#Herstory #UnDiaComoHoy Anita Borg Naffz, conocida como #AnitaBorg (Chicago, 17 de enero de 1949 - Sonoma 6 de abril de 2003) fue una #científica #informática estadounidense. En 1987, fundó #SystersBorg, la primera red de correo electrónico para las mujeres en la tecnología. Durante su asistencia al Simposio sobre Principios de Sistemas Operativos (SOSP) le llamó la atención la poca cantidad de mujeres presentes en la conferencia. El objetivo de Systers era proporcionar un espacio privado para que sus integrantes pudieran buscar información y compartir conocimientos basados en sus experiencias en común. La incorporación a Systers se limitaba a las mujeres con formación muy técnica y las conversaciones eran estrictamente sobre cuestiones técnicas. Sólo se abordaban temas no técnicos cuando estaban relacionados con algunas de sus miembros. En 1992, cuando la empresa Mattel Inc. empezó a vender una muñeca Barbie que decía "la clase de matemáticas es difícil", las protestas que se iniciaron con Systers jugaron un papel fundamental para conseguir que Mattel eliminara esa frase del microchip de Barbie. Creó en 1994 la Celebración Grace Hopper de Mujeres en la Informática con el objetivo de apoyar la incorporación de las mujeres a la tecnología y en 1997 fundó el Instituto de la Mujer y la Tecnología, institución que a su muerte en 2003 pasó a denominarse Instituto Anita Borg de la Mujer y la Tecnología en su memoria. Creía en trabajar por una mayor presencia de las mujeres en la tecnología. Su objetivo era lograr que en 2020 las mujeres fueran el 50% de la profesión informática. Se esforzó para que las mujeres estuvieran representadas en igualdad con respecto a los varones en todos los campos técnicos y a todos los niveles y tuvieran presencia en aquellos espacios donde la tecnología causara impacto, para que pudieran beneficiarse de ella. — Wikipedia #mujeresytecnologia #womeninscience #mujeresyciencia #educarenigualdad #educarenfeminismo #schooloffeminism https://www.instagram.com/p/CY0asxqKmEf/?utm_medium=tumblr
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Minhas impressões sobre o evento que mudou minha vida e moldou meu futuro, e por que você deveria tentar (spoiler: é de graça!).
Eu nunca vou esquecer a sensação que tive ao entrar em um avião pela primeira vez. Encontrei meu lugar, me assentei na poltrona e olhei pela janelinha, aonde a asa se estendia. Minha mente fervilhava: “Eu não vou ficar aqui, parece uma lata de sardinha. Será que dá tempo de desistir? Não, não posso, eu ganhei essa viagem. Se morrer, morro de graça.”.
Estava embarcando sozinha para Orlando, na Flórida. Recebi uma bolsa maravilhosa para participar do Grace Hopper Celebration of Women in Computing, e respirei fundo para não sair correndo daquele avião. Era a viagem dos meus sonhos, era Moana cruzando a linha entre o céu e o mar.
Depois do primeiro vôo a gente pega gosto nisso de voar, e logo me entreguei à experiência que ganhei naqueles 10 dias que se seguiram. Cheguei, me instalei no hotel (depois de me perder no aeroporto de Orlando, claro), peguei minha credencial do evento e aguardei ansiosamente o dia seguinte, enquanto fazia amigas de diferentes nacionalidades: EUA e Cambodia. Vocês sabiam que o Cambodia é um dos 13 países no mundo que não tem McDonald’s?
Fomos conhecer o local do evento, o incrível e gigante Orange County Convention Center. Todas as instalações estavam feitas e havíamos sido algumas das primeiras pessoas a chegar ao local.
Fomos explorar a região do hotel, descobrimos uma CVS (tipo uma farmácia que tem de tudo) e uma rua de comércios, com vários restaurantes e pubs e um charmoso restaurante italiano, no qual decidimos jantar.
Eu estava absolutamente encantada com o fato de estar em um lugar tão novo. Tão longe da minha realidade, com gente tão diferente. Conversei com as meninas sobre seus países, cultura, comidas, machismo e computação.
Fomos para o hotel e entrei no meu quarto, minha colega de quarto não havia chegado ainda e fui tomar banho (pausa para lembrar que demorei 40 minutos para descobrir como ligar o chuveiro americano, e só descobri porque joguei no Google). Quando sai ela estava lá e, apesar de termos nos visto pouco durante o evento, posso dizer que a história de vida dela me tocou.
Dia seguinte, acordei cedo e ansiosa. A primeira palestra era às 09h, porém era Melinda Gates, então acordei as 06h para chegar na fila com meu café as 07h e pegar um bom lugar! Estava acompanhada de uma das meninas do dia anterior, muito mais tímida que eu. Digo isso porque enquanto ela comia o muffin de chocolate, eu tagarelei com qualquer pessoa que aparecia na minha frente. Sério. Puxava assunto na fila, na mesa, nos bancos da palestra. Descobri que sou tagarela em português e em inglês.
Fomos instruídas a fazer isso, o evento prega que você faça contatos, e eu levei isso ao pé da letra. Já tinha definido dois grandes desafios para mim naqueles 3 dias: conhecer o máximo de pessoas possível e arrumar um estágio internacional. O estágio era o principal. Eu queria, queria muito dar uma de Anitta e começar a carreira internacional.
Fomos para as palestras principais (foram 3, além de Melinda Gates) e a cada nova grande mulher que eu conhecia, mais eu me sentia abraçada por aquele ambiente. Ali eu estava, num lugar com 18.000 pessoas, sendo 90% formado por mulheres, que estavam falando de coisas que eu vivi. De salas de aula majoritariamente masculinas, de meninas sendo privadas da experiência de se apaixonar por exatas, por se acharem incompetentes... De profissionais que tiveram que ouvir que “dormiram com o chefe” para chegar aonde chegaram, tendo seus títulos de PhD ignorados. Cada palestra era um choque de realidade e uma história de vida linda, e eu chorei em grande parte delas (um salve para a palestra da Dra. Sue Black OBE que conseguiu fazer 18000 pessoas chorarem)
Não citarei todas as palestrantes, mas todas foram incríveis e no fim do post vai ter um link para assistir as palestras dos 3 dias, não faltei nenhuma delas. Havia feito marcações em sessões e workshops que eu gostaria de ir, planejei com maestria cada passo que daria no evento, mas aí... quando sai da palestra dei de cara com a feira de recrutamento (a Career Fair)... e nela fiquei pelos próximos 2 dias.
Não foi por mal, eu queria ter ido em várias coisas, mas eu não queria voltar para o Brasil sem um estágio. Ignorei todo o meu planejamento, peguei meus 65 currículos impressos em papel formato carta, minha carinha feliz e minha coragem, e fui conversar com as 300+ empresas que estavam ali expostas e loucas para contratar.
Na hora do almoço eu já estava exausta e descabelada, porém extremamente energizada por tudo o que acontecia. Havíamos recebido um cartão para alimentação (literalmente, foi tudo de graça) e fui almoçar nos stands de comida da Career Fair. As mesas eram grandes, para 7+ pessoas, e obrigatoriamente você iria sentar com gente nova pra conversar. Conheci pessoas e até entreguei curriculos durante o almoço!
Minha amiga Mariana (conheci 3 brasileiras no evento, as 3 moram no exterior e são maravilhosas, saudade de todas!) me lembrou que havia um evento para todas as bolsistas que seria naquela tarde, então fui correndo para lá. Nesse evento haviam duas empresas patrocinadoras: Sonos (aparelhos sonoros) e a Audible (empresa de audiobooks da Amazon). Fui pegar os brindes de ambas e perguntei para a moça da Audible se estavam recrutando. Ela disse que sim e eu entreguei meu curriculo (pausa para me lembrar desse momento, mal sabia eu que esse momento foi CRUCIAL).
Durante esse evento das bolsistas tivemos um bingo muito interessante. Recebemos um papel com características como “Não é dos EUA”, “Fala Francês”, “Programa em Python”, “Trabalha com Data Science”, “Gosta de Dançar” etc e tínhamos que conversar umas com as outras e conhecer pessoas com aquelas características e pedir para que elas assinassem nosso bingo! Achei a ideia fantástica para integração e me diverti muito!
Depois a Mari me contou que o Twitter faria uma pequena festinha no hotel em que eles estavam hospedados, fomos para lá a noite. Tinha uma bebida azul muito boa (mas peguei só uma vez, sentia preguiça de ficar mostrando meu passaporte para provar que tinha 22 anos) e a festa foi legal, conhecemos outra brasileira por lá!
No dia seguinte estava decidida a ir em uma das sessões que havia planejado, e não ficar o dia inteiro na Career Fair. Fui na sessão de computação aeroespacial e foi muuuito massa! 5 mulheres de 5 empresas aeroespaciais diferentes (incluindo a SpaceX) foram contar como é o dia a dia e a experiência de trabalhar nesse ambiente tão estressante. Me lembro que no caminho para essa sessão passei por 3 stands de café e tomei, juro, o melhor café da minha vida. Com leite de baunilha e um pouco de açucar.
Na sessão as participantes contaram sobre como a área de Teste de Software é importante nessas situações, pois um erro irá provavelmente explodir o foguete, o que apesar de ser interessante de se ver, custa tempo, milhões e um emprego.
Depois dessa sessão senti que meu dever para com o evento foi cumprido e voltei para a Career Fair, à procura do meu estágio. Durante a busca, algumas empresas demostraram interesse em mim, entre elas a PlayStation, a Peloton, a DeepMind e... a Tesla! Minha animação não cabia em mim quando ela me pediu para enviar meu curriculo imediatamente por email! Além disso, a Mari havia me avisado sobre uma festa da Google que iríamos juntas mais a noite, e eu havia recebido um email da DeepMind me convidando para um happy hour logo mais, em um pub irlandês em frente ao meu hotel.
Seria apertado, mas meu plano era ir no happy hour, ficar até as 21h e sair correndo para encontrar a Mari e pegarmos o ultimo onibus 21h30 para a festa da Google. O plano quase deu certo, pois perdi o último ônibus, mas depois dividi um Uber com uma galera e ficou tudo certo.
Ah é, a festa era no Epcot, um dos parques da Disney!!
A festa era simplesmente surreal! Tudo muito extravagante, comida, música, brinquedos do parque abertos para nós... aquele foi um dos momentos em que eu não acreditava que estava ali, que eu tinha saído do Brasil no meio do semestre para estar ali.
O dia seguinte foi o último dia de evento, e eu já estava triste! Ainda tinha 4 dias passeando em Orlando pela frente, mas eu queria que o GHC durasse pelo menos uma semana... foi absolutamente incrível. Chorei na palestra final e a famosa festa de encerramento, Friday Night Party, foi quando me reuni com as outras brasileiras e curtimos muito!
Você pode perceber que não falei muito do conteúdo das palestras, mas é que provavelmente minha memória não fará jus às histórias incriveis daquelas mulheres, e por sorte, o AnitaB.org disponibiliza online todas as palestras principais, então convido você a assistir as palestras (link abaixo) e se encantar com suas histórias assim como eu me encantei.
Depois do GHC fiquei 4 dias em um quarto de hotel com mais 5 meninas de 4 nacionalidades (Rússa, EUA, Quênia e eu do Brasil) e nós fomos em parques, saímos para compras, nadamos na piscina do hotel e comemos waffles de Mickey. Eu e a russa ficamos muuito amigas, e eu fico triste de não saber quando a verei de novo!
Acho que fiz esse post grande desse jeito pois quero ler ele daqui uns 10 anos e me lembrar desses 10 dias e como eles mudaram o curso da minha vida. Infelizmente o processo seletivo da Tesla não deu certo por motivos internos deles, a PlayStation não estava com vagas para estágio no momento, eu não passei na Peloton, a DeepMind não me contactou... mas a Audible (aquela, do evento das bolsistas) me contactou, me chamou para entrevista e eu passei em todas as fases! Depois de ter aceitado a oferta da Audible, o Twitter me mandou um email demonstrando interesse em mim e perguntando se eu me interessava em seguir com o processo, porém tive que recusar por já estar empregada por outra empresa. Farei um post sobre como foram os processos seletivos!
Se eu não te convenci depois desse texto kilométrico, não tem como te convencer a tentar as bolsas para participar do GHC... Ah, esqueci de comentar: todos os custos da viagem foram pagos pelo AnitaB.org. Hotel, comida, visto, passagens, taxi, tudo... E eu vou postar cada detalhe do meu estágio, que começa em Junho, aqui no blog!
Link das palestras do dia 1: https://livestream.com/anitaborginstitute/ghc17-wednesday-keynote/videos/163750822
Link das palestras do dia 2: https://livestream.com/anitaborginstitute/ghc17-thursday-keynote/videos/163801995
Link das palestras do dia 3: https://livestream.com/anitaborginstitute/ghc17-friday-keynote/videos/163870548
Link dos highlights de cada dia: https://ghc.anitab.org/tag/keynote/
Abaixo tem alguns dos meus stories do Instagram, caso se interessem!
Muita gente me perguntou sobre o processo seletivo de bolsas para participar do Grace Hopper Celebration of Women in Computing (GHC), então decidi colocar boas dicas aqui nesse post! Eu participei do processo em 2016 (não consegui) e em 2017 (e consegui yay!).
O post também pode servir como checklist de todos os documentos que você precisará para participar! Então vamos lá, o processo envolve o preenchimento de um formulário no site do AnitaB.org (o instituto responsável pelo evento) e eles pedem os seguintes documentos:
Unofficial Transcript (seu resumo escolar): eles precisam de uma versão, em inglês, do seu resumo escolar da universidade.
Resumé (seu currículo): eu procurei na internet um modelo de resume americano mas nenhum que parecia o meu. Eles usam esse modelo bem simples, não perca tempo colocando endereço etc, porque não é necessário. Deve haver uma página a cada 10 anos de experiência. Explique com números e dados as coisas que você fez, por exemplo: se você deu aulas coloque o número de alunos, quantas aulas deu, os assuntos... Tudo bem específico! Eu apaguei no print mas aquele espaço em preto no meio é meu telefone, começando com +55 que é o código do Brasil. Também cortei para não me expor muito (rs), mas coloquei a parte final do meu resume, que tem minha formação acadêmcia.
Parte de cima:
Parte de baixo:
Carta de Recomendação de um Professor: eles pedem que você forneça o nome e email de um professor da faculdade que esteja disposto a te escrever uma carta de recomendação. Escolha um professor que vai... digamos... pensar com carinho na carta. Converse com o professor de sua escolha antes e veja se ele aceita, se aceitar você pode fornecer os dados no site e o prório AnitaB.org vai entrar em contato com ele (ou ela) via email.
Essay (perguntas dissertativas): quando prestei em 2016 eles pediam também uma redação de 500 palavras que respondesse as perguntas: Por que você quer ir ao GHC? e Como você vai retornar à sua comunidade o que aprender no evento?. Já em 2017 as perguntas eram as mesmas, mas separadas em duas respostas dissertativas de 200 palavras cada uma. De qualquer forma, a dica aqui é, de novo: tudo bem específico! Por exemplo, na segunda questão, não diga “Pretendo fazer um evento na minha comunidade.”, no lugar, diga: “Vou fazer um evento de um dia de duração, com crianças de 9 a 12 anos da escola local, ensinando-as a programar um jogo no Scratch”. Percebe a diferença? Na segunda resposta você tem algo concreto, um plano, ações a serem executadas. Eles valorizam isso e essa proatividade.
Lembrando que todo esse processo é em inglês, principalmente as perguntas dissertativas, portanto, se puder, envie suas respostas para algum professor de confiança (ou alguém com domínio da lingua inglesa) para que ele possa ler e corrigir seu texto com relação a gramática e coerência (mesmo que você tenha domínio, é sempre bom pedir para uma pessoa diferente lhe dar uma visão sobre o que você escreveu).
Lembrando também que essas foram minhas impressões dos dois processos que prestei, em 2016 e 2017. Ele pode variar com o passar dos anos, mas creio que as dicas de curriculo e escrita continuam válidas! :)
Eu não passei no processo em 2016, e era algo que eu queria muito, eu sentia que tinha nascido para esse evento, então em 2017 fiz tudo da melhor forma que podia e consegui! O que quero dizer é: não desista se você quiser muito e der errado esse ano. Tente ver o que não ficou bom e trabalhe nisso para conseguir no ano seguinte! Eu sei que é clichê, mas... funcionou para mim! :D
Site para inscrições: https://anitab.org/career-toolbox/ghc-scholarship-grants/
Caso queira mais ajuda (com o resume ou os essays) pode me mandar uma mensagem aqui no blog! Ficarei feliz em ajudar! (:
The pressure to conform to societal norms is hard to ignore in India. At ABI India, I routinely hear anecdotes from women technologists who, despite support from their husbands, face pressure to leave their jobs from their extended family. For many in India, the ideal woman is, first and foremost, a doting wife and mother.
She must also represent the family outside the home, especially at the countless religious and cultural functions that are omnipresent in Indian society. These responsibilities leave little time to develop and hone an ambitious career in technology. While women around the world juggle responsibilities at work and at home, Indian women must meet the expectations of an entire society.
And when women do earn a living through their career, this income is often discounted as non-essential. Many households have an unspoken rule that women cannot earn more than their husbands, a disparity reinforced by the fact that Indian women make nearly 29 percent less than their male counterparts in tech.
Anita Borg Institute: Indian women in technology face unique cultural obstacles
Before there even was such a concept, Anita Borg started a global network of women in computer science by founding the Systers online community in 1987. Anita mastered the ability to mix her technical expertise with her capacity for motivating and empowering women to join and stay in the technology industry.
Born in 1949, Anita discovered computers in her mid-20s. In 1981 she received her Ph.D. in computer science from the Courant Institute at New York University and started her career in research for many of the industry giants.
In addition to founding the Systers online community, in 1994, Anita co-founded the Grace Hopper Celebration of Women in Computing to honor the legacy of Navy Rear Admiral Grace Hopper. She also founded the Institute for Women and Technology in 1997 with the goal of creating programs and partnerships to propel women into all aspects of technology.
She was honored many times over for her work and tireless activism on behalf of women in technology. In 1999, President Clinton appointed Anita to the Commission on the Advancement of Women and Minorities in Science, Engineering, and Technology.
Anita passed away in 2003, but her legacy lives on through the Anita Borg Institute and the Grace Hopper Celebration of Women in Computing that continues to grow and thrive.
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Hello again and welcome to our new activity, the female legends trend! This trend is about getting to know those women that successfully distinguished themselves in STEM fields. Expect this to be a monthly trend, if not more often. It’s about time for women to familiarize with some female role models in a male-dominated field.
Our first legend will (obviously) be Anita Borg, an excellent technologist as well as a fearless visionary that inspired and motivated many women to involve with technology.
Anita Borg (1949-2003) was the founder of the Anita Borg Institute for Women and Technology as well as a member of the research staff at Xerox’s Palo Alto Research Center. Born in Chicago, she received her Computer Science PhD from New York University at 1981 and worked as a programmer before, during and after her studies. Her dissertation was on operating system synchronization efficiency and she developed a fault tolerant Unix-based operating system, first for Auragen Systems Corp. of New Jersey and then with Nixdorf Computer in Germany [1].
Before her research career at Xerox she worked for many years at Digital Equipment Corporation, also as a programmer, where she developed and patented a method for generating complete address traces for analyzing and designing high-speed memory systems [1].
While working as a programmer, Borg was passionate about an important issue she started to notice: the lack of females involved with technology. Firstly she founded Systers, an email network for women in tech; during their meetings she actually observed this absence. Eight years later, she and Telle Whitney founded the Grace Hopper Celebration of Women in Computing, a conference from women scientists to women scientists. Finally in 1997, Borg founded the Institute for Women and Technology, an organization focused on women’s involvement on science and tech, which on 2003 was renamed to Anita Borg Institute for Women and Technology in order to honor her legacy.
Image Source: http://ignite.globalfundforwomen.org/
[1] http://en.wikipedia.org/wiki/Anita_Borg