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Primera vez recibiendo bebé
"No es lo mismo asistir partos, que hacer un parto. SentĂ una conecciĂłn Ășnica con el universo. SentĂ muchas ansias por recibir a un nuevo ser y mucho miedo de lo que podĂa pasar despuĂ©s; por que aunque no soy yo quien estĂĄ pariendo, son mis manos las que sujetan por primera vez a una criatura que llega al mundo. Y aunque el bebĂ© no es mĂo en el momento del nacimiento solo hay cabida para sentir mucho amor. El corazĂłn me late mĂĄs fuerte desde ayer y mientras mĂĄs sirvo como enfermera, mĂĄs amo la vida."
MĂĄs allĂĄ del vĂnculo afectivo, el contacto inmediato tras el parto regula la fisiologĂa del bebĂ© y es clave para el Ă©xito de la lactancia
Partos selvagens promovidos por influenciadores levam a tragédias
Partos "selvagens" ou "livres", que encorajam mulheres a darem Ă luz sem a assistĂȘncia de profissionais de saĂșde, estĂŁo ganhando atenção nas redes sociais por meio de influenciadores que promovem essa prĂĄtica como uma forma de empoderamento e busca pela naturalidade. Contudo, essa abordagem, longe das intervençÔes mĂ©dicas convencionais, tem sido acompanhada de graves consequĂȘncias, incluindo altas taxas de complicaçÔes e atĂ© mesmo mortes de recĂ©m-nascidos. Dados recentes e relatos tĂȘm colocado em questĂŁo essa nova tendĂȘncia, que combina idealismo com uma falta preocupante de compreensĂŁo sobre os riscos envolvidos.(...)
Leia a noticia completa no link abaixo:
https://www.jornalo.com.br/partos-selvagens-promovidos-por-influenciadores-levam-a-tragedias
Partos Prematuros: Uma Nova Esperança com Testes Råpidos
A ImportĂąncia da Prevenção e Detecção Precoce Quando se fala em partos prematuros, o tema Ă© sempre cercado por muita preocupação e atĂ© um certo medo. E nĂŁo Ă© para menos. A prematuridade Ă© uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo, especialmente no primeiro mĂȘs de vida. No Brasil, o cenĂĄrio nĂŁo Ă© diferente, e os nĂșmeros sĂŁo realmente alarmantes. De acordo com o Painel deâŠ

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â internet hall of fame (@InternetH0F) July 7, 2024
Mi mujer perdiĂł una apuesta y tuvo que llevar la mĂĄscara estando de parto.
Sanidad inicia las obras de remodelaciĂłn integral de la unidad ObstĂ©trica y de Maternidad del Hospital Sant Joan dâAlacant
La Conselleria de Sanidad inicia las obras de reforma integral de la unidad ObstĂ©trica y de Maternidad del Hospital Universitario Sant Joan dâAlacant, que cuentan con un presupuesto de 1,1 millones de euros. El jefe del servicio de GinecologĂa y Obstetricia del hospital, Francisco Quereda, ha destacado la importancia de este proyecto, âya que supone una mejora sustancial de las instalaciones, loâŠ
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Maternidade referĂȘncia no Rio tem prevalĂȘncia de partos normais
Reprodução: Hospital Estadual da MĂŁe de Mesquita, na Baixada Fluminense, Ă© recordista da rede de saĂșde estadual em partos normais - HMAE/Divulgação De janeiro a abril, foram feitos 1.478 partos normais e 669 cesĂĄreas Publicado em 04/06/2023 - 11:57 Por Alana Gandra - RepĂłrter da AgĂȘncia Brasil - Rio de Janeiro ouvir: O Hospital Estadual da MĂŁe de Mesquita (HMAE), situado na Baixada Fluminense, considerado maternidade referĂȘncia na RegiĂŁo Metropolitana I do estado do Rio de Janeiro, contabiliza nos primeiros quatro meses deste ano 1.478 partos normais e 669 cesĂĄreas. A unidade Ă© recordista da rede de saĂșde estadual em partos normais.
No ano passado, o HMAE registrou 4.242 partos normais, mais que o dobro das cesĂĄreas (2.001). A unidade conta com uma equipe multidisciplinar composta por enfermeiras obstĂ©tricas, pediatras, assistentes sociais, fisioterapeutas, nutricionistas, dentistas, entre outros profissionais, que acompanham a paciente durante o prĂ©-natal, parto e pĂłs-parto. De acordo com dados da Secretaria de Estado de SaĂșde do Rio de Janeiro (SES-RJ), em 2022, mais de 14 mil bebĂȘs nasceram em hospitais e maternidades da rede, sendo 7.587 em partos normais (53,20% do total). Em 2021, dos 15.136 recĂ©m-nascidos que vieram ao mundo nos hospitais da SES-RJ, 60,33% foram por parto normal. O Ăndice superou a mĂ©dia nacional para o ano, de 42,99%.
Parto seguro
Em entrevista Ă Â AgĂȘncia Brasil, o coordenador estadual da SaĂșde das Mulheres, obstetra Antonio Braga Neto, afirmou que Ă© estratĂ©gico oferecer um parto seguro e respeitoso para as mulheres em todo o estado e, em especial, nas quatro maternidades que estĂŁo sob a direção direta da Secretaria de Estado de SaĂșde. Apesar do aumento do nĂșmero de partos normais, o mĂ©dico avalia que ainda Ă© preciso avançar muito. Segundo ele, trĂȘs das quatro maternidades do estado sĂŁo de alto risco obstĂ©trico e as taxas de cesarianas sĂŁo maiores. âA despeito disso, nĂłs temos a preocupação de oferecer sempre um parto seguro e respeitoso para as nossas usuĂĄrias.â Nas maternidades do Hospital da Mulher Heloneida Studart (HMHS), em SĂŁo JoĂŁo de Meriti, primeiro da rede estadual de saĂșde totalmente especializado no atendimento Ă s gestantes e bebĂȘs de mĂ©dio e alto risco e principal unidade de referĂȘncia para esse tipo de atendimento na Baixada Fluminense, o primeiro quadrimestre de 2023 registrou 665 cesĂĄreas e nenhum parto normal. No Hospital Estadual Azevedo Lima (HEAL), foram 449 partos normais e 530 cesarianas. TambĂ©m no Hospital Estadual dos Lagos Nossa Senhora de Nazareth (HELAGOS), as cĂ©sareas foram em maior nĂșmero (312) do que os partos normais (204). Antonio Braga Neto salientou a necessidade de conceituar o que Ă© um parto natural. âEle Ă© para alĂ©m do que um parto de via vaginal. O parto natural Ă© aquele parto onde nĂłs temos diminuição do nĂșmero de intervençÔes. VocĂȘ pode ter um parto normal, via vaginal, mas cheio de intervençÔes. E esse, certamente, nĂŁo Ă© um parto natural.â O coordenador lembrou que, muitas vezes, as pessoas confundem partos normais com partos naturais. âNĂŁo Ă© a mesma coisa. Parto natural Ă© aquele parto onde, dentro da segurança hospitalar, sĂŁo oferecidas as melhores tecnologias que permitem a menor medicalização da paciente. Isso significa oferta de medicamentos para alĂvio da dor, banho de imersĂŁo em ĂĄgua quente, cumprimento da lei que permite a entrada de um acompanhante, uso da banqueta de parto e de massagem, prĂĄticas que garantem o contato pele a pele apĂłs o nascimento, aleitamento materno exclusivo." âĂ o chamado parto humanizado, cuja base Ă© a assistĂȘncia segura e respeitosaâ, resumiu. A maioria dos partos normais, no Ăąmbito da rede estadual de saĂșde, foi feita com uso de tecnologias que permitem o protagonismo da mulher durante o trabalho de parto e a garantia de segurança no nascimento do bebĂȘ.
BenefĂcios
O obstetra explicou que, para a mulher, o parto natural permite uma melhor experiĂȘncia do nascimento e reduz a ocorrĂȘncia de complicaçÔes clĂnicas, em especial, hemorragias e infecçÔes, que estĂŁo diretamente associadas Ă realização de uma cirurgia de mĂ©dio ou grande porte, como Ă© a cesariana. Para o bebĂȘ, o parto vaginal permite o contato com bactĂ©rias do canal do parto, que sĂŁo importantes para a imunidade do recĂ©m-nascido, como tambĂ©m melhora a adaptação respiratĂłria apĂłs o nascimento e facilita o aleitamento materno imediato apĂłs o parto. O coordenador da SaĂșde das Mulheres disse, ainda, que uma mulher recĂ©m-operada, submetida ao parto cesariano, poderĂĄ ter dificuldade para segurar seu bebĂȘ e dores no pĂłs-operatĂłrio que podem impactar na adesĂŁo do aleitamento materno precoce, iniciado na primeira hora apĂłs o nascimento. O parto humanizado Ă© uma determinação da Organização Mundial da SaĂșde (OMS) que visa melhorar a assistĂȘncia no trabalho de parto, respeitando o tempo materno e do bebĂȘ para o nascimento. No estado do Rio, a lei que garante direitos ao parto humanizado foi sancionada pelo governador ClĂĄudio Castro, em 2021. De acordo com o Sistema de InformaçÔes sobre Nascidos Vivos (Sinasc), em todo o estado do Rio de Janeiro, incluindo as redes pĂșblica e privada, 41,76% dos partos realizados em 2021 foram normais; em 2022, foram 40,55%s. No Brasil, nos hospitais da rede privada, apenas 18,24% dos partos realizados em 2021 foram vaginais, segundo revela o painel Indicadores da Atenção Ă SaĂșde Materna e Neonatal, da AgĂȘncia Nacional de SaĂșde Suplementar (ANS). Edição: Juliana Andrade
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