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Other than beating Eli Manning in the Super Bowl?...#nyg #SB42 #SB46 https://www.instagram.com/p/BrS1OZkhhnh/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=daq1vug9ltwz
Capítulo 46 - Mistaken.
Acordei com uma dor de cabeça irritante, meus ouvidos pulsando, meu coração acelerado. Só consegui abrir os olhos depois de alguns segundos, não reconhecendo o ambiente. Estava em algum tipo de cubículo completamente vazio a não ser por mim, deitada desconfortavelmente no chão. Uma grade se encontrava aos meus pés, uma corrente bruta de metal a prendia com uma porta de ferro. Tudo que eu podia ver eram caixas de madeira, milhares delas, todas iguais. Apoiei meu peso nos cotovelos, tentando me levantar. Arrependi-me instantaneamente, a dor era insuportável. Repousei a cabeça no chão mais uma vez e deixei que o sono chegasse. Eu sei que estou sonhando, mas não consigo controlar os movimentos da Ashy do sonho. Eu corro em direção à uma floresta, é notável que estou fugindo de alguém. Sinto o medo, o suor me escorre pelas têmporas mas me recuso a desviar meu foco do destino. No momento em que meus pés tocam a relva, eu entro em uma queda assustadora. Sinto o vento em meu rosto, secando o suor e espantando qualquer esperança de sobrevivência que eu tivera. Acordei com um susto, me sentando bruscamente e fazendo minha cabeça latejar mais uma vez. - Já era hora! Garota folgada. - A voz veio de fora da grade. Pude reconhecer a silhueta de uma pessoa, um homem pela voz. Eu: Quem está aí? - Eu tentei enxergar o homem, mas a iluminação era pouca e a dor de cabeça provocava manchas pretas em minha visão. - Não é com quem está aqui que você devia estar preocupada, mas sim com o que vamos fazer com você. - Ele riu, um som rouco e assustador. Eu: O que você quer? - Minha voz era fraca, minha garganta estava seca como se eu tivesse engolido um punhado de areia. Dessa vez não obtive resposta, o homem ficou parado por uns bons 2 minutos. Enquanto me esforçava para enxergá-lo, ele tirou algo das costas, percebi que era metálico pelo barulho insano que provocava em contato com a grade quando o homem o arrastava até completar a volta toda e depois refazia o percurso. Um grito horrível e assustado escapou pela minha garganta enquanto eu me encolhia no meio da cela, tentando evitar os extremos. Aquele barulho atravessava a concha que havia feito com as mãos nos ouvidos e perfurava meu cérebro. Até que havia silêncio absoluto, um oco no ar. Meu grito havia falhado a muito e o homem não estava mais presente, e então, fui deixada mais uma vez desconfortavelmente assustada e um barulho agudo em meus ouvidos como companhia. Eventualmente peguei no sono e só percebi quando acordei suando. Minha noção de tempo me dizia que era madrugada, apesar do ambiente fechado me fazer pensar que minha mente poderia, a esse ponto, estar me pregando peças. Depois de um tempo, foi possível reconhecer um cochicho baixo, uma conversa sussurrada. Me aproximei da grade com a corrente e pressionei meu ouvido contra o metal na intenção de ouvir algo que pudesse me tirar daquela situação. Tentei me concentrar por alguns minutos mas os sussurros eram incompreensíveis, até que cessou. Depois, estalos de salto-alto e outro par de sapatos batendo no chão preencheu o ambiente e eu me joguei à posição anterior quando percebi que estavam vindo na minha direção. Fechei os olhos com força e torci que não reparassem que eu estava acordada. Os passos pararam, bem na frente da cela. - Mas como você é burro! Essa é a garota errada. - Uma voz feminina extremamente fina esclamou. - Eu não entendo, o retrato… - O mesmo homem de mais cedo tentou argumentar. - Cale-se! Se livre dela e me traga a que eu ordenei. - Ela estalou a língua e saiu batendo os salto até que fosse impossível ouví-los. Um alívio repentino me invadiu, eu não era a garota… Mas então, o que fariam comigo? O que a mulher quis dizer com “se livre dela”? O medo arrepiou minha espinha até que fosse impossível controlar o tremor de meus membros. Um baque surdo foi produzido quando o cadeado da corrente foi ao chão, não pude evitar de abrir os olhos e me sentar, assustada com o barulho. - Realmente sinto muito por isso. - O cara adentrou a cela. - Mas pense por esse lado: morrer vai ser bem mais fácil do que se tu fosse a menina certa. - Ele piscou, fazendo que eu tivesse vontade de cuspir em seu rosto. Eu me controlei, não era o fim ainda e eu lutaria até que fosse.
***
O tal cara me arrastou pelos pés por um caminho torturante, cada saliência era um ponto de dor excruciante, até que eu estivesse deitada em campo aberto, minha cabeça latejando e meus pés dormentes pelo aperto. Por um segundo, achei que poderia correr, que ele tivesse me deixado ali para encarar uma morte por causas naturais. Mas então o ouvi gargalhar e então engasgar. - Me desculpa, fico nervoso quando chega nesse ponto. - Ele disse, tossindo. Sentei-me e o encarei. Ele segurava uma arma com as duas mãos apontada para mim e me olhava fixamente. Meu corpo todo gelou, mas então, lembrei da minha promessa de lutar e respirei fundo. Eu: Você não precisa fazer isso. - Tentei soar gentil mas o rouco em minha garganta fez com que a frase saísse um pouco grave. - Ah, eu tenho! - Ele berrou. - Tu não conhece ela! Não sabe o que ela faz com quem desobedece! - Ele tremeu e a arma escorregou. Tudo aconteceu muito rápido, no que ele tentou agarrar a arma, a disparou acidentalmente, acertando o chão com um barulho ensurdecedor, e caindo de sua mão. Aquela era a distração que eu precisava, juntei toda minha força, me levantei e corri sem olhar para trás. Eu suava frio, meu corpo todo protestando por ter estado tanto tempo parado mas eu me recusava a perder o ritmo, temendo minha vida. - Volte aqui, peste! - Eu ouvi o cara gritando. Provavelmente já teria recuperado a arma e estaria atrás de mim a essa altura, mas o oco em meu estômago viajava até meu cérebro, fazendo com que eu não conseguisse discernir passos além dos meus. Outro som ensurdecedor e eu tropecei em meus pés com uma dor insana no ombro direito. Levei um longo segundo para perceber que uma bala havia passado de raspão por mim. Mas aquilo não podia me parar, e eu continuei correndo até que entrei na floresta e ganhei vantagem bastante para poder olhar para trás. Não havia sinal do homem, eu bufei de alívio. Segui um caminho zigue zague sem me preocupar com a direção, já estava perdida de qualquer maneira. O sol estava nascendo na minha frente, então eu sabia que ali era o leste, não que fosse de muita ajuda, não fazia a menor ideia de onde a cidade ficava e nem a distância a percorrer para chegar a uma civilização. Mas, de qualquer jeito, não deixaria de tentar. *** Caminhei pela floresta até que o sol marcasse o meio do céu, meio-dia. Meu estômago era um oco inimaginável, a fome já havia o consumido a muito, minha garganta ficava mais seca a cada passo. Até que adentrei uma clareira não muito grande, mas o bastante para que o som de alguma fonte de água esperançosamente perto se propagasse por ela. Andei por mais alguns metros sendo guiada pelo som de água corrente e quando avistei o riacho, disparei em uma corrida desesperada. Não era muito grande, de pé, a água batia na minha cintura, mas era perfeito para o banho que eu tanto ansiava. Enchi minhas mãos com água e a tomei, feliz. Aquilo era um sinal, eu não podia desistir. Depois de me banhar e recolher o máximo de galhos secos que pude, juntei quatro pedras na clareira e os joguei dentro. Sorte minha que meu isqueiro ainda estava no bolso, junto com um maço completamente amassado de lucky strikes. Ascendi uma fogueira improvisada quando a noite caiu estranhamente rápido, me encolhi ao lado dela e esperei que os pesadelos não fossem piores do que a realidade. Acordei no meio da noite quando um som de estalo de galho seco percorreu a clareira. Me levantei rapidamente e tentei apagar a fogueira com todo meu esforço. - Tu foi burra demais, acreditava mais em ti, garota. - A voz do homem me atingiu. Eu balancei a cabeça em negação, torcendo para que fosse só imaginação mas quando me virei, lá estava ele parado como se o mundo fosse esperar. Reparei que não via arma em lugar nenhum e suspirei em alívio. Pelo menos isso. - O que tu acha de me acompanhar e eu acabar logo com tu? - Ele começou a caminhar na minha direção. Não vai ser dessa vez, meu amigo. Eu corri até ele, me jogando com minhas forças restantes e o derrubando. Tentei o socar o máximo que pude, até que eu tivesse feridas nos nós das mãos. Eu: Não vou morrer hoje, tenha certeza disso! - Eu urrei. Só parei quando o cara desacordou e percebi que não tinha sido uma luta de uma via somente, eu estava um caco. Revirei os bolsos do homem enquanto ele estava desmaiado e sorri histericamente quando reconheci o formato de um celular, não, o MEU celular. O peguei e corri, corri até que tropeçasse e caísse, sem mais forças para continuar. *** Acordei desnorteada, segurando firme meu celular perto do peito e respirando com dificuldade. Olhei para o céu e era tarde, finalzinho da tarde. Respirei fundo e disquei o único número que eu sabia que atenderia no primeiro toque. Dito e feito. - Alô? Eu: ...Mãe?
Até a próxima temporada, Ashy!
Próximo Capítulo >>
I'm seeing a pattern of great #dadads and horrible #momads.
Super Bowl XLVI Goes Social: Amplifying the Game Experience Online [INFOGRAPHIC]
The Super Bowl XLVI was a social media success thanks to the Indianapolis Super Bowl XLVI Host Committee and team at Raidious, who created and managed the first ever Super Bowl Social Media Command Center. Using the Awareness Social Marketing Hub, the were able to capture a tremendous amount of data and here is just a taste of what they will do with it. http://seb.tl/wKK6e5 #domainnames

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GQ opinion piece
Super Bowl Sunday dawned the way they all do, with utter indifference to our Lord and Savior. The conservatives never tire of reminding us that America is a Christian nation, but We the People never tire of demonstrating that the Sabbath can be safely ignored, especially when trophies are at stake. When my friend and I woke in a La Quinta Inn located miles away from Lucas Oil Stadium (all the convenient downtown hotels were packed), it took us a while to remember where we were, that's how late we'd been out partying with the likes of Jon Hamm and other Hollywood types who'd flown in to Indiana for the big orgy. The only class of celebrities not present were the presidential candidates, who knew better than to spoil the fun with their Cassandra-like rhetoric of disaster. That, or they realized how crazy they'd surely seem surrounded by scores of models in push-up bras clamoring for a shot at Jon Hamm's room key while being ogled by software zillionaires who'd paid a tidy thousand bucks a head just to be there with him in the same night club. I met at least four such magnates at the party, and none of them seemed at all worried by the deficit.