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Vou-me com a rĆŖs perdida Nos matos da terra estranha TĆ© que os lobos da montanha Venham a tirar-me a vida.
Mas é tão desigual O mal de meu coração, Que os animais sem razão Sabem fugir de meu mal.
A Primavera, Francisco Rodrigues Lobo
āOs dias seguem, e vivo na impressĆ£o bizarra de que eles Ć© que sĆ£o eu - e eu o tempo por onde eles decorrem.ā
āA Grande Sombraā (in CĆ©u em Fogo), MĆ”rio de SĆ”-Carneiro
āA boa gente que aĆ vai, meu querido amigo, nunca teve destas complicaƧƵes. Vive. Nem pensa... Só eu nĆ£o deixo de pensar...ā
A Confissão de Lúcio, MÔrio de SÔ-Carneiro

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āO sono para ela era cair fulminada pelo excesso e pela fadiga.ā
Nome de Guerra, Almada Negreiros
āNinguĆ©m duvida que as flores desta Primavera se devem mais ao sol que as criou que Ć terra onde nasceram, e que o ser de Vossa Senhoria lhe dĆ” mais grave e pode dar maior fama que o meu engenho.ā
A Primavera (retirado do Prólogo a Dona Juliana de Lara, condessa de Odemira), Francisco Rodrigues Lobo
Gados que assim livremente Sem inveja ou diferença Gozais com tanta licença O prado verde e contente, Por não verdes diferente O gosto com que comeis, Nestas flores que colheis Se a vida quereis achar, Guardai-vos das que eu tocar, Porque logo morrereis.
A Primavera, Francisco Rodrigues Lobo