SANGWOO IN CHAPTER 30
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SANGWOO IN CHAPTER 30

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HE IS JUST A CUTE SMOL BEAN, WHY YOU ARE SO MEAN HE CAN’T DIEEEE
Tomar decisiones es un proceso continuo, pero no siempre te das cuenta de cuándo las estás tomando. Mas con un poco de práctica con aquellas de las que ya eres consciente, comienza a establecerse un patrón que te ayudará con las demás. No es conveniente que te preocupes por cada paso que tengas que dar. Si adoptas una perspectiva correcta al despertar, habrás ganado ya una gran ventaja. Mas si experimentas gran resistencia y ves que tu resolución flaquea, es que todavía no estás listo. No luches contra ti mismo. Piensa más bien en la clase de día que te gustaría tener, y dite a ti mismo que hay una manera muy difícil de que este mismo día pueda transcurrir así. Trata entonces una vez más de tener la clase de día que deseas. Libro de texto #UCDM💜#cap30#entrenamientomental🧠#transigenciacero#decisiones#práctica#consciente#perspectiva#experimentar#aquíyahora#espíritusanto# (en Barcelona, Catalunya, España) https://www.instagram.com/p/Cec8EzfgeX5/?igshid=NGJjMDIxMWI=
A FeminEM in NYC – Reflections from #FIX18 Part Four
A FeminEM in NYC – Reflections from #FIX18 Part Four
This post is the final post of four covering my learning points and reflections from #FIX181. FIX – the FemInEM2 ideas exchange – took place in New York on Weds 17th and Thurs 18th October 2018. You can find my thoughts from the first half of day one here3, the latter half of day one here4, and the first half of day two here5.
Speaker self-nomination is open for #FIX19 NOW – take the plunge,…
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30. 365 days
Luna’s POV
Na quinta-feira resolvi dar uma volta pra esfriar a cabeça. O ano de 2015 nem havia começado ainda e tudo indicava que ele começaria conturbado. Pra começar, acordei pensando na Alícia, o que me deixou completamente “assustada”, por que direto eu me pegava pensando nela, sem mais nem menos. Nunca fui preconceituosa de ter uma reação do tipo “Deus me livre, eu sou hétero!”, mas não podia deixar de achar aquilo completamente estranho e confuso.
Depois disso: mensagens e ligações do Gabriel, as quais eu ignorei até ele desistir. Aliás, desistir era o que ele devia fazer. Desistir de mim e de tentar me fazer de otária novamente. — Não vai colar, Gabriel. Cai fora! – Eu disse pra mim mesma enquanto o celular tocava. E como se já não bastasse: recebi também algumas mensagens do José, dizendo que estava com saudades e queria me ver. “Vai por mim, não é uma boa hora.” eu pensei quando li suas mensagens. Então eu saí. Caminhei pelos quarteirões sem um rumo certo, mas como sempre, cheguei à praia e fiquei sentada na areia até o entardecer. Tive a sorte de contemplar o pôr do sol e fui embora pouco depois, antes que escurecesse e eu fosse assaltada e, no mínimo, esfaqueada, já que eu não havia levado nada comigo. Enquanto caminhava pela orla da praia vi alguns casais sentados na areia se abraçando e beijando e aquilo me deu uma pontada no coração. Senti falta do Gabriel e até consegui enxergar nós dois ali, abraçados, rindo um com o outro, nas vezes em que íamos até lá. — Chega disso, Luna. – Falei sozinha novamente enquanto desviava meu olhar para os meus próprios pés. Parei ali, sentindo a brisa que vinha do mar e olhei para as águas por alguns instantes. O vento bagunçava meu cabelo e fazia minha pele arrepiar, então decidi ir embora de uma vez, sem olhar pros lados e pensar em coisas que eu não devia pensar. Assim que cheguei em casa tratei logo de pegar o celular e mandar uma mensagem pra Carol. 17:40 “Preciso beber, o que você acha?” 17:43 “Acho que a gente devia sair.” Marquei de encontrar com ela e com um amigo dela — que ela tinha mania de chamar de irmão — ali perto de casa, em trinta minutos, então tomei um banho rápido, vesti uma roupa qualquer que encontrei no armário — uma camisa larga e um short jeans —, calcei meu vans vermelho e deixei os cabelos soltos. Peguei um dinheiro que meu pai tinha me dado no dia da festa e falei com eles que estava indo encontrar a Carol, em seguida saí. Andei um pouquinho e vi ela vindo na minha direção com ele, os dois sorriram e ela me deu um abraço. — O que é que tá pegando? – Perguntou. — Só preciso esquecer algumas coisas. – Falei simplesmente. — Então vamos, por que beber realmente é o melhor remédio pra isso. – Gustavo falou. Eu ri e nós voltamos a andar. Passamos num mercado perto da praia e compramos algumas bebidas, dali fomos pra praia e ficamos sentados em um banco, sem falar nada, apenas bebendo.
Na metade da garrafa eu já estava sentindo a bebida começar a subir. No final, eu já estava um pouco tonta. Na metade da segunda eu estava bem tonta, e no final dela, eu já estava rindo. Realmente, beber sentada faz efeito muito mais rápido. — Olha só, já está feliz. – Carol riu de mim. — Ainda bem!!!! – Falei contente. – Isso é tão bom, eu não quero parar de beber nunca mais. Quero me sentir assim pra sempre!!!! — Aí tu morre com tanto álcool no sangue, maluca. – Ela riu de novo. — Não morro não!!!! Vou é ficar mais viva do que nunca!!! — Vou comprar catuaba, vocês querem? – Gustavo perguntou. — Sim!!!! – Falei animada. – Mas eu não gosto... — Compra lá, ela vai acabar bebendo. – Carol disse. – E tenta comprar uma barrinha de chocolate também, se não ela não chega em casa hoje. Gustavo saiu e em pouco tempo voltou com uma garrafa de catuaba e alguns copos plásticos nas mãos. Eu não gostava daquilo, mas bebi mesmo assim. Não sei quanto mais eu bebi, só sei que eu ora ou outra comia um pedaço da barra de chocolate e quando o álcool baixava eu voltava a beber. Em um dos momentos em que eu estava bêbada eu avistei a Alícia de longe, junto com um garoto. Caralho, o que eu ia fazer? Eu estava morrendo de vergonha de ir lá e olhar na cara dela depois de tudo o que rolou entre nós, mas ao mesmo tempo eu queria ir lá. Então a bebida falou mais alto e eu só me levantei dali e comecei a caminhar na direção dela, que estava de costas para onde eu estava, andando na calçada com o garoto. — Eu já volto. – Falei antes de sair de perto da Carol e pude ouvir um “onde você vai, maluca?”, mas não respondi e continuei andando. Apressei os passos até chegar perto da Alícia e quando me aproximei, me coloquei ao seu lado, acompanhando seus passos. — Oi! – Olhei para ela e abri um sorriso. Alícia e o garoto me olharam um pouco assustados por não terem notado minha presença e quando eu desviei os olhos dele pra ela, percebi que ela estava com os olhos arregalados. Eu ri e segurei seu braço. — Não sou um fantasma, calma. – Falei ainda rindo. – Sou a Luna, lembra de mim? – Sorri. Ela me encarou por mais alguns segundos, calada e com os olhos do mesmo jeito, até que murmurou alguma coisa. — Oi... Luna. – Disse por fim e me encarou por mais alguns segundos. – Você está legal? Tá fazendo o que aqui? — Bebendo!!!! – Abri um sorriso. — Opa, bebida, onde? – O garoto que estava com ela perguntou rindo. — Estou ali com meus amigos, vamos pra lá!!! — Bora! – Disse o garoto novamente. – Meu nome é João. – Completou se apresentando e estendeu a mão pra mim. — Luna. – Sorri e apertei sua mão. Ele lançou um olhar para a Alícia e eu ri daquilo, em seguida desviei os olhos para os cigarros que eles tinham nas mãos. Cigarros que certamente não eram comuns.

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Capítulo 30
Capítulo 30
O mês acabou e o que restava da minha felicidade desvairou-se. Acompanhei meu grupo favorito até o aeroporto e só restaram as doces lembranças do mês mais montanha russa da minha vida. Por enquanto ninguém tentou tomar o lugar da sorridente, mas a cada momento que passa, eu sinto que isso está com os dias contados.
Com toda solidão e a decepção, entrei em crise de novo. Evitei o horário de sempre da academia. Evitei tomar banho no banheiro feminino, por motivo de lotação, incluindo os banhos repentinos no vestiário masculino. Evitei até mesmo parar e pensar com calma em tudo isso.
Fazer tudo isso me fez bem até certo ponto. Meu desempenho em sala de aula só melhorou, o que me deu forças para continuar nessa loucura. Até que meu celular vibrou: ID desconhecido. Exatamente. Eu provavelmente fiz a mesma cara de interrogação que você está fazendo. Abri a mensagem de texto. Fiquei pasma, até porque não fazia O MENOR SENTIDO. Era do dito-cujo. “Desculpa pelo meu comportamento deplorável, quero te recompensar. Ligo mais tarde, ok?”. Esperei o horário de a aula acabar e finalmente tive meu momento, com razão, para o tão esperado surto. Primeiro: Como ele tinha meu número? Segundo: Como teve coragem? Terceiro: Prevejo mortes e, sem essa questão, para todos os efeitos, eu estava na TPM.
Cap 30 - LET ME INTRODUCE YOU
Lá estava eu, dormindo lindamente e a vadia da Lucy me acorda.
Lucy: Vou chorar. Eu: Hm. Lucy: Vanessa, porra, to triste. Dá atenção. Eu: Não. Lucy: Preste pra alguma coisa, vadia. – me balançou. Eu: O que é, caralho? Lucy: Daqui uma semana a gente volta. Eu: Tu não me acordou pra falar algo que eu já sabia, né? Lucy: Acordei. Eu: Te odeio.
Levando em consideração que já tava na hora do almoço, aproveitei pra por um biquíni e ir pra praia. Passei no quarto do Eric primeiro, mas ele não estava lá. Nesse caso, fiz a Alice ir comigo.
Alice: Somos bastante sortudas, sabia? Eu: Diga-me o motivo. Alice: Estamos quase saindo da escola e já viajamos com nossos amigos, fazemos o que queremos fazer sem ninguém interferir. Eu: Fale por você, meu pai ainda tá no meu pé. Vive me ligando. Alice: Tu não atende? Eu: Não. Alice: Meu pai tá em Londres, minha mãe vai sair da reabilitação em 1 mês e meu irmão que tá sempre sozinho finalmente foi visitar meu pai. Acho que to em um lugar legal. Eu: Além disso, você tem eu. Alice: É verdade. Eu: E tinha o Lopes, né? Eu nunca soube o que aconteceu entre você e o Lopes. Alice: Eu nunca te contei? Eu: Não. Alice: Eu queria ficar com ele, de verdade, mas ele não sabia e eu não quis contar. Eu: E o que deu? Alice: Ele beijou outra, eu vi e deixei ir. Eu: Mas vocês estavam namorando, namorando? Alice: A gente tocou no assunto, mas nunca ficou definido. Eu: Então eu quero te apresentar a alguém. Alice: Quem? Eu: Garu.
Eu nem sei o nome verdadeiro do cara, mas já gostei dele por motivos de: porque sim. Bonitinho demais pra ficar solteiro e já que to indisponível, não custa passar pra minha melhor amiga. Liguei pro Victor e o disse pra trazer o Garu aqui. A Bruna me ouviu falando com ele e me chamou em um canto.
Bruna: Eu não te falei que vi a Savannah no quarto no menino? Eu: Putz, esqueci totalmente disso. Bruna: Que ótima amiga você, né. Eu: E agora? Bruna: Agora fodeu, porque eu tava com a Jenni há 5 minutos e a Savannah vem pra cá. Eu: Ela ainda tá na dessa menina? Bruna: Já que vocês não estão conversando, na sua que ela não vai estar, né. Eu: Cala a boca.
Não queria causar mais problemas pra ninguém, então simplesmente falei logo pra Lice que o Garu tava com a Savannah, ou supostamente estava. Enfim, eu contei o que a Bruna viu.
Alice: Mas então eles estão juntos ou não? Eu: Eu não sei. Alice: Então vai descobrir. Eu: Como? Alice: Não sei. Pergunta pra Jenni, a própria Savannah, qualquer pessoa. Vai descobrir. Eu: Você pergunta pra Jenni. Alice: Você me colocou nessa, então você me tira. Ou dá um jeito. Vai.
Odeio a Lice, sério. Eu odeio muito ela.
Larguei ali mesmo todo o orgulho que eu tinha, peguei um pouco de ‘’altruísmo’’, o que não faz muito parte de mim, e fui falar com a Jenni.
Eu: Hey. Jenni: Demorou né? Eu: O que? Jenni: Engolir o orgulho. Eu: Não engoli. Larguei por aí, é menos humilhante. Jenni: Foi mal. Eu: Por tudo ou pela piada? Jenni: Tudo menos a piada, essa foi merecida. Eu: Justo. Jenni: Cadê o seu ‘’foi mal’’? Eu: Não força. Jenni: Justo.
Ela sorriu e me abraçou. Odeio ficar brigada com ela, mas odeio mais ainda ‘’largar o orgulho por aí’’, por isso durou tanto tempo. E ela é esperta demais pra saber que vir falar comigo é pedir pra levar patada. Sou assim, precisava mudar, mas sei que nunca vou.
Eu: Entãaaaooo... Jenni: Tava bom demais pra ser verdade. Eu: Eita, o que? Jenni: Tu vir só por mim. Eu: Pensa pelo lado bom: vim por você e mais alguém muito importante pra nós duas. Jenni: Hm, quem? Eu: Querida Alice. Jenni: Dá um nome de livro isso aí. Eu: Verdade, um dia escrevo um. Jenni: Tá, mas o que tem ela? Eu: Falei que ia apresentar ela ao Garu, mas recentemente veio ao meu conhecimento que ele pode estar saindo com sua amiga Savannah. Sabe algo sobre isso? Jenni: Nem sei quem é Garu.
E falando no diabo...
Garu: E aí, Vanessinha. Eu: Fala, namorado da Pucca. Garu: Só falta ter a Pucca. Eu: Tá querendo uma, né. Essa é a Jenni. – apresentei os dois. Garu: Você não é amiga da ruivinha? Jenni: Eu sou amiga de uma ruivinha,só não sei se é A ruivinha. Garu: Senhorita Savannah. Jenni: Então é A ruivinha. Garu: Ouvi sobre você, morena. Eu: Tira o olho que essa já tem dona, e se tu tomar eu ainda ajudo ele a te quebrar no meio. Garu: Então tu é das violência? Eu: Eu? Por favor, sou um doce. Jenni: Quem não te conhece que te compre, amiga. Eu: Vai dar pro meu melhor amigo, menina.
A Bruna apareceu beijando o Victor, que não largou ela nem pra dizer oi.
Eu: Não tá difícil respirar, não? Bruna: Vai se foder. Eu: Hm, quanta agressividade. Victor: Isso tudo é vontade que eu te dê um beijo também? Eu: Ou pelo menos um abraço, né. Porra, o cupido merece atenção também. Alice: Isso foi gay pra caralho, guria. Eu: Mesmo com o ‘’porra’’ no meio? Alice: Aham. Eu: Gente, essa é a Alice do país das maravilhas. Garu: Eu ia fazer essa piada. Alice: Clichê demais. Prazer. – deu um beijo no rosto dele. Garu: Mesmo se eu falasse que é a maravilha do país em pessoa? Alice: Dai simplesmente não ia fazer sentido. Eu: E nem seria engraçado, palhaço. Garu: Paia vocês.
Ficamos conversando por horas ainda e a Savannah chegou.
Savannah: Que cidade pequena. Jenni: Porque?
Ela nem respondeu a Jenni e o Garu já estava tirando ela do chão.
Savannah: Como que você veio parar aqui? Garu: Poderia te perguntar o mesmo. Savannah: As boates da vida. E tu? Garu: Algo parecido.
Eu realmente queria saber qual a relação dos dois, então desisti da vergonha, coloquei minha cara de pau e perguntei.
Eu: Vocês namoram? Savannah: Pelo amor de Deus, não. Eu: Sério? Savannah: A curta história é que éramos vizinhos. Eu: E a longa? Savannah: Levaria dias para contar.
Vadia, me deixou mais curiosa.
Queria perguntar do Leandro também, mas minha cara de pau não era tão de pau assim.
A Jenni me chamou no canto e perguntou se eu ainda odiava a Savannah e, aproveitando o meu humor reconciliatório hoje, disse que não. To só meio cansada de intrigas, não to afim de arrumar mais.
Ficamos conversando por mais horas. Cerveja, um pouco de maconha para aqueles que não largam e um filme que ninguém realmente prestava atenção. Pouco tempo depois, acho que a Alice cansou de esperar – ou simplesmente ficou chapada demais – e finalmente beijou o Garu. Foi uma cena até que fofa. Adoro ver ela beijando pessoas. Isso pareceu pervertido, mas eu juro que não.
Victor: E aí, cadê o pseudo-namorado, como você diz?
Tá aí uma boa pergunta. Desde o almoço eu não o via.
Eu: Gente, alguém sabe onde o Eric tá?
Responderam que não.
Eu: E o Lipe? André: Ele disse que ia para casa de uma guria. Não sei o nome, não perguntei. Eu: Tem mais alguém faltando? Gabriela: A Annie. Não vi ela hoje.
As únicas pessoas que sabiam do que eu, o Eric e a Annie havíamos aprontado eram a Lucy e a Lice. Nem cheguei a contar pra Bruna ou Jenni. E a Annie e o Eric eram as únicas pessoas ‘’desaparecidas’’ por quase 12 horas. Isso realmente começou a me incomodar.
Peguei meu celular e liguei para o Eric, ninguém atendeu. Pensei em ligar pra Annie, mas me segurei. Ela é minha amiga e aquele dia tinha sido efeito da cocaína. Nada de mais estaria acontecendo. Ou pelo menos foi isso que eu tentei colocar na minha cabeça.
A cerveja acabou e eu realmente precisava de mais. Tendo isso em mente, chamei a Alice pra ir comigo porque tava muito ansiosa pra saber o que ela tinha achado do Garu, mas não deu pra descobrir porque a Savannah ofereceu para fazer companhia.
Savannah: O que vocês vão comprar? Eu: Só cerveja mesmo, eu acho. Savannah: Vamos comprar uma pinga? Sério. – começou a rir. Eu: Tu anima? Savannah: Sim. Só pra deixar o povo mais bêbado.
Ok então. Compramos um litro de 51 e voltamos pra casa e todo mundo ficou bêbado. Até demais.
A Lucy e o André já estavam se comendo na sala. Ou quase isso. O Henrique e a Jenni já tinham desaparecido. A Alice e o Garu mantendo “simples”, assim como a Bruna com o Victor. Os casais estavam formados e fiquei de vela, já que o meu macho não se encontrava na casa. A Savannah no maior love com o Gabriel também. Oh guria que tem gosto pra homem que já peguei, viu.
Gabriela: Tu pareceu preocupada depois que eu falei que a Annie tava sumida também. Eu: Ah, nada de mais . É só porque não tenho notícias. Gabriela: Entendo. Eu: Enfim, se tiver notícias me avisa. Gabriela: Eu sei.
Mas não precisou. Foi só eu acender mais um baseado que os dois chegaram rindo e abraçados.
Não é possível que to em mais um maldito triângulo amoroso.