sentindo cada tremor, cada gemido, cada espasmo de prazer que ele te dava de presente.
Tudo começou quando Keito chegou em casa todo cabisbaixo pela derrota. VocĂȘ, claro, estava muito feliz pelo seu paĂs â nĂŁo podia negar a pontinha de orgulho que ardia no peito. Mas nĂŁo podia deixar ele na mĂŁo. NĂŁo com aquele olhar de cachorro abandonado, pedindo um consolo. E vocĂȘ, como uma boa namoradinha, sabia exatamente como fazer isso. Do jeitinho que ele mais gostava.
Agora vocĂȘ se encontrava de joelhos no chĂŁo frio do quarto, chupando a piroca grossa do seu namorado. Ele estava de pĂ©, dominando a cena, segurando sua cabeça com as duas mĂŁos enquanto vocĂȘ ia e vinha, sugando o pau todinho, se engasgando no processo. Descia atĂ© o final, sentindo a glande bater no fundo da garganta, para depois subir e sugar a cabecinha sensĂvel dele, que jĂĄ vazava leitinho.
Keito gemia com a voz rouca, os olhos fechados, apenas para esquecer tudo ao seu redor e se concentrar no boquete babado que vocĂȘ fazia. VocĂȘ se engasgava, e o som ecoava pelo quarto â um barulinho molhado e obsceno que preenchia cada canto. Mesmo a piroca sendo grande demais para sua boquinha, vocĂȘ amava a sensação de se auto torturar, de chupar atĂ© nĂŁo aguentar mais, de ficar com a garganta toda roxa e dolorida no dia seguinte. Ah... nĂŁo tinha coisa melhor que essa sensação. Aquela dorzinha gostosa que lembrava o quanto vocĂȘ era uma putinha para ele.
â Caralho, amor... que boquinha mais gostosa. â Keito falou entre gemidos, jogando a cabeça para trĂĄs, os quadris se movendo involuntariamente para frente e para trĂĄs, fazendo o falo grosso entrar e sair com rapidez da sua garganta judiadinha. A saliva escorria pelo canto da sua boca, formando fios grossos que pingavam no chĂŁo.
â Deixa eu foder sua boquinha, deixa? â ele perguntou, acariciando seus cabelos que caĂam sobre seu rosto, coberto de lĂĄgrimas, suor, baba â uma mistura suja que ele adorava ver. Keito amava essa visĂŁo sua. Era uma das, se nĂŁo a melhor visĂŁo que ele mais gostava de contemplar. â Eu mereço, mĂŽ... ainda mais hoje.
VocĂȘ, como uma namorada obediente, apenas concordou. Tirou o falo da boquinha com um pop molhado e deixou a boca abertinha, a lĂngua toda melada para fora, esperando ele foder sua boca com força.
Keito nĂŁo demorou um segundo sequer. Agarrou seus cabelos formando um rabo de cavalo bagunçado e desleixado e começou a foder sua boquinha com força, sem piedade. Estocava atĂ© o fundo, sentindo sua garganta apertar a piroca grossa, os sons do engasgo que vocĂȘ fazia preenchendo o ar. Tudo era tĂŁo sujo... o som molhado, o cheiro de sexo, o gosto de prĂ©-gozo na sua lĂngua.
VocĂȘ sentiu seus olhinhos lagrimejarem e as lĂĄgrimas descerem pelo rosto jĂĄ molhado. Sua garganta ardia e mal suportava aquela rola gorda, mas mesmo assim, vocĂȘ amava. Aguentava tudinho, engolia e ficava ali paradinha como uma boa garota, deixando seu namorado carente foder sua garganta sem dĂł.
â Porra! â ele praguejou, a piroca indo e voltando, toda babada, molhadinha da sua boca. Ele mexia os quadris com agilidade, metendo sem dĂł, as bolas batendo no seu queixo, a virilha encostando atĂ© no seu nariz. Cada estocada era mais funda que a anterior.
Keito jĂĄ sentia o orgasmo perto. NĂŁo demoraria muito para gozar, e em consequĂȘncia, os gemidos dele iam ficando mais altos, mais manhosos, como um miado de gato no cio.
â TĂŽ perto, mĂŽ. â ele falou, agarrando mais forte seus cabelos, se contorcendo enquanto mordia os lĂĄbios, tentando, e falhando miseravelmente, abafar alguns gemidos. O corpo dele tremia, os mĂșsculos tensos, a respiração curta.
â Porra, vou gozar, princesa! â Bastaram apenas mais trĂȘs estocadas fundas para Keito se derreter na sua boca. Ele precisou usar uma das mĂŁos para se apoiar na parede ao lado, o corpo inteiro sacudindo enquanto o orgasmo batia como um choque elĂ©trico. Ele esporrava a porra quentinha na sua boca, fazendo ela escorrer pelo queixo, quente e grossa. VocĂȘ mal dava conta de beber todo leitinho dele, mas fazia questĂŁo de engolir o que conseguia, sentindo o gosto salgado descer pela garganta.
â Segura na sua boca. â ele falou, tirando o pau da sua boca, todo babado e escorrendo. Levou o polegar atĂ© seus lĂĄbios sujos e disse: â Coloca a linguinha pra fora, vida.
VocĂȘ olhou meio receosa e confusa, mas nĂŁo negou. Fez exatamente o que ele pediu. Abriu a boquinha cheia de porra e colocou a lĂngua para fora, sentindo a porra quente escorrer pelo seu queixo, sujar atĂ© seu pescoço, chegar a pingar no chĂŁo. A visĂŁo era suja, totalmente imunda, mas Keito amava aquilo. E vocĂȘ muito mais.
â Como consegue ser tĂŁo gostosa? â ele perguntou, levando o sĂȘmen que estava escorrido no seu queixo atĂ© sua boca, fazendo vocĂȘ engolir, sentindo o gostinho salgado do seu namorado na lĂngua. Os olhos dele queimavam de desejo enquanto te observava.
â Levanta. Deixa eu comer essa sua bucetinha agora. â Ele te segurou pela cintura, deixando um beijo rĂĄpido em seus lĂĄbios, sentindo o prĂłprio gosto na boca. A mĂŁo dele apertou sua pele com força, puxando vocĂȘ para mais perto.
E vocĂȘ, claro, nĂŁo ia negar. JĂĄ se apoiou na parede, inclinando a bundinha lisa e virando o rostinho judiado, todo marcado pelas lĂĄgrimas e pela baba.
â Me come logo, mĂŽ... â vocĂȘ pediu, a voz manhosa, o corpo todo tremendo de antecipação.
E Keito fez. E nĂŁo teve dĂł de vocĂȘ. Ele comeu com raiva, com tesĂŁo, com a necessidade de afogar a tristeza na sua carne. Meteu fundo, sem piedade, cada estocada fazendo vocĂȘ gemer alto, as unhas arranhando a parede enquanto fodiam por todos os cantos da suĂte de casal. No chĂŁo, na cama, encostada na janela â nĂŁo importava. Ele sĂł queria sentir vocĂȘ, enterrar a dor dele dentro do seu corpo, atĂ© que sĂł restasse o prazer.
E assim passou a noite com seu namorado, consolando ele do seu jeitinho â primeiro com a boca, depois com a buceta, cada gemido dele apagando a lembrança da derrota, atĂ© que sĂł restasse o som molhado dos corpos se encontrando na escuridĂŁo.
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