updated version with my new guys
seen from Türkiye
seen from Germany
seen from Malaysia

seen from South Korea

seen from United Kingdom
seen from United Kingdom
seen from Hong Kong SAR China

seen from United Kingdom
seen from Yemen
seen from United Kingdom
seen from United Kingdom
seen from Russia

seen from Portugal
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United States

seen from Belgium
seen from Portugal
seen from China
seen from Türkiye
updated version with my new guys

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
goth bfs
my nuzlocke game isnt all bad news! i did catch an axew too
though neither pholos or pyrrhos seemed to like him in the campsite
what are... the ships?
t.. the ships? of what? like, my nuzocke gijinkas? i don’t have actual ships for them yet (pholos and apollyon arent a legitimate ship just yet, since i’m still deciding how i want things to be paired off)
but lemme make a chart thing to show which ones would theoretically work best
these might be subject to change once the characters evolve
A Dança Eterna
O centauro Pholos não era um guerreiro da floresta, nem um selvagem das colinas, como os contos antigos, gravados em pedra e sussurrados em tabernas escuras, gostavam de descrever. Ele não empunhava um arco ou uma lança, nem tinha o olhar de caçador que se esperava da sua espécie. O seu mundo era outro, um universo etéreo que ele próprio construÃra nas margens do esquecimento, longe da brutalidade da vida mortal e da indiferença dos deuses. Os seus cascos, grandes e negros como a obsidiana polida, não faziam barulho ao caminhar. Eles pisavam a relva alta e as flores selvagens do bosque com uma suavidade que desafiava a lógica da fÃsica, como se caminhassem numa dimensão paralela de silêncio e luz suave.
A sua arma, a sua única posse de valor real, era uma flauta de bambu, mas não uma flauta comum. Esta, especificamente, havia sido colhida num caniçal que só florescia à luz pálida dos solstÃcios lunares, um lugar onde o tempo se dobrava e a realidade se tornava maleável. Ele talhara-a com paciência infinita, cada orifÃcio um suspiro, cada curva uma promessa. Quando Pholos soprava a melodia, a flauta não produzia meras notas musicais; ela libertava fragmentos de tempo, ecos de momentos que nunca tinham acontecido e vislumbres de futuros esquecidos.
Nas suas costas, aninhadas no pelo espesso e quente, estavam Egle e Hesperetusa, as ninfas. Elas não estavam ali como prisioneiras, nem como troféus. Elas eram as suas convidadas, as suas musas, as suas parceiras numa dança eterna que se desenrolava pelos caminhos secretos do bosque. Egle tinha cabelos cor de fogo, uma cascata de carmesim e laranja que dançava ao vento que a música criava, enquanto Hesperetusa tinha fios longos e castanhos que lembravam a cor do solo fértil e profundo do bosque. Elas agarravam-se aos seus ombros largos, as suas peles nuas e imaculadas contra o pelo do centauro. A viagem em si era uma celebração dos desejos mais simples, mais puros e mais viscerais: o ar fresco nas suas faces, o perfume inebriante da terra húmida e das flores silvestres, e o prazer da melodia de Pholos a permear cada fibra do seu ser.
Esta era a sua interpretação não convencional da vida mÃtica. Longe das narrativas de violência, ciúme e tragédia que manchavam as histórias dos seus parentes, Pholos e as ninfas criaram um refúgio. O seu paraÃso não era um local fÃsico com portões de pérolas, mas um estado de ser, um momento contÃnuo de quietude e movimento. O movimento era a jornada, o passeio sem destino, e a quietude era a música, o ponto central de toda a sua existência partilhada.
A cada sopro, Pholos tecia a realidade à sua volta. O bosque mudava. As árvores de casca prateada e bétulas esguias podiam, no momento seguinte, tornar-se carvalhos antigos com folhas de bronze, ou pinheiros altos com agulhas que cantavam em unÃssono com a flauta. O céu acima deles não era sempre o mesmo azul claro e inocente; por vezes, tornava-se um azul profundo e aveludado, salpicado com estrelas que piscavam ritmos complexos, e outras vezes, um silêncio violeta que pesava no ar, tornando a respiração um ato de mistério.
Egle e Hesperetusa riam-se. Os seus risos eram como sinos de vento, leves e cristalinos, e ecoavam, não nas árvores, mas nos fragmentos de tempo que a flauta libertava. Elas sentiam a textura de cada momento, o sabor de cada nota. O desejo que sentiam não era de posse ou luxúria, mas de mais, de experimentar cada faceta desta realidade mutável. Era um desejo por beleza, por mistério, por essa dança eterna que as libertava das limitações da sua própria imortalidade aborrecida.
O trajeto da clareira sem destino levou-os a um lugar onde o ar se tornava pesado, com um cheiro a sal e a ferrugem, apesar de estarem a milhas de qualquer oceano. A música de Pholos, que até então tinha sido leve e arejada, adquiriu uma tonalidade mais sombria, um ritmo lento e deliberado que parecia medir o peso de cada momento que passava. Foi assim que chegaram ao Rio dos Espelhos Quebrados.
Não era um rio de água corrente e lÃmpida. Era uma massa lÃquida e escura, que fluÃa sem som, como melaço negro sob o sol violeta que Pholos tinha evocado. A superfÃcie do rio não era espelhada e uniforme, mas sim uma colcha de retalhos de milhares de fragmentos de espelhos quebrados. Cada fragmento, do tamanho de uma moeda a grandes extensões de vidro lÃquido, movia-se e chocava-se silenciosamente contra os outros, criando um caleidoscópio perpétuo de imagens distorcidas.
A peculiaridade do rio não era apenas a sua superfÃcie. A água não refletia a realidade, nem o céu violeta acima, nem as árvores retorcidas nas margens, nem mesmo os seus próprios rostos ou corpos. Em vez disso, cada fragmento de espelho lÃquido mostrava algo diferente. Pholos sentiu um arrepio percorrer o seu corpo de cavalo e de homem, uma sensação de pavor ancestral que a sua racionalidade do lado humano tentava suprimir. Contos antigos, que ele tentara esquecer, falavam deste lugar. Dizia-se que o rio era a consciência coletiva do mundo, um lugar onde todos os medos, arrependimentos e segredos da existência se juntavam e fluÃam para o nada. O que a água mostrava era o que a alma mais temia ver.
O centauro hesitou. A sua música desafiava a realidade, mas ele não tinha a certeza se queria desafiar a verdade interna do seu ser. Mas Egle e Hesperetusa, as ninfas, não partilhavam do seu medo. Elas eram, por natureza, guardiãs de um tipo diferente de verdade – a verdade da beleza, do instinto puro e do mistério. O medo era um conceito alheio para elas, uma emoção de mortais e deuses menores. Elas estavam cheias de um desejo inato e insaciável de explorar o desconhecido, de mergulhar de cabeça no abismo se isso significasse descobrir algo novo, algo real.
Egle, com os seus cabelos de fogo a brilhar contra a escuridão do rio, foi a primeira a agir. Ela escorregou das costas de Pholos com a graça de uma pena a cair, e caminhou até à margem. Pholos relinchou suavemente em aviso, mas ela não lhe deu atenção. Inclinou-se, a sua imagem projetada em milhares de fragmentos. O que ela viu nos espelhos quebrados, só ela o saberia. Mas o seu rosto permaneceu sereno, imperturbável. Ela não viu monstros ou escuridão, porque a sua alma estava livre de tais coisas. Ela viu, talvez, o vazio que os outros temiam, e em vez de terror, encontrou paz.
Hesperetusa seguiu-a. Mais cautelosa, talvez, mas igualmente curiosa. O seu rosto refletiu-se nos espelhos e, por um breve segundo, o medo brilhou nos seus olhos cor de avelã. Mas foi um medo de um instante, rapidamente substituÃdo por uma fascinação profunda. Ela viu os seus próprios arrependimentos, os caminhos não trilhados, as palavras não ditas. E, como Egle, ela aceitou-os. As ninfas eram mestras nesta interpretação não convencional da existência; elas não fugiam da escuridão, elas abraçavam-na, absorviam-na e transformavam-na em luz.
Pholos, vendo a coragem delas, sentiu-se envergonhado da sua própria hesitação. Ele era um ser de mito, e o medo era para os mortais. Ele aproximou-se da margem. Quando olhou para o rio, a sua imagem nos espelhos quebrou-se em milhares de visões de um futuro solitário, de uma vida sem música, de um mundo onde ele era o último da sua espécie, esquecido e só. Foi uma visão de profunda tristeza, não de terror. Ele sentiu o peso da eternidade sem companhia.
Mas então, as ninfas inclinaram-se para beber. A água não era água comum. Tinha o sabor do tempo, das memórias partilhadas e dos segredos sussurrados de todos os seres que alguma vez tinham existido. Elas beberam profundamente, saciando uma sede que nem sabiam que tinham. A água era fria, mas tinha um fogo próprio, um calor que se espalhou pelos seus corpos.
Quando se levantaram, algo tinha mudado. Os seus olhos, antes meros orifÃcios de luz, brilhavam agora com a luz de mil estrelas distantes. Elas já não eram apenas Egle e Hesperetusa, as ninfas da floresta, mas sim guardiãs de verdades que o mundo dos homens tinha esquecido há muito tempo. A sabedoria do universo estava agora ao seu alcance. Elas sabiam o que as árvores pensavam, o que as estrelas cantavam no seu sono, o que o vento sussurrava nas suas viagens.
A sua interpretação não convencional do rio tinha transformado um local de potencial terror e desespero numa fonte de sabedoria e fortalecimento. O rio não era um monstro, mas um bibliotecário. Ele continha as histórias de todos, boas e más, e quem fosse corajoso o suficiente para as aceitar, recebia a chave para toda a compreensão.
Pholos compreendeu então que a sua jornada tinha um propósito mais profundo do que ele imaginava. Ele era o condutor, o guia, mas elas eram as viajantes, as que mudavam e cresciam com cada passo da sua dança surreal. A música na sua flauta mudou novamente, tornando-se uma melodia de descoberta e admiração. Com as ninfas de olhos estrelados de volta ao seu dorso, ele continuou o seu caminho, deixando o Rio dos Espelhos Quebrados para trás, um marco de uma transformação que acabara de começar.
Eles sabiam agora que não havia destino final, apenas a jornada, a acumulação de experiências, a interpretação não convencional da vida. E a cada passo, o mundo à sua volta tornava-se mais rico, mais complexo e mais belo, um reflexo do universo interno que eles agora carregavam dentro de si. A aventura estava apenas a começar, e o próximo capÃtulo, o Labirinto Suspenso, esperava por eles, com todos os seus enigmas e promessas.
A progressão do Rio dos Espelhos Quebrados para o próximo estágio da sua viagem foi tão fluida e misteriosa quanto a própria realidade que Pholos tecia com a sua música. O som da flauta, agora impregnado com a sabedoria silenciosa do rio, tornou-se mais complexo. Não era apenas uma melodia, mas uma arquitetura sonora, um conjunto de instruções para o mundo sobre como se reorganizar à sua passagem. A transição da paisagem ribeirinha para algo mais etéreo foi impercetÃvel; um momento estavam a pisar solo firme, no outro, os cascos de Pholos batiam numa superfÃcie que parecia feita de ar solidificado.
O destino era o Labirinto Suspenso, uma estrutura que desafiava a gravidade e a lógica da construção. Não era feito de pedra ou madeira, mas de pura névoa e luz. Era uma teia de caminhos que flutuava a dezenas de metros acima do solo invisÃvel, estendendo-se por milhas em todas as direções. Cada corredor era um dilema, uma bifurcação que não levava a um caminho certo ou errado, mas a uma escolha entre a existência e a inexistência, entre a realidade e o potencial puro.
Pholos hesitou novamente, mas desta vez, a sua hesitação foi mais académica do que baseada no medo. Ele era um ser que se movia com propósito, e o labirinto, por definição, era um lugar de perda de propósito. Mas as ninfas nos seus lombos irradiavam uma luz suave e estrelada dos seus olhos, um resultado da água do rio que beberam. Elas eram agora guardiãs de verdades, e a verdade do labirinto era a de que não havia caminho errado, apenas caminhos diferentes.
"Não temas, Pholos," sussurrou Egle, a sua voz um coro de mil sussurros. "O caminho está em ti, não à nossa frente."
Hesperetusa concordou, os seus olhos a brilhar com a luz de constelações que a ciência nunca catalogaria. "A música que tocas é o mapa. O labirinto é apenas a tela."
Com essa garantia, o centauro inalou profundamente. A sua flauta de bambu produziu uma nota longa e ressonante, uma vibração que parecia ordenar o caos à sua frente. Entraram no labirinto sem hesitação. O chão sob eles era um vidro leitoso, por vezes transparente o suficiente para ver o nada vertiginoso por baixo.
Cada corredor que tomavam era um enigma. Não havia paredes sólidas. Em vez disso, havia barreiras de luz cintilante ou véus de névoa densa que se moviam e se reformavam a cada passo. O labirinto mudava de forma e estrutura a cada compasso da música de Pholos. Se ele tocasse uma melodia rápida e alegre, os corredores tornavam-se retos e simples. Se ele tocasse uma melodia melancólica e lenta, as passagens tornavam-se sinuosas, cheias de becos sem saÃda que, no momento seguinte, se transformavam em novos caminhos.
Era um teste à sua vontade e ao seu prazer na jornada. Muitos ter-se-iam desesperado com a falta de permanência, com a natureza fluida da estrutura. Mas Pholos e as ninfas tinham abraçado esta interpretação não convencional da realidade. Eles encontraram um desejo profundo na capacidade de cocriar o seu caminho, de não serem meros observadores ou vÃtimas de um destino traçado, mas os arquitetos da sua própria experiência.
Chegaram a um ponto onde o caminho se dividia em sete direções diferentes, cada uma com uma cor de arco-Ãris distinta. A música de Pholos parou. Qual escolher? O silêncio instalou-se, pesado e expectante.
Egle e Hesperetusa desceram das costas do centauro. Com os seus olhos estrelados, elas olharam para as sete aberturas. Elas podiam ver as histórias que cada caminho continha, as vidas que seriam vividas e as mortes que seriam morridas. Elas não escolheram o caminho mais seguro ou o mais rápido. Elas escolheram o caminho violeta, o caminho da introspeção e do sonho.
"Este," disse Hesperetusa, "é o caminho da quietude. É onde o universo sonha consigo próprio."
Pholos, intrigado, tocou uma melodia suave e sonhadora. A barreira violeta dissolveu-se. Ao entrarem, o mundo à sua volta desapareceu. Não havia luz, nem som, nem forma. Havia apenas a consciência partilhada. Eles estavam dentro de um sonho universal. Podiam sentir os pensamentos de árvores milenares, a fome de sóis distantes, o nascimento de novas ideias. Foi uma experiência esmagadora, mas as ninfas, com a sua nova sabedoria, guiaram Pholos através do labirinto onÃrico. Elas ensinaram-no a ouvir sem ouvidos, a ver sem olhos, a existir sem forma.
Esta foi a sua maior aventura até agora: a descoberta do infinito dentro de um único, surreal momento. O labirinto, que parecia um enigma intransponÃvel, foi resolvido com a pura alegria do movimento e a vontade de experimentar tudo o que a existência tinha para oferecer. Eles emergiram do caminho violeta mais sábios do que quando entraram.
A estrutura de névoa e luz do labirinto começou a desvanecer-se atrás deles. Eles tinham chegado ao outro lado, não por seguirem regras ou encontrarem a saÃda, mas por redefinirem o que um labirinto poderia ser. Eles não tinham lutado contra o labirinto; eles tornaram-se parte dele.
A música de Pholos atingiu o seu auge, um som glorioso e triunfante que não era de vitória sobre um adversário, mas de harmonia com o universo. O caminho à sua frente abriu-se numa clareira, o destino final da sua viagem. A sua história tornou-se uma lenda sussurrada entre as árvores, um conto sobre a beleza de um mundo que se recusa a ser explicado, um mundo onde o maior mistério era simplesmente a capacidade de escolher e de criar.
Eles sabiam que a dança não tinha terminado, apenas o palco tinha mudado. O próximo capÃtulo, a clareira com o céu noturno retorcido, esperava por eles, com todas as suas promessas de revelação final. A sua jornada provava que o mundo era o que eles faziam dele, um sopro de flauta de cada vez, um vislumbre estrelado nos olhos das ninfas de cada vez.
A clareira onde emergiram do Labirinto Suspenso era o ponto culminante da sua viagem, o lugar onde o tempo e o espaço, que Pholos tinha dobrado e tecido, convergiam para um único ponto de infinidade. O ar aqui não tinha peso; cheirava a eletricidade e a poeira de estrelas extintas. O que mais impressionava era o céu noturno, que não era um dossel de escuridão salpicado de luz. Em vez disso, o céu retorcia-se e dobrava-se sobre si mesmo, uma mirÃade de cores iridescentes, revelando constelações que a ciência humana jamais catalogaria, formas que mudavam com o bater do coração. Era o vazio a olhar para trás.
A música de Pholos, a sua fiel flauta de bambu, que tinha sido o motor da sua jornada, finalmente silenciou-se. O som não era mais necessário. O seu propósito tinha sido cumprido. A melodia tinha-os guiado através do tempo maleável e do rio da verdade interior, e tinha-os libertado dos dilemas do labirinto onÃrico. Agora, a quietude era a linguagem, e o silêncio era a música final.
Egle e Hesperetusa desceram das costas do centauro pela última vez. Os seus olhos, brilhantes com a luz de mil estrelas distantes e o conhecimento de segredos antigos, absorveram a paisagem surreal. Elas não sentiram medo ou pavor. Em vez disso, um sentimento de completude e um desejo profundo de expressão apoderou-se delas. A sabedoria do universo que tinham bebido do Rio dos Espelhos Quebrados pulsava dentro delas, pedindo para ser libertada, para ser partilhada com o éter.
Elas começaram a dançar. Não uma dança de alegria ou celebração, como se poderia esperar, mas a dança do próprio mistério. Os seus movimentos eram fluidos e precisos, cada gesto uma frase, cada passo um parágrafo da linguagem universal da existência. O seu cabelo de fogo e mar dançava à volta delas, e a luz dos seus olhos parecia desenhar padrões no céu noturno retorcido, dando forma à s constelações mutáveis. Elas dançaram a criação e a destruição, o amor e a perda, o princÃpio e o fim.
Pholos observava-as, o seu coração de homem e cavalo cheio de uma satisfação que nunca sentira em milénios de existência. Ele era o condutor, o guia, mas elas eram as mestras da cerimónia. Ele tinha proporcionado o palco, a oportunidade, e elas tinham a sabedoria para o usar. Ele sabia que tinha cumprido o seu propósito, que tinha proporcionado a maior aventura de todas: a descoberta do infinito dentro de um único, surreal momento.
A sua história, este conto de um centauro que trocou a guerra pela música e as ninfas que encontraram a verdade no medo, tornou-se uma lenda sussurrada entre as árvores daquela clareira atemporal. Era um conto sobre a beleza de um mundo que se recusa a ser explicado pela lógica, um mundo onde a maior aventura era simplesmente ser, e sentir, e desejar, sem medo das consequências.
A dança das ninfas continuou. Elas tornaram-se parte do céu, parte do mistério. Pholos sentou-se na relva violeta que tinha evocado, a flauta de bambu no colo. Ele era um observador agora, um guardião silencioso da dança eterna. O mundo à sua volta, o mundo dos homens e dos deuses irados e previsÃveis, continuava a sua marcha. Mas aqui, na sua clareira secreta, o tempo e o espaço tinham deixado de importar. Havia apenas a dança, a música silenciosa, e a aceitação de que o universo era infinitamente mais estranho e mais belo do que qualquer um poderia imaginar.
A sua aventura não terminava com um regresso a casa, ou com uma recompensa, ou com uma resolução de um conflito. Terminava com a aceitação do mistério, com a compreensão de que a vida era a própria jornada, a própria dança. Eles tinham encontrado o seu paraÃso, não um lugar de perfeição estática, mas um lugar de constante mudança, de surpresa e de profunda conexão com o tecido da realidade.
A dança era a verdade final, a sÃntese de todas as experiências do rio e do labirinto. Era a resposta para todas as perguntas que os mortais faziam aos deuses. E a resposta era: continua a dançar. Continua a explorar. Continua a desejar. Continua a viver esta interpretação não convencional da existência.
Pholos fechou os olhos e, pela primeira vez na sua longa vida, não tocou a flauta para mudar a realidade, mas para a aceitar na sua totalidade. E na sua mente, a música era a mais bela que alguma vez tocara. A sua história era completa, um ciclo fechado de descoberta e aceitação. O conto do centauro e das ninfas era agora uma parte da grande tapeçaria do ser, um sussurro no vento que os humanos, por vezes, conseguiam ouvir e maravilhar-se com o seu significado.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Side A - Pholos the Centaur welcoming Heracles (Hermes to one side). Side B - Olive Harvest. Black-figure amphora, the Antimenes Painter, c 520 BC. H.: 40.64 cm.
British Museum 1837,0609.42
In Greek mythology, PHOLUS was a wise centaur and friend of Heracles who lived in a cave on or near Mount Pelion.
He once had cause to entertain the hero Herakles who was passing by in search of a gigantic boar. But when Pholus opened his wine-skin to serve the hero, the other centaurs were thrown into a frenzy by the aroma and attacked. Herakles managed to kill most of them with his arrows, with the few survivors fleeing to far off parts. Pholus himself also died in the ruckus, through a mishap--for when he was examining one of the poisonous arrows of Herakles, he accidentally dropped it on his foot. After his death the gods rewarded him for his kind hospitality by placing him amongst the stars as constellation Centaurus. His wine cup became the adjacent "Crater." (picture)