Él perdona todos tus pecados y sana todas tus dolencias; él rescata tu vida del sepulcro y te cubre de amor y compasión— Salmos 103:3-4


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Él perdona todos tus pecados y sana todas tus dolencias; él rescata tu vida del sepulcro y te cubre de amor y compasión— Salmos 103:3-4

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Dominor Tumulus - Senhor do Monte Sepulcral
Veni, veni Letifer, Dominor Tumulus et Falxifer é um dos epítetos de Qayin/Falxifer no corpus da Liber Falxifer (Corrente 182). Em latim, dominor = “governar/dominar” e tumulus = “túmulo/montículo funerário”; ou seja, “Senhor/Regente dos Túmulos (ou dos Montículos Sepulcrais)”. É a face cemiterial de Qayin — o “Primeiro Coveiro”, “Rei dos Ossos”, “Senhor do Crânio e do Corvo” — que governa e disciplina tanto os mortos “escuros e baixos” quanto os “elevados e benditos”. Dominor Tumulus é o eixo que conecta o nadir e o zênite do Reino dos Mortos, concedendo licenças para controlar, aplacar, banir ou direcionar os mortos — sobretudo os “Mortos Sombrios” (agressivos/obsessivos). Esse aspecto é chamado explicitamente quando a obra entra nas “estações” de Gulgálta (Calvário) e nos trabalhos com o ossuário/terreiro de ossos.
Para evocá-lo é necessário uma “Fórmula de Chamada do Primeiro Coveiro”, na qual aparecem títulos como Fossor (coveiro), Crucifer (portador da cruz) e Dominor Tumulus. Sua "chave sônica" de invocação para abrir os caminhos do Reino dos Ossos dentro da gnose necrosófica é "Veni Qayin Fossor… Veni, Veni Crucifer, Dominor Tumulus et Umbrifer!". Seu sigilo é o quarto e é um alto símbolo mágico que conecta o culto da morte com as fortes correntes Luciferianas. Este sigilo representa o conhecimento proibido manifesto através dos poderes da morte e dos mortos e é, portanto, um portal para a Gnose Necrosófica que é o objetivo maior dentro da linha Cainita do culto da morte. O sigilo é ligado à “Chama Tríplice do Submundo” e aos mistérios mais bem guardados da morte e dos mortos, e é usado dentro de trabalhos ligados ao poder do solo do cemitério e à habitação das sombras dentro dos ossos ocos dos mortos. O Sigilo de Dominor Tumulus é usado para invocar o Senhor dos Mortos, o Primeiro Coveiro, a fim de obter Suas bênçãos e proteção durante os mais perigosos dos trabalhos conduzidos dentro das sepulturas. Por esta razão, ele é carregado tanto como um talismã quanto um amuleto durante os trabalhos necromânticos. Em um nível mais esotérico, este sigilo também é conectado a Qayin ben Samael em Seu papel como a fonte da Linhagem de Sangue Ardente. Ele pode assim ser utilizado para obter visões sobre a forma como o Primeiro Ceifeiro, pela semeadura da morte em nome de Samael, colheu tanto os frutos da vida como o fruto da liberação da gnose proibida. Este sigilo é ativado pela chama de três velas pretas, oferendas de libação, e a fumaça de uma mistura de incenso consistindo de folhas de espinheiro-negro, patchuli, absinto e mirra.
Seu sigilo é usado em diversos rituais falxiferianos como a "Caixa do Espírito", "Feitiço do Sigilo da Ressurreição dos Mortos", para a Invocação e proteção de Dominor Tumulus e seus poderes através do Rosarium Mortis 4 e 5, o ritual "O Cetro da Sombra da Morte" para a consagração de sua vara, entre outros.
Cetro/Sceptre of the Shadows of Death (Bellicum Wand): um bastão (tradicionalmente de espinheiro-negro/blackthorn) descrito como “o cetro necromântico de Dominor Tumulus”, considerado uma das ferramentas mais importantes para chamar, comandar e direcionar as forças dos mortos. O texto adverte que um cetro adquirido “da maneira errada” nada faz além de arrastar o portador para a escuridão dos inquietos. Selo(s) de Gulgálta: o trabalho ossário é “pareado” aos selos Rei/Rainha de Gulgálta, que “acordam as sombras via seus vínculos físicos” e comandam os mortos “pela autoridade da Senhora Esquelética dos Montículos”. Esses selos também se gravam/pintam em ídolos/fetiches para “assentar” a força necrosófica.
A prática sob Dominor Tumulus é apresentada como iniciática e licenciada: o operador deve receber empoderamentos do próprio Qayin nessa face (proteção, autoridade, “distância segura” dos mortos ferinos) e também licenças de Abel (“o Primeiro Morto”, “o Apascentador das Sombras”), a quem Qayin sujeita os Mortos Sombrios. Dominor Tumulus no Corpus Falxifer consolida a linha negra/ossuária e são trabalhos sobre ossos, ossários, túmulos, disciplina dos mortos, também fornece a gramática ritualística para banir, controlar ou soltar mortos agressivos e, no polo oposto, venerar e instruir-se com os “Mortos Poderosos” (ancestrais/mestres) e integra com a teurgia necrosófica via selos de Gulgálta e com a feticharia sacra (ídolos, rosários preto-brancos, varas/cetros).
A Ablução Ritual para a Consagração da Estátua do Altar de Dominor Tumulus é um ritual esotérico que é usado dentro do culto secreto para santificar e consagrar o altar do Ceifeiro Canhoto. A estátua poderia ser feita de madeira (espinheiro-negro, videira e ciprestes têm preferência sobre o Palo Santo quando se trata da criação dos talismãs do Pajé da linha Cainita) ou metal (chumbo ou prata), osso (osso humano ou de algum animal conectado ao reino ctônico), argila (misturada com terra e outros elementos coletados de diferentes locais de poder), cerâmica ou gesso. Ela deve ser esculpida de tal modo que a sua forma seja dele, e possa harmonizar com o poder que ele está destinado a conter e representar. A mais simples e mais conveniente forma para este santo fetiche central é o de um esqueleto em pé, vestido com uma capa com capuz preto segurando uma segadeira sangrenta em Sua mão esquerda. Há também outras formas e aspectos mais esotéricos de fetiche que, ao invés da foice, seguram uma lâmina (Qayin Messor) que seria um bastão ou uma cruz negra. Ele funciona como centro de poder para todos os trabalhos com ossos, cemitérios e mortos — uma “antena ossuária” através da qual o operador pode chamar, disciplinar e instruir-se com os mortos.
Little corners I found while taking a stroll at the cemetery the other day.
Keep death in mind
Memento mori
Everything eventually falls apart.
Welder Wings

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FANART: PERSONAJES ORO Y ORELIA (FORTNITE)
¡Amigo, no me busques! ¡Los tiempos han cambiado y ya no me recuerdan ni los viejos! ¡No alcanzo con la boca las aguas del Leteo! Extiendo las dos manos. Tus ojos: dos hogueras, ardiendo en mi sepulcro –el infierno– y mirando a la de las manos inmóviles, la que murió hace un siglo.
Marina Tsvetáyeva
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