Nota IMPORTANTE: Tudo o que acontece foi combinado previamente entre os personagens, mesmo que não tenha sido escrito na oneshot, apesar da simulação de medo. Harry pode pedir muitas vezes pra parar e não vai parar, acima de tudo ele gosta e o parceiro tbm! Pf não repitam isso em casa.
Harry apesar de ter medo de filmes de terror, tem uma que ele gosta, mas nunca assistiu de verdade, pĂąnico.
NĂŁo tira o medo dele pelo filme, poderia ser qualquer um daqueles adolescentes, por mais que sĂł tenha assistido pequenas cenas e recortes pelo celular, gostava da franquia.
Isso se seu celular nĂŁo estivesse tocando, um nĂșmero desconhecido, tinha acabado de abrir a porta do banheiro, e resolveu voltar, era impossĂvel de escutar algo fora dali, trancou a porta e atendeu o telefone.
â OlĂĄ, Harry Styles. â a voz desconhecida do outro lado fala, a fazendo tremer inteirinha, como que sabia seu nome? Isso deveria ser outro trote! Outra pegadinha de mau gosto consigo. â Quer jogar um jogo?
Com essa pergunta acaba notando só agora todas as semelhanças do filme pùnico. Isso não iria acabar bem. Era isso, era seu fim, iria ter um assassinato hoje e seria Harry a contemplada.
â E-eu n-nĂŁo sei, eu nĂŁo vi-
â Resposta errada, coelhinha. â cortou a fala da garota playboy. â Tem mais uma chance, jĂĄ tĂŽ te vendo tremer nesse banheiro.
â Uhm... uh! desculpe. â falou distante do celular enquanto passava trombando por vĂĄrias pessoas. â Jason!
â Tsc tsc tsc, suas vidas acabaram coelhinha, aproveite enquanto ainda nĂŁo te pego. â a espinha de Harry se arrepia inteira, a tal pessoa desconhecida estava atrĂĄs dela e nĂŁo sabia quem era. â Saia de perto de Jack, ele nĂŁo para de te comer com os olhos â Ao olhar ao redor de novo, pode ver Jack, jogador do time de basquete, com os olhos grudados em sua polpa da bunda que estava a mostra pelo body, tendo ainda mais medo pelo o ghostface estar tĂŁo prĂłximo de si para conseguir ver isso. E entĂŁo a ligação cai.
A porta do quarto de casal se fechou num baque alto, mas insignificante para quem estava embriagado lĂĄ embaixo. Olhar para trĂĄs foi um tormento no momento que viu um homem completamente vestido de preto, sendo as Ășnicas coisas que destoavam a imagem, era a mĂĄscara do ghostface e um canivete na mĂŁo.
â Porfavor, p-porfavor nĂŁo me m-mate! â seus soluços jĂĄ poderiam ser escutados, sua voz trĂȘmula de medo e gaguejando, mesmo que a mĂĄscara cobrisse o rosto do garoto, poderia sentir o olhar do outro preso em si. â E-eu faço qualquer coisa! Quer dinheiro? N-nĂŁo me machuque por f-favor.
O canivete deslizava por suas coxas, a meia calça fina e barata se descosturando pela ponta fina da lùmina, deixando-a mais tensa, olhando tão chorona e com um bico nos låbios, mas sentindo aquela formigaçãozinha na sua bocetinha, se debatendo mentalmente por ficar levemente excitada nessas situaçÔes.
â Ă verdade⊠â respondeu num fio de voz, engolindo em seco, tremendo o que iria acontecer consigo, e definitivamente molhada, nĂŁo sabia o porquĂȘ de se sentir tĂŁo quente por algo tĂŁo assustador.
â Ela vai aguentar meu pau? â Harry olha com surpresa, entreabrindo a boca enquanto tenta observar por trĂĄs da mĂĄscara do homem na sua frente, tentando enxergar os olhos do outro, tentando reconhecer. Com a ausĂȘncia da resposta, a lĂąmina dĂĄ duas batidinhas no body preto em cima da sua florzinha. A mĂŁo enluvada agarrando de forma bruta o seu queixo, mandando Harry começar a falar, o assustando ainda mais. â Responde.
Sem conseguir mexer a cabeça para responder com um aceno, Harry engoliu seco e abriu a boca novamente. â A-aguenta.
Ela poderia jurar que do outro lado da mĂĄscara tinha um sorriso largo, ela podia sentir a satisfação do desconhecido. E ele finalmente larga o rosto de Harry,Â
Harry respira fundo aliviado, olhando o fantasiado se erguer um pouco, tocando o interior de sua coxa ainda com o canivete na sua mĂŁo e puxando sua perna pra cima, entrelaçando ela na cintura. Ela conseguia sentir o cinto do outro roçando na sua coxa, provavelmente o seu body jĂĄ estava com uma mancha mais escura, era tĂŁo humilhante. â Eu espero mesmo que me aguente. Eu tenho muito, muito pra te dar, gracinha.
Suas mãos agarravam os lençóis da cama, engolindo novamente sua saliva, escutando o homem mascarado enquanto ele falava. Por um momento ele se levantou da cama, olhando-a de cima, talvez pensando por onde começar. Num descuido råpido de olhar para trås quando bateram na porta, Styles agiu råpido, ainda assustada com tudo, virou-se de bruços correndo engatinhando para o outro lado da cama, para conseguir fugir.
Coisa que ela nĂŁo consegue, porque foi agarrada pela cintura com mais rapidez, os edredons a atrapalharam se enrolando na sua bota. Soltou um gritinho pelo susto.
O canivete voltou para perto de si, seus olhos liberando lågrimas quando o corpo do mascarado descia sob seu, parando sua cabeça na frente da sua intimidade. Ela tentava fechar suas pernas, mas só de ver a ponta da lùmina escorregando levemente nas suas coxas e rasgando o tecido transparente de sua meia jå era apavorante, mas não tanto que não a deixasse vibrando lå embaixo.
â O que vocĂȘ vai fazer? â falou baixinho, recebendo um aperto em sua coxa, forte, que a fez tremer. A ponta da lĂąmina para mesmo em frente no fundo do seu body, enganchando na peça preta que jĂĄ estava Ășmida. â NĂŁo me machuque, por favor.
Ele toca por cima da calcinha, da sua buceta, a meia calça, rasgando de uma vez, abrindo com as duas mãos um buraco no tecido tão frågil tal qual a garota que estava amarrada sentindo tudo. Os dedos do outro agora roçavam na sua buceta por cima da sua calcinha de renda preta.
â Pensei que nunca iria conseguir chegar aqui. â ele dĂĄ dois tapinhas na bucetinha molhada por cima da renda, vendo as reaçÔes de Harry que mal conseguia falar direito, sĂł reagir com pequenos ofegos. â NĂŁo esperava por isso, coelhinha? Tive que cavar muito pra chegar nesse seu tesouro, hm? Ter essa bucetinha sĂł pra mim.
Deslizou a renda preta para o lado, finalmente mostrando a bucetinha de Harry, os låbios abertos, molhados, rosinha, brilhando com tanta lubrificação, ele desejava tanto meter a boca ali, era um convite lindo para ser fodida e acabada. Ele pega o canivete outra vez, assustando Harry, ele queria exatamente isso, brincar com essa carinha confusa, ele fecha na frente dela e joga na cÎmoda, decidido no que iria fazer.
â Cuidado por favor, e-eu nĂŁo.. â gagueja tentando fechar as pernas, o ar quente que saĂa do nariz do mascarado batia mesmo no seu clĂtoris, a deixando sensĂvel.
â NĂŁo⊠â ghostface segura o maxilar de Harry, fazendo com que ela olhe pra ele, ao menos, o que conseguia enxergar dois olhos escuros, as pupilas dilatadas, conseguia ouvir a respiração ofegante por dentro da mĂĄscara. â NĂŁo quero nada, por favor.
â NĂŁo vai caber, nĂŁo dĂĄ, por favor, nĂŁ- â um tapa foi dado em seu rosto, a mĂŁo agora descendo para seu pescoço, apertando sua pele branca e imaculada, prendendo o ar de chegar em seus pulmĂ”es gradativamente.Â
Nega com a cabeça vårias vezes, ela conseguia sentir o cacete inteiro dele pulsando forte, não conseguia relaxar, precisava de um tempinho pra se acostumar, então decidiu por grudar suas pernas ao redor dele para que ele não conseguisse se movimentar.
O que pode não ter sido sua melhor ideia. O homem segura nas cordas bem presas no pulso de Harry, solta o pescoço dela, agarra a coxa que tentou fincar na cintura do outro, abriu a perna e começou a estocar num ritmo råpido, sem dar tempo de se acostumar, ou de esperar a dor sair.
â Espera! Devagar⊠d-devagar! â suas sĂșplicas sĂŁo ignoradas pelo homem que nĂŁo deixa de meter bruto na entradinha suculenta de Harry, que suspirava alto, soltando gritos curtos misturados de murmĂșrios sem sentido. â N-nĂŁo seja tĂŁo brutoâŠ
Seu corpo inteiro se arrepiou, era tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo.
Seu pescoço era apertado pela mão forte, dificultando sua respiração, sendo compartilhado com o corset que sufocava sua barriga e seus pulmÔes, complicando ainda mais, as cordas o prendendo, tudo a deixando presa, amarrada, totalmente vulneråvel para fazerem o que quiserem com ela. Exatamente como esse homem mascarado fazia com ela.
A cada estocada forte, Harry ficava cada vez mais perto de vir, suas pernas tremendo, seu quadril nĂŁo parando quieto, ela conseguia sentir sua lubrificação pingando em cada estocada, estava perdida de tesĂŁo. Um murmĂșrio baixo, uma lamĂșria pedindo, implorando para que o outro vĂĄ mais devagar, ela temia quebrar de tantos estĂmulos ao mesmo tempo que pedia um ritmo mais lento para tentar lidar com tudo, ela tinha medo de quebrar.
Harry nĂŁo aguenta, tremendo suas pernas fechando elas de uma vez quando geme alto um palavrĂŁo, gozando pela primeira vez, ofegante, respirando tĂŁo fundo que seus peitos poderiam escapar do corset que comprimia todo seu corpinho, seu rosto descendo lĂĄgrimas mal conseguindo manter os olhos abertos.
â NĂŁo acredito que vocĂȘ gozou antes de mim. â ele segurou seus cabelos encaracolados puxando o corpinho trĂȘmulo do recente orgasmo para apoiar a cabeça no seu ombro, a boca da mĂĄscara extremamente de seu ouvido, a voz grave, cheia de luxĂșria resmungando o quĂŁo inĂștil era. â NĂŁo vou deixar barato, coelhinha.Â
Tentava estabilizar sua respiração, sendo complicado com o corset e estar completamente ofegante. Sua buceta vibrava de tanto ĂȘxtase, nunca teve um orgasmo sem nem se tocar, ela nĂŁo estava muito atenta quando ele pegou o cinto e chicoteou sob suas coxas que estavam juntinhas e trĂȘmulas, soltou um grito assustado.
â NĂŁo! P-porfavor! NĂŁo me castigue.
â VocĂȘ nĂŁo tem direito em porra nenhuma aqui, quer fugir, nĂŁo me responde, goza antes de mim, me desresepeita e acha que nĂŁo vai ter punição? â ela geme baixo como um miado, nĂŁo esperando outra lapada de cinto mesmo em cima da polpinha da sua bunda e sua entrada usada e gozada, a fazendo gemer alto num grito, arqueando seu corpo. â SĂł mais uma, e aĂ eu vou te amarrar, nĂŁo aguenta ficar com as pernas abertas? EntĂŁo vou deixar vocĂȘ como vocĂȘ tanto quer e vou te foder de novo.
â Implorar nĂŁo vai me fazer ir mais devagar sĂł porque uma coelhinha nĂŁo aguenta receber um caralho dentro dela. â ele vira ela de barriga para cima, juntando as coxas dela e prendendo agilmente com o cinto que usou para bater.Â
O homem bate nas coxas de Harry com uma força descomunal com a palma da mão, ela då um pulinho de susto, acordando novamente de seu estado de prazer, ele fez um pedido silencioso para calar sua boca.
Ela mal parava de soluçar e chorar, ofegante, sentia a vibração familiar na sua bucetinha, tremeu-se inteira quando o outro agarrou sua cintura e se afundou em estocadas desengonçadas. Ela logo arregalou os olhos, sabia que ele estava perto, e fez um biquinho com os låbios vermelhos e maltratados de tanto mordiscar.
â D-dentro nĂŁo! Vai me deixar cheia de filhotinhos. â ela procurou os olhos dele por debaixo da mĂĄscara, seu olhar sendo retribuĂdo, parecia uma fera dominando tudo, ele nĂŁo vai escutar ela. â Mhmm⊠p-paraâŠ
Suas sĂșplicas em vĂŁo, ele a fode com mais algumas estocadas e geme alto, soltando toda a sua porra dentro, bem no fundo, de Harry, que gritou alto um gemido, soluçando nĂŁo conseguindo se conter e acabar gozando junto do outro, sujando o pau dele com sua porra novamente, enquanto ele enchia ela do seu leite denso.
Ela nĂŁo parava de tremer, sua bucetinha sentia tudo, estava tĂŁo tĂŁo sensĂvel que cada pulsação do cacete dentro dela a deixava vulnerĂĄvel. Sentia o seu interior quente, cheio, o pau ainda dentro dela. Mal conseguindo deixar seus olhos abertos, ela decide deixĂĄ-los fechados, respirando fundo, o corset ainda a sufocando, engolindo em seco, suas lĂĄgrimas caindo levemente. Estava tĂŁo cansada que decidiu relaxar enquanto o outro nĂŁo se movimentava.
E tĂŁo rĂĄpido que fechou os olhos, abriu ao sentir as cordas de seus pulsos e cotovelos serem cortadas pelo canivete, o pau ainda fundo dentro dela.Â
â O q-que? â confusa, ela olha pra baixo, seus braços marcados pela corda, a pressĂŁo que o corset fazia em si sendo aliviado por cada corte que o canivete fazia nas fitas que prendiam, tirando de seu corpo. Ele torou o body que usava, literalmente, fez um corte pequeno com o canivete e rasgou em um puxĂŁo com suas mĂŁos, o barulho do tecido se rasgando, sobrando somente sua meia calça toda furada e sua calcinha colocada de ladinho. â Obrigado. â falou num fio de voz, baixinho.
Tudo isso a deixou excitada de novo, ela nĂŁo aguentava mais, mas ele era tĂŁo bom em tudo, o que a deixava confusa, atordoada, ela nĂŁo deveria se sentir assim.
â NĂŁo acabei com vocĂȘ. â ele sai de dentro da grutinha molhada, ambos soltando um gemido baixo, nĂŁo queria tirar de dentro dela, Harry fazendo uma carinha de coitadinha, um biquinho nos lĂĄbios e olhos pidĂ”es. NĂŁo demora muito pra ver sua porra descendo numa gotinha generosa, expulsando seu leitinho, Harry mal percebia por estar pulsando tanto.
Ele pega uma faixa preta, ou era uma gravata? Harry nĂŁo se importou, e amarrou seus olhos, molenga demais para impedir ele de fazer alguma coisa, ela se deixa levar. NĂŁo conseguia ver nada entĂŁo manteve seus olhos fechados, o cinto foi tirado de suas coxas, sentindo sua meia ser rasgada de uma vez e sua calcinha ser retirada com cuidado. Finalmente nua.
Sem conseguir ver o que acontecia ao seu redor, e depois de gozar duas vezes sem se tocar, tendo sua bucetinha toda arrombada e cheia de porra, qualquer suspiro batendo em sua pele a assustava. Ainda mais quando ele voltou a tocar sua bucetinha, esfregando seus dedos nela, espalhando a porra dele ao redor dos lĂĄbios cheinhos e inchados.
â De novo nĂŁo! Por favor, e-eu nĂŁo aguento. â falou numa sĂșplica cansada, sua voz falhando, seu corpo tremendo. Harry tenta afastar o outro de si, mas tĂŁo fraca, o corpo tĂŁo forte do outro, era impossĂvel, estava tĂŁo sensĂvel.
â N-nĂŁo aguento, para⊠â num fio de voz Harry tenta avisar, empurrando ao mesmo tempo agarrando os fios de cabelo do homem. Suas pernas foram agarradas pelo outro e a boca logo saiu da grutinha molhada. â Por favor, obrigado. E-eu-
Ele volta a enfiar o membro duro dele de volta, estocando rĂĄpido, segurando a coxa pĂĄlida e marcada de Harry, tirando os dedos da boca dela sĂł pra apertar os peitinhos que balançavam em cada investida. Ela nĂŁo parava de gemer, murmurando sĂșplicas pra ser devagar, parar, ter cuidado, mas o ghostface nĂŁo dava a mĂnima, usava o corpinho da coelhinha que tinha Ă disposição.Â
â Deve ser o garoto sortudo que tem vocĂȘ, hm? â o ghostface fala baixo, perto de seu ouvido, gozando ao mesmo tempo, enchendo de novo sua buceta com a porrinha dele.Â
â Kiwi⊠â Harry fala num fio de voz, totalmente satisfeito do que passou, mas no seu limite, respirando fundo, seu lĂĄbio tremendo levemente querendo chorar mais de tanto prazer.
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âPra mim ele estĂĄ simplesmente radiante agora que vocĂȘ apareceuâ disse ela, com aquele sorrisinho que mostrava suas lindas covinhas.
Ela parecia um pouco perversa e Louis se questionou se ela estava sendo gentil ou tirando uma com a cara dele. Ambas as coisas o incomodavam.
âHm, vocĂȘ precisa de alguma coisa?â ele perguntou, ajeitando os Ăłculos perfeitamente alinhados simplesmente porque nĂŁo sabia ficar sem ter o que fazer com as mĂŁos.
âPrecisar? NĂŁo. Querer⊠Talvezâ ela rodeia, batendo o indicador no queixo como quem finge pensar âSe eu te pedisse algo vocĂȘ me daria?
Louis engoliu em seco.
âDependeâ respondeu, encarando-a. Ele genuinamente queria saber o que um garoto como ele poderia oferecer a uma garota como ela.
E, ok, talvez isso tenha ferido um pouco o ego de Harry. Sua cara indignada jĂĄ dizia tudo.
âEu nĂŁo preciso de aulasâ retrucou, sucinta, com um pouco de acidez na voz âSei que nĂŁo repara muito em mim, mas estamos na mesma aula de ĂĄlgebra avançada. NĂŁo sou burra.
Louis arregalou os olhos em surpresa e as bochechas ganharam um tom de vermelho que Harry teria achado engraçado se fosse em outra ocasião.
Louis olhou para cima. Enquanto se embaralhava em palavras ele nem percebera que retraia a cabeça e encolhia os ombros como quem sofre uma represålia.
Louis abre a boca em completa descrença. E ele estava para responder o motivo Ăłbvio âou, pelo menos, que na sua cabeça era Ăłbvioâ quando ouvira Harry gargalhar. Ela chegou a apoiar a mĂŁo em seu peito enquanto se inclinava para frente e Louis sentiu o corpo travar. Estavam perto. Muito perto.
âĂ. VocĂȘ tĂĄ sempre tĂŁo quietinho na sua bolha⊠Isso me faz entrarâ Harry olhou diretamente nos olhos dele, os verdes cativando os azuis âVocĂȘ mal percebe as coisas ao seu redor, inclusive eu.
âE isso te incomoda?
âMe intrigaâ ela se aproximou, os joelhos estavam se encostando com tamanha proximidade. Harry colocou a mĂŁo por cima do livro fechado que o outro ainda mantinha em seu colo âFico pensando o que tem de tĂŁo interessante nessas pĂĄginas⊠Que faz vocĂȘ dar mais atenção a elas do que a mim.
Louis engoliu em seco, tropeçando nas próprias palavras:
âEu gosto de coisas calmas. E⊠E previsĂveis.
Harry sorriu. Inclinada demais. Perto demais.
âEntĂŁo talvez vocĂȘ devesse mesmo ir. Quem sabe descobre que gosta de⊠Surpresas.
Louis abaixou o olhar. Aquilo tudo jĂĄ estava sendo uma surpresa para ele. Harry jĂĄ conversara com ele inĂșmeras vezes, isso era fato, mas nunca com essa proximidade. Nunca com tanta insistĂȘncia.
âHã⊠Eu⊠Vou pensar.
âVocĂȘ sempre diz isso⊠Dessa vez, pensa com carinho, tĂĄ?â ela se afastou e parece que o ar voltou para os pulmĂ”es de Louis. Os olhos ainda ardiam nele, entretanto âSe vocĂȘ aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.
EntĂŁo virou de costas e saiu andando tranquilamente pelo corredor. Que agora estava vazio.
Louis ainda estava parado, pensando. Muitas coisas se passavam pela sua cabeça naquele momento, mas ele parecia cansado demais para pensar em cada uma delas âe isso que era começo da manhĂŁâ, entĂŁo resolveu dar um fim em todas as perguntas: ele nĂŁo iria a essa festa, assim como nĂŁo fora em todas as outras. Harry nunca sentira sua falta, nĂŁo seria agora que sentiria.
(...)
O quarto de Louis era o oposto de qualquer festa: organizado, silencioso e morno. A luz da luminĂĄria criava um cĂrculo suave sobre a escrivaninha, onde um caderno de anotaçÔes e dois livros empilhados esperavam pacientemente por atenção.
Louis respirou fundo, ajeitou os Ăłculos no rosto e tentou focar na leitura.
Louis ficou o livro em um baque oco, com força. Do outro lado da janela, luzes piscavam em ritmos alucinados, refletindo no teto do quarto âque sĂł tinha aquela fraca luz do abajur ligada. A casa de Harry, claro. A festa. De novo.
Por um segundo, Harry olhou direto na direção da janela.
Louis recuou tão råpido que quase tropeçou no tapete.
âMerda.
Sentou de volta Ă mesa, tentando se convencer de que estava imaginando coisas. Tentou ler mais uma pĂĄgina. Mais duas linhas. Mia uma frase. Mas a imagem de Harry se inclinando para frente, rindo, mostrando seu decote para qualquer um, voltava a sua mente. E a mĂșsica nĂŁo ajudava em nada: parecia estar dentro de seu quarto.
Uma lembrança surgiu na sua mente. Uma que ele não lembrava de ser tão importante.
âSe vocĂȘ aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.â
A voz de Harry.
Louis apertou os olhos e encostou a testa na mesa. Por que aquilo estava incomodando tanto? Por que era tĂŁo difĂcil ignorar? Ele era bom nisso. Sempre fora.
Pegou o primeiro moletom que viu e vestiu por cima da camiseta do pijama. Calçou o tĂȘnis e saiu.
Atravessou o jardim em passos decididos, os olhos baixos, o coração no pescoço, batendo tĂŁo alto quanto aquela mĂșsica que ele sequer sabia o nome. A intenção era simples: tocar a campainha e pedir âeducadamenteâ para abaixarem o som.
Era isso.
Mas entĂŁo a porta abriu antes mesmo que ele pudesse levantar o pulso.
E lĂĄ estava Harry.
O corpo brilhando pela camada fina de suor, um copo na mĂŁo e um sorriso escandalosamente feliz no rosto.
âLouis!â ela gritou, como se estivesse vendo um milagre, com os olhos o dobro do tamanho normal pela surpresa âEu sabia! Eu sabia que hoje era o dia!
Louis congelou.
âEu sĂł vimâŠâ começou, a voz falhando âA mĂșsica. TĂĄ muito alta. Eu tĂŽ tentando estudarâŠ
Harry nĂŁo ouviu nada disso, no entanto. Ela jĂĄ estava puxando ele pra dentro, guiando-o com a mĂŁo na sua.
Louis tentou protestar, mas foi logo engolido pelo calor, cheiro de ĂĄlcool e perfume barato, a multidĂŁo e âacima de tudoâ pelo olhar de Harry, preso nele como se fosse a coisa mais interessante daquela casa inteira. Era assim que ela olhava para ele.
A mĂșsica estava ainda mais alta do que parecia do lado de fora. Louis se encolhia a cada novo grave que vibrava no chĂŁo, desviando de corpos dançando e pessoas falando alto demais. Era quase sufocante.
Harry, por outro lado, estava em casa âliteral e figurativamente.
âEntĂŁo,... Tour VIP?â ela perguntou no ouvido de Louis, se inclinando demais, como se estivesse compartilhando algo indecente.
Louis abriu a boca para recusar, mas o aperto de Harry em sua mĂŁo se intensificou e ela olhava para ele com uma esperança quase infantil. Ele quase sentiu pena em matar isso, se nĂŁo fosse por aquele sorriso divertido que ela carregava. Ou ela estava mesmo muito bĂȘbada ou ela se divertia muito em zoĂĄ-lo, das duas uma.
De qualquer modo, ele se deixou levar quando ela lhe puxou com naturalidade, abrindo caminho por entre as pessoas.
âVai ser rĂĄpidoâ disse, piscando os olhos com uma maquiagem delicada, que apenas ressaltava o verde de suas Ăris âPrometo que te devolvo sĂŁo e salvo. A nĂŁo ser que prefira o contrĂĄrio.
âPor que eu iria querer sair daqui machucado?â perguntou Louis, com uma sobrancelha arqueada, confuso.
Jå haviam chamado Louis de muitas coisas, mas engraçado nunca fora uma delas. Ainda mais quando ele não falou nada para isso.
Um berro grosso, como um rugido, chamou a atenção dos dois. Um grupo de pessoas jogavam beer pong na mesa de jantar improvisada. Uma garota ruiva gritava toda vez que acertavam uma bolinha, mas o que chamou a atenção deles em questão foi o de um cara. Sem camisa. Com uma coroa de papelão na cabeça. Provavelmente o ganhador.
âAqui temos o salĂŁo dos jogos, como pode verâ Harry gesticulou com as mĂŁos âTerritĂłrio perigoso, cuidado. Gritaria, apostas ridĂculas e, Ă s vezes, beijos inesperados entre melhores amigos.
âBem-vindo a minha menteâ Harry se encostou na grade da varanda, olhando diretamente para ele com o lĂĄbio inferior entre os dentes âConfesso que parte de mim queria te ver aqui sĂł pra isso. Queria ver a sua reação.
âTem simâ Harry deu um passo a frente âVocĂȘ finge que nĂŁo nota, mas seus olhos sempre me seguem quando eu passo. VocĂȘ finge que nĂŁo escuta, mas sua mĂŁo treme toda vez que eu falo com vocĂȘ. VocĂȘ finge que nĂŁo quer estar aqui, mas⊠EstĂĄ.
âPode serâ Harry sorriu, um pouco triste âO que significa que eu adoro imaginar coisas com vocĂȘ.
Louis deu um passo para trĂĄs, como se aquilo pudesse proteger sua sanidade.
Ficou um silĂȘncio por um momento. Harry olhando para Louis como se esperasse alguma reação dele que nĂŁo a indiferença e Louis tentando nĂŁo prestar atenção no que acontecia Ă sua volta.
âVem, vamos continuar nosso tourâ Harry disse, desencostando-se da grade um tanto irritada. Consigo mesma talvez. Ela sĂł tinha mais uma chance de fazer Louis notar elaâŠ
(...)
âO que estamos fazendo no seu quarto? Achei que estivesse me mostrando a festaâŠâ disse Louis, ajeitando o Ăłculos no rosto.
âA festa termina no meu quarto, Lou Louâ sussurrou Harry, com a voz carregada de uma segunda intenção que o garoto nĂŁo pescou.
Louis olhou para ela com uma confusĂŁo gritante nos olhos.
âToda aquela gente vai vir pra cĂĄ?â ele perguntou, indignado.
âVocĂȘ sĂł pode estar brincando comigoâŠâ ela sussurrou, coçando a nuca sem jeito. Ela realmente nĂŁo sabia deixar mais claro seu desejo por Louis do que jĂĄ deixara em todo o tempo que se conheciam âLouis, eu vou ter que escrever na minha testa?
Aquela frase poderia facilmente infartar Louis Tomlinson. O coração batia tão råpido que ele sequer podia decifrar se estava ou não dentro do peito. Ele olhou para Harry abismado; não sabia daquele lado da garota e pior, não sabia desse lado da garota para com ele.
Talvez ela sempre tivesse sido Ăłbvia, mas Louis claramente era um leigo. Como poderia imaginar que uma garota como ela, linda, gostosa, inteligente e a melhor e mais popular lĂder de torcida da escola, fosse ter uma quedinha por ele?
âE se euâŠâ ele engoliu em seco âE se eu nĂŁo souber o que fazer?
Harry sorriu, e foi o sorriso mais doce que ele jĂĄ tinha visto sair daqueles lĂĄbios atrevidos. Mal podia acreditar que estava sendo direcionado a ele.
Ela passou os dedos de leve pela bochecha dele, e entĂŁo disse, quase num sussurro:
Louis piscou. Uma, duas, trĂȘs vezes. Sentiu a garganta secar. Seu corpo inteiro vibrava entre o pĂąnico e a euforia.
âC-comigo?
âEu esperei tanto esse momentoâ confessou ela, olhando para ele como se estivesse abrindo um segredo guardado a sete chaves. Pela primeira vez na noite, nĂŁo haviam sorrisos maliciosos e frases com segundas interpretaçÔes⊠Harry parecia, na verdade, vulnerĂĄvel âCom todas as chances que eu tive, com todas as pessoas que me quiseram⊠Nenhuma delas era vocĂȘ.
Louis engoliu em seco, sentindo o peso daquelas belas palavras. O silĂȘncio entre eles foi preenchido por uma batida de mĂșsica abafada do andar de baixo e pelas fortes batidas de seus prĂłprios coraçÔes.
Ele nĂŁo sabia se chorava, se ria, se fugia ou se ficava ali para sempre. Mas sabia que nĂŁo queria ir embora.
Ela se aproximou devagar, suas testas se encostando. O beijo que veio nĂŁo era urgente, nem ansioso âera apenas um selar de lĂĄbios, reverente. Era quase como um pedido de permissĂŁo e uma promessa silenciosa.
O beijo evoluiu rĂĄpido, mas ao mesmo tempo era suave e tĂmido. Os lĂĄbios de Harry roçavam os de Louis como uma pergunta sussurrada, mas a lĂngua era impeta e decidida, guiava Louis como quem esperou a vida toda para fazĂȘ-lo.
A timidez nĂŁo demorou a se tornar algo urgente. Harry deslizou os dedos pela nuca dele, aprofundando o beijo, puxando-o mais para perto. Deitou a cabeça de lado, fazendo o encaixe ser mais preciso e Louis soltou um som engasgado, de surpresa. Parecia mais uma descoberta, afinal, era seu primeiro beijo âapesar de nĂŁo ser o de Harry.
Molhado, quente, envolvente. Um beijo com gosto de desejo guardado a muito tempo.
Ela sorriu contra os låbios dele, percebendo a hesitação.
âVocĂȘ tĂĄ tremendoâ sussurrou, os olhos verdes fixos nos dele.
âEu nuncaâŠâ ele tentou explicar, sem fĂŽlego.
Harry encostou a testa na dele, a mão deslizando pelo peito sob a camisa. A respiração dos dois jå descompassada.
âShhhh, tudo bemâ ela tranquilizou, pousando um selinho nos lĂĄbios finos âVocĂȘ tĂĄ indo muito bem. SĂł faça o que sentir vontade, eu vou gostar de tudo.
Sem se afastar muito, Harry levou as mĂŁos Ă barra da prĂłpria blusa e a puxou para cima num movimento sĂł, revelando a pele pĂĄlida e o sutiĂŁ preto. Louis arregalou os olhos como se tivesse sido atingido por um raio.
âAcha que vai sobreviver Ă vista, gatinho?â ela provocou. Mesmo com o coração disparado, ela levou as mĂŁos Ă s costas, alcançando o fecho do sutiĂŁ com facilidade.
Louis soltou um riso nervoso, mas seus olhos desceram para o busto desnudo. Eram perfeitos. Um par de seios lindos e redondinhos, pequenos na medida certa para suas mĂŁos, mas grandes o suficiente para sua boca ânĂŁo que ele tivesse pensando nisso, claro. Ele estava hipnotizado.
âVocĂȘ quer tocar?â ela perguntou, quando o viu encarando por tempo demais. Era fofo.
Estava quente e pesado sob seus dedos e o bico estava eriçado. Ele apertou levemente, experimentando, e ouviu Harry soltar um suspiro baixo. Olhou para seu rosto e ela estava igualmente corada, com o låbio preso entre os dentes.
E sĂł entĂŁo ele se deu conta de que era o Ășnico completamente vestido. Ele soltou os seios dela apenas para tirar o moletom, seguido da blusa do pijama, e voltou com as mĂŁos sobre o corpo dela. Harry deixou ele fazer o que queria enquanto analisava-o.
Harry o puxou de volta para si, beijando-o mais uma vez, agora com mais corpo, mais calor, mais intenção. Os torsos nus roçavam um no outro; Louis podia sentir o mamilo de Harry espremer-se contra o seu peito e ele nunca pensou que uma coisa pudesse ser tão boa.
As mãos dela passeavam pelas costas dele, sentindo cada tremor, cada hesitação e cada rendição.
E ainda assim, mesmo no meio daquilo tudo, ela sussurrou com a voz rouca e maliciosa:
âEu quero tudo de vocĂȘ, Lou Lou. Cada toque, cada beijo⊠Quero vocĂȘ por todo o meu corpo. Quero ser sua.
Ele engasgou um pouco com a ousadia da frase e Harry riu contra a pele de seu pescoço, os dentes arranhando logo abaixo do lóbulo da orelha.
âVocĂȘ fala essas coisas como se jĂĄ tivesse feito isso antesâ ele comentou, tentando soar firme, mas a voz falhou.
âNunca fiz, mas eu tenho imaginação. E uma lista mental de todas as coisas que eu quero fazer com vocĂȘ. Eu quero te destruir.
Louis nĂŁo respondeu ânem conseguiria. SĂł a puxou para outro beijo, ainda mais profundo, mais desesperado, como se tudo o que ele precisasse naquele momento estava ali, entre seus braços.
As mĂŁos se buscavam sem coordenação, e o quarto parecia pequeno demais para a fome que crescia entre os dois. O beijo era desajeitado Ă s vezes, esbarrando dentes, fugindo da linha dos lĂĄbios, mas logo se encontrava âmais fundo, mais quente, mais intenso.
âSeus olhos. VocĂȘ olha pra mim como se eu fosse a coisa mais bonita que vocĂȘ jĂĄ viuâ respondeu, colocando uma mecha do cabelo dela atrĂĄs da orelha.
Harry caiu de costas na cama, puxando Louis com ela, e os dois afundaram entre os lençóis rosa bagunçados, coraçÔes disparados e bocas famintas.
âA gente devia ir com calmaâŠâ ele disse, mas suas mĂŁos jĂĄ tomavam um rumo sozinho para o corpo de Harry, direto para os mamilos.
Harry quase riu com o quĂŁo hipĂłcrita ele soava e com o quĂŁo sexualmente frustrada ela estava.
âEu esperei tempo demais pra ir com calmaâ sussurrou, colocando suas mĂŁos sobre as dele e fazendo ele apertar os seios com força. Ela gemeu lindamente com isso âMas se vocĂȘ quiser parar, a gente para.
Era um jogo. Ela fez aquilo de propĂłsito para tentĂĄ-lo, para nĂŁo fazĂȘ-lo desistir.
âEu nĂŁo quero pararâ respondeu, entre um ofego e outro.
âQue bomâ ela sorriu, triunfante âPorque eu tĂŽ querendo calar essa sua boca inteligente com a minha buceta desde o dia que vocĂȘ me corrigiu naquela aula de ĂĄlgebra. E eu tenho certeza que eu estava certa!
âVocĂȘ nĂŁo precisa ser tĂŁo cuidadoso, tĂŁo retraĂdo. Eu nĂŁo vou quebrar, Lou Louâ Harry disse, acariciando os fios de sua nuca. Ele estava todo por cima dela e o Ăłculos deslizava pela ponta do nariz, ameaçando cair a qualquer momento.
âE-eu só⊠NĂŁo tenho ideia do que fazerâ ele sussurrou, olhando para Harry como se ela fosse uma coisa preciosa que ele nĂŁo queria espantar.
âDeitaâ ela mandou, com a voz tĂŁo trĂȘmula que nĂŁo parecia dar uma ordem. Mas Louis acatou.
Ele saiu de cima dela e deitou ao seu lado na cama. O quarto nĂŁo estava cem por cento escuro âtinha a luz do mini abajur de tomada e a luz da lua. Louis pode ver a silhueta detalhadamente de Harry quando ela se pĂŽs de joelhos na cama e retirou o resto de roupa que ficara em seu corpo. Peça por peça. A minissaia, seguida pela calcinha.
âE-eu⊠Eu vou fazer algo agora, mas se vocĂȘ nĂŁo gostarâ ela mordeu os lĂĄbios, indecisa âVocĂȘ pode me pedir para parar, certo?
Louis apenas acenou positivamente com a cabeça, ansioso, esperando que ela pudesse ver.
Antes que Harry pudesse falar alguma coisa âprovavelmente outra ordemâ, Louis enganchou os braços em torno das coxas torneadas dela e puxou-a, sem delicadeza, para cima de sua boca. Literalmente. Ele podia sentir a quentura de sua intimidade implorando por qualquer toque.
A garota soltou um gemido, surpresa, mas derreteu-se em completo prazer quando Louis deu a primeira investida com a lĂngua. Aquilo parecia um sonho, tĂŁo irreal. E ao mesmo tempo tĂŁo bom.
Harry nem deu tempo para Louis pensar, ela simplesmente desabou seu peso, montando sob o rosto do outro como quem monta um cavalo. E Louis nĂŁo se deixou abalar, espalhou a lĂngua por toda a xotinha como se jĂĄ tivesse feito isso vĂĄrias vezes antes.
A lĂngua subia e descia, explorando e conhecendo, ficando ciente que cada gemido alto era algo a ser aprovado. E Louis era muito bom em aprender. Ele apertava as coxas quando precisava erguer a cabeça e alcançar pontos que sozinha a boca nĂŁo conseguia.
Harry olhou para baixo por um momento e o que viu foi demais para sua prĂłpria sanidade. Louis jĂĄ olhava para ela, como quem estuda e analisa com prazer suas expressĂ”es faciais, com os Ăłculos levemente embassados e os cabelos desgrenhados. Ela quase podia ver a pontinha de sua lĂngua trabalhando. Contraiu-se sem perceber.
âLou Lou, por favor, eu tĂŽ tĂŁo pertoâŠâ ela confessou, entre um gemido manhoso e outro.
Tomlinson avançou a velocidade, trabalhando com a lĂngua como ele nunca fizera em nenhum debate âe olha que ele era muito bom. Vez ou outra ele podia sentir a textura dos dedos de Harry, mas nĂŁo parou por um segundo. Nem mesmo quando, olhando-a tĂŁo vulnerĂĄvel lĂĄ de cima, ele correu as mĂŁos por seu corpo e alcançou os seios. Apertou o bico sem timidez ou permissĂŁo.
Ela nem sabia mais o que fazia, apenas rebolava para frente e para trĂĄs, cavalgando em busca do seu prĂłprio prazer. A xotinha jĂĄ devia estar vermelha a uma hora dessas e provavelmente amanhĂŁ ela acordaria assada, mas nĂŁo conseguia se importar. NĂŁo quando estava tĂŁo perto.
âAh, Lou LouâŠâ ela gemeu uma Ășltima vez, antes de abrir a boca em um âoâ mudo.
EntĂŁo uma onda avassaladora atingiu-a e ela se contorceu levemente antes de gozar com gosto. Tendo seus Ășltimos espasmos sob a lĂngua de Louis, que sĂł parou de lhe chupar quando a mesma tocou sua testa com a palma da mĂŁo, empurrando-o levemente.
Ela saiu de cima dele e caiu deitada na cama, ofegante e com a intimidade pulsando âcomo se os lĂĄbios de Louis ainda estivessem ali, chupando-a com vigor e vontade. Louis igualmente ofegante, virou-se para ela, olhando-a voltar para a realidade aos poucos e pensando o quanto era sortudo.
âVocĂȘ tem tudo de especial, Lou Lou. VocĂȘ foi o primeiro garoto que bateu de frente comigo, mesmo que por causa da lição de casa. Foi o primeiro garoto que nunca tentou me impressionar.
Harry sorriu e Louis sentiu os pelos de seu corpo se eriçarem.
âEnquanto todo mundo via apenas a minha aparĂȘncia e minha popularidade⊠VocĂȘ sĂł queria competir comigo pela melhor nota de ĂĄlgebra.
Ela riu baixinho e voltou para trĂĄs apenas para encarar os olhos dele.
âEuâŠâ ele começou, mas a voz saiu baixa demais. Ele limpou a garganta , tentando organizar os pensamentos que Harry acabara de bagunçar âEu nĂŁo sabia que uma pessoa como vocĂȘ podia sentir coisas por mim.
Harry sorriu e avançou, sobre ele, rolando em cima de seu corpo, quebrando qualquer defesa que ele tivesse construĂdo. Pousou um selinho nos lĂĄbios dele, cheio de ternura.
Ela se aproximou ainda mais dele, colando seus narizes em um beijo de esquimó, compartilhando a mesma respiração.
âMas⊠Acho que tem algo me cutucando lĂĄ embaixo. Que tal nĂłs aliviamos vocĂȘ agora?â ela disse, com a voz carregada de malĂcia.
Louis sabia o que ela queria dizer com isso e ficou nervoso ânĂŁo que ele nĂŁo estivesse antes. Arregalou os olhos para ela em total choque e surpresa. Ela sorriu, compreensiva, os dois estavam no mesmo barco, afinal.
âTĂĄ tudo bem, nĂłs vamos devagarâ ela sussurrou pra ele, descendo com as mĂŁos pelo torso desnudo.
Ao chegar na braguilha da calça, Harry foi råpida em se desfazer dos fechos. Saiu do colo do outro apenas para tirar o restante das roupas que ele ainda vestia e voltou a se sentar sobre sua barriga.
âEntĂŁo⊠Hum, como vocĂȘ quer fazer isso?â ela perguntou, meio sem jeito, sentido o pau duro roçando o final de suas costas. Ok, para a sua surpresa, Louis era bem dotadoâŠ
Ele assentiu com a cabeça e isso foi o suficiente para Harry. Ela jogou-se na cama, de costas, e arrumou-se confortavelmente entre os travesseiros. Aguardou, de pernas abertas.
Mas Louis nĂŁo foi.
âĂ⊠Hum, Lou Lou, isso quer dizer que vocĂȘ vĂȘm por cima de mimâ ela disse, com um tom contido de ironia.
âA-ah s-sim⊠Claro. Eu jĂĄ sabiaâ respondeu, envergonhado.
Louis sorriu carinhosamente, pousando um beijo no centro da testa dela.
âEu teria notado mesmo se vocĂȘ se escondesseâ confessou e iniciou uma estocada gentil, pois ele estava delirando.
Harry gemeu, voltando a fechar os olhos. Ela passou os braços em volta do corpo de Louis e o abraçou, puxando-o para perto, quase completamente deitado sobre ela. Trocando calor e suor como devia ser.
Harry queria rir, mas logo veio outra estocada e tudo que ela fez foi gemer ao sentir aquele pau todo dentro dela outra vez. Ele estava indo devagar, mas ainda assim demoraria um pouco para ela se acostumar.
Louis, no entanto, parecia estar tendo o melhor momento de sua vida. Ele jamais poderia imaginar que sair e entrar dentro de uma buceta poderia ser mais prazeroso do que tirar notas altas no boletim escolar.
Harry o apertava tanto que ele mal tinha tempo pra pensar. Era quente, molhado e estreito de um jeito que sua mĂŁo nunca fora. Ele quase podia ver estrelas se fechasse os olhos.
As estocadas se seguiram no mesmo ritmo. Vez ou outra, Louis aumentava a velocidade, mas quando ouvia Styles gemer um pouco mais alto ele voltava o que estava fazendo antes como se tivesse tomado um choque de realidade. Pelo menos havia a constĂąncia, que o deixava na beira.
âLou Lou, vocĂȘ pode fazer o que quiser, agoraâ ela sussurrou, naquele tom sedutor âEu estou bem.
Ah⊠Harry não devia ter dito essas palavras. Era a permissão que Louis precisava.
Desesperado, ele nĂŁo pensou duas vezes antes de sair de dentro dela e cair com o peso do corpo na estocada. Harry soltou um berro, mas Louis nĂŁo parou. Mais do que ele queria admitir, ele gostou de ouvir isso.
Continuou na mesma intensidade, ouvindo os suspiros dela em seu ouvido, derretendo-se, entregando-se de corpo e alma.
Louis estava perto, ele podia sentir. Ele ficou triste de nĂŁo durar tanto tempo âmas, se fosse honesto consigo mesmo, ele achou que durou muito mais do que um dia pensou para sua primeira vez.
As estocadas começaram a perder o ritmo de uma hora para outra, e quando Harry achou que podia voltar a respirar, Louis investe contra ela com toda sua força, enchendo-a e gozando dentro dela. Uma quantidade absurda; transbordava, ameaçando sair.
Harry acariciou sua nuca, brincando com os fios de cabelo enquanto esperava ele se acalmar. As respiraçÔes se acalmando aos poucos.
âIsso foi a melhor coisa que aconteceu em toda a minha vidaâ Louis admitiu, baixinho. TĂŁo baixo que se ele nĂŁo tivesse literalmente deitado sobre o corpo de Harry, ela nĂŁo teria ouvido.
Depois de mais um momento de silĂȘncio, Louis se retirou de dentro dela, com o pau mole. Ele o cobriu com as mĂŁos quando caiu ao lado dela na cama. Agradeceu por Harry nĂŁo ter feito piada naquela hora âele jĂĄ estava envergonhado o suficiente.
âE-eu jĂĄ te recompenso, Hazz, sĂł deixa eu me recuperar um pouco, tĂĄ?â ele disse, constrangido, o coração a mil.
Harry riu.
âMe recompensar sobre o que?â ela ergueu uma sobrancelha, inquisidora.
Louis corou.
âPor nĂŁo ter te feito gozar agora.
âQue sorte a minhaâŠâ ela disse, virada de lado, com a mĂŁo na cabeça apoiada, olhando para ele com aqueles olhos irĂŽnicos âMinha primeira vez e eu vou gozar duas vezes⊠à mais do que muita menina tem por aĂ, em!
âP-para de zoar com a minha c-cara.
Ela ri ainda mais e, para amenizar, pousa a mĂŁo livre sobre o peitoral dele, acariciando-o o meio com carinho.
E, com os olhos arregalados e o pau voltando a endurecer, Louis se viu tendo uma reviravolta na vida.
Bom, e se Louis e Harry começaram a namorar? Sim. Harry nunca mais deixou Louis ter uma tarde sĂł de estudos que a recompensa pelo bom desempenho era uma peça de roupa a menos âe ela sabia que ele sempre tinha bons desempenhosâŠ
essa hora da madrugada e um trechinho da one pois sou ansiosa demaiss đ«đ«
"""Voltamos para nosso apartamento quando a noite começou a cair, pois naquela noite eu teria um jantar com meus pais, que estavam na cidade esse fim de semana, e precisava me arrumar. Louis ficou na sala assistindo algum programa de futebol que ele sempre via nos såbados, e quando eu saio do banho e passo pelo corredor apenas de toalha, noto que na sala não hå mais barulho nenhum de TV.
â Loueh! NĂŁo olha...! â falo rĂĄpido, ao mesmo tempo em que ele parece acordar dos prĂłprios pensamentos e vira de costas, ainda que de forma preguiçosa, eu reparo.
â VocĂȘ nĂŁo estava no quarto?
Estou totalmente envergonhada pela situação. Por Deus, eu estava peladinha por baixo daquele tecido Ăntimo demais, e segundos antes com o bumbum todo arrebitado, provavelmente mostrando... Oh, Deus!
Sinto minhas bochechas arderem de tanta vergonha, e eu sei que dessa vez estou muito, muito vermelha.
Por sorte, Louis jĂĄ estĂĄ de costas pra mim, agora rindo de um jeito bobo e totalmente canalha, com as mĂŁos para cima, parecendo rendido. Eu sei que ele deve estar me imaginando corada e sem saber o que fazer. Cretino!
â VocĂȘ me assustou... â digo baixinho, ignorando o fato de que minhas coxas grossinhas estĂŁo roçando uma na outra de forma quase desesperada.
â Oh, minha gatinha, me perdoa. Prometo tomar mais cuidado na prĂłxima vez â seu rosto vira sutilmente para trĂĄs e seus olhos passam por mim novamente. Meu coração acelera e eu passo rapidamente por ele, saindo do cĂŽmodo.
â Fecha os olhos, Lou! â teimei com a voz um pouco trĂȘmula enquanto caminhava rapidamente para meu quarto, segurando minhas roupas com firmeza demais sob o peito.
Ouvindo a risada alta de Louis, tento nĂŁo pensar nos olhos fixos dele na minha bunda."""""
"Louis era apaixonado por Harry, seu meio-irmĂŁo. Para ele, os dias ficavam cada vez mais difĂceis quando, a todo instante, tinha de se segurar e nĂŁo ceder Ă vontade de apenas agarrĂĄ-lo e fazĂȘ-lo seu.
Mas, naquela noite, quando suas mĂŁes saĂram e os deixaram sozinhos, Tomlinson percebeu que, na verdade, seu doce irmĂŁozinho parecia retribuir seus sentimentos genuĂnos e vontades impuras."
Eu ainto to aprendendo a desenvolver cada coisa, entĂŁo os kinks ficaram bem rasos, na vdd, a proposta da histĂłria em si era essa. Enfim, espero que gostem mt e gozem mais ainda rsrs.
Boa leitura!
° .* đ âĄ
Nos Ășltimos meses, houveram mudanças um tanto quanto drĂĄsticas na vida dos Tomlinson e dos Styles.
Anne e Johanna, que namoravam a um tempo considerĂĄvel, finalmente decidiram morar juntas. NĂŁo foi uma decisĂŁo fĂĄcil, claro. Houve uma pequena reuniĂŁo com seus filhos e assim que ambos aprovaram a ideia, o casal teve a certeza de que era a coisa certa a se fazer.
Com o passar do tempo, eles descobriram que nĂŁo foi nada difĂcil se adequar ao novo costume, afinal, amavam a companhia um do outro.
Louis e Harry se deram bem desde o inĂcio do relacionamento de suas mĂŁes, uma conexĂŁo genuĂna os envolvia e fazia-os conectados em um laço que qualquer um que visse, diria que ambos se conhecem hĂĄ muitos anos.
Era claro que a pequena diferença de idade não os atrapalhava em nada, o de olhos azuis tinha 23 enquanto o de olhos verdes faria 18 em pouco tempo.
Desde pequeno, o mais velho sempre quis um irmãozinho para cuidar, mas ele não contava com o fato de que poderia sentir por Harry muito mais do que somente um amor fraternal. Assim que Jay o contou que estava namorando com uma linda mulher e que ela tinha um adoråvel filho, com certeza Louis não imaginou que este seria como o de cachos. Bom, ele se contia em apenas admirå-lo e, apesar de tudo, tentava o tratar verdadeiramente como irmão mais novo, sempre o ajudando no que ele precisava e lhe dando muito carinho, jå que Styles parecia mais como um poço de grude e chamegos.
Vinha sendo bem difĂcil estar na pele de Tomlinson. Harry era apenas tĂŁo lindo e adorĂĄvel, seus lĂĄbios gordinhos e rĂłseos absolutamente tĂŁo beijĂĄveis, que Louis nĂŁo se impedia de olhĂĄ-los com desejo; seu corpinho era como um abismo de perdição, cada curvinha o enlouquecia e sua tez macia o deixava insano, imaginando como seria tocĂĄ-la e o marcar como seu; os cachinhos e as covinhas o cativava de uma maneira sem igual.
Ă⊠provavelmente Louis estava perdido. Ou talvez, apaixonado.
A Ășnica coisa que o deixava mais tranquilo, era o fato de que nĂŁo eram irmĂŁos consanguĂneos. Para falar a verdade, nem conseguia olhar para Styles como tal.
O que ele nem sequer cogitava, era que para Harry, as coisas nem eram assim tĂŁo diferentes.
E bem, era assim que tudo seguia: Louis achava que sua cabeça estava pregando peças cada vez que Harry dava pequenas investidas; este Ășltimo, jurava que o de olhos azuis o via apenas como um pirralho; e suas mĂŁes, alheias ao que acontecia, acreditavam que eles estavam lidando com aquela repentina aproximação da melhor maneira que podiam.
Louis tinha terminado todas as atividades pendentes da faculdade e Harry estava saindo de uma fatigante semana de provas. EntĂŁo, sim, o descanso estava sendo muito bem-vindo.
Foi um dia realmente bom, cheio de risadas, pipoca, cobertores quentinhos e beijinhos da parte de todos; mas, assim que a noite caiu, o casal decidiu que seria uma Ăłtima ideia sair, entĂŁo, as duas mulheres deixaram a confortĂĄvel bolha que haviam criado para saĂrem em um romĂąntico encontro.
â Lou, jĂĄ que as mamĂŁes vĂŁo sair, o que vamos fazer essa noite? â Pergunta Harry.
Eles ainda estavam deitados no sofå, abraçados, enquanto um episódio sortido de Supernatural chegava ao fim. Suas mães se arrumavam no andar de cima e sairiam em poucos minutos.
â Bom, nĂŁo sei. O que acha de cozinharmos algo para o jantar? Depois pensamos no resto. â Tirou sua atenção da televisĂŁo para olhar o garoto, que jĂĄ o encarava com os olhos brilhantes e o queixo apoiado em seu peito, apenas o admirando e esperando pela resposta.
â Pode ser macarronada? â Louis riu da forma que o rosto de Harry se acendeu e seu sorriso ampliou.
â Claro, meu bem. â E levantou indo em direção a cozinha.
No momento, podia-se dizer que Styles se sentia o garoto mais feliz do mundo. Ele passaria uma noite a sĂłs com seu maravilhoso irmĂŁo e ainda fariam seu prato favorito!
Desligou a TV e foi na mesma direção que o outro.
Viu Louis lavando as mĂŁos e fez o mesmo, logo pegando os ingredientes e os utensĂlios necessĂĄrios, mas antes que dessem inĂcio ao preparo do jantar, suas mĂŁes apareceram na cozinha jĂĄ prontas para sair.
â Estamos indo, ok? â Disse Anne, se aproximando para deixar um beijo na testa de cada um â Se comportem, hein. â Semicerrou os olhos, segurando uma risada â E juĂzo, mocinhos!
Com isso, o casal foi embora, finalmente deixando os dois sozinhos.
Louis e Harry passaram a prĂłxima hora cozinhando e falando bobagens ao decorrer daquele inĂcio de noite, compartilhando risadas e histĂłrias que se sentiam confortĂĄveis apenas em contar um para o outro; logo depois comeram a macarronada â que havia ficado muito boa por sinal â e agora, o de olhos verdes tinha voltado para a bancada e observava o rapaz que terminava de lavar a louça.
Suspirando fundo e deixando os pensamentos indecentes de lado, ou apenas tentando, ele se afastou de Harry, o dando espaço para que levantasse e fosse fazer o que pretendia. Este, que em um impulso por nĂŁo querer que o outro se afastasse de sĂșbito, selou abruptamente seus lĂĄbios. Ele nĂŁo pensou, apenas fez o que queria hĂĄ um longo tempo numa ação repentina.
Para a infelicidade de ambos, foi algo bem rĂĄpido e sutil.
Droga de irmĂŁo gostoso! Harry sentia vontade de chorar por todos os lugares.
Ele estava na flor da idade e, qualquer coisa que Louis fazia, era capaz de o deixar completamente excitado. Styles era um poço de tesão reprimido e frustração.
Quando, enfim, saiu do banho, mesmo com a buceta pingando - nĂŁo era ĂĄgua -, ele passou seus cremes e Ăłleos corporais, adorava cuidar de si e ficar cheiroso; terminando, colocou seu pijama, que consistia em uma camiseta velha de Louis - roubada - e um shortinho curto confortĂĄvel, depois se deitou na cama esperando o outro vir o chamar.
O rapaz apenas queria banhar-se rapidamente, entĂŁo, por mais difĂcil que parecesse naquele momento, apenas fingiu que sua ereção dolorosamente dura nĂŁo existia e terminou o que tinha de fazer, nĂŁo queria deixar o cacheado esperando por muito tempo.
Um pouco antes de ir chamĂĄ-lo, Louis fez seus cuidados diĂĄrios, que consistiam em passar um hidratante, um desodorante e seu perfume suavemente amadeirado - era um presente de Styles - bem cheiroso. Por fim, se vestiu com uma das suas milhares camisetas de banda - essa sendo do Misfits - e uma bermuda de moletom, logo depois indo atrĂĄs de Harry.
O de olhos azuis nĂŁo sabia dizer com exatidĂŁo se realmente jogariam o jogo que tinham combinado, pois se Styles desse a entender que queria fazer outro tipo de coisa, Tomlinson sem sombra de dĂșvidas o acompanharia em tal feito e seria uma realização enorme para si.
Atravessou o corredor e deu duas batidinhas na porta que estava entreaberta e entrou no quarto de decoração simples.
O leve selar de bocas anterior nĂŁo saiu de sua cabeça, claro, mas por ora, fingiria que nada daquilo tivesse acontecido e esconderia como estava abobado pela mĂnima prova que teve.
â Hazza, vamos lĂĄ para baixo? â O chamou e no mesmo instante viu o cacheado, que mexia no celular, se levantar e sorrir em sua direção, dando-lhe um abraço repentino e bem apertado.
â Vamos Lou! â Disse, rodeando os braços no pescoço alheio e o cheirando â Hmm⊠estĂĄ tĂŁo cheiroso.
O garoto da pele alva fez questĂŁo de sentar-se bem pertinho do mais velho e, como de costume e jĂĄ naturalmente, permaneceu com as pernas parcialmente abertas, nada que fosse muito Ăłbvio, apenas para que o olhar alheio certamente acabasse atraindo-se Ă quele ponto.
â Lou, eu estava pensando e serĂĄ que as mamĂŁes vĂŁo passar a noite toda fora? â Indagou com certa esperança de que isso acontecesse e notou que a atenção do outro permanecia no mesmo lugar, entĂŁo, disfarçadamente, afastou ainda mais suas pernas.
â Eu nĂŁo sei Hazz, elas nĂŁo me disseram nada⊠â Se aproximou e instintivamente seus dedos dedilharam a pele delicada das pernas que no mesmo segundo, arrepiou-se. Era sua vez de investir. â Mas eu realmente espero que sim. E vocĂȘ, hm? Quer passar a noite todinha a sĂłs comigo? â Sorriu safado.
â Seria muito legal! Sabe, agora vocĂȘ quase nĂŁo tem mais tempo pra mim⊠â Disse com um beicinho. NĂŁo passava de drama, Ăłbvio, jĂĄ que os dois sempre estĂŁo juntos.
â Elas sĂŁo umas fofoqueiras! â Cruzou os braços. â Mas eu sempre prefiro ficar com vocĂȘ, sĂł vou quando estĂĄ ocupado. E se serve de algo, quando estou fora sĂł consigo pensar em vocĂȘ⊠â Sua voz saiu baixa, timidamente mexia seus dedos na bainha da camisa. Louis sorriu e se fez mais prĂłximo.
Mesmo que nĂŁo aparentasse tanto, os dois tĂŁo-somente situavam-se nervosos.
Aquele tipo de interação era nova para ambos. Sim, eles eram próximos e cheios de afeto e toques, mas naquela noite, naquele såbado, algo parecia ter mudado. Eles não queriam saber de impedimentos.
O mais velho notou que, realmente, Styles deixava de maneira implĂcita o que queria. E ele queria Louis. Esse que entendia perfeitamente o fato dele nĂŁo atirar-se em si de forma clara, oras, poderia acabar levando um fora que mudaria totalmente sua relação com ele.
E ali, Tomlinson percebeu que não era coisa de sua cabeça o seu irmão sempre fazer coisas que poderiam ser facilmente levadas a outro caminho.
A venda que o outro sempre parecia usar havia caĂdo e agora, sem rodeios, o mais alto o olhava de jeito tĂŁo insinuante que deveria ser um pecado. Um sujo, mas tentadoramente delicioso, pecado.
O garoto constatou que, talvez, ele nĂŁo fosse somente um pirralho ao mirar alheio.
E neste instante, o dono dos cachinhos iria atrĂĄs de saciar, pelo menos uma parcela, da inextinguĂvel fome que sentia. Fome de Louis, de ser o alvo de sua paixĂŁo e desejo.
Um apetite que era compartilhado.
â Vamos jogar ou fazer alguma outra coisa, Lou? â Usou seu olhar mais inocente e um bico proposital apareceu em seus lĂĄbios.
Vendo aquela carinha devassa e escutando a voz em sua cabeça, que dizia para destruir o ser tão lindo e gostoso em sua frente, Louis teve uma ideia.
Era sĂłrdida, mas assim que a imagem ocupou-lhe os pensamentos, ele sentiu uma forte fisgada no pau.
â Meu bem, o que acha de assistirmos um filminho bem legal no meu celular? â O biquinho do menino aumentou.
â Ah, nĂŁo sei. JĂĄ vimos filmes o dia todo! â A ideia nĂŁo lhe agradou.
O Styles pensou um pouquinho, acabando por ceder e concordar.
Tomlinson, jĂĄ com seu plano em mente, considerou que ele poderia ficar ainda melhor se mudassem para uma posição mais especĂfica.
â Prometo que vai gostar. â Ficou de joelhos, jogando as almofadas que os atrapalharia no chĂŁo â Mas primeiro, preciso que fique deitadinho, assim vai ser melhor para assistirmos.
Nunca assistira alguma coisa daquele tipo e ao mesmo tempo que era um pouco estranho, o fazia ficar intrigado; no momento em que no vĂdeo o homem começou a golpear as bochechas da mulher e numa rapidez extraordinĂĄria a dobrou contra o balcĂŁo e fez de sua grande bunda um alvo, o cacheado soube de que aquilo tratava-se de um daqueles conteĂșdos adultos e proibidos.
Ele respirou fundo, nĂŁo imaginava que Louis lhe mostraria algo assim e isso o fez ficar quente, entĂŁo pausou o vĂdeo e virou seu rosto para olhar o irmĂŁo, que nĂŁo parecia tĂŁo interessado no que acontecia na tela e sim nas reaçÔes que o cacheado tinha.
â L-Louis⊠por que e-estĂĄ me mostrando isso? â SĂł de pensar que o rapaz lhe queria deixar excitado com aquilo, foi o suficiente para sentir uma pontadinha no meio das penas.
O mais novo suspirou afetado e apenas deu continuidade.
A moça do vĂdeo agora tinha sua bunda em tons escuros depois das muitas palmadas que recebeu, o homem pareceu contentar-se com isso e logo abaixou a calcinha que ela usava, ajoelhando-se e se dispondo a chupĂĄ-la.
Aquilo fez com que Harry juntasse mais suas pernas, sentir as mĂŁos um tanto calejadas pressionando seus quadris e idealizar como seria se o rapaz atrĂĄs de si o chupasse da mesma maneira intensa que acontecia na tela, fazia sua xotinha piscar.
O de olhos azuis fez com que Styles deitasse de bruços, de uma forma que ainda pudessem ver o vĂdeo e ajeitou-se em cima dele, nĂŁo depositando todo seu peso no menor para nĂŁo machucĂĄ-lo, mas fazendo com que seu membro ficasse coladinho na bunda redonda.
Harry conseguia senti-lo tĂŁo bem, o formato gostoso e seu tamanho grande apertando-se contra ele. Sendo sincero, agora o celular nĂŁo era mais seu foco principal.
A essa altura o vĂdeo jĂĄ rodava hĂĄ um tempo, o casal nele trepava insanamente como animais e seus gemidos eram altos, mas o som do aparelho estava baixinho entĂŁo nĂŁo tinha problema.
A posição em que os dois situavam-se agora no sofĂĄ, fazia com que Harry e Louis ficassem loucos com tamanho tesĂŁo que sentiam, o mais velho roçava bem de levinho no menor, este que apertava suas pernas e fazia de tudo para prender os gemidinhos, mas acontece que era impossĂvel de segurar ao menos os suspiros que deixavam sua boca e fazer com que sua respiração regulasse.
Tomlinson levou sua mão em direção ao lugar que tanto sonhara, a xoxotinha do menor e, por cima do tecido, começou a acariciå-lo devagar. O mais novo revirou os olhos.
Tomlinson nĂŁo esperava tal resposta um tanto ousada, com um sorriso ainda maior, disse:
â NĂŁo sabia que era safadinho neste nĂvel, Harry. â Seus dedos aceleram os movimentos e ficaram mais lambuzados, as pernas do menino sofriam pequenos espasmos â Conta pro Lou como que vocĂȘ faz quando estĂĄ sozinho.
Tentando acalmar um pouco sua respiração entrecortada, o mais novo respondeu:
A resposta fez com que Tomlinson desse movimentos mais bruscos na bucetinha e empurasse seu membro com mais força contra Harry.
â Caralho, e eu aqui pensando que vocĂȘ era um anjinho, Harry. Mas acontece que nĂŁo passa de uma vagabundinha que sĂł pensa em dar essa xota, uh? â Enquanto o provocava com as palavras, percebeu a maneira que este mordia os lĂĄbios, prendendo os gemidos â NĂŁo segure seus gemidos, amor. Quero escutĂĄ-los, quero escutar como vocĂȘ geme gostoso para mim.
A fala parecia ter feito a mente do cacheado, que no mesmo instante abriu a boca e deixou com que os sons esganiçados e manhosos escapassem. Tomlinson o tocava tão bem.
Sem aguentar mais ver aquela boquinha dos lĂĄbios gordinhos e vermelhos que soltava chiados sem parar, o maior largou o que fazia e apenas o virou de frente para si, beijando-lhe a boca com fome.
A luxĂșria que, por tantas vezes os perseguia, agora fazia dos dois jovens seus servos mais dependentes.
AutomĂĄtica e inconscientemente, o mais velho voltou a roçar seu quadril contra o de Harry, dessa vez uma de suas mĂŁos segurava na lateral do garoto e a outra estava enterrada no cabelo cacheado. Louis arrematava seu membro com rigidez, mesmo por cima dos tecidos, o ato lhe era prazeroso por demasia e com isso, gemia bem gostoso na boca do outro, que a cada ruĂdo proferido pelo irmĂŁo, sentia sua xotinha pulsar mais, apenas querendo ser preenchida logo. Harry amava ouvi-lo.
â Eu te quero tanto, meu bem... tanto.â O mais velho enunciou, relutantemente parando seus movimentos de vai e vem e descendo os beijos pelo pescoço branquinho, que com certeza ficaria repleto de marcas mais tarde â Fica peladinho pro Lou, fica. â Agarrou os peitos do menor por cima da blusa â Deixa o seu irmĂŁo ver o seu corpinho, Hazz.
A reação de Styles foi gemer e murmurar baixinhos "Sim's" e um "Uhum, eu deixo".
O sentimento de estar corrompendo seu irmĂŁozinho o deixava maluco.
Louis saiu de cima dele para que este pudesse tirar a roupa que vestia. Com os dedos tremendo, o cacheado puxou a bainha da camiseta, propositadamente fazendo com que seus peitinhos pulassem para fora e depois jogou-a para longe.
Sem pensar, Harry apenas balançou a cabeça em concordĂąncia e puxou os fios lisos em direção ao seus seios dos bicos durinhos, logo sentindo a lĂngua molhada e faminta do irmĂŁo os rodear e, com certa pressa, os prender com a boca em uma sucção rĂĄpida.
Eram tĂŁo macios em seu palato, saborosos como nenhum outro que Louis facilmente passaria o restante dos seus dias apenas se deliciando com os peitinhos de Harry.
O de olhos verdes choramingava com o quĂŁo doloridos jĂĄ estavam, nĂŁo fazia muito tempo que os tinha tocado e apertado no banho, e do jeito que o mais alto os mamava - com tamanha fome -, era extremamente gostoso, mas seu nĂvel de sensibilidade era alto e se Louis os chupasse daquela forma por apenas mais um segundo sequer, sentia que seriam capazes de cair.
â C-chega, Louis, por favor⊠â Lamuriou ao mesmo tempo que tentava levĂĄ-lo para longe com suas mĂŁos tremelicantes â TĂĄ machucando eles!
Isso fez com que os olhos azuis o encarasse.
â E foi exatamente isso que eu disse que faria, nĂŁo foi? Gosto deles bem vermelhos⊠acha que jĂĄ estĂĄ o suficiente? â Apertou os dois montinhos para que Harry pudesse vĂȘ-los melhor, este que arregalou suas orbes chorosas com o quĂŁo rubros estavam e pela resposta visual que teve, o mais velho sabia que jĂĄ era o suficiente â EstĂŁo lindos, amor, e agora farei o mesmo com a sua florzinha.
Querendo mais que tudo uma atenção no lugarzinho que doĂa tamanha sua excitação, Styles sĂł concordou.
â Sim⊠chupa minha florzinha, por favor!
Com a fala, que se pareceu mais com uma sĂșplica, o maior passeou com os lĂĄbios pela barriga bonita, sem demora chegando na barra do pequeno pedaço de roupa e antes que pudesse o tirar para fora do corpinho, arrastou seu nariz por toda a regiĂŁo sentindo o cheirinho gostoso de Harry.
â Hm, Lou⊠â O cacheado estava começando a ficar impaciente, o outro estava lhe olhando hĂĄ um tempinho e Harry precisava de toques urgentemente.
Saindo do transe, Louis piscou rapidamente algumas vezes se sentindo atordoado pela melhor visĂŁo que algum dia poderia pedir.
O menor se sentiu molhar ainda mais e piscar inconscientemente ao escutar aquilo.
â VocĂȘ acha mesmo? â Queria ouvi-lo dizer de novo, mesmo que nĂŁo parecesse, Harry tinha um certo receio quanto a seu irmĂŁo nĂŁo achĂĄ-lo bonito ou atraente o bastante.
â Pra caralho, Harry. â Começou deixando beijos e chupĂ”es nas partes internas das coxas â TĂŁo lindo que deveria ser proibido. â A cada palavra proferida, seu hĂĄlito ia de encontro a buceta molhada e carente de atenção â TĂŁo perfeito, amor, que passarei o resto dos meus dias te comendo bem gostoso. Forte, fundo, rĂĄpido, lento⊠De todos as formas possĂveis. âSussurrou, vendo o outro apenas concordar e gemer baixinho.
O gostinho que ficou em seu palato, fez com que o mais velho suspirasse afetado, era, com certeza, a melhor coisa que jĂĄ havia provado; sem pensar duas vezes, Louis começou a chupar como nunca, sugava todo o grelinho para dentro de sua boca e sua lĂngua nĂŁo parava, um segundo sequer, de impulsionar-se contra o clitĂłris.
Enquanto isso, Styles soluçava seus gemidos e chiados que assemelhavam-se a gritos, o jeitinho que estava sendo comido pela boca de seu irmão o tornava incapaz de segurå-los, era muito, em todos os sentidos. O de cabelos acastanhados parecia não mais que querer devorå-lo, pedaço por pedaço.
Não deixou de notar o chiado doloridinho que o mais novo soltou em uma forma de reclamação pela repentina invasão, então acariciou suas coxas em uma tentativa de deixå-lo mais calmo, algo que o maior não sentia, jå que parecia que seu coração palpitava vezes demais.
Quando Louis usou seus dedos para estimular seu clitĂłris inchado enquanto o comia com a lĂngua, foi o estopim do encaracolado.
â L-lou⊠A-ah! Vai com⊠calma! â DifĂcil era conseguir raciocinar uma frase coerente com todos aqueles estĂmulos â Ă t-tĂŁo gostoso, amor. â Sua vozinha jĂĄ fraca â VocĂȘ vai m-me fazer gozar, Lou. â Tomando o conhecimento de que gozaria logo, Harry começou a gritar em um momentĂąneo desespero: â LOU! LO-OUIS! EU V-VOU CHEGAR LĂ! EU VOU-
Cortou suas prĂłprias palavras quando, de repente, o de olhos azuis acelerou ainda mais - se possĂvel - seus movimentos, fazendo o cacheadinho derreter-se num orgasmo devasso, seus olhos apertados e sua boca aberta em um gemido mudo.
O menor sentiu seus mĂșsculos derreterem e seus ossos liquidificarem, cada ĂĄtomo seu agora compartilhava daquela sensação tĂŁo incrivelmente boa que deixou seu corpinho mole.
Era a primeira vez que Louis o fazia gozar e foi incrĂvel. Muito mais incrĂvel e intenso do que imaginava; agora, Harry queria aquilo de novo e de novo, pois tinha certeza de que nunca se cansaria.
Recebendo todo o melzinho diretamente em sua lĂngua, Tomlinson terminou de lamber tudo - dessa vez, de modo calmo -, suas mĂŁos indo em direção aos lĂĄbios gordinhos da bucetinha apenas para os puxar para o lado e assim, admirar o buraquinho contraindo-se sozinho.
â NĂŁo, Loueh⊠â Acariciava carinhosamente os cabelos lisinhos, jĂĄ piscando sonolento â Teve⊠teve um dia que eu estava muito, muito excitado, que foi quando voltĂĄvamos de viagem e aĂ, no carro, vocĂȘ dormiu no meu ombro e ficou o tempo todinho com a mĂŁo entre as minhas pernas⊠â Dizia quase como se voltasse naquele dia â E eu lembro do jeito que seus dedos ficaram passando lĂĄ embaixo e do jeito que me apertavamâŠ
O mais novo gemeu baixinho pelo modo como o maior o encarava.
"E-e aĂ quando cheguei em casa, fui para o s-seu quarto enquanto vocĂȘ tomava banho e comecei a me⊠vocĂȘ sabe, me t-tocar. â Harry sentia como se suas bochechas pudessem explodir de tĂŁo avermelhadas â Eu estava m-muito molhadinho e precisava de alguma coisa dentro de mim, foi aĂ que eu tentei enfiar meu dedinho lĂĄ, mas doeu Lou e aĂ eu desisti, sabe."
O de olhos azuis amassou aquelas coxas entre as mĂŁos, ele nĂŁo tinha a mĂnima ideia dessa histĂłria. No dia da viagem, ele lembra de ter dormido agarrado Ă Styles, mas nĂŁo fazia ideia de que, dormindo, o tocara inconscientemente e, em sua cabeça, quando saiu do banho e encontrou o garoto deitado e aparentemente cansado em sua cama, nem lhe ocorreu o pensamento de que ele estava fazendo algo tĂŁo sujo antes.
Suspirou falsamente entristecido e mirou seu olhar no rosto de Styles, observando, com alegria disfarçada, o momento que este arregalou os olhinhos sonolentos e negou diversas vezes com a cabeça, amava como era fåcil manipulå-lo.
â NĂŁo tem problema. Ă sĂł fazer caber, Louis! â NĂŁo ligava para o quanto parecia desesperado. Imaginar que deixaria de ter o que vem desejando a um longo tempo somente porque seu buraquinho era tĂŁo estreito, tornava-o capaz de chorar como um bebĂȘ que, tudo o que queria, era ter logo sua mamadeira. â Faz caber! Por favor, faz caber!
LĂĄgrimas enchiam suas orbes, prestes a deslizarem por suas rosadas bochechas quando o mais velho aproximou-se e selou seus lĂĄbios rapidamente, em seguida, sorrindo sadicamente:
â Eu vou, amor. O Lou vai fazer caber tudo. â Decretou e abaixou-se de novo, vendo o de olhos verdes acalmar-se apĂłs saber que o rapaz nĂŁo desistiria.
Isso, na verdade, era impossĂvel de acontecer.
Pronto para voltar sua atenção Ă xotinha bonita, Tomlinson beijou toda a regiĂŁo â cheia de pontos vermelhos devido aos chupĂ”es de antes â, e assim que sentiu a grutinha molhar-se mais, sabia que era o momento certo para enfiar o primeiro dedo.
O incĂŽmodo daquele dedo fez as pernas de Harry tremerem e quererem fechar, junto com um chiado dolorido que escapou de sua boca.
â Ta doendo um pouquinho, Lou! â De seus olhos mais lĂĄgrimas se apossavam, esperando o instante certo para caĂrem pelo rosto corado. â Talvez seja melhor parar⊠â Sua face era ocupada por uma expressĂŁo de dor.
â T-tĂĄ bem, Lou. â Respondeu num ruĂdo titubeante; ainda que sentisse a ardĂȘncia do dĂgito grossinho o preenchendo, ele queria ser um bom irmĂŁozinho para Tomlinson, entĂŁo, com toda certeza, daria um jeito de aguentar tudo, porque, no final das contas, era isso o que mais queria.
â Meu D-deus! â Era possĂvel ver seus olhos se revirarem. O rapaz parecia saber exatamente onde seu ponto de maior prazer estava â Isso, isso⊠assim, Louis, assim!
â Gosta de me ter te dedando, amor? â Sua mĂŁo encontrava-se encharcada de tanta lubrificação misturada com gozo, de modo que foi fĂĄcil para Louis juntar seu anelar o obrigando a abrir mais aquela entrada pequena â Sua xotinha se abre tĂŁo gostoso nos meus dedos, imagina quando o Lou enfiar o pau aquiâŠ
A dorzinha que sentia aumentou devido ao dedo que se juntou ao outro, o cacheado podia sentir-se alargando aos poucos para recebĂȘ-los. Parecia uma tarefa tĂŁo ĂĄrdua mas, ao mesmo tempo, tĂŁo boa de sentir.
Era Louis ali, enfiando seus dĂgitos dentro da sua bucetinha para o deixar o mais excitado e preparado possĂvel, tal pensamento era capaz de o tornar suscetĂvel ao ĂĄpice vergonhosamente rĂĄpido.
Quase sem dĂł alguma, o de olhos azuis o fodia fervorosamente de maneira arrebatadora; em um entra e sai incessante e ensopado de saliva e lubrificação, com direito a longas lambidas e curtas chupadas no clitĂłris e no cuzinho minĂșsculo, Harry sentiu seu baixo-ventre tremer.
â Vai vir nos meus dedos, amor? â Styles murmurou com um fio de voz um "uhum⊠eu vou", gemendo fraquinho apĂłs cada palavra â EntĂŁo goza. Goza pra mim, vai⊠â O barulhinho das estocadas fazia com que Tomlinson sentisse suas bolas repuxarem em prazer, louco para meter naquela buceta e ser seu pĂȘnis a causar tais barulhos.
O maior, obviamente, lambeu e tomou tudo o que o mais novo o deu com muita satisfação.
Sem possuir mais forças para aguentar todo o tesão que sentia, Louis se levantou e ficou cara a cara com Harry, apoiando seu peso em um dos cotovelos para que sua mão livre fosse em direção ao membro preso na bermuda, assim, tirando apenas o pau e as bolas pesadas e logo o empurrando contra a intimidade escorregadia. Sua mão o punhetava enquanto o estimulava por entre os låbios da buceta.
Quando mudou seu foco do que fazia na bucetinha para mirar aquelas esmeraldas lacrimosas, pertencentes ao garoto de cachos que, agora, estava acabado, tendo alguns espasmos e todo molinho e a sua mercĂȘ, Louis jura que quase gozou.
â VocĂȘ vai enfiar ele em mim, Lou? â Sussurrou a pergunta, observando como a cabecinha do pau do outro era tĂŁo macia em seu tato; sua xotinha piscava sem parar somente ao imaginar como seria aguentĂĄ-lo fundo.
â Eu quero! â Esperando o mais velho terminar de se esfregar em si uma Ășltima vez e logo depois se levantar, tirar a camiseta e ficar sentado no sofĂĄ com as pernas parcialmente abertas, o de orbes esverdeadas se sentou em cima de seus prĂłprios tornozelos, agora, seu semblante era um pouco confuso â Hm, mas Lou, eu nunca fiz isso antes. T-tenho medo de que nĂŁo goste e aĂ queira pararâŠ
Assentindo e um pouco mais confiante, Harry aproximou-se de Louis para o beijar de maneira intensa. JĂĄ sentia saudades do Ăłsculo quente que dividiram antes e agora queria de novo, entĂŁo, sem mais delongas, deslizou seus lĂĄbios carnudinhos pelos que eram mais finos e abriu a boca, apenas esperando a lĂngua alheia o invadir, e quando essa o fez, o menor nĂŁo segurou o longo suspiro. Suas mĂŁos se apoiaram nas coxas fortes de Louis, as apertando enquanto sentia as palmas dele passando por diversas partes de seu corpo, as amassando e fazendo com que marcas avermelhadas brotassem na pele branca.
Quando terminaram, Styles desceu seus selares pelo pescoço do irmĂŁo, fazendo questĂŁo de babar o mĂĄximo possĂvel, sendo capaz de escutar como este gemeu afetado com isso - era um de seus pontos fracos -, logo, chegou no peitoral fortinho e lambeu ambos os mamilos eriçados, podendo escutar a longa arfada que o outro deu e sorrindo com isso. Sem mais delongas, ele finalmente chegou na parte que mais queria, observando com as pupilas dilatadas e brilhantes o membro duro Ă sua frente, com direito a cabecinha babada e longas veias ao redor. Era grande e grossinho, causando certas dĂșvidas ao cacheado de que se o aguentaria levar em algum dos seus buraquinhos.
A boquinha salivante de lĂĄbios carnudos disse antecedentemente ao depositar uma lambida na ponta acerejada:
â Ă tĂŁo bonito, Lou⊠â Seu mĂșsculo cheio de saliva escorregou na pontinha, Styles logo chiando em apreciação ao que experimentou a baba expelida â Hm, bonito e gostoso. Muito gostoso!
â TĂĄ b-bem, Lou, me desculpe. â Quando escutou um "sem problemas", aproximou-se novamente e antes que desse continuidade, indagou â Mas depois eu posso chupar aqui de novo? â Com o dedo apontou para a ponta vermelha da ereção â Ă que eu gostei tanto, tanto. Ă tĂŁo bom!
â Claro que pode, doce, depois eu deixo vocĂȘ passar quanto tempo quiser chupando a cabecinha do meu pau, sim? â Seu rosto era dominado pelo sorriso e expressĂŁo cretina, afinal, estava conseguindo exatamente o que queria â Mas agora, vamos! Quero escutar seus engasgos quando eu estiver fundo na sua garganta.
O que ele poderia fazer? Louis era tĂŁo grandinho.
Enquanto desvendava esse segredo e mantinha-se dedicado no que fazia, o Ășnico som que passava por seus ouvidos eram os ruĂdos que o outro deixava escapar, uns mais fracos e roucos, outros mais longos e altos, cada um deles deixando a bucetinha de Harry ainda mais necessitada do irmĂŁo.
Ao analisar a expressĂŁo necessitada e falsamente triste do mais velho, Styles concordou e se fez disposto a colocar tudo na boca.
EntĂŁo, seus lĂĄbios voltaram ao lugar de antes e foram descendo aos poucos, chegando ao limite anterior e forçando-se a levar mais do pau na garganta. Foi impossĂvel nĂŁo engasgar e se afastar para poder respirar normalmente, de suas orbes avermelhadas cada vez mais lĂĄgrimas escorriam.
â N-nĂŁo sou ingrato. NĂŁo sou!â Balançou a cabeça rapidamente em negação â Acho que seria mais fĂĄcil se vocĂȘ fizesse isso.
â Fazer o quĂȘ?
â F-foder a minha boca⊠â Seu rostinho acabado e inocente era uma contradição enorme ao que pedia â Ă muito grande para que eu consiga sozinho, Lou.
Quando o soltou e deixou que ele se recuperasse, olhando para a carinha que assemelhava-se a um tomate e para os olhos que nĂŁo estavam diferentes, Tomlinson pensou que talvez tivesse exagerado um pouco quando o garoto nĂŁo parava de tossir.
â VocĂȘ estĂĄ bem, Hazz? â O cacheado ainda tossia e respirava fundo, deixando o irmĂŁo preocupado â Sinto muito, meu bem. Eu te machuquei?
Voltando aos poucos a normalidade, Harry surpreendeu o maior com sua resposta:
â F-faz de novo, Lou! â No começo, Styles se sentiu um tanto quanto desesperado ao perceber que era impedido de respirar normalmente, mas, quando Louis o fez permanecer daquele jeito, as sensaçÔes que o inebriaram foram tĂŁo imersivas e surpreendentemente boas para si, que fez os pelinhos de seu corpo inteiro se arrepiarem e choques serem enviados diretamente ao meio de suas pernas, ele nunca havia sentido algo assim antes. Com sua voz enrouquecida, ele implorou â Por favorâŠ
Louis confessa que aquele "baque" realmente o pegou, ele estava preocupado de ter passado demais dos limites quando, na verdade, o menor nĂŁo sĂł havia gostado daquilo quanto permanecia ali, sentado em seus tornozelos e com as mĂŁos trĂȘmulas levando as suas prĂłprias para os cabelos encaracolados, implorando para que fizesse de novo.
O pior, era a certa inocĂȘncia que cercava cada ação.
Louis jura que nunca sentiu o pau tĂŁo duro.
Ele enterrou seus dedos nos cabelos alheios mais uma vez e puxou para que aquela boca esperta e boa abocanhasse seu falo.
Ăquela voz rouquenha lhe dizendo tais palavras, ademais os suspiros excitados que escapavam de Tomlinson, levavam Harry Ă s nuvens. Ele provava de tanto prazer que sentia-se perto de vir pela terceira vez, suas coxas nĂŁo paravam de se esfregar uma na outra e seu melzinho vazava tanto que era a maior bagunça.
Toda vez que o mais novo se afastava tossindo e com a face cetrina, Louis jurava que poderia queimar de tesĂŁo em como o mais baixo parecia amar Ă quilo.
Depois de alguns minutos recebendo o melhor boquete de sua vida, Louis avisou que estava perto de vir.
Harry cuspiu em cima das bolas dele e passou a chupĂĄ-las, fazendo com tanto gosto que parecia que o cacheado beijava-as, revezando com cada uma na boca.
â Vem aqui. â Louis disse, o chamando, Harry parou o que fazia e o olhou esperando pela prĂłxima ordem, apenas para sentir quando Louis ocupou sua boquinha, de forma um tanto quanto bruta, com o membro quente e cheio de veias, metendo e gemendo alto quando estava tĂŁo perto â Vou esporrar tanto na sua boca! Porra! â Praticamente gritou.
ApĂłs algumas estocadas fortes e fundas, Louis gozou tudo na garganta apertada que o envelopava maravilhosamente bem.
Sem perceber, suas mĂŁos pressionaram mais Harry contra sua virilha e o imobilizaram para que ficasse parado, Louis somente queria que seu prazer fosse prolongado.
EntĂŁo o menor permaneceu ali, esperando, se sentindo enfraquecer aos poucos e ficando molinho.
Na mesma medida que estava assustado pela alta privação de ar, os choques que eletrizavam seus poros ao avesso o faziam flutuar no espaço que lhe era desconhecido e levava pontadas fortes e diretas a sua xotinha que estava uma repleta bagunça molhada.
Sua visĂŁo ficou levemente turva e com indĂcios de escurecer, suas coxas se apertaram uma na outra e, sem que ao menos percebesse, sua bucetinha explodiu em um orgasmo devasso.
Beirando a inconsciĂȘncia, Harry gemia baixinho em satisfação por ter vindo de forma tĂŁo gostosa sem ao menos se tocar. Para ele, foi necessĂĄrio apenas que o irmĂŁo o fodesse na boquinha e o deixasse farto com seu leite para que o ĂĄpice lhe fosse concedido; o garoto literalmente gozou somente por estar com a boca cheia.
E Louis, bom, ele estava em seu paraĂso particular.
Vendo que o menor estava em uma luta interna contra desmaiar ou manter-se acordado, Tomlinson tirou seu falo - agora semi-ereto - da cavidade molhada e despejou uma sequĂȘncia de tapinhas no rostinho corado e cansado para o despertar.
Louis segurou o menino desestabilizado pelas axilas e o puxou para seu colo, o colocando sentado em sua coxa.
Com o pouquinho da força que lhe restava, Harry envolveu o pescoço do irmão com os braços e se aconchegou nele, ouvindo as palavras carinhosas de aprovação que ele o dizia e apreciando os afagos em seu cabelo.
â Shii⊠como estĂĄ se sentindo, curly? â Seu sorriso demonstrava como estava encantado pelo estado e esforço do outro, ela absolutamente muito fofo ver seu irmĂŁozinho todo manhoso e piscando lentamente.
Harry respondeu com um chiado cansado, sĂł entĂŁo Louis reparou no modo como ele tinha pequenos espasmos, mexia suas pernas que tremiam levemente e nos grunhidinhos quase inaudĂveis que soltava vez ou outra, isso o empertigou. Afinal, o mais novo sĂł estaria assim seâŠ
â S-sou, Lou! â Sorriu com suas doces covinhas.
Sua respiração jå havia melhorado e mesmo que se sentisse esgotado, tinha aquela voz em seu subconsciente que implorava para satisfazer todas as necessidades do irmão, pois esse ainda se encontrava incrivelmente duro e sua bucetinha ainda estava incrivelmente carente.
O de olhos azuis percebeu como a fala de Styles saiu seca, em sinal de como sua garganta havia sido muito bem fodida e agora encontrava-se desidratada, se dispondo a ir buscar ĂĄgua para ambos e depois continuar o que faziam.
Ao levantar, depositou um beijinho no menor e o deitou confortavelmente no sofĂĄ macio, lhe dizendo que voltaria logo, claro que Harry fez manha antes de deixĂĄ-lo ir.
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L - 49y
H - 19Y
Obrigadinha a pessoa que enviou a ask com essa ideia e a @louis28cm que me ajudou de cabo a rabo nessa oneđ€
Sei que vocĂȘs jĂĄ enjoaram de one com incesto, mas queria pelo menos deixar a minha aqui tbm
- Boa noite, papai - A garota respondeu agarrada em seu coelho de pelĂșcia que foi presente de um dos amigos da empresa de Louis.
Harry visitava constantemente a empresa de seu pai apĂłs sair da faculdade e sempre era muito bem recebida lĂĄ, tinha amizade com todos e era conhecida por ser muito gentil e meiga. MĂȘs passado foi seu aniversĂĄrio e John, que era o braço direito de seu pai, lhe presenteou com um coelho de pelĂșcia com longas orelhas e um laço rosa no pescoço, a menina se apaixonou pelo presente e desde entĂŁo nĂŁo o largou mais.
Em seu sonho ele sentia o peso do biquinho durinho e quente em seus låbios, ele queria poder agarrar o mamilo que lhe provocava com a boca ou com suas mãos, mas seu corpo simplesmente não se mexia, nada queria o obedecer, nem mesmo a região entre suas pernas que começava a ficar quente demais para um simples sonho.
Se levantou assustado e se sentou em sua cama. Seu coração estava acelerado e seu rosto completamente suado e para piorar, a coberta marcava certinho o seu pau duro.
- Que porra foi essa? - Ele questionou baixinho para si mesmo.
- Papai - A voz chorosa soou da porta de seu quarto e ele sentiu a alma sair de seu corpo por um instante.
Sua filhinha segurava a maçaneta de sua porta enquanto estava agarrada no coelho de pelĂșcia. Sua princesinha usava uma camisolinha de cetim rosa, curtinha e com alças fininhas. Louis se assustou ao se pegar olhando para os seios da filha que estavam marcados por trĂĄs do tecido fino e colocou toda a culpa naqueles sonhos erĂłticos. Ele se sentia um adolescente na puberdade.
- O que foi minha garotinha, por que a princesinha do papai estå chorando? - Ele falou tentando se recuperar do sonho e abriu os braços vendo Harry fechar a porta e se aproximar com lågrimas em sua bochecha.
- Papai, eu estou com medo - Ela subiu na cama e se sentou em seu colo, abraçando seu pescoço e começando a soluçar por conta do choro. Enquanto isso, Louis prendia sua respiração por ter sua filha sentada bem encima de seu pau. - Eu odeio chuva papai, eu estava dormindo e acordei com um travão! Papai, eu não quero dormir sozinha, não quero! - Ela se afastou e Louis olhou a carinha de dor de sua princesinha, a menina estava com os olhos vermelhos, assim como as bochechas e os låbios, tudo isso por causa do choro. - Deixa eu dormir com o senhor, papai? Por favor, por favor, eu não quero dormir sozinha - Ela se agarrou ao corpo do homem e Louis iniciou um carinho em suas costas para acalentar a garota chorosa.
- Tudo bem, meu amor, nĂŁo precisa chorar - Ele respirou fundo e procurou seus Ăłculos na mesinha de cama. - Papai estĂĄ aqui, hm? Eu deveria ter te chamado para dormir comigo, eu vi que iria chover, desculpa o papai.
O homem se afastou do corpinho da menina e secou suas lĂĄgrimas vendo ela abrir um sorriso.
- Obrigada, papai - Ela disse roubando um selinho do mais velho que a olhou em repreensĂŁo.
- JĂĄ falei para nĂŁo roubar beijos do papai.
- Desculpa, papai - Ela falou abaixando a cabeça.
Louis iniciou um carinho nos cachos da menina e notou que ela não demorou muito para dormir. Os dedos se movendo no cabelo da garota estavam no automåtico, isso porque Louis estava com a cabeça em outro lugar, não acreditando no que ele havia sonhado, parecia tão real que ele ainda podia sentir o peso do biquinho e o gosto estranho em sua boca, nunca havia sentido aquele gosto antes e por isso achava que era algo psicológico.
Por um momento pensou que a mulher de seu sonho poderia ser a sua ex noiva, sim a mĂŁe de Harry, Louis nunca mais quis se relacionar com nenhuma outra mulher, dedicou sua vida unicamente a seu trabalho e em dar amor e carinho para sua filha que significava o seu mundo.
- NĂŁo pode ser possĂvel uma coisa dessas â Sussurrou frustrado esfregando a mĂŁo em seu rosto.
- Tudo pronto, papai - Ela disse com um sorriso pegando a jarra de suco.
- Obrigado, meu amor - Ele falou com um sorriso pegando o bule de chĂĄ e entĂŁo seus olhos caĂram sobre a bancada atrĂĄs de Harry, onde ele viu a bombinha de ordenhar da garota e estreitou os olhos por perceber que hĂĄ dias aquela bombinha estava ali e que nunca mais viu a garota usĂĄ-la. - NĂŁo estĂĄ usando a bombinha?
- Que bombinha? - Ela indagou com um sorriso dando um gole no suco.
- A de ordenhar - Ele disse e notou o exato momento em que a expressão da garota oscilou e ela engoliu o pedaço de pão de uma vez.
- M-meus peitos nĂŁo estĂŁo produzindo mais - Ela comentou baixo e Louis estreitou os olhos novamente.
- NĂŁo estĂŁo produzindo? Mas sempre eles sempre foram regulados, nunca atrasaram.
- E-eu sei, papai - Ela respondeu parecendo nĂŁo querer continuar com aquele assunto.
Louis estava em seu trabalho agora, havia deixado sua filha na faculdade e foi direto para a empresa. Sua noite maravilhosa que tinha o feito acordar de bom humor foi para os ares assim que chegou na empresa, isso porque deu de cara com uma reuniĂŁo que tinha a ver com os documentos que passou a madrugada lendo e agora estava na sala junto com John.
- E deu tudo certo na reuniĂŁo?
- Mais ou menos, os caras querem abrir uma empresa com a porra de um produto que qualquer um sabe que nĂŁo vende, querem parceria comigo e ainda querem que eu ajude com a porra do capital da empresa, eu os mandei se foderem.
- Pegue a porra das suas coisas e some da minha frente.
- Calma, vocĂȘ estĂĄ me demitindo?
- Some agora dessa sala, porra! - Louis esbravejou e John não demorou muito a pegar suas coisas e sair de cabeça baixa pela porta da sala. - Mas que caralho! - Bateu na mesa e se sentou na cadeira, cruzou as mãos por debaixo de seu queixo e apoiou seus cotovelos no apoio da cadeira, a qual ele ficava rodando de um lado para o outro.
NĂŁo tinha demitido John, apesar de ser a sua maior vontade no momento. O problema era que ele nĂŁo suportava a ideia de outro homem tendo aqueles tipos de pensamentos com a sua garotinha.
Depois daquele dia, a menina o implorou por mais, mas o mĂĄximo que ganhava era a permissĂŁo de se esfregar em seu pau e olhe lĂĄ. Louis ficou com a consciĂȘncia pesada por a menina ter passado dias dolorida e por ter sentido dor no começo da relação, isso porque ela era muito apertada, e por isso, decidiu que nĂŁo iria mais foder a garota.
- S-sim senhor Tomlinson, me desculpe - A moça saiu apressada fazendo Louis se irritar pelos barulhos do salto e no segundo seguinte a carranca sumiu de seu rosto.
- Por que o papai estĂĄ tĂŁo bravo? - Ela perguntou fechando a porta e vendo Louis se jogar na cadeira novamente.
- Ă apenas todo mundo irritando o papai.
Harry jogou a mochila no chĂŁo e colocou o coelho encima.
- Acho que deveria jogar esse coelho imundo no lixo - Louis falou erguendo os braços para sua filha que vinha em sua direção e subia para seu colo.
- NĂŁo fala assim do meu coelho - Ditou brava enquanto ajeitava as pernas cada uma de um lado do corpo de Louis e sentia as mĂŁos fortes segurando sua cintura.
- Como foi a aula da minha garota?
- DifĂcil papai - Ela falou manhosa e deitou a cabeça em seu ombro enquanto aproveitava o carinho em suas costas.
- VocĂȘ estĂĄ estudando bastante, sei que vai se sair melhor esse semestre.
- Eu queria ter mais tempo com o senhor - Disse se mexendo no colo do mais velho. - Eu tenho que estudar o tempo todo e o senhor trabalha o tempo todo, quase nĂŁo tem mais tempo pra mim - Seus dedos foram para a nuca do pai e Louis sentiu o carinho gostoso e semelhante que quase esvaiu a raiva que sentia.
- Ă claro que eu gostei, Harry - Ele disse olhando nos olhos da filha para manter o seu controle.
- Então por que não quer fazer de novo, papai? Eu estou aqui para o senhor, eu estou bem no seu colo, me esfregando na sua perna - A garota levou a mão por debaixo de seu vestidinho e tocou em sua calcinha, a qual ela puxou para o lado para poder ter seu grelinho em contato com a calça social cara.
- Mas eu sou, papai, eu sou qualquer coisa que o senhor quiser, me usa papai, me usa como o senhor quiser.
- Não - Olhou nos olhinhos que estavam começando a ficarem marejados e gostou de saber que sua filha estava chorando de desespero para ser fodida, que aquele corpinho pequeno estava acumulado de tesão e que não seria apenas dois dedinhos que iriam satisfazer a vontade dela.
- Papai, eu preciso do senhor - Ela se sentia tĂŁo excitada e sabia que iria gozar em minutos. - Eu nĂŁo aguento mais gozar sĂł com os meus dedinhos e foi tĂŁo bom quando o senhor me fez gozar, faz de novo papai!
- NĂŁo, Harry! - Ele disse apertando mais a cintura da menina.
- Por favor - Seus olhos estavam marejados pelo tesĂŁo acumulado e pela rejeição de seu pai, nĂŁo entendia o porquĂȘ de ele nĂŁo querer ela.
- NĂŁo fala assim, papai - A garota miou chorando. - Eu sou sĂł sua, eu sĂł quero o senhor.
- Mas eu nĂŁo quero foder vocĂȘ.
- Papai - Ela choramingou. - Por que o senhor estĂĄ me rejeitando?
- Pare de chorar - Ele apertou a mão em seu pescoço e deixou um tapa forte em sua bochecha, fazendo ela sentir um aperto em seu coraçãozinho e a sensação forte em seu ventre ao ser atingida por um orgasmo dolorido, ela queria seu papai, queria pelo menos que ele fizesse carinho nela, mas ele estava muito bravo agora.
- Jå se satisfez, certo? - Ela balançou a cabeça em afirmação enquanto secava as lågrimas. - Agora vå para casa e vå estudar - Louis falou autoritårio e Harry apenas fungou e se levantou tristonha, não reparando na mancha escura na calça de seu pai e no membro duro entre as pernas do homem.
- Tchau, papai - Ela sussurrou e saiu sem obter nenhuma resposta, Louis estava muito ocupado pensando em como ele iria limpar a porra que estava melando toda a sua cueca e calça agora.
O homem abriu a porta com cuidado e a menina pareceu não notar sua presença. Foi andando com cuidado e quando estava bem próximo as costas de Harry, posicionou a mão no ombro da menina que tomou um leve susto.
Harry não se virou para trås, continuou aproveitando o calor da mão de seu pai pousada em seu ombro. Ela usava um outro vestidinho agora, uma de alça um pouco grossa e roxo com vårias flores brancas.
Brincou um pouco com a barra do vestido e sentiu o corpo de Harry tencionar e foi entĂŁo que ele adentrou o vestidinho e segurou o seio quente, notando que ele parecia inchado demais para seios que nĂŁo produziam leite como sua filha havia falado.
Louis ignorou sua fala e apenas puxou o seio farto para fora do vestido da menina que se sentia ansiosa e ao mesmo tempo nĂŁo podia controlar sua bucetinha piscando sem parar.
Seu pai fez um carinho por seu seio e segurou o biquinho. Harry sentiu-se ficar mais excitada ao realizar que seu mamilo estava preso nos dedos de seu pai, que ela estava sendo segurada apenas pelo seu mamilo durinho. Foi tirada de seus devaneios e pensamentos erĂłticos quando seu pai puxou seu mamilo e o apertou em seguida, fazendo um curto jato de leite voar direto para a sua mesa de estudos.
- Achei que tinha dito que eles nĂŁo estavam produzindo mais - Seu pai falou ao que acariciava o bico de seu peito e juntava uma gota de leite ali.
- E-eles nĂŁo estavam - Falou ela nervosa. - Mas hoje eles... Eles voltaram e eu nĂŁo tive tempo pra ordenhar - Seu coração estava batendo a mil e sĂł piorava com o silĂȘncio de seu pai.
O homem abandonou seu seio de abrupto e ela se assustou, virando-se para trĂĄs no mesmo instante e o vendo se sentar em sua cama.
- O que aconteceu, papai? - A menina perguntou vendo Louis abaixar a alça e deixar seus seios expostos para ele.
- A reuniĂŁo nĂŁo rendeu muita coisa - Ele disse virando sua atenção para a bombinha e a ligando em seguida. - E ainda tive que escutar John dizer que queria comer vocĂȘ e depois foi minha secretĂĄria com assuntos... Com assuntos que nĂŁo eram da conta dela - Ele conectou a bombinha na garota e Harry gemeu baixinho ao sentir o leite sendo sugado de seus seios. - E por Ășltimo eu... Bem, eu ando tendo umas noites de sono estranhas.
Harry estava vermelha e ajeitava sua franja atrås de sua orelha e para evitar o olhar de seu pai, o abraçou escondeu seu rosto em seu pescoço.
- O que foi, princesa? VocĂȘ quer ficar sozinha? Normalmente vocĂȘ nĂŁo se importa de fazer isso perto de mim, achei que estava tudo bem.
- NĂŁo gosta? Deve ter outro jeito entĂŁo, tem alguma forma que vocĂȘ acha melhor?
O corpo da garota tencionou e ela ficou em silĂȘncio por alguns instantes.
- NĂŁo importa agora, me conte sobre suas noites de sono - Ela disse respirando fundo, estava sendo estimulada o suficiente para sentir seu corpo pegar fogo, estava no colo de seu pai, as mĂŁos dele estavam em contato direto com a sua pele e seus seios que eram tĂŁo sensĂveis, estavam sendo sugados pela mĂĄquina.
- SĂŁo apenas sonhos bobos.
- Mas estĂŁo te incomodando, nĂŁo estĂŁo?
- Amor...
- Por favor, papai - Ela se afastou e segurou um gemido por ter se esfregado propositalmente em seu pai. - Eu quero saber - Suas mĂŁozinhas agora faziam um carinho nos fios ralos da nuca do homem.
- Eu nĂŁo consigo ver o rosto dela, no meu sonho a Ășnica coisa que eu consigo ver sĂŁo os braços, a barriga e os seios dela.
Harry estava ficando excitada, nĂŁo conseguindo se controlar enquanto ouvia o sonho erĂłtico de seu pai e tinha os olhos azuis do mais velho tĂŁo presos em seu corpo.
- Ă mesmo, papai? - Questionou manhosa penteado o cabelo de Louis para trĂĄs enquanto sentia as mĂŁos firmes agora irem pra sua cintura e tomar controle de suas reboladas.
- Eu começava a mamar nos peitos dela, princesinha, e ela tinha leitinho igual vocĂȘ. Eu sugava ela igual a mĂĄquina estĂĄ sugando os seus peitinhos agora - Ele subiu as mĂŁos pelo tronco da garota, foi para o colo e desceu pelos braços dela, evitando tocar nos seios da filha. - E parecia tĂŁo real, princesa, eu quase consigo sentir os biquinhos dela na minha boca quando eu acordo.
- Papai - Ela gemeu agoniada, Louis a fazia rebolar com força em seu colo, sua calcinha estava tĂŁo molhada e ela queria acabar logo com todo aquele tesĂŁo que ela sentia. - Mostra em mim, papai, por favor! Por favor! - Suas mĂŁozinhas seguravam o rosto de Louis enquanto ela fazia um biquinho em seus lĂĄbios e controlava suas lĂĄgrimas. - Mostra em mim como vocĂȘ mamava nela papai, por favor, eu fui boa hoje, eu estudei o dia inteiro, papai!
- Verdade, vocĂȘ foi uma boa garota estudando igual o papai mandou - Ele disse desligando a mĂĄquina e tirando as mangueiras dos seios inchados. Louis se deitou um pouquinho e puxou Harry, que agora estava literalmente encima de seu pau. - Coloca seus peitos na minha boca.
Harry se inclinou um pouco e Louis segurou o biquinho sensĂvel com a boca, começando a sugar o leite da menina imediatamente, a fazendo revirar os olhos e jogar a cabeça para trĂĄs.
- Obrigada, papai! Obrigada! - Ela disse animada se afastando dele e começando a abrir a calça de seu pai. Claro que aquilo nĂŁo era o suficiente pra matar todo o desejo que a menina sentia, mas sem dĂșvidas era mil vezes melhor do que os seus dedinhos insignificantes e aquilo era muito mais do que tudo que seu pai havia lhe dado em meses de privação.
A garota segurou pau grosso que ela teve chance de senti-lo dentro dela apenas uma vez e sua boca salivou juntamente com sua xotinha que ficou mais molhada. A menina tirou sua calcinha e entĂŁo se sentou sobre o pau grosso caĂdo sobre o abdĂŽmen do homem.
- Ohh meu deus! - Ela gemeu ao esfregar seu grelinho no membro quente.
- Eu nĂŁo disse que era pra vocĂȘ tirar a porra dos seus peitos da minha boca - Um tapa forte foi deixado em seu seio.
- Desculpa, papai! - Ela se aproximou e segurou a cabeça do homem novamente para poder encaixar seu mamilo na boca gostosa. - Isso papai, por favor!
Louis queria ligar para saber se a filha jå estava voltando, mas preferiu não atrapalhar o momento de sua filha com as amigas, por isso, tornou a sua atenção ao trabalho, queria terminar tudo antes do jantar para poder ter o final da noite tranquilo com sua bebezinha.
- Cheguei, papai - Harry falou com as bochechas amassadas contra as costas do pai.
- Oi minha princesinha, tudo bem? - Ele disse segurando as mĂŁos da menina que estavam sobre sua barriga.
- Sim, papai.
- Como foi no shopping com as suas amigas? - Ele questionou se soltando dos braços da menina e se virando para ela.
- Foi legal papai, passamos em quase todas as lojas do shopping antes de irmos no cinema e depois fomos comer lanche e eu comprei algumas roupas novas, o senhor quer ver?
- Quero sim, minha princesa, papai sĂł vai guardar essas coisas do trabalho e jĂĄ subimos para o seu quarto para vocĂȘ me mostrar as suas roupas novas.
- TĂĄ bom, papai! - Ela falou animada e saiu saltitando da sala e subindo direto para o seu quarto.
Louis passou cerca de uma hora e meia apenas vendo as roupas da filha e fingindo ignorar todas as vezes que ela o provocava com as lingeries novas que havia comprado e o mesmo tempo quase babando no corpinho lindo e saltitante em sua frente.
Teve um dia cheio e estava cansado, se sentia feliz por finalmente poder deitar em sua cama e dormir, queria poder descansar porque amanhĂŁ teria um dia cheio em seu trabalho.
Ele sentiu o gostinho do leite quente em seus lĂĄbios e quase derreteu com o carinho em seu cabelo. Era um gostinho tĂŁo familiar, assim como o carinho. Ele tinha certeza jĂĄ ter sentido aquilo outras vezes, sĂł nĂŁo conseguia se lembrar de onde.
Com a pouca luz que entrava no quarto, Louis viu que o rosto da menina estava paralisado e pĂĄlido. Ela estava completamente em choque por ter sido descoberta.
- Papai...
- Mas que caralho, Harry! Era vocĂȘ esse tempo todo? Porra, eu nĂŁo acredito - Ele riu desacreditado se sentando na cama e ligou o abajur ao seu lado. - Olhe para o seu estado!
- Pap... - Harry foi interrompida de falar quando Louis deixou um tapa em seu rosto.
- Cale a boca, eu estou falando com vocĂȘ.
Ela abaixou a cabeça em obediĂȘncia e olhou para seus seios, sentindo seu corpo esquentar de vergonha e de tesĂŁo ao ver uma gotinha de seu leite pingar no colo de seu pai.
- Mas foi tĂŁo gostoso, papai - Ela gemeu. - Por favor, deixa eu sentir o senhor de novo.
- VocĂȘ chorou de dor aquele dia.
- Eu prometo que aguento - Ela abraçou ele rebolando em seu colo. Louis jĂĄ estava tĂŁo duro e estava sendo terrĂvel aguentar sua filha daquele jeito. - Por favor, papai, os meus peitos estĂŁo tĂŁo cheios, eu deixei eles ficarem bem cheinhos sĂł para o senhor mamar neles e eu estou tĂŁo molhada hmm...
- VocĂȘ parece estar no cio, Harry! - Louis se afastou para segurar o rosto da filha com uma mĂŁo, fazendo os lĂĄbios gordinhos formarem um pequeno bico. - NĂŁo cansa de implorar para ser fodida? De ficar o tempo todo com essa buceta pingando.
- Com quem vocĂȘ acha que estĂĄ falando pra usar esse tom de voz? - Louis perguntou irritado ao mesmo tempo que agarrou o pescoço da menina e sentiu as mĂŁozinhas pequenas agarrando seu braço.
- Papai, calma...
- VocĂȘ quer que eu te foda, Harry? - Ele entĂŁo soltou o pescoço que agora estava um pouco vermelho por conta da brutalidade e agarrou a cintura da menina, a erguendo um pouco enquanto com a outra mĂŁo tirava seu pau para fora.
- NĂŁo papai, calma, calma! - Harry tentava empurrar o peito de seu pai para poder se afastar, mas simplesmente nĂŁo conseguia.
Sem nenhum aviso, penetrou seu pau dentro da garota enquanto abraçava o corpinho para tentar se acostumar com o quão apertada ela era e não gozar.
- Eu realmente preciso te foder com mais frequĂȘncia, vai ser um porre toda vez que eu decidir te comer quase gozar sĂł pela sua buceta ser apertada pra caralho.
- Hmm - Ele olhou para o rosto da menina e viu lĂĄgrimas se juntarem nos cantinhos dos olhos verdes e o sorriso nos lĂĄbios vermelhos. - Ahh! - Gemeu com o tapa em sua coxa.
- Porra, vocĂȘ tĂĄ gemendo mesmo sentido dor? E eu todo preocupado com vocĂȘ, nĂŁo querendo te foder pra tĂŁo te machucar e vocĂȘ sorrindo feito uma vadia.
- Me fode por favor, eu gosto de sentir minha xotinha se alargando pra aguentar vocĂȘ, papai!
O homem entĂŁo soltou o corpinho mole e tornou a segurar na garganta da menina, mas agora sendo com as duas mĂŁos.
- Hmm papai!! - Ela gritou rouca e Louis pode sentir quando a menina engoliu o choro e gemeu com a bocha fechada.
Seus olhos desceram para os peitos inchados em sua frente e pensou que agora seria seu momento de fazer tudo que ele queria fazer em seu sonho, mas não conseguia por seu corpo não o obedecer. Com isso, parou de foder a menina e tirou uma das mãos do pescoço dela, não a dando tempo de raciocinar o que ele iria fazer e apena a surpreendendo com um tapa em seu seio direito.
- Ahh!! - Gritou jogando a cabeça para trås e recebeu mais um tapa no outro seio.
- Papai, dĂłi - Ela gemeu segurando as mĂŁos de Louis que judiavam de seus peitinhos. - DĂłi muito papai, vai machucar - Ela fungou com as bochechas vermelhas e o choro forte.
Louis fodia a menina com força e a visão dos peitos molhados serviu de alavanca para que finalmente ele tivesse seu orgasmo e sentisse seu pau enchendo a bucetinha gordinha de sua menina de porra. Caiu cansado para trås e colocou os braços sobre o rosto para poder tomar fÎlego.
Enquanto isso Harry ainda sentia todo o tesão acumulado em seu corpo a torturando e por isso começou a se mexer sozinha sobre o colo de seu pai, gemendo pela sensação gostosinha de estar preenchida pelo pau grosso e a porra quentinha, sem contar que seus mamilos latejavam em uma dor gostosa e ela nem se importava de estar sujando seu pai com as gotinhas de leite.
- Ahhh continua papai, tå tão gostoso... - Harry passava a mão livre por seu corpo e segurou um de seus seios com força ao que o orgasmo a invadiu e ela sentiu seu corpinho amolecer.
- Caralho - Louis falou deixando um tapa na coxa da menina. - Levanta - Disse com seriedade e Harry se levantou com dificuldade, gemendo ao sentir o pau de seu pai sair de dentro da sua xotinha.
Fechou os olhinhos brincando com seu grelinho e se sentiu ficando molhada de novo.
- Ahhh não... - Gemeu ao ter dois dedos invadindo sua xotinha e a dedando com força.
- A puta ainda tĂĄ com as pernas abertas e brincando com essa xota na minha cama? â Disse a dedando o mais rĂĄpido que podia e entĂŁo parou de uma vez, abandonando a grutinha que pulsou expulsando sua porra para fora. â TĂĄ toda arrombada, vou me certificar de te manter assim direto agora.
- Papai, foi tĂŁo gostoso, eu quero dar pro senhor de novo
- VocĂȘ vai, sua bucetinha vai ser meu novo brinquedinho agora e papai vai querer brincar muito com ela, pra machucar.
O homem se deitou ao lado da menina e puxou o corpinho para perto do seu, puxando a perna dela para ficar sob seu corpo.
- O que vocĂȘ estĂĄ fazendo? - Perguntou ela quando o homem mais velho encaixou seu cacete dentro da bucetinha aberta.
- Vou dormir a noite inteira com essa xotinha gorda esquentando meu pau - Disse gemendo baixo ao estar por completo dentro da menina.
Harry se mexeu um pouquinho e gemeu por sentir seu pai tĂŁo fundo dentro dela.
Louis tomou o peito da garota e entĂŁo relaxou o seu corpo com o lĂquido quentinho que encheu sua boca. O homem podia afirmar que nunca havia dormido tĂŁo bem em tanto tempo em sua vida.
Louis tem certeza que nunca conheceram um serzinho tĂŁo magnĂfico como aquele. O alfa cresceu como um lobo naquele lugar, e mesmo com alguns comentĂĄrios mais preconceituosos dali e ali, ele sempre teve seu lugar muito bem posicionado na pequena sociedade. Mas um predador sempre um predador, nunca tentou esconder tĂŁo avidamente seus olhares para a hĂbrida de coelho
Perdia horas do seu dia observando os cachos longos e arrumadinhos que combinavam perfeitamente com as orelhas branquinhas e pontudas que se estendiam para cima da sua cabeça. Os olhos tão verdes como a grama que rodeava as casas, as bochecas naturalmente rosadas e os låbios carnudinhos que Harriet insistia em morder quando se encontrava nervosa.
E, claro, Louis jamais esqueceria da melhor coisa de todas; Era uma tarde animada e acontecia um dos festivais que sua aldeia fazia todos os anos para celebrar. Harriet estava animadinha e deslumbrande, pois vestia um vestidinho florido e sem alças, os peitinhos se acentuavam no decote e o alfa julgou o comprimento do tecido curto demais para seu juĂzo.
Harriet ria animada e divertida durante toda a festa, enquanto o alfa apenas pensava em um forma de chega perto dela para conversar. Se lembra bem da ideia surgindo em sua mente, quando ele a seguiu discretamente para dentro de uma das casas, no momento em que ela foi chamada para buscar mais comidinhas.
Pensou em abordĂĄ-la na cozinha, talvez dizer algo sobre a festa estar boa, o tempo agradĂĄvel, ou talvez ir direto ao ponto e ser desinibido ao expor seus desejos em querer arrancar aquele vestido do corpo dela o mais rĂĄpido possĂvel. Mas sua mente nĂŁo conseguiu ao menos formular uma frase.
No instante que entroi na cozinha, e viu quando Harriet se ajoelhou e empinou o bumbum arrebitado, toda bonitinha, para alcançar um pote no armårio baixo, Louis viu - claro, viu bem - o momento exato em que a o tecido subiu lentamente, deixando marcada para sempre na mente do alfa a imagem daquela bucetinha gorda e apetitosa - que, tempos depois, o alfa orgulhosamente provou ser tão deliciosa quanto parecia.
Mas, no momento, ele pensou que talvez Harriet não tivesse notado sua presença ali, no mesmo ambiente, senão não teria sido tão descuidada em mostrar descaradamente sua xotinha. Mas logo foi desmentido quando ela se levantou, potes nas mãos e um sorriso doce no rosto, o cumprimentando timidamente enquanto arrumava a saia, como quem não tivesse sido a maior das vadias. Louis soube, naquele instante, que estava completamente perdido.
Louis finalmente entenderia, entĂŁo, o que aquela coelhinha estava fazendo.
Pois finalmente se tornaria óbvio que ela estava ciente de tudo no instante em que seus olhos verdes se abrissem e instintivamente se encontrassem com os azuis escondidos em meio a mata. Seus låbios se abririam em um gemido manhoso enquanto afundasse dois dedinhos dentro de si desesperadamente. Os movimentos se tornariam råpidos e sua mão livre rapidamente agarraria um de seus seios e apertaria fortemente seu biquinho, numa clara tentação de se molhar ainda mais. Se insinuando.
Resolveu, entĂŁo, se empenhar melhor. Os momentos pĂłs banho, se tornaram um pequeno show particular para Louis, que todos os dias experimentava visĂ”es diferentes da coelhinha se dando prazer. Enquanto Harriet apenas testava novas posiçÔes que faria o lobo realmente perder o juĂzo e ceder para ela.
Seu bumbum arrebitado se erguia diversas vezes para o ar enquanto se empenhava em preencher sua xotinha com o mĂĄximo de dedos que aguentava. Vez o outra, se revezando em enfiar no buraquinho melado e entĂŁo se esfregar mais acima na sua entradinha vermelha, delirando de prazer ao gemer tĂŁo alto que Louis desejou algumas vezes construir muros entre aquele local.
Ou as vezes apenas se deitava sobre a grama e arreganhava suas pernas o måximo que podia, expondo abertamente a bucetinha gorda e vermelha, balançando fortemente os seios exuberantes ao se estocar. E Louis permanecia parado, mantendo uma distùncia segura para não ceder.
Ele nĂŁo faria a vontade dela. NĂŁo porque nĂŁo sentia desejo, por favor, o lobo dormia pensando naquele par de seios deliciosos, nos biquinhos rosados e excitadinhos, na xoxota gostosinha se apertando sobre os dedos finos da garota e se perguntando o quĂŁo apertada e meladinha ela iria ser em volta do seu pau.
Se aquela boquinha atrevida que tanto sabia gemer iria se babar devidamente no seu pau, para entĂŁo, ele enfiar tudinho em todos os buracos dela. Porque, porra, ele mal podia esperar parar preencher ela inteira.
Mas ele nĂŁo cederia. NĂŁo ainda.
NĂŁo enquanto Harriet ainda parecesse estar satisfeita com seu prĂłprio trabalho. Mas para ser sincero, nĂŁo demorou muito para isso mudar.
NĂŁo quando em mais um dos dias normais que a coelhinha gemia sem pudor algum pelo alfa, Louis finalmente viu o que queria.
Harriet jĂĄ estava a uns bons minutos se esfregando fortemente na grama alta na beira do lago. Suas mĂŁozinhas apertavam os peitinhos grandes e as coxas grossas se abriam mais ainda na tentativa de tocar em algo que nĂŁo fosse o prĂłprio corpo.
Então tudo que conseguiu fazer foi soltar um muxuxo baixo e ceder seu corpo cansada sobre a grama, esconder seu rosto sobre os cachinhos bonitos e pequenos soluços começarem a sair do fundo da sua garganta. Poxa, ela estava tão necessitada, estava completamente peladinha, tinha sua xoxota toda babadinha e exposta, e o lobinho no qual ela sempre foi tão perdidamente apaixonadinha não fazia absolutamente nada ao se deparar com ela naquele estado.
A coelhinha estava tão tão frustradinha com toda aquela situação.
Louis resolveu agir. As botas pesadas se aproximaram do corpo deitadinho na grama, assustando brevemente a coelhinha ao se ajoelhar na sua frente e os dedos grandes tocarem levemente os cachinhos bagunçados, retirando os fios do seu rosto para poder observĂĄ-la melhor. Harriet sĂł foi capaz de soluçar dengosa, por estar finalmente sendo no mĂnimo tocada.
Negou e fungou totalmente manhosa inclinando sua cabeça para mais perto do toque do lobo, que resolveu dar um tipo de agrado ao afagar um carinho atrås das orelhas grandes e felpudas. Ela ronronou.
- E por que nĂŁo? VocĂȘ pareceu estar se divertindo muito bem sozinha nos Ășltimos dias....
Harriet foi råpida em começar a negar desesperadamente, querendo provar claro que ela não estava se divertindo tanto sozinha, e que Louis poderia dar a ela coisas muito melhores.
- Ah, nĂŁo? E o que seria o suficiente pra minha coelhinha?
Harriet mordeu os lĂĄbios e se permitiu passar o olho por todo o corpo dele. Nos mĂșsculos marcados na camisa preta, as tatuagens expostas na pele bronzeada, e em especial no seu pau marcando na calça jeans.
- VocĂȘ! Louis, vocĂȘ todinho. Apenas vocĂȘ...
E a resposta foi como dopamina aos ouvidos do alfa. Um sorriso cafajeste surgiu em seus lĂĄbios e ele firmou com brutalidade o toque nos cachos da garota, a fazendo estremecer e se erguer brevemente da grama.
- O que mais vai ser suficiente para vocĂȘ, putinha? Me diga.
Harriet o olhou com devoção ao observa-lo levar a mão livre para o cos da calça preta, lentamente desfivelando o cinto e o ziper. Foi rapidinha em lamber os låbios inchadinhos e se colocar de joelhos, completamente excitada ao saber o que aconteceria ali.
- Seu pau... Lou. Eu quero tanto.
Louis sorriu novamente, finalmente puxando o membro duro da cueca, a extensão grossa balançando no ar perto do rosto corado de Harriet. Os låbios vermelhos levemente abertos e salivados.
- Seja uma boa menina e abra bem a boquinha pra mim, entĂŁo.
E a coelhinha foi obediente, a cabecinha vermelha do pau tocando levemente os lĂĄbios inchadinhos e a lĂngua para fora. Louis pressionou seu cacete ali, forçando o membro para dentro e a assistindo engolir tudo quase desesperada, ao que ele puxou seus cachos com força para ela inclinasse melhor a cabeça e tomasse sua extensĂŁo por inteira.
Harriet sentiu o peso na sua lĂngua e a pontinha tocar sua garganta. Foi um pouco difĂcil engolir todo o pau grosso sem engasgar de verdade, mas ela estava tĂŁo desesperada para tudo que fez todo o esforço possĂvel naquele momento. Suas mĂŁos permaneciam apoiadas sobre a prĂłpria coxa, vez o outra apertando a pele exposta, ciente de que nĂŁo havia recebido nenhum tipo de autorização para tocar em Louis ainda.
Esse que, assim que sentiu todo o seu pau dentro da boca quente da coelhinha, não perdeu tempo em começar a estocar lentamente. Fazendo questão de foder muito bem, a assistindo ficar brevemente desesperada em se manter parada e obediente ao ter sua boca fodida e seus cachos sendo puxados, e não poder fazer nenhum outro movimento.
- Tudo bem, ĂŽmega... Me chupa direito.
As mãozinhas foram desesperadas para as coxas cobertas de Louis, apertando fortemente a carne macia e então seu låbios deslizaram por todo o comprimento grosso. Tocou as bolas cheias enquanto fazia questão de molhar muito bem o pau na sua boca, abafando os gemidinhos manhosos que começavam a parecer altos demais para quem tinha um pau inteiro a preenchendo.
Louis puxava brutalmente os cabelos encaracolados, fazendo uma bagunça quando sentia a boca tão quente e tão deliciosa. Seu pre gozo jorrava aos montes diretamente para dentro dela, e o lobo se perguntou como ela conseguia ser tão habilidosa em engolir cada gota antes que ficasse cheia de verdade e precisasse tirar o pau dele da boca.
Harriet por outro lado sentia sua bucetinha pingar no chĂŁo, ouvir os gemidos rouquinhos de Louis ao ter ela chupando ele daquela forma estava realmente a deixando maluca. Ela tentava esfregar suas coxas uma na outra, na tentativa de ter algum tipo de alĂvio para a pulsação que sentia, mas tudo parecia em vĂŁo. Tudo estava ficando muito muito molhado e os puxĂ”es nos seus cachinhos se tornaram mais bruscos.
Foi puxava para perto e suas coxas rodearam uma das pernas do alfa, sentando com a sua xotinha molhada bem em cima da bota de couro dele. Era pornografico demais a visão que o lobo estava tendo. Harriet chupava e lambia seu pau inteiro, quase de una forma desesperada. Os cachos bagunçados sendo puxados, os olhinhos verdes de reviravam em deleite, e ela descaramento se esfregava sentada em cima dele. Louis estava ficando maluco.
- Porra... Que boquinha gostosa.
Louis gemeu alto e sentiu os jatos quentes da sua porra. Harriet finalmente se engasgou ao tentar engolir tudo, falhando um pouco ao sentir o lĂquido vazar pelos lĂĄbios e sujar o seu queixo.
O lobo arrancou seu pau da boca dela, apenas para ver a sua porra escorrendo e pingando sobre os seios completamente excitadinhos dela, que realmente testou o seu juĂzo quando passou os dedos sobre as gotas brancas e lambeu novamente, revirando os olhinhos e gemendo. Ela nĂŁo queria deixar nada passar.
- TĂŁo bom.... Lou.
- Caralho... vocĂȘ foi muito boa. Me chupou direitinho.
A coelhinha sorriu verdadeiramente ao ouvir o elogio, pressionando suas coxas avidamente, na tentativa de esfregar e se molhar mais. Harriet havia ficado tĂŁo excitadinha apenas por chupar o lobo, mas esperava realmente que ele fizesse algo com a sua xoxota. Ela estava toda meladinha e piscava freneticamente vazando seu melzinho e sujando todo o sapato do homem.
- O quĂȘ pensa que estĂĄ fazendo? - Louis agora soava rude, assustando a coelhinha que apenas se encolheu chorosa. - NĂŁo me lembro de ter deixado vocĂȘ se esfregar em mim feito uma puta.
Outro tapa atingiu seu rosto e o alfa a puxou pelos cabelos para ela voltar a se deitar sobre a grama, se pondo sobre o corpo quente dela. Harriet abriu bem as pernas para encaixar Louis ali e sentir a pressĂŁo extremamente gostosa do pau dele tocando sua barriga nua.
- Acho que vocĂȘ entendeu ainda o quĂȘ tĂĄ acontecendo aqui. - sua mĂŁo desceu pelo corpinho gostoso, arrastando seus dedos sobre os biquinhos duros e rosadas dos peitos, a barriga lisa e finalmento tocando os lĂĄbios molhadinhos da buceta. Harriet revirava os olhos e gemeu baixinho ao sentir sua xotinha sendo tocada finalmente.
- Eu nĂŁo quero ouvir nada vindo dessa sua boquinha atrevida, que nĂŁo seja vocĂȘ gemendo manhosa desse jeito. Quero que escute com atenção o que vai acontecer.
A coelhinha foi rĂĄpido em assentir obediente, feliz ao arrancar um sorrisinho satisfeito e orgulhoso de Louis.
Harriet ouvia tudo com muita atenção e soltou um gemido alto no final, pois Louis finalmente estava dando a ela o que tanto queria e ele pressionava o pau grosso em sua barriga tao deliciosamente. Ela acenou com a cabeça desesperadamente e abriu mais as pernas, sabendo que era o que o lobo queria. Ela aberta. Exposta. A total de sua mercĂȘ.
Forçou dois dedos ali, sentindo a coelhinha se estremecer e gemer mais alto, desesperada e manhosa. As paredes internas e completamente molhadas o recebeu muito bem, se apertando e piscando sobre os dedos. Louis lambeu os lĂĄbios uma Ășltima vez antes de afundar mais fundo, estocando com firmeza enquanto Harriet se contorcia, a cada gemido mais molhadinha e desesperada. Aquela bucetinha era tudo o que ele imaginava - apertada, doce e absurdamente gulosa.
Harriet tremia de prazer com as perninhas abertas, gemendo manhosa e sem pudor algum o nome do alfa. Sua xotinha apertava tĂŁo deliciosamente os dedos grossos, toda molhadinha e sensivel, sentiu o o lobinho chupar seu grelinho de uma forma tĂŁooo gostosa que estava a deixando perdida nos sentidos. Louis grunhiu ao ouvir as palavras da sua coelhinha, socando seu dedos com força e com a mĂŁo livre estapeava as coxas grossinhas e seu grelinho, apenas para vĂȘ-la se contorcer e a bucetinha ficar cada vez mais vermelha. Subiu seu corpo e alcançou um dos peitinhos gordos, passando a lĂngua pelo biquinho excitado, mamando muito bem enquanto ainda fodia a buceta gostosa.
Sentiu seu pau pressionar na barriga nua dela, e pensou que nĂŁo fosse suportar por mais tempo somente ouvir os gemidos gostosos da sua ĂŽmega, entĂŁo soltou o toque do corpo dela e agarrou sua cintura, trazendo ela para perto. Seu cacete duro tocou a xoxotinha sensĂvel e Harriet estremeceu.
- Vai ficar quietinha e me deixar te comer? - sussurrou pertinho do ouvido dela, roçando seu pau na entradinha melada que se contraĂa e pedia para ser preenchida. - Hum? Vai ser uma boa coelhinha para o seu alfa?
- Alfa... Sim, eu vou ser boazinha. Eu prometo.
Harriet gemeu dengosa e baixinho, agarrando os cabelos finos da nuca de Louis, puxando ele para mais perto. Os lĂĄbios molhados se roçaram em um atrito gostoso, acompanhados de suspiros pesados e o alfa apertando a cintura de Harriet pra a encaixar no seu quadril. As lĂnguas finalmente se tocaram deliciosamente, misturando seus prĂłprios gostos, o gozo de Louis ainda na boca da coelhinha e o melzinha da mesma na lĂngua do alfa eram com certeza a mistura mais deliciosa que ambos ja haviam provado.
O alfa, jamais cansado de provocar sua garota, encaixou a cabecinha do seu pau molhado na bucetinha piscando, forçando levemente uma abertura na entradinha pequena. Soltou uma risadinha entre o beijo gostoso quando Harriet gemeu alto necessitada, abrindo mais as perninhas bonitas para o alfa a foder logo.
- Desesperada, bebĂȘ? - murmurou provocante, nĂŁo resistindo em mordiscar a bocheca rosada e em seguida lamber o local.
- Coloca em mim, alfa, por favor. Eu estou sendo obediente, nao estou?
A vozinha suave e manhosinha foi o suficiente para empurrar seu quadril e seu pau grosso se enfiar inteiro na bucetinha gostosa. O aperto molhado no seu membro foi delicioso, e Louis não esperou muito em começar a estocar fortemente nela. Harriet mantinha suas pernas abertas e gemia sem parar ao sentir as estocadas fundas e os apertos em todo seu corpo.
Louis fazia questĂŁo de foder muito bem, segurando sua cintura firme, estapeando vez ou outra suas coxas e obcecado nos seios gostosos pulando na sua frente. Agarrou novamente um dos biquinhos rosados com a boca, mordicasdo e puxando de leve o local, observando sua coelhinha revirar os olhinhos verdes em deleite.
- Porra, que coelhinha gostosa eu tenho. - gemeu rouco com o aperto molhado no seu pau, levando sua mão para puxar os cachinhos bagunçados e sussurrar em seu ouvido. - Tão apertadinha e gulosa.
- Lou...
- Shh, quietinha... Minha coelhinha prometeu que seria uma boa menina. - a voz rouca e provocante a fez calar, assentindo rapidinha e obediente.
Louis sorriu orgulhoso e tão excitado quanto ela, puxou uma das coxas branquinhas para seu ombro para socar seu pau mais fundo nela. Harriet era uma bagunça excitante. Seus cachinhos bagunçados grudavam em sua testa, sua pele estava avermelhada pela quantidade de tapas que Louis transferia e os peitinhos grandinhos pulavam perto do rosto do alfa. A coelhinha tremia sob todos os toques, sua bucetinha pingava no pau do seu alfa e tudo que ela queria era que Louis a deixasse gozar logo.
- Caralho... pode gozar, ĂŽmega, vocĂȘ ta sendo muito boazinha. - Harriet gemeu excitada e um aperto na bucetinha molhada foi o suficiente para o pau de Louis fisgar, e ele gemeu rouco e apertou seus peitos, sentindo o melzinho da coelhinha tentar escapar pela entradinha bem preenchida. - Porra... que delĂcia.
Harriet sentiu os jatos quentes encherem sua xoxotinha, gemendo manhosa e desesperada. Mas Louis foi rĂĄpido em se afastar do corpo dela, somente para olhar sua porra escorrendo do buraquinho melado e sujar toda a bucetinha gorda. Rosnou e enfiou dois dedos nela, empurrando sua porra para dentro, nĂŁo queria que nada saĂsse daquela xoxota babadinha. Harriet gritou e se contorceu sensĂvel, amando todas aquelas sensaçÔes. Louis levava ela ao limite.
Por isso o alfa se ergueu novamente na grama verde, usando a mĂŁo melada misturados para masturbar seu pau, sentiu um leve estremecer no corpo pela sensibilidade que estava seu membro. Mas nĂŁo parou. NĂŁo tinha acabado ainda com a sua coelhinha.
Ela que prontamente se colocou de joelhos na grama, sua bunda empinadinha para trĂĄs e sua boca foi rĂĄpida em agarrar o membro molhado.
Louis soltou um gemido rouco e puxou seus cachos. Harriet abocanhou seu pau com toda familiaridade, mas ainda excitante, que o lobo queria manter aquela boquinha gostosa em volta do seu pau para sempre. Observou como os låbios inchadinhos sugavam seu cacete, os olhos verdinhos brilhavam junto ao rabinho arrebitado balançando para o ar.
Louis desejou que tivesse um espelho atrĂĄs dela, apenas para conseguir observar a xotinha molhada piscar e a bunda empinadinha rebolando enquanto ela ainda o chupava daquela forma tĂŁo boa.
A invasão repentina fez Harriet engasgar com a boca preenchida e tentar se afastar. Louis foi råpido em forçar novamente para ela engolir seu pau ao mesmo tempo que socava os dedos no cuzinho apertado.
- Continua. - Rosnou, irritado e com a voz grossa - Eu nĂŁo deixei vocĂȘ tirar meu pau da boca.
A coelhinha concordou prontamente, seus olhinhos se enchendo de lĂĄgrimas, voltando a engolir o cacete grosso. Usou suas mĂŁozinhas para masturbar as bolas pesadas e lambeu a cabecinha molhada e vermelha, ainda mais excitadinha ao sentir o lobinho socando seu cuzinho apertado.
Usando suas mĂŁos para se apoiar na grama, Harriet se pos de quatro e Louis se aproximou, passando as mĂŁos pela bunda grande, notando o quĂŁo avermelhada ela estava pelos tapas e apertos.
Masturbando seu pau lentamente, ele pressionou a cabecinha no cuzinho apertado, forçando para dentro. A coelhinha estremeceu pela invasão, só não caiu na grama pois Louis segurou sua cintura com firmeza.
Gemeu pelo aperto gostoso que o rabinho da coelhinha fez em volta do seu pau, levando uma mĂŁo para agarrar seus cabelos e a outra ainda segurando sua cintura, começou a se movimentar. Pequenas lĂĄgrimas rolavam pelo rostinho corado da Harriet e sua xoxotinha sensĂvel pingava seu melzinho na grama, fazendo uma bagunça enorme entre suas coxas.
Louis socava seu cuzinho tĂŁo deliciosamente, puxando seus cachinhos e a mantendo na posição que queria ao segurar sua cintura e quadril. Estava tĂŁo sensĂvel, as estocadas fundas tinham como lubrificante apenas seu melzinho e o pre gozo de Louis, que inclusive saia aos montes pelo aperto que Harriet fazia.
- VocĂȘ tem um rabinho tĂŁo gostoso, putinha. Ainda melhor que sua bucetinha gulosa.
A ĂŽmega choramingou necessitada, se curvando quando Louis levou os dedos para sua xotinha e a penetrou.
â Loouis... - manhou, delirando de prazer ao ter os dois buraquinhos sendo fodidos pelos dedos do alfa e seu pau.
- Caralho... eu quero encher esse teu rabo gostoso de leite - gemeu rouco de tesĂŁo e um sorriso cafajeste surgiu nos lĂĄbios quando viu Harriet balançar a cabeça e gemer desesperadamente. - Goza pra mim, bebĂȘ. Pode vir.
A grama arranhou de leve sua pele suada, deixando suas costas sensĂveis. O mundo pareceu relaxado no momento, fechou os olhos cansada, tentando concentrar sua respiração. Estava largada, de bracinhos abertos, com as coxas tremendo levemente e os olhos verdes meio turvos ainda, com um brilho bobinho e encantado. Sua respiração fazia o peito subir e descer rĂĄpido com os mamilos rosados ainda molhados.
Sentiu Louis se deitar ao seu lado, o cotovelo apoiado no chĂŁo e a mĂŁo grande deslizar pela sua pele, acariciando devagar o ventre dela, com um sorriso bonito e satisfeito. Ele passou o polegar devagar pelo melzinho escorrendo da coxa branca e suspirou, um som rouco e quase carinhoso.
- VocĂȘ... acabou comigo. - sorriu leve e mordeu os lĂĄbios.
Louis sorriu torto, mas dessa vez com os olhos. Um sorriso tão doce que Harriet sentiu seu peito aquecer, dessa vez, de carinho. Ele beijou a ponta do nariz dela e passou os dedos entre os cachinhos bagunçados.
Aquela confissĂŁo fez o pau de Louis ridicularmente fisgar na cueca. Riu levemente, aproximando para chupar o pescoço dela e entĂŁo juntar seus lĂĄbios num beijo gostoso e molhado. Era Ăłbvio que ele sentia o mesmo. Era mĂștuo.
'Harry resolve fazer uma surpresinha para seu Louis, e entĂŁo, eles fodem'
H com bucetinha
Praise kink (de leve)
Harry needy
êšïž
O raios solares levemente alanrajados atravessavam a janela de vidro fechada, se alastrando pelo chão de madeira escura e contrastando a cor quente sobre os lençóis brancos da cama box, indicando que logo a escuridão da noite junto a luz da lua iriam florescer.
As mãos agarraram a cintura fina e a puxou para seu colo, as coxas grandes se acomodando em suas pernas, e a buceta gordinha sendo pressionada sobre o membro duro. Um suspiro pesado saiu por entre os låbios gordinhos da mais nova e as mãos ågeis agarraram o pescoço do outro.
As mĂŁos de Louis percorreram pelo corpo inteiro em seu colo, apertando e acariciando cada pedacinho de pele exposta, ouvindo os resmungos manhosos da garota montada em seu colo. Aproximou sua boca do ouvido de Harry, mordiscando o mĂłdulo da orelha enquanto segurava com possessividade sua cintura.
- Adora se exibir pra mim, hum? - puxou seus cachos para trĂĄs a ouvindo gemer em deleite. - Sempre tĂŁo necessitada.
- Louis...
- Me diz o que vocĂȘ quer, o que te levou a colocar essa saia minĂșscula sĂł pra me deixar louco? - Seus lĂĄbios se fecharam no pescoço branquinho, chupou a pele com força e deu um tapa forte em sua coxa.
- Eu quero que vocĂȘ me fodendo, Lou. - suspirou manhosamente, soltando pequenos gemidos pelos chupoes que recebia. - Me fode, Lou, por favor...
- Meu bebĂȘ sempre precisando de atenção, hum? - mordiscou seu queixo e depois as duas bochechas vermelhas. - Eu vou fazer isso, meu bem, vou comer sua bucetinha melada Ă noite inteira, como vocĂȘ gosta. Mas antes voce vai me chupar, do jeitinho que estava antes, de quatro pra mim.
A cacheadinha assistiu, saindo do colo de Louis e se posicionando da forma como estava antes, sua bunda bem empinadinha para trĂĄs, a bucetinha apertada no tecido rosa seu olhar submisso para o namorado e as mĂŁos apoiadas sobre o colchao. Louis nĂŁo se mexeu, entĂŁo Harry entendeu que era para ela prĂłpria tirar o shorts preto do namorado
Sua bucetinha vazava sem parar arruinando sua calcinha, a saia havia subido um pouco deixando sua bunda empinada e sua xotinha ainda mais exposta piscando sem parar, o tecido fino da calcinha apertava seu grelinho, a fazendo soltar pequenos gemididinhos. Os cachos foram puxados para trĂĄs, o levando junto e fazendo o membro de Louis deslizar para fora de sua boca, a fazendo resmungar a contragosto.
Puxou Harry para perto, juntando mais ainda seus corpos, mexendo seu quadril para que ela rebolasse em si. Sentia seu shorts molhado pelo melzinho que Harry expelia, a buceta meladinha montada em seu pau, Louis emcaixou seu membro ainda mais entre ela, e o gemido que Harry soltou foi o suficiente para que ele a jogasse na cama, ficando por cima do seu corpo.
Passou seus olhos por aquele corpo delicioso e enrolou seu dedo na calcinha fina e puxou o tecido para o lado, expondo a xoxotinha gorda. Louis passou seu dedo entre os labios acariciando seu grelinho inchadinho, sentindo Harry tremer abaixo de si, penetrou somente a pontinha do dedo e apertou sua cintura.
- Lou... - gemeu baixinho e manhosa abrindo mais as pernas, suas mãos apertando os braços fortes de Louis. - Chupa a minha bucetinha, por favor.
Atendendo ao pedido, Louis aproximou sua boca e deixou um beijo em cima da xotinha gostosa, sentindo o cheiro delicioso, lambeu todo seu grelinho ouvindo os gemidinhos manhosos e desesperados da sua garotinha, sua boca se ocupou em chupar aquela bucetinha gostosa inteirinha, enquanto Harry babava em seu rosto todo, puxando seus cabelos de forma desesperada.
Louis chupava o grelinho inchado, o deixando todo vermelhinho, seu dedo encontrou a entradinha molhada e a penetrou, sentindo ela apertadinha. Subiu seus olhos para o rosto corado da garota sorrindo enquanto sua mĂŁo passeava pelo corpo delicado, adentrou o tecido da regata, apertando um de seus seios gostosos.
- Abaixa sua regatinha, amor, quero te ver toda peladinha pra mim.
Harry rapidamente abaixou as alças da sua regata, os peitos gordos pulando para fora junto aos mamilos rosados e apetitosos. Louis lambeu os mamilos sensiveis, colocando o na boca, enquanto seus dois dedos ainda fodiam a xotinha melada. Harry gemia alto e apertava os cabelos de Louis, o incentivando a continuar. Os dedos deslizavam pela bucetinha apertada e Harry desejava o pau duro de Louis ali.
Tonlinson soltou os peitos deliciosos e sua mão se fechou no próprio pau o estimulando algumas vezes antes de o direcionar a xotinha aberta da cacheadinha, pressionou a glande inchada e vermelha no local, e penetrou somente a cabecinha, obcecado pelas reaçÔes que de Harry, que passou a rebolar sem pudor algum, enquanto gemia, Louis afundou mais seu membro dentro dela, enfiando quase tudo.
- Amor, hum, Louis... - A cacheada arqueou as costas e jogou a cabeça pra trås, dedinhos ågeis agarraram os lençóis ao lado de sua cabeça. - Fode logo, Louis, porra.
Resmungou irritada e o outro riu pelo seu desespero, agarrando seus cabelos e o estocando com força, sentindo a buceta se apertar em seu pau, o barulho de suas peles se chocando ecoando pelo quarto junto ao grito esganiçado de Harry.
- Ă assim que vocĂȘ quer, vadia? Assim estĂĄ bom?
Os movimentos do seu quadril eram råpidos e certeiros, seu pau deslizava pelo interior de Harry com facilidade, o som erótico de suas peles se chocando e os gemidos desesperados de Harry faziam a mente de Louis turvar. Suas bolas batiam com força em sua buceta, a deixando avermelhada. A calcinha jå havia voltado para entre suas bandas, o tecido se arrastava pelo membro duro que entrava com força dentro de Harry.
Os olhos azuis fixavam em seu pau entrando na bucetinha melada, os gemidinhos dengosos da sua garota o faziam ficar louco. Abriu as pernas da garota, estocando fortemente, viu quando os dedinhos de Harry encontraram o grelinho inchado e passaram a masturbar ali, enquanto ela olhava para si e mordia os lĂĄbios. Mostrando a puta que era, e todinha sua.
- VocĂȘ me come tĂŁo gostoso, Louis, tĂŁo bom. Me enche todinha de porra vai.
Aumentando o prazer de ambos, Harry tremeu e sua xotinha se contraiu ao redor de Louis, gozando e babando todo seu pau. Com mais duas estocadas, Louis gozou dentro de si, a enchendo de porra. Deslizando seu pau ainds dentro dela, para aumentar o prazer de ambos.
Tirou seu pau de dentro da namorada e se jogou na cama, viu Harry tirar sua calcinha e a jogar longe, antes de subir em seu colo novamente. Louis sorriu sacana, apertando seu quadril. A cacheada rebolou sobre seu membro, simulando uma quicada apenas para Louis capturar a cena de seus peitos pulando em sua direção. Sentiu o pau do namorado endurecer novamente abaixo de si e encaixou e o em sua xotinha novamente e passando a quicar em seu colo. Gemeu e rebolou sobre o pau gostoso dentro da sua buceta, se esfregando desesperadamente nos gomidinhos do torso definido. Toda desesperada.
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â[laughs] Yeah I do still know him! I used to be in a band with him! Do you know him? You donât know him? But you know of him! Yeah, yeah! No, weâre not in a band anymore, so thatâs what happens. Yeah, still good friends with him. Still very, very proud of him. Taking over the world, definitely.â
-Louisâ response on whether he still knows Harry Styles and if he doesnât, why doesnât he know him anymore đđ (12 June 2025)
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