Era Uma Vez… Uma pessoa comum, de um lugar sem graça nenhuma! HÁ, sim, estou falando de você GWENDOLYN ASTER HEPBURN. Você veio de BARCELONA, ESPANHA e costumava ser CERIMONIALISTA/PLANEJADORA DE CASAMENTOS por lá antes de ser enviado para o Mundo das Histórias. Se eu fosse você, teria vergonha de contar isso por aí, porque enquanto você estava SENDO UMA PRINCESA EM UM HOSPITAL INFANTIL, tem gente aqui que estava salvando princesas das garras malignas de uma bruxa má! Tem gente aqui que estava montando em dragões. Tá vendo só? Você pode até ser AFETUOSA, mas você não deixa de ser umx baita de umx GANANCIOSA… Se, infelizmente, você tiver que ficar por aqui para estragar tudo, e acabar assumindo mesmo o papel de BRUXA DO PÂNTANO na história A PRINCESA E O SAPO… Bom, eu desejo boa sorte. Porque você VAI precisar!
pinterest. trivia. musing.
"Não, não me chame de Gwendolyn, apenas Gwen Hepburn tá bom!" — Uma das primeiras frases proferidas pela "Bruxa do Pântano" assim que pisou na cidade.
apelidos : gwen, aster, dodo, lyn/lynnie, gwedo.
aniversário e idade : 12 de fevereiro e 28 anos.
gênero e pronomes : mulher cis, ela/dela.
cidade natal e nacionalidade : barcelona, espanha ; espanhola.
altura : 1,64
sexualidade : pansexual arromântica (com um pezinho na poligamia).
faceclaim : fiquei sabendo que ela parece uma tal de ALISHA BOE, mas não acha nada parecida, porque é mais bonita!
Gwendolyn brinca que é filha de chocadeira, porque sua mãe vivia sumindo e surgindo em sua vida com uma frequência assustadora. Aretha era uma cantora em ascensão, ou achava que era, vivia de shows duvidosos em locais insalubres, mas ganhava muito dinheiro e conseguia manter a família. Seu pai? Bom, alguém deve saber, porque sua mãe nunca soube, muito menos, a própria garota. Teve a sorte de ter os tios e o avô para cobrirem essa lacuna em sua vida, porque nunca conheceu o pai ou teve tal vontade.
Sua infância foi bem comum, assim como sua adolescência. Não tem muito o que contar, porque sua vida nunca foi interessante, ela só aprendeu desde cedo que devia batalhar muito para ter boas condições no futuro. Principalmente quando se viu sozinha, com a morte dos avós e o sumiço da mãe, com algum cara que ela conheceu em um barzinho qualquer da cidade, só tinha quinze anos quando começou a morar sozinha, com a pouca ajuda dos tios. Os sonhos infantis de ser médica, professora, arquiteta ou chefe de cozinha ficaram para trás, não tinha como o fazer, porque tudo custava uma fortuna, coisa que nunca teve. Seguindo o que sua família já estava habituada, Gwen acabou como cerimonialista, voltada para casamentos.
Todos os Hepburn estavam nesse meio, eles tinham uma pequena empresa para festas e animações, mas sua tia comandava o lado dos casamentos e quando a sobrinha mostrou eficiência sobre o assunto, era óbvio quem seria a herdeira de tal vertente. É boa no que faz, tem os melhores casamentos em sua conta e ganhou ótimos comentários sobre, porque não tem uma noiva que não fica satisfeita com seu trabalho! Por isso, fica extremamente feliz quando chamam por seus serviços - e fica ainda mais feliz com o dinheiro caindo em sua conta. Mas para complementar a renda, a garota faz de tudo um pouco, incluindo, trabalhar em vários serviços para ter dinheiro, dentre eles, fazer algumas consultas com tarô, e, às vezes, fazer uma caridade aqui e ali; “trabalha” para uma instituição que faz ações em hospitais infantis e Gwendolyn é o que chamamos de “princesa”, sempre sorridente e dócil com as crianças.
Inclusive, era isso que fazia quando foi, magicamente, levada para um lugar completamente novo… Tecnicamente nem deveria ler aquele livro, ele devia ter ficado em sua casa já que pensou pertencer a prima, que esteve na residência anteriormente, mas algo fez com que colocasse em sua bolsa. Temia que fosse um dos romances duvidosos que sua prima andava lendo, que estava mascarado de conto de fadas, mas a capa a deixou curiosa e durante o intervalo, quando deixou de ser a Princesa Gwen, acabou lendo. Sua pior decisão, porque foi assim que chegou em uma realidade nova e muito estranha, porque nem em seus melhores sonhos infantis imaginou que existisse, de fato, o mundo dos contos de fadas. Era estranha ser chamada de “bruxa do pântano”, mas fazer o que, parecia uma vida melhor que a atual ou quase isso.
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where: festival de halloween – paintball sangrento.
Teria sido incrível se alguém tivesse avisado a Olimpia que o sangue estava dentro das bolinhas de paintball antes de entregar um fuzil cheio delas em suas mãos. Até o momento em que finalmente encontrou alguém lá dentro, não tinha visto as arminhas em ação, então estava esperando manchar a roupa de sua "vítima" com uma tinta neon qualquer... quando acertou, no entanto, ao invés de comemorar o feito, a Liao assistiu horrorizada enquanto uma mancha de sangue se espalhava pelas vestes alheias, imediatamente largando a própria arma no chão. ❝ Gwen? Ai, pela misericórdia, o que eu fiz? ❞ se aproximou da amiga já com os olhos marejados. Ela jamais atiraria de verdade em alguém! Que brincadeira doentia era aquela? ❝ Você tá bem? Precisa que eu te carregue até algum lugar? Deita no chão! ❞ começou a bombardear a Hepburn com palavras, embriagada demais para perceber que ela parecia perfeitamente bem apesar da mancha sangrenta.
Seus olhos estavam fixos na mira da arminha, caçando alguma vítima para atirar, estava se divertindo horrores com aquela atração, não lembrava a última vez que riu tanto. Era acolhedor estar em um paintball, depois de tanto tempo. Uma pena que suas costas estavam desprotegidas e só notou isso quando foi atingida, olhando para trás e vendo a amiga ali, um sorriso surgiu em seus lábios até notar a preocupação. — Olim... Calma. — Pediu baixo, um risinho escapando de si. — Você não me atingiu, só sujou meu vestido com o sangue. — Explicou brevemente, puxando o tecido manchado com os dedos, para mostrar que não tinha furo algum. — Por favor, calma! Você não atirou em ninguém antes?
"Não sei, você vai me fazer companhia?" Se inclinou sobre o balcão, apoiando os cotovelos ao olhar para a outra com as sobrancelhas erguidas. Não costumava ser tão simpática, tampouco concordar tão rapidamente com uma proposta feita por outra pessoa. Mas Drizella já havia bebido o bastante para perder aquele filtro, e afinal, estava em uma festa! Não havia nada de errado em fugir um pouco da sua rota, e seguir por um fluxo diferente. "Quer dizer, eu não me arrisco a costurar nada e nem ninguém depois de tantas doses de sabe-se Merlin o que foi que eu bebi. Vou precisar de apoio emocional." Deu seu ponto, esperando receber uma recusa em outra. Pois, por mais simpática que estivesse sendo naquele momento, Drizella sabia não ser um alguém muito bem visto pelas outras pessoas do reino. Ainda que sempre houvesse sido cordial com a perdida.
— Claro! Parece legal. — Um sorriso surgiu em seus lábios, não tinha ganhos ou perdas com o convite em si, só queria se divertir, estavam em uma festa e precisavam se divertir ao máximo. Podia ficar só bebendo, mas com tantas atrações, por que não aproveitar além? Não era de ferro! — Acho que essa é a graça, não acha? — Riu só com a ideia de ver uma pessoa costurando com um pouco de bebida no corpo, ia ser muito engraçado, isso é, se as agulhas não machucassem. Porque não queria ninguém se machucando a troco de nada. — Eu não bebi tanto, então posso costurar e você me dá as direções, o que acha?
"ahm... não sei." ponderou, tentando imaginá-la com as vestes sujas de sangue, como de alguns adversários. "acho que ia ficar bem halloween, na verdade." precisou dizer, deixando um sorriso lateral aparecer. "você tá bêbada atirando?" riu, imaginando como a mira dela poderia estar comprometida. mas, também estava impressionada porque, para alguém possivelmente bêbado, ela parecia muito bem. "sei lá, acho que uns três ou quatro também. quer tentar explorar um lugar juntas? ainda não fui para aquele lado." acenou com a cabeça na direção mencionada.
— Essa é a intenção! Não queria pedir sangue na roupa, mas acho que devia ter pedido um vestido mais sangrento. — Pensou baixinho, porque não queria que os adversários a encontrassem ali. — Não diria bêbada! — A voz saiu um pouco mais alta e com um riso de cortesia, dando alguns passos em linha reta, para mostrar que não balançava. — Viu? Estou mantendo o equilíbrio. — E coroou a frase com uma leve rodadinha. Não tinha exagerado, porque suas habilidades podiam piorar ao estar bêbada e queria aproveitar muito, antes de cair na bebedeira. — E meus melhores momentos no paintball foram com tequila envolvida, meus amigos gostavam muito disso. — Explicou. Mesmo que não fosse necessário, mas estava tão a vontade e feliz que acabava deixando muito escapar; parecia que estava em casa, mesmo que não estivesse. Olhou para a direção indicada e apenas assentiu, segurando a arma com mais firmeza já que iriam andar. — Vamos lá! Também não fui, explorei o outro lado só. Hora de pegar novos adversários.
A barraca era realmente uma experiência e tanto. Ava não conseguia esconder o encanto pela magia que rodeava a atividade, principalmente quando se misturava a ciência, algo que ela tanto gostava, desde criança. Distraída, ela juntava as partes do corpo para formar sua criatura, seguindo um tipo de lista mental: braços opostos, pernas opostas, pés, mãos, orelhas e assim por diante. Pela as partes aos poucos e costurava logo para que fosse dando forma a tudo e visualizando ao mesmo tempo. Estava distraída entre um ponto e outro da costura, quando ouviu o comentário de outrem arrancar-lhe de seu transe. As mãos pararam de imediato e a cabeça, outrora baixa, ergueu-se na direção da mulher. "O que eu estou fazendo exatamente? Pensei que construindo alguém, mas consegue observar algo errado?"
Costurar era uma das atividades preferidas de Gwen, saber que tinha uma barraca que permitia o uso de suas habilidades era perfeito, criar algo com restos mortais... Nem tanto, mas estava feliz em tocar em linha e agulha de novo. Não queria pensar de onde vinham aquelas "peças", estava pensando em uma única coisa: são como os bonecos que criei quando pequena, não pense que é gente morta. Passou um tempinho recolhendo o que desejava, mas sua atenção foi chamada com uma das pessoas, que costurava alguma coisa. — Só achei curioso... — Murmurou ao encarar o que era construído. — E aquela orelha está do lado correto? A luz não tá me deixando ver direito. Mas achei legal! — Sorriu na direção da garota, temendo que sua fala tenha saído como uma crítica.
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sentence: "Vim hoje porque ontem à noite tive um sonho sobre este lugar"
Calcifer gostava de poucos perdidos, pouquíssimos mesmo, alguns sequer ele conhecia, mas dos que teve esse desprazer, ele realmente só conseguiu se apegar a poucos que poderia contar nos dedos de suas mãozinhas minúsculas. E Gwendolyn era uma dessas pessoas, talvez pelo fato dela estar aprendendo magia para ser, exatamente, uma personagem mágica de um conto, a mais legal de todas se fosse analisar. Quem não acha legal uma fada madrinha que usa de uma magia diferente e ainda por cima é cega e tem uma pobre cobra de estimação que apanha na mão dela? Ok, essa imagem não é exatamente a da figura em si, mas gostava dessa versão do conto. O convite para irem até o navio fantasma foi feito assim que se encontraram e praticamente imposto quando segurou o pulso da mulher e a arrastou até aquela escada. E bem, lá estavam eles, entre espíritos que invadiam corpos vivos quando bem entendiam só para se divertir, sendo esse a diversão escolhida pelo demônio, decidiu então, inventar uma desculpa para isso. "Ontem à noite tive um sonho sobre este lugar, por isso estou aqui" Mentira, ele não tinha sonhos premonitórios, ao menos não teve nenhum até hoje.
Fazer amizade com os personagens sempre foi algo divertido, em sua cabeça, mesmo que alguns deixassem claro o quanto desgostavam da presença dos perdidos ali, mas Calcifer pareceu diferente na visão da morena; talvez fosse a veia mágica que lhe foi presenteada ao chegar ali, mas não reclamaria, não quando tinha um amigo para lhe ajudar nesse caminho. Tudo bem, nem ela sabia o que fazer com aquele dom descontrolado, mas toda ajuda era bem vinda. Um navio fantasma parecia a melhor atração daquela festa, mas não teve qualquer coragem de ir sozinha e antes mesmo de sugerir, estavam frente a frente com aquela escada, agora que estavam ali... Bem... Gwen não parecia tão corajosa assim. Não queria ser possuída, era algo que não parecia tão divertido. — Você tem certeza que quer ir nisso? — E quando olhou, o rapaz já tinha subido e não lhe deu outra alternativa, tendo que ir atrás dele. — Um sonho sobre aqui? Como foi esse sonho? — A curiosidade fez-se presente, que sonho envolvia um navio fantasma? Era um pouco estranho, mas para uma pessoa que sonhava com esquecimento e seu futuro, não podia falar muito. — Um fantasma te possuía?
não sabia quantas pessoas faltavam para vencer o jogo, mas estava ficando cada vez mais ansiosa — num bom sentido. por mais que o sangue fosse algo bem bizarro, não era a ponto de impedir certo divertimento no jogo. estava se escondendo, decidindo qual dos lados exploraria agora, quando escutou alguém e já posicionou a arma na direção dessa pessoa. aguardou, silenciosamente, como num filme de terror ou suspense. não dava para acelerar isso?! pensou, impaciente, até que a figura aparecesse e fosse reconhecida. suspirou baixo, aliviada, assim como abaixou a arma de paintball. "nossa, cara. eu quase destrui sua fantasia agora." falou com humor, ainda que fosse verdade. como estavam no mesmo time, não era prudente fazer isso. "e aí? já conseguiu acertar quantos?"
Estava agindo como uma criança arteira, atirando para todos os lados em busca de atingir o time adversário, mesmo que gostasse dos respingos sobre sua roupa já que davam um aspecto maléfico em sua fantasia, era muito bom. Rolou de uma proteção para a outra, rindo assim que ficou de joelhos e olhou a pessoa que estava consigo, sorrindo para a fisionomia conhecida. — Tudo bem, Chloe! Ia ficar muito legal, não acha? — Questionou sorridente, ajeitando a saia lilás já que estava amassada. — Perdi a conta, acho que atirei em quatro, mas não confio muito já que bebi um pouco... E você?
Já que não pretendia participar do concurso de fantasias e não ligava de se sujar um pouco, especialmente depois de encher a cara, achou que seria ótimo atirar nos outros com sangue. Ir sozinho era claramente um erro, quando ele já estava dando alguns tropeços, por isso acabou se aliando a perdida assim que a viu oferecendo um tratado de paz. ❝Só vamos ter chance contra as fadas se nos unirmos... Acredite, elas são terríveis!❞ Bem, Eldren era terrível, as outras nem tanto, mas a perdida não precisava saber disso. Uniu uma mão na outra em uma súplica, os olhos pidões. ❝Vamos lá, não vai deixar esse pobre não mais boneco de madeira sofrer sozinho nas mãos das fadas malvadas, certo?❞
Queria participar do concurso de fantasias, mas assim como sua época de criança, não podia ficar parada para ficar limpa, mesmo que desejasse; saber da existência de um paintball, que ela tanto gostava, era como uma obrigação estar ali para participar. — Elas são? — Questionou ao pegar sua arma, verificando que não tinha nada de diferente com elas, por sorte, eram comuns, então não ia precisar de qualquer tipo de teste. — Não fale dessa forma, por favor... Eu sou coração de manteiga, Pinóquio!! — Bateu o pé no chão, o tintilar do salto ecoando conforme encarava o rapaz. — Tudo bem, podemos fazer uma aliança para ganhar das fadas malvadas. Você sabe atirar, certo?
Christine estava ciente de que uma falsa fada de pele roxa talvez fosse uma das coisas menos assustadoras que a maioria das pessoas veria naquela noite, mas ainda sim ficou com medo de assustar a pessoa que estava ao seu lado. "Desculpe te interromper, mas você sabe de alguma solução rápida para uma poção? Ou algo que ajude essa cor a sumir do meu corpo?" Ela ainda não sabia como tinha conseguido confundir uma poção de sorte com a de arco-íris. Talvez fosse culpa do vendedor, que ocupado com o fluxo de vendas na feira acabara lhe dando a poção errada. De toda forma, o estrago estava feito, e ela precisava de uma solução. E rápido! "Eu marquei uma entrevista com Drácula daqui a alguns minutos e não quero que ele me veja assim. Não sei se seria muito apropriado." Estava certa de que um vampiro com um castelo assustador como o dele não a levaria a sério daquela maneira.
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Tantos locais para visitar que Gwen não sabia por onde começar, queria visitar todas as barracas, mesmo que não fosse comprar quase nada e estava prestes a seguir para uma nova quando esbarrou com uma pessoa... Ok, parecia uma pessoa, mas era roxa... Talvez fosse uma fantasia muito realista e ela devia ter pensado nisso! Ter pedido pele de porcelana para casar com sua fantasia. — Christine? É você? — A voz era irreconhecível, os olhos arregalaram ao ver sua chefe naquela situação, que ela acreditou ser uma fantasia, mas parecia longe disso. — O que aconteceu? — Questionou ao analisar a mulher da cabeça aos pés, se fosse no futuro, quando assumisse o papel de bruxa até podia tentar algo, mas a única coisa que tinha ao seu alcance eram os picos de poder que explodiam, capaz de piorar a situação, no lugar de melhorar. — Nós podemos tentar lavar, não sei... — Era a pior solução do mundo, mas era a única ideia que tinha e como o tempo não parecia estar do lado delas, era ainda pior. — Entender de magia não é comigo, não ainda, mas lavar deve ajudar ou tomar alguma poção? Deve existir alguma que tire roxo do corpo, ao menos, um pouco para sua entrevista não ser desastrosa.
"De quem será que foi a ideia de gênio de montar uma barraca com uma bola de cristal tão inútil?" Drizella questionou, enquanto bebericava seu milésimo drink. Talvez todo aquele álcool houvesse a deixado um pouco mais simpática, tendo em vista que puxava assunto com muse e se balançava ao som da música de fundo que em qualquer outro momento, certamente estaria condenando. "Quer dizer, eu fiquei séculos na fila pra saber se o meu futuro iria mudar e só ouvi mais do mesmo. Sem falar da extrema falta de educação, me senti conversando comigo mesma." Estalou a língua no céu da boca, deixando também escapar um suspiro de pesar. Aquilo, definitivamente não era um elogio. "Eu deveria ter aceitado costurar alguém naquela barraca estranha dos restos mortais."
se preferir, responda 🎻 para um starter com coralie — 00/04
Perder a conta de quantos drinks já tinha bebida era sua habilidade especial, não importava o quanto tentasse, sempre acabava se esquecendo e, dessa vez, nem estava extrapolando. Devia ser o terceiro ou o quarto, mas desistiu de numerar assim que escutou a voz da garota, não tinha perdido tempo na fila, pois imaginava o que seria dito e não queria ser relembrada do futuro como "destruidora de lares felizes". — Sempre tem quem gosta. — Deu de ombros ao pegar outro drink, um breve gole só pra verificar que não era forte demais, não podia beber coisas fortes logo de cara, sua ideia era aproveitar toda a festa. — Você tá se chamando de sem educação? — Questionou com curiosidade, era algo novo escutar alguém se definindo de tal forma; tinha escutado outros títulos, mas nunca assumindo uma falta de educação. — Ainda não é tarde! Quer ir costurar alguns restos mortais? — O convite saiu de uma vez, bebendo outro gole, como se quisesse abafar o que tinha acabado de fazer. — Sabe, é melhor que ficar lembrando o que uma bola de cristal te disse e todo mundo tá falando que é divertido fazer isso... Pode ser legal.
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"-- BOO!" Saindo de trás de sabe-se lá onde, Carlota quis dar um sustinho em Muse que estava sozinho pela avenida, e logo em seguida não perdeu a oportunidade após abaixar o véu para que a pessoa visse quem era. "-- Poxa....tão só! Vai que tem um maníaco por ai. E eu entendo bem de maníacos...eles atacam nos piores momentos..." Deu uma piscadinha para outrem, antes de se aproximar. "-- Joking...unless.....brincadeirinha. Mas e aí, que tal uma volta pra ver quem se assusta mais? Tenho vários doces de recompensa." O sorrisinho era de quem não valia nada, ainda que carregasse certa gentileza. "-- Vamos....tenho certeza que consigo fazer você gritar....de algum jeito."
As mãos passavam pelo vestido para o ajeitar, estava desacostumada com um vestido tão leve, porque as roupas daquele lugar eram tão diferentes, estava se sentindo outra pessoa; tanto que o susto lhe pegou de jeito, fazendo Gwen gritar e dar um pulo no lugar, encarando a moça. — Só não... — Sussurrou ao olhar para trás, queria falar que existiam outras pessoas, mas, infelizmente, estavam sozinhas naquela parte. — Não acho que existem maníacos por aqui... Eu espero. — Forçou um sorriso, não queria nem pensar na possibilidade. O convite parecia divertido, mas não conseguia confiar totalmente nisso, mas tendo doces na jogada era como um 'aceite' na hora. — Muitos doces? Porque sustos só valem a pena se ganhar algo. Não me assusto facilmente. — Talvez fosse mentira, porque conseguia ser pior que um gato assustado. — Para começo de conversa, por que devo confiar?
Gwendolyn sempre amou o halloween, fantasiar-se era como assumir um novo papel, uma nova Gwen e isso era o suficiente para se animar! Só que pensar em uma fantasia, para que surgisse em seu armário, nunca foi tão difícil, logo para ela que sempre tinha ideias... Não queria usar qualquer coisa, mas os pensamentos precisavam ser objetivos, vai que pensava demais e acabava com algo feio, isso não podia acontecer! No final, decidiu por uma boneca em um estilo gótico, isso é, se cruzes significassem esse detalhe; mas sua maior felicidade foi ver os sapatos que sempre sonhou em ter no outro mundo, eles iriam coroar sua fantasia.
❝Não sei dizer se isso é necessariamente incrível.❞ Comentou sem muito entusiasmo, não era a primeira vez que via algo do tipo por ali, por mais que estivesse longe de ser a pessoa mais afeita a magia. Por mais que não compartilhasse do entusiasmo alheio, se esforçou para que fosse simpática, não precisava de nada que pudesse piorar sua reputação e prejudicar os negócios. ❝É sim, ele é alguém do qual você possui interesse? Não acho que ele se importaria de uma conversa.❞ Vampiros poderia ser consideravelmente mais civilizados dentre outras criaturas sobrenaturais, certamente saiam no lucro por não federem a peixe também. ❝Definitivamente acharia estranho, ainda que talvez os pertencentes ao País das Maravilhas tomassem como alguma tendência de moda.❞ Por mais que o rosto fosse inexpressivo, havia uma pitada de humor em sua fala, apenas o suficiente para denotar que se tratava de uma brincadeira. ❝Mas considerando a mistura de todos os reinos para a criação do Reino dos Perdidos, tenho certeza que não existe nada que você vá vestir que não será aceito por pelo menos parte dos habitantes.❞
— Para você é costume, acredito. — Suspirou ao encarar a mulher, era engraçado essa diferença, ela estava muito encantada com tudo enquanto os moradores dali estavam mais que acostumados, no fim, Gwen estava agindo como uma das turistas que esbarrava em sua cidade. O olhos arregalaram e sabia que suas bochechas ganharam um leve rubor, porque a palavra 'interesse' sempre lhe pegava. — Não! — A voz ficou um pouco alta e fina, pega de surpresa de imediato. — Só li muito sobre ele... Então é um pouco surpreendente o encontrar por aqui, nunca imaginei que aconteceria, sabe? — E talvez estivesse se explicando demais, o que quebrava o argumento anterior. Era um pouco difícil distinguir as expressões da Lady Tremaine, ela sempre foi uma incógnita para Aster, porque não sabia se ela estava sendo sincera ou tirando sarro com sua cara, queria acreditar na segunda opção pelo próprio bem. — Não duvidaria muito... — Comentou brevemente com um leve sopro, no fundo, não duvidava mesmo que as pessoas de Wonderland pegassem aquilo como incentivo, ia ser divertido, mas perderia a graça e todo o encanto. — E a graça se perde! Porque fantasias precisam impactar, ser aceito é até chato, pelo menos, para o halloween. — Cruzou os braços enquanto pensava em algo que fugiria de qualquer aceitação, porque fantasias deviam ser diferentes e não normalizadas, no contexto comum. — As roupas daqui, em si, são leves fantasias... Não ofendendo a Cruella, porque ela é incrível, mas no dia a dia, nós não usamos coisas assim.
As memórias dos outubros passados lhe vinham como se vistas em um rolo de filme; as festas de Halloween da adolescência, as fantasias fofas que colocava no filho quando ele ainda era criança, andar por Paris observando as mudanças trazidas pelo outono. Agora tudo isso era passado, ou pior, talvez só existisse na mente de Gabrielle. Apesar de se recusar a tratar o mundo dos contos com a devida seriedade, não conseguia acreditar que voltariam ao mundo real. O mês do Halloween era uma distração, mas ao mesmo tempo um lembrete: já estavam ali há tempo demais. Acompanhava Gwen com um leve sorriso no rosto enquanto continuava absorta em seus pensamentos; apenas a menção a Lestat lhe fez despertar. “Lestat?!” Falou mais alto do que talvez deveria, imediatamente procurando pela figura. Tudo bem, já estava distraída de novo com o mundo dos contos! “Estranho? Nada disso, estamos em um mundo de conto de fadas. Falamos de dragões como se fossem cachorros, e acabamos de ver esqueletos andando normalmente. Por que você se preocuparia com isso?” Apesar das palavras parecerem duras, sorria enquanto falava, tentando dar um incentivo.
Não conseguiu nem a responder já que escondeu o rosto, mediante o grito do nome do outro, se tinha algo que leu sobre vampiros era que um simples olhar podia ser mortal! De jeito algum queria cair de amores, muito menos, virar o lanchinho. Era real? Não sabia, nunca conheceu um vampiro para comprovar, mas preferia tirar a prova na teoria, não na prática. — Acho que ele não nos ouviu... — Sussurrou ao não encontrar mais o vampiro, que tivessem sido ignoradas, torcia muito para isso. — Você tem razão, Gabrielle! — Um riso foi solto, os fios escuros sendo colocados atrás da orelha por um momento. — Mas fico pensando, se eles se ofendem quando os chamamos de personagens, imagina aparecer com a mesma roupa ou, sei lá, vestido de algum objeto das histórias. — Parecer uma brincadeira era seu último desejo, se ficava irritada quando desrespeitavam sua cultura, imagina algo assim. — Alguns já nos odeiam demais, dar novos motivos não é opção, certo?
Um enorme suspiro saiu dos lábios de Toothiana. Seus olhos colados nos cartazes expostos no cinema, ela apercebia que teria que fazer uma pausa nas suas idas do cinema. O que era triste, porque Toothiana gostava de ir ao cinema e dos momentos e memórias criadas no local.
Porém, ela não era nada fã de filmes de terror. Ela não era nada fã de halloween, mas pior era filmes de terror que a deixavam com medo e não entendia como as pessoas conseguiam ver e gostavam "Não existe nenhum filme amigável? Talvez que seja para menores de 16?"
Se estivesse em seu mundo, com toda a certeza, Gwen estaria planejando festas de halloween e curtindo um tempo com os amigos, em suas maratonas de filmes de terror e mesmo que tivesse medo de muitas coisas, fazia seu melhor para assistir com todos. Mas estava sozinha ali e queria tentar continuar a tradição, só que os títulos em cartaz eram os que mais lhe assombravam, A Noite dos Mortos-Vivos que mais escondeu o rosto do que assistiu, sem falar de IT que a fez chorar e evitar circos por um bom tempo. — Sinto lhe dizer, mas nenhum deles se enquadra. — Sussurrou ao tampar os olhos assim que passou em frente ao cartaz de IT, continuando daquela forma quando O Exorcista apareceu, outro que lhe dava muito medo. — Todos são assustadores... Você não gosta de coisas assustadoras?
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"tem... tem esqueletos andando." chloe os encarava com os olhos levemente arregalados, não imaginando que algum dia em sua vida literalmente veria isso. mas, deveria estar acostumada, considerando que agora virava um corvo todas as noites. e antes, quase teve um dragão. "lestat?!" falou alto demais, tapando a boca com uma das mãos e virando o rosto para o lado oposto, mas só por um momento. ali também teria vampiros?! caralho, assim ficava difícil insistir tanto em voltar para casa. não, chloe queria voltar, obviamente. "cara, a gente tá vivendo uma fantasia, então acho que se vestir de fantasias nem vai ser tão estranho. tipo, a gente acabou literalmente de ver esqueletos andando... tem algo que é realmente estranho por aqui?"
Estava se sentindo em um sonho, após ter consumido algo de terror, vendo esqueletos, lobos e vampiros andando, como se fossem humanos; era divertido, se não pensasse que podia ser atacada, mas estava acreditando que todos eram civilizados e isso nunca aconteceria. — Lestat! — Confirmou com um riso, após escutar a fala alta, torcia para que o citado não as encarasse já que imaginava o que aconteceria. — Boa pergunta, Chloe, o que é estranho por aqui? — O indicador pressionou o lábio inferior, se pensasse bem, até agora, nada parecia errado por ali. — Vai que soa desrespeitoso, tipo, uma fantasia de xícara ou coisas nesse nível.
Vicky lançou os olhos na direção apontada, logo retornando para frente. "É meio esquisito, na verdade." Comentou, um pouco mal humorada. No ínicio tinha achado interessante, mas agora parecia apenas mais uma coisa para se preocupar! Constantemente andava com um cachecol, apenas para que seu pescoço não parecesse atraente demais aos vampiros, por isso parou um passo quando Lestat fora citado. "Sério, onde?" Indagou, um pouco preocupada antes de retornar a andar a passos mais lentos. "Não acho que tenha ficado melhor." Achava interessante sim, mas um pouco de temor não a permitia aproveitar por completo. "Não cresci com o Halloween e só depois fui morar em um lugar que comemora. Então tudo ainda parece novo para mim. É meio estranho estar em um lugar onde tudo isso é real de verdade." Parou de novo, dessa vez vendo um homem com presas passar bem próximo. Esse, no entanto, parecia mais como um lobisomem. "Quanto tempo isso costura durar? O mês todo?" No mundo real parecia apenas um dia, mas no Reino dos Perdidos parecia ter semanas já. "Do que se fantasia se pudesse?" Perguntou, uma busca de uma boa distração de vampiros e lobisomens.
Talvez Gwen fosse esperançosa demais ou vivesse em um mundo aleatório, porque nunca compreendia quando as pessoas reclamavam do reino em que se encontravam, queria sim estar em casa, mas não era tão ruim. Claro que o humor ruim de Vicky lhe impressionou, mas isso não atrapalharia o próprio humor! — Ali, do outro lado da rua. — Indicou com o queixo, não queria apontar e parecer sem educação, e bem, estava um pouco encantada para fazer isso. — Difícil não o reconhecer, o cabelo dele é sempre impecável... — Sussurrou sem desviar o olhar do homem, vampiros podiam mesmo prender a atenção dos humanos, o que já tinha lido não estava saindo como mentira. A encarou com aquela informação, seu conhecimento mundial era um pouco escasso, então saber que alguns lugares não tinham halloween, ou coisa parecida, era uma novidade com um toque de estranheza, mas a deixava mais curiosa, existe algo que substitui? É religioso? Cultural? Tantas perguntas e teria as feito, mas esqueceu tudo quando um lobisomem passou por elas e só conseguiu observar com cuidado, um encanto nos olhos. Era incrível estar vivendo em um mundo assim, mesmo que seu eu criança fosse morrer de medo. — Diria assustador, não estranho, mas tudo bem. — Comentou com um biquinho antes de cruzar os braços, tentando não perder o foco com qualquer ser que passasse ao redor. — Não perguntei sobre, mas deve durar o mês todo, porque outubro é o mês das bruxas! Até no nosso mundo é assim, mas de forma leve. — Um sorriso surgiu em seus lábios, sempre teve decorações assim pelo mês todo. — Aqui deve seguir o mesmo ritmo, o mês todo com esse clima. — Acrescentou. Olhou para trás ao escutar uma falação, achando ser algo a ter sua atenção, mas não parecia ser nada demais. — Eu sempre fui no básico, o clichê, sabe? Bruxa, fada ou um vaso de flor. Teve um ano que me vesti de poção mágica, ia ser legal repetir. — E as lembranças tomaram sua mente, tinha se divertido horrores com a preparação das fantasias citadas. — E você, do que se fantasiaria?