ISOLA DEI FAMOSI,LITE FURIBONDA TRA GIUCAS CASELLA E JONATHAN PER IL SAC...

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ISOLA DEI FAMOSI,LITE FURIBONDA TRA GIUCAS CASELLA E JONATHAN PER IL SAC...

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ISOLA DEI FAMOSI, IL RITO. GIUCAS CASELLA COINVOLGE IL GRUPPO...CONTRO L...
16,90⏠non sono mai stati cosÏ ben spesi
VocĂȘ tĂĄ assim porque nĂŁo foi do jeito que vocĂȘ queria. Eu nĂŁo te liguei rastejando perdĂŁo. NĂŁo pedi pra vocĂȘ ficar, nem quando vocĂȘ disse que ia embora mesmo. Eu nĂŁo deixei vocĂȘ me ver chorar. Nem me ver caĂda no chĂŁo. NĂŁo mostrei minhas cicatrizes, muito menos o quanto doeu ver vocĂȘ saindo pela porta com aquele tremendo orgulho. Eu disse pra vocĂȘ que podia ir. Pedi coisas das quais vocĂȘ nem se importou em tentar entender. E aĂ vocĂȘ foi. E eu fiquei aqui vendo o quanto seu orgulho era bem mais importante que o amor que vocĂȘ dizia sentir por mim. Resumidamente, agora vocĂȘ diz que me odeia, me xinga, ignora, finge que eu morri simplesmente porque eu nĂŁo fiz o que vocĂȘ queria que eu tivesse feito: voltar como um cachorro que fez xixi no lugar errado. E pior de tudo que eu nem me arrependo de nĂŁo ter feito isso.. Pois migalha de amor, eu nĂŁo dou. E nem quero.
O mundo que dĂĄ voltas.
Tanta gente querendo estar no seu lugar... E vocĂȘ aĂ com medo de deixar seu orgulho de lado e assumir que errou.
Amor de babaca.Â

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Oi. Eu tive um pesadelo. Acordei meio ofegante e por achar que jĂĄ faz muito tempo que a gente nĂŁo se fala, quis te contar. Mas ao mesmo tempo nĂŁo tive coragem de enviar a mensagem depois que acabei de escrever. E enfim.. Eu queria que soubesse que toda noite eu rezo. E nĂŁo Ă© pedindo pra te esquecer, nem pra Deus colocar alguĂ©m no seu lugar, nem pra fazer vocĂȘ se foder, morrer ou se decepcionar com o mundo todo. Peço pra que ele coloque menos orgulho e mais amor em seu coração. Pra que ele mostre pra vocĂȘ o caminho de volta pra casa. Que te guie nessas ruas sem fim e te dĂȘ juĂzo. Que abra seus olhos a ponto de ver quem realmente te dava valor e queria vocĂȘ por perto. Rezo pra vocĂȘ achar mil mulheres. Ficar com todas. Se decepcionar com algumas e ser muito feliz com as outras. Porque sei que quando seus lĂĄbios tocam outro que nĂŁo sejam os meus, vocĂȘ se lembra e sente falta. Por que nenhum lĂĄbio se encaixa perfeitamente em vocĂȘ. E por mais que vocĂȘ tenha deixado de admitir isso, acho que eu nĂŁo preciso dizer que aĂ dentro do seu coração, as coisas funcionam bem diferentes do que vocĂȘ mostra. Acontece que eu tĂŽ tranquila. Porque sei que apesar de muitos erros, eu nĂŁo vou precisar meter a cara no chĂŁo pra entender onde eu errei. JĂĄ entendi, jĂĄ sei. Sei que eu deveria ter falado mais em vez de sĂł ouvir vocĂȘ falar e ficar tentando apaziguar as coisas. Porque sim, o erro foi meu. De nĂŁo ter sido mulher suficiente pra te encarar. Eu sĂł precisava de confiança em mim mesma. E agora eu consegui. Mas longe de vocĂȘ. Parece nĂŁo adiantar mais... SĂł que eu sei que um dia vocĂȘ cai na real. Porque na verdade, vocĂȘ ainda morre de Ăłdio quando pensa. Ainda proĂbe seu coração de sentir, seus ouvidos de escutar meu nome, seus olhos de me verem. Mas sĂł faz isso porque ainda dĂłi. Me deixa uma pouco abismada saber que vocĂȘ prefere ter o coração ferido, do que abrir mĂŁo desse orgulho. Diz que Ă© humilde. Que sabe perdoar. Pra chegar na parte em que vocĂȘ se lembra onde errou e nĂŁo ter coragem de pedir desculpas. Eu admito, amor, que fui meio rude. Na forma de pedir, na forma de ir embora. Mas o que vocĂȘ pensa quando se lembra das vezes que me xingou? Que limpou seus pĂ©s em mim como se eu fosse o tapete do seu hall de entrada? Do dia que vocĂȘ me comparou com aquele seu cuspe no chĂŁo? SerĂĄ que talvez do dia que vocĂȘ disse que ia procurar sua ex? VocĂȘ deveria saber que a raiva passa, mas o que vocĂȘ faz por causa dela, nĂŁo. Aquele monte de merda que vocĂȘ tacou no ventilador nunca mais vĂŁo sair dali. Sempre vai ter um pesadelo ou outro que vĂŁo me fazer lembrar delas. E sobre isso, eu rezo tambĂ©m. Hoje, tudo eu rezo. Se fico triste, rezo. Se quero morrer, rezo. Se penso em vocĂȘ, rezo. Se alguĂ©m me pergunta, rezo. E tem ajudado. Muito mais do que pedir pra morrer, dizer que odeio a vida, que Ă© injusto, que nada da certo comigo. Nada mais me atinge. Sei que hoje sou uma pessoa que sĂł coleta energias positivas. Nunca mais falei de suicĂdio. Nem de injustiça. Porque agora eu entendo que nĂŁo importa o quĂŁo perfeito vocĂȘ tente ser, sua vida vai ser do jeito que Deus quiser. E pronto. Sem mais, nem menos. E o que importa agora Ă© viver da melhor forma. Se ele me tirou vocĂȘ, tem algum motivo. Eu desconheço. E demorei pra aceitar. SĂł que, parece que tenho uma visĂŁo diferente agora. Acho que foi melhor assim. Pelo fato de que agora vocĂȘ vai crescer. Esse Ă© o momento onde vocĂȘ vai sair, conhecer pessoas novas, opiniĂ”es novas, se deparar com o mundo e ver que tudo que eu te disse era realmente verdade. Eu nĂŁo pedia liberdade pra fazer nada mais do que me tornar a mĂŁe perfeita pros nossos filhos. E um dia vocĂȘ vai ver que era isso que eu queria. Ver, para crer. TĂĄ aĂ uma coisa que eu nunca achei que vocĂȘ fosse precisar. NĂŁo depois de quatro anos. NĂŁo depois do que a gente era um pro outro. Mas sei que um dia vocĂȘ vai ver como eu tava certa. E como vocĂȘ precisava amadurecer. Porque apesar de vocĂȘ se dizer muito homem, muito maduro, muito cheio de si, muito entendedor do mundo... A gente sabe que nĂŁo Ă© tudo isso. Que vocĂȘ nĂŁo confiava em mim porque nĂŁo confiava em si mesmo. E que na verdade, tudo isso que vocĂȘ diz ser maturidade, sĂŁo sĂł um monte de feridas com casquinhas jamais cicatrizadas. E se quer saber, amor, eu tentei ser a pomada que ia curar tudo isso. Mas fui o objeto cortante que te deu mais cicatrizes pra cuidar. Vice-versa. Mas agora dane-se. Porque simplesmente caĂ na real de que dizer pro mundo que esqueci nĂŁo basta. Mentir nĂŁo basta. Ainda sinto sua falta antes de dormir, lembro de vocĂȘ quando vejo minha sĂ©rie preferida, ouço sua voz de criança do nada por causa da saudade. EntĂŁo, dizer que te esqueci Ă© quase a mesma coisa que dizer que vocĂȘ morreu. NĂŁo Ă© verdade. EntĂŁo prefiro, ainda que com todas as feridas e muito nĂł no peito, te dizer que ainda dĂłi. Mas que eu confio no meu Deus, e sei que todas as vezes que eu rezei, ele me escutou. EntĂŁo, se quer saber, sei que vocĂȘ vai me ligar. Simplesmente pra dizer: "Amor, Deus me trouxe de volta pra casa. DĂĄ pra vir abrir a porta?"
VocĂȘ sabe onde achar as chaves. (just1moresecond)
Eu sou mulher, sendo assim, exclusivamente sei que vocĂȘs homens sĂŁo pessoas complicadas. NĂŁo generalizando, mas vocĂȘs tem uma certa desconfiança de si prĂłprios. Deve ser porque vocĂȘ e eu sabemos que vocĂȘs jĂĄ aprontaram tantas, que acham que vĂŁo receber sempre de volta. Sim, isso acontece. SĂł vale lembrar que nĂŁo Ă© sempre, nem com todas. Eu sempre achei que o real motivo da sua desconfiança fosse isso, nada mais que seu passado te perseguindo. Quando eu te conheci vocĂȘ era uma cara que gostava de beijar todas, fazia com que elas se sentissem Ă vontade, que gostassem de vocĂȘ. SĂł que eu acho que vocĂȘ sempre se esquecia de avisar que nĂŁo seria recĂproco. Eis aĂ que vocĂȘ gostou de mim. Fez eu me sentir bem, agiu de forma bonita pra que eu nĂŁo esquecesse de vocĂȘ nem sequer por um minuto, me fez promessas, escolheu o nome dos nossos filhos e a cor da parede da nossa casa. VocĂȘ disse que ia ficar, e foi. Independente, vocĂȘ foi e eu fiquei aqui pensando em vocĂȘ, na chance de ser recĂproco e de vocĂȘ voltar. Um pouco mais de um ano, eis que eu te reencontrei. E vocĂȘ ainda era o tipo de cara que o papai dizia pra eu ter cuidado porque um dia ia dar problema e machucar a princesa. Mas eu era o tipo de garota que sonhava com vocĂȘ. Que prezava por vocĂȘ mesmo de longe. AĂ começou a histĂłria. VocĂȘ decidiu, finalmente, ficar. Por uma vez na eternidade. As coisas complicaram depois do dia que vocĂȘ realmente falou da nossa casa, da nossa vida em diante, complicou depois do dia que vocĂȘ fez eu acreditar que seria para sempre. Complicou quando a gente começou a dormir todos os dias juntos, quando vocĂȘ ia no banheiro me fazer companhia pra fazer xixi, quando falava com voz de nenĂ©m, quando eu chorava no dia que nĂŁo ia ter vocĂȘ pra me abraçar de noite. Complicou e virou casamento. E como todo casamento que se preze, as brigas complicaram. E aĂ começou a ficar cada vez mais difĂcil. Depois de trĂȘs anos e meio, eu acordei um belo dia e senti que vocĂȘ tava mais distante que as estrelas. Achei que era impressĂŁo, mas acordei com essa realidade por dias e dias. AtĂ© que eu desabei, percebi que nosso amor tava acabando porque a gente tava deixando ele se esvair. O amor tava fraco. A confiança tinha ido embora. O companheirismo ficou junto com os bons momentos, sĂł que nĂŁo eram o suficiente. A gente nĂŁo era mais suficiente. As coisas nĂŁo ficavam bem. Tudo gerava briga, xingamento, merda no ventilador. E ficava cada vez mais complicado. De repente, me vi na frente de um poço muito fundo tentando segurar os quatro anos que estavam ali detonados e quase chegando ao fundo sombrio. Eu pisei na bola, mas o real motivo de vocĂȘ desconfiar de mim, Ă© porque desconfiava de vocĂȘ. Tudo isso de histĂłria.. Idas, vindas, um total de quase seis anos. E aĂ vocĂȘ me diz que desconfia de mim. Do meu amor. Da minha dignidade. Dos meus estudos. Da minha casa. Da minha famĂlia. Dos meus sonhos pro futuro. Pro nosso futuro. Da casa pra nossa famĂlia. Depois de eu ter passado por tanta coisa por vocĂȘ, depois de ter tentado me matar, depois de ter entrado em depressĂŁo, depois de rezar pela sua volta durante um ano e meses, vocĂȘ jura por Deus, que teve coragem de achar isso? Chegou a hora: eu nĂŁo fui suficiente. VocĂȘ mudou. Voltou a ser o mesmo Lucas que era quando eu o conheci. Aquele Lucas que eu disse que tinha repulsa, que eu nĂŁo gostava. Virou a pessoa que vocĂȘ disse tanto, xingou tanto, criticou tanto e teve tanto medo de eu virar. VocĂȘ fez exatamente o que julgou que eu ia fazer. E sabe que que Ă©... Eu queria dizer que tĂŽ decepcionada. Que nĂŁo esperava por isso. Que eu achei que seria diferente. Mas a real Ă© que estou feliz. Feliz mesmo. E com a consciĂȘncia limpa. Eu fiz e fui o que eu disse que seria. Procurei meus cursos, refiz minhas pilastras, sorri. E hoje eu tĂŽ aqui, ainda que amando vocĂȘ, podendo dizer que independente do que tenha acontecido, nĂŁo fui eu quem troquei os personagens e fiz tudo ao contrĂĄrio. TĂŽ aqui, firme e quase completamente forte, podendo dizer que eu me tornei a mulher que vocĂȘ queria e que anda de cabeça erguida. E vocĂȘ se tornou o tipo de cara que as garotas vĂŁo gostar, vĂŁo usufruir, vĂŁo fazer te sentir bem, mas que em hipĂłtese alguma colocaram a mĂŁo no fogo por vocĂȘ igual um dia eu fiz. Hoje, meu primeiro amor, Ă© o dia em que eu acredito em mim primeiramente. E enxergo, com os olhos de alguĂ©m que nĂŁo teve tudo isso com vocĂȘ, que a pessoa que vocĂȘ Ă© hoje Ă© sĂł mais um retrato do que vocĂȘ, em vez de enfrentar, fugiu. AtĂ© porque, meu anjo, ainda que vocĂȘ minta pro mundo inteiro, nĂŁo consegue mentir pra si mesmo. E aĂ vocĂȘ me diz: no que vocĂȘ pensa quando deita a cabeça no travesseiro?
Sei que um dia as ĂĄguas vĂŁo trazer vocĂȘ de volta pra casa.Â
Reality: Giucas
Giancarlo Magalli ed Heather Parisi non credono ai loro occhi. Il pubblico diCiao Weekend sta godendo di pura estasi, ci si aspetta di vedere convulsioni e corpi posseduti da un momento allâaltro. Il centralino telefonico della trasmissione Ăš in tilt: tante chiamate, la gente nel panico, una situazione da protezione civile. Lâesperimento che nessuno riteneva possibile Ăš stato compiuto. La magia. Lâipnosi collettiva. Il controllo delle menti suggestionabili operato dal padrone del misticismo televisivo di fine â80, il sommo mago di Termini Imerese. Giucas lâaveva detto al produttore e continuava a ripeterlo fino a un minuto prima di entrare in scena alla sua agente. Lei gli aveva fatto un pompino, come al solito*, per tranquillizzarlo, e non câera stato bisogno di ipnosi: Giucas era eccitato dalla dominazione e lei sapeva recitare alla perfezione il ruolo della gheisha. Stavolta perĂČ sembrava davvero preoccupato. âCome se non sapesse che sono tutte stronzate quelle che fa. Psicopatico del cazzo.â Giucas lâincompreso, Giucas con un potenziale enorme che nessuno accettava, che nessuno capiva fino in fondo. Era questa la cosa piĂč frustrante, che gli venisse chiesto in continuazione di esibirsi in teatrini e circhi, di preparare sberleffi e farse grottesche quando lui avrebbe potuto davvero fare qualcosa di grande. Qualcosa di indimenticabile. âGiucas, prima o poi dovrai dire a tua moglie di noi. Mi sto rompendo il cazzo di sta situazione. Lo sanno tutti che scopiamo. Tutti tranne quella povera demente che lasci a casa dallâaltro lato dello schermoâ. âE muoviti che tra 5 minuti sei in direttaâ. Quando chiude la porta lui ha ancora lo sguardo perso nello specchio, sicuro di averci visto qualcosa che non riesce a cogliere di preciso. Per un attimo la sua mente si allontana al ricordo di quando suo padre lo portĂČ da un esorcista che era ancora un bambino. Il maligno non câentrava, era pura telepatia. Si chiamava ancora Giuseppe Casella.
Rosa ha 56 anni, giĂ vedova, giĂ nonna, giĂ lobotomizzata, giĂ irrimediabilmente vecchia. Vecchia come si puĂČ essere soltanto nelle periferie squallide, nei posti senza ambizione dellâItalia ignorata, fagocitata dallâinsensatezza. Incollata perennemente al suo Mivar 14 pollici. Il 1992 Ăš un anno meraviglioso. CâĂš un sacco da vedere in tv. Premiatissima,Fantastico, Tra moglie e Marito, Bravo Bravissimo, Il pranzo Ăš servito. Antonio Di Pietro Ăš una persona onesta e farĂ fuori questi ladri di merda. Ă anche un bellâuomo a dire il vero.
Rosa passa le domeniche coi suoi nipoti e il figlio piĂč piccolo che ha giĂ 29 anni ma ancora vive in casa come chi ha un lieve ritardo o Ăš semplicemente perso, non troverĂ mai una moglie. Giucas veste casual ma Rosa lo considera comunque elegante. Jeans, belle scarpe di pelle, giacca nera e una lucidissima camicia bianca sfibbiata e senza cravatta. CâĂš una strana tensione oggi in studio, tra lâilaritĂ di chi solitamente non crede, ucciso dal cinismo, dalla fantasia castrata dalla pubblicitĂ o da un distorto cartesianesimo. Giucas Ăš giĂ sudato, ti guarda dritto negli occhi e ha una voce incredibilmente convincente. ânon fatelo a casa. Sul serio, non ripetete quello che sto per fare a casaâ. Strano, pensa Rosa, Ăš sempre cosĂŹ tranquillo Giucas, speriamo non si faccia male nessuno.
Giucas sente quella voce di nuovo. Gli capita spesso ultimamente. Gli dice di uscire fuori, di mollare tutto e tornare a casa, in campagna, vicino al mare a meditare, che questo posto becero non Ăš alla sua altezza. Oppure distruggere. Distruggere ogni cosa, dimostrare di cosa Ăš capace. âSe solo questa gente sapesse cosa sarei capace di fareâ. âGuardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami, guardami. Intreccia le dita e stringi forte, forte, fortissimo. Le tue dita sono una morsa impossibile da sciogliere. Quanto ti sveglierai non ricorderai nulla di quello che Ăš successo adesso. Quando ti sveglierai non potrai separare le mani, resterai immobilizzato. Solo quando lo dico io, quando lo dico io, quando lo dico io. SVEGLIATIâ.
Rosa non resiste alla tentazione. Vuole lasciarsi andare, vuole essere posseduta da quellâuomo magnetico, vuole giocare per un momento e le dita le intreccia eppure sa che non deve farlo.
La polizia dovrĂ chiamare in studio e chiedere a Giucas di liberare dalla stretta tutte le persone che incoscientemente hanno voluto sfidare la forza del mago. Anche Rosa Ăš libera adesso, non solo nelle mani: Ăš libera di credere.
________________________________________________________ * Questo Ăš lâunico aspetto romanzato della storia. Non che sia improbabile che lâassistente di Giucas Casella gli procacciasse fellationes prima di andare in scena, per allentare la tensione. Nel dubbio, in ogni caso, abbiamo scelto lâopzione narrativamente piĂč efficace.
Il racconto Ăš stato pubblicato dalla rivista letteraria Crapulaclub crapula.it