No, no quiero volver al pasado,
ni que el venga a mi.
Tampoco deseo vivir entre recuerdos y melancolía,
de lo que alguna vez pudo ser
y no fué.
Simplemente no pienso en retroceder
Moon dark

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No, no quiero volver al pasado,
ni que el venga a mi.
Tampoco deseo vivir entre recuerdos y melancolía,
de lo que alguna vez pudo ser
y no fué.
Simplemente no pienso en retroceder
Moon dark

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Hace tiempo ya,
que no persigo,
¿Por qué debería ir detrás,
cuando di abrigo,
y no fue suficiente?
La culpa no fue del tejido,
tal vez,
el destino aún aprendía a soltar.
Moon dark
Soy agua, soy fuego, soy fuerza e inspiración, soy trueno, soy lluvia, soy ruido y silencio, muerte y resurrección, soy esa esencia de mi alma por despertar.
N.P.
El diluvio
El diluvio delata en sus dialectos
delicias de las que no somos dignos,
danzas al rededor de los defectos
en donde desciframos raudos signos.
En sus pluviales pulsos putrefactos,
parecen disolverse nuestras penas,
porque, en la plenitud de sus impactos
las palabras también se vuelven plenas.
Todo lo abarca su tiniebla tétrica,
húmedo arco que traza los contornos.
Tartamudo temblor de terca métrica,
barca que tensa en tiempo en sus retornos.
Al perderse mi sombra solitaria,
siento que Dios no ignoró mi plegaria.
Rodrigo Panteonero. Otoño 2024
The 2.8 global Livestream preview is here and the masquerade Sonetto is here.
My theory right now is that they were waiting for 2.8 to hit global and release them simultaneously, like the discovery channel collab garments, so they MIGHt give them to us this update!!! With that said...
BLUEPOCH!!!! GIVE ME THE MASQUERADE GARMENTS! AND MY LIFE IS YOURS!!!!

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Soneto do Espelho Estranho
Alguém me habita e não me reconheço,
sou o inquilino, mas não sei a casa.
A voz que fala é minha e me atravessa,
mas chega a mim com um atraso que esqueço.
A psique escorre como um fio espesso
que entre os dedos se desfaz, desaba, passa.
Meu rosto é meu, porém a face é outra
no espelho opaco onde me desconheço.
Despersonalizo — e vejo o mundo frio
como uma cena em vidro separada,
gestos meus que não me pertencem mais.
Mas nesse exílio há um resto de navio,
uma âncora na voz ainda ancorada,
um quase eu que insiste e me refaz.
@on-the-edge-of-your-seat
Algoz da Miséria (soneto, junho de 2026)
Quando os olhos se fecham forçosamente Abre-se silenciosamente um etéreo portão Através da gélida noite, a sibilante serpente Que com manso sibilo anuncia a constrição
Da cauda, um ouvido invade dolorosamente As presas, o outro recebe completa atenção Mediante o silêncio e a luz, agora dormentes Ingressa o errante, inerte presa da escuridão
Livre dos sentidos criadores de uma falsa luz E da disforme sinfonia que sussurra falsidade Encontra-se agora pela via real que o conduz
Nada mais resta que uma envolvente verdade A pele falsa em combustão é manto que reluz Do lado de fora, nada que não seja a divindade
Soneto #15 - Theatrum Mundi: Doloris Actus
Tal inexorável desventura resignada Neste palco o solilóquio apresento, A arraigada entropia que eu lamento Com o ego a exasperação altercada.
Na prosódica representação do desalento Da sina, a execrável gênese é evocada, Remete à intempestiva e lancinante alvorada Que este parvo roga ao esquecimento.
Já pensastes vós também neste tema? És fortunado ou tua jornada é um erro? Agora, já conheces tu o meu teorema.
Ecos relegados ao infindável desterro, Sem redenção, recolho-me à diastema, Ao apagar das luzes, este ato eu encerro.
Matheus O.