Ik wil echt eens goed roepen waNT IK BEN HET ZO BEU.
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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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my art about the second book of ROEP trilogy The Dark Forest (by Cixin Liu)
some characters of my like :)
Very pretty pony
Fun playday pony This is Pepper he is a 7 year old 12 hand paint pony. He is a great playday pony, has done parades, barrels, poles, been roped on and more. This is a super fun pony. Easy to ride for anyone. Great at leadline and kids can grow into him. $2800 Weatherford, TX call or text 254-433-0806
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Roep om strengere regels vechthonden
Roep om strengere regels vechthonden
Er moeten strengere regels komen voor het houden van agressieve vechthonden, dat vindt een aantal dierenwelzijns-organisaties na een reeks incidenten waarbij de (more…)
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Ribbons of Excellence Day! #ROEP

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De lachvogel roept
Episódio 1:
Episódio 1: um esquecimento é tudo o que você precisa
Naoto Hamazaki é um garoto de 15 anos, sua vida nunca foi muito normal, pra começar ele é um Caçador de vampiros desde que se entende por gente, desde pequeno ele pertence ao Clã do meio Sol de Caçadores, ele caça essas criaturas, frias, pálidas, e malignas sabe bem o quanto são perigosas,mas a história não começa por aí. Era volta as aulas das férias de meio de ano, na Academia Sharon, fazia quatro meses que ele estudava lá, um novo semestre para alunos pendurados, mas mesmo com a volta as aulas a Academia não tinha mudado, enorme, dormitórios do outro lado, um enorme jardim, e a floresta mais ao Leste, adolescentes para todo lado sentados na Fonte que era na frente do portal principal, mas para ele não significava nada, nenhuma mudança, as coisas andavam meio difíceis após o assassinato de seus pais em Kaito, muitas vezes me lembro do pior dia da minha vida em que ele chegou em casa encontrou seus pais ensanguentados na cama, o assassino não deixou qualquer vestígios, só uma rosa nas mãos de seus pais e uma tristeza profunda e amarga; sentia falta deles ao seu lado em cada decisão, quando morreram o mesmo espaço que ocupavam, foi arrancado isso dói muito, mas de qualquer jeito tinha que se recuperar, depois disso se mudou para Tenkai uma pequena ilha no Japão com seus tios Akuran e Morita, que sempre foram com segundos pais para Naoto, sempre ficaram ao seu lado, dando apoio em tudo. Na aula de Inglês, a professora mais chata da Academia que infelizmente tem aula 3 vezes por semana com ela, o que é horrível, ela sempre ficava o fitando como se quisesse matar-lo, o que o deixava com uma pontada de terror ao passar por ela, Matsui meu melhor amigo desde que cheguei ali sempre ficava fazendo piada dela e inventado apelidos pra ela, mas eu não, porém ela muito pé no saco com ele. Depois da aula ele foi ao banheiro, era todo branco, com fileiras de cabines e um grande espelho, o banheiro fazia lembrar os de filmes de terror, coisas brancas sempre dão um ar de terror nas coisas, e isso fazia Naoto não gostar do banheiro. Ele lavou as mãos enquanto olhava no espelho sujo, pensando no que poderia ter cheiro pior do que um banheiro masculino; porém algo estava errado no espelho: um fio fino e vermelho saia das extremidades, e o cheiro metálico invadiu o banheiro, Naoto olhou para as mãos, que agora tomavam um tom vermelho escuro, pingava, aquilo era sangue, sangue por toda parte na pia, no espelho nos boxes. O garoto se afastou da pia, porém não iria gritar, aquilo estava bem longe de ser algo real, ele fechou os olhos com a respiração ofegante, e tentou se acalmar e finalmente abriu os olhos e o cheiro metálico e o sangue havia desaparecido e o banheiro voltava com sua aparência normal e feia. Ele sentou no chão e riu nervoso, estava ficando louco, abriu a mochila e tirou o caderno com capa marrom e surrada, com um “ Pertence a Tenshi Hamazaki” era o caderno que ele escrevia todas as coisas que aprendia sobre os vampiros desde adolescente e depois passou para Naoto. Ele abriu, tinha uma foto de seu pai com ele no pescoço, com um sorriso banguela, um chapéu do mickey, na Disneylândia; na página que falava sobre os olhos dos vampiros, “Vampiros recém-nascidos obtem uma coloração amarelo clara nos olhos que com o tempo que seus dons limitados aparecem ficam laranjas, e a precisam beber constantemente sangue. Já os vampiros que nascem vampiros, como famílias clássicas, tem olhos cor de Jacinto, ou Ametista, eles são ameaças, muito fortes, pois seus dons são muito incomuns e cada um tem o seu próprio não precisam beber tanto sangue. E por último os puros -sangues, são a raça mais forte dos vampiros, eles possuem 100% de células vampiras em seu corpo, os olhos deles são vermelhos, e seus poderes ainda desconhecidos, pelo fato se terem sido exterminados a muitos anos da face da terra.” Ele ficou olhando pra foto e para o buraco na sua mochila, que foi mordido no último final de semana pelo seu cachorro, que comia qualquer coisa que via pela frente inclusive o anão de jardim da sua tia. Mas seu pensamento se interrompeu ao ouvir a voz estridente e espontânea de Matsui no corredor. - Ei você está aí te procurei por toda parte! Vamos se virem agente aqui depois da aula vão encher o saco!- Matsui estava na porta olhando para todos os lados possíveis, se ninguém estava vindo. - Já vou.- Enfiei o caderno na mochila e sai. O sol já estava se pondo, quando Naoto chegou das aulas extras da Academia,( que seu amigo preguiçoso não fazia nenhuma delas, pois estava muito ocupado dormindo). Ele abriu a mochila, para fazer o dever de casa de Matemática. - Maldito buraco! - O que foi?- Perguntou Matsui não entendo a histeria. - Meu livro, sumiu, acho que ele deve ter caído da minha mochila. Eu preciso ir buscar.- Eu disse já colocando os sapatos, já era a noite, provavelmente só haveria faxineiros lá, mas como era expressamente proibido voltar a academia ou ficar lá depois do horário de saída, ele não podia ser visto, pegando sua faca , só por precaução, saiu pela janela do quarto. Não havia lua naquela noite, um vento frio e forte balançava as copas das árvores, olhou para todas as direções checando se não havia ninguém o vendo, e viu a porta do jardineiro que estava aberta, e logo saiu do campus, para o território da Academia, quando rodou um pouco o lado de fora até encontrar a janela da cozinha, abriu ela facilmente, e entrou na Academia. Quando saiu da cozinha, sai correndo o mais rápido para as escadas, foi bem prático ao subir. Chegou ao 3° andar escuro e vazio, mas ouvindo um barulho vindo de cima. O 4° andar. Que realmente nunca havia estado lá, sempre estava de reforma ou interditado; mas ouvia-se um barulho de vozes lá de cima, Naoto quis pensar que fosse um faxineiro, então ignorou e rapidamente, correu até o fim do corredor extenso e viu o banheiro. Checou novamente se não havia ninguém lá, e entrou dentro do banheiro, o livro com a capa sem graça e surrada estava lá debaixo da pia. - Aah…- suspirou aliviado. Enfiou o livro no casaco e andou até a escadaria,porém as vozes tinham aumentado, eram muitas muitas vozes, sem duvida não era um faxineiro, tentou ignorar de novo mas sua curiosidade falava alto demais pra isso, então resolveu subir. A cada passo que andava as vozes iam aumentando, aumentando torcendo para não ser um conselho de Classe de inicio de bimestre; quando pisou no 4°andar observou que ele estava intacto sem defeitos, sem reformas, com uma enorme janela que ia do teto ao chão.Mas as vozes ainda tomavam aquele lugar altas e claras como as aulas de manhã. Então decidiu-se olhar no vidro da porta da sala de aula. - Não pode… não pode ser! Ele não acreditava no que via, alunos vários deles uma aula noturna, mas tinha algo errado eles eram pálidos, com olhos laranjas, amarelos, violeta, sem duvida presas. Vampiros. Eles estavam lá numa turma só de vampiro, vendo nos vidros de as outras salas não era diferente, de repente a ficha caiu, de tudo que ouvira falar sobre a Academia, as punições ao entrar na Academia depois do horário de saída, o desaparecimento misterioso de uma aluna, no dia da Feira de Ciências que uma havia uma mancha vermelha na parede da secretária, ele percebeu, mas nem levou a frente, e várias outras coisas, era difícil de acreditar que na própria escola, na escola de um Caçador de Vampiros havia vampiros estudando num turno da noite; Ele descobrira um segredo, mas não poderia ser somente cozinheiras deixavam cair cabelo na comida, não, era isso uma coisa tensa, e mórbida. Mas não pensou por muito tempo: 2 vampiras vinham no corredor, corri para trás do bebedouro o mais longe possível. - Sabe eu comprei um novo blush, acho que ele dura mais…- elas disseram entrando na sala. Quando ouviu a porta se fechar, Ele saiu, e queria saber mais sobre aquilo, deveria ter algum coordenador, então ele foi andando lendo o nome grudado nas portas, e finalmente achou (coordenadoria) parou ao lado da porta, e olhou na brecha, parecia um conselho, vários e vários vampiros, e o diretor estava lá bem no meio, ajoelhou-se e ouviu a conversa. - Hebiki aquele casal em Kayto não é da nossa autoria, aquele açougue que fizeram neles não é característica nossa, e com certeza não tínhamos nada contra eles.- A garganta apertou. - É bom mesmo pois vocês devem se lembrar da última guerra, o que aconteceu com vocês quando se meteram com Caçadores, e nessa escola não se ensina tais conceitos!- Disse o diretor sério. Ele ficou paralisado, tinha certeza que falavam dos seus pais, “açougue”, aquilo possesso por raiva, mas era o que havia acontecido, não teve muito tempo para pensar o sinal bateu alto e estridente. sinal de intervalo + escola de vampiro+ um humano= Naoto morto. Correu tentando achar um esconderijo, então quando virou para o corredor da direita viu a despensa entrou lá, entre as vassouras, no espaço minúsculo, e respirou fundo sem fazer nenhum barulho. Ouviu os passos, muitos deles, ficou pensando no que faria se me atacassem, e eu com uma mera faca. Os passos, empurrões e batidas pararam mais ou menos depois de dez minutos (os piores de sua vida) saiu sem em respirar e olhou para os dois lados, e virou de volta para a sala do diretor, mas quando virou: - Hmmm humano! Não te falei Shiroi Três vampiros, todos com olhos violetas, e maliciosos. - Bem que eu senti cheiro de carne, é agora que mato a minha sede - Disse a menina com cabelos cor de fogo. Um menino com cara estranha, como se uma parte do seu rosto estivesse sombria, e a outra triste, arrependida como se odiasse fazer aquilo, foi em sua direção, Naoto sem hesitar o seu reflexo correu para a sala mais próxima, mesmo depois se arrependendo amargamente de ter feito tal ato. - Eu não acredito que o deixou fugir ! Os vampiros entraram na sala, o cabelo da menina ruiva aumentava, logo o cabelo que já era grande até o joelho começou a crescer e aumentar tinha uns 10 metros e se mexia, seu cabelo se enrrosou na perna de Naoto, que pegou a adaga e cortou-o. - Aaaaah maldito - Ela gritou parecia sentir dor.
O vampiro de duas faces foi pulou em cima de Naoto que chutou ele para parede, mas chutar e bater me vampiros não adiantaria muita coisa, como se estivesse atrasando a morte, ele sabia que teria que dar um jeito de sair; ele pulou de cadeira em cadeira para não passar por eles; uma vampira extre- -mamente bonita e encantadora, 4 pegou a mesa do professor para jogar nele, mas quando ela estava levantando, a porta se abriu, e na porta havia uma garota de cabelos negros como a escuridão e ondulados como as ondas do mar, seu rosto era pálido, sem evidência de sangue algum, com olhos castanhos de morto, apesar disso ela era muito bonita, chegava a assustar ela usava o típico uniforme das estudantes japonesas;Blusa de marinheiro preto com listras brancas e saia pregada acima do joelho. e um laço roxo, com uma bota preta, Naoto viu nela uma psicopata, sabia que que era perigosa, seus olhos carregavam isso, ainda mais com aquele sorriso falso , seus traços não eram orientais, mas esse foi um rápido momento que não se lembrou que tinha que fugir daquele lugar.
- Quantas vezes já falei para não, pegar presas no território escolar, isso é proibido. Vão para o intervalo depois resolvemos isso. - Desculpe-nos Liz-san, mas - Naoto não hesitou em sair pela porta correndo. -” Droga eles vão me pegar” pensou ele enquanto corria no corredor com um monte de alunos olhado pra ele, sentiu uma coisa fria imobilizando seu corpo olho em volta somente um fio violeta depois disso só viu a escuridão, havia desmaiado. Quando acordou não sua cabeça estava doendo meio tonto, reconheceu a sala do diretor ( que tinha uma aparência bem engraçada meio nerd meio dono de casa com a pantufa e o roupão), a sala tinha paredes amarelas e quadros diversos, e percebeu que seu caderno estava em cima da mesa. - Tenho que lhe pedir desculpas pelo efeito do poder da minha aluna Liz. - A quanto tempo? A quanto tempo faz isso?-Disse Naoto tentando levantar e coma mão na cabeça. - O que manter vampiros numa escola? A 10 anos atrás depois da grande guerra entre vampiros e caçadores, precisaram de um lugar seguro para ficar então fiz um acordo com o Parlamento do Sangue. Depois da guerra o mundo ficou uma lugar bem perigoso para os vampiros, mas você sabe isso mais do que eu não é Naoto? - Ele olhou para seu caderno, tentando se levantar, tinha uma marca roxa no braço, parecia um laço,ou marca de cordas; logo se lembrou da aparência estranha daquela menina, ela deveria ser “a tal Liz”; sua cabeça parecia pesar uma tonelada. - Suponho que já sabia sobre a minha “identidade”, não fez cara de espanto. - Foi a primeira coisa que seus tios contaram, te colocaram aqui com o intuito de mais proteção. - Mas onde ficam? Eu não vi outros dormitórios perto daqui. - A mansão não tão abandonada ao lado. - Perfeita localização, colegiais frescos ao lado - ele retrucou, Naoto era um caçadores do que os vampiros eram capazes, e que não resistiam a tentações grandes como essa. - É com certeza, mas nunca encontrei alguém responsável para monitorar-los. Naoto logo lembrou que tinha que ir. - Bom foi uma ótima conversa e eu tenho que ir, foi um dia estranho, não quero que de meia noite e um outra aberração apareça pra mim. - Ele pegou seu caderno e foi abrindo a porta - Naoto se quiser conversar sobre seus pais, estarei aqui. - Você não pode ser um diretor normal tipo falar “Não quero mais ver você saindo de sala de aula?” - Isso também.- O diretor deu um sorriso tímido. Chegando no quarto, Matsui ainda estava acordado fazendo os deveres , deveria ser umas onze horas da noite, ele frequentemente ele esquecia dos deveres, e fazia correndo de madrugada. - Oi cara conseguiu pegar seu… - Ele olhou pra o amigo com a camiseta rasgada, com um monte de arranhões no corpo todo - O que aconteceu com você ? - A eu.. hãn… Eu… —- “ Na verdade eu fui buscar meu caderno que falava sobre vampiros, que acidentalmente caiu da minha mochila, descobri que na nossa escola tem aulas para vampiros, fui atacado por três deles e desmaiei, acordei na sala do diretor e descobri que ele fazia isso a 10 anos e sabia que eu era uma caçador de vampiros, fora isso o dia foi bem normal.” - Eu cai num buraco e fiquei preso lá durante um tempo, mas eu consegui pegar meu caderno. - Ah então tá, afinal pessoas caem em buracos o tempo todo, fez o dever de inglês ? A PROPOSTA No dia seguinte tudo parecia bem normal, nos padrões da vida de Naoto claro; Matsui continuava a fazer experiências estranhas, tava tentando misturar a genética das plantas. - Isso aí não é ilegal? - Matsui olhou pra ele com a cara de louco varrido, parecia um cientista maluco fazendo aqueles cálculos. - Ah talvez, mas para obter grandes resultados precisa bular algumas regras. - Naoto segurava a risada, o cabelo de dele estava todo arrepiado o que fazia ele ficar mais engraçado e dando ênfase a sua loucura. Uma senhora de óculos fundo de garrafa e cabelo curto e castanho abriu a porta. - Naoto Hakusuma o diretor Hebiki te espera na sala dele. - Naoto estranhou o chamado, o diretor não era de ficar chamando alunos em sua sala, nem quando Kuro quebrou o vidro do laboratório de Ciências. - Já estou indo - Por ninguém me tira de sala pra falar com o diretor ? - alguém murmurou -Anota o dever pra mim. Ele foi descendo as escadas com a secretária do diretor, o piso da escola toda era de mármore, e em todo cruzamento de corredores tinha desenhos muito elaborados A sala do diretor era no segundo andar, com a parede do corredor amarela. Naoto entrou na sala do diretor, tinha uma vista linda pra costa, com o mar e praia parecia uma miragem. Logo percebeu algo estranho sentados no sofá estavam seus tios, com roupa de caça, olhou para o diretor tentando saber o que estava acontecendo. - Porque meus tios estão aqui?- ele disse olhando para o diretor tentando saber o que estava acontecendo. - É sente-se. - Naoto se sentou ainda desconfiado, “ Será por causa da janela que eu quebrei?” - Naoto queremos te fazer uma proposta. - Disse Akuran, sua tia, como sempre seus olhos brilharam ao ver o sobrinho. - Como já deve saber colocamos você aqui por um motivo de segurança.- eles fizeram uma pausa talvez esperando que o garoto absorvesse a informação. - Ontem pensei muito no que disse sobre ataques; e percebi que não estou dando segurança suficiente para os alunos da turma diurna.- Disse o diretor. - Sim eu sei disso! Mas o que meus tios fazem aqui e o que e tenho a ver com isso? - Querido queremos te fazer uma proposta - Akuran pausou.- Queremos que monitore os vampiros da turma da noite. - Ele deu um pulo, aquilo vinha das pessoas que o ensinaram a matar vampiros, estava dizendo para proteger-los. - Que? Como assim? Tio ontem aqueles psicopatas tentaram me matar, e agora diz que quer que eu os monitore?! - Filho - Midori passou a mão na longa barba grisalha - para nós é uma oportunidade de vigiar-los, pois há muitos históricos de desaparecimentos na turma diurna, quero que faça isso, seria uma ótima chance de proteger os humanos já que esse é um dos conceitos de ser um caçador e também é uma oportunidade para obter mais experiências como caçador de vampiros. Naoto lembrou da Colônia de Férias para Caçadores, em que viu seu primeiro vampiro aos 8 anos de idade, apesar de não ter dormido por três dias “obteve” muita experiência com o fato. - Querido queremos que treine a sua Caçada enquanto eu e seu tio não podemos treinar você por estarmos passando um pente fino na morte de seus pais para descobrir o culpado. - Por que eu não posso invesgar com vocês? - Naoto não queremos que se envolva nisso, quero o maxímo de proteção a você. Ele ficou encarando-os, não gostava quando tiravam ele de uma investigação, logo que essa investigação era sobre a morte de seus pais; ficou um bom tempo em silêncio sentou-se no sofá verde, e olhou para sua tia com cara de preocupação. - Ok, mas se eles atacarem algum aluno do dia não vou perder tempo em atirar. -O diretor sorriu largo e satisfeito. - Então começa hoje as 19:00 e termina as 21:40, irei pedir para a líder dos dormitórios aprensentar-se. Você começa amanha a noite. - Disse o diretor com espontaniedade. Ele tirou da gaveta da mesa o livro de regras, tudo que não era permitido que os vampiros fizessem. - Temos que ir meu querido, mas no final de semana vamos ver como esta ok?- Akuran e Midori amavam muito Naoto, sempre foi como um filho para eles dois. - eu irei trazer o seu bolo que gosta tanto.- Ele ficou vermelho com sua tia o abrançando sempre fazia isso, tratava ele que nem um bebê. - Akuran ele não é mais um bebêzinho, - Ela o fuzilou com os olhos.- Aah sua tia é tão chata! O final de semana irei te dar a lição de como atrair as garotas, até as mais difíceis,- susurrou- é uma pouco mais difícil do que pegar vampiros, mas sua tia era uma delas hoje estou aqui casado com ela. - Naoto e Midori riram contidamente pra sua tia não perceber. - Vamos logo o almoço não vai se fazer sozinho - Sua tia puxou as orelhas de seu tio sussurrando algo - Tchau Naoto, viremos aqui no final de semana ! - Ae, ae mulher o que anda comendo? Tá com um força! - O quis dizer com isso? Que eu estou gorda é isso…- Era uma comédia aqueles dois juntos, “é muito amor” falava sua mãe. Quando os sinal tocou, Naoto foi ao dormitório buscar as armas antes que Matsui visse; na cama estava um arsenal inteiro, Bestas, arco e flecha, porções, armas de ácido, tudo quanto era estaca, cruz, selos e o livro do Caçadores, era a história de como surgiu os Caçadores; Naoto sabia de cor, pois enquanto as crianças normais ouviam Rei Leão, Chapeuzinbho vermelho, Alice no país das Maravilhas, Naoto ouvia essa: “ A sociedade Caçadora de Vampiro ( SCV), surgiu em 1758 quando parentes de pessoas mortas por vampiros se juntaram para acabar com eles, esse grupo cresceu cada vez mais e se tornou um sociedade, decidida a proteger os humanos de vampiros sanguinários .” E junto estava sua espada, com a marca de um meio sol no cabo, a espada era um sinal de honra para eles tanto que quando um membro comente uma traição sua espada é tirada dependo da traição junto com alguma parte de seu corpo mais isso em casos raros. Ele jogou todas essas coisas no buraco do armário, ( organização não era o forte dele) . Na noite seguinte depois do jantar , ele esperou Matsui ir tomar banho para se preparar para o primeiro dia monitorando os vampiros, colocou sua arma e algumas facas escondidas dentro do uniforme. -Então vai monitorar os alunos de noite? Hmmm.- Disse Matsui secando o cabelo. -É o diretor disse que há muitos alunos saindo da Academia de noite, e isso compromete a segurança deles. - A que saco ninguém me chama pra monitorar nada! Agora não tenho com quem colocar pasta de dente no ouvido. -O que vai fazer? - Vou ver um tomate crescer, gosto de vegetais. Naoto riu. - Estou indo. - Vê se não faz barulho quando voltar. - Ok, até mais tarde.
Roseswithbloodhistory.tumblr
A história baseada no anime vampire knight