â  e lĂĄ estava mais uma das missĂ”es que se propunha a fazer ao invĂ©s de se divertir ou rolar na cama lendo o grimĂłrio, na esperança de decorar o que fosse necessĂĄrio, para quando finalmente pudesse usar. a densidade e umidade faziam ela reclamar, florestas sempre eram assim e quando mais fundo patrulhavam, o peito tremia em um pĂąnico muito sutil, mas que ainda doĂa. ela nĂŁo segurava o cetro em mĂŁos, â como se pudesse usar, naquele momento seria Ăștil apenas para dar na cabeça de alguĂ©m â porĂ©m segurava singto em ambas as mĂŁos como lhe fora instruĂdo a segurar. porĂ©m, tampouco se preocupava com os possĂveis encontros ali dentro, na presença de evelyn, rouge sĂł pensava em algo completamente alheio. âquando a gente planejou isso ontem, esquecemos de trazer alguma toalha. essa umidade toda estĂĄ deixando a minha pele sebosa, isso sim.â, completou o dito infeliz com um som de asco enquanto ainda andavam. ralentou os passos enquanto olhava aos redores, parando subitamente. âse vocĂȘ trouxe alguma garrafa Ă© hora de desembolsar, eve. se alguma coisa acontecer o alcĂłol esteriliza por dentro.â, ela riu logo em seguida enquanto voltava a andar, tentando tirar um galho que estava na frente, o que deu em uma falha perceptĂvel quando ele voltou e arranhou superficialmente a bochecha do rosto. âo que vocĂȘ acha que vai ser de hoje? se for para encontrar algum bicho aqui eu espero que seja uma porca camoniana. faz quanto tempo que a gente nĂŁo assa um bacon? eu nem sequer lembro.â, ela mentiu. comeu na noite passada. â