versão
passa-te muito tempo ao qual não sei, nunca soube, lidar mas vai cumulando uma espécie de apetite voraz um lugar que visito diversas vezes dentro da minha mente e então em mim, pulso longo segundos e minutos agrupados em horas como pólvora que queima-te num rompante cadências tuas um flerte passional pessoal, particular que te rouba o ar te acende te veste te devolve e te faço arte como bombeio como quando te abro pelo app e te repasso encontrando coincidências específicas vertentes ardentes e mudas, despidas de tudo aquilo que quis e, quando de fato apareces não te pareces com teu quadro pronto! é outra pessoa em desponte em deslize parece-te blefe gin diluído quase… e eu preciso te fechar os olhos para te encontrar.
Eixo Noir























