O fundo dos meus olhos refletem solidão.
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O fundo dos meus olhos refletem solidão.
Anna.

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by stephanus_rattus
(E inspirado na música "Ashes" de Celine Dion)
OS 50 TONS DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS
Imagem ilustrativa. Não remete em si a verdade histórica sobre a fundação da Umbanda.
Existe uma corrente, pra variar militante, (sempre esses bostas), que combate e condena fortemente o sincretismo característico da Umbanda. Religião brasileira, nascida nas senzalas dos escravizados, que cultuavam seus Orixás diante de imagens católicas. Assim nasceu: Ogum/São Jorge, Oxum/ Nossa Senhora da Conceição, Oxalá/Jesus Cristo, Obaluaê/São Lázaro e por aí vai. Eles falam a ladainha de sempre: "Isso é colonização branca!" "Opressão cristã!" "Fruto da Repressão e perseguição à cultura africana, até hoje "perseguida". Sendo que atualmente, os praticantes das religiões de matrizes africana são de maioria branca ou parda (IBGE).
Esquecem que sincretismo foi luta, rebeldia. Foi fazer branco de bobo. O Senhor de escravos, crente que havia catequizado seus negros, enquanto eles cantavam e oravam para o seus Orixás, bem ao lado da Casa Grande.
Até mesmo Umbandistas vêm exigindo a reformulação da Umbanda. Acabando com seu maior destaque, que repito: O sincretismo. Sendo que atualmente, ela ainda mistura pajelança, e até algumas características da religião que engatilhou e deu o tiro de fundação da religião: O Espiritismo "Kardecista". Onde até hoje, suas entidades são proibidas de se manifestarem, e vistos, na visão deles, como espíritos pouco desenvolvidos, devido a sua atração por bebidas e tabacos.
Seja como for, essa corrente, apesar desde sempre conhecer candomblecistas que também apoiam essa ideia de separar o carnaval do candomblé, isto é: renegam o período de festa e a quaresma, que realmente, se for passar a limpo, até hoje onde sei, o carnaval nasceu na Europa, já existia como festa pagã, e depois foi "incorporada" pelos católicos no período que antecede a Quaresma.
Sabendo que viriam 40 dias de jejum, penitência e oração, muito católico se lambuzava de comer, beber, e não duvido de não participar de algum bacanal, proveniente de algum adorador de Baco remanescente.
Antes e durante o carnaval, macumbeiros, (foda-se, é cansativo escrever umba... e candom...) fazem seus ritos e preparam suas proteções. E a maioria dos templos religiosos da umbanda e do candomblé, permanecem fechados, apenas reabrindo no final da quaresma.
Sim, o Brasil é misturado, é pardo, é mulato, é cafuzo, é mameluco, branco e preto e indígena, o Brasil é o vira-lata caramelo, no melhor sentido desta palavra, que até ontem, trazia vergonha e era sinônimo de complexo de inferioridade. Embora a esquerda insista em esquecer , mudar, apagar e reescrever a nossa bonita história. Implanto de cima pra baixo, o pior dos racismos, que nunca existiu por aqui, o racismo americano.
Imputando em quase crime, qualquer um que se identifica como pardo, numa terra onde negros retintos, descobrem sua ascendência de até 80% branca.
Enfim, hoje é quarta-feira de cinzas, e enquanto ia à missa de cinzas, me deparei com uma trupe de senhoras praticantes de religião africana, vestidas a caráter, isto é, baiana e lenço na cabeça, carregando suas oferendas, para o período que se inicia (a quaresma). De reclusão, oração e cuidados espirituais.
São os 50 tons da quarta de cinzas.
“Fifty Shades of Ash Wednesday”
There’s a movement going around — militant, of course (always these assholes) — that strongly fights and condemns the syncretism typical of Umbanda. A Brazilian religion born in the slave quarters, where enslaved Africans worshiped their Orishas in front of Catholic images. That’s how it started: Ogum/Saint George, Oxum/Our Lady of the Conception, Oxalá/Jesus Christ, Obaluaê/Saint Lazarus, and so on.
They repeat the same old mantra: “That’s white colonization!” “Christian oppression!” “A result of repression and persecution of African culture,” supposedly still persecuted today. Meanwhile, nowadays most practitioners of Afro-Brazilian religions are white or mixed-race according to the IBGE.
They forget that syncretism was resistance — rebellion. It was fooling the white masters. Slave owners thought they had catechized their slaves while those same slaves were singing and praying to their Orishas right next to the big house.
Even some Umbanda followers now demand a reformulation of the religion — removing what I’d argue is its biggest hallmark: syncretism. And today Umbanda still blends indigenous shamanistic practices and even some traits from the religion that helped spark its foundation: Kardecist Spiritism, tied historically to Allan Kardec. In that tradition, Umbanda entities are often seen as less evolved spirits because of their association with things like alcohol and tobacco.
Either way, this trend — though I’ve always known Candomblé practitioners who support separating Carnival from their religion — basically rejects both Carnival and Lent. And honestly, if we’re being historically fair, Carnival itself started in Europe as a pagan festivity before Catholics absorbed it into the period right before Lent.
Knowing forty days of fasting, penance, and prayer were coming, plenty of Catholics indulged heavily — food, drink, and probably a bit of Bacchus-style excess too (yeah, the old wine-god vibe).
Before and during Carnival, Afro-Brazilian religious practitioners — forgive me, it’s exhausting to keep typing the full names — perform rituals and prepare spiritual protections. Most Umbanda and Candomblé temples actually stay closed during Lent, reopening only near the end.
And yes, Brazil is mixed — brown, Black, Indigenous, white, every blend imaginable. Brazil is basically a mutt country, like our famous “caramelo stray dog,” and I mean that in the best sense. What used to be seen as shameful or an inferiority complex has turned into identity. Though parts of the political left insist on rewriting or erasing that story, importing a kind of racial tension that historically never quite worked the same way here.
These days it almost feels criminal for someone to identify as mixed-race in a country where very dark-skinned people sometimes discover they have up to 80% European ancestry.
Anyway — today is Ash Wednesday. And while I was heading to the Ash Wednesday Mass, I ran into a group of older women from Afro-Brazilian religions, fully dressed in traditional Baiana style, headscarves and all, carrying offerings for the period beginning now — Lent — a time of retreat, prayer, and spiritual discipline.
So yeah… These are the Fifty Shades of Ash Wednesday.
“Neguinho da Beija-Flor — the Brazilian Black samba singer with roughly 60% European/white genetic ancestry.”
Início da Quaresma
QUARTA-FEIRA DE CINZAS
Não se esqueças, somos pó; e ao pó vamos voltar.

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Princesa das Cinzas - Laura Sebastian
A jovem Theodosia tem seu destino alterado para sempre depois que seu país é invadido e sua mãe, a Rainha do Fogo, assassinada. Aos 6 anos, a princesa de Astrea perde tudo, inclusive o próprio nome, e passa a ser conhecida como Princesa das Cinzas.
A coroa de cinzas que o kaiser que governa seu povo a obriga a usar torna-se um cruel lembrete de que seu reino será sempre uma sombra daquilo que foi um dia. Para sobreviver a essa nova realidade, sua única opção é enterrar fundo sua antiga identidade e seus sentimentos.
Agora, aos 16 anos, Theo vive como prisioneira, sofrendo abusos e humilhações. Até que um dia é forçada pelo kaiser a fazer o impensável. Com sangue nas mãos, sem pátria e sem ter a quem recorrer, ela percebe que apenas sobreviver não é mais suficiente.
Mas a princesa tem uma arma: sua mente é mais afiada que qualquer espada. E o poder nem sempre é conquistado no campo de batalha.
PRINCESA DAS CINZAS
DAMA DA NÉVOA
A RAINHA DAS CHAMAS
Quando baixarem algum livro deixa o like e reposta para outras pessoas conseguirem baixar também.
Boa leitura <3
Kagemushamon
English Profile >>
Nível Híbrido Atributo Variável Tipo Guerreiro Campo Espíritos da Natureza (NSp) / Soldados do Pesadelo (NSo) Etimologia Kagemusha, Guerreiro das Sombras em japonês.
Descrição
Este Digimon místico surgiu devido ao Eclipse da Alvorada, evento que levou ao fim a Grande Catástrofe que ocorreu na era antiga do Mundo Digital: Rebuilt. O solo das regiões afligidas pelas trevas se converteu em uma terra chamuscada, então as cinzas do ambiente misteriosamente se convergiram e moldaram um artefato infundido com tal elemento, mas muito tempo se passou até que, sem explicação, o item tomou a forma deste “Guerreiro das Cinzas”.
Kagemushamon tem um comportamento típico dos Ronin, logo é certo que ele estará sempre vagando pelo Mundo Digital sem rumo, parando em pequenas vilas e acampamentos para conseguir comida ou ajudar alguns Digimons a resolver situações das mais diversas. Tem um temperamento calmo e normalmente não fala muito, exceto quando algumas crianças lhe pedem orientação, pois isso desperta nele a vontade de contar seu extenso repertório de contos repletos de lições de vida. Quando questionado sobre a origem de tantas histórias, Kagemushamon apenas diz que são “Experiências”.
Quando está sozinho, passa seu tempo meditando ou praticando golpes com a Takibi, sua espada forjada de um aço negro desconhecido. Ele aperfeiçoa sua técnica assim pois prefere não se envolver em combates, mas quando é necessário, busca encerrar a luta o mais breve possível, finalizando, muitas vezes, com apenas um golpe.
Seu verdadeiro objetivo como Guerreiro ainda não é muito claro, e ele mesmo evitar falar muito sobre, apenas dizendo que tem uma “missão de extrema importância que envolve a honra da alma de muitos Digimons”, mas nada é muito claro.
Ainda é difícil entender o que realmente se passa na mente de Kagemushamon e o porquê de ele esconder tanto sobre si, contudo é certo que estar ao seu lado traz muito aprendizado e paz, e isso já basta.
Técnicas
Hai no Jōshō (O Levantar das Cinzas) - Faz com que uma nuvem de cinzas inflamável envolva o adversário, então ele o atinge com a espada Takibi, se aproveitando da falta de visibilidade, ou ateia fogo nas cinzas, causando queimaduras;
Kage no Sanpo (O Caminhar nas Sombras) - Desaparece por um momento e surge atrás do oponente, golpeando-o nas costas;
Sūkōna Tamashī no Ha (Lâmina das Almas Sublimes) - Recolhe sua Espada, imbuindo a lâmina com o pouco fogo que consegue produzir, e salta contra o oponente, atingindo um corte tão poderoso que aquele que foi atingido é capaz de ver vários Digimons feitos de cinzas o acomodarem com calma no chão, onde fica num estado de paz inexplicável, se deteriorando ou apenas desmaiado.
Informações Adicionais
Espírito Humano das Cinzas
É um artefato antigo com sua origem atrelada ao Eclipse da Alvorada, moldado a partir das cinzas de muitos Digimons que lutaram contra as trevas que consumiam o Mundo Digital e morreram com o sentimento de dever cumprido e paz em seus corações.
Através do Espírito Humano das Cinzas, o utilizador pode evoluir para Kagemushamon, sendo capaz de controlar as Cinzas da terra chamuscada, além de conseguir controlar um pouco do Fogo, ainda que pareça não haver nenhuma relação entre ele e o Espírito Lendário do Fogo.
Ilustrador Jonas Carlota Digidex Empírea
Ressurgi das cinzas para notar que é preciso a dor para entender o amar.
Instagram: @artesias