Pessac, agglomération de Bordeaux.

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Pessac, agglomération de Bordeaux.

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Brazillian graphic novel artist Sergio Macedo is one of my biggest influences with his realistic, nostalgic fantasy and scifi airbrush art.
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Quantas e quantas noites de lágrimas a mais serão necessárias para você escorrer totalmente de dentro de mim?
Sergio Macedo

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Amanecer
la ultima vez que te bese no lo hice tan fuerte pues tu alma seguĂa pegada a ti, se que no te bese tan fuerte porque no tenia la energĂa para romperte la mirada con amor, se que no te bese tan fuerte porque me estaba despidiendo, porque me terminaste, porque no tenia la energĂa que querĂas, se que no te bese tan fuerte porque mis labios aun me duelen de no hacerlo. nos subimos al carro y el viaje duro mas que lo nuestro, ninguna palabra atacaba mis oĂdos, ya habĂas dicho adiĂłs, el viaje fue formalidad, un gesto de preocupaciĂłn de alguien que no sentĂa mas que miedo y terror, angustia y sufrimiento, te deje en la casa, con ganas de decirte te quiero, cuanto te quiero, con la suficiente fuerza para decir, intentemos-lo... pero me terminaste sin decir mucho mas que todo. me pediste imposibles... y quizá tambiĂ©n yo debĂ pedĂrtelos para inclinar la balanza, para dejar de ser tan permisivo, para reclamar mas respeto del que me tengo, para llorar menos en la noche. volteo a ese dia, y ahora siento que fui apático, pero tu fuiste cruel, matando al muerto.
llego el amanecer, ahora se que me merezco mas, hasta el punto de pedirte que mejoraras por mi, hasta el punto de reclamarte. se que merezco mas, porque lo que te di, fue lo que apenas vi, y entiendo que no puedas darme un poco de vida cuando la tuya no te pertenece. Merezco el amanecer, merezco sonreĂr, merezco mirarme y ver a una persona bella, porque lo soy. Nos hicimos daño... pero yo te lo permitĂ. nos rompimos los huesos de la cabeza, porque yo lo permitĂ. te alejaste, no volviste, no me amabas y yo lo permitĂ.
Ame suas perdas.
Certa vez perdi o homem da minha vida. Confesso, com todo o drama que exige uma boa fossa, que meu mundo caiu. Chorei vinte e quatro horas seguidas, levantei e fiz o que tinha que ser feito: seguir em frente. Claro que por algum tempo nĂŁo fui feliz. Mas percebi, como numa tragada de inspiração, que o homem da minha vida era completamente substituĂvel. De lá pra cá, perdi trĂŞs homens da minha vida e continuo de pĂ© – e sorrindo, se quer saber.
Perdi tambĂ©m um grande amigo. Ele nĂŁo morreu para o mundo, mas pra mim, sim. Descobri uma traição daquelas que nĂŁo se faz com melhores amigos. Encontrei muitos outros melhores amigos – alguns me traĂram, alguns me consolaram, e todos foram embora. E outros sempre chegaram.
Noutro episódio triste da vida, perdi dois empregos – que tinha concomitantemente – na mesma semana. A crise veio e não havia mais como pagar aos colunistas. “Ok.” Chorei por umas horas, refiz o orçamento e me ajustei, novamente, ao caos da vida como pude. Encontrei outros três empregos nos meses seguintes. Alguns me fizeram feliz, outros não, e a todos perdi. E outros sempre chegaram.
Eis a ciranda da vida: em algum momento vocĂŞ vai perder. As pessoas vĂŁo embora, as crises vĂŁo chegar, nossos amigos vĂŁo nos trair. As perdas sĂŁo essa realidade cruel que precisamos aceitar – e tirar proveito, sempre que possĂvel.
O barato disso tudo é que, sempre que perdemos algo importante, temos a oportunidade de enxergar com uma clareza que só a tristeza proporciona as tantas outras coisas importantes que ainda temos. E de perceber, com a perspicácia que só as crises nos trazem, as outras tantas coisas importantes que chegarão. As perdas têm a indispensável função de nos fazer renascer. Cuidar do que ainda temos e lutar pelo que precisamos.
NĂŁo tenho piedade dos bons perdedores – mas aqueles que ganham sempre, coitados, nĂŁo tĂŞm a chance de enxergarem-se tais quais sĂŁo: humanos, errantes, passĂveis de terrĂveis perdas e, sobretudo, capazes de reconstruir qualquer coisa que seja. E de deixar partir o que nĂŁo lhes pertence.
Vencer Ă© maravilhoso, especialmente para quem merece. Mas sĂł na tristeza das perdas encontramos a delĂcia de renascer. Ame as suas vitĂłrias, mas, sobretudo, as suas sábias perdas – elas sim nos apuram o paladar para o gosto bom de ganhar.
( NathalĂ Macedo )
“Peintures - Portraits” de Rui Macedo (2019) au Musée National d'Art Contemporain du Chiado (MNAC), Lisbonne, juillet 2019.