I FEEL SO ACCOMPLISHED
seen from United States
seen from Kazakhstan
seen from United States
seen from France

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Argentina
seen from China
seen from Azerbaijan
seen from United States
seen from Azerbaijan
seen from United States

seen from United States
seen from Argentina

seen from Australia
seen from Yemen
seen from Argentina

seen from France
I FEEL SO ACCOMPLISHED

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
10 Phone call
Justin's apartment - 6:30 am
Eu estava sentado em minha cama esperando do despertador o meu celular tocar e pensando na noite que passou. Pensando no jeito que America havia me tratado e nas suas atitudes. Eu estava decepcionado por ela ter me deixado ir tão fácil - sei que estou sendo repetitivo, mas eu me sentia tão mal. Imagine você no meu lugar ajudando uma pessoa completamente desconhecida e se apaixonar por ela só ao ver seu sorriso e então fazer coisas que nunca faria apenas para vê-la bem, e então essa pessoa te deixa ir tão rápido do mesmo jeito que entrou na sua vida. Todos os seus esforços parecem que foram em vão mas não importa que essa pessoa tenha quebrado um pedacinho do seu coração, quando ela precisar você vai estar lá por ela arriscando sua vida. Consegue entender como me sinto?
Meu despertador tocou mas eu ja estava pronto, então só me restou mais tempo pra ficar pensando. Cansado de pensar de forma direta em America resolvi em pensar no Chronos. A próxima coisa que eu precisava descibrir era como os corpos eram mantidos sem que seus órgãos e membros atrofiassem, e sabia que isso seria bem mais difícil de descobrir então eu precisaria me empenhar ao máximo, e iria aproveitar que America estava no apartamento de Ryan e não precisaria me preocupar em chegar cedo em casa.
***
Estava na minha sala observando os relatórios dos últimos exames cerebrais realizados em toda geração beta, que fora a última leva de clones criados. Meu pai queria que eu observasse cada mínimo detalhe dos exames em busca de alguma falha, pois não poderia haver outro defeito como o de America x2. Quando terminei de verificar todos os beta - o que já era quase na hora do almoço - perguntei pro Jeremy se ele não queria que eu olhasse a geração alfa e ele disse que eu não deveria me envolver com nada relacionado à Alfa e me concentrar na Beta.
A movimentação dentro da Clark era grande devido ao fato de quase terem capturado America.
- Ela tem alguém ajudando a se esconder. - Jeremy vociferou na sala de reuniões, sentado em sua confortável cadeira da mesma forma que o velho Joseph e seu assistente totalmente ativo desde início no Chronos, Andrew, e que acabei descobrindo ser o irmão do homem quem America havia matado - Quem seria louco de ajudar uma criatura como x2? Ela é uma máquina de manipulação e morte! - eu apenas observava a conversa deles enquanto procuravam novas formas de atrair America para a Clark e matá-la.
Próximo da uma hora da tarde Jeremy me convidou para almoçar com ele, e vendo aquilo como uma oportunidade acabei aceitando.
America’s point of view
Acordei na hora que costumava acordar quando estava com Justin, mas ao contrário dele Ryan ainda parecia estar dormindo, então fiquei na cama até escutar algum barulho na casa. Uma hora depois, enquanto ficava repassando em minha mente meus momentos com Justin, foi que que escutei barulho de pratos e logo fui em direção à cozinha. Ryan estava vestido com uma calça jeans escura e um casaco preto muito bonito. Ele acabava de colocar nosso café da manhã na mesa.
- Bom dia, ruivinha! - ele se sentou e então esperou que eu fizesse o mesmo - Dormiu bem?
- Na medida do possível. - sorri fraco e então dei uma abocanhada no omelete que estava em meu prato - Você só sabe fazer omelete?
- Basicamente. - ele sorriu - Não se importa de passar o dia sozinha, não é?
- Claro que não. Desde que eu possa assistir TV - ele riu mais uma vez e tomou o último gole do seu café.
- Costumo chegar um pouco mais tarde do que Justin, então se sentir fome pode pegar qualquer coisa, ok? Sabe usar o microondas?
- Mas então quando você chegar Justin e eu já teremos ido para casa, certo? - eu estava um pouco confusa.
- Justin me ligou faz algum tempo. - ele remexia no guardanapo que estava na mesa - Ele virá sexta-feira, America.
- E que dia é hoje, Ryan? - eu estava ficando nervosa.
- Quarta-feira. - ele pareceu ter notado minha expressão nervosa - Mas não se preocupe, ok? Esses dois dias vão passar voando!
***
Passei a tarde inteira na sala assistindo TV e com um pacote escrito Doritos na mão. Estava passando um filme bem engraçado então consegui rir um pouco, mas não esquecer Justin. A saudade que eu estava sentindo dele era indescritível. Senti tanta falta de seus olhos quando abri os meus pela manhã. Sabia que ele estava triste comigo pela forma que o tratei na casa de Julie, mas não pensei que fosse me deixar tão fácil como fiz com ele. Eu me arrependia tanto das minhas palavras.
Quando estava escurecendo e eu já estava assistindo o segundo filme do dia escutei um som estridente ecoar pelo apartamento. Olhei para os lados e encontrei um aparelho totalmente transparente piscando uma luz vermelha. Me aproximei dele e apertei um botão que estava verde. No visor do aparelho estava escrito “Justin”.
- Justin? - falei um pouco confusa, e então escutei um som fraco vindo do aparelho e o coloquei na orelha.
- Coloca o telefone na orelha, Meri. Colocou?
- Coloquei. - falei de um jeito confuso - Como que estamos conversando?
- Pensei que você soubesse o que era um telefone. - ele riu e senti uma sensação estranha na barriga - Como você está?
- Estou bem. Ryan foi trabalhar e fiquei assistindo filme e comendo Doritos - sorri ao lembrar do sabor daquilo. Era realmente muito gostoso.
- Bom. Só liguei pra saber como estavam as coisas. - ele suspirou - Sexta-feira nos vemos, Meri. Tenho que desligar.
- Desligar?
- Isso. Amanhã ligo de novo, certo? - não queria que ele parasse de falar comigo. Se não podia vê-lo pelo menos queria escutar sua voz.
- Estou com saudade, Justin - sussurrei e então o aparelho ficou mudo. Fiquei olhando para o objeto em minhas mãos e pensando que eu também poderia ligar para ele, da mesma forma que ele me ligou. Eu queria tanto escutar sua voz, mas o barulho da porta se abrindo me distraiu e então olhei para trás e vi Ryan entrando todo molhado.
- Tá caindo o mundo lá fora. - ele riu e começou a tirar o casaco, indo em direção ao seu quarto - Prefiro a neve!
Eu ainda estava com o telefone na mão e então o coloquei no lugar em que estava antes de tocar e me sentei no sofá que tinha alguns vestígios do Doritos. Peguei uma almofada e comecei a bater com ela no sofá, na intensão de colocar os farelos no chão. Depois de um trabalho quase perfeito, me sentei e fiquei assistindo o resto do filme.
- Wall-E? - Ryan perguntou, se sentando ao meu lado - Espera… Você está chorando? Eles são robôs - ele riu e eu dei uma fungada. Robôs ou não, era uma história tão bonita que não consegui evitar o choro. Eu estava percebendo que filmes parecem ser meu ponto fraco para as lágrimas. O filme já estava nos créditos e então Ryan pegou o controle da TV e digitou algo no mesmo e então um novo filme começou a passar na grande tela.
- Que filme é esse? - perguntei e ele sorriu.
- É um dos filmes favoritos de Justin. Brilho eterno de uma mente sem lembranças.
- Esse é o nome do filme ou o roteiro? - ri um pouco, e logo voltei minha atenção para o filme. Queria ver o que tanto Justin gostava nele.
Justin’s point of view
11:00 pm
Eu estava sentado na bancada da cozinha e ao meu lado estava ela, minha eterna companheira: a vodka.
Sei que não é o momento para beber, mas depois do que meu pai me contou no almoço e o que vi durante toda a tarde me atormentaram de uma forma que, sem America aqui, só a vodka iria me distrair. O que mais me assustava era que agora eu tinha certeza que eu não iria conseguir destruir o Chronos. America teria que viver para sempre como uma fugitiva, se escondendo do mundo e eu não poderia ajuda-la.
Duas horas depois eu estava deitado no sofá - o máximo que consegui caminhar - com meu celular na mão. Já não comandava meus atos e eu precisava tanto ter um pouco dela pra mim.
- Oi? - ela atendeu no primeiro toque, o que me impediu de desligar - Justin?
- ‘Tô com saudaed, Merixa - falei com a voz torpe, a lingua enrolada. Ela riu e então suspirou. - Me conta alguam coisa. Quero ouvir sua voz.
- Hoje assisti seu filme favorito, Justin. O nome é The hangover! - ela riu baixinho, tirando sarro do meu estado. - Bom, realmente assisti um filme que Ryan me disse ser seu favorito e gostei muito. Até chorei, uma coisa normal pra mim já que qualquer filme que assisto eu sempre choro. Assisti Wall-E também.
- Você goast de filems. - afirmei e ela concordou - Já assistiu algum pornô?
- Não… - ela ficou confusa e eu ri - É bom?
- Ô se é! Mas então, me conte se Ryan está sendo legal com você - eu tentava falar de forma mais coerente e prestar o máximo de atenção em sua voz.
- Ele está sim. Ele é legal, uma coisa que me surpreendeu. - eu ri - Está sendo fácil viver com ele.
- Então não preciso mais te buscar?
- Claro que precisa! - ela se exaltou - Se não vier na sexta-feira te juro que vou fugir daqui e vou te encontrar de qualquer jeito.
- America? - escutei a voz de Ryan ao fundo - Vem dormir, ruivinha.
- Passa o telefone pro Ryan, Meri - ela concordou e então a voz de Ryan ecoou mais alta em meus ouvidos.
- Isso é hora de ligar pros outros, viado? - ele estava um pouco sonolento.
- Para de intimiad com a America, escutou? - falei sério e ele riu alto - To falando sério, Ryan.
- A bebida tá te afetando cada vez mais. Melhor parar, cara.
- Te avisei. Me passa a America.
- Justin?
- Vamos dormir, Meri. Me desculpe ligar essa hora - falei já fechando meus olhos.
- Durma bem, Justin. E obrigada por ser meu anjo - e então ela desligou e dormi com aquelas palavras ecoando em minha mente.
***
11:00 am
Que som mais irritante. De onde vinha aquele barulho? Tateei e encontrei meu celular vibrando em meu peito.
- Alô?
- O que aconteceu com você, Justin? - meu pai estava gritando do outro lado da linha - São onze horas e você nem deu as caras!
- Não grita! Posso aparecer depois do almoço? Fui um pouco inconsequente noite passada, me desculpe.
- Você vai se desculpar mas é de outra forma! Uma hora em ponto te quero na minha sala! - e desligou, me deixando com uma puta dor de cabeça.
America’s point of view
- Você entendeu o que tem que fazer? - ele me perguntou com a voz baixa - No primeiro sinal de distração, na primeira oportunidade você pega isso aqui - ele me mostrou um objeto brilhante e pontudo - e coloca ou no pescoço ou peito dele, entendeu? - assenti e ele sorriu - Depois que você fugir vou dar um jeito de acabar com tudo aqui e finalmente você vai ser livre. Lembra dos treinamentos de luta? Se precisar, lute melhor. Jeremy disse que você seria o futuro, mas você merece mais, America. Você merece ter um futuro. - meus olhos estavam marejados e ele me abraçou tão forte que quase perdi o ar. Quando o soltei sua feição era de dor. Ele estava chorando e ao seu lado estava Matt, e ao olhar minhas mãos percebi que elas estavam cheias de sangue e então senti alguém me puxando para longe. Olhei para trás e vi Justin.