PLANO B
Estratégia de guerra. Planejamento familiar. Plano de aula. Não importa o nível, a área ou o grau de importância: as metas estão presentes em todos os aspectos da vida.
As pessoas vivem em função de seus pequenos ou grandes projetos. É normal e não há nada de errado com isso! Ao contrário, é saudável e é necessário ter planos a seguir e roteiros pré-estabelecidos para nortearem a rotina quotidiana.
O perigo, porém, é a visão unilateral das coisas.
Devemos sonhar, devemos seguir os passos dos nossos planos de ação, mas devemos também estar abertos a mudanças, a imprevistos, a situações que independem da nossa força ou da nossa vontade.
É preciso ter um “plano B”.
O que seria de todas as pessoas que perdem seus cônjuges, seus familiares e seus amigos de forma natural ou não, se não aprendessem a se adaptar às novas circunstâncias?
Sem um plano B, não teríamos tantos exemplos de superação de obstáculos, a Ciência não teria avançado tanto e as Paraolimpíadas nem existiriam!
A vida ainda é possível, quando as falhas acontecem! A felicidade pode, ainda, ser encontrada em outros caminhos, com outras pessoas, de outro modo. As melhores aulas que já dei, por exemplo, não estavam no meu planejamento! Nem sempre os melhores poemas estão no “script” da vida, surgem de momentos inusitados, de emergência, como 2ª opção.
O que seria de toda a raça humana sem o Plano da Redenção?
O sonho primeiro de Deus era que todos nós vivêssemos em felicidade e em perfeição por toda a eternidade. E Ele não mediu esforços para que tudo isso acontecesse: cuidou de cada detalhe como se aquele plano fosse único!
Mas aí, as coisas aconteceram. E é sempre assim, quando se tem livre-arbítrio. Você pode até apontar o melhor caminho, mas as pessoas vão sempre buscar a direção que melhor lhes aprouver!
Felizmente, Deus é amor. E o amor é especialista em “planos B”. O amor sempre tem “cartas na manga”!
Lídia Vasconcelos













