An Archive of Our Own, a project of the Organization for Transformative Works
"Our souls have burned like fireworks in all the lives you have had me. In every world.
I will look for you for a thousand more lives, just in case one wasn't enough."

#dc#batman#dc comics#dick grayson#batfam#tim drake#dc fanart


seen from United States
seen from Canada
seen from United States
seen from Russia
seen from China
seen from Türkiye

seen from Malaysia

seen from United States

seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from India
seen from United States

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Sweden

seen from United States
seen from India
An Archive of Our Own, a project of the Organization for Transformative Works
"Our souls have burned like fireworks in all the lives you have had me. In every world.
I will look for you for a thousand more lives, just in case one wasn't enough."

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Okey, i need MORE SCENES FROM VALKYON cap 20. Please send captures.
Me and all team good dragon.
The rise and SURPRISE of the DOACs. St.Emlyn's
The rise and SURPRISE of the DOACs. St.Emlyn’s
Been a while since we have had any clotology on here. That is unacceptable. So here we go with another journal club fest on the management of acute VTE.
Now we have improved access to whole leg compression ultrasound, some reliable safety data around the use of this technology and a specialist society for vascular sonographers it is not surprising that we are picking up more and more small clots…
View On WordPress
20. Divina comédia
Luna’s POV:
Carol se afastou de nós um tempo depois, indo em direção à porta. Fiquei ali com a Mariana e como nossas bebidas já haviam acabado nós voltamos à cozinha para pegar mais.
— Você conhece alguém aqui? – Perguntei a ela enquanto desviava de um grupo de pessoas. — Ninguém. – Ouvi ela dizer. – Só vim por que a Carol insistiu muito, se não estaria em casa. — Digo o mesmo. Não estou muito animada ultimamente. – Falei pegando um novo copo e colocando vodca e refrigerante novamente. Esperei Mariana preparar a bebida dela e senti alguém passar o braço pelo meu pescoço, virei-me imediatamente e vi que era o tal Lucas, dono da casa. — E aí, meninas! Estão gostando da festa? Tudo ok? Tranquilão? – Ele estava agitado, perguntou tudo de uma vez, sem pausas. — Estamos sim. – Falei. – Obrigada. — Demorou então, hahaha. – E saiu.
Mariana me olhou rindo e nós voltamos para a sala. Assim que passei pela porta vi Alícia entrando, a amiga do Gabriel. Ela me olhou no mesmo instante e abriu um sorriso, sorri também e balbuciei um “oi” enquanto me afastava. Fiquei próxima ao sofá com a Mariana e Carol logo apareceu de mãos dadas com um garoto alto e bem bonitinho. — Migas, esse aqui é o Fernando. Fer, essas são Luna, – Apontou para mim. – e Mari. – Apontou para a Mari. — Oi. – Ele disse dando um beijo no nosso rosto. — O que é? – Ela perguntou pegando meu copo e dando um gole na bebida. – Vodca com refri. – Constatou. – Tem tequila, vocês viram? É disso que a gente precisa. – Sorriu. — Não foi você quem pediu para que não bebêssemos muito? – Ri. — Bem lembrado, – Ela apontou o dedo para cima. – não me deixem exagerar. – E riu. — Acho que você já está exagerando. – Ri também e ela começou a gargalhar. Ok. — Eu vou ao banheiro, já volto. – Mariana disse antes de se afastar. Começou a tocar “Bitch I’m Madonna” e, como eu amava aquela música, não pude deixar de dançar — ou pelo menos mexer um pouco o corpo. Dei mais alguns goles na bebida e quando ela acabou fui à cozinha e peguei uma skol beats, porém quando voltei para o lugar que estava, Carol e Fernando não estavam mais lá. Mariana tinha ido à algum lugar depois que voltou do banheiro, então fiquei ali sozinha. Dei três longos goles na skol e logo comecei a sentir o álcool subir. Fechei os olhos deixando a música penetrar em meus ouvidos e me deixei levar pelo ritmo da mesma. Alguns caras chegavam querendo alguma coisa, mas eu tratava logo de dispensá-los. Não, eu não queria beijar ninguém, não queria conhecer ninguém, só queria ficar na minha, sozinha — já que as duas pessoas que foram comigo me largaram de lado. Tudo bem, eu não precisava delas mesmo, eu ficaria muito bem ali. É, o álcool já estava mesmo afetando o meu cérebro.
Alícia era a única pessoa que eu conhecia ali, tirando Carol e Mariana, então sempre que ela passava eu reparava no que ela estava fazendo. Eu já havia a visto passar umas quatro vezes, não parecia estar bêbada ou drogada, mas não estava totalmente sóbria também. Percebi isso pelos olhos pequenos e as risadas sem motivo que ela dava. Vi Carol e Fernando também, mas eles não me viram e pareciam nem estar lembrando de mim, então os deixei pra lá e continuei ali sozinha. Fui até a cozinha pegar um copo de refrigerante para mim e quando voltei havia um lugar vago no sofá, sentei-me ali, ao lado de um casal que estava praticamente se comendo, e tentei ignorar os dois enquanto observava as pessoas que estava dançando, bebendo, conversando e passando de lá para cá. — Posso saber o que uma mina linda assim está fazendo sozinha numa festa como essa? – Disse uma voz masculina atrás de mim. — Não. – Falei seca. Parece que funcionou, pois ele não disse mais nada e quando olhei para trás não havia mais ninguém ali. Ótimo! Mais um tempo ali sentada e resolvi me levantar quando um idiota tropeçou nos próprios pés e veio voando para cima de mim e do casal ao lado, a garota gritou quando ele caiu em cima dela e eu me levantei num pulo quando a cerveja que ele segurava voou para dentro do meu decote.
— Porra! – Gritei furiosa. – Que merda, cara! Maravilha! Eu ia ficar com cheiro de cerveja. E cerveja tinha cheiro de xixi.
Droga, mil vezes droga!
Subi as escadas sentindo meu sangue ferver, o segundo andar não estava cheio, haviam apenas algumas pessoas sentadas/jogadas no chão do corredor, algumas se pegando dentro de alguns dos quartos e outras só conversando. Achei um banheiro em um dos últimos quartos e peguei uma toalha dentro de uma gaveta. O Lucas que me perdoasse por sujar a toalha, mas eu precisava me limpar. Molhei a mesma, passei um pouco de sabonete e abri os botões da minha camisa, esfregando a toalha nos locais onde a cerveja caiu. Limpei também a camisa e a vesti novamente. — É, não está totalmente limpa, mas deu pra disfarçar o cheiro. – Falei comigo mesma. Terminei de abotoar a camisa, amarrei-a na barriga e ajeitei a saia antes de sair dali e descer. Resolvi pegar outro copo de refrigerante pra mim e enquanto caminhava na direção da cozinha vi um rosto conhecido em meio à multidão. Gabriel?! Fiquei na ponta dos pés tentando ver por entre as cabeças e sim, era ele. Ele não tinha dito que iria estar naquela festa. Aliás, ele não tinha dito que iria pra uma festa. Quando falei que iria sair ele disse que ficaria em casa, pois estava cheio de coisas da faculdade para fazer.
Descobri o motivo de ele ter mentido assim que dei um passo à frente e vi uma garota grudada no pescoço dele. A mesma garota da balada e do shopping, a garota que ele jurou pra mim que havia dispensado, pois viu que os dois não tinham nada a ver. “Eu estou sendo sincero, Luna. Eu estou muito arrependido”; “Eu ainda amo você”, as palavras dele ecoaram na minha mente e meu coração doeu. Idiota, babaca, estúpido, imbecil! Foram as palavras que surgiram na minha cabeça logo em seguida, enquanto eu o xingava mentalmente e me odiava por ter acreditado mais uma vez nas mentiras dele. Senti meus olhos arderem e meu rosto esquentar, mas nem por um decreto eu iria chorar. Dei um passo atrás e me virei para sair dali, trombando sem querer com a Alícia.
— Luna, oi! – Ela sorriu.
Olhei para ela tentando conter as lágrimas e saí dali rapidamente em busca de um lugar onde eu pudesse ficar sozinha e talvez até chorar. Subi as escadas o mais rápido possível e corri até o último quarto do corredor, o mesmo que eu tinha entrado minutos antes para usar o banheiro. Felizmente lá estava vazio, fechei a porta e coloquei a mão no rosto tentando controlar as lágrimas que insistiam em querer sair. Sentei-me na cama e um soluço escapou fazendo uma lágrima involuntária escorrer. Ouvi a porta atrás de mim se abrir e enxuguei a lágrima imediatamente, quando me virei Alícia estava lá.
No começo ela tentou fazer uma graça, tirar sarro da situação, mas eu percebi que ela não fez por mal, e sim por querer tentar quebrar o clima ruim. Ela falou sobre o Gabriel e o fato de ele ser babaca e aquilo doeu muito. Doeu por que eu sempre soube como ele era, e por ser idiota, acreditei que eu conseguiria muda-lo. Como sempre, quebrei a cara. Após ver que eu chorei ainda mais com o que ela disse, ela disse que iria sair, mas eu não queria que ela fosse. Eu sempre gostei de ficar sozinha em momentos como aquele, mas pela primeira vez eu quis ter a companhia de alguém. — Não é nada com você nem com o que você disse, de verdade. – Falei dando uma pausa, tentando conter as lágrimas, e ela se sentou na cama, para que pudesse me ouvir. – É só que... Mais idiota que ele, só eu. Por que eu achei que seria diferente comigo, acreditei que ele estivesse mesmo arrependido e que quisesse voltar. — Perai... Vocês tinham terminado? – Ela me interrompeu. — Eu vi ele com outra. A mesma de hoje. — Mas então ele não te traiu. Não hoje. Tipo... Não precisa ficar assim. — É, eu não precisaria, SE ele não tivesse insistido para conversarmos e dito que estava arrependido e que queria recuperar minha confiança. – Falei entre o choro, me sentindo completamente estúpida enquanto ouvia as palavras dele ecoarem novamente pela minha cabeça. — Nossa! – Disse ela, parecendo desacreditada. – Sinto muito, Luna. Eu não sei o que dizer, tipo... Nós não somos amigas, então fica mais difícil. Mas tenta deixar isso pra lá, tenta ficar bem, por que eu garanto pra você, o Gabriel não merece as lágrimas de ninguém.
JC: Clots in Pots gets Top Spot. Thromboprophylaxis at St.Emlyn's
JC: Clots in Pots gets Top Spot. Thromboprophylaxis at St.Emlyn’s
Every so often, a paper comes along that contradicts your gut feeling and/or current practice and makes you really think hard. That happened to me this weekend.
You may have previously seen or heard us in Virchester espouse the virtue of thromboprophylaxisfor ambulatory patients immobilised in temporary plaster casts1. This was built initially on rare but emotive clinical experience of young…
View On WordPress

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Capítulo 20
Capítulo vinte
Otávio: agora que eu faço mesmo.
Nossos rostos estavam a milímetros de distância e a cada segundo diminuía um pouco mais, sentia como se a qualquer momento rios de borboletas fossem sair voando de dentro de mim. Seu cheiro anestesiava qualquer problema que ousasse correr minha mente.
Capítulo 20
Os dias foram passando da mesma forma, sucessivamente. Encontrava a sorridente em horários esporádicos, e quase sempre ela fazia questão da minha companhia nas refeições diárias. Não que eu me incomodasse de comer sozinha, mas quando estamos acompanhados, qualquer gororoba vira um refinado jantar. Com a sorridente veio o pacote completo, incluindo os vinte e tantos alunos do grupo dela. Simplesmente adoráveis, e muito parecidos com os meus amigos de intercâmbio. Tamanha saudade tomava conta de mim todas as vezes que eu me reunia com eles! Como seria possível eu estar -quase- revivendo tudo? De qualquer forma era incrível e eu, por incrível que pareça, queria estar com eles em todos os passeios que casavam com meu horário integral.