Para zurweon: cómo te llevas con gam jajaj anónimo plis
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Para zurweon: cómo te llevas con gam jajaj anónimo plis

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Te amo como mi semejante
mi igual mi parecida
de esclava a esclava
parejas en la subversión
al orden domesticado.
Te amo esta y otras noches
con las señas de identidad
cambiadas
como alegremente cambiamos nuestras ropas
y tu vestido es el mío
y mis sandalias son las tuyas
y tus antepasadas son las mías.
A la mañana, en el desayuno,
cuando las cosas lentamente vayan despertando
llamaré por mi nombre
y tú contestarás
alegre,
mi igual, mi hermana, mi semejante
I'm such a massive fuckin flirt oh these poor girls
Mujeres
Hay mujeres que aman lo prohibido y lo abrazan, mujeres de ciencia, mujeres de arte que son el artista y la musa en el mismo instante.
Mujeres que pecan y mujeres que casi pueden ser santas... yo a veces no sé ni qué soy.
Mujeres que aman el sexo, que son atrevidas y suaves al mismo tiempo. Mujeres que lideran, mujeres que sufren, mujeres que rezan.
Mujeres con miedo y eso no me gusta, mujeres en las sombras, mujeres ocultas, mujeres violentadas.
Mujeres que marchan pidiendo justicia, mujeres llenas de rabia que buscan a sus hijos, mujeres que no se rinden, que no ceden, mujeres que a pesar de todo abren futuro.
Mujeres religiosas que encuentran en sus oraciones el consuelo y la paz en su alma.
Mujeres libres que se aman, que rompen con los estereotipos sobre el amor, que le hacen caso a su alma. Mujeres lesbianas, bisexuales...
Mujeres que se han convertido en mujeres, aunque el mundo a veces sea cruel y no lo reconozca.
Mujeres que nos cuidan, mujeres que han dado vida, que se quedan, que nos aman, que trabajan.
Mujeres que siempre han sido pieza fundamental, aunque algunos en el mundo no las reconozcan.
Mónica Castro
🌙▫️Nora e Sophie ▫️🪻
🩵Duas elfas com histórias completamente diferentes que se uniram pelo coração 💜
❄️Nora a Elfa da Lua 🌙
🪻Sophie uma elfa que não sabe de seu passado nem de seus pais...
🪻❄️🪻❄️🪻❄️

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Ninfetinha fodendo com casal.
Mel, loira, ninfeta, do interior de São Paulo, 19 anos.
Era uma noite quente e calorosa, o look que compus foi uma saia jeans curta, uma blusinha soltinha, usava a mesma sem sutiã, deixando os seios bem à vontade, nos pés usava um salto de 15 centímetros, com os cabelos longos e soltos, uma maquiagem leve porém com um batom vermelho fazendo minha boca se destacar.
Queria sair para beber, decidi sair sem destino, mas acabei parando no centro da cidade, onde havia vários pubs e umas casas de swing. Como uma ninfetinha safada e curiosa, nunca havia entrando em uma casa de swing, havia uma que era permitido a entrada de mulheres desacompanhadas e casais, então decidi pagar minha entrada e assim que entrei me deparei com um bar simples, fui até o balcão e pedi um bom drink, me sentei perto do balcão, enquanto bebia o drink eu observava tudo ao meu redor.
Comecei a observar umas mesinhas onde tinham vários casais conversando, ainda não tinha encontrado outra mulher que estivesse desacompanhada... após o drink acabar, eu pedi outro, continuei a beber.
Após o terceiro drink, um casal se aproximou do balcão, bem próximo de onde eu estava sentada, a esposa do homem não parava de me encarar então decidi abrir um sorrisinho no canto da boca e em seguida pisquei para a mesma.
O casal começou a conversar entre si e então decidiram se aproximar de mim, perguntando se eu queria companhia, eu decidi aceitar pois estava precisando. Começamos a conversar, nos conhecer enquanto bebíamos, após cinco drinks eu já não queria mais beber, então o casal bastante compreensível, me chamou para umas salas reservadas que havia no primeiro andar daquele estabelecimento, então fomos...
Chegando lá, percebi que havia uma cama de casal e duas poltronas largas. Eu me sentei bastante a vontade na poltrona, o homem ficou sentado na beira da cama e a esposa dele se sentou ao meu lado.
Ela era uma mulher morena de 32 anos, com um físico malhado, de altura baixa, tinha cabelos lisos preto e curtinho, estava vestida com um vestidinho apertado e curto, e usando um salto 16 centímetros e se chamava Alícia.
Ele era um homem alto de 37 anos, careca, forte, moreno e bastante musculoso. Estava com uma calça jeans, uma camisa e um tênis. Bem esportivo. Ele se chamava Wagner.
Eu como uma ninfeta de 19 anos, me destacava entre aquele casal maduro, com um corpo escultural, de altura média e bem loirinha, com nádegas carnudas e que chamava bastante atenção.
A Alícia mostrou que não queria perder tempo, então a safada me beijou de língua, eu retribui um beijo intenso e molhado, entrelaçando nossas línguas, durante o beijo, o esposo da mesma ficou louco só de olhar. Após o beijo, nós duas demos uma risada safadinha...
Durante esse momento, Wagner começou a alisar o cacete dele por cima da roupa, eu percebi que ele tinha ficado excitado, pois o caralho imenso dele já estava marcado na calça jeans.
Wagner começou a se despir, enquanto eu e a Alícia nos alisávamos, levei minha mão direita por baixo do vestido dela e percebi que essa safada estava sem calcinha e toda molhadinha, comecei a alisar o grelo dela e a enfiar um dedinho na bucetinha dela, ela começou a dar leve gemidos. O esposo dela já estava com o cacetão duro para fora, então após as carícias na mulher dele, eu me ajoelhei na frente dele e comecei a mamá-lo. Alícia também se ajoelhou e começou a mamar ele comigo, deixamos o cacete dele bem lambuzado de saliva. Ele não parava de gemer.
Quando paramos de chupa-lo, os dois se deitaram na cama, me apoiei na cama de quatro, levantei o vestido da esposa dele que estava deitada e comecei a chupar a buceta dela, ela gemia loucamente e ele como um bom macho, não perdeu tempo, levantou minha saia e colocou minha calcinha de ladinho, passou cuspe no próprio cacete e começou a meter na minha buceta, segurou meu cabelo como um rabo de cavalo, era uma pegada excitante.
Entre as línguadas deliciosas que eu dava na bucetinha dela, soltava uns gemidos bem manhosos, sussurrando pedia para ele meter com força e a Alícia não parava de gemer e revirar os olhos.
Após ele me foder bastante naquela posição de quatro, fiquei deitada com as pernas para cima, e ele continuou a meter na minha buceta, a Alícia começou a chupar meus seios e morder os biquinhos do mesmo e a com a mão ela massageava meu grelo, ela era tão safada que pediu para o próprio esposo gozar dentro da minha buceta.
Eu gemia loucamente de tesão nesse momento, o Wagner cada vez mais metia mais forte, eram estocadas intensas. Até o momento que ele meteu profundamente e parou com a pica dentro da minha buceta, ele sussurrou com uma voz fraca e rouca: eu vou gozar, aí caralho! - Ele revirava os olhos loucamente. O macho deu uma leitada na minha buceta, enquanto a esposa dele me acariciava.
O tesão que eu sentia naquele momento era inigualável. Após ele gozar, o pau dele continuava duro, então ele mandou a esposa dele, ficar de quatro para ele. Enquanto, ele começava a enrabar o cuzinho dela, com a pica toda melada de porra, eu me deitei arreganhada e ela começou a chupar minha buceta e a lamber todo leitinho que tava escorrendo da minha buceta, que o próprio macho dela preencheu.
Depois dela lamber tudo, ela mudou de posição e eu comecei a beijá-la, enquanto ele ainda dava fortes estocadas no cuzinho dela... era tão apertado. Ele gemia e xingava ela de uma maneira excitante. E então, já estava perto dele gozar novamente, mandou as duas se ajoelhar na frente dele com a língua pra fora.
Deixamos nossos rostinhos colados, ele começou a esporrar na nossa boquinha, foi leite para as duas. Aquele macho era um verdadeiro depósito de porra. Ambas com a boquinha cheia de porra, engolimos tudo e nos beijamos intensamente. Ele ficava louco só de olhar nos duas beijando gostoso.
Após o ato terminar, nos vestimos e descemos para o bar para beber novamente e conversar... Foi uma noite foi alucinante e inesquecível. Eu amei ficar com esse casal. Foi uma experiência maravilhosa e quente.
By. melissa
As gotículas de suor deslizavam por meu dorso, enquanto eu tentava me esconder debaixo do ar-condicionado do balcão de atendimento. Não era novidade que essa é a época mais quente do ano, e apesar de saber disso aceitei o último turno no Grilo.
Meu chefe costuma dizer "Lua, o Café Grilo carrega muitas histórias".
Sério? Me poupe! Só se forem histórias de riquinhos mimados.
Que todos se fodam!
Em uma hora estarei pronta para fechar todas as portas e finalmente ir para casa...
*sino da porta de entrada toca*
- Boa noite! - ela se aproxima calmamente até o balcão de atendimento acompanhada de um sorriso um tanto acolhedor.
- Boa noite Su! - dou uma olhadinha rápida no celular para conferir se estou com um bigodinho de suor.
- Olha o horario, o que cê ta fazendo aqui? - Su se debruça sobre o balcão deixando a mostra o decote de seu colam dourado, ela sempre se vestiu muito bem então não era novidade que estivesse de salto e com uma maquiagem muito bem feita para exatas 20:10 da noite em uma segunda-feira.
- Pergunte ao seu pai! - respondo enquanto tento desviar os olhares para o colo de seus seios, e logo me arrependo.
Mesmo sendo considerada a filha adotiva da Roger Grilo e irmã adotiva de Su Grilo desde os 14 anos, ainda não entendo o que o senhor Roger viu em mim, ele sempre fez muita caridade, mas ajudar financeiramente a amiga pobre de sua filha parece um pouco demais...
Sei lá, talvez eu tenha um dom escondido que apenas eles enxerguem.
- Aff! Eu já falei milhões de vezes para esse velho que quando ele precisar de alguém para o turno da noite eu sempre vou estar disponível - um cemblante de irritação toma conta do rosto rubro, deixando Su apenas mais fofa com seus olhinhos verdes.
Os olhos verdes sempre foram a marca registrada da família Grilo, não que eles tenham escolhido isso, afinal pele escura e olhos claros não é algo que vemos todos os dias.
- Bom, talvez ele só não queira que você estrague suas unhas... - Seguro suas mãos enquanto observo o esmalte dourado que eu mesma havia passado na noite anterior.
- E eu comprei esse colam só para combinar você reparou? - Ela se afasta do balcão e dá uma voltinha.
- Lógico! Eu sempre reparo em você... - Digo sem pensar duas vezes - Mas e quando o esmalte começar a sair? Vai fazer oq com o colam?
- Ué, aí é só jogar fora! - sarcasmo sempre foi a nossa forma mais carinhosa de comunicação.
- Pode pah nega, tô acostumada com esse seu jeitinho de usar e depois jogar no lixo!
- Oque vc quer dizer com isso?
- Nada! - reviro os olhos.
Ela sábia que eu a amava, sábia que eu a desejava, nunca consegui esconder nada de Su. Ela me aceitava, aceitava minhas qualidades e o mais imprecionando era que ela também aceitava meus defeitos e os acolhia.
- Bom, já estou aqui posso te ajudar a fechar! - ela anda em direção a porta e gira a placa da de "aberto" para "fechado".
- Se minha chefe souber disso você tá ferrada!
- Manda sua chefe ir se foder!
- Vai se foder Su! - apenas cuspo as palavras sem pensar duas vezes.
Su devolve um olhar cínico, da a volta no balcão e se aproxima lentamente, tão próxima que consigo sentir seu hálito fresco.
- E por que você não vem comigo? - Ela me beija.
Retribuo o beijo sem pensar duas vezes. E sem nenhuma timidez, sem nenhuma cerimônia, as mãos de Su entrelação por trás de minhas coxas. Derrepente açucareiro, guardanapos e colherzinhas de café são arremessadas no chão.
Ela me coloca em cima do balcão sem interromper os beijos, aqueles beijos tão diferentes, Su me beijava de uma forma da qual jamais fui beijada e eu a beijava da mesma forma.
Lábios macios, suculentos encharcados de saliva e gloss sabor morango, e aquela língua quente preenchendo minha boca por inteiro e mordendo meu lábio inferior ao final de cada lambida.
A cada toque minhas pernas abrem mais um pouco, cada vez mais perto, e cada vez mais molhada, não apenas pela saliva.
Nossas mãos deslizam por nossos corpos ainda vestidos, Su aperta minhas coxas e eu puxo sua cintura cada vez mais perto. Meus lábios escorregam por seu pescoço, ao mesmo tempo que ela se deita para trás enquanto puxo seu cabelo. Desço cada vez mais, até chegar em seus seios, até colocá-los na boca através do colam dourado.
Nossos corpos quentes, o cheiro daquele perfume suave quase doce, o êxtase. Me afasto um pouco e dou um tapa forte em seu rosto. Ela se assusta.
E em um piscar de olhos Su arrebata minha camiseta, sem se importar com a delicadeza do tecido frágil e vagabundo. Sou arrancada de cima do balcão com facilidade e uma brutalidade que me excita.
De frente para o balcão e de costas para Su, sinto meu cabelo sendo puxado com força para trás e sinto uma língua quente começando pelo pescoço e descendo por minhas costas. Minha cabeça é empurrada com força contra o balcão. Ela me deixa vulnerável e eu me intrego por inteira, deixo a desvendar minha coluna torta, meus seios pequenos e minhas tatuagens no pescoço.
Nossos corpos estão fervendo, mais quentes do que aquela noite. Su aperta o bico de meus seios com os dedos molhados me fazendo gemer de prazer.
- Su... ah...
Não consigo me mexer com sua mão esquerda empurrando minha cabeça com força em direção ao vidro do balcão. Cada vez mais molhada.
Sinto ela descendo cada vez mais, passando os dedos molhados por minha barriga até o botão e depois até o zíper da minha calça. Ela desabotoa com facilidade, com a tranquilidade de quem conhece aquele território, com a calma de quem já passou por ali.
Sinto o indicador e o médio adentrarem por minha calcinha, a mais confortável que achei no meu guarda roupa hoje de manhã. Ela começa com movimentos circulares, e eu já não aguento mais, eu quero gritar, quero seus lábios em mim, quero seus beijos molhados, eu quero ela!
- Você gosta assim? - ela sussurra em meu ouvido e eu apenas concordo com a cabeça.
Prazer.
- Eu... eu quero você... - solto em meio aos gemidos.
Su tira a mão de dentro da minha calcinha, mas não antes de cravar os dentes em minhas costas. Sinto minha calça ser puxada para baixo, parando um pouco a cima do joelho. Me empino mais, sem que ela precise pedir.
Ela começa a descer beijando minhas costas, sinto sua lingua macia indo cada vez mais baixo, Su vai curvando facilmente mesmo com o salto plataforma. Sinto sua língua por trás e a vontade me consome, ela sabe o que faz, com movimentos lentos acelerando aos poucos. Su sempre acaba comigo.
Ela se abaixa mais até chegar no meu ponto g, conhece bem aquele ponto, sabe do que eu gosto. Experimento cada chupada com desejo, clamo por cada linguada, imploro para que entre em mim. E então ela entra e eu abro mais as pernas.
As estocadas começam, aumentando a intensidade lentamente. Quanto mais forte mais molhada eu fico, quanto mais fundo mais eu arfo de tesão.
Sua outra mão massageia minhas coxas por dentro, me fazendo voar cada vez mais alto. Eu não consigo mais me segurar, já sou toda dela e ela sabe disso, e então em meio às estocadas fortes ela volta a me chupar com vontade, com sede eu sei que ela deseja toda água do meu corpo, por consequência é isso que ela tem.
Eu gozo; Eu gozo com força; Eu gozo com vontade, despejando todo meu líquido em sua boca macia, escorrendo por seu pescoço.
Espasmos.
Sinto meu corpo se despejar pelo balcão, como se fosse feito de gelatina e não de ossos e carne.
Ela me tem.
Fonte da imagem:
Jun 27, 2021 - There's more than one way to flaunt your pride. Here is your ultimate guide to the various LGBTQ+ Pride Flags you might see f
La chica del club. (on Wattpad) https://www.wattpad.com/story/337468540-la-chica-del-club?utm_source=web&utm_medium=tumblr&utm_content=share_myworks&wp_uname=lachicadelclub80 LGTB.
Una adicción como cualquier otra. A la piel. A morder una carne tibia que se estremece y te mira a los ojos como un animal salvaje desafiando tu resistencia. El camino en moto se hizo difícil. Los muslos de Natalia apretados con toda la intención a los suyos, y sus manos bajo la camiseta metiéndose por sus venas como un veneno, le constataba que era adicción de la que no podía escapar. Con ese mismo desenfreno urgente del deseo, entraron a la casa. Tropezando con los muebles, subiendo a trompicones la escalera, luchando por cada bocanada de aire mientras se besaban.