Peaceful Forest - Heroes of Hammerwatch II [Steam]
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Peaceful Forest - Heroes of Hammerwatch II [Steam]

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Forgive the boy.
guess who’s as excited as heck to see this dorky duck coming back
(hint: me, I love this dork so much)
Jogos indies
Um dos grandes diferenciais da Steam em relação a outras lojas é a sua imensa biblioteca de indies. Lá tem de tudo, todo tipo de jogo experimental, mal acabado, lixoso, de mau gosto, mas também algumas boas surpresas e pérolas escondidas.
A maioria é bem baratinha, alguns a gente acaba levando de bônus em bundles e tem muitos gratuitos também. Eis aqui uma coleção de coisas que já experimentei por lá.
Deponia (2012), da alemã Daedalic Entertainment, é um point and click. Nesse tipo de jogo você fica clicando em objetos no cenário a fim de investigar mistérios ou resolver puzzles. Na verdade não curto muito. Outro point and click da mesma distribuidora que experimentei foi o Dead Synchronicity (2015), que se passa num futuro pós-apocalíptico sombrio, enquanto Deponia tem mais um ar de comédia. É um indie de bastante sucesso e o jogo teve várias sequências. O visual cartunesco dos personagens tem inspirado até cosplays, principalmente a donzela Goal.
Hammerwatch (2013), do studio sueco Crackshell, é um hack and slash de exploração de dungeon com diversas classes de personagens. A jogabilidade é um pouco repetitiva, mas pode ficar mais divertido jogando em grupo com outras pessoas online.
Famaze (2014) é um joguinho gratuito de exploração de dungeon em que você pode escolher as classes Knight, Thief ou Mage. É curto, mas bem legalzinho.
Magicite (2014) é um jogo de exploração de dungeon bem simples, mas divertido. O grande problema é que não existe salvamento. Você perde todo seu progresso quando para de jogar e depois terá que recomeçar do zero. Bom, pelo menos era assim na época que joguei.
Seu criador, o artista Sean Young, que assina com o nome de marca SmashGames, é também o criador de Roguelands (2015), Littlewood (2019) e mais alguns outros. Agora ele tem publicado nas redes sociais que está desenvolvendo o Monsterpatch. Ou seja, o cara é prolífico na criação de games, embora sejam bem simples.
Fingerbones (2014), do compositor e desenvolvedor David Szymanski, é um breve jogo gratuito de investigação. Você explora uma casa abandonada e vai descobrindo pistas de algo sinistro que aconteceu ali.
A distribuidora New Reality Games tem um monte de joguinhos que parece que foram feitos no RPG Maker (com exceção do Incincere, que é um FPS). Certa vez comprei alguns num pacote com 90% de desconto: Data Hacker: Initiation (2014), Data Hacker: Corruption (2014), Data Hacker: Reboot (2015), City of Chains (2015), Atonement: Scourge of Time (2015), Elements: Soul of Fire (2015), Outrage (2016), Incincere (2016), Purgatory (2016), Invasion: Brain Craving (2016) e Elements II: Hearth of Light (2016).
A maioria tem uma ambientação futurista cyberpunk e alguns são mais na linha sobrenatural. O fato é que não consegui jogar muito não. É meio lixinho. Na época o pacote inteiro custou apenas R$ 1,23, então nem tive coragem de pedir refund.
Off-Peak (2015), de um tal Cosmo D, é um estranho jogo surreal e experimental. É gratuito, então não custa nada experimentar, mas não parece ter objetivo algum. Você vaga por uma cidade com ambientação noir, conversa com pessoas, vê coisas esquisitas. A música na verdade é bem legal.
Drawful 2 (2016) foi um dos jogos que ganhei no "brinde da quarentena" da Steam. É a versão digital da brincadeira de adivinhar um desenho. Você cria uma sala e se conecta com seus amigos, então fazem desenhos à mão para que os outros adivinhem o que é.
Doorways: Old Prototype (2016), da argentina Saibot Studios, é uma amostra gratuita de uma série de terror chamada Doorways. A jogabilidade é estilo parkour, saltando e correndo em um cenário infernal. O excesso de vermelho é de doer os olhos.
One Troll Army (2016) é um tower defense gratuito em que você batalha com trolls (dã). É bem tosquinho. Foi criado pelo studio Fly Anvil que é simplesmente formado por dois irmãos. Suponho que sejam dos EUA, mas não encontrei dados de nacionalidade nas redes sociais ou no site deles.
Cayne (2017), da sul-africana indie The Brotherhood, é um joguinho de terror point and click com visão isométrica. Para um jogo gratuito, os gráficos são bem decentes e a história é interessante.
Wild Terra (2017), da russa Juvty Worlds, é um MMORPG relativamente recente, mas com um visual das antigas. É gratuito, mas tem umas DLCs pagas. Para quem gosta de MMORPG com crafting, caçar bichos, construir fortalezas e combater outros jogadores, é uma opção. Eu achei meio chatinho. Também já foi lançado o Wild Terra 2 (2022), mas não cheguei a experimentar.
Totally Accurate Battle Simulator (2019) ou TABS, da sueca Landfall Games, é um destes jogos com a física ragdoll, ou seja, você manipula uns bonecos que têm corpos moloides e se movem de um jeito desengonçado. Esse tipo de boneco já se tornou um subgênero de jogo, com alguns sucessos como Gang Beasts (2014), Human: Fall Flat (2016) e vários destes simuladores.
Em TABS você pode jogar no modo sandbox e brincar com as possibilidades de batalhas ou pode cumprir as campanhas. Existem várias classes de personagens organizadas por era. Você começa uma partida com certa quantidade de pontos que deve usar para comprar seu exército, planejando a melhor estratégia para sobrepujar os inimigos. Dê play e assista à desengonçada batalha.
The Textorcist: The Story of Ray Bibbia (2019), da alemã Headup Games, é um joguinho com uma proposta bem peculiar. Você é um padre que é chamado para realizar exorcismos e é aí que a jogabilidade se mostra diferenciada, pois nos combates você deve digitar as orações do padre, de modo que as palavras que você digita se tornam poderes lançados sobre os endemoninhados. A dificuldade do jogo então consiste em quão rápido você é capaz de digitar.
Hentai Crush (2019), de um studio com o autoexplicativo nome Mature Games, é um de tantos joguinhos indies que você encontra na Steam e têm um objetivo bem claro: sacanagem. Basicamente você interage com umas garotas dialogando, dando presentes e jogando um minigame de estourar bolinhas, aí vai ganhando pontos no coração das garotas até desbloquear aquilo que todo mundo quer no final: sexo.
A qualidade do desenho em estilo anime é decente (ou indecente), mas pra ter acesso ao conteúdo sem censura tem que fazer toda uma gambiarra de baixar um patch fora da Steam, o que achei bem esquisito e nem fui atrás.
(11,02,2025)
Hammerwatch II battles the dragon army this week on Switch and PS5
The king has been dethroned and a deadly army has been on the move in the brand new sequel to action RPG Hammerwatch.

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High adventure and fantasy action arrive on PC today with Hammerwatch II
Time for some good old fashioned adventuring with Modus and Crackshell’s Hammerwatch II. It’s officially available for the PC.
Why play Diablo when you could play the Hammerwatch 2 demo?
I’m shocked I haven’t raved about Heroes of Hammerwatch (HoH) on this blog before now. I thought I had. Sorry CrackShell, you deserved enthusiastic praise for your previous work. Apparently I only shared that with some friends. Hammerwatch 2 is the high quality lo-fi alternative to Diablo 4 coming out August 15th, and there’s a free demo on Steam right now. I’ve been having a blast playing that…
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Epics of Hammerwatch: Heroes' Collection To Get Limited Physical Release
Epics of Hammerwatch: Heroes’ Collection To Get Limited Physical Release
Strictly Limited Games, in partnership with Crackshell and indie publisher BlitWorks, has announced an upcoming limited boxed release of Epics of Hammerwatch: Heroes’ Edition. Both Hammerwatch games and their DLC will be available in a single, physical collection for Nintendo Switch and PlayStation 4 (PS4). Pre-orders for the Limited Edition and Special Limited Edition will kick off on Sunday,…
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