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"You confuse me for someone with remorse. None of this matters to me. None of it."
Damon Salvatore in Season 1, Episode 7: "Haunted" (requested)
ㅤㅤ𓄼ㅤ⠀˖ 𝓞𝐏𝐄𝐍 𝓢𝐓𝐀𝐑𝐓𝐄𝐑 ꗃ̳ 𝖋𝗲𝗮𝘁𝘂𝗿𝗶𝗻𝗴 everyone.
ㅤ 🗡ㅤ⠀𓏏⠀⠀⠀a tempestade havia poupado a região onde yulian morava, o que, considerando o estado em que o restante da cidade acordara, já podia ser considerado um pequeno milagre. a sorte, no entanto, terminava exatamente na porta da the lantern. durante a madrugada, uma das árvores da bridge quarter cedera com a força do vento e despencara na esquina da boate, derrubando parte da marquise lateral e estilhaçando um dos grandes painéis de vidro que davam para a rua. nada que comprometesse a estrutura do prédio, mas o suficiente para deixar a fachada com um aspecto lamentável e obrigá-lo a isolar parte da entrada. desde cedo, yulian passara horas ao telefone, sendo transferido de setor em setor até ouvir, pela quarta vez, que sua solicitação entraria na fila de espera. haviam casas alagadas, postes caídos, gente sem energia e vias interditadas; uma boate com um vidro quebrado definitivamente não ocupava o topo da lista de prioridades. fantástico. depois da última ligação, encerrada com um "tenha um ótimo dia" tão falso quanto a promessa de atendimento rápido, yulian simplesmente largou o celular sobre o balcão e apoiou os cotovelos na madeira escura. passou os minutos seguintes xingando, em voz baixa, metade dos atendentes com quem falara e questionando a capacidade intelectual da outra metade. a irritação não vinha exatamente pelo dano, mas pela completa impotência de depender de pessoas que pareciam funcionar na velocidade de uma tartaruga. com um suspiro impaciente, pegou uma garrafa de whisky na prateleira, serviu um dedo generoso no copo e girou o líquido âmbar antes de levá-lo aos lábios. não eram nem cinco da tarde, mas considerando o dia que tivera, julgou que o relógio também podia abrir uma exceção. o rangido da porta interrompeu seus pensamentos. o sino acima da entrada denunciou a presença de alguém, e yulian ergueu os olhos lentamente na direção da figura que acabava de entrar. ‘ claro, pode entrar. achei que a placa de "fechado" do lado de fora fosse relativamente autoexplicativa, mas aparentemente ela serve só como sugestão. ’ esperou que muse atravessasse o salão antes de inclinar levemente a cabeça na direção da fachada danificada, visível pelas janelas. ‘ me diz uma coisa... caiu árvore, caiu poste, metade da cidade alagou e o seu primeiro pensamento foi "vou ver como está o bar"? ’ arqueou uma sobrancelha, sustentando um sorriso enviesado. ‘ eu admiro esse tipo de comprometimento com o alcoolismo. ’
“é isso que eu mereço por ser um funcionário exemplar?” damon apontou para si mesmo enquanto atravessava a entrada, a jaqueta pousada sobre os ombros e indignação pouco convincente. seus olhos percorreram o estrago; havia poeira espalhada pelo chão, objetos fora do lugar e um copo de bebida diante de yulian, detalhe que lhe arrancou uma risada baixa, logo contida entre os dentes. pela aparência do bar, aquele trabalho não oficial consumiria mais do que reservara para ele e, conhecendo a habitual generosidade de seu empregador, a mudança súbita de função não acrescentaria um centavo ao pagamento. apoiou a jaqueta sobre um dos bancos e caminhou sem pressa até o assento em frente a yulian, acomodando-se como quem já decidira que, se teria de avaliar uma ruína, faria isso com alguma bebida no sangue. indicou o copo com um pequeno movimento dos dedos, esperando que o outro lhe servisse um também. “talk about commitment. você é quem está nos servindo às cinco da tarde.” observou o líquido cair, acompanhando o breve brilho âmbar contra o vidro. “parece o começo de qualquer outra péssima decisão que já tomamos, mas... você tem razão. eu vim checar o bar. a internet ainda está oscilando, e...” a explicação morreu ali. poderia dizer que não vinha conseguindo se concentrar em seus aposentos desde que passara a oferecê-los para que outras pessoas ficassem. poderia admitir que a presença alheia o desconcertava. damon preferiu alcançar o copo recém-servido. levou-o à boca, provou a bebida e permitiu que um sorriso enviesado escondesse o que não pretendia explicar. “sabia que estaria sentindo minha falta.”
˛ ⠀ ⠀ ⋆ ⠀ ⠀𝓞𝐏𝐄𝐍 𝓢𝐓𝐀𝐑𝐓𝐄𝐑 𝐄𝐌 𝐖𝐄𝐒𝐓𝐌𝐄𝐑𝐄.
𝕀.
Em questão de horas, a universidade havia mudado de função. Salas de aula se tornaram pontos de atendimento, corredores foram tomados por colchões improvisados e, perto da entrada, alguém teve a ideia de prender folhas de papel em um mural — ali, deixavam recados para parentes, amigos ou vizinhos que ainda não conseguiram encontrar. "Está procurando alguém?" Alexander demorou mais do que pretendia lendo cada mensagem escrita, por isso, sequer havia percebido muse ao lado. "Se sim, talvez eu possa ajudar. Fui o responsável por registrar quem chegou ao abrigo… Qual é o nome?" Se virou para a companhia, na esperança de que a pequena conversa desviasse a mente das memórias do irmão desaparecido.
𝕀𝕀.
Alexander normalmente não lembrava que usava óculos porque, para ele, a armação já fazia parte do rosto. Só voltou a pensar nela quando, em meio ao caos provocado pela tempestade, o acessório caiu em algum lugar da universidade. Passou bons minutos agachado perto de uma das salas, tateando o chão com cuidado, até perceber uma sombra se aproximar. "Com licença." Levantou-se, mas manteve o corpo imóvel para não correr o risco de acabar pisando no acessório sem querer. "Você saberia me dizer se tem um par de óculos por aqui?" Gesticulou, indicando o chão no geral. O cenho ainda estava franzido na direção de muse, pois, naquele momento, estava apenas tentando distinguir se falava com alguém ou com um móvel qualquer. "Céus... Eu realmente espero que você seja uma pessoa."
𝕀𝕀.
evelynn permaneceu imóvel por alguns longos segundos, considerando se valia a pena dizer alguma coisa. tinha certo encanto na figura do homem tateando pelo chão em busca dos próprios óculos, pequena humilhação involuntária, e ela em sua perversidade momentânea. observou-o ainda falhar por mais um momento, até avançar. o salto parou a uma distância milimétrica de seus dedos, como se ameçasse pisar. mas, ela só se abaixou devagar, recolhendo os óculos antes que ele pudesse alcançá-los. “atualmente, ainda se convenciona que sou uma pessoa, embora um ou outro possa apresentar objeções. não é hoje que você está sendo visitado pelo fantasma do natal passado.” murmúrio travesso, enquanto mantinha a armação entre os dedos e o privava da visão por mais alguns instantes. mais divertido assim. evelynn se levantou por fim, mas não lhe devolveu os óculos de imediato. tocou o queixo dele com a ponta do indicador e o ergueu com uma pressão delicada. esperou que ele se pusesse de pé e só então encaixou a armação em seu rosto, ajustando-a junto às têmporas. “uma pena que não enxergue. fica melhor sem os óculos. perde um pouco dessa nuance de cachorro sem dono.”
dynamic: katy & damon @noxdaemones

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closed starter: padmé & evelynn @noxdaemones
where: fundação nalbantoğlu
context: plot drop summer storm
nos últimos dois dias desde a tempestade, padmé não tinha saído da fundação. literalmente tomava banho e dormia algumas (pouquíssimas) horas em seu próprio escritório, porque queria estar disponível para qualquer coisa que fosse necessária. conversava diretamente com o corpo de bombeiros, com o hospital e o centro comunitário, buscando direcionar as doações recebidas entre os pontos de acolhimento e garantir que todos os moradores atingidos recebessem algum tipo de assistência. naquele horário, o jantar já tinha sido servido e as famílias que precisaram permanecer na fundação estavam acomodadas nos espaços disponibilizados pelo prédio. enquanto as pessoas finalmente descansavam, a nalbantoğlu continuava em seu escritório, sentada em frente ao computador revisando os últimos e-mails recebidos. sobre sua mesa tinha uma caneca de café que ela tinha esquecido de beber e diversos papéis de relatórios relacionados com informações de movimentos que poderiam ser feitos para acolher aquelas famílias nos próximos dias. quando ouviu a porta do escritório abrir, ergueu o olhar cansado esperando receber mais uma demanda urgente para resolver. porém, ao reconhecer quem era, abriu um sorriso sincero e aliviado. ❝ não acredito que veio até aqui essa hora, eve! era para você já estar dormindo. ❞ padmé se levantou de sua cadeira e apressou-se na direção da melhor amiga, a puxando para um abraço. apenas naquele momento percebeu o quanto estava sentindo falta e precisava daquele contato com evelynn. ❝ antes que diga alguma coisa… eu sei que estou com uma aparência péssima. mas eu estou bem, prometo! é só a falta de maquiagem mesmo... ❞ afastou-se do abraço e indicou o próprio rosto com o dedo da mão direita, enquanto fazia uma careta. ❝ quer um café? ❞
evelynn não poderia se importar menos com cada uma das pessoas desabrigadas na cidade. cada qual que cuidasse do que era seu, não? ela nunca tivera vocação para carregar dores que não lhe pertenciam. acontecia que, entre tudo aquilo que categorizava com cuidado metódico como seu, estava padmé. e o que poderia deixá-la mais contente do que uma contribuição oferecida com a aparência exata da generosidade? fizera algumas ligações, aproximara nomes e conseguira doações de insumos específicos, escolhidos menos pela bondade do gesto do que pelo quanto poderiam vir a calhar. não apareceu nas fotografias, porque assim preferia, mas permitiu que seu belo nome figurasse nas poucas notícias que circularam a respeito. já era tarde quando voltou de tratar certos assuntos com yulian, e entre eles, uma carga específica cuja movimentação ele lhe facilitava naquele momento. o caos da cidade criava uma cobertura; caminhões, caixas, doações, pessoas entrando e saindo, registros incompletos, funcionários cansados demais. propício o bastante para que pequenas ilicitudes se misturassem à corrente legítima. evelynn apreciava o contraste da rotina; algumas horas ocupada em fazer o bem, outras em decidir exatamente quanto aquele bem poderia lhe ocultar o mal. o sorriso lhe veio aos lábios quando encontrou padmé, lento e satisfeito, como se a presença dela justificasse toda a noite. aproximou-se e recebeu o abraço sem resistência. quando se afastaram, seus dedos permaneceram em padmé, recolhendo alguns fios desgrenhados, deslizando pelas têmporas e demorando-se perto da orelha. manteve o rosto dela próximo o bastante para sentir o café em seu hálito, o cansaço morno na pele e aquela fragilidade mal disfarçada que a tornava ainda mais bonita. “padmé, cariño, você é estonteante. e nem toda a maquiagem do mundo poderia salvá-la dessas olheiras.” o indicador tocou de leve uma delas, antes dela recolher a mão. “arrume suas coisas e jogue esse café fora. eu vou levá-la para casa. posso lhe emprestar minha assistente para que cuide do que for necessário, mas você vai dormir. ainda posso permitir que escolha se comigo ou se prefere o conforto do próprio colchão.”
closed starter: lois & damon @noxdaemones
context: starter 02
❝ esse lugar não mudou nada. ❞ lois comentou quando parou em meio a sala do apartamento de salvatore. abraçava o notebook e o carregador contra o peito enquanto observava o ambiente ao redor, sendo bombardeada pelas lembranças da época em que tinha intimidade suficiente com damon para aparecer ali sempre que encontrava um tempo livre no jornal. se perguntava se damon também estava se lembrando do mesmo, enquanto ela sentia o olhar dele sobre si, fazendo sua nuca arder. era a primeira vez que ela voltava para o lugar depois que ele saiu da prisão e lois tinha consciência de que não seria como antes. não depois de tudo que tinha acontecido com damon e com a relação que compartilhavam.
o certo teria sido negar o convite, aliás. mas damon a conhecia bem o suficiente para perceber o quanto a falta de energia em eastline a estava frustrando. lois sempre foi viciada no próprio trabalho e, diante da situação em que westbridge se encontrava, era óbvio que faria de tudo para escrever uma matéria extremamente completa sobre tudo o que a cidade precisaria repensar depois daquela tempestade. precisava dar um jeito de carregar o notebook e terminar aquela matéria mesmo que não pudesse fazer isso no prédio do jornal. damon provavelmente sabia de tudo isso e por isso resolveu fazer aquele convite, e lois não conseguiu ter forças para negar, mesmo sabendo que seria o sensato a fazer. a mulher fechou os olhos por um segundo e respirou fundo. precisava enfrentá-lo de uma vez. virou-se para damon e soltou um dos braços para apontar para o corredor. ❝ ainda tem aquela tomada na cozinha? eu posso escrever naquela mesa mesmo. ❞
damon ergueu a cabeça assim que ela disse aquilo e lançou um olhar breve ao redor. era engraçado. para um homem que nunca deixava passar a ocasião de um comentário inconveniente, a presença de lois produzia um silêncio grave. se insistisse no assunto até alcançar o fundo, talvez tivesse de admitir que ainda guardava mágoa, em mesma proporção do quanto a considerava. mas ele não insistiu, como nunca fazia. em primeiro momento, apenas prensou os lábios e deixou escapar um suspiro, os olhos descendo até a nuca que ela lhe oferecia sem perceber. o cabelo afastado revelava a curva do pescoço e a pele delicada sobre a pulsação. damon engoliu em seco, contrariado pelo próprio corpo, assentiu e permitiu que um sorriso se instalasse no canto dos lábios. ainda podia fingir possuir algum orgulho, embora o tivesse perdido no instante em que fizera o convite. “os lixos na cozinha são novos.” deu alguns passos até a bancada e começou a recolher as embalagens do jantar anterior. não tornava o apartamento menos bagunçado, mas introduzia na desordem a aparência frágil de uma intenção; dois recipientes descartados que talvez pudessem convencê-la de que ele desejava lhe oferecer algo melhor. quando terminou, lois permanecia plantada à porta, o notebook apertado contra o peito. ele a observou; o desconforto, ao menos, parecia mútuo. o que o fazia abrir aquele espaço para ela, e o que fazia com que lois aceitasse? seriam apenas os motivos razoáveis que ambos poderiam enumerar, um após o outro, sem jamais chegar ao verdadeiro? umedeceu os lábios e se aproximou, tomando o notebook de suas mãos. “eu não mordo, lois. como não costumava fazer anteriormente. ou tem imaginado algo como isso em minha ausência?”
desde que começara a trabalhar mais em casa, improvisara no quarto um escritório menos precário. havia uma mesa grande, painéis diante dela e uma decoração inteiramente tomada por materiais de trabalho. pedaços do novo caso estavam presos ao quadro, fotografias, nomes, anatomia imperfeita em fios daquilo que ele ainda não conseguira compreender. com uma das mãos, afastou o que podia ser afastado e colocou o notebook de lois sobre a mesa. não fossem as xícaras acumuladas e a mancha de café entranhada na madeira, o ambiente seria relativamente limpo. “você pode trabalhar aqui. não vou fazer mais nada hoje ou amanhã, mesmo.” fez uma pausa e olhou para ela, demorando-se para encontrar os olhos. “e não deveria fazer nada agora.” não sabia por que sugeria aquilo a mulher que tratava o próprio cansaço como uma inconveniência. poderia ser que apenas quisesse mantê-la ali, distante o bastante para que não o perturbasse e perto o bastante para que continuasse a sentir sua presença. damon apoiou uma das mãos na beirada da mesa. “deveria ao menos parar para uma bebida. ou aproveitar que tenho água quente.”
Gilmore Girls - Season 2, Episode 5
ㅤㅤ 𓄼ㅤ⠀˖ 𝓒𝐋𝐎𝐒𝐄𝐃 𝓢𝐓𝐀𝐑𝐓𝐄𝐑 ꗃ̳ 𝖋𝗲𝗮𝘁𝘂𝗿𝗶𝗻𝗴 damon salvatore ꒰ @noxdaemones ꒱
ㅤ 🗝ㅤ⠀𓏏⠀⠀⠀o alagamento em ashgrove não chegara a transformar sua casa em uma piscina olímpica, mas tinha sido suficiente para deixar a água invadir parte da interior e tornar bem pouco agradável a ideia de permanecer ali pelos próximos dias, enquanto tudo secava e a situação voltava ao normal. era um contratempo, nada mais. reclamar não aceleraria o processo, então limitou-se a separar algumas mudas de roupa, itens de higiene, carregadores e, naturalmente, seu caderno de anotações que julgava muito mais indispensável do que metade dos objetos pessoais. antes de decidir o que faria, passou pelo alder & oak para garantir que o restaurante havia escapado dos danos da tempestade. feito isso, só restava ver onde passaria as próximas noites. ela concluiu que tinha duas opções: aceitar um colchão no centro comunitário ou aproveitar a oportunidade para incomodar alguém que possuía um apartamento seco e energia elétrica. se a vida lhe entregava uma desculpa tão conveniente para aparecer no apartamento de damon, seria um desperdício ignorá-la. talvez damon não compartilhasse da mesma opinião, mas esse era um problema para alguns minutos no futuro. quando parou diante da porta do apartamento, ajeitou a mochila sobre o ombro, respirou fundo e apertou a campainha. assim que a porta se abriu, zarina ergueu os olhos para ele e inclinou levemente a cabeça, assumindo uma expressão de cachorro que caiu da mudança. ‘ ouvi dizer que este apartamento está funcionando como um ponto de acolhimento extremamente exclusivo. espero que ainda tenha capacidade para mais uma refugiada, porque seria uma tragédia você me deixar desabrigada. acho que até pega mal socialmente. ’ a fala veio acompanhada de um biquinho exageradamente dramático, sustentado por tempo suficiente para deixar claro que ela própria achava aquilo ridículo. antes que damon pudesse responder, zarina ergueu um dedo, como quem acabara de lembrar do argumento irrefutável. ‘ e antes que você diga qualquer coisa, saiba que eu não vim de mãos vazias. estou oferecendo uma troca extremamente vantajosa. você me abriga por alguns dias e, em compensação, terá acesso ilimitado aos serviços de uma chef de cozinha profissional. café da manhã, almoço, jantar... honestamente, acho difícil encontrar uma proposta melhor. ’
acontecera uma única vez! uma menção rápida, descuidada, de que tinha apartamento em westmere. isso não significava que estivesse apto a recebê-la, muito menos naquela noite, quando já havia tomado doses suficientes para amolecer a prudência. evitava permanecer perto dela quando bebia. sóbrio, ainda conseguia sustentar alguma resistência; alcoolizado, tinha a impressão de que zarina sabia pousar os dedos exatamente onde a vontade começava a ceder. ela estava à sua porta agora, cavalo de tróia. damon odiava ter de controlar os próprios impulsos. odiava ainda mais quando uma péssima proposta assumia a forma dela e surgia diante de sua casa naquele horário. damon ainda segurava o copo de bourbon e o levou à boca para terminá-lo enquanto ela fazia aquilo que sabia melhor. falava, e falava. ele revirou os olhos e soltou um suspiro resignado, embora já soubesse, pela demora em responder, que começava a perder. estava pronto para contra-argumentar, dizer que encontraria algum quarto para ela num hotel, talvez até pagar por ele se isso a mantivesse longe de seu apartamento, de sua cama, de sua fome. mas zarina sabia vencê-lo. sabia, não sabia? “você quer me dizer que, de todas as pessoas que conhece nesta cidade, sua primeira ideia de abrigo fui eu?” perguntou, deixando o copo repousar por um instante contra o lábio inferior. os olhos desceram até a garganta dela e retornaram depressa. “você tem sorte.” não explicou exatamente de quê. avançou um passo e alcançou a alça da mochila, tirando-a das costas de zarina. “duas noites, no máximo. e só o chuveiro da suíte está funcionando.” entrou com a mochila e a deixou sobre a poltrona, voltando a suspirar. depositou o copo vazio sobre a bancada e apontou para o corredor. “você pode ficar com o meu quarto. só se comporte, zarina. nada de bisbilhotar. e não assuste o gato.” cedeu o quarto com uma resistência nítida, não tinha qualquer entusiasmo diante da perspectiva de dormir no colchão do chão. mas a deixaria fazê-lo? desde quando havia se tornado o tipo altruísta? perguntava-se, na verdade, o que o impedia de colocá-la para fora naquele mesmo instante. a resposta talvez estivesse na maneira como seus olhos voltavam à boca dela. damon passou a língua pelos dentes, desviou o olhar. “também estou com fome, se quer saber. pode começar imediatamente.” olhou outra vez para ela, um sorriso cansado e torto surgindo como uma sombra sobre a boca. “o acordo inclui limpeza, no mínimo? uniforme?”
☠︎︎ ⋆ ⸻ 𝔰𝔱𝔞𝔯𝔱𝔢𝔯 𝔠𝔥𝔞𝔬𝔰!
para um phone starter com a eve digite 😈 e escolha um cenário!
01 ⋆ você tem duas chamadas perdidas de evelynn e está retornando agora. sam
02 ⋆ você vai receber uma mensagem suspeita da evelynn agora pela madrugada. yulian
03 ⋆ evelynn está te ligando. jina
04 ⋆ você vai receber uma foto que não era suposto que recebesse. kol, indigo
05 ⋆ você vai receber uma mensagem de áudio de evelynn. katy
para um phone starter com o damon digite 🩸 e escolha um cenário!
01 ⋆ você está esperando uma ligação de damon. kol
02 ⋆ você vai receber algumas mensagens bêbadas de damon. himawari
03 ⋆ você vai receber uma foto que não era suposto que recebesse. indigo
04 ⋆ você vai receber uma mensagem de áudio de damon. zatanna
05 ⋆ damon salvou o número errado, e está te mandando mensagens. nancy

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☠︎︎ ⋆ ⸻ 𝔴𝔞𝔫𝔱𝔢𝔡 𝔠𝔬𝔫𝔫𝔢𝔠𝔱𝔦𝔬𝔫𝔰.
abaixo do corte vocês podem encontrar uma listinha de conexões que estava desejosa de ter com meus personagens. a eve é bastante complexa com suas relações de proximidade, então adianto minhas desculpas com isso! posso oferecer mais amor com o damon, apesar dele ser um cafajeste que mais cedo ou mais tarde irá errar com você. boa sorte! nenhuma das conexões são limitadas por gênero, exceto quando indicado ao final; ambos os meus personagens são bissexuais. sintam-se livres para sugerir modificações em detalhes para adaptar o plot melhor ao seu personagem, e estou sempre aberta a mais ideias! se desejar uma connec, só reclamar no chat!
a cidade de westbridge dá boas vindas à 𝖉𝖆𝖒𝖔𝖓 𝖘𝖆𝖑𝖛𝖆𝖙𝖔𝖗𝖊, originalmente pertencente ao mundo de 𝖙𝖍𝖊 𝖛𝖆𝖒𝖕𝖎𝖗𝖊 𝖉𝖎𝖆𝖗𝖎𝖊𝖘 ! ele tem 𝖙𝖗𝖎𝖓𝖙𝖆 𝖊 𝖘𝖊𝖎𝖘 anos, mora em 𝖜𝖊𝖘𝖙𝖒𝖊𝖗𝖊, e em sua nova vida trabalha como 𝖊𝖝-𝖉𝖊𝖙𝖊𝖓𝖙𝖔/𝖊𝖝-𝖕𝖔𝖑𝖎𝖈𝖎𝖆𝖑/𝖉𝖊𝖙𝖊𝖙𝖎𝖛𝖊 𝖕𝖆𝖗𝖙𝖎𝖈𝖚𝖑𝖆𝖗. esperamos que ele esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra! ( cursed by nox 🌙 )
⸻ 𝐲𝖔𝖚𝖗 𝖋𝖆𝖛𝖔𝖚𝖗𝖎𝖙𝖊 𝖜𝖔𝖗𝖘𝖙 𝖓𝖎𝖌𝖍𝖙𝖒𝖆𝖗𝖊.
a cidade de westbridge dá boas vindas à 𝖊𝖛𝖊𝖑𝖞𝖓𝖓 𝖆𝖓𝖈𝖍𝖔𝖗𝖊𝖓𝖆, originalmente pertencente ao mundo de 𝖑𝖊𝖆𝖌𝖚𝖊 𝖔𝖋 𝖑𝖊𝖆𝖌𝖊𝖓𝖉𝖘 ! ela tem 𝖛𝖎𝖓𝖙𝖊 𝖊 𝖓𝖔𝖛𝖊 anos, mora em 𝖜𝖊𝖘𝖙𝖒𝖊𝖗𝖊, e em sua nova vida trabalha como 𝖒𝖆𝖓𝖆𝖌𝖊𝖗/𝖕𝖚𝖇𝖑𝖎𝖈𝖎𝖙𝖆́𝖗𝖎𝖆/𝖈𝖔𝖓𝖙𝖗𝖆𝖇𝖆𝖓𝖉𝖎𝖘𝖙𝖆. esperamos que ela esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra! ( cursed by nox 🌙 )
⸻ 𝖚𝖓𝖑𝖔𝖈𝖐 𝖙𝖍𝖆𝖙 𝖛𝖆𝖘𝖙 𝖜𝖊𝖑𝖑 𝖔𝖋 𝖙𝖔𝖗𝖒𝖊𝖓𝖙 𝖎𝖓𝖘𝖎𝖉𝖊 𝖞𝖔𝖚.

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O som característico de sapatos de salto alto, seguido de uma voz aveludada fez com que Watson soubesse quem era antes mesmo de se virar por completo. “Srta. Anchorena.” Cumprimentou a elegante mulher à sua frente, não sem antes um leve arquear de sobrancelha às palavras proferidas. Soltou um suspiro, vencida pelo aroma complexo e envolvente do café, aceitando a oferta e dando um breve aceno para a enfermeira de que iria tirar alguns minutos.
Evelynn Anchorena era… uma incógnita. Publicitária conhecida tanto por artistas emergentes como rodeada pelos mais altos nomes de Westbridge, cada encontro lhe trazia mais perguntas do que respostas. Ainda assim – com os instintos suplicando por cautela – a mente inquisitiva de Joan não entendia a insistência da mais nova.
“Uma grave dor, você diz.” Repetiu com certo ceticismo; o calor do copo sendo bem vindo nas mãos geladas de Watson. “Seria apenas pra conseguir companhia para o café ou está incomodada com outras coisas desta vez?
evelynn gostava daquele movimento pequeno e involuntário que atravessava watson antes mesmo que seus olhos a encontrassem, como se seu corpo tivesse reconhecido sua presença alguns segundos antes da mente alcançá-la. talvez fosse sua voz. ou o perfume. ou uma coincidência. exceto que coincidências raramente sobreviviam por muito tempo dentro da cabeça de evelynn; o demônio possuía o hábito desagradável de transformá-las em evidência (especialmente as que funcionavam a seu favor). e a ideia de ocupar algum espaço nos pensamentos da doutora era agradável demais. recíproca, quiçá. como poderia ser notado pela maneira lenta como inferia detalhes: o arrumar de seu cabelo, a escolha de roupas, a expressão em seu rosto ao encarar eve pela primeira vez na noite. e sorriu, perversamente. porque queria elaborar... até havia começado. “eu jamais mentiria sobre algo como isso. jamais.” levou uma das mãos ao peito, os dedos repousando sobre o lugar onde deveria haver um coração, se ele realmente existisse. “é verdade, tenho sentido uma dor que vem por aqui...” inclinou ligeiramente a cabeça, parecendo até séria, por um segundo ou outro. “aguda. parece até... faltar algo.” havia tantas direções possíveis para aquela conversa, até que a vibração do celular interrompeu o raciocínio. era o outro celular. por um breve instante, a insatisfação atravessou seu rosto. “... será que você faz atendimentos à domicílio?” a pergunta veio acompanhada de uma risada baixa. “temo que teremos que deixar essa intervenção para outro dia.” os dedos deslizaram até o celular sem que ela sequer verificasse a tela, prolongando suavemente o momento antes de devotar sua atenção ao celular. “na pior das hipóteses, vou acabar te vendo, de qualquer maneira...” comentário suspirado, uma piscadela e ela recuou, engolida novamente pelo movimento do festival, tão rapidamente quanto havia chegado.
⸻ 𝖊𝖓𝖈𝖊𝖗𝖗𝖆𝖉𝖔.