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✦ Nome do personagem: Kang Seohun.
✦ Faceclaim e função: Sangyeon - The Boyz.
✦ Data de nascimento: 28/01/1996.
✦ Idade: 28 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Qualidades: Focado, atencioso e dedicado.
✦ Defeitos: Inseguro, desconfiado e hesitante.
✦ Moradia: Tartaros.
✦ Ocupação: Assistente Técnico de Computadores.
✦ Twitter: @TT96SK
✦ Preferência de plot: CRACK, FLUFFY, ROMANCE, SMUT.
✦ Char como condômino: É tranquilo. Apesar de frequentemente ficar acordado até tarde jogando Seohun é bem silencioso, raramente fica sem seus fones de ouvido mesmo dentro de casa e recebe pouca gente. É solícito quando pedem favores a ele, mas raramente costuma pedir algo.
TW's na bio: Menção a homofobia e "outing".
Biografia:
Desde muito pequeno Seohun já sentia uma desconexão das pessoas; sua imensa timidez dificultava a sociabilidade do rapaz, que até certa idade não tinha nenhum amigo. Nenhum. Também não ajudava o fato de que, por motivos que até hoje não sabe explicar, as crianças na escola viviam implicando com ele, excluindo de qualquer convivência possível. Felizmente, com o passar do tempo, ele foi aprendendo a ignorar isso até o ponto em que simplesmente não podia ligar menos. Isso porque o garoto desenvolveu um hobby, que logo virava uma grande paixão: video games.
E não só gostava, o garoto também era bom nisso! Passava o dia todo jogando e, assim, ia aos poucos conhecendo pessoas, fazendo amigos e, consequentemente, se encontrando, criando uma identidade própria. Durante toda sua pré-adolescência e adolescência sua vida era quase que inteiramente virtual; achava ótimo poder explorar um mundo novo, fantasioso, sem aquelas pessoas que pegavam no seu pé. Sobretudo quando se tratava do seu jogo favorito: League of Legends.
E acabou que o tempo gasto não foi todo em vão! Bem novo, aos 15 anos, o garoto já era um jogador de alto nível dentro do sistema de ranking interno do jogo, conhecido na comunidade como Savage Kang (ou, simplesmente, savk), e não demorou para que ele começasse a jogar campeonatos pequenos, regionais, em times pequenos. Não era grande coisa. Até dava pra tirar um dinheirinho, mas a melhor parte era poder chamar atenção dos grandes: jogadores famosos, patrocinadores, times. Quem quer que olhasse para o rapaz ele ficaria satisfeito, se isso lhe desse oportunidades melhores. E deu! Em pouco tempo, já aos 17, jogava entre os maiores, num dos times mais reconhecidos do mundo todo!
Mas nem tudo são flores, né? Numa indústria tão grande, competitiva e lucrativa como essa, não importava o esforço tremendo que Seohun aplicava no esporte, nada que ele fizesse parecia ser suficiente. Os louros, por melhor que fossem, não compensavam o stress e a pressão envolvidos na profissão, sem contar as críticas com relação a sua aparência, que o faziam voltar para a época da escola. Uma coisa era fato, porém: o rapaz não dava a devida atenção para sua saúde, fosse física ou mental, e assim, no quinto ano de sua carreira como atleta profissional, tomou a grande decisão: aquele seria seu último. A parte engraçada é que, por coincidência ou não, foi nesse mesmo ano que ele atingiu o pico da sua carreira, vencendo o campeonato mundial de LoL.
Agora aposentado e com o troféu na prateleira, Savk podia se virar para si próprio, passando a cuidar melhor da sua saúde. Mas é claro que não iria parar de jogar, né? E por que não trabalhar com isso?! A vida de streamer era bem diferente da de atleta, mas as diferenças eram todas positivas para o seu estilo de vida atual! Sua rotina era muito mais leve e ele tinha mais tempo para se cuidar, e aos poucos, com o autocuidado, veio também o pouco de autoestima que conseguiu criar, uma vez que se via pela primeira vez na vida satisfeito com seu corpo e mente.
A descoberta de sua sexualidade foi bem precoce, mas ele não tinha a autoconfiança necessária para se relacionar com alguém, ainda mais se esse alguém fosse outro garoto. Quando criou esse senso, porém, passou a viver uma vida mais livre; ainda era pouco sociável, ainda preferia ficar em casa, mas se deixava viver, ter experiências novas, conhecer pessoas e “namorar”. Ele se aceitava! Mas ainda não estava pronto para se abrir para o mundo. O problema é que tem coisas na vida que não dá pra controlar, né?
Como ele ia saber que seu roommate, que também considerava um de seus melhores amigos, era secretamente um grande homofóbico? A merda aconteceu num fim de semana em que Seohun acreditava que ficaria sozinho, por causa de uma viagem do outro rapaz. Convidou, assim, um “amigo” para sua casa. Os dois estavam sentadinhos no sofá, numa boa, vendo um filminho e trocando carícias, quando foram surpreendidos com o colega que voltava para casa, “flagrando” a cena. Só isso. Dois rapazes vendo filme e sendo carinhosos um com o outro. Na hora, o silêncio tornou a situação apenas desagradável, mas teria sido tudo perfeito se ficasse daquela forma. Poucas horas depois via seu celular bombardeando de notificações, demorando um pouco para entender que não só sua sexualidade havia sido exposta na internet, mas junto dela foram destiladas um monte de mentiras sem cabimento, desde que o garoto era promíscuo até acusações de uso de drogas, lícitas e ilícitas, coisa que nunca fez. Poucos foram os que ficaram do lado de Savage nessa, e mesmo assim, a mentalidade do rapaz não era mais a mesma.
A história de Seohun pode ser facilmente dividida em “antes e depois”. A apunhalhada que levou teve sequelas tão intensas em sua cabeça que este definitivamente é o episódio mais marcante da vida do garoto, sendo um divisor de águas. Qualquer senso de autoestima e autoconfiança que havia criado morreu ali. Perdeu parcerias, patrocínios e, principalmente, teve sua imagem suja por causa de mentiras. E esse nem era o pior; a pior parte era ter o público fiel, que jurava que iria lhe apoiar para sempre, virando as costas para si e acreditando na primeira pessoa que veio falar absurdos dele por aí. Foi devastador.
Com a saúde mental bastante mutilada, num ato de pura impulsividade, mas numa necessidade de autopreservação, o garoto decidiu buscar abrigo no único lugar físico em que conseguiu sentir paz alguma vez na vida, um lugar que costumava visitar com a família quando era criança: a ilha de Udo, parte do arquipélago de Jeju. Só de pensar no local sentia seu cérebro formigar com memórias afetivas, desde o cheirinho da brisa que vem do mar à massagem que a areia da praia fazia em seus pés, na época em que era apenas um garotinho e nenhum desses problemas podiam lhe afetar. Talvez seja por isso que tenha buscado novamente o local, por se sentir como um garotinho indefeso que só queria mesmo se esconder debaixo das asinhas dos pais — embora estes sejam muito rígidos para lhe dar qualquer abrigo. Pegou uma parte de suas roupas, todas suas economias e, claro, não podia deixar para trás seu computador, e foi, de mala e cuia, sem passagem de volta, por tempo indeterminado para aquele paraíso em forma de ilha. Um “período sabático”, por assim dizer.
Não queria mais saber de streams, de ser uma figura pública, de ter presença nas redes sociais ou centenas de milhares de seguidores. Queria agora se esconder dos olhares julgadores e ter a chance de viver um dia de cada vez, sentindo aquele vento limpo e refrescante que só Udo poderia lhe oferecer. E ali passou uma semana. Duas. Um mês. Dois. Três. Quando se deu conta já ia fazer um ano em que estava no local. No fundo ele sabia que não podia fugir dos problemas para sempre, mas certamente era bem mais confortável assim… Viver no meio do nada, uma vida tranquila e pacata, sem ser confrontado pelo que andavam falando ou pensando de si por aí, pela internet, mantendo contato apenas com quem realmente valia a pena. Era uma vida. Uma boa vida. Mas aquela não era a sua vida, não era a vida que queria ter. Mas Seohun só conseguiu concluir isso quando foi obrigado, confrontado com a situação ao voltar para a casa dos pais durante as festas de fim de ano e ver como as coisas mudaram enquanto ele estava fora e ele não teve a oportunidade de ver. Seu pai, agora com a saúde bastante fragilizada, temia não ter mais tanto tempo pela frente, e qualquer ressalva que ele pudesse antes ter em relação às escolhas de vida e à orientação sexual de seu único filho agora pareciam tão pequenas e insignificantes.
Isso ajudou a abrir os olhos do rapaz, que finalmente conseguiu dar início ao seu processo de cura. Em pouco tempo já estava organizando as coisas para voltar à capital, indo morar no apartamento que comprou antes mesmo do projeto de reforma do condomínio, o Acropolis Complex, ser colocado em prática. As feridas ainda estão abertas e ainda doem, e ele não tem planos de voltar a trabalhar com a sua imagem, pelo menos não tão cedo, mas ao menos Seohun sente que está finalmente caminhando, fazendo progresso, depois de ficar quase um ano parado no tempo.
『 짜잔~~어제 공연보러온 율언니랑~😘
언니가 열심히 응원해줘서 2회공연임에도 불구하고 서피는 아주아주 힘이 났어요~😤ㅎㅎ어머님도 응원해주셔서 힘이 불끈불끈!!ㅎㅎ 바쁠텐데..넘넘 고마웠어율~알럽율💕 』
『 이 런 공연을 엄마랑 함께👭 생생하게 눈앞에서 볼 수 있게 해준 우리 막냉이와 모든 배우분들 스탭분들 감사하고 고생 많으셨습니다 감동.. ☺️ 나날이 발전하는 우리 막냉이 뿌듯하고 사랑스러웡 최정원 언니가 도나인건 .. 꺄.. 서피 네가 정말 부럽다💃 #맘마미아#우리막냉이#잘한다#보는내내엄마미소#정작엄마는울고#우리막냉이뽀뽀너무많이하는듯🤔 』
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