Te apresento um pouco deste eu.
Aqui jazem meus sentimentos mais profundos, que normalmente não exponho. Não por vergonha, mas por preguiça de lidar com o ser humano, preguiça de ter de explicar o óbvio.
Isso aqui é meu canto particular, minha bagunça organizada, onde posto meus delitos sem reservas.
Não sou boa moça, nem humilde; na verdade, sou exemplo de arrogância, dona de um ego gigante que em nada combina com a autodepreciação.
Minha cabeça se divide entre o erotismo e o sagrado, entre o melancólico e a felicidade distorcida. Divide-se entre querer paz, mas só se sentir viva com a adrenalina do caos — e são sobre essas coisas que escrevo.
Não sou poeta, tampouco uma grande escritora. Sou apenas uma mulher que sempre gostou de ler e escrever. Não espere um português polido, palavras bonitas ou coerência: aqui tem só o básico do básico — e às vezes até isso falta.
Escrever foi o método que encontrei para acalmar os pensamentos, que sinceramente são insuportáveis de tão barulhentos. Escrever me permite um pouco de silêncio, um pouco de paz.
Esses textos, posts, são apenas reflexos do meu constante frenesi, uma palinha desse ser humano dissimulado e pervertido, desse eu que está sempre na brisa, mesmo sem marijuana, com a mente nas nuvens e os pés no chão, com o tesão no talo e a depressão para acompanhar.
Este é o diário dos meus pensamentos intrusivos.
~Gabrielly Oliveira






















