Tudo nessa mulher era silencioso: seu andar e seus movimentos tinham essa lentidão grave e recolhida que o respeito imprime. Sua modéstia, convertida em timidez, parecia o resultado do hábito, que ela adquirira alguns anos antes [...] além disso, suas palavras eram raras, suaves, como de todas as pessoas forçadas a refletir, a concentrar-se em viver em si mesmas.
— A mulher de trinta anos, Honoré de Balzac (1842)
[via poem4]










