CAMILA QUEIROZ - face appreciation [ 01/?? ]
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CAMILA QUEIROZ - face appreciation [ 01/?? ]

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O vento era uma sensação maravilhosa, indo contra suas penas ! Era a unica sensação maior do que o medo de levar alguma flecha ou ser atingida por um feitiço descontrolado de algum estudante desastrado. Sim, voar era maravilhoso, mas gostaria de saber fazer isso sem usar seus poderes. Sem que seu coração acelerasse tanto em seu peito a ponto de temer um ataque de ansiedade. Maelys encontrou a janela da sala que gostaria de entrar, que estava quase sempre vazia naquele horário do dia. Bom lugar para praticar e ler, se divertir um pouco. Contudo, quando se aproximou cuidodasemente do vidro, percebeu que o mesmo se encontrava fechado.
Pânico lhe tomou conta. Começou a bater com o bico na janela, esperando que alguém lá dentro abrisse. “Abre aqui! Abre aqui!” Gritou, embora sua voz soasse pequenininha e delicada em um corpo tão diferente quanto o de um pardalzinho. “Abre aqui! Por favor! Me deixa entrar!” Já estava começando a soar desesperada, não conseguindo colocar os pézinhos no parapeito - o pavor de estar em forma animal aumentou.
Death, o gato que havia salvo das ruas frias de Londres, adotando-o desde então, esquentava seus pés enquanto lia um livro. O primeiro período de aulas já havia chego ao fim, e enquanto alguns estudantes esperavam o almoço, Abby colocava a leitura em dia. A concentração, no entanto, quebrou-se ao ouvir o ruído contra o vidro, e o gato negro jogou-se da cama, pulando abaixo da janela como que para alcançá-la. ❝—— Saia daí, gatinho. ❞ Ela resmungou para o felino, não se dando ao trabalho de checar até ouvir algo semelhante à uma voz feminina. O soar baixo a fazia acreditar que a pessoa estava no jardim, e embora não fosse das mais fofoqueiras, marcou a página do livro para aproximar-se da janela. Foi quando avistou o passarinho, tendo então o cuidado de tomar Death no colo antes de abrir o trinco e, só então, a vidraça. ❝—— Eu já disse, Death: passarinhos são amigos, não comida. Vou precisar te colocar de castigo de novo? ❞
yourhghness:
Maldita Kanesha. Malditos organizadores daquela festa. Maldita Wonderland. Njord sentia o mundo girar, como se, de fato, estivesse no espaço sideral, olhando-o de uma proximidade que chegava a ser inconveniente. Ele não devia ter virado o drink preparado pela leoa, mas agora era tarde, e o resquício de consciência que lhe restava dizia que não devia subir naquele palco, mas estava alto, feliz demais, para não subir. “ Você não canta, sweet? C’mon, deixa disso! Pega ali o outro microfone e me acompanha só, que essa é bem fácil ”
৴ ⊰ 、𝙛𝙡𝙖𝙨𝙝𝙗𝙖𝙘𝙠
A espontaneidade com a qual Njord subira no palco, não parecia combinar muito com a imagem que possuía dele, ainda assim, o estranhamento não cruzou seu rosto por mais do que um segundo, logo rendendo-se ao riso. Ainda que fosse assustador estar em um palco, era reconfortante estar ao lado dele. Primeiro porque, sempre imaginara que era um ótimo cantor, e segundo porque Westergaard atraía toda a atenção, fazendo com que se esquecessem dela. E isso, meus caros, era um alívio! ❝—— Ooh whoa, ooh whoa, ooh whoa. ❞ Iniciou, cantando o que aparecia, em letras brilhantes de pura magia, no ar à frente deles, sumindo a medida em que avançavam na música. ❝—— You know you love me, I know you care. Just shout whenever and I'll be there. You are my love, you are my heart, and we will never, ever, ever be apart. ❞
notmaddiecine:
Ela subiu no palco do karaokê saltitante e com um enorme sorriso no rosto, Cheshire que não a visse naquele momento, de inveja morreria pobre coitado, sorte era ter ele 7 vidas. Ao menos, era isso que Madison tinha em mente, mas não pegou o microfone das mãos da filha de Cruella, apenas pegou outro microfone que viu no caminho. —Duetooooo, certeza tenho que querem um dueto! —Exclamou animada ouvindo a “platéia” aplaudir e vibrar em empolgação, a maioria claramente já muito afetado pelas bebidas e drogas ali sendo comerciadas. Se aproximou mais da Aderense, deixando que os lábios quase tocassem o ouvido da garota para falar. —Se não souber cantar, tenho a certa droga pra você, Abbyzinha.
৴ ⊰ 、𝙛𝙡𝙖𝙨𝙝𝙗𝙖𝙘𝙠
Quando ofereceu o microfone, a ideia de Abaddon não era iniciar um dueto. Pelo contrário. Era deixar que uma verdadeira estrela brilhasse ali enquanto se retirava de fininho por de trás da cortina. Agora, no entanto, que a loira havia anunciado à plenos pulmões que cantariam juntas, ela não via saída se não, acatar. Ainda que duvidasse que muitos fossem reparar em sua fuga, caso optasse por ela; afinal, veja só: a maioria estava entregue ao efeito de álcool e drogas. Coisas que evitava, e isso justificava seu arquear de sobrancelhas quando a outra lhe ofereceu drogas de forma explícita. ❝—— Obrigada. ❞ Não sabia como fazer a recusa de substâncias ilícitas, mas aquilo parecia o suficiente. Ao menos era, nas aulas de etiquetas. Certa de que não saíria dali, ela desistiu de rotas de fuga, suspirando uma vez antes de acenar com a cabeça, para que iniciassem a música. Sorte que a platéia não era das mais exigentes.
prfctcaballero:
Ele provavelmente estava muito velho para ficar tão animado com jogos como aquele, mas Hadrían parecia nunca amadurecer, principalmente quando se tratava da possibilidade de ir para cama alguém, para ele, o sexo não tinha perdido o apelo que a idade trazia. Quando a garrafa apontou para a De Vil, ele sequer se deu o trabalho de esconder o sorriso, se levantando de pronto, tomando os dedos dela entre os seus, enquanto caminhavam em direção ao armário, ignorando os olhos atrás de si. Esperou até que a porta estivesse fechada, porque apesar do que dizam as más línguas, o Avalor não gostava público para suas performances. “Gosto como diz isso.” Ele riu, como se ficasse constrangido em confessar aquilo. “Cariño.” Repetiu de forma rouca, puxando-a para mais perto. “Parece que o Narrador ouviu minhas preces em ter sorteado tu e yo.”
৴ ⊰ 、𝙛𝙡𝙖𝙨𝙝𝙗𝙖𝙘𝙠
Era engraçado como a pose sustentada na frente dos outros, quando o provocava, desaparecia ao menor toque de Hadrían, capaz de fazê-la derreter como uma vela em chamas. Mordera o interior de sua bochecha, evitando assim que o sorriso bobo se apossasse dos lábios ao caminhar armário à dentro com ele. Poderiam sim ter terminado, mas isso não significava que o que sentiam um pelo outro havia desaparecido. E isso era claro nos trejeitos de ambos. ❝—— É? E do que mais você gosta... ❞ Ela aproximou-se, dígitos dedilhando os braços masculinos em direção aos ombros, conforme se inclinava em sua direção, apenas para completar ao pé de seu ouvido: ❝—— cariño? ❞ A confiança que depositava nele a fazia sentir-se poderosa, permitindo assim provocações daquele calibre. Se fosse qualquer outro, certo é que Abby estaria acuada, implorando ao Narrador que sete minutos passassem como segundos. Se tratando de Hadrían, no entanto, não mostrou resistência ao ser puxada, envolvendo os braços no pescoço alheio apenas para que a distância entre eles fosse ainda menor. ❝—— Acho que sei como podemos agradecê-lo por isso. ❞

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opsjaxon:
No meio da multidão, o filho do Gancho segurava o seu típico copo de vodca e dava goles enquanto via Abaddon ser empurrada para o palco e depois ficar com os olhos perdidos sem conseguir cantar por algum motivo. Não saberia dizer por quais instintos ele subiu ao palco, revirando os olhos impacientemente, pensando em como ajudá-la. Parou ao seu lado, ouvindo sua fala. —— Eu não tô bêbado o suficiente pra isso. Se você não vai cantar, é melhor descer. Posso te ajudar de outra forma que não seja me suicidando socialmente cantando nesse karaokê?
O rosto familiar trouxe algum alívio para a garota, mas ainda assim ela sentia suas mãos suarem e seu corpo todo quente. Ouvia a música começar baixinho, ao fundo, quando Jaxon subiu para o palco, as palavras do seu aprendiz fazendo com que esboçasse um pequeno sorriso. ❝—— Deixe-me adivinhar: não tem rum, e essas bebidas pomposas não fazem seu estilo? ❞ Tentou, ignorando uma voz que pedia que começassem logo. Hook tinha razão, precisava descer logo. E como se aquilo a fizesse passar menos vergonha do que a honrada desistência, teve uma ideia. ❝—— Vou fingir um desmaio, e você me tira daqui. ❞ E, antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, ela relaxou o corpo, permitindo que o mesmo cedesse ao chão. O microfone ecoou novamente, ao bater contra o chão, e ela só esperava que não tivesse o mesmo destino; que Jaxon a pegasse antes de atingir o chão.
marloweking:
— ESPERAR VOCÊ DEVE! ESPERAR VOCÊ DEVE! — Marlowe cruzou correndo todo o caminho até o palco com as mãos para cima, carregando uma pastilha em formato de nota musical e a entregou para a aprendiz, ignorando o microfone oferecido. — Uma dessas você deve provar para como uma sereia cantar. Vamos, vamos, a música já vai começar!
Os olhos estreitaram-se na pastilha oferecida, e em outras circunstâncias ela só aceitaria após um relatório compelto do que era. Naquele momento, no entanto, enquanto as primeiras notas soavam pela caixa de som, ela não estava em posição de protestar, ou esperar. Por isso, colocou duma vez na boca, sentindo o leve formigamento na língua à medida em que ela se desfazia. Hm... saboroso. ❝—— Olha eu vou lhe mostrar, como é belo este mundo, já que nunca deixaram o seu coração mandar. ❞ Iniciou, surpreendendo-se com o tom de voz aveludado que saía de seus lábios.
Abaddon poderia mentir, dizendo que tinha sonhado com @prfctcaballero , ou que passou os últimos dias pensando apenas nele. Talvez fosse uma boa forma de se mostrar interessada, até demais, no outro, mas sabia que com ele o jogo seguia outras regras. Se jogasse confete, ele mesmo se demonstraria desinteressado, por puro charme. Fato é que a garrafa havia apontado para ambos, e falsa surpresa estava impressa na face da de Vil ao erguer, vagarosamente, os olhos para o encarar. Possuía um ar de inocência, mas o sorriso que curvava o canto de seu lábio, ladino, demonstrava uma pontinha de escuridão. ❝—— Fomos sorteados, cariño. ❞ Anunciou, falsa hesitação a medida em que se levantava, os olhos vacilando uma vez em direção ao armário, para então voltar-se para o filho de Elena.
O som estridente, agudo e irritante aos ouvidos, ecoou pelas caixas de som no instante em que a filha de Cruella batera contra o microfone com dois dedos. Nunca havia estado em um palco, daquela forma, antes, e não teria subido caso não houvesse sido empurrada. Os olhos, perdidos, denunciavam seu nervosismo, que aumentou quando a música começou a tocar, olhos vasculhando o pequeno público como se pudesse encontrar ali alguma saída. ❝—— Eu não pedi essa, talvez você... ❞ Ela tentou, oferecendo o microfone para a pessoa mais próxima, os olhos piscando docilmente para tentar convencer.

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tag dump.
৴ ⊰ 、〘 THREAD. 〙 Sweet dreams are made of this.