E ela grita na conversão de outra balança chinesa Falsificara idade e ideologia Para escorrer sob os narizes avermelhados Rios de antigos lirismos extintos, Alice Desgarra do meu pescoço em cloro e pus, cara Rolha Desgraça de nome Neo Krishna Posição cigarra, casa conforto, pulmão o confronto Nascido de formigueiro, alcançara a alcunha de sofá Escorri por teu corpo védico delimitado em cobres e boatos Baetas em teus pés, sonham com a minha morte Devaneio centeio, o presenteia com colheitas tortas Somente vós, em corporificação de afeto poderia amar filhos bélicos Você imagina demais um único deus Saiba que somos tão pouco para conhece-lo Fomos tão poupa para à semelhança prometida Em vossa miséria, não ouviríamos o conselho de Zaratrusta Me beija como uma de suas francesas, Dona Leila Enfeitando-me com joias e companhias de aluguéis Onde nesta selva de Babel ousarão a lhe dizer não? A campanha dos doze trabalhos repousa em teu útero Devo vomitar o útero, neste primeiro segundo Dividindo espaço na vala com a estrela de um Davi mundano À tarde quando descia a luz de laboratório Deveríamos incendiar o submundo atrás do mar, concorda constelação inexpugnável? Caju ao contrário No ponto cruz de avós Catando moscas em sua sopa Enquanto balbucia mentiras sobre o garçom Em mares térmicos de um e setenta e quatro Formolou-se a inércia virtude Advinda do atraso ao chá das cinco Seu idioma nativo, é uma espécie do ápice do So-Lo-Mo
Não Matarás O Mantra, Pierrot Ruivo








