GÊNERO: Cisgênero masculino.
CURSO: Animação Digital na Universidade Valhalla.
IRMANDADE: Kappa Tau Gamma.
DIVINDADE: Poseidon (mitologia grega),
+ GOSTOS: Cascatas de chocolate, praia, cavalos, Aquaman, Havaí.
+ DESGOSTOS: Meias molhadas, frutos do mar, oliveiras, toucas, pessoas mais altas.
Os primeiros anos da vida de Pietro foram felizes, embora fosse filho de uma mãe solteira e adolescente. Os pais expulsaram a garota de casa ao saberem da gravidez, e ela acabou arrependendo-se de decidir levá-la adiante em algum momento da criação do pequeno garoto, por isso o deixou na porta de um orfanato quanto tinha dois anos. Ao seu lado, permanecia um outro menino, Henrique, que o conhecia desde que começaram a falar. Mesmo sendo seu melhor amigo, Pietro sabia pouco de Henrique, nem ao menos sabia de com qual família ou qual casa da rua ele morava, mas aparentemente, o menino também era indesejado pelos progenitores.
A noite chuvosa passou enquanto Pietro chorava pela mãe. As funcionárias do orfanato lhe acolheram no dia seguinte, embora o garoto estivesse certo de que sua mãe voltaria logo e não quisesse confiar nelas. Henrique foi o responsável por fazê-lo parar de lutar com as moças que apenas queriam lhe ajudar, e alimentou sua fantasia de que as mães voltariam, ainda que soubesse que não. Pietro acreditou no amigo, e o pensamento de que sua progenitora logo voltaria para buscá-lo lhe fez seguir em frente nos dias seguintes.
Ela não voltou. Os dias viraram semanas, as semanas viraram meses, os meses viraram anos. Pietro não era adotado, pois costumava contar sua história aos casais candidatos e amedrontá-los. Sua relação com os outros órfãos também era terrível, de forma que brigava a todo momento com as outras crianças pelas mesmas zombarem do fato dele ainda acreditar na volta de sua mãe. O humor de Pietro ficava a cada dia pior. Seu único consolo era a presença de Henrique, que o protegia durante as brigas e também não fora adotado até o momento.
No entanto, aos nove anos, uma família manifestou interesse em Henrique. Eles iriam levá-lo, mas ainda gostariam de ter, junto dele, outro infante. Pietro ficou assustado diante da possibilidade de ficar completamente sozinho naquele local, então rapidamente deu um jeito de atrair a atenção do casal Canetti sobre si. Ele não importou-se em saber sobre outros filhos da família, situação financeira ou qualquer outra coisa, pois ele tinha que seguir seu melhor amigo. Felizmente, Ravenna encantou-se pelo garotinho, e acabaram adotando-o também.
Pietro conheceu, então, Zanchi. Ele não sabia que era possível odiar alguém tanto quanto odiava aquele garoto. Sendo um garoto pequeno e frágil, sofreu nas mãos de Zanchi, embora Henrique sempre interrompesse as brigas quando as via. Sempre soube que o real alvo do primogênito Canetti não era a si, mas sim seu melhor amigo e agora irmão, mas seu ódio não diminuía por causa disso. Pelo contrário, apenas aumentava. Feria seu ego saber que estava sendo usado para atingir outra pessoa. Conforme cresciam, a situação na família ficava cada vez pior. As únicas capazes de controlarem-na, e ainda assim não muito, foram as Flowers, assim que chegaram a casa dos Canetti. Numa casa cheia de adolescentes, no entanto, a paz nunca impera. O colegial foi um verdadeiro inferno para os pais, que se entregaram ao trabalho e deixaram os filhos tentando resolver as próprias desavenças. A Tríade Godness recebeu os seis furacões Canetti com as portas abertas, mas agora Pietro tinha total condição de proteger a si mesmo, e o fazia com gosto.
AVENTUREIRO → Quando não está dentro d'água, seja ajudando o time de natação a treinar ou seja apenas divertindo-se, Pietro está sempre procurando por entretenimento. Costuma pular o muro da Academia para visitar o centro histórico da cidade ou faltar as aulas para ver quanta confusão consegue arranjar nos arredores. Vive para se aventurar, e a possibilidade de perigo apenas lhe deixa mais animado. Quanto mais arriscada a coisa for, mais Pietro gostará de fazê-la.
IMPULSIVO → Se Pietro decide fazer algo, ele fará isso. É um costume mantido desde que tinha doze anos, quando acordou às cinco horas da manhã de um domingo e resolveu pintar seu cabelo de azul para que ficasse claro o seu amor pela água — Ravenna acabou tendo que levá-lo ao cabeleireiro para raspar a cabeça, pois o mesmo tinha usado tinta em demasia e feito tudo errado. Sua impulsividade já o colocou em mais confusões do que é capaz de contar, mas ele julga isso como parte de sua liberdade, e ele ama sua liberdade.
ARROGANTE → Ao se tornar o principal nadador do time da escola, Pieto adquiriu um bom número de “groupies” e seu ego - que já era bastante grande — cresceu ainda mais. Ele gosta de andar pelos corredores da escola e ver o quanto as pessoas o admiram, principalmente as garotas. Isso o faz considerar-se o cara mais incrível de toda Valhalla, e por isso mantém uma pose extremamente arrogante. Muitas vezes deixa a fama subir à cabeça, e é por isso que metade da escola o admira, e a outra só deseja dar-lhe um bom soco no meio da cara — o que sua companheira de time garante que aconteça, afinal, é a responsável por fazer Pietro voltar a ter os pés no chão.
RAPIDEZ AQUÁTICA → O vínculo entre Pietro e a água é grande. Por mais que a chuva lhe traga memórias dolorosas, o mar aberto desperta em si necessidade de explorar e uma incrível segurança, segurança suficiente para sempre tentar dar o seu melhor. É comum que seus pais digam que ele aprendeu a nadar antes de dar os primeiros passos devido a incrível habilidade e rapidez que exibe na natação, apenas alimentando seu sonho de tornar-se nadador olímpico. Ninguém, poderá, nunca foi capaz de dizer o quão inumana a velocidade que Pietro atinge nas piscinas parece. Não até agora, ao menos.