Las paredes hablan...

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Las paredes hablan...

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Paredes, Lordelo, Torre dos Alcoforados, Rota do Românico
Acho que a culpa era das paredes
que se alongavam em direcção ao céu
e nos ocultavam os olhares.
Soltavam-se os beijos
e as paredes rosadas
eram só promessas empedradas.
Encarceravam-se desejos
e os olhos procuravam janelas
que os despissem de par em par.
A culpa! A culpa era das paredes
sem janelas, amarelas e adoentadas
com as vistas já cansadas.
Queríamos pássaros a esvoaçar,
cabelos ao vento,
sorrisos soltos e dispersos no ar.
Queríamos vento que empurrasse as cortinas,
que nos trouxesse outras sinas e fizesse suspirar.
A culpa foi das paredes que construímos,
dos sorrisos que ocultámos,
dos olhares que desviámos.
Paredes fortes, resistentes,
construímo-las doentes
e não as ousámos quebrar.
Quebraria agora as mãos
só para que uma pedra se derrubasse,
se porventura isso bastasse
para que o meu peito voltasse
a ser de novo uma andorinha.
Ana Sofia Alves

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Com os olhos da FÉ eu sempre vejo mais além... 🙏
Marisa Paredes (1946-2024).
Hay días interminables. Días en que el silencio escucha el eco sin sentido de un soñar que se deshace poco a poco, tratando de absorber el amor que las estrellas derraman por las paredes del corazón.
Pero he venido a esta esquina a escribirte, a que oigas, en este murmullo silencioso que nos envuelve, las cuatro palabras que atan mi existencia a la tuya: solo somos ese instante. Ninguno más. Solo ese.
Buenas noches con amor