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Blonde jake Ă fem!readerđ (pornografia sem enredo)
Notes: Galeris, minha primeira vez postando uma histĂłria no tumblr. TĂŽ muito feliz, Espero que gostem;) (escrevendo com blonde jake, porque ainda nao superei đ)
αΜÎčŃÏŃ: Menores nĂŁo interajam!! hard sex, cum, apelidinhos, jake melhor amigo, cum inside (nĂŁo façam!), big dick, tapa na cara (fraquinho), muita degradação, cuspe, agorafilia, fofura, choro, menção de anal, hiperestimulação, sexo anal, muiiito tapa, creampie, esguicho e sĂł isso, eu acho.
âMas os dois sabiam que isso era uma grande mentira. Nem vocĂȘs mesmos acreditavam. Afinal, amigos nĂŁo fazem o que vocĂȘs estĂŁo fazendo agora, certo?
A noite estava morna, mas o piso da varanda era frio como lĂąmina contra sua pele nua. Jake estava atrĂĄs de vocĂȘ, seus dedos â longos, grossos, implacĂĄveis â mergulhavam na sua bucetinha carente com uma fome que nĂŁo conhecia piedade. Cada entrada e saĂda era um pequeno assassinato: rĂĄpido, molhado, obsceno. O som molhado ecoava no silĂȘncio da noite, misturando-se ao vento que bagunçava os cabelos loiros dele.
â J-Jake! â o nome dele escapou como um soluço, sua voz jĂĄ falhando.
Ele sorriu, um sorriso de predador. A mĂŁo dele nĂŁo parava. Os dedos iam e vinham, um ritmo implacĂĄvel que te levava Ă beira do abismo a cada segundo. Sua boceta estava vermelha, inchada, tĂŁo sensĂvel que cada toque era uma faca de prazer. Dez minutos. Dez minutos de dedada implacĂĄvel, e vocĂȘ jĂĄ era uma bagunça de lĂĄgrimas, saliva e tesĂŁo.
â C-calma! Espera! â vocĂȘ implorou, apertando o pulso dele com os dedos trĂȘmulos. Uma tentativa ridĂcula de conter a avalanche.
Jake parou. Mas nĂŁo por piedade.
â Que porra de esperar, vadia? â a mĂŁo dele saiu do seu grelinho e agarrou seus cabelos, puxando sua cabeça para trĂĄs com força. Seu pescoço esticou, os olhos encontrando os dele â escuros, famintos, divertidos. â Eu te fiz uma pergunta. NĂŁo vai me responder, caralho?
A outra mão dele encontrou seu peito, beliscando o mamilo duro com força suficiente para fazer sua visão embaçar.
â N-nĂŁo... quero dizer, s-sim, estĂĄ! â a voz saiu fina, quebrada. A primeira lĂĄgrima rolou pelo seu rosto quente.
Jake era maldade pura. Ele amava te ver assim: destruĂda, burra de tesĂŁo, o rostinho sujo de lĂĄgrimas e a boceta escorrendo. Ele era grande em tudo â altura, força, e naquela pica grossa que vocĂȘ jĂĄ sentia pulsar contra a sua coxa. Ele tentava ser cuidadoso, ele jurava que tentava. Mas ver vocĂȘ judiada, com a carinha de quem acabou de ser comida viva? NĂŁo tinha preço.
E vocĂȘ? VocĂȘ reclamava, pedia calma, pedia devagar. Mas seu lado sujo e sĂĄdico, aquele que sĂł ele conhecia, amava cada segundo de humilhação.
A mĂŁo esquerda deslizou pelo seu quadril, levantando sua bunda em direção ao corpo dele. Os dedos da direita aceleraram dentro de vocĂȘ, um pistĂŁo molhado que fazia sua boceta cantar.
â Essa sua bucetinha molhada... e esse seu rostinho todo judiado pra mim.
â Caralho, princesa... vocĂȘ tĂĄ parecendo uma vadia assim. Esguichando pra todo canto que nem uma putinha.
Ele admirava a cena: vocĂȘ se contorcendo, a bucetinha jorrando, o corpinho todo tremendo. Quando os espasmos finalmente cederam, ele retirou os dedos e soltou seu quadril. VocĂȘ caiu no chĂŁo, um trapo de carne e prazer. O cabelo, antes arrumado, agora colava no rosto suado. LĂĄgrimas e saliva se misturavam. VocĂȘ soluçava baixinho.
Jake amava isso.
â Caralho, amor... cĂȘ fica tĂŁo fofinha assim... â ele afastou os fios de cabelo do seu rosto, os olhos percorrendo cada detalhe da sua destruição. â Parece uma puta.
Ele se contrariou, dando dois tapinhas na sua cara â leves, quase carinhosos. Depois agarrou suas bochechas, trazendo seu rosto para perto.
â Abre a boca.
VocĂȘ obedeceu. A lĂngua para fora, os olhos ainda marejados. Ele cuspiu dentro da sua boca, um fio grosso de saliva que escorreu pela sua lĂngua. O polegar dele empurrou sua lĂngua para baixo, forçando vocĂȘ a engolir.
â Cachorra gostosa.
Ele sorriu, mordendo os lĂĄbios carnudos. Depois te puxou para um beijo rĂĄpido, molhado, que mais mordeu do que beijou.
â Ikeu... â vocĂȘ gemeu, a manha jĂĄ voltando Ă sua voz.
Jake sentiu o pau endurecer ainda mais dentro da calça. Ele queria acabar com vocĂȘ na pica.
â Me chama assim nĂŁo, princesinha â ele agarrou suas bochechas de novo, mordendo-as de leve, fazendo vocĂȘ rir. â CĂȘ sabe que eu morro de vontade de acabar vocĂȘ na pica quando me chama assim.
â Ikeu? â vocĂȘ inclinou o rostinho judiado, os olhos inocentes como os de um gatinho curioso.
Jake riu, uma risada meiga que contrastava com tudo que ele tinha feito. Ele te cobriu de beijinhos no rosto, na testa, no nariz.
â SĂł hoje, amor. Prometo ir com carinho. â ele olhou para seu rosto, o vento frio batendo em vocĂȘs. A varanda estava gelada, mas Jake nem ligava. Ele era um tarado ao ar livre.
O indicador dele tocou seu cuzinho enrugado, acariciando a entrada. Era mentira. VocĂȘ iria sentir sim. Jake tinha vinte centĂmetros de piroca grossa, um monstro que prometia destruir qualquer buraco.
â Mentiroso... â vocĂȘ se rendeu, nĂŁo fazendo questĂŁo de afastar a mĂŁo dele.
Ele enfiou um dedo devagar, sentindo a resistĂȘncia da sua entradinha apertado. â Vira essa bundinha, vai.
VocĂȘ obedeceu, virando-se e se apoiando no chĂŁo gelado e molhado â molhado do trabalho que sua buceta tinha feito. Se empinou bem, a bunda no ar, oferecendo o cu como um presente. Jake enfiou o dedo de novo, agora com mais força e agilidade. VocĂȘ gemeu, manhosa.
â Caralho, que bundinha apertada, gatinha.
Ele retirou o dedo, cuspiu no local, e voltou com dois dedos. A lubrificação improvisada fez o movimento deslizar melhor, mas a pressão ainda era intensa.
â Ai, Jake... isso! â vocĂȘ fechou os olhos, se derretendo nas mĂŁos dele.
â TĂĄ gostando? â a voz dele era sarcĂĄstica enquanto estapeava sua bunda gorda. O som ecoou na varanda silenciosa. â Ă claro que tĂĄ. VocĂȘ nĂŁo passa de uma cadela carente...
Ele se inclinou sobre vocĂȘ, o corpo grande cobrindo o seu, a boca perto do seu ouvido.
â ...nĂŁo me chama assim! â vocĂȘ protestou, manhosa, mas no fundo amava.
Jake estapeou sua bunda de novo. â Se faz de coitadinha nĂŁo, cachorra. â Mais um tapa. â Sei bem do que esse corpinho sujo gosta.
Ele retirou os dedos, e vocĂȘ gemeu com o vazio. Mas nĂŁo durou. A ponta da pica grossa dele pincelou sua entradinha, quente, pulsante.
â Vou comer essa bundinha bem gostosinho...
Sem aviso, ele agarrou seu quadril com força e enfiou a pica gorda e comprida com tudo dentro do seu cuzinho apertado. VocĂȘ gritou.
â JAKE!!
â Caralho, que cuzinho gostoso... â ele gemeu, passando a mĂŁo nos fios loiros que caĂam no rosto.
O quadril dele começou a meter sem dó, indo e vindo com força bruta. As bolas dele batiam na sua boceta, um som molhado e estralado que preenchia a varanda. As mãos dele apertavam seu quadril com tanta força que as marcas dos dedos ficariam roxas no dia seguinte.
VocĂȘ gemia alto, sem vergonha. Suas mĂŁos arranhavam o chĂŁo, procurando algo para se segurar. Sua cabeça nĂŁo raciocinava mais â sĂł existia o quadril de Jake, a piroca dele abrindo seu cuzinho, o prazer que queimava como fogo.
â Jake! Meu Deus! â vocĂȘ exclamou, ofegante, se contorcendo. Negava, se fazia de inocente, mas no fundo amava ter o cuzinho arrombado por ele.
â TĂĄ gostoso, amor? Hm? â ele perguntou, a pica gorda te estrangulando por dentro. A mĂŁo dele encheu e meteu outro tapa na sua bunda vermelha. VocĂȘ gritou, as lĂĄgrimas escorrendo novamente, os soluços se misturando aos gemidos.
â T-tĂŁo bom! Assim, i-isso! â a voz saiu por um fio, os olhos jĂĄ nem abriam mais, a visĂŁo embaçada pelas lĂĄgrimas.
â Ă muito, mas vocĂȘ aguenta, vadia! â a voz dele era rouca, animal. Ele soltou sua boceta e te puxou pela barriga, colando suas costas no peitoral dele. Agora ele podia ver seu rostinho destruĂdo.
â Vira esse rostinho para mim.
Ele agarrou seu rosto, forçando vocĂȘ a olhar para ele. Porra. VocĂȘ estava um caos: a boca aberta, gemendo e balbuciando palavras aleatĂłrias, os olhos e o nariz vermelhos de tanto chorar, os cabelos grudando no rosto suado. Jake sentiu o pau pulsar dentro de vocĂȘ sĂł de olhar para aquela cara.
â CĂȘ tĂĄ acabada, porra... â ele deu um tapa leve no seu rosto, depois levou a mĂŁo ao seu couro cabeludo, puxando seus cabelos e inclinando sua cabeça para trĂĄs. As bocas se encontraram num beijo bagunçado, molhado, cheio de saliva. VocĂȘ mal aguentava manter o beijo, babando ele todinho.
Ele separou os lĂĄbios e afastou os fios teimosos da sua testa.
â Linda. â sussurrou no seu ouvido, enquanto os braços grandes te abraçavam, segurando seu corpo pequeno. Ele meteu mais rĂĄpido, mais forte.
â J-Jake... â vocĂȘ tentou avisar que estava perto, mas a boca mal funcionava.
Sem aviso, vocĂȘ arqueou a coluna, agarrando o ombro e o braço dele, enquanto gemia alto. Gozou pela segunda vez na noite, o cu apertando a rola gorda dele como um torno.
â Caralho, princesa! â ele praguejou quando sentiu o aperto, quase quebrando o pau. â Vou gozar, porra!
O loiro meteu feroz, agarrando seu quadril com força, mordendo os próprios låbios. O orgasmo veio como uma onda.
Quando o corpo dele se acalmou, ele tirou o pau mole da sua entradinha. VocĂȘ caiu no chĂŁo, um trapo. Ele abriu sua bundinha com os dedos, admirando o cu todo arrebentado, a porra grossa escorrendo. Ele amava aquela visĂŁo.
â Porra, seu cuzinho me apertou tanto que parecia que ia me quebrar. â ele zombou, dando um tapinha na sua bunda.
â VocĂȘ acabou comigo, Jakey... â vocĂȘ disse, ofegante, a voz marrenta e emburrada. Mal sentia as pernas.
Ele riu, puxando seu corpo mole para os braços fortes. Te abraçou, aquecendo vocĂȘ, deixando um beijinho no topo da sua cabeça.
â Linda. â ele elogiou, e vocĂȘ sorriu, boba.
â Ainda vou colocar um anel no seu dedo, boneca.
Ele disse sem pensar, pelo calor do momento. Mas vocĂȘs dois estavam tĂŁo desnorteados que deixaram a frase pairar no ar, sem dar importĂąncia.
Afinal, vocĂȘs eram apenas amigos, certo?
MASTERLIST
Gente... ai, que vergonha. đïžđ
NĂŁo sou taaaĂŁo boa escrevendo histĂłrias com esse tipo de temĂĄtica, mas resolvi tentar mesmo assim. No fim, gostei bastante do resultado. Ent engulam o Jake loirinho. âïž
Se vocĂȘs gostaram, me deem uma forcinha!
Uma curtida, um comentĂĄrio ou um reblog jĂĄ ajudam demais e me incentivam a continuar escrevendo! đ«¶
Notas: Gente eu to obcecada por este homem delicioso, preciso da rolinha dele urgentemente đđ (meio ruinzinha pq fiz ontem na hora do almoço, perdĂŁo guys đđ)
Avisos: MDNI, blowjob, relação estabelecida, engolir esperma, Niki fumante e acho que só.
O cabelo loiro dele se movia com o vento, bagunçado e macio, caindo sobre os olhos escuros que estavam fixos no horizonte, perdidos em algum pensamento distante. Ele parecia calmo, relaxado.
A mão dele deslizou devagar pela sua nuca, os dedos frios roçando a pele quente, antes de se enterrar no seu cabelo, os dedos se espalhando, acariciando. Um toque lento, preguiçoso, cheio de uma ternura que ele nunca colocava nas palavras.
Ele soltou um suspiro baixo, quase perdido no vento, e a mĂŁo no seu cabelo apertou de leve, puxando vocĂȘ mais perto.
VocĂȘ começou a bombear devagar, a cabeça subindo e descendo, os lĂĄbios selados apertados ao redor da haste grossa. Sua mĂŁo acompanhava o movimento, massageando a base, apertando as bolhas pesadas que descansavam na palma da sua mĂŁo, sentindo o peso delas, o calor. O som era obsceno â molhado, rĂtmico, abafado pelos seus gemidos â mas ele nĂŁo parecia se importar. Apenas observava, a fumaça escapando lenta pelos lĂĄbios entreabertos, os olhos meio cerrados.
â Mais fundo, princesa. â ele murmurou, a voz baixa, quase um sussurro.
VocĂȘ obedeceu, abrindo a garganta, relaxando os mĂșsculos enquanto empurrava a cabeça para frente, sentindo a glande bater no fundo da garganta. O reflexo de Ăąnsia veio imediato, mas vocĂȘ engoliu em seco, forçando, sentindo as lĂĄgrimas brotarem nos cantos dos olhos. O pau dele preenchia tudo, esticando sua garganta, e vocĂȘ sentia cada centĂmetro, cada pulsação, cada veia deslizando contra sua lĂngua.
A mĂŁo dele apertou seu cabelo, os dedos se espalhando, acariciando sua nuca com um toque que era quase paternal.
â Boa garota.
Ele tragou de novo, a brasa iluminando o rosto angular por um segundo, e a ponta dos dedos livres deslizou pela sua bochecha, sentindo a umidade, a baba que jĂĄ escorria pelo seu queixo em fios grossos e brilhantes. Ele passou o polegar devagar, espalhando a saliva, lambendo a ponta do dedo em seguida, provando vocĂȘ.
VocĂȘ acelerou o ritmo, a boca deslizando rĂĄpida, o nariz enterrado nos pelos loiros da base, sentindo o cheiro forte e quente dele. O pau dele preenchia sua boca inteira, esticando seus lĂĄbios, e vocĂȘ amava aquilo â amava o gosto, o peso, a forma como ele ocupava cada espaço. VocĂȘ passou a lĂngua ao redor da haste enquanto subia, lambendo a veia grossa que pulsava, e sugou a glande com força quando chegou ao topo, fazendo um barulho molhado e obsceno.
Ele gemeu baixinho, um som rouco que vibrou no peito dele, e a mĂŁo no seu cabelo apertou, puxando vocĂȘ mais fundo de novo.
Ele começou a mover o quadril, estocadas curtas e preguiçosas que acompanhavam o ritmo da sua boca. Nada violento. Apenas o suficiente para mostrar quem estava no controle, para guiar vocĂȘ, para enfiar cada centĂmetro mais fundo na sua garganta. VocĂȘ sentiu a glande bater no fundo de novo, e de novo, e de novo, as lĂĄgrimas escorrendo, a baba formando uma poça no piso da sacada.
â TĂŽ perto, mĂŽ. â ele avisou, a voz baixa, mas com uma ponta de aspereza.
Ele ficou parado por um momento, a respiração pesada, os olhos fechados. A mão no seu cabelo ainda estava ali, acariciando devagar, os dedos deslizando pelos fios, limpando a baba do seu rosto com um toque suave.
Depois, puxou vocĂȘ para cima, os dedos enganchando no seu queixo, erguendo seu rosto sujo de lĂĄgrimas e baba para encontrar os olhos dele.
Ele estava sorrindo. Um sorrisinho safado, de canto, que transformava o rosto calmo em algo brincalhĂŁo.
Levou o cigarro aos lĂĄbios, tragou fundo, e segurou a fumaça. Depois, aproximou o rosto do seu, os lĂĄbios quase roçando os seus, e soprou devagar na sua boca. VocĂȘ tragou, a fumaça quente preenchendo seus pulmĂ”es, e quando soltou, ele estava ainda mais perto.
â Te amo, mĂŽ.â ele murmurou, a voz baixa, rouca, quase perdida no vento.
Ele colocou o cigarro entre seus lĂĄbios, os dedos roçando sua boca, e entĂŁo se inclinou para frente, os lĂĄbios encontrando os seus num beijo lento, profundo, que sabia a tabaco e a porra e a ele. A lĂngua dele deslizou contra a sua, provando, misturando os sabores, e a mĂŁo dele encontrou a sua, os dedos entrelaçando, apertando de leve.
Quando se afastou, o sorriso ainda estava lĂĄ, pequeno e safado, enquanto ele pegava o cigarro de volta e tragava mais uma vez, os olhos escuros fixos nos seus.
Ficaram ali, em silĂȘncio, dividindo a fumaça e o calor, enquanto a noite gelada rodopiava ao redor.
Gostou? Da uma forcinha ai ;))
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O cabelo loiro dele se movia com o vento, bagunçado e macio, caindo sobre os olhos escuros que estavam fixos no horizonte, perdidos em algum pensamento distante. Ele parecia calmo, relaxado.
A mão dele deslizou devagar pela sua nuca, os dedos frios roçando a pele quente, antes de se enterrar no seu cabelo, os dedos se espalhando, acariciando. Um toque lento, preguiçoso, cheio de uma ternura que ele nunca colocava nas palavras.
Ele soltou um suspiro baixo, quase perdido no vento, e a mĂŁo no seu cabelo apertou de leve, puxando vocĂȘ mais perto.
VocĂȘ começou a bombear devagar, a cabeça subindo e descendo, os lĂĄbios selados apertados ao redor da haste grossa. Sua mĂŁo acompanhava o movimento, massageando a base, apertando as bolhas pesadas que descansavam na palma da sua mĂŁo, sentindo o peso delas, o calor. O som era obsceno â molhado, rĂtmico, abafado pelos seus gemidos â mas ele nĂŁo parecia se importar. Apenas observava, a fumaça escapando lenta pelos lĂĄbios entreabertos, os olhos meio cerrados.
â Mais fundo, princesa. â ele murmurou, a voz baixa, quase um sussurro.
VocĂȘ obedeceu, abrindo a garganta, relaxando os mĂșsculos enquanto empurrava a cabeça para frente, sentindo a glande bater no fundo da garganta. O reflexo de Ăąnsia veio imediato, mas vocĂȘ engoliu em seco, forçando, sentindo as lĂĄgrimas brotarem nos cantos dos olhos. O pau dele preenchia tudo, esticando sua garganta, e vocĂȘ sentia cada centĂmetro, cada pulsação, cada veia deslizando contra sua lĂngua.
A mĂŁo dele apertou seu cabelo, os dedos se espalhando, acariciando sua nuca com um toque que era quase paternal.
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VocĂȘ acelerou o ritmo, a boca deslizando rĂĄpida, o nariz enterrado nos pelos loiros da base, sentindo o cheiro forte e quente dele. O pau dele preenchia sua boca inteira, esticando seus lĂĄbios, e vocĂȘ amava aquilo â amava o gosto, o peso, a forma como ele ocupava cada espaço. VocĂȘ passou a lĂngua ao redor da haste enquanto subia, lambendo a veia grossa que pulsava, e sugou a glande com força quando chegou ao topo, fazendo um barulho molhado e obsceno.
Ele gemeu baixinho, um som rouco que vibrou no peito dele, e a mĂŁo no seu cabelo apertou, puxando vocĂȘ mais fundo de novo.
Ele começou a mover o quadril, estocadas curtas e preguiçosas que acompanhavam o ritmo da sua boca. Nada violento. Apenas o suficiente para mostrar quem estava no controle, para guiar vocĂȘ, para enfiar cada centĂmetro mais fundo na sua garganta. VocĂȘ sentiu a glande bater no fundo de novo, e de novo, e de novo, as lĂĄgrimas escorrendo, a baba formando uma poça no piso da sacada.
â TĂŽ perto, mĂŽ. â ele avisou, a voz baixa, mas com uma ponta de aspereza.
Ele ficou parado por um momento, a respiração pesada, os olhos fechados. A mão no seu cabelo ainda estava ali, acariciando devagar, os dedos deslizando pelos fios, limpando a baba do seu rosto com um toque suave.
Depois, puxou vocĂȘ para cima, os dedos enganchando no seu queixo, erguendo seu rosto sujo de lĂĄgrimas e baba para encontrar os olhos dele.
Ele estava sorrindo. Um sorrisinho safado, de canto, que transformava o rosto calmo em algo brincalhĂŁo.
Levou o cigarro aos lĂĄbios, tragou fundo, e segurou a fumaça. Depois, aproximou o rosto do seu, os lĂĄbios quase roçando os seus, e soprou devagar na sua boca. VocĂȘ tragou, a fumaça quente preenchendo seus pulmĂ”es, e quando soltou, ele estava ainda mais perto.
â Te amo, mĂŽ.â ele murmurou, a voz baixa, rouca, quase perdida no vento.
Ele colocou o cigarro entre seus lĂĄbios, os dedos roçando sua boca, e entĂŁo se inclinou para frente, os lĂĄbios encontrando os seus num beijo lento, profundo, que sabia a tabaco e a porra e a ele. A lĂngua dele deslizou contra a sua, provando, misturando os sabores, e a mĂŁo dele encontrou a sua, os dedos entrelaçando, apertando de leve.
Quando se afastou, o sorriso ainda estava lĂĄ, pequeno e safado, enquanto ele pegava o cigarro de volta e tragava mais uma vez, os olhos escuros fixos nos seus.
Ficaram ali, em silĂȘncio, dividindo a fumaça e o calor, enquanto a noite gelada rodopiava ao redor.
Gostou? Da uma forcinha ai ;))
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Gente, desculpa o sumiço. Ando muitooo ocupada ultimamente (n sou mais desempregadađ), quando eu tiver tempinho prometo voltar e responder os pedidos ;))
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moça faz mais 18+ do Jude Bellingham, do Keito Nakamura, do scoups por favor đ
Encima do jet-ski...
Scoups Ă fem!reader
(Pornografia sem enredo)
Notas: Aproveitando que essa jĂĄ estava guardada na minha listinha, resolvi postar. (Desculpa ter demorado tanto para postar alguma coisa, morecos. đđ)
Seungcheol - smut - namorado
Avisos: MDNI! Cowgirl, sexo em local semi-pĂșblico, dirty talk, dominação feminina momentĂąnea, apelidinhos, relação estabelecida, creampie e acho que sĂł.
VocĂȘ estava de joelhos no assento diante dele, o plĂĄstico quente contra a pele, as mĂŁos apoiadas nos ombros largos de Seungcheol. Sob seus dedos, a pele dele irradiava calor â o sol do dia inteiro ainda impregnado nela, misturado ao cheiro de sal marinho, ao traço amargo de suor e Ă quele odor de cigarro que sempre parecia segui-lo como uma sombra, um vĂcio que vocĂȘ aprendera a associar ao gosto da boca dele.
Ele estava sentado Ă sua frente, as pernas abertas numa postura relaxada que nĂŁo escondia a tensĂŁo que corria por cada fibra de seu corpo. O pau dele estava duro e ereto entre vocĂȘs, a ponta jĂĄ brilhante, jĂĄ Ășmida, pulsando contra o ar salgado como se tivesse vida prĂłpria. As mĂŁos dele repousavam em seus quadris, os polegares pressionando os ossos com uma firmeza que era ao mesmo tempo posse e convite, e ele a olhava com aqueles olhos escuros â olhos que pareciam despir vocĂȘ por inteira, que pareciam conhecer cada pensamento que cruzava sua mente antes mesmo que vocĂȘ pudesse formulĂĄ-lo.
VocĂȘ se abaixou devagar. TĂŁo devagar que cada centĂmetro era uma eternidade. Sentiu-o abrir vocĂȘ, invadir vocĂȘ, preencher vocĂȘ â a sensação de ser esticada, de ser tomada, fazendo seus olhos se fecharem por um segundo, um gemido baixo escapando dos seus lĂĄbios como um segredo que o vento levou.
Ele entrou inteiro, e vocĂȘ parou. Sentou-se completamente em seu colo, sentindo-o no fundo, pulsando dentro de vocĂȘ como um segundo coração, como se ele estivesse ancorado ali, enraizado em seu corpo. Os dedos dele apertaram seus quadris com mais força, e ele soltou um suspiro longo, a cabeça inclinando-se para trĂĄs, o pomo de AdĂŁo subindo e descendo enquanto ele engolia o prazer, os olhos fechados por um momento de rendição.
â Caralho, putinha â ele murmurou, a voz rouca, quase destruĂda, como se as palavras tivessem sido arrancadas dele Ă força. â CĂȘ aperta gostosinho...
VocĂȘ sorriu, um sorriso lento que sabia que ele podia sentir mesmo sem ver. Passou as mĂŁos pelos ombros dele, pelos braços, sentindo cada curva de mĂșsculo, cada veia, cada cicatriz que a pele guardava. E começou a se mover.
O gemido que escapou dele foi baixo, gutural, um som que parecia vir do fundo do peito, das profundezas onde ele guardava tudo o que nĂŁo dizia. As mĂŁos dele apertaram seus quadris com mais força, os dedos marcando a pele, e vocĂȘ sentiu o tremor que percorreu seu corpo.
â Assim? â vocĂȘ perguntou, a voz doce, com falsa inocĂȘncia, enquanto repetia o movimento, o cĂrculo lento no final de cada descida, sentindo-o tremer dentro de vocĂȘ, sentindo o controle que vocĂȘ tinha sobre ele.
â Assim...â ele confirmou, os olhos semicerrados, a respiração jĂĄ mais pesada, o peito subindo e descendo num ritmo que começava a perder a compostura. A testa dele estava levemente franzida, os lĂĄbios entreabertos, e ele parecia estar lutando para manter o controle.
VocĂȘ acelerou um pouco. O ritmo ainda controlado, mas mais firme, mais determinado. VocĂȘ subia e descia, o quadril girando em movimentos que vocĂȘ sabia que estavam deixando ele louco â cada rotação calculada para arrancar dele um gemido, um aperto de mĂŁos, um tremor. O som molhado dos corpos se encontrando preenchia o ar salgado, misturando-se ao bater suave das ondas contra o casco.
As mĂŁos dele escorregaram dos seus quadris para a sua bunda, apertando, guiando, mas vocĂȘ nĂŁo deixou ele assumir o controle. VocĂȘ manteve o ritmo, o seu ritmo, rebolando em cima dele como se ele fosse apenas o assento de uma mĂĄquina que vocĂȘ estava pilotando, os joelhos firmes no assento do jet-ski, o corpo inteiro trabalhando em harmonia, cada mĂșsculo afinado para o prazer.
â CĂȘ 'tĂĄ toda safadinha hoje, hein? â ele provocou, a voz um rosnado baixo que vibrou contra o peito dela, os olhos escuros brilhando com um misto de admiração e desejo. â Rebolando assim, toda controladora, mĂŽ...
â VocĂȘ nĂŁo gosta? â vocĂȘ perguntou, inclinando o corpo para frente, os peitos roçando no peito dele, a boca perto da orelha dele, sentindo o calor da pele contra seus lĂĄbios. VocĂȘ sussurrou as palavras, sentindo-o estremecer ao som da sua voz. â Gosta de ver sua puta rebolando gostoso em cima de vocĂȘ?
A mĂŁo dele fechou no seu cabelo, puxando sua cabeça para trĂĄs com força suficiente para doer, forçando vocĂȘ a olhar nos olhos dele. O olhar dele era escuro, intenso, cheio de uma fome que nĂŁo tinha pressa de saciar â uma fome antiga, profunda, que sĂł vocĂȘ sabia alimentar.
â Gosto. â ele disse, a voz grossa, cada palavra pesada como pedra, como se estivesse admitindo algo que preferia guardar. â Mas gosto mais quando cĂȘ perde o controle.
â Assim, putinha. â ele murmurou, a voz perdida, os olhos meio fechados, a testa apoiada na sua. O suor escorria entre os corpos, misturando-se ao sal do mar, e o cheiro de sexo preenchia o ar ao redor como um perfume denso e inconfundĂvel. â Assim, caralho... Rebola gostoso assim que eu vou gozar gostoso dentro dessa bucetinha.
VocĂȘ acelerou ainda mais. O corpo inteiro trabalhando, as coxas queimando, os mĂșsculos protestando, mas vocĂȘ nĂŁo parou. VocĂȘ subia e descia, rebolava, girava, cada movimento desenhado para levĂĄ-lo ao limite, para provar que vocĂȘ podia controlĂĄ-lo tanto quanto ele controlava vocĂȘ. O suor escorria entre seus seios, escorria pelas suas costas, e vocĂȘ sentia o gosto de sal nos lĂĄbios.
â Goza. â vocĂȘ ordenou, a voz rouca, os olhos fixos nos dele, firmes, implacĂĄveis. NĂŁo era um pedido. Era uma exigĂȘncia. â Goza dentro de mim, Cheol.
O orgasmo dele te atingiu como uma onda â sĂșbito, avassalador, inevitĂĄvel. Ele gemeu alto, um som rouco e desesperado que parecia rasgar a garganta, e as mĂŁos dele apertaram sua bunda com tanta força que vocĂȘ sabia que ia marcar, que os dedos dele deixariam sinais roxos na sua pele. Ele se enterrou fundo, uma Ășltima vez, e vocĂȘ sentiu o jato quente se espalhando dentro de vocĂȘ, preenchendo cada centĂmetro, cada espaço, como se ele estivesse marcando vocĂȘ por dentro, como se estivesse deixando uma parte de si em vocĂȘ.
â Chega, caralho! â ele riu, a respiração ofegante, o peito subindo e descendo num ritmo irregular. A voz dele estava rouca, cansada, mas havia um sorriso nos lĂĄbios. â CĂȘ vai me matar.
VocĂȘ parou, mas nĂŁo saiu de cima dele. VocĂȘ ficou sentada em seu colo, sentindo a porra escorrer, quente, escorrendo pelas suas coxas, molhando o assento do jet-ski. Inclinou o corpo para frente, depositando um beijo lento e molhado nos lĂĄbios dele, provando o sal e o suor e ele â o gosto familiar que vocĂȘ aprendera a amar.
â Mas que morte boa, hein? â vocĂȘ sussurrou contra a boca dele, um sorriso nos lĂĄbios, os olhos brilhando com a satisfação de tĂȘ-lo levado ao limite.
Ele riu, a mĂŁo subindo para sua nuca, te puxando para outro beijo, mais profundo, mais lento, a lĂngua dele encontrando a sua num movimento que era ao mesmo tempo posse e carinho. Quando se separaram, ele apoiou a testa na sua, os olhos ainda fechados, a respiração ainda irregular.
â Vamos voltar pra costa â ele disse, a voz ainda rouca, os olhos escuros brilhando com uma promessa que vocĂȘ jĂĄ conhecia. â Que eu quero te comer numa cama de verdade.
Gostou? Da uma forcinha aĂ, um comentĂĄrio ou uma curtida jĂĄ ajuda bastante. ;))
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Ele estava estirado no sofĂĄ, uma manta jogada sobre as pernas, a cabeça apoiada no encosto. Vestia uma camiseta folgada e uma bermuda de moletom â a imagem da preguiça confortĂĄvel. VocĂȘ estava aninhada entre as pernas dele, as costas apoiadas contra o peito, sentindo a respiração calma subir e descer sob suas costas.
Os dedos de Lamine passeavam distraidamente pelo seu braço, traçando cĂrculos invisĂveis na pele. Ele nĂŁo estava prestando atenção no filme â vocĂȘ sabia disso porque ele jĂĄ tinha revirado os olhos duas vezes durante uma cena de ação exagerada.
â Escolhi porque vocĂȘ disse que queria ver algo "empolgante".
â Empolgante, nĂŁo absurdo.
Ele bufou, mas o sorriso nĂŁo desapareceu. A mĂŁo dele deslizou do seu braço para sua cintura, os dedos se aninhando na curva do seu quadril com uma familiaridade que fazia seu estĂŽmago revirar. Lamine era assim â toque fĂĄcil, carinho constante, como se precisasse sentir que vocĂȘ estava ali o tempo todo.
O filme continuou, mas a atenção de vocĂȘs jĂĄ tinha derivado para outros assuntos. Ele contou sobre o treino da manhĂŁ, sobre uma brincadeira besta no vestiĂĄrio que quase terminou em guerra de ĂĄgua. VocĂȘ contou sobre seu dia, sobre o livro que estava lendo, sobre a vontade de aprender a cozinhar algo que nĂŁo fosse macarrĂŁo instantĂąneo.
â Eu ensino vocĂȘ, mĂŽ â ele ofereceu, a boca roçando sua tĂȘmpora num beijo distraĂdo. â Sei fazer um arroz que minha avĂł me ensinou.
Ele se inclinou para a frente, o rosto aparecendo ao lado do seu, os olhos escuros brilhando com a luz da televisĂŁo. â EstĂĄ me desafiando?
â Talvez.
O sorriso dele se alargou, lento e confiante. â Gosto quando vocĂȘ me desafia.
O silĂȘncio que se seguiu nĂŁo era vazio. Era carregado, cheio de coisas nĂŁo ditas, de olhares que demoravam um segundo a mais. A chuva continuava lĂĄ fora, mas dentro do apartamento, o ar parecia mais denso, mais quente.
Lamine pegou o controle e pausou o filme no meio de uma cena qualquer.
â Cansou? â vocĂȘ perguntou, virando o rosto para olhar ele.
â NĂŁo. â ele respondeu, simples. â SĂł queria sua atenção.
â VocĂȘ estĂĄ sempre tĂŁo ocupada â ele murmurou, os dedos traçando a linha do seu maxilar. â Mesmo quando estĂĄ comigo, parece que sua cabeça estĂĄ em outro lugar.
Ele sorriu, um sorriso pequeno, quase tĂmido. Ali, na penumbra do apartamento, ele era apenas Lamine â um garotinho que olhava para vocĂȘ como se vocĂȘ fosse a Ășnica coisa que importava.
O beijo começou devagar, lĂĄbios se encontrando numa dança preguiçosa, como se tivessem a noite inteira pela frente. A mĂŁo dele deslizou para sua nuca, os dedos se enrolando nos fios do seu cabelo, puxando vocĂȘ para mais perto. A lĂngua dele tocou a sua com uma familiaridade que fez um arrepio percorrer sua espinha.
Quando se separaram, os lĂĄbios dele estavam ligeiramente inchados, os olhos escuros e profundos.
â Acho que vou pausar o filme por um tempo â ele disse, a voz rouca.
â Quanto tempo? â vocĂȘ perguntou, o sorriso provocante nos lĂĄbios.
Ele inclinou a cabeça, pensando. â NĂŁo sei, depende de vocĂȘ, princesa.
â Depende de mim?
â Se vocĂȘ quiser ver o final do filme...
â NĂŁo quero.
O sorriso dele se alargou, e ele te puxou para outro beijo, mais fundo, mais demorado. A manta escorregou, mas nenhum dos dois se importou. A chuva continuava caindo lĂĄ fora, e a noite prometia ser longa, preguiçosa. â exatamente como vocĂȘs dois mereciam.
Gostou? Da uma forcinha ai. Uma curtida, um comentĂĄrio, jĂĄ ajuda ;)
Ele estava estirado no sofĂĄ, uma manta jogada sobre as pernas, a cabeça apoiada no encosto. Vestia uma camiseta folgada e uma bermuda de moletom â a imagem da preguiça confortĂĄvel. VocĂȘ estava aninhada entre as pernas dele, as costas apoiadas contra o peito, sentindo a respiração calma subir e descer sob suas costas.
Os dedos de Lamine passeavam distraidamente pelo seu braço, traçando cĂrculos invisĂveis na pele. Ele nĂŁo estava prestando atenção no filme â vocĂȘ sabia disso porque ele jĂĄ tinha revirado os olhos duas vezes durante uma cena de ação exagerada.
â Escolhi porque vocĂȘ disse que queria ver algo "empolgante".
â Empolgante, nĂŁo absurdo.
Ele bufou, mas o sorriso nĂŁo desapareceu. A mĂŁo dele deslizou do seu braço para sua cintura, os dedos se aninhando na curva do seu quadril com uma familiaridade que fazia seu estĂŽmago revirar. Lamine era assim â toque fĂĄcil, carinho constante, como se precisasse sentir que vocĂȘ estava ali o tempo todo.
O filme continuou, mas a atenção de vocĂȘs jĂĄ tinha derivado para outros assuntos. Ele contou sobre o treino da manhĂŁ, sobre uma brincadeira besta no vestiĂĄrio que quase terminou em guerra de ĂĄgua. VocĂȘ contou sobre seu dia, sobre o livro que estava lendo, sobre a vontade de aprender a cozinhar algo que nĂŁo fosse macarrĂŁo instantĂąneo.
â Eu ensino vocĂȘ, mĂŽ â ele ofereceu, a boca roçando sua tĂȘmpora num beijo distraĂdo. â Sei fazer um arroz que minha avĂł me ensinou.
Ele se inclinou para a frente, o rosto aparecendo ao lado do seu, os olhos escuros brilhando com a luz da televisĂŁo. â EstĂĄ me desafiando?
â Talvez.
O sorriso dele se alargou, lento e confiante. â Gosto quando vocĂȘ me desafia.
O silĂȘncio que se seguiu nĂŁo era vazio. Era carregado, cheio de coisas nĂŁo ditas, de olhares que demoravam um segundo a mais. A chuva continuava lĂĄ fora, mas dentro do apartamento, o ar parecia mais denso, mais quente.
Lamine pegou o controle e pausou o filme no meio de uma cena qualquer.
â Cansou? â vocĂȘ perguntou, virando o rosto para olhar ele.
â NĂŁo. â ele respondeu, simples. â SĂł queria sua atenção.
â VocĂȘ estĂĄ sempre tĂŁo ocupada â ele murmurou, os dedos traçando a linha do seu maxilar. â Mesmo quando estĂĄ comigo, parece que sua cabeça estĂĄ em outro lugar.
Ele sorriu, um sorriso pequeno, quase tĂmido. Ali, na penumbra do apartamento, ele era apenas Lamine â um garotinho que olhava para vocĂȘ como se vocĂȘ fosse a Ășnica coisa que importava.
O beijo começou devagar, lĂĄbios se encontrando numa dança preguiçosa, como se tivessem a noite inteira pela frente. A mĂŁo dele deslizou para sua nuca, os dedos se enrolando nos fios do seu cabelo, puxando vocĂȘ para mais perto. A lĂngua dele tocou a sua com uma familiaridade que fez um arrepio percorrer sua espinha.
Quando se separaram, os lĂĄbios dele estavam ligeiramente inchados, os olhos escuros e profundos.
â Acho que vou pausar o filme por um tempo â ele disse, a voz rouca.
â Quanto tempo? â vocĂȘ perguntou, o sorriso provocante nos lĂĄbios.
Ele inclinou a cabeça, pensando. â NĂŁo sei, depende de vocĂȘ, princesa.
â Depende de mim?
â Se vocĂȘ quiser ver o final do filme...
â NĂŁo quero.
O sorriso dele se alargou, e ele te puxou para outro beijo, mais fundo, mais demorado. A manta escorregou, mas nenhum dos dois se importou. A chuva continuava caindo lĂĄ fora, e a noite prometia ser longa, preguiçosa. â exatamente como vocĂȘs dois mereciam.
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