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g!p daniela x leitora , smut , oral , sexo desprotegido , xingamentos , palavras sujas , nĂŁo gosta = nĂŁo leia . nĂŁo revisado ainda .
sinopse . daniela e vocĂȘ combinaram: sem sentimentos, sĂł sexo. mas nenhuma de vocĂȘs conseguiu evitar.
contagem de palavras . 2.7mil.
nota: primeira coisinha mais longa que eu escrevo em pt⊠espero que gostem e dĂȘem um feedbackzinho, se nĂŁo aqui no post (que eu sei que vocĂȘs sĂŁo tĂmidos) no inbox⊠preciso saber se estĂĄ bom ou oque melhorar <3
âtĂĄ cheirosa.â daniela elogiou, sempre tinha um elogio diferente pra vocĂȘ, sempre reparava demais. âquer ir comer alguma coisa antes?â
a pergunta foi tĂŁo casual, tĂŁo sincera, por um instante vocĂȘ pausou, olhou pra ela, uma mĂŁo no volante, os olhos na estrada, a blusa do flamengo que ela tanto amava, a postura relaxada⊠por um instante imaginou que ela fosse sua, a pergunta tĂŁo natural nos seus lĂĄbios, mas daniela nĂŁo era sua, e se forçava a lembrar disso.
âtipo um date? achei que a gente sĂł ia pra sua casa.â disse, um tom divertido, mas nĂŁo era engraçado.
daniela balançou a cabeça com um sorriso, virou numa curva, lambeu os låbios.
âcomo vocĂȘ quiser.â foi o que ela disse.
mas nĂŁo poderia ser como vocĂȘ queria, nunca poderia, vocĂȘ queria daniela por inteira, e ela estava disposta a te dar apenas uma parte, uma pequena parte, aquela que vinha de um amor sem coração, abraços curtos e beijos longos, olhares roubados e saĂdas de madrugada, nada com ela era certo, nada era certeza e principalmente, nada era com compromisso, mesmo que vocĂȘ dormisse todos os dias esperando uma notificação dela, ansiosa por um pouco do afeto ela, mesmo que por uma sem propĂłsito.
âtudo bem, linda?â dani parou, os lĂĄbios no seu pescoço, sentia os cachos esvoaçantes dela arrepiando sua pele, sentia as mĂŁos dela puxando seus shorts pra baixo, eram curtos, como ela gostava, mas ainda preferia sem nada.
vocĂȘ decidiu fazer oque sempre fazia, ignorou o seu coração, aquele aviso que dizia que nĂŁo deveria se deixar levar mais uma vez, sucumbiu a saudade que o corpo sentia pelo que nĂŁo devia, beijou a boca dela, suas mĂŁos decoradinha deslizaram pra debaixo da sua camisa do flamengo, puxou pra cima de uma vez sĂł, dani nĂŁo usava sutiĂŁ, os peitinhos dela eram lindos, os biquinhos amarronzados que vocĂȘ beijou e chupou, fazendo a mĂŁo dela se prender nos seus cabelos, mas pressionou um pouquinho sua cabeça pra baixo, precisava tanto de vocĂȘ lĂĄ embaixo.
vocĂȘ nĂŁo se deu conta do que ela disse. uma declaração, talvez. mas logo ela começou a ir mais rĂĄpido, trouxe sua perna pra cima, sob o ombro dela, queria mais acesso, mais velocidade, o corpo dela se movia por si mesmo, agora era mais forte, muito mais forte, seus gemidos ecoavam pelas paredes do apartamento, junto com o som do corpo dela colidindo com o seu, com tanta força.
o pau dela alcançava aquele ponto dentro de vocĂȘ, o que te fazia quase revirar os olhos e apertar as coxas juntas por reflexo, que fazia as pontas dos seus dedos ficarem brancas pela força que vocĂȘ agarrava o tecido do sofĂĄ, que fazia seus olhos lacrimejarem e sua boca secar pelos barulhos que vocĂȘ fazia.
ânĂŁo⊠quero fazer vocĂȘ gozar.â vocĂȘ disse, um Ășltimo suspiro de recuperação antes de se levantar pra montar o colo dela, sentando sobre as coxas dela antes de envolver o pau dela com a sua mĂŁo pra trazer ela pra sua entradinha de novo, sentando devagar. daniela tinha marra, mas agora estava tĂŁo necessitada que sĂł soube colocar as mĂŁos na sua bunda e assistir a sua bucetinha engolindo ela de novo. vocĂȘ ainda estava tĂŁo sensĂvel e doloridinha, soltou um chorinho e ela olhou nos seus olhos. âsenta devagar pra nĂŁo machucar, amor.â
continuou sussurando que ia gozar de forma desconexa antes de finalmente chegar lĂĄ, vocĂȘ sentia ela gozando dentro de vocĂȘ, era muito, e muito quente, um jato atrĂĄs do outro, escorria pelo pau dela antes de vocĂȘ parar de sentar, daniela continuou pulsando dentro de vocĂȘ enquanto vocĂȘ deixava o corpo exausto cair sobre ela.
Agora Jeno fodida a sua boquinha suja do gloss rosado, o pau dele era grosso, veiudo, e grandinho, nĂŁo combinava nadinha comna aparecia nerdinho inocente de Lee, mas obviamente vocĂȘ nĂŁo estaria reclamando de nada. Jeno era um deus grego, era alto, tinha um maxilar bonitinho, e um corpo que com certeza era esculpido por algum Michelangelo.
â sua mĂŁe pode nĂłs ver assim, [nome], ou vocĂȘ quer que ela veja o genrinho ingĂȘnuo dela fudendo a boca da filha dela, uhm? â Jeno disse sorrindo, continuando com os movimentos rĂĄpido na sua boca.
Finalmente ele gozou bem fudinho na sua garganta, tinha um gosto meio amargo, por conta da dietinha desregulada de Neno.
â quer colinho do Neno, bebĂȘ?
VocĂȘ acena burrinha e senta no colinho dele animadinha, era a melhor sensação estar nos braços fortinhos dele.
Jeno começa a brincar com a mancha umida da sua calcinha rosinha, era tão excitante fazer isso com o seu corpo, Jeno amava fazer isso no seu quartinho feminino, cheio de coisas femininas, fotos dos dois juntinhos e tudo mais!
Sem perceber, Jeno jĂĄ socava dois dedos bem fundo na sua bucetinha quentinha.
â Neno~ â vocĂȘ geme manhosinha, mordendo o ombro de Lee, nĂŁo queria chamar a atenção da sua mĂŁe que estava no primeiro andar, cozinhando o jantar.
Jeno brinca com o seu nervinho com o polegar, queria tanto gozar nos dedos do nerdinho.
Obviamente que gozou råpido, Jeno começa a deixar vårios beijinhos pelo seu rosto, deixando vårios selinhos no seu låbios rosinha.
moça faz mais 18+ do Jude Bellingham, do Keito Nakamura, do scoups por favor đ
Encima do jet-ski...
Scoups Ă fem!reader
(Pornografia sem enredo)
Notas: Aproveitando que essa jĂĄ estava guardada na minha listinha, resolvi postar. (Desculpa ter demorado tanto para postar alguma coisa, morecos. đđ)
Seungcheol - smut - namorado
Avisos: MDNI! Cowgirl, sexo em local semi-pĂșblico, dirty talk, dominação feminina momentĂąnea, apelidinhos, relação estabelecida, creampie e acho que sĂł.
VocĂȘ estava de joelhos no assento diante dele, o plĂĄstico quente contra a pele, as mĂŁos apoiadas nos ombros largos de Seungcheol. Sob seus dedos, a pele dele irradiava calor â o sol do dia inteiro ainda impregnado nela, misturado ao cheiro de sal marinho, ao traço amargo de suor e Ă quele odor de cigarro que sempre parecia segui-lo como uma sombra, um vĂcio que vocĂȘ aprendera a associar ao gosto da boca dele.
Ele estava sentado Ă sua frente, as pernas abertas numa postura relaxada que nĂŁo escondia a tensĂŁo que corria por cada fibra de seu corpo. O pau dele estava duro e ereto entre vocĂȘs, a ponta jĂĄ brilhante, jĂĄ Ășmida, pulsando contra o ar salgado como se tivesse vida prĂłpria. As mĂŁos dele repousavam em seus quadris, os polegares pressionando os ossos com uma firmeza que era ao mesmo tempo posse e convite, e ele a olhava com aqueles olhos escuros â olhos que pareciam despir vocĂȘ por inteira, que pareciam conhecer cada pensamento que cruzava sua mente antes mesmo que vocĂȘ pudesse formulĂĄ-lo.
VocĂȘ se abaixou devagar. TĂŁo devagar que cada centĂmetro era uma eternidade. Sentiu-o abrir vocĂȘ, invadir vocĂȘ, preencher vocĂȘ â a sensação de ser esticada, de ser tomada, fazendo seus olhos se fecharem por um segundo, um gemido baixo escapando dos seus lĂĄbios como um segredo que o vento levou.
Ele entrou inteiro, e vocĂȘ parou. Sentou-se completamente em seu colo, sentindo-o no fundo, pulsando dentro de vocĂȘ como um segundo coração, como se ele estivesse ancorado ali, enraizado em seu corpo. Os dedos dele apertaram seus quadris com mais força, e ele soltou um suspiro longo, a cabeça inclinando-se para trĂĄs, o pomo de AdĂŁo subindo e descendo enquanto ele engolia o prazer, os olhos fechados por um momento de rendição.
â Caralho, putinha â ele murmurou, a voz rouca, quase destruĂda, como se as palavras tivessem sido arrancadas dele Ă força. â CĂȘ aperta gostosinho...
VocĂȘ sorriu, um sorriso lento que sabia que ele podia sentir mesmo sem ver. Passou as mĂŁos pelos ombros dele, pelos braços, sentindo cada curva de mĂșsculo, cada veia, cada cicatriz que a pele guardava. E começou a se mover.
O gemido que escapou dele foi baixo, gutural, um som que parecia vir do fundo do peito, das profundezas onde ele guardava tudo o que nĂŁo dizia. As mĂŁos dele apertaram seus quadris com mais força, os dedos marcando a pele, e vocĂȘ sentiu o tremor que percorreu seu corpo.
â Assim? â vocĂȘ perguntou, a voz doce, com falsa inocĂȘncia, enquanto repetia o movimento, o cĂrculo lento no final de cada descida, sentindo-o tremer dentro de vocĂȘ, sentindo o controle que vocĂȘ tinha sobre ele.
â Assim...â ele confirmou, os olhos semicerrados, a respiração jĂĄ mais pesada, o peito subindo e descendo num ritmo que começava a perder a compostura. A testa dele estava levemente franzida, os lĂĄbios entreabertos, e ele parecia estar lutando para manter o controle.
VocĂȘ acelerou um pouco. O ritmo ainda controlado, mas mais firme, mais determinado. VocĂȘ subia e descia, o quadril girando em movimentos que vocĂȘ sabia que estavam deixando ele louco â cada rotação calculada para arrancar dele um gemido, um aperto de mĂŁos, um tremor. O som molhado dos corpos se encontrando preenchia o ar salgado, misturando-se ao bater suave das ondas contra o casco.
As mĂŁos dele escorregaram dos seus quadris para a sua bunda, apertando, guiando, mas vocĂȘ nĂŁo deixou ele assumir o controle. VocĂȘ manteve o ritmo, o seu ritmo, rebolando em cima dele como se ele fosse apenas o assento de uma mĂĄquina que vocĂȘ estava pilotando, os joelhos firmes no assento do jet-ski, o corpo inteiro trabalhando em harmonia, cada mĂșsculo afinado para o prazer.
â CĂȘ 'tĂĄ toda safadinha hoje, hein? â ele provocou, a voz um rosnado baixo que vibrou contra o peito dela, os olhos escuros brilhando com um misto de admiração e desejo. â Rebolando assim, toda controladora, mĂŽ...
â VocĂȘ nĂŁo gosta? â vocĂȘ perguntou, inclinando o corpo para frente, os peitos roçando no peito dele, a boca perto da orelha dele, sentindo o calor da pele contra seus lĂĄbios. VocĂȘ sussurrou as palavras, sentindo-o estremecer ao som da sua voz. â Gosta de ver sua puta rebolando gostoso em cima de vocĂȘ?
A mĂŁo dele fechou no seu cabelo, puxando sua cabeça para trĂĄs com força suficiente para doer, forçando vocĂȘ a olhar nos olhos dele. O olhar dele era escuro, intenso, cheio de uma fome que nĂŁo tinha pressa de saciar â uma fome antiga, profunda, que sĂł vocĂȘ sabia alimentar.
â Gosto. â ele disse, a voz grossa, cada palavra pesada como pedra, como se estivesse admitindo algo que preferia guardar. â Mas gosto mais quando cĂȘ perde o controle.
â Assim, putinha. â ele murmurou, a voz perdida, os olhos meio fechados, a testa apoiada na sua. O suor escorria entre os corpos, misturando-se ao sal do mar, e o cheiro de sexo preenchia o ar ao redor como um perfume denso e inconfundĂvel. â Assim, caralho... Rebola gostoso assim que eu vou gozar gostoso dentro dessa bucetinha.
VocĂȘ acelerou ainda mais. O corpo inteiro trabalhando, as coxas queimando, os mĂșsculos protestando, mas vocĂȘ nĂŁo parou. VocĂȘ subia e descia, rebolava, girava, cada movimento desenhado para levĂĄ-lo ao limite, para provar que vocĂȘ podia controlĂĄ-lo tanto quanto ele controlava vocĂȘ. O suor escorria entre seus seios, escorria pelas suas costas, e vocĂȘ sentia o gosto de sal nos lĂĄbios.
â Goza. â vocĂȘ ordenou, a voz rouca, os olhos fixos nos dele, firmes, implacĂĄveis. NĂŁo era um pedido. Era uma exigĂȘncia. â Goza dentro de mim, Cheol.
O orgasmo dele te atingiu como uma onda â sĂșbito, avassalador, inevitĂĄvel. Ele gemeu alto, um som rouco e desesperado que parecia rasgar a garganta, e as mĂŁos dele apertaram sua bunda com tanta força que vocĂȘ sabia que ia marcar, que os dedos dele deixariam sinais roxos na sua pele. Ele se enterrou fundo, uma Ășltima vez, e vocĂȘ sentiu o jato quente se espalhando dentro de vocĂȘ, preenchendo cada centĂmetro, cada espaço, como se ele estivesse marcando vocĂȘ por dentro, como se estivesse deixando uma parte de si em vocĂȘ.
â Chega, caralho! â ele riu, a respiração ofegante, o peito subindo e descendo num ritmo irregular. A voz dele estava rouca, cansada, mas havia um sorriso nos lĂĄbios. â CĂȘ vai me matar.
VocĂȘ parou, mas nĂŁo saiu de cima dele. VocĂȘ ficou sentada em seu colo, sentindo a porra escorrer, quente, escorrendo pelas suas coxas, molhando o assento do jet-ski. Inclinou o corpo para frente, depositando um beijo lento e molhado nos lĂĄbios dele, provando o sal e o suor e ele â o gosto familiar que vocĂȘ aprendera a amar.
â Mas que morte boa, hein? â vocĂȘ sussurrou contra a boca dele, um sorriso nos lĂĄbios, os olhos brilhando com a satisfação de tĂȘ-lo levado ao limite.
Ele riu, a mĂŁo subindo para sua nuca, te puxando para outro beijo, mais profundo, mais lento, a lĂngua dele encontrando a sua num movimento que era ao mesmo tempo posse e carinho. Quando se separaram, ele apoiou a testa na sua, os olhos ainda fechados, a respiração ainda irregular.
â Vamos voltar pra costa â ele disse, a voz ainda rouca, os olhos escuros brilhando com uma promessa que vocĂȘ jĂĄ conhecia. â Que eu quero te comer numa cama de verdade.
Gostou? Da uma forcinha aĂ, um comentĂĄrio ou uma curtida jĂĄ ajuda bastante. ;))
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Since my team is playing today against japan and I dint have the time to make art about it,I'm posting this old Brazilian Miku as the Abaporu art I made in highschoolđ