Havia algo nela que não a deixava desistir, algo de dentro, que mostrava que tudo ficaria bem, mesmo que tudo estivesse um caos. Tinha uma segurança, tinha leveza. Lá existia Deus.
Raissa Bacarin
seen from China

seen from United States
seen from Philippines
seen from United States
seen from United States

seen from Australia

seen from United States

seen from United States
seen from India
seen from Jordan
seen from Philippines

seen from United States

seen from Brazil
seen from United States

seen from Bulgaria

seen from India
seen from Brazil
seen from Australia

seen from United States
seen from United States
Havia algo nela que não a deixava desistir, algo de dentro, que mostrava que tudo ficaria bem, mesmo que tudo estivesse um caos. Tinha uma segurança, tinha leveza. Lá existia Deus.
Raissa Bacarin

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Tento olhar pra dentro para entender como foi que eu pude esquecer - ou se eu sequer esqueci.
Eu não sei dizer como foi que aconteceu. Ou melhor, como foi que eu deixei acontecer.
Não consigo parar de pensar em como tudo isso poderia ser evitado. Não consigo entender como foi que eu pude ser tão descuidada.
Sempre fui do tipo de pessoa que confere uma, duas, três vezes, daquelas que checam incessantemente. Eu rascunho qualquer mensagem importante e releio várias vezes antes de enviar, eu confiro informações que eu sei que eu já sei, eu não consigo dormir sem antes ter certeza de que esvaziei minha bexiga, de que meu celular está fora da tomada, que meus quatro despertadores estão programados e meu celular não está no silencioso e, ainda assim, durmo com a janela aberta para ter certeza de que vou acordar com a claridade do sol contra o meu rosto.
Eu planejo, eu me dedico, eu me preocupo - e muito, sempre demais. Eu me deixo ser perturbada por prazos então sempre faço tudo com antecedência. Eu chego nos lugares com mais de uma hora de antecedência pra não arriscar chegar atrasada. Eu penso muito antes, durante e depois.
O pior? Eu sabia que tinha algo errado. Eu sabia que eu não estava atenta. É como se alguma coisa no fundo do meu subconsciente estava ciente de que algo não estava certo mas não se deu o trabalho de me alertar. Não soou nenhum alarme, não agiu com urgência. Eu não me preocupei o suficiente. Logo eu, que sempre me preocupo demais.
Não sei como deixei isso acontecer. Senti que me conhecia mas eu não sei se isso é meu.
Ou talvez eu seja exatamente assim.
Quando tento racionalizar só consigo atribuir o ocorrido a um instinto de autossabotagem. Uma tendência para a autodestruição.
É como se assim que eu começasse a avistar a luz no fim do túnel, a faixa de areia do meio do azul interminável do oceano, a linha de chegada no fim da maratona e eu não só decido dar meia volta como também resolvo atear fogo ao meu próprio barco ou então me explodir - me explodir tão perto do meu destino que pedaços de mim chegam lá mas nunca eu inteira.
Talvez isso esteja relacionado a uma síndrome de impostor da qual venho suspeitado há tempos. Um sentimento constante de não merecimento, uma sensação incessante de não pertencimento. Não mereço o que tenho - que me foi dado ou que conquistei. Mas tampouco mereço sentir que não mereço, me parece que busco por pena.
Eu desisto. Sempre fui muito boa em desistir. Chegar a algum lugar não é da minha natureza. Chego sempre por acidente, sem pretensão. Ou então eu chego mas outra pessoa chegou antes e fez melhor.
Ninguém aguenta uma pessoa assim. É insuportável. Ninguém merece ter alguém assim na própria vida. Ninguém merece.
Desatenção, desconsideração, autodestruição, descuido, não sei. Só sei que eu nunca vou me perdoar e que não vou conseguir deixar de me penalizar por um bom tempo.
Sinto que isso não vai se repetir, que eu não vou deixar acontecer de novo porque aprendi a minha lição e eu não quero me sentir assim de novo. Mas não deixo de pensar no que vou fazer em seguida, qual vai ser a próxima da vez. O que eu vou fazer (ou deixar de fazer)?
Não é o fim do mundo, nunca é. Está longe de ser. Existem problemas maiores, tenho certeza. Mas o meu medo é realmente descobrir que é isso que eu sou, que sempre fui e que sempre vou ser.
Acho que eu nunca gostei de mim, não de verdade. Talvez esse seja o preço.
Ah, estou amando. Aquela dor no coração após falar com a pessoa e ela não nos dizer exatamente o que queriamos ouvir. Aquela angústia por não sabermos o que a pessoa está fazendo a todo momento, estaria ela pensando em mim? Mas é claro que sim, todo meu amor dei a ela, como poderia então não ser correspondido e amado da mesma forma? Bobagem, claro que me ama... Uma foto, um sorriso, um afeto voltado para outra pessoa e todo esse amor vira revolta, tão rápido e intenso, é a chama de nossa paixão que me incendeia dessa forma, sim isso é amor com certeza.
Ou será outra coisa? Uma obsessão talvez? Pela pessoa em si? Não, algo mais profundo, eu quero esse tão esperado amor, onde encontro? Como ser amado, quero que ele me sufoque, me persiga, porque até então isso é o amor certo? Tantas vezes fiquei acordado pensando naquela pessoa, e agora é minha vez, uma pessoa nesse momento sofre por mim, isso não é emocionante?!?! ESTOU SENDO AMADO, e o que sinto com isso.... nada
De tanto procurar o amor dos outros demorei a perceber algo que era tão simples, só sinto por mim, o que as outras pessoas sentem ou deixam de sentir não me afeta diretamente, isso é algo reservado a somente elas.
Então como sentir o amor? Me olhando no espelho procuro aquilo que gostaria de ver, não vejo meu rosto mas sim uma pessoa perdida, afeto sinto por essa pessoa que vejo, mas não sou eu, porque não conheço aquela pessoa. Ela já esteve a espreita algumas vezes, pelo menos eu acho, ou são tantas vezes que não consigo nem contar? Não, seria eu capaz de não conhecer uma pessoa que está a todo momento comigo? A resposta é sim. Começo a me interessar por essa tal pessoa que me encara toda vez que vou ao banheiro, ou passo por algum espelho, começo a vê-la com outros olhos. Do que você gosta? Eu também, isso é fantástico. Do que mais? Não, isso nem tanto, mas não conte aos meus amigos, eles pensam que realmente gosto disso.
E assim se iniciou uma amizade com alguém inesperadamente interessante... eu. Simplesmente eu.
Amizade que se transformou em amor, amor genuíno, aquele amor que é carinho, afeto, e não obsessão que machucava como antes, era algo que esquentava, que trazia conforto. Ao valorizar meu próprio ser, fui capaz de enxergar e tratar as pessoas de outra forma, e sabendo como o amor realmente se parecia, comecei a expandir esse amor que nascera dentro de mim, encantando as pessoas que se deixavam tocar por esse sentimento agora puro.
- by Christopher Pereira
Eu consigo escrever sobre você, porém nada do que eu escrevo é válido para passar o que eu sinto.
Ela é sempre maravilhosa, com aquele sorriso de moleca e riso solto. É linda, de dentro para fora, numa proporção tão equilibrada que causa inveja a qualquer malabarista profissional.
Isabela Moraes

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
via Arte Própria
jugo
eu nunca quis ser rasura. eu nunca pedi pra ser rasura. eu não consigo suportar o peso da transgressão. eu não quero ter que lutar por nada. eu não escolhi fazer parte de coisa alguma. eu não quero ser a voz de ninguém. (nem mesmo sou a minha) não quero ter que brigar por espaço. quero um espaço para não ter que brigar. não quero ter que romper com nada. não quero nada que "preciso" querer. eu não quero representar nada. eu não quero nada.
eu estou num fluxo. eu vivo um fluxo. eu sou um fluxo.
eu não sou nada. eu sou tudo tão mais tarde. por ontem, eu fui muito. por hoje é só.