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I hate to say "I told you so" | Longmore
spodmores:
- Que bom que sabe, Shorts, que bom que sabe - Respondeu sem vacilar um segundo sequer em seu sorriso. O complexo de Stu com sua casa era algo bastante popular na Hufflepuff, e motivo para chacota geral. E como ele não dava a mínima para o que aqueles amarelinhos cretinos pensavam, tinha reações de ainda mais desprezo em relação à sua casa, o que gerava ainda mais piadas. Frank, que era um Hufflepuff de alma - e Sturgis nunca se cansaria de dizer aquilo, parte porque achava que pertencer à sua casa era um real insulto para se usar, e parte porque Frank realmente tinha sobrenatural semelhança com seus colegas de casa - também parecia se divertir muito com isso - Gryff azedo, Raven melhorado, same difference. Tudo que eu disser? Bem, devemos levar em consideração todas as minhas alegações sobre o seu cabelo que cada dia fica pior e a essa sua obsessão com as plantinhas, então. Not cool, mate, not cool - Deu dois tapinhas no ombro de Frank, num tom exageradamente solidário, como se ele tivesse acabado de lhe contar sobre uma doença terminal - Talvez sua mãe tenha feito alguma promessa ou um voodoo? Sei lá, tem boatos de que esse garoto do terceiro ano vez um ritual aí pro Amos arrumar uma namorada e os sussurros do cosmos tão me dizendo que tá funcionando.
Sturgis abriu a boca para contestar, mas não era bem mentira. Quer dizer, quando estavam juntos, ele sempre atormentava Frank até fazerem o que ele queria - normalmente alguma atividade mortal para o pobre e mais querido Gryffindor. E que tornava-se mortal para Sturgis também, já que Frank tinha esse histórico de passar seu azar para outras pessoas - ou pelo menos era o que Stu alegava. Mas Stu fazia tudo isso porque achava que Frank precisava se divertir, e nunca o atormentaria para fazer algo que não fosse ser construtivo e cômico, mesmo que no final resultasse em algum deles (os dois, normalmente) se machucando - As coisas que eu faço são pro seu bem, mocinho. Quanta ingratidão, Shortbottom! - Gritou num tom maternal, balançando a cabeça negativamente, antes de voltar a sua sessão de risadas histéricas - Eu sinto muito, Franks, mas é muito engraçado. Sua cara! Eu vou tirar uma foto para a posteridade, espera, deixa eu pegar aqui essa coisinha que roubei do Tilden - Puxou um iPod, ou um celular, ou o que quer que fosse aquele aparelho multimídia e fez exatamente como Tilden havia lhe ensinado antes que Frank pudesse esconder o rosto e impedí-lo de mostrar ao mundo aquela cena - Esse é meu jeitinho de demonstrar apoio. Você sabe que eu sempre venho quando você morre por aí, mas temos que manter isso engraçado ou você vai definhar de tédio antes de voltar pra cá pela… Décima? Décima primeira vez? E isso só nesse ano, mas quem está contando, afinal? - Deu de ombros.
- Oh, is little Frank jealous? Is he? - Segurou as duas bochechas do melhor amigo, antes de começar a chacoalhá-las como num bebê - How adorable! - Voltou a rir, largando as bochechas do pobre Frank - A menina te adora, Frank. Só não mais do que eu, claro. Se pedir para ela largar aquelas plantas dela pra vir aqui cuidar de você porque você se fodeu com as plantas, ela viria em dois tempos, você sabe. E se ela estiver com Potter, bem, bom gosto realmente não é democrático, né, nem todo mundo tem. Se ela estiver com Sirius… Well, I can’t really blame her. Já viu aquele cabelo? - Perguntou, certamente invejoso, enquanto mexia nos seus próprios fios - E Peter… Geez, simplesmente não - Enfatizou o não, com uma risada sarcástica - Um misto de pena e nojo. Quão poético. É o jeitinho de eles demonstrarem o apoio deles, uns fofos - Ainda que os Slytherin fossem mais do que apenas idiotas, eram os maiores que Sturgis já havia tido o desprazer de encontrar, ele lidava com eles da mesma forma que com tudo: rindo - Ok, resumindo: Você desmaiou e não quer me dizer. Tudo bem, Frank, tudo bem, acontece com todo mundo, amigão. Não comigo, claro, mas nevermind - Balançou a mão no ar displicentemente.
O sorriso do melhor amigo era tão brilhante e tão tipicamente habitual dele, que o grifino nem se deu ao trabalho de responder, se ocupando somente em revirar os olhos e lançar uma careta em direção ao mesmo. Frank não se incomodava com o fato de Sturgis ser lufano, ao contrário do próprio, que parecia odiar com todas as suas forças - e meso que não parecesse, era muita - pertencer a casa dos texugos, e sempre fazia comentários sarcásticos a respeito de sua casa e de onde deveria realmente pertencer - e esse lugar, segundo ele seria a Gryffindor, ou quem sabe, até mesmo a Ravenclaw - mas não, ele era de fato um lufano e estava o tempo todo falando algo a respeito disso, algo que geralmente envolvia o fato do próprio Longbottom ser um “lufano nato” fosse isso o que. - Só não um sonserino, certo? Deveria pensar positivo, Podlove, pelo menos está na Hufflepuff e não no ninho das cobras. Bem, nem tudo. Meu cabelo é ótimo, Alice ama ele e isso tudo é só inveja sua, porque você bem gostaria de ter cachos, mas tem essa coisa ai que chama de cabelo. Nem comece. - riu e empurrou a mão de Sturgis de seu ombro, bagunçando o cabelo imaculado do amigo e voltando a se ajeitar na cama. - O máximo que minha mãe deve ter feito foi passar a genética, e duvido que esse azar todo venha do lado dela da família. O Diggory? Tudo bem que ele e Dorcas bem andam se engraçando, mas... namorando? Sério? - balançando a cabeça, Frank suspirou e concluiu que precisava ter uma conversinha com sua amiga loira.
- Pro meu bem? Ah qual é, Sturgis você não pode mesmo estar falando sério! Só Merlin sabe quantas vezes eu já vim para nessa ala hospitalar por sua causa. E não, não precisa contar as vezes que não foram culpa sua. - mesmo com o tom de incredulidade, Frank não conseguiu reprimir um sorriso ao lembrar de todas as coisas que já tinha se metido só porque Sturgis achara ser uma boa ideia. Como na vez que ele, lá pelo quinto ou sexto ano, decidira que ei! jogar quadribol na biblioteca é realmente uma ideia brilhante! e bem, não se precisa nem comentar o resultado dessa brilhante ideia. E por mais que fizesse drama, negasse algumas vezes e reclamasse afirmando que um deles - ou pior, os dois - ia acabar morrendo, o grifino realmente tinha bons momentos com seu melhor amigo - hell, he had the best moments - e era isso que importava, por mais que tivesse que passar alguns dias na ala hospitalar depois. - Não é engraçado, Stu, eu estou num estado deprimente aqui! Foto? Wow, não mesmo cara, nem tente eu... - antes que pudesse terminar, Sturgis puxou alguma coisa retangular e extremamente suspeita do bolso e tirou uma foto antes mesmo que Frank conseguisse entender o que estava acontecendo. Com um suspiro, o grifino revirou os olhos e soltou um resmungo. - Nunca vou entender essas coisas trouxas, sério mesmo. - jogou um travesseiro no lufano e riu com a cara de surpresa do outro. - É, bem, não sei muito se concordo com esse método de mostrar apoio e tudo mais, mas tudo bem, eu relevo porque você de fato vem sempre aqui, nem que seja pra zoar da minha cara. E não é como se fosse realmente tão difícil assim me tirar do tédio, seja razoável. -
- Não seja rídiculo, Podmore. Claro que não estou com ciúmes, tenha dó! - reclamou num tom de voz semelhante ao de uma criança emburrada, o que claramente contradizia o que havia dito inicialmente. Tudo bem, talvez ele estivesse com um pouco de ciúmes, mas quase nada! Nada mesmo. - Mesmo que ela viesse, e estamos falando de uma situação hipotética aqui... Só deixe, ela deve estar ocupada e fala sério, ninguém quer realmente cuidar de um cara que se ferrou com uma planta. Com exceção de você, mas você é um caso raro, Podlove. E o Potter, bem... Enfim, você precisa superar essa sua coisa com cabelo, Sturgis, sério. É algo muito estranho, cara. - falou em tom penoso, depositando uma mão no ombro do melhor amigo e logo em seguida bagunçando o sempre perfeito cabelo dele pela segunda vez, somente pelo puro prazer de irritar o melhor amigo. - O Peter é, sei lá, um cara legal até, sério. Mas ele veio com um papo estranho pra cima de mim sobre como a Alice era linda, o que eu plenamente concordo, e me perguntou se eu achava que ele tinha chances. Eu não soube muito o que dizer, mas sei lá. - deu de ombros e franziu o nariz, revirando os olhos ao ver a risada do melhor amigo. - Bem, nem todos eles são ruins, mas sim, a maioria é. Um ninho de cobras, de fato. - suspirou e ajeitou um travesseiro em suas costas, voltando o olhar para o lufano logo depois. - Não se preocupe, o Amos dá um jeito de te fazer desmaiar até o fim do ano, Podlove. -
Everybody is a genius in something | Frank & Antonin
dolohov-a:
Antonin não era um rapaz de vícios, mas também não podia se dizer um rapaz de virtudes. Paciência, por exemplo, era uma que muito lhe faltava. Ainda que transparecesse calma, tudo não passava de um efeito de sua educação. Não tinha nada a ver com paciência ou sequer com valorização dos outros, Antonin só se achava pura e simplesmente mais educado e se recusava a mostrar qualquer animalidade como seus colegas de casa, que andavam como feras por aí. Mas o problema de ser alguém como ele era fácil de observar: quando acordava em um bom dia, ele era bom. Mas quando acordava num mau dia… Era péssimo, uma tragédia homérica, um desastre natural. E Frank, por infelicidade de seu próprio destino, estava prestes a enfrentar Antonin em seu pior dos dias - Oh, se eu chamar do que quiser, você vai acabar perturbado para o resto da vida e eu prefiro deixar a chance de te perturbar para outro sortudo - Antonin fechou seu livro e o lançou de forma descuidada no mesmo lugar de antes, quase atingindo Frank por acidente.
Enquanto mexia nos ingredientes, posicionando-os no meio da mesa entre os dois, ouviu Frank voltar a falar. Oh, for Merlin’s sake. Antonin respirou fundo, apelando para a paciência que não tinha. Se ele mesmo não estava facilitando, Frank Longbottom também não estava. Por que ele insistia em continuar falando? Não podia só ficar em silêncio e fazer o que Antonin mandava? Insubordinação parecia ser algo inerente aos Gryffindor, e ele nunca estimulara a rixa entre casas, mas Frank estava começando a lhe dar um bom motivo para, com sua falação incessante. E o pior de tudo: se ele estivesse reclamando, ou esbravejando, ou simplesmente murmurando coisas sem sentido, Antonin facilmente ignoraria, assim como fazia com a maior parte das pessoas no castelo. Mas não era isso que Frank estava fazendo. Frank Longbottom estava, literalmente, lhe oferecendo apoio. E quando entendeu do que aquela conversa se tratava, every hell inside of him broke loose - Me mandaram aqui, Frank, porque eu soquei um garoto até ele perder alguns dentes e desmaiar - Deixou os ingredientes em que mexia, e lentamente, subiu o olhar para Frank, ainda com a mão na faca que havia pego da gaveta - E a minha redenção por esse ato tão injusto seria ajudar uma ameba ambulante que não sabe diferenciar um suco de abóbora de uma poção. Mas, aposto que se eles soubessem o que estou passando em meia hora com você, eu seria perdoado de cada um dos supostos pecados que cometi. E não são poucos, acredite - Sorriu de canto, deixando a faca ao lado dos frascos de soluções esverdeadas - Então, caso você não queira perder alguns dentes seus, eu sugiro que tire esse sorriso de merda da cara.
- Oh, are you trying to have a heart-to-heart conversation? Oh, that’s sweet, Longbottom, really really sweet. Nem imagino porque as pessoas querem te empurrar do topo da escada. Let me break it up to you: As coisas no mundo real não se resolvem com conversas e carinhos, elas se resolvem distribuindo socos em quem merece, por exemplo, o perdedor do Lestrange ou você, que não cala essa boca nunca. Já levou um soco na vida, Frank? - Perguntou, soltando uma gargalhada de óbvio escárnio ao que ele se ofereceu para ser um saco de pancadas. Frank não aguentaria nem minutos de discussão com alguém, quem diria com alguém disposto a socá-lo - Me sentir melhor?! Acha que magicamente eu vou levantar um dia e me sentir melhor? Acha que quando eu acordar amanhã meus problemas vão ter desaparecido? Que o sol vai brilhar, e que existe um final feliz?! Não pode estar falando sério, Longbottom, you’re too old for that. Meus problemas não vão se resolver nunca, e se quer saber, os seus também não vão. Mas considerando que você vive na sua bolha de arco íris, eu duvido que sequer tenha algum problema de verdade. Uma garota não é o meu problema, tente acordar um dia com uma noiva em distúrbio psicótico, uma prima louca e uma ex-namorada que te acerta com um triturador de gelo na cara, e depois, é claro, te dá dois foras seguidos! And I am not your fucking mate! - Seu tom de voz já estava mais alto do que o comum, e as palavras saíram ácidas e cruéis, como Antonin sabia que podia ser, mas normalmente não saíam de sua cabeça, afinal, não era muito educado dizer aquele tipo de coisa. Ao que terminou de falar, sentiu como se tivesse perdido uma parte de si mesmo, mas não era tão ruim quanto parecia. Recuperou o fôlego, não estava acostumado a falar tanto assim, principalmente naquele humor e principalmente naquele tom. Voltou o olhar para Frank novamente, e respirou fundo mais uma vez. Não sabia exatamente como estava se sentindo sobre Longbottom naquele momento. Depois daquela explosão, ele havia se tornado consideravelmente menos irritante. E Antonin tinha que admitir que seu surto não fora nada educado - Ah, hm, I highly apologize for that. I’m not really in my best mood today - Alegou o óbvio, voltando a sua personalidade tipicamente silenciosa.
Desde muito jovem, foi ensinado a Frank que educação era uma das coisas que sempre, independente da situação, deveria ser levada em conta. Não só isso, o menino descobriu sozinho e de forma muito tranquila que ser grosso com os outros não acrescentava nada a ninguém, embora conseguisse entender quando acontecia, nem sempre era fácil. Para ele, era algo natural ser um rapaz paciente, quase tão comum como respirar, tão simples que o fazia nas situações mais estressantes possíveis. Era um traço positivo, e Frank procurava usá-lo sempre, mesmo que agora, Antonin não parecesse estar realmente de acordo com a forma de pensar do grifino. O que se falava pelos corredores, era que o sonserino em questão era realmente um rapaz muito educado, mesmo que alguns comentários se contradissessem. Os amigos do castanho não tinha a melhor das famas - principalmente Mulciber - mas as más línguas pareciam ter melhores coisas a dizer a respeito de Dolohov. E mesmo que o sonserino estivesse sendo extremamente difícil de lidar, Frank até que sentia certa empatia por ele. Todos tinham seus momentos afinal.
A verdade era que o moreno preferia não estar ali, e o mesmo parecia se aplicar ao sonserino, não que ele fosse um “professor” ruim ou coisa assim, até porque não se poderia chamar aquilo de aula, uma vez que a única coisa que parecia acontecer eram as tentativas de Antonin de acertar algo em Frank, não o fazendo de forma anda sútil aliás. Se o grifino tivesse tido a intenção de ser atacado - não só literalmente - teria sido muito mais fácil ir até o salão comunal da slytherin, onde muita gente conseguia bons risos as custas do rapaz de cabelos cacheados. Mas não, ele só havia explodido um caldeirão de forma totalmente não intencional e bum - literalmente, também - lá estava ele, com um Antonin Dolohov em um péssimo dia. O garoto não estava reclamando apesar de tudo, afinal estava até conseguindo algumas pequenas conquistas na matéria, embora seu amável tutor adorasse o chamar de ameba e qualquer coisa que uma mente criativa, porém irritada conseguisse pensar. De fato, uma tarde agradável.
Já calado e acuado, o menino ergueu o olhar ao ouvir a resposta de Antonin, reprimindo uma expressão de surpresa e somente coçando a nuca, sem muito saber o que deveria fazer ao ouvir aquilo. Estava mais do que claro o quão irritadiço o sonserino conseguia ficar, e depois da declaração do mesmo acerca de como havia não só batido em um garoto, como arrancado alguns de seus dentes - o que, pensou Frank, deveria requerer muita força - seria mais sensato continuar calado, afinal o grifino gostava dos seus dentes onde eles estavam, muito obrigado. Mexendo em seus próprios livros, o moreno fingiu que não escutou o outro chamando-o mais uma vez de ameba, o que realmente surpreendia o garoto era o fato de Antonin conseguir xingar alguém de ameba como se fosse, de fato, a pior coisa do mundo. Ele deveria estar realmente irritado, e não seria Frank que ficaria ali para aturar aquilo.
“Já levou um soco, Frank?” por um momento, o rapaz repassou todas as coisas que já havia levado de verdade, como uma cotovelada supostamente acidental na cara de uma sonserina nada gentil, que quase quebrou o nariz dele, também a vez que levou uma bela de uma livrada na cara - embora aquilo tivesse sido totalmente culpa de Sturgis - ou a vez que miraculosamente um dos caldeirões de Gideon explodira bem em seu rosto, o que o fez passar quase uma semana na ala hospitalar - sabe se lá o que os Prewett colocam em suas poções. - e último, mas não menos importante a vez em que acertaram não um, mas dois balaços nele. Sim, a vida era bem calorosa com Longbottom. Mas, de fato, Frank nunca havia levado um soco na cara e por isso, não respondeu, tendo medo de acabar com essa sua sorte mais cedo ou mais tarde.
Ao fim do quase sermão de Antonin, Frank só tinha uma certeza. O problema do garoto definitivamente, não era só uma garota, mas sim três. E isso poderia realmente dar uma tremenda dor de cabeça para qualquer um. Principalmente levando em conta que, ser noivo de Alecto já era problema demais para uma vida toda. Mesmo tendo escutados coisas nada gentis, Frank não deixou de sentir uma certa empatia pelo sonserino. Afinal, os dois foras deveriam doer mais do que o triturador de gelo em si, e olha que de dor, o moreno entendia. - Pelo menos você teve coragem de ir atrás da sua ex. Me, on the other hand... - suspirou e se levantou, indo até o lugar do sonserino e depositando as coisas que havia utilizado para a poção lá. - Olhe, Dolohov, você obviamente não está nos seus melhores dias... - começou devagar, metendo as mãos no bolso. - E eu não o julgo por isso, não mesmo! - completou de forma rápida. - Mas, você sabe, talvez seja melhor eu te deixar sozinho. Juro que falo a McGonagall o quanto você é um exímio aluno de poções, já que te mandaram aqui. - ajeitou a bolsa no ombro e olhou de novo para Antonin. - Mas se ainda estiver estressado e quiser gritar comigo para ajudar, é só falar. Juro que não levo para o pessoal. -
justiceandicecream:
Isso é muito injusto! James está ficando maluco! Eu vou ir conversar com ele, vou sim, quero nem saber. Ele não pode ficar machucando vocês desse jeito, sabia? Sirius chegou quase morto no salão comunal essa semana e eu tive que ficar ouvindo ele reclamar! Não que eu ligue, ele estava todo roxo assim como você, mas por Merlin o Potter perdeu a cabeça de vez! Não vou fazer mais doces pra ele. Está decidido. Eu estou realmente apostando na Gwen ou na Emma esse ano. É muito bom porque ai vocês podem aprender a perder um pouquinho, o que eu acho muito justo já que elas são treinadoras muito boas e eu diria que até melhores que o Jame, mas shhhh eu nunca disse isso, certo? Porque eu estou comendo chocolate e não se interrompe o chocolate por nada, Frank. Por anda. Ele não gosta de mim! Não gosta! E nem venha, aquele velho que parece uma coxinha parece gostar de todo mundo! Não que eu me importe, já não ligo mais para o que ele fala, mas eu preciso passar em poções e ser boa em poções para ser uma auror e ele não ajuda!
Certo. É sim! Vocês todos são enormes, parecem armários e descendentes de gigantes igual o Hagrid. Eu tenho um tamanho normal de 1,51, você que cresceu demais e agora parece um poste. Oh que mentira, eu sei me esconder muito bem! Anos de pratica no esconde-esconde com o Noah. Não me acharia nunquinha.
Acho que nem se a Lily falasse com ele mudaria alguma coisa, amor. Ele está meio paranoico, se ele não matar um de nós até o final do ano, provavelmente vai acabar se matando. Se perder então, acho que será o fim dele. Sim, todo mundo sai um pouco roxo dos treinos, ninguém aguenta mais, mas é pior se a gente faltar o treino. Ele também não está comendo doces, na verdade está meio que fazendo uma dieta coletiva com todos nós. Um dia me viu com um chocolate e surtou, não foi bonito. Eu não me importo de perder não, na verdade só quero que a tortura acabe, mas tenho medo do que pode acontecer com o Potter se ele perder. Acho que todos eles são bons capitães, e eu tenho medo da Vanity, é.
Sério que você vai me trocar por chocolate? Sério mesmo? Estou num nível pior do que eu pensava. Não ligue pro Slughorn, ele realmente odeia todo mundo. E olhe, você vai conseguir ser uma auror, uma muita boa aliás. Suas notas em poções são boas e é melhor em duelos do que muita gente. Incluindo eu aliás.
Não mesmo, minha mãe é baixa e meu pai hm, que eu lembre ele também não era lá essas coisas em tamanho, portanto. Ter um 1,51 não é um tamanho normal, Lice, não mesmo. Ei, eu não pareço um poste! Pareço...? Seu irmão só devia ser bonzinho com você.
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James ainda está cobrando muito de vocês? Não sei porque ele não entende que esse ano as meninas vão ganhar e não ele. Gwen esta fazendo um ótimo trabalho e eu estar falando isso é uma coisa bem significativa já que eu não entendo muita coisa sobre quadribol, certo? Okay,okay. Desculpe. Eu senti sua falta. Quer pegar o meu trabalho de poções? Lily me ajudou com ele ontem a noite e eu acho que ele ficou muito bom. Tipo muito bom mesmo. Acho que deve ser o melhor trabalho que eu fiz na minha vida. Se o professor me der uma nota baixa, vai ser a prova de que ele me odeia.
Certeza que eu não estava fugindo do meu namorado. Eu não posso fugir de você porque como você é incrivelmente grande iria conseguir me enxergar em qualquer lugar que eu tentasse me esconder, então eu não estava fugindo, sunshine. Eu quero! Você já me viu dizer não para um doce? Sinceramente, amor.
Sim, treinos todo dia que duram umas três horas e deixam todo mundo com dor ou machucado, quem sabe até os dois. Acho que um de nós não vai chegar vivo até o fim do ano e a aposto maior está em mim. Não só ela, mas o Amos ta assassinando todo mundo e a Vanity então. nem se fale. Certo, amor. Eu senti a sua também, então por que não senta aqui e dá um abraço no seu namorado que estava com saudades? Quem sabe até um beijo, se não for pedir demais. Eu aceito, mas falta só algumas coisas, amor, eu dou um jeito. Ele não vai, seu trabalho deve estar ótimo e você é brilhante. E ele odeia todo mundo, menos a Lily, não leve pro pessoal.
Até porque não tem motivo para fugir do seu namorado... Certo? Eu não sou tão alto asim, amor, você que é pequena demais. Além disso eu conheço você, saberia dizer onde está. Ta ai na mochila, tem alguns chocolates, umas balas de menta e mais uns doces, pode ficar.

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justiceandicecream:
Você tem certeza absoluta que é só isso mesmo? Tipo 100% de certeza? Você não andou fazendo nada por ai que deveria me deixar com ciumes, hein? Estou de olho, Longbottom.
Claro que não. Eu estou sempre de olho em você, sunshine. Enfim, não. Eu estava fazendo um trabalho de herbologia, mas a Dorcas roubou ele de mim, então aqui estou eu.
Só se você tiver ciúmes da Madame Pomfrey, porque eu certamente estou passando um tempo considerável na ala hospitalar por culpa do Sturgis e do James. Mas é só isso. Isso e mais os trocentos trabalhos que eu preciso fazer, incluindo um de poções.
Hm. Certeza de que não estava somente fugindo do seu namorado? Quer dizer, esquece. Logo mais ela devolve o trabalho, dê uns dois dias pra ela devolver. Enfim, tem doces na minha mochila se você quiser.
Frank, o que você anda aprontando, hein?
Aprontando? Eu estava só... Tudo bem, eu roubei alguns doces do Fabian, ou eram do Gideon?Enfim, não importa. E agora eu não posso pisar no meu dormitório sem ser morto. O que é um problema, porque eu pretendia dormir lá.
Mas e você? Anda se escondendo de mim?
Have you ever regretted kissing someone?
Well considering the fact that I’ve just kissed one person in my life - which according to my mates it’s a “really sad, but totally ‘shorbottom’ thing”, not that I mind, really - I’d have to say no. There’s nothing in my life that I like better than kissing this person. And yes, Podlove, I’m aware that this sounds “exaclty what a chicken legs would say”.
Sabe o que eu acho? Eu acho que sua namorada é muito legal, Frank.
N-Namorada? Eu, an...
B-Bem, eu acho que ela é a coisa mais adorável de todo mundo e que certamente deveria estar comigo agora me ajudando a estudar poções. Até porque eu roubei doces do Fabian só pra ela. E não se preocupe, senhorita, eu vou dizer a ela que pensa dessa forma.
Do you miss anyone?
Nope, my dad is not even “someone”, or anything like that actually. But you know, sometimes I do miss my dear friend Podlove. O garoto meio que se perde fazendo hidratação no cabelo, sabe como é.

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Isso ou isso: Frio ou quente, água ou vento, noite ou dia, chocolate ao leite ou meio amargo, suéter ou sobretudo, astronomia ou runas antigas.
Certo... Nada suspeito, nada mesmo. Frio, água, os dois porque chocolate é bom de todo jeito, mas talvez o meio amargo, yep, suéter e bem, eu sou ruim nos dois, mas acho que fico com astronomia.
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Frank, nós não podemos estudar poções juntos. Você sabe que iria acabar mal e com um monte de machucados, não quero que fique machucado por minha causa. Eu vou dar meu jeito, você vai ver.
É que é uma bolinha muito legal, viu? Olha ela pisca e ai eu me distrai. Talvez eu devesse jogar ela fora. Verdade, se bem que ela parece sempre disposta pra se arrumar de manhã. Queria eu ter toda essa disposição, mas nunca dá certo. Quase sempre acordo atrasada e tenho que sair correndo pra aula. Morrer? Por que morrer? Não vou morrer não. Sente, amor. Está tudo bem. Eu não mordo e Tiana não está aqui. Bem, estamos nos vendo agora e eu te ajudo com seus deveres. O que acha? Eu acho um plano muito bom, se quer saber. Ele vai sim. Só é meio maluco com essas coisas. Ainda não acredito que ele foi falar com você, sunshine. Sinto muito por isso, alias.
Na última vez que nós estudamos poções juntos... Foi no nosso primeiro encontro e, se eu bem me lembro, acabamos os dois com gosto de ferro queimado. Não é realmente tão ruim assim, é? Mas sim, tudo bem. Nada de estudar poções juntos então, eu me viro com o Dolohov e seu bom humor. Eu sei que vai, não duvido de você.
Não, não precisa jogar ela fora, amor, é só hm, guardar ela em outro lugar enquanto estuda, sim? Ah, deve ser a possibilidade de encontrar o Amos por ai... Não diga a ela que eu disse isso, sim? Ela me mata. Ah mas isso não é um problema, eu estou sempre atrasado e, fora a Minerva, nenhum professor parece realmente notar. Sei que não, e sua planta assassina já teria me matado se estivesse aqui, mesmo. Sim, mas você parece andar ocupada e sei lá, não quero te atrapalhar, então... Tudo bem, pode mesmo me ajudar agora? Se não puder ou quiser, tudo bem, é. Foi uma conversa amigável, não tem problema, sério. Já é um treinamento pro seu irmão e seu pai.
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spodmores
O olhar de Frank para ele seguia uma risca típica: era quase sempre meio decepcionado, meio feliz de ter o amigo por perto. Na verdade, era a forma que quase todo mundo se sentia sobre Sturgis, e ele estava ciente disso. Para a maioria das pessoas, ele servia de exemplo sobre como não ser e o que não fazer. Mas mesmo para elas, ele ainda era um alívio cômico, uma luz no fim do túnel, alguém que era capaz de animá-las e honestamente, ele não se importava nem um pouco com isso. Fazia com prazer, até. Sabia quão burocrática e chata uma vida poderia ser, e tomara como missão pessoal tornar a vida de seus colegas um pouco mais suportável. Enquanto Frank falava, Sturgis não demorou a se distrair com a cor das paredes, a luz que incidia no chão, o frasco de remédio na mesinha de cabeceira e as monótonas cortinas que separavam a cama de Frank. Ele era assim, sua mente dispersa em milhões de lugares ao mesmo tempo, e em lugar nenhum - O que? - Disse, depois de algum tempo encarando fixamente uma mancha na cortina -Não ouvi nada das suas lamentações - Avisou, rolando os olhos - Ou das suas rudes palavras sobre minha designação. Sou um Ravenclaw de alma, me deixe em paz. Ah, finally, a smile on that face of yours! Sorria mais, Shortbottom, você surpreendentemente ainda está vivo.
- E o que o mais belo de seus amigos já te ensinou sobre isso, Franks? Quando não temos sorte, não devemos brincar com ela - Respondeu com o tom de um provérbio antigo, com um sorriso metido na face. Olhou mais uma vez para Frank jogado naquela cama como uma panqueca requentada, como ele próprio ficava depois de algum treino, e não pôde fazer nada a não ser… Rir. Não que ele achasse engraçado ver seu amigo se machucando, nunca. Era que as coisas trágicas sempre tinham uma veia cômica para os dois, e mesmo que aquela fosse uma situação extra-ordinária, ainda ficava difícil agir com mais seriedade - Desculpe, desculpe. É que a sua cara está ótima. Ah, Franks, por que você faz essas coisas? - E assim que terminou de fazer a pergunta, caiu na risada, novamente, sendo censurado pelo olhar de madame Pomfrey quando estava quase caindo da maca tamanha era seu contorcionismo enquanto gargalhava - Oh, Poppy, se quer esse corpinho aqui, vai ter que vir pegar! - Passou a mão pelo peitoral de forma teatral, e a medibruxa logo saiu dali bufando para dentro de sua sala particular.
- Estou dizendo, essa mulher me ama e… - Assim que ouviu o nome de Alice, abriu um sorrisinho no canto do rosto. Estava demorando para o assunto favorito de Frank surgir na conversa. Balançou a cabeça negativamente, rindo - Não vi não, mate. Mas quer que eu a informe de que você está todo fodido aí e quer que ela te veja assim, para ficar na memória e tudo mais? - Perguntou, sem poupar o amigo de suas piadas infames - A única pessoa que encontrei foi uma Slytherin que se entreteve bastante com seu show pirotécnico e um suposto desmaio. Aliás, essa informação confere, Shortbottom? Você desmaiou mesmo? - Arqueou uma sobrancelha, esperando pela resposta do amigo. Não deixaria Frank em paz, um dia sequer pelo resto de sua vida, se soubesse que o amigo havia desmaiado como num daqueles filmes trouxas que Tilden lhe apresentara.
Frank revirou os olhos mais uma vez, percebendo que Sturgis não ouvia uma palavra sequer proferida por ele e logo se calando, deixando que o amigo tivesse seu momento de distração e aproveitando para se ajeitar melhor na cama da enfermaria a fim de conseguir enxergar com clareza a expressão no rosto do lufano. A verdade era que ele e Podmore não eram amigos há tanto tempo assim, diferente de sua relação com os Prewett, que nascera desde seus onze anos, a amizade com Sturgis era recente, mas Frank conseguia dizer com certeza de que era algo profundo, embora o lufano adorasse zoar com a cara do amigo e vivesse enchendo o saco de Longbottom para fazer algo perigoso e não necessariamente proibido, que levaria os dois para a ala hospitalar. Nem sempre era fácil entender o que se passava na cabeça do moreno, mas Frank tinha certos créditos por tentar. Sturgis era sempre o palhaço, que gostava de fazer os outros gargalharem e que, se você o conhecesse melhor e percebesse, usava do humor para não mostrar suas fragilidades. Não que Sturgis Magnífico Podmore tivesse uma fragilidade, mesmo. Mas Frank procurava deixar claro para o amigo que, quando ele estivesse disposto, estaria ali para ouvi-lo e ajudá-lo com o que fosse, mesmo que tivesse que descer de patins pelas escadas de Hogwarts novamente só para ver o amigo abrir seu sorriso costumeiro. - Não, claro que você não ouviu nada do que eu disse, Podlove. - sorriu com o próprio apelido arranjado e revirou os olhos, fazendo careta para o melhor amigo. - Achei que fosse um grifino azedo, meu caro, mas tudo que você disser, Stu. Tudo que você disser. - esticou seu braço e deu um tapinha amigável no ombro do lufano. - Sim, e só Merlin sabe como ainda estou vivo com tanto azar e desastre na minha vida, realmente. -
- Okay, você nunca me ensinou isso, mesmo. Se não me engano, eu te disse que não tinha sorte naquele fatídico dia das escadas e você que respondeu algo como: “Frankiebird, there’s no such a thing as luck!”. Palavras de um homem sábio, como pode ver. - respondeu em tom de resmungo, tentando em vão achar uma posição naquela cama de enfermaria dura e lançando o melhor olhar de “não comece” para seu melhor amigo que.. ria. Incrivelmente, Sturgis Podmore praticamente gargalhava da cara dele, porque obviamente não era o lufano que estava ali, sem poder se mexer direito e tendo que passar a noite naquele lugar sombrio que já era quase sua terceira casa. - Minha cara está ótima, porque... ah, é mesmo, eu fui mordido por uma planta e aparentemente ela tem mais propriedades perigosas do que outra coisa. Você não deveria estar rindo, mate, sério, achei que tinha vindo aqui para me dar algum tipo de, sei lá, apoio moral ou seja lá como chamam! - completou de forma enfática, já indo revirar os olhos novamente e acabando por rir junto com o amigo ao ver a cara de Madame Pomfrey pra ele. Nada como a companhia do velho e bom Podlove.
- What? No. I was just, uh... asking and... you know what? Nevermind. - acenou com a mão em sinal de recusa e suspirou, se perguntando porque ainda estava pensando em Alice numa situação como aquela. - Ela provavelmente deve estar com o James, ou o Sirius, ou o Peter... E de qualquer modo, eu só seria um incômodo preso numa cama dura da ala hospitalar. - completou de forma baixa, suspirando mais uma vez e revirando os olhos ao ouvir a piada de seu amigo. - Ah bem, tem sempre um sonserino achando ou muita graça dos meus shows, ou então somente sentindo pena e um misto de nojo, it’s quite funny actually. - deu de ombros, fazendo uma cara pensativa ao ouvir o questionamento do melhor amigo. - Desmaiar? Não... pelo menos não exatamente. Eu só fiquei um pouco tonto, a professora ficou preocupada, algumas pessoas riram e milagrosamente cheguei vivo até aqui. Somente mais um desastre na minha longa lista, caro Podlove. -
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Frank! Olá. É um bom horário para estudar sim, se bem que não está dando muito certo. Eu decidi que vou começar a ir bem em poções e ai eu to tentando fazer dar certo. Minha mãe diz que se a gente ficar pensando que vai dar certo, ai a coisa dá certo. Até agora nada, mas vamos ver né.
Eu estou brincando com essa bolinha que eu achei aqui. Pensei em dormir, mas ai eu não conseguiria dormir a noite, iria incomodar a Doe e ela fica horrível sem dormir. Melhor não arriscar. Acho que se eu morrer, as pessoas vão vir procurar meu fantasma pra tentar me matar de novo por der deixado elas sem bolinhos. Vamos, sunshine, sente aqui. Você está estranho. O que está te deixando assim, huh?Alice não gosta de ver o moço dela triste. O que aconteceu? Você quer que eu mande o Sirius dar um jeito em alguém? Ele pode dar viu. Vou falar para ele sair mordendo as canela das pessoas que te irritam. O que foi?
Hey, little miss sunshine. Bem, eu raramente consigo estudar, então quase nunca dá certo, influência do Sturgis. Se quiser posso tentar te ajudar em poções, mas aviso logo que sou uma negação... Não se preocupe, tenho certeza que vai conseguir se sair bem.
Eu te disse que não era uma boa ideia estudar a essa hora. Melhor deixar a Doe dormir, ela já é estressada o suficiente com as horas de sono em dia. Bem, talvez o Sirius realmente, mas hm, não invente de morrer sim? Por favor. Quer que eu sente mesmo? Okay, cá estou. Eu estou? Desculpe. Acho que é só sono, não dormi direito essa noite e ainda tenho lições demais pra fazer, e a gente quase não tem se visto e... certo, falando demais de novo, desculpe. Uh, não. Melhor não envolver o Sirius em nada, ainda não tenho certeza se ele realmente vai com a minha cara.

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Sabe, não é exatamente a melhor das ideias estudar a essa hora... ou em qualquer hora na verdade. Mas acho que sou suspeito pra falar e enfim, estou falando demais. De novo. Desculpe.
Mas o que está fazendo aqui em baixo? É um horário livre e, pelo que entendi, a Dorcas estava te procurando. E desculpe incomodar, eu só... bem, se quiser eu posso sair ou algo assim.
↳ RP meme
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Frank Longbottom as Leo Fitz