Ela disse e naquele momento não pude responder.
O nó na garganta apertava até ser impossível suportar (chorei).
Dentro do peito uma agonia inexplicável.
O adeus machuca de maneiras inimagináveis.
Nenhum texto, poema, filme ou série conseguiu me alertar e me preparar para os prejuízos do fim.
Na nossa própria pele o corte parece sempre mais fundo, mais sangrento, mais impossível de curar.
Mas a verdade é que agora, olhando pra trás, percebo que foi só um ralado no joelho.
Até atrapalhou meu caminhar por uma semana ou duas.
Mas no fim tudo que ficou são cicatrizes superficiais que não doem quando a lua tá cheia.