An Archive of Our Own, a project of the Organization for Transformative Works
Essa one é muito gostosa, só de ler já saio trêmula
MDS SIM EU LIA HORRORES O LOUIS MÉDICO MANIPULADOR METENDO OS DEDOS COM LUVA NA BCT DOS ÔMEGAS 😭😭😭😭😭
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MDS SIM EU LIA HORRORES O LOUIS MÉDICO MANIPULADOR METENDO OS DEDOS COM LUVA NA BCT DOS ÔMEGAS 😭😭😭😭😭

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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tags: abo não tradicional, ALFA x ALFA, hbottom, pain kink, um pouco de humilhação e manipulação, belly bulge, ambos homens cis, harry usando calcinha e sendo chamado de puta p baixo.
ps: um obrigado especial às divas que me motivaram a escrever e me ajudaram com o título, amo vocês!!!
boa leitura :p
Harry tinha uma camisa branca de botões quase inteiramente aberta e jeans colados em suas pernas na primeira reunião com o advogado da família do seu ômega.
Oliver e Harry não tinham mais o fogo e o amor inicial do casamento, as coisas esfriaram num nível insuportável até o ômega se manifestar e pedir o divorcio. Aquilo acabou sendo um alívio para ambos porque nenhum dos dois via alguma salvação no relacionamento, e esse era o motivo pelo qual eles estavam naquela sala ampla com uma mesa exageradamente grande adornada por cadeiras robustas.
À espera deles estava Louis Tomlinson, o advogado. Ele observava a grande Londres que se exibia através das janelas enormes. Seu terno azul escuro era bem alinhado em seus ombros musculosos, assim como em todo seu físico corpulento, e seu cabelo parecia brilhar sob as luzes da sala. As mãos com dedos tatuados estavam unidas na frente do corpo.
Havia também seu cheiro, algo como madeira e couro misturados com um fundo de canela. Ele definitivamente era um alfa e a intensidade do aroma fez Harry pigarrear audivelmente, fazendo Louis se virar na direção do casal.
“Boa noite, Sr. Tomlinson” Oliver se apressou em ir até o advogado e apertar sua mão. A firmeza do toque deixou o ômega claramente nervoso e Harry revirou os olhos pela facilidade que ele teve em esquecê-lo.
“Boa noite, Smith” o sorriso que ele tinha nos lábios era profissional, mas ainda assim tão bonito “Suponho que esse seja Harry Styles”
Era péssimo, mas Harry não pôde evitar reparar na beleza de Louis. Nos olhos hipnotizantes e azuis, na boca fina e na barba bem feita que adornava o rosto de maxilar marcado. Ele só não sabia porque estava sendo tão detalhista com um advogado tão alfa quanto ele.
Quando o silêncio se tornou constrangedor e Harry notou a mão estendida na sua direção, ele a segurou.
“Sou eu, sim” o cheiro de Louis parecia ainda mais forte e Harry odiou que estivesse arrepiado “Sou o marido de Oliver… Ex marido, em breve” algo na presença do advogado deixava Styles levemente tenso.
A resposta de Louis foi um sorriso ladino. Ele molhou o lábio inferior com a língua e desceu o olhar para o peito exposto de Harry de forma descarada, erguendo as sobrancelhas em seguida como se tivesse constatado alguma coisa.
“Por favor, fiquem a vontade” ele soltou a palma quente de Harry e indicou a mesa de reuniões.
O alfa e o ômega sentaram-se um de frente para o outro enquanto Louis se acomodou na cadeira da ponta para conseguir ver os dois homens. Sua postura era sempre superior, assim como seu modo de falar, e isso estava incomodando o cacheado. Era como se ele não fosse um alfa presente ali também e não pudesse demonstrar sua liderança.
O advogado não lhe dava brecha alguma.
Louis parecia fazer aquilo de propósito, sempre lançando olhares sugestivos demais como se quisesse desfiá-lo por algum motivo ainda desconhecido por Harry.
“E assim ficaria a divisão de bens” Louis eventualmente disse, apontando para alguns papéis com a ponta da caneta.
“Acho que precisamos de uma segunda opinião, um outro advogado” Harry sequer sabia o que estava falando, Louis estava o intimidando o suficiente para que ele quisesse sair correndo daquela sala e descobrir qual era seu problema.
Tomlinson se recostou na cadeira, apoiando o cotovelo na mesma e escorando o queixo em seus dedos, encarando o fundo dos olhos verdes de Harry.
“Algum problema, Styles?” seu tom de voz era ácido.
Harry olhou para Oliver que parecia chocado e então voltou para Louis. O garoto engoliu o bolo que se formou em sua garganta e fechou os olhos negando com a cabeça.
"Nenhum, senhor, desculpe. Acho que só falei sem pensar"
Sério? Harry havia chamado outro alfa de senhor? Que porra era aquela?
"Bom, então eu espero que dá próxima vez você fique calado se não tiver nada útil para acrescentar" o alfa ofereceu um sorriso sem humor e logo voltou a falar com Oliver como se não tivesse repreendido um rival.
Afinal, alfas nunca se submetiam uns aos outros, isso era uma regra de sobrevivência. Quando há dois dominantes, ambos buscam ficar por cima de forma selvagem, mostrando suas habilidades e não baixando a cabeça.
Mas Harry se encolheu.
Os ouvidos de Styles pareciam tapados pelo resto da reunião, ele apenas concordava e discordava com murmúrios porque havia algo muito errado com seu corpo. O cheiro de Louis e o aroma doce de Oliver, agora ainda mais forte, estavam enojando seus sentidos. Havia o advogado e tudo que o cercava e isso era demais para o cacheado.
O lobo de Harry se sentia um filhotinho ao lado de tanta superioridade.
Seus sentidos voltaram a funcionar quando, depois do que pareceu uma eternidade, ele notou Oliver se levantar e apertar a mão de Louis mais uma vez em despedida.
Harry sentia as orbes secas porque esqueceu de piscar por tempo demais, focado em um único ponto da mesa que parecia mais interessante do que a conversa.
"Styles, gostaria que ficasse um pouco mais para discutirmos sobre as cláusulas da sua empresa" Louis chamou sua atenção. Não era bem um pedido, soava mais como uma ordem.
"E-eu... preciso levar Oliver para casa" sua fala estava quebrada e ele se amaldiçoou por isso.
"Não precisa! Eu me viro bem, resolva o que você precisa com Sr. Tomlinson e nos falamos depois" o ômega parecia realmente querer ser prestativo, mas Harry tinha vontade de matá-lo.
Os olhos verdes estavam arregalados quando olharam para o advogado novamente. Eles acompanharam sua figura prepotente enquanto Louis guiava Oliver para a porta da sala com cordialidade. Styles definitivamente não queria ficar sozinho com Louis, não depois de tudo o que já havia sentido em tão pouco tempo.
Com a audição apurada por causa da adrenalina, ele ouviu a porta ser fechada e então trancada.
Seus pelos arrepiaram por inteiro e seu lobo despertou quase que instantaneamente. Harry empurrou a cadeira para trás com brutalidade e se pôs em pé com o coração batendo forte no peito. Havia uma sensação de queimação em suas veias quando ele andou com passos largos até Louis e parou à centímetros do seu rosto.
"Que porra você pensa que está fazendo?" o cacheado tinha fúria brilhando em sua íris, mas isso não parecia abalar Louis de modo algum.
"Eu já disse, vamos discutir sobre as cláusulas da sua empresa e..."
Sem conseguir completar a fala, o colarinho da sua camisa foi agarrado pela mão de Harry enfeitada com anéis e um rosnado brotou na garganta do cacheado. Ele o liberou no rosto de Louis na intenção de intimidá-lo, mas Tomlinson apenas riu.
"É sério que você ainda tenta mostrar dominância?" ele estava quase gargalhando e Harry tinha uma expressão mais do que confusa "Você ainda não entendeu qual é o jogo aqui, não é?"
Num golpe ágil, Louis trocou as posições e então Harry estava encurralado contra a parede. Diferentemente de Tomlinson, ele tinha a bochecha colada na parede gélida e as mãos presas em suas costas. Seu corpo lutava para sair do aperto do advogado, mas estava sendo completamente inútil.
"Eu vou te explicar então" sua boca estava tão próxima do ouvido de Harry que o garoto precisou fechar as mãos em punhos para aliviar seu ódio que só crescia "Pensei que somente o seu maridinho fosse um ômega, mas você cheira igual a um. Quando apertou a minha mão eu pude ver como você já estava tão entregue só pelo aroma doce que você liberou e isso me fez perceber o submisso bonito que eu tinha na minha sala" a sua risada fez um arrepio longo reverberar a coluna de Harry "Então você senta na minha frente e quer pagar de machão, e isso é tão ridículo quanto mentir pra si mesmo que não sente vontade nenhuma de pular em cima de mim e me pedir pra foder esse seu rabo apertado"
Styles precisou morder os lábios para não emitir nenhum som que Louis fosse gostar. O advogado, em contrapartida, pôde notar sua expressão deleitosa.
"Eu não... não sei do que você está falando" ele tentou se livrar do aperto mais uma vez, seus batimentos cardíacos estavam em seus ouvidos "Dá pra me soltar, porra?"
"Depende muito, você vai se comportar?"
Harry deu um riso anasalado em deboche e escorou a testa na parede, precisando entrar no joguinho de Louis para se ver livre.
"Você tem a minha palavra"
Bastou Louis afrouxar a rigidez de suas mãos para que Harry o empurrasse para longe e fosse em direção à porta, era como se ele estivesse lutando pela sua vida. Seus dedos tentaram forçar a maçaneta e os olhos procuraram com esperança pela chave pendendo na fechadura.
"Está procurando alguma coisa?" Louis balançou uma única chave na frente dos olhos de Harry como uma isca. O cacheado apertou os olhos com fúria e um sentimento de desistência crescendo cada vez mais.
Seria mentira dizer que Tomlinson estava errado quando falou que Harry o desejava, porque ele o queria.
Styles só tentou fugir para escapar da vergonha de se sentir tão atraído assim por outro alfa. Aquilo não era biologicamente nem moralmente correto. Ele não reparou que seu cheiro havia ficado mais doce na presença de um igual, mas não achava isso o fim do mundo.
E se Louis fosse tomá-lo naquela sala mesmo, ele gostaria de se divertir um pouco também.
"É muito engraçado que a sua primeira reação foi fugir ao invés de me atacar" Louis divagou, encostando-se na borda da mesa e cruzando os braços.
Harry se virou, o corpo colado contra a madeira da porta e sua cabeça recostada para trás, pensando em seus próximos passos e dando a visão bonita do seu pescoço imaculado para Louis.
O alfa desejou muito mordê-lo naquela região e isso fez seu interior se agitar. Um rosnado grosso saiu dele e Harry estremeceu.
"Venha até aqui" ele mandou, seu tom rude e exigente.
O cacheado nunca tinha sido tratado daquela forma antes, sempre foi ele quem dominou e subjugou seus funcionários e seu marido. Era simplesmente novo ter outro alguém mandando em si, apesar de também ser muito prazeroso.
"Não estou afim"
Louis arqueou uma das suas sobrancelhas, incrédulo que aquela espécime de alfa estava realmente tentando bater de frente com ele. Ele desceu o olhar para as pernas de Harry e notou o volume do seu pau marcado nas calças coladas.
"Não é o que parece"
Harry acompanhou seu olhar e tentou se cobrir com as mãos, envergonhado ao ponto de causar um rubor nas suas bochechas.
"Agora você está com vergonha?" sua voz estava tão mordaz que parecia rasgar a epiderme do cacheado "Você é uma puta, Harry. Você é a porra de um ômega" ele cheirou o ar, se deleitando com os cubos de açúcar em formato de aroma que preenchia a sala "E tem o melhor cheiro que eu já senti, sem dúvidas"
O cacheado estava aturdido, sentindo-se pequeno diante da fala de Louis.
"Vem aqui, me deixe cheirar você"
O garoto estremeceu com a fala do advogado, sentindo seu membro cada vez mais duro dentro do aperto das calças. Faziam algumas boas semanas desde que ele tinha feito sexo com Oliver e, somado com aquela experiência nova que era um alfa lhe domando, ele sentia seu interior incendiar.
Ele precisava de algum alívio e tinha certeza de que Louis iria lhe proporcionar isso.
Com passos lentos e receosos demais, ele se arrastou até ficar na frente de Louis. Seu cabelo estava caído como uma cascata na frente do seu rosto e seus olhos estavam grudados nos sapatos bem polidos do alfa.
O advogado estava o manipulando e Harry sabia disso, mas ele sentia tanta vontade de se entregar e deixar Louis fazer o que quisesse com ele.
Por mais que não assumisse isso nem para si mesmo.
Louis ergueu seu rosto com delicadeza pelo queixo e tocou o pescoço de Harry, devoto, sentindo a pele arrepiar sob seus dígitos.
"Eu poderia te marcar bem aqui" seus dedos passeavam pela lateral da epiderme branquinha e Harry negou com a cabeça vezes demais "Não? E por que não? Você ficaria lindo com a marca de um alfa na sua pele. Com a minha marca"
"É... errado" Styles estava quase se deitando em direção ao seu toque como um gatinho.
"Oh, Harry, ficar maleável na mão de outro alfa também é muito, muito errado" sua pele formigou e ele não se conteve em pressionar as laterais do seu pescoço para privá-lo de ar, aproximando ainda mais seu rosto para sussurrar em sua boca "E mesmo assim você está aqui, ômega"
O cacheado rolou os olhos em puro deleite pela forma como Louis o chamou, inconscientemente virando a cabeça para o lado e deixando seu pescoço ainda mais visível, pedindo por uma reivindicação.
"Olha isso... puta que pariu, você é uma vadia submissa do caralho" ele não se conteve em levar as presas, agora ainda mais afiadas, e raspá-las na área sensível, apenas para enlouquecer o garoto.
"Louis, eu..." ele manhou, apertando as pernas uma na outra, tentando descontar um pouco do tesão que sentia enquanto Louis o arranhava com os dentes e a barba.
Aquilo era demais, o garoto nunca imaginou que pudesse ficar tão excitado com a ideia de ser marcado. Era definitivamente o pecado que ele estaria disposto a cometer com aquele advogado.
"Shh, eu sei" seu hálito estava quente de desejo "Vamos cuidar disso, sim? Ajoelha pra mim"
O garoto tinha certo temor no olhar, porque nunca havia feito aquilo antes. Ele reparou no volume dentro das calças sociais de Louis e engoliu em seco.
"Não precisa ter medo" Louis notou sua feição "Vamos começar devagar para ver você perdendo sua marra aos poucos"
Ele não respondeu, apenas ajoelhou-se tímido no chão frio da sala e encarou Tomlinson de baixo com suas orbes esmeraldinas. Ele queria ser bom e estava esperando uma próxima ordem como a porra de um ômega dedicado em agradar seu alfa.
Louis se desfez do cinto sem pressa, gostando de ver a antecipação na expressão de Harry. Sem se preocupar em tirar de fato alguma peça de roupa, ele apenas puxou seu cacete já duro de dentro da calça e o deixou na frente do rosto do cacheado.
Harry tinha os olhos arregalados e muito interessados, analisando todo o comprimento daquele pau com a cabecinha rosada e a extensão repleta de veias. Sua boca salivou.
"É todo seu" ele levou os dedos até o cabelo bagunçado de Harry "Eu sou muito paciente, mas você tem que fazer do jeito certo. Cuide com os dentes e deixe tudo bem molhado porque depois eu vou entrar em você"
O outro assentiu, acatando as ordens.
Ele começou com lambidas tímidas na ponta do caralho, sentindo o gosto almiscarado da cabecinha rubra dançar em seu palato. Harry não sabia exatamente onde colocar as mãos, então espelhou o que fazia consigo mesmo quando precisava gozar e começou uma punheta preguiçosa no comprimento do alfa.
O advogado queria afundar seu pau todo de uma vez na garganta de Harry, mas sabia que isso assustaria o garoto e ele provavelmente não iria querer continuar, então deixou que ele explorasse e se divertisse como quisesse.
Quando tomou coragem, Harry levou metade do cacete duro para dentro da boca, contornando as veias com a língua e se deliciando com a sensação nova que era tudo aquilo. Ele olhava diretamente para Louis em busca de uma resposta para saber se estava sendo bom o suficiente enquanto o advogado se satisfazia com o rostinho corado do alfa.
Louis tinha uma expressão prazerosa e Harry queria muito poder emoldurá-la. Os olhos azuis estavam quase tomados pelas pupilas negras e uma camada fina de suor se concentrava em sua testa. Ele era como a porra de um deus do sexo e isso mexia com absolutamente toda a razão do cacheado.
Seus fios cor de chocolate balançavam quando ele ia e voltava com a cabeça, tentando tomar cada vez mais daquele caralho e ficar drogado com o gosto de Louis.
"Isso, ômega, você está indo tão bem" ele incentivou e o cacheado gemeu, enviando vibrações gostosas para a ponta do seu pau.
O apelido fez Harry chupá-lo com mais afinco, formando vincos em suas bochechas e estalos toda vez que ele tirava a glande dos lábios apenas para voltar e deixar Louis louco de tesão. Aos poucos ele se tornava uma bagunça de gemidos, lágrimas e saliva e isso era uma perdição para Louis.
Tomlinson eventualmente rosnava de tesão e apertava suas mechas com mais força, mas o garoto sentia falta de algo, de algum tipo de desafio nos olhos dele e de sua brutalidade, então ele teve uma ideia.
Ele saiu até a pontinha do cacete babado e voltou, arrastando seus dentes superficialmente na pele sensível do advogado, coisa que havia sido proibida.
Louis grunhiu e apertou seu cabelo, mas entendeu que poderia ter sido apenas um descuido.
Até que Harry fez de novo.
Seus fios foram puxados para trás até que ele estivesse em uma distância considerável do pau de Louis. Ele queria avisá-lo de que Harry estava usando os dentes, mas então viu um sorriso sapeca no rosto do cacheado.
"Você fez de propósito?" ele estava verdadeiramente puto agora.
Talvez Harry não fosse um submisso, afinal. Talvez ele gostasse de ser forçado a se submeter.
"Não sei, eu fiz?"
A palma da mão de Louis ergueu-se no ar e então voltou contra a bochecha de Harry, fazendo o garoto chiar de dor. Uma vermelhidão se instalou na pele pálida e Harry sentiu seu pau molhar mais com isso.
"Faz..." sua voz estava embriagada de luxúria "Faz de novo, por favor" então ele pegou a mão de Louis e a posicionou na epiderme quente que havia sido espancada.
Louis molhou o lábio inferior com a língua, morrendo de excitação por ver aquela figura tão entregue aos seus modos. Sua mão livre encontrou o cacete desesperado por alívio e ele se masturbou devagar apenas com a imagem de Harry implorando pela dor.
"Eu disse que seria paciente se me obedecesse, mas acho que você não serve nem para isso" então ele deixou outro tapa estalado e Harry gritou.
O advogado foi até os lábios de Harry com rudez, puxando o inferior para baixo e obrigando sua boca a abrir. Ele agarrou os cabelos cacheados com domínio "Agora vai ser do meu jeito"
Ele bateu com a glande molhada de pré gozo e saliva nas bochechas machucadas do cacheado apenas para humilhá-lo e fazê-las arderem antes de realmente entrar na sua cavidade. Sem dar tempo para que ele se acostumasse, sem deixar ele seguir o próprio ritmo.
Louis não estava fodendo a sua boca, mas sim a usando como um buraco para se aliviar. Ele não mexia os quadris, apenas puxava a cabeça de Harry até o nariz dele tocar sua virilha e então repetia outra e outra vez.
Quando o advogado manteve a glande sensível por mais tempo na garganta do cacheado, os dedos magros arranharam o tecido da calça de Louis em desespero, desferindo socos para tentar se livrar da queimação e poder respirar novamente. Ele sentia que acabaria desmaiando.
Em exatos cinco segundos ele foi solto, fazendo sua garganta contrair e liberar ainda mais saliva, um fio transparente ligando sua boca até a poça no chão. Seu rosto parecia queimar e ele tossia, buscando se acalmar.
"Acho que superestimei você" Louis fez um carinho nos seus cachos, mas seu tom era manipulador "Você ainda precisa de muito para se tornar um ômega bom de verdade"
Harry ergueu os olhos chorosos, limpando algumas lágrimas com as costas da mão. Ele estava destruído e Louis sequer tinha fodido ele ainda.
"Então me ensine a ser bom, senhor" pediu com a voz quase sussurrada, vendo a reação imediata que aquilo causou em Louis.
As mãos tatuadas não perderam tempo em encontrar seus fios mais uma vez. Seu couro cabeludo ardia como o inferno, mas Harry aprendeu que gostava da dor.
Num instante, seus lábios receptivos enveloparam o caralho gostoso mais uma vez, Louis não aguentava perder mais um segundo de tempo.
Nas primeiras estocadas brutas, ele tinha reflexos e seus olhos enchiam de lágrimas quando o cacete grosso tocava sua garganta. Seu corpo inteiro parecia pegar fogo, tamanho tesão que ele sentia.
Isso até conseguir relaxar e passar a tomar aquilo como um verdadeiro ômega.
Louis tinha um sorriso ladino e orgulhoso nos lábios quando sentiu Harry se forçar por conta própria para levá-lo fundo.
O ritmo do alfa se tornou implacável e Harry estava desesperadamente excitado, então ele tateou cegamente até encontrar seu próprio pau, apertando-o por cima das roupas e rolando os olhos em prazer.
O advogado notou sua ação, tirando seu pau da cavidade já destruída do garoto.
"Está com dor?"
Harry concordou, esperançoso de que isso faria Louis aliviar as coisas para ele.
"E você fica excitado com isso? Meu ômega é tão sujo assim?" ele levou o sapato até a mão de Styles que estimulava o próprio pau e a afastou com um empurrão "Já que você precisa tanto se tocar, monta no meu sapato enquanto eu te uso"
O submisso logo chegou mais perto do pé de Louis e sentou sobre ele, conseguindo uma fricção gostosa enquanto rebolava os quadris como se estivesse cavalgando em um pau. O tecido da sua própria roupa estimulava sua glande extremamente molhada e isso lhe causava pequenos espasmos.
Tomlinson apenas sorriu pelo modo como Harry sequer questionava suas ordens, já tão bêbado de vontade para fazer tudo o que ele mandasse.
Os sentidos do cacheado gritavam o nome de Louis e o cheiro do alfa estava por toda a sala, cada vez mais intenso para as narinas de Harry e isso o levava à loucura. Era quase tão prazeroso quanto um orgasmo e talvez ele pudesse gozar somente com o aroma forte e masculino de Louis.
O cacete já estava em sua boca mais uma vez e ele tinha que se concentrar em ser bom para seu alfa e buscar alívio ao mesmo tempo. As sensações reunidas pareciam estourar atrás das suas pálpebras fechadas e ele aproveitava ao máximo a forma como estava sendo usado.
Louis, por outro lado, poderia vir apenas contemplando aquele "alfa" tão entregue e submisso aos seus pés. Ele sentia as bolas repuxarem e o baixo ventre esquentar com a antecipação de um orgasmo.
Harry se sentia sobrecarregado e isso era gostoso pra caralho. Ele estava tão perdido nas sensações que lhe preenchiam, aguentando Louis e montando em seu sapato caro, que sentiu seu corpo estremecer mais forte do que as outras vezes.
Focado demais no prazer do alfa, ele sequer percebeu que havia gozado.
Quando sentiu que não aguentaria mais um segundo, Louis deixou apenas a cabecinha do seu caralho na língua de Harry e pode assistir quando esporrou jatos esbranquiçados diretamente para dentro do garoto.
"Não engole, mantenha a boca aberta" disse ofegante, puxando os próprios fios do cabelo para trás ao inclinar-se e cuspir um fio de saliva diretamente na língua de Harry, misturando seus fluídos na boca dele "Agora sim, pode engolir"
Harry o fez com prazer, sentindo tudo aquilo deslizar pela sua garganta como uma recompensa.
"Bom ômega" ele secou algumas lágrimas que escorreram pelas bochechas de Harry e ajudou ele a se erguer depois de deixar um beijo em sua testa suada com alguns fios colados.
As pernas esguias estavam trêmulas quando o cacheado se colocou em pé, precisando do apoio de Louis. Ele sentiu algo pegajoso demais dentro da sua roupa e teve a certeza de que havia gozado somente se esfregando como um bichinho e mamando o pau do alfa.
"Se sente bem?" perguntou, seus olhos azuis buscavam qualquer traço de que Harry estivesse desconfortável.
"Estou ótimo" sua voz estava rouca e Louis queria lhe dar mais um tapa somente porque ele era gostoso pra caralho.
"Tira a roupa pra mim, tira" mandou, ainda segurando a cintura fina para mantê-lo estável.
Harry terminou de desabotoar a camisa, passando ela pelos ombros e braços e deixando-a jogada no chão. Ele viu como Louis se demorou em suas tatuagens e mordeu os lábios. Então continuou, desafivelando o cinto e abrindo a braguilha da sua calça skinny. Harry não queria ser rápido, era bom ter Louis olhando para seu corpo com um desejo ardente.
Seu coração errou o compasso, subitamente com vergonha do que Louis diria ao ver que ele vestia uma...
"Porra, você quer me matar" ele rosnou, puxando Harry até colarem seus peitorais, fazendo o garoto cambalear desajeitado "Quando eu acho que você não pode ser mais vagabunda, descubro que você esteve de calcinha esse tempo todo" suas mãos apertavam a carne farta da bunda de Styles com agressividade.
O garoto arfou, se empinando mais contra a palma áspera de Louis.
"Que porra você queria vindo no meu escritório com uma peça tão minúscula?" ele enganchou o dedo médio na alça lateral e soltou, vendo o elástico voltar contra Harry em um estalo "Já saiu de casa pensando em dar para qualquer um que quisesse te comer?"
Harry manhou e negou vezes demais, enlaçando seus braços ao redor do pescoço de Louis.
"Lou... Louis, alfa, me beija. Por favor"
O advogado não perdeu tempo, deixando uma mão em suas bandas gordinhas e levando outra para os fios de cabelo da sua nuca, puxando os lábios rosados em sua direção.
O beijo era dominante por parte de Louis, enquanto Harry apenas se deixava levar pela sensação que era a língua explorando a sua com vontade. Tomlinson era como um predador sugando a vitalidade de sua presa. As mordidas que ele deixava nos lábios de Harry doíam, mas o garoto só conseguia desejar mais. Aquele alfa beijava tão bem que Harry teve vontade ser seu ômega para sempre.
Um fio quase invisível de saliva ligava ambas as bocas quando Louis se separou contra a sua vontade. Ele trocou de lugar com Styles e logo estava prensando as coxas branquinhas entre as suas e a borda da mesa. Como se erguesse uma pena, colocou o garoto em cima da superfície de madeira.
Harry olhou para trás e deu um risinho.
"Vamos realmente fazer isso em cima dos papéis do meu divórcio?"
Louis deu de ombros, brincalhão.
"Você prefere o chão gelado?"
O garoto negou com a cabeça, rindo divertido antes de puxar Louis pela gravata e lhe dar mais um beijo urgente. Ele se sentia mais confiante e relaxado agora, nada mais parecia errado na sua submissão e seu cheiro estava cem por cento adocicado. As pernas de Harry enlaçaram o quadril de Louis e ele pode sentir seu cacete duro novamente roçando na parte interna da sua coxa.
Com rapidez, ele tirou o blazer de Tomlinson e pode ver os músculos marcados do alfa sob a camisa social branca. Harry mordeu os lábios atrevido e explorou seu bíceps com os dedos, sentindo como ele era duro e malhado sob seu toque.
Louis deu-lhe liberdade para examiná-lo como uma terra inexplorada. Afinal, Harry nunca havia tido qualquer contato com um corpo forte e músculos que não eram os seus, e aquilo era no mínimo curioso.
"Cospe" mandou, a palma da mão posta na frente dos lábios de Harry.
O garoto o fez, acompanhando quando Louis levou a mão molhada para o próprio pau e começou a masturbá-lo lentamente. Ele encostou sua testa na de Harry e só então notou a mancha escura na calcinha dele.
"Você gozou?" Harry assentiu "Quando?"
"Quando eu... Quando eu estava com seu pau na boca"
"Porra" praguejou baixinho, movendo o garoto para mais perto da borda da mesa com uma só mão "Não tira ela, eu quero foder você assim"
Harry assentiu, seus dedos apertavam os ombros alheios com força.
Ele se encolheu quando sentiu a ponta gorda da glande roçar na sua entrada. Harry sentia tudo escorregadio o suficiente, mas não conseguia evitar o temor que aflorava em sua mente.
"Ei, está tudo bem." Louis fez um carinho no seu quadril e Harry sentiu seus músculos relaxarem um por um "Aqui" ele colocou o nariz de Harry com cuidado em sua glândula odorífera "Sente o cheiro do seu alfa e relaxa"
O garoto inalou com vontade o aroma de Louis por alguns segundos e assentiu, confirmando que estava sim melhor e que eles poderiam continuar.
Louis voltou a pressionar seu cacete no cuzinho do alfa e quis morrer com o quão apertado ele era. Ele empurrou somente até a glande e sentiu Harry contrair, apertando as pernas ao seu redor e cheirando seu pescoço com força.
Harry estava agarrado a ele como um coala se agarra em seu galho favorito.
O advogado era calmo, deixando Harry se acostumar com a primeira sensação de ardência até que ele lentamente estivesse completamente dentro. Suas bolas bateram na bunda macia de Harry e ele precisou de todo o autocontrole para não fodê-lo com força.
"Eu estou bem, você pode se mover agora" garantiu, deixando um beijo casto na curva do ombro do advogado.
Ele ainda era delicado no começo, lutando contra a entradinha virgem de Harry que tentava expulsá-lo a toda hora. Gradativamente Louis foi aumentando o ritmo e força das estocadas, até ter o corpo do cacheado dando pequenos solavancos com a sua brutalidade.
Harry acabou deitado e mole sobre a superfície da mesa e os papéis bagunçados, seus cabelos espalhados por ali como a porra de um anjo.
Louis notou o quão relaxado e receptivo seu ômega estava sendo, sua boca pornográfica estava aberta liberando os gemidos mais gostosos que ele já ouviu na vida. Os dedos magros apertavam os mamilos rosinhas para estimulá-los e o alfa teve muita vontade de brincar com aqueles biquinhos até que estivessem roxos.
O garoto estava perdido no próprio prazer quando Louis pegou sua mão e posicionou sua palma em seu baixo ventre, onde um relevo surgia toda vez que ele ia fundo dentro dele. Harry arregalou os olhos e apoiou-se no antebraço livre para ver melhor, o cabelo desgrenhado cobrindo parte da sua face.
"Vou te dar o meu nó, o que você acha disso?" seu tom era quebrado, buscando o próprio orgasmo. O cacheado rolou os olhos em prazer com a ideia "Quer carregar os meus filhotes, ômega?" ele deixou a palma de Harry no mesmo lugar e deslizou a sua até o pau esquecido dentro da calcinha do cacheado.
Harry tremeu com a sensação que era ter sua bunda surrada enquanto o advogado punhetava seu pau tão gostoso.
"Sim... Porra, Louis!" sua cabeça pendeu para trás.
"Olhe para mim, quero ver como você é gostoso levando meu caralho nesse rabinho de virgem"
Styles gemeu alto e se obrigou a sustentar seus olhos nos de Louis. Seus lábios eram tão mordidos que alguns filetes de sangue o pintavam.
O alfa sentia que estava mais perto do que nunca, sendo implacável nas suas estocadas contra a bunda já avermelhada de Harry. Os sons que ele emitia estavam cada vez mais animalescos e selvagens, e isso excitava o cacheado de um jeito absurdo.
O cabelo liso colava na testa de Louis e os músculos se contraiam cada vez sob o tecido da sua roupa, era uma visão e tanto.
Harry ainda sentia o relevo do cacete de Louis o comendo sem dó alguma e aquilo o empurrava para a borda. A noção de que estava sendo fodido tão intensamente era demais para sua sanidade.
"Louis, Louis!" Harry gritou, as costas batendo de volta na mesa quando ele gozou contra o tecido rendado e a palma de Louis, amassando alguns papéis enquanto se entregava ao orgasmo forte que o atingiu.
Ele soluçou e chorou, cansado, sentindo seu buraco ser usado mais algumas vezes até que Louis estivesse liberando jatos quentes de porra branquinha em seu abdômen com um gemido gutural.
O corpo de Harry dava os últimos espasmos quando Louis o cobriu com o seu, deixando alguns beijos delicados no seu maxilar e cheirando sua nuca apenas para que o cheiro gostoso e docinho o tranquilizasse.
"Oi" ele riu, acariciando a bochecha de Harry com os dedos.
O cacheado abriu os olhos, se deparando com o rosto tão lindo perto do seu. Ele não se conteve em sorrir.
"Oi, você acabou comigo" sua voz era divertida.
"Te machuquei?" seus olhos agora estavam arregalados, com preocupação "Me desculpa, porra. Eu sinto muito, acho que foi demais. Eu..."
Ele foi calado por um beijo demorado de Harry, o ato inocente tinha a intenção de tranquilizar Louis. Harry definitivamente não poderia estar melhor.
"Você foi perfeito pra mim" ele mordeu o lábio inferior atrevidamente, pensando "Ahm... você falou sério sobre me dar sua marca?"
Louis deu de ombros, maneando a cabeça positivamente.
"Eu não tenho um ômega e você não terá mais o seu em breve, acho uma boa ideia te tornar meu"
A lembrança do divórcio sequer doeu em Harry, ele estava feliz com a possibilidade de ser de Louis.
"Eu também acho, alfa" o garoto deu um risinho contido.
Logo ele estava rindo alegre e alto enquanto Louis enchia sua clavícula de beijos e consequentemente lhe fazia cócegas.
O único alfa×alfa que eu respeito, pqppp
Little cream pie.
Onde Louis é um alfa acanhado nerd, físico teórico e tem um novo vizinho, e Harry é um ômega simpático, bonitinho e confeiteiro que muda de apartamento.
avisos!: É minha primeira oneshot entt pode n estar muito boa! Foi reescrita mas pode haver erros.
•°.* Bellybulge, creampie, hbottom, ltops, palavras de baixo calão, nudez, conteúdo totalmente sexual, omegaverse (abo), louis!alfa, harry!omega. Provavelmente esqueci algo mas é o principal.
.°•*. Minhas one's .*•°.
Little cream pie.
Did you see a ghost, bunny?
🫧🧸 .°•*.*•°.
Did you see a ghost, bunny?
" Harry medroso que é, começa a viver seu sonho de terror. O ghostface só queria brincar com a coelhinha. "
avisos!: hinter, ltops, cnc(consensual non-consent), established agreement, primal play/roleplay, knife play(leve/sem sangue), bondage, restrição sensorial, oversimulation, spanking/impact play, degradation, marking, creampie/breeding, dacrifilia, safeword.

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ℒ𝒾𝓁 𝒷𝓊𝓃𝓃𝓎 🐇 1
🐇 🐇 🐇 Onde Tomlinson trabalha como profissional em body piercing em um estúdio reconhecido e recebe a visita de um coelhinho com as bochechas rosadinhas e um olhar de falsa inocência
Ltops/ Hbottom
Mistico/ mysticism
HarryInter/ Harry com bucetinha
Lemon gay.
Uso de ambos pronomes tanto quanto de ambas genitálias. (Na parte 2)
Powerbottom
🐰 ೄྀ࿐ ˊˎ- Pendurou a sair e desta vez decidi arriscar em algo que havia ainda não testado. Espero que tenha lido as tags. E lembrete gentil, Styles é um ser mistico, sim??! Ele tem o que quer e se transforma no que quer. Verao isso de forma crua na segunda parte. espero que aproveitem! Beijinhos, amo vocês! Mwa! Boa leitura 💋
ೄྀ🐰
– Tomlinson, fala sério, porra. – Liam explodiu em risadas mais uma vez, apertando os olhinhos e jogando a cabeça para trás ao olhar para o calendário pelo quem sabe a milésima vez no dia.
– Não enche, Payne. – o moreno revirou os olhos azuis com um sorriso ladino. Retirava as luvas de silicone azuis, buscando um esterelizate e cuidando da bancada de trabalho onde deixava posicionado seus materiais, jogando fora alguns pedaços plásticos e bolinhas de algodão sujos na pele já utilizados.
– Terceiro ano seguido que o coitadinho vai aparecer, Tommo. Igual a porra do papai ou mamãe Noel. - Tomlinson ri mais uma vez com um biquinho nos lábios ao se recordar da insistência do garoto, que talvez realmente aparecesse no estúdio pelo terceiro ano consecutivo se buscasse contabilizar, levando em consideração de que nunca estava ali nas páscoas.
– Do coelhinho da Páscoa, quer dizer?
– Exatamente! Esse garoto deve ter quantos anos já? Qual o problema em trabalhar na Páscoa, até eu trabalho.
– O problema é que o garoto que você diz vir toda Páscoa tem o ano inteiro para fazer uma perfuração. Porque aparecer no feriado em busca de um piercing? E nem vai poder comer chocolates depois.
– Sou eu que recepciono ele porque sou sozinho no estúdio, idiota. Talvez seja o único momento livre para ele fazer.
– Na manhã de Páscoa? Conta outra, Lee. – Riu novamente apertando os olhos azuis. Apesar da crescente curiosidade acerca do garoto em questão. Por nunca ter visto o rostinho dele ou ao menos entender o motivo de apenas aparecer esporadicamente no seu estúdio para agendar algo, o qual Liam diz ser uma perfuração muito particular para não conversar diretamente com o bodypiercing. Tomlinson.
Louis Tomlinson e Liam Payne haviam aberto um estúdio de tatuagem e piercing quando conseguiram dinheiro suficiente para completarem o curso e terem especialização na área. Desde vendendo docinhos que dona Jay os fazia quando estava terminando seu ensino médio, até retratos como caricaturas que Liam fazia por ser sempre um menino tão talentoso.
No entanto, a área de trabalho estava neste ponto superlotada, o que levou os dois amigos à necessidade de buscar especializações no campo para que se destacassem em modelos e estilos específicos e pouco feitos por ali. Uma maneira alternativa de não cair num limbo de um empreendimento falido e um sonho pela metade. Eles tentaram.
Não foi tão difícil, no entanto. Louis Tomlinson se deu conta de que apesar da certificação como tatuador, sua maior habilidade era realizando as perfurações. Muitas vezes chamadas pelas suas clientes de mãos de fada. Soava engraçadinho, mas era reconfortante saber que seu trabalho tem crescido pela eficiência, alem de ser um dos únicos da região que realizava perfurações íntimas. Payne lidava com tatuagens no estilo aquarela, um estilo que ainda estava crescendo na região e tinha um lucro relativamente alto. Tanto pelo estilo escasso dos tatuadores do Reino Unido, tanto quanto a estranheza que causa, mas definitivamente fascinante.
E então, desde os 17 anos havia sido apenas os dois. O que não tornou-se problema durante estes longos 7 anos. O estúdio era muito bem valorizado e trabalhavam apenas com agendamentos. Intercalavam entre os trabalhos e já discutiram de talvez, futuramente, contratar alguém que fizesse um estilo destoante de tatuagem ali.
O moreno coçou a barba quando terminou de retirar o antigo tecido descartável da maca, limpar a sala e lavar devidamente as mãos. Se deu o luxo de espreguiçar e estalar as costas fortes um pouquinho, estalando e alongando as palmas das mãos juntas pra cima e expondo um pouquinho dos pelinhos ruivos que seguiam seu caminho até o cox da boxer e um spoiler do umbigo e da barriga magrinha.
–Amanhã está tão cheio assim? – Louis encostou do lado do amigo, observando a pequena planilha com os agendamentos e o calendário de abril ao seu lado para observar os trabalhos a serem feitos.
– Tenho um trabalho de 3 cm às 9 horas da manhã. Um trabalho maior de 8 cm na costela, e um não definido para as 17 horas da tarde, provavelmente divido em duas seções porque será free hand nas costas.
– Por quê colocou a maior tatuagem e que irá ganhar mais por último invés de faze-la inteira e aproveitar a Páscoa?
– Buddy, você precisa entender que aquele é o homem mais bonito que já vi na minha vida. Se eu fizer toda em um único dia, não vou o ver de novo. – Apertou os lábios finos num biquinho, arrancando um bufo baixinho do amigo que buscou o mouse para olhar as sugestões de clientes para ele atender que ainda não haviam sido confirmados. – Vai atender na Páscoa, Tommo? O que aconteceu com você?
– Eu não sei. Eu não sei para as duas respostas, entendeu? Você poderia ver quais os possíveis trabalhos para mim?
– Piercings na orelha, clássicos, dois pares de piercing nos mamilos. Duas perfurações íntimas, um umbigo. No total são 12 perfurações agendadas, Louis. Na porra de um feriado. Você vai tirar grana pra caralho.
Tomlinson ficou quietinho por um instante, repensando a ideia agora que sabia da dimensão, o simples pensamento se tornara tentador. Mas Payne continuou a falar.
– Olhe quem está nos agendamentos, Tommo. – Apontou com a pontinha do dedo para um dos contatos que aparecia na tela com sus foto de perfil reluzente. Um conjunto perfeito da blusa de seda rosinha que deixava suas clavículas a mostra, as covinhas e os cachos chocolate junto com o sorriso que cobria os dentinhos. –O coelhinho.
– Coelhinho?
– Verá os dentinhos dele. – Empurrou o ombro do amigo, ajeitando o casaco no cabideiro próximo à porta e piscando mais uma vez para o melhor amigo, enquanto o outro batia a pontinha dos dedos na mesinha pensando sobre.
Liam pendurou o cachecol junto, já moreninho na grande sala para iniciar a organização para seu primeiro atendimento.
– Quase oitocentas libras por um dia, tommo boy.
– Eu não estou pobre, porra.
– E o coelhinho.
O azulado se deu por vencido, respirando fundo e sorrindo ladino mais uma vez desde que não deixava os olhos de fixarem a tela com a foto do garoto.
Quem sabe uma perfuração em seu umbigo ou um pequeno brinquinho. Parecia combinar com o rostinho da foto.
•
A manhã de Páscoa havia se iniciado de maneira leve. Tomlinson morava sozinho e apesar de soar deprimente passar feriados sozinho, era algo que você se habitua. E o moreno estava acostumado com isto há algum tempo. Ainda que se lembrasse das tentativas de esconder os ovos de Páscoa que tem certeza que mamãe fazia, mas o pequeno garotinho sempre a pegava de cantinho com os dedos enrugados de tinta replicando as patinas de um animal, se lembrava com carinho.
E desta vez, realizaria aquele trabalho durante o feriado de para enviar muitos presentes e doces para as garotinhas e a mamãe que ainda não tiveram a oportunidade de se mudar para a capital.
Louis continuaria no seu interiorzinho também se isso não significasse desistir do que quis desde pequeno.
•
O m0letom que o homem usava se parecia mais como um cardigan fininho num tom verde militar e com sua gola alta para lidar com o ambiente climatizado do estúdio, junto com sua calça jeans um pouquinho mais larga e com um girassol bordado no ponto externo de um dos bolsos.
O sininho da porta tocou, quando puxou as mangas para dar maior liberdade em seus movimentos e sussurrando um pequeno “bom dia” com um biquinho sonolento para Payne, que o recebeu com um sorriso convencido.
Louis passou a pontinha dos dedos tatuados bagunçando um pouco os fios castanhos e parando no meio do caminho que fazia para sua própria sala buscando seu tablet para iniciar e pensar em como organizaria o primeiro atendimento.
Apesar de depender unicamente do cliente, sempre fazia o básico da higiene e limpeza preparatoria. Olhou para Liam, apertando os olhos azuis e formando ruguinhas como um cardigan um semblance desacreditado.
— Você está usando uma tiara de coelho ou estou sonhando ainda? Me diga que é a segunda opção, por favor.
—Tomlinson, eu sempre faço isso — Apontou para o par de orelhas branquinhas em cima da cabeça. — Para combinar com nossos clientes e descontrair. Você quem nunca viu porque nunca trabalhou em uma Páscoa, querido.
– Quem viria com orelhas de coelho, Payne?
– O coelhinho? Pense direito, Louis.
Tomlinson riu grande com o diálogo um pouco desacreditado daquele teatro todinho. Talvez aquele fosse seu sinal dos tempos para última Páscoa que se daria o privilégio de trabalhar.
Estalando os dedos um pouco caleijados, conseguiu finalmente chegar à sua sala com porta protegida, a encostando. Se sentou no sofa de couro no cantinho do estúdio observando os primeiros agendamentos do dia, listados apenas como um conjunto de helix, conch e trágus para um único cliente as nove horas da manhã.
Olhou o cantinho da tela notando que seria dali trinta minutos, iniciando a preparação higiênica da maca, enquanto escutava alguma musica de Guns N’ Roses que ressoava baixinho pela sala.
O dia pareceria passar rápido na sua visão. Apesar de não trabalhar em um feriado como este, pois não sentia necessidade financeira, feriados costumavam passar rápido e está decidido em terminar todos os trampos que precisa realizar o mais ágil possível. Sorri pequenininho e gentil para a primeira garota de cabelo azul que entrou em seu estúdio junto com o sininho da porta ressoando.
Ela possuía cabelos curtos e o tom de azul tão clarinho como reflexo em uma piscina cristalina, os olhos castanhos curiosos que estavam buscando por Tomlinson para iniciar suas perfurações.
Mas a garota sentiu o medo ir embora rápido ao olhar o outro homem de porte musculoso à frente com a orelha de coelho em uma tiara. Louis instantaneamente decidiu que aquela fora uma ideia muito boa.
A garota foi muito gentil e se entrosou rápido com o homem mais velho, aparentemente. Louis era charmoso naturalmente e ainda que não estivesse tentando a encantar ou ser paquerador com a mais jovem, qualquer um com Tomlinson falando tão pertinho do seu ouvido ainda que a situação em questão era o azulado com luvas de silicone e um cateter enfiado em sua cartilagem, talvez, este fosse o segredo do homem em ser tão bom em tudo que fazia. Costumava distrair tanto os clientes, que estes mal sentiam qualquer dorzinha adjacente dos furinhos feitos, independente do lugar.
—Irei apenas passar a última jóia agora, sim? Respire fundo e aperte a bolinha anti estresse que te entreguei caso precise de apoio. Passar a jóia tende a ser um pouco mais doloroso.
A garota apertou a boca em um biquinho e murmurou algo que fez Louis fingir não ter escutado um “sim, senhor”, decidido que levaria aquilo apenas como um apelido respeitoso. Não pareceria qualquer outro tom em nenhuma circunstância saindo da boca da menina nova.
—Rápido, não é? – Sorriu reconfortante para a garota, lhe apontando um espelho para olhar suas joias com delicadeza.
O dia passaria rápido, de todo modo.
•
O sorriso do rosto de Tomlinson se dissipou rápidamente quando escutou o sonzinho do sino ao que o outro cliente entrava. A porta da sua sala estava ainda fechada e os materiais devidamente higienizados.
A vozinha delicada e ainda masculina ressoava por coma da música baixinha que tocava entre as parades escuras do estúdio.
Tomlinson riu baixinho com a animação que a voz do garoto transbordava ao falar animadamente com Liam da parede. Mas, antes que pudesse interromper a conversa animada dos dois homens do lado de fora ou checar o horário do seu próximo cliente no tablet, ouviu batidas ritmadas na porta e ela abrindo devagarinho.
– O coelhinho está aqui. Posso manda-lo entrar?
Louis se mexeu intrigado, se sentando direito no pequeno sofá, coçando a barba ralinha a e ruiva com a ponta dos dedos e assentindo em um murmuro distraído ao que tentava lembrar se o horário do garoto era tão cedo desta forma ou ele não havia dado atenção o suficiente a sua agenda, apesar de ser algo inusitado, levando em consideração o profissionalismo do moreno com seu trabalho. De qualquer forma, ele provavelmente colocaria sua falta de atenção no feriado.
– Bom dia, senhor Tomlinson. – A voz baixinha e doce demais para seus ouvidos soou quando a porta abriu. Louis não teve tanto tempo para que pudesse se importar com o tom que ele julgaria ser sedutor.
Sejamos honestos, Tomlinson não é um homem que costuma chamar pouca atenção por onde passava, e com seus anos de experiência no ramo, ele tinha completo discernimento que muito dos seus clientes não vinham até seu estúdio apenas por ser ótimo no que fazia.
Seu rosto simétrico com os ossos zigomáticos afiados, o maxilar bem mercadinho e a barba ralinha em volta dos lábios deliciosos, era algo que definitivamente não passariam despercebidos por qualquer um.
Louis poderia dizer que tem certa fama, mesmo que não admita isso em voz alta. Egocentrismo não é sua praia, mas não há como deixar de ter o ego massageado com os diversos gêneros que o olhavam de maneira desinibida e davam em cima de si sem qualquer pudor.
Mas ao ouvir a voz melodiosa que agraciaram seus ouvidos, o fez virar um pouquinho a cabeça para o lado como um cachorrinho intrigado, interessado naquilo como se houvesse lançado um feitiço no moreno apenas com o jeitinho de falar, ele virou-se para a porta.
E foi quando o mundo de Louis talvez tenha despencado junto com seu estômago. Tão sorrateiro que não notou os passos levinhos do garoto ao entrar no cantinho do estúdio e encostar a porta novamente, estalando baixinho ao fecha-la completamente. O garoto apertava os nós dos dedos branquinhos em frente do corpo ao olhar com os olhinhos verdes brilhantes para o mais velho.
Mas Tomlinson pode dizer com todas palavras que sua visão embaçou e fez seu estado declinar drasticamente quando se deparou com um par de covinhas e os dentinhos de coelho. O garoto usava orelhinhas de coelho cinzas por cima dos cachinhos chocolates e sorria doce enquanto esperava qualquer resposta do profissional. Um sorrisinho que soava sapeca. Harry sabia exatamente o que estava fazendo.
Ele havia combinado com Liam de usar orelhas falsas também ou se tornou costume?
–Você é o coelhinho, então? -Louis perguntou com a voz doce e abrindo um sorriso gentil finalmente ao que passou a pontinha da língua nos lábios.
– Deve ser o Harry. Prazer, sou Louis. — Entendeu a mão para o garoto, gentil, apesar de um pouco perdido pela mordidinha de lábio na boca carnudinha que o cacheado deu para ele ao que retribuía o ato de modo meigo, que contradizia completamente os sentimentos que Tomlinson sentiu há alguns segundos atrás.
– Styles. – Piscou um dos olhos verdes para o outro, deviando um pouco o olhar do homem bonito à sua frente enquanto Tomlinson travava a mandibula intrigado. – Abriu sua agenda essa Páscoa ou sou sua excessão, senhor Tomlinson?
– Eu abri minha agenda hoje. Acho que não está ansioso para colocar seu brinco, já que vem ao studio uma vez ao ano. – Sorriu ladino, continuando a clara provocação do cacheadinho, divertido e confortável com a forma que o cacheado retribuía com bom humor.
– Para ser sincero, estava à procura de um lugar na sua agenda em meu dia de folga. – Enrolou a ponta dos dedos nos cachos que caiam em seu pescoço branquinho e exposto apesar do cardigan azul que cobria seu peitoral e a calça de um tecido grosso, mas que caiam direitinho em seu quadril bonito e gordinho.
Mas algo a mais o chamou atenção.
Talvez fosse o jeitinho que Harry machucava o lábio inferior com o dentinho de coelho repetidamente, ou o olhar lascivo que desciam do seu pescoço bronzeado e passavam pelo seu peitoral coberto até o contorno do seu membro na calça de tecido grosso, que apesar de tudo não o escondia, com fome.
Tomlinson tem certeza que algo mecheu com a química do seu cérebro e o fez ver uma das orelhas cinzas da sua fantasia movimentando um pouquinho, como um maldito coelho de verdade.
O mais velho, de toda forma, estava encantado em como ele conseguia ser bonito fazendo nada.
– Mhm, certo. – Limpou a garganta, se dirigindo a pia higienica para lavar as mãos e ante-braços. – O que faremos hoje? Perdão, estava prestes a olhar sua agenda mas não tive tempo. A maca já está higienizada, só irei terminar a minha higienização, mas pode escolher sua jóia na bancada de vidro em baixo da cortina. Tem plaquinhas para as jóias específicas para cada perfuração e os brincos também! Imagino que seja um brinco. Eles estão no canto inferior direito. Ha algumas joias diferentes e elas são um pouquinho mais caras também. O local para se deitar já está limpo. Vou apenas-
– Onde estão as jóias para perfuração íntima?
Louis espera não ter tossido tão alto quando limpou a garganta para a pergunta do garoto. Não o leve a mal, mas Harry tinha uma aparência tão inocente e simplória que a ideia de um piercing íntimo o fez sentir um pequeno arrepio percorrendo seu corpo. Aliás, o moreno está acostumado com tal tipo de perfuração, no entanto, não agir como um maldito virgem que era se tornava quase impossível com qualquer coisa que Harry havia lançado nele. Qualquer magia de coelho ou algo assim.
Notou pelo cantinho do olho o garoto voltando para onde a maca com o tecido rosinha descartável estava, como se não estivesse realmente escolhido a jóia, se sentando na pontinha dela e balançando as pernas junto com as orelhas ao observar Louis calçar as luvas cirúrgicas nas mãos e andar mais pertinho de si. As costas largas, apesar do cardigan verde do mais velho aparentes ao que ele buscava as pedrinhas, murmurando baixinho ainda de costas para o coelhinho e desconcentrado.
– Para a primeira perfuração, fazemos sempre com a jóia padrão. Infelizmente, não há muito como escapar dela. Usamos a Barbell curvo de titânio por ser mais seguro a cicatrização. Ainda se tratando de uma região muito delicada como a pele da glande. – Se virou mostrando a jóia curva com bolinhas opacas nas pontas na intenção de mostrar ao garoto. – Em todo processo da perfuração eu vou te deixar ciente das etapas e o que estou fazendo para não assusta-lo, sim?
– Vai doer muito? – A voz bonitinha ressoou como música para seus ouvidos novamente. Algo que definitivamente não combinou com a cena que se deparou a seguir.
Harry havia se despido completamente para ficar em cima da maca, ao menos quase completamente.
Com os cachinhos chocolates espalhados pela elevação do acolchoado que simulavam um travesseiro, as orelhinhas descansando juntamente que quase pareciam ser reais aquele ponto. O cardigan estava levantado o suficiente para que pudesse expor a jóia de coração rosinha em seu umbigo, mas ainda tampando os seios em baixo, e a parte mais avassaladora.
Sua calça clarinha estava completamente jogada no chão, juntamente com uma calcinha de renda cinza, como um maldito garoto que saiu de uma revista da playboy, expondo sua bucetinha com os lábios inchadinhos pelas pernas abertas que mal escondiam sua vulva e seu clitoris pequenininho, apenas com alguns pelinhos aparados que faziam um caminho delicioso por toda sua intimidade.
– Acha que essa jóia vai dar? – Harry perguntou travesso. Desta vez, expondo completamente o tom que Louis poderia julgar como sedutor e não ser apenas coisa da sua imaginação fértil e corpo virgem alucinado pelo menino bonito e sedutor.
Tomando liberdade de retribuir as olhadas de Tomlinson para ele. Styles nunca se enganava quando se certificava de ter entrega da mesma forma que se entregava. E os olhares pecaminosos que Tomlinson lançava para si, mesmo que inconscientemente, não negavam isso.
Louis arregalou os olhos surpreso. Os olhos azuis brilhando e deixando suas pupilas dilatadas mais do que já esteve, se sentindo envergonhado imediatamente pela reação tão descarada ao olhar o corpo bonito e estirado ali e os olhos verdinhos brilhantes em sua direção com as covinhas mais fundas que já esteve, sorrindo sapeca para o azulado.
– Eu- certo. Me perdoe. – Engoliu em seco. – Nesse caso, há mais de uma perfuração que podemos fazer, veio com alguma em mente?
– Eu pesquisei um pouquinho durante esse tempo e pensei que gostaria de colocar um no meu clítoris, um vertical, mas não tenho certeza se tenho a anatomia pro piercing. O senhor pode dar uma olhadinha para mim?– Fez um biquinho que quase, quase se assemelharia com uma tentativa falha de expor inocência, mas que desviava da sua intenção descarada quando se juntava com a mordidinha nos lábios gordinhos do garoto e o olhar devorador por todo o corpo que o cacheado o dava.
Um sorrisinho malicioso surgindo nos lábios já vermelhinhos por serem tão maltratados ao olhar a protuberância grossa e longa marcadinha para a esquerda, ainda não completamente duro, o fazendo imaginar o tamanho que seria quando estivesse com o cacete completamente durinho na sua mão e pensar se a glande seria vermelhinha e grossa na pontinha da sua língua.
—A jóia continua a mesma se a perfuração for mesmo essa. Ou podemos colocar alguma outra se não rolar. Mas acredito que dê, é a mais comum. — Caminhou em direção do coelhinho, parado ao lado do lugarzinho que ele estava deitado e posicionando a pequena jóia junto com o cateter e os outros utensílios na mesa devidamente protegida e higiênica para que pudesse olhar mais de pertinho.
— Quer que eu abra para você? —O cacheado perguntou delicadinho, movimentando as orelhas delicadamente e balançando os pelinhos em torno dela todinha.
Antes que Louis pudesse responder com veemência sobre poder fazer aquilo por conta própria, o garoto estava prontamente com os dedos das suas duas mãos abrindo os lábios gordos da bucetinha para Louis, devagarinho e observando cada mínimo gesto de Tomlinson para seu próprio que poderia ser considerado depravado naquele ponto.
As pontas dos dedos mal conseguiam segurar os lados da sua bucetinha daquela forma, fazendo um pouquinho mais de esforço para mantê-las separadas e deixar sua vulva e os pequenos lábios expostos, com o clitoris ainda pequenininho mas um pouco menos escondidinho ali.
—Consegue ver, senhor?
Louis torceu o nariz, ajeitando um pouquinho mais as penas e não querendo de maneira alguma que Harry o achasse um pervertido se estivesse prestando atenção o suficiente nas suas ações ou na glande grossinha que aparentava mais firme e molhava a pontinha da calça, apesar de ter um tecido grosso. Não gostaria que o garoto o levasse como um assediador, mesmo que as intenções de Harry fossem completamente claras e objetivas. Louis era apenas muito profissional para isso.
– Vou usar a pinça de perfuração para levantar um pouquinho o clítoris e talvez você sinta muita sensibilidade, mas é normal, sim? – Manuseou o objeto com os dedos enluvados, ainda respirando fundo ao que apertava o clítoris e puxava para cima, observando um pouquinho mais de perto a bucetinha rosada em um tom forte dentro dos pequenos lábios e o pontinho sensível esticadinho. – É bonito.
—Você acha? — Harry deu uma risadinha sapeca pela fala do outro, se apoiando nos ante-braços para conseguir ver mais de pertinho.
—N-não, eu quero dizer que a anatomia é bonita. E boa pra fazer esse piercing. — Tirou a pinça com cuidado, apesar de a deixar ainda em um dos dedos. —Quero dizer, é bonita sim, não quis dizer que não seja, eu s-só, merda. —Respirou fundo apertando os olhos envergonhado por ter se embolado com o jeitinho malicioso que Harry direciona para si. —Pode abrir um pouquinho mais para começarmos.
—Eu abro um pouquinho mais minha bucetinha pra você, senhor. — Apoiou um dos pés no estofado para que pudesse ficar mais visível, deixando o canal vaginal a mostra. Soltando pinguinhos da sua lubrificação no tecido rosinha, que escorriam por seu cuzinho e sua xotinha brilhosinha.
Louis tem certeza que perderia a cabeça com a visão deliciosa do garoto aberto e praticamente a sua mercê enquanto fazia seu trabalho, fazendo o que supostamente deveria fazer.
O caralho completamente durinho e grosso em baixo da boxer, pingando como uma torneira mal fechada, expondo toda sua vulgaridade pela mancha deliciosa no tecido e como sua glande grossa se mostrava maior perto do cós da calça.
A pinça cirúrgica apertou a pontinha do clítoris novamente, o puxando um pouquinho para cima e manuseando perfeitamente com uma mão só ao que apertava um pouquinho mais. Styles soltou um muxoxo manhoso pelo aperto delicioso e a dor gostosinha que se alastrava por todo seu corpinho sensível.
—Vou fazer a perfuração agora. Preciso que você respire fundo, tudo bem?
—Eu não me importo com a dor, senhor Tomlinson. – sorriu.
Tomlinson buscou o catéter, posicionando entre o buraquinho da pinça, e perfurando de uma vez. No entanto, qualquer resquícios de sanidade que houvera no corpo do moreno se dissipou rapidamente assim que ele escutou um gemido delicioso e escandal0so, junto com a bucetinha expelindo mais lubrificação e deixando seu buraquinho encharcado. As orelhinhas se mechendo agitadinhas e a boquinha pecaminosa em um ‘o’ perfeito. As pontinhas dos dedos se apertando em volta dos lábios que Harry puxava da bucetinha, machucando um pouquinho com a pontinha das unhas e a deixando mais vermelha do que já esteve.
Tomlinson observava a cena anestesiado enquanto passava rapidamente a jóia e rosqueava direitinho para que não se desprendesse com a fricção.
Com uma respiração profunda e observando as reações do cacheado, que ainda revirava os olhinhos, e tremendo de prazer pela dorzinha deliciosa que sentia, quando finalmente notou.
Notou as orelhinhas mexendo de uma maneira que não parecia ser algo artificial naquele ponto.
—A porra de um coelho.
—Nunca viu um coelhinho de verdade, Lou? – Sorriu sapeca, se levantando um pouco mais, e desta vez, apoiando as mãos no acolchoado, ainda com as coxas abertas para o homem que estava agora posicionado na sua frente.
—A porra de um coelho de verdade. —Louis sentiu o queixo prestes a cair. Eram simplesmente muitas situações para lidar de uma vez apenas. O garoto delicioso na sua frente, a bucetinha com a joia perfeita e gordinha pingando em frente dos seus olhos faziam o caralho grosso latejante em baixo do tecido de Tomlinson completamente dolorido como o maldito virgem que era.
—Primeira vez vendo um ser místico, Loulou? Deveria saber que minha cicatrização é muito boa, sabia? —Levou o dedo indicador para o seu buraquinho, recolhendo o líquido docinho e subindo para cima da jóia agora colocada, enquanto observava os olhos azuis brilhantes de Tomlinson o acompanhando com a garganta em movimento, ao que aparentemente engolia em seco.
A pontinha do dedo rodeou o clítoris de uma forma deliciosa por um tempinho, ainda sentindo a dor do furo recente e gemendo mais altinho enquanto mantinha contato, para que o mais velho soubesse que estava assim apenas por ele. Levou a pontinha do indicador para a pontinha da língua ao que a colocou para fora, enfiando e esfregando o seu melzinho para sentir o próprio gosto delicioso e delirando de prazer com tão pouquinho e sendo sensível do jeitinho que era.
—Por que não faz nada, Lou. Não quer? —Formou um biquinho quase persuasivo. — Não me achou bonito?
—Porra, não, e-eu — Passou o punho na testa, recolhendo um pouquinho do suor. —Não acho que isso seja adequado, Harry. Na verdade, nada adequado, que porra eu estou fazendo…
—Não acha ser adequado ou não sabe o que fazer, meu bem? — Mordeu novamente o lábio inferior com os dentinhos de coelho, a ponto de que suspeitava começar a machucar de tanto fazia para não se tornar mais escandaloso. —Vem aqui, vem. — O puxou com o mesmo dedinho molhado, fazendo com que Tomlinson encostasse as coxas na ponta de onde o coelhinho estava deitado, deixando o quadril acima da marcação.
Tomlinson o seguia como um maldito cachorrinho, obedecendo suas ordens e ele faria qualquer coisa que o coelhinho pedisse para fazer.
— E-eu nunca fiz. —Suspirou envergonhado.
— Um virgenzinho, meu amor? Eu te dou um gostinho, gatinho, mhm? — Dedilhou o cós da calça juntamente da boxer do moreno, sentindo o pré-gozo da glande inchadinha molhar sua ponta do dedo e misturar junto com a saliva do mesmo indicador que já estava esguichando. Em outra situação, Harry teria certeza que o moreno estaria gozando com o tanto que ele estava pingando para ele. Somente para Harry.
O coelhinho se sentou mais na pontinha da maca, aproximando ambos quadris e descendo os dois tecidos em conjunto deliciosamente, deixando apenas a pontinha do cacete grosso para fora.
A glande rubra e tão grossa que parecia a ponto de explodir fazia a boquinha gostosa de Harry salivar e babar um pouquinho escorrendo pelo seu queixo e descendo pelo pescoço. A pontinha de fora estava molhadinha e num tom vermelho escuro. A pré-porra escapava aos montes e fazia Harry querer tanto todo aquele caralho dentro do seu cuzinho por horas a fio depois de gozar apenas para se sentir cheinho e continuar pingando com a grossura quente dentro de si.
Recolheu um pouquinho mais da lubrificação da sua bucetinha com o polegar, levando na fenda ensopada do mais velho enquanto enquanto fazia movimentos circulares delicadinhos e observava a respiração descompassada dele, soltando gemidos timidozinhos naquele ponto.
A pontinha do dedo fazia uma massagem deliciosa, recolhendo todo pré-gozo e apertando a cabecinha deliciosa entre os dedos. Sabia pelas reações de Tomlinson e por ele ser virgem que não duraria tanto tempo, mas ainda teriam o dia seguinte para prosseguir com aquilo.
–Harry, caralho – Tomlinson respirou entre-cortado com a pressão deliciosa e extremamente tímido por não conseguir se segurar por tanto tempo. – M-me desculpa, eu- Oh – Revirou os olhos azuis, ainda que mantivesse contato visual. – Eu não vou durar muito, m-me desculpa. Me desculpa, p-por favor, oh, cacete.
– Não tem problema, gatinho. Vem aqui mais pertinho, vem. – O puxou com a outra mão livre pela barra da boxer que estava um pouquinho mais baixa, o deixando mais pertinho da sua bucetinha e trazendo o caralho grosso e extremamente avermelhado para pertinho da sua bucetinha.
Esfregando a cabecinha inchada nos lábios grandes primeiro, a deixando completamente molhadinha e então abrindo toda sua bucetinha para esfregar a fenda que jorrava na jóia recém feita, em cima do clítoris do coelhinho. Arrancando um gemido alto e manhosinho de Harry ao sentir a dorzinha enquanto sorria safado observando as expressões do moreno.
Mesclava entre manusear a cabecinha do pênis que segurava para passar entre seu buraquinho, esfregando com mais força em cima do clítoris em movimentos circulares.
–Esporra na minha bucetinha toda, Lou. Me deixa melado com a sua porra gostosa, por favor. – Fez um biquinho manhoso, apertando a cabecinha rubra na pontinha dos dedos e dedilhando ao esfregar mais forte em cima do seu clítoris durinho e fazendo barulhinhos molhados soarem pela lubrificação dos dois garotos juntos.
E, porra, Louis amou sentir aquela dorzinha o arranhando em um ponto tão sensível como aquele. Revirando os olhinhos azuis e sentindo esporrar em toda bucetinha bonita e gostosa. Tão rápido e desesperado de maneira vergonhosa, não parava de gozar com o jeitinho que Harry falava com ele e o dominava completamente mesmo com seu cacete grosso na mão. Tomlinson quem estava sendo dominado pelo coelhinho.
E ele adorava isso.
–Caralho, coelhinho. – O moreno gemia enquanto gozava o que parecia horas a fio, sem parar. Intercalando entre observar o jeitinho que Harry abria a boca lindamente e gemia alto o suficiente para o estúdio inteiro escutar.
Quando sentiu a sua porra parar de esguichar com tanto afinco, perdeu o ar novamente observado o cacheadinho gozar lindamente e levar toda a porra de Tomlinson para dentro da sua bucetinha com a ponta do dedo, manhosinho e sensível.
–Seu caralho é tão gostoso, Lou. Eu quero você me comendo o tempo todinho e me deixando tão cheio de porra que eu vou vazar por tanto tempo. – Disse enquanto continuava enfiando a pontinha do dedo dentro da bucetinha e levando as últimas gotinhas brancas de gozo que respingaram na sua xoxotinha, com um sorriso travesso.
Com a mesma mão, ainda satisfeito vendo o estado que Louis se encontrava, praticamente acabado como se tivessem fodido horas seguidas, o cacheadinho guardou o membro de Tomlinson dentro da calça novamente, se levantando com um Tomlinson acabado ao seu lado, que respirava descompassado e tinha as mãos ainda enluvadas penduradas ao lado do seu corpo, com um pouquinho de suor escorrendo por sua testa bronzeada e grudando um pouquinho dos fios castanhos, Styles sorriu ladino se vestindo com a calcinha novamente, se virando de costas para o moreno e empinando bem o bumbum, expondo o fio fininho da renda que estava enfiado na sua bucetinha gorda enquanto fazia com as costas curvadas, para então vestir sua calça.
– Espero que tenha outro horário pro’ seu coelhinho, senhor Tomlinson. – Balançou as orelhinhas de coelho novamente e parando um pouquinho mais perto dele.
Levando o dedo com o gostinho dos dois para delinear os lábios fininhos de Louis e se aproximando para deixar uma mordidinha no lábio inferior. Sentia a barba ralinha raspar seu rosto lisinho enquanto lambia seus gostinhos juntos na boquinha bonita. –Espero também que não se importe com o que eu tiver entre as pernas na próxima sessão.
O coelhinho então piscou um dos olhinhos verdes, sapeca.
– Bate uma pra mim enquanto sente meu gostinho na sua boca, Lou. Se for bonzinho, amanhã tem mais. – E saiu da sala tão devagarinho e charmoso como entrou.
Louis estava fodido.
Mas, porra, cancelaria todos agendamentos do dia seguinte se significasse ficar a mercê do que o cacheadinho quisesse fazer consigo. Qualquer coisa.
🐰
…. Parte 2…
Gostaria de ressaltar aqui. Faria dessa uma “one”, mas dado que eu gostaria de deixar maior e entregar um smut com ambas genitálias para o harry, decidi fazer uma parte dois onde o harry terá um pênis, afinal, um coelhinho é um ser místico, sim? E esta one contará com:
Humiliation kink; Bellybulge + creampie; Masoquismo; Edging; Dirty talk, como em todas minhas obras ;)
🐰 ೄྀ࿐ ˊˎ-Espero que tenham gostado! Aceito sempre críticas construtivas e ideias para novas ones ou long fics no wattpad ;) amo vocês, beijinhos, mwa!
Uma one onde o Louis é contratado pra trabalhar como capataz na fazenda dos Styles, ele todo bruto e cafajeste, mas com alguns meses já tem a confiança do patrão. O Harry é filho dos patrões dele mas estava estudando em um internato religioso e vem morar na fazenda do pai, que é superprotetor com ele...
O Louis fica todo encantado com a princesinha dos Styles quando conhece ela e o Hazz todo bobinho e inocente sem perceber o que causa nele, mas como o Louis não é nenhum santo sempre aproveita o tempo que os pais dele vão pra cidade pra se aproveitar da inocência do Harry provocando ele, até ele tá tão vulnerável que nem perceba o quanto tá se deixando levar pelo Lou. Louis todo manipulador falando pro pai do Hazz que vai ensinar ela a andar a cavalo porquê ela ama os animais e o senhor Styles deixando o homem de confiança dele se aproximar da filhinha sem saber das intenções do Louis. Ele montando atrás do Hazz no cavalo e segurando a cinturinha dela bem pertinho dele como desculpa pra ela não cair, pressionando ela nele e deixando ela bem empinada com a bucetinha roçando na cela, o Harry sem entender o que tá sentindo e só deixando o Louis guiar ela pra ela "aprender a montar" soltando gemidinhos e virando os olhos... Depois desse dia o Hazz sempre queria aula de montaria, quase chorando pra sentir aquilo de novo e o Louis observando como ele já tava ficando depravado com tão pouco, Harry usando sainha pra montar pq o Lou falou que é mais gostoso aprender assim, Lou masturbando ele com a calcinha. O Louis quase enlouquecendo mas sem se deixar levar, só provocando o Harry e se fazendo de bobo até ele ficar desesperado sem saber nem porquê tá daquele jeito e implorar pedindo ajuda pro Louis já que ele prometeu ensinar e ajudar ela sempre.
Bastante manipulação, Louis todo bruto apertando o pau por cima da calça tendo que se segurar enquanto deixa o Harry todo burrinho, ele se tocando vendo o Harry dormir, degradação (ele humilhando o Harry bastante, dizendo que agora ela vai ser o depósito de porra dele), o Harry que foi ensinado no internato a sempre querer agradar fazendo tudo pela aprovação do Louis (praise kink), ela dizendo que só pode na bucetinha depois do casamento e o Louis falando que ela já é dele, tapas na buceta, louis gozando dentro do Hazz e fazendo ela andar com a porra dele escorrendo, Hazz todo cansadinho mas viciado nele pedindo pra ele continuar metendo enquanto cai no sono (somnophilia)...
Amo tua escrita aí me viciei em mandar plot 🥺💜
obg pelo final amg 💕
plot bem dlç esse 🥴
pingando 🥴
Uma one onde o Louis tem uma rivalidade enorme com o irmão gêmeo dele William, porquê ele sempre foi todo introvertido na época da adolescência e o irmão era sempre considerado o "melhor gêmeo", viviam comparando os dois e o Louis odiava o narcisismo do irmão e como ele sempre rebaixava o Louis pelo jeito e aparência (ele demorou mais a entrar na puberdade e se desenvolveu bem depois). O William sempre ficava com todas as garotas e ria do Louis por isso e acabou roubando a única namorada que o Louis chegou a gostar realmente só por diversão...
O Louis vai embora, porém, continua a alimentar o ódio pelo irmão, mas vira um gostoso do caralho, cheio de tatuagens, bem cafajeste mesmo e bem sucedido. A ex dele casou com o William e engravidou um tempo depois dele ir embora, o Louis só soube a notícia de longe porque mal visita a família mas quando conheceu a sobrinha Harry em um natal se encantou logo e ela por ele também, virando o titio preferido dela...
Mas como ele mora longe e o irmão e ele não se dão bem ele só convive com ela nos encontros em família e enche ela de presentes, tratando que nem uma princesinha, mas o irmão dele é superprotetor e morre de ciúmes da Hazz com o Louis.
Depois de muitos anos sem ver a sobrinha o Louis vai em um encontro da família e fica doido quando ver como a princesinha dele tá uma delícia, a Hazz toda inocente abraçando o tio Lou e sentando no colo dele toda manhosinha e Louis pervertido só pensando em como queria comer ela. Pra aumentar ainda mais essa vontade de foder a sobrinha dele o William fica provocando o Louis sobre como ele era antes e se vangloriando por ter roubado a namorada dele (enquanto isso a mulher dele babando no Lou e morta de arrependida e ele só tendo olhos pra sobrinha), o William dizendo que o Louis nunca conseguiu ser melhor que ele e o Louis só pensando em como conseguir pegar o Hazz...
O Louis se aproveitando da inocência do Hazz pra brincar com a cabecinha dele, manipulando ele e vendo ela todo manhosinha, ele fazendo o Harry brincar no colo do titio e enlouquecendo sem poder fazer nada porquê tá todo mundo perto e o William sem perceber nada, falando besteira, enquanto o Louis se diverte com o corpo da bonequinha dele.
POR FAVORZINHO, cnc com o Harry fingindo não querer e o tio Louis manipulando ele, size kink, somnophilia, Louis fazendo o Harry guardar todo o gozo dele dentro dela (esqueci o nome do kink 🥺), ele dizendo que vai encher a Hazz pra ela ficar marcada como dele e pra mostrar pro pai dela como se adestra e controla uma puta, ele dando tapas na bucetinha dela deixando toda marcadinha e perguntando quem é o dono dela, ela toda viciadinha nele e no pau dele e o William descobrindo só depois com um vídeo que o Louis gravou enquanto gozava no rostinho da Hazz o que aconteceu ficando puto e com vergonha de alguém descobrir. Mas já era tarde porque a Hazz tinha ido embora com Louis e enviado o vídeo pra família todinha pro William aprender quem que manda...
É isso, um beijo da Anitta 💜 (h!inter)
gente q delicia isso aqi 😵💫
a @papailouie vai fazer essa 😁
Eu tô a 5 minutos olhando pra tela do celular de boca aberta, eu preciso urgentemente disso. 😰
Meu eu preciso disso pra viver!!!!!
necessitando disso pra viver
isso é só o plot e ja foi a melhor coisa que eu ja li, é questão de vida ou morte ler isso
to ha 5 minutos IMÓVEL dps de ler isso, imagina a one inteir😵💫
Playing dangerous
Harry achava que era só uma festinha que ela ia escondida do namorado, so nao esperava que louis, o delegado da cidade e seu sogro estaria presente para cobrir uma denuncia da festa
Harry, 17
Louis, 40
Tw: age gap, privação de ar (levinha), h!inter, breeding, traiçao, desuso de camisinha
Ib: anon
Help me, lou
Louis desde que começou no seu novo estagio percebe os olhares diferentes da diretora do colegio, harry que desde que botou os olhos no jovem não conseguia parar de imaginar o quão bom o garoto quietinho poderia a foder
Louis, 25
Harry, 35
Tw: lactation kink, breeding, traição
Ib: anon
(Vou adicionar a capa depois pq to viajando e a internet não me ajuda a carregar as fotos)

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Stockholm Syndrome
Inspirada nos livros: Assombrando Adeline, Perseguindo Adeline e Satan’s Affair.
Dark romance.
Avisos: Síndrome de Estocolmo, CNC leve, manipulação, assass!nato, descrição de agressã0, esquartejament0 e tortur4, breve menção à estupr0 (sequer tem história, apenas a afirmação). Harry não sofre, podem ficar tranquilas. Personagens de caráter completamente duvidoso. Jogo de perseguição. Breeding kink, lactation kink.
what's the matter harry? you look like you've seen a ghost
Depois do estouro da franquia de panico londres se tornou um alvo dos ataques do ghostface, harry, seu namorado e melhor amiga estavam na procura de só mais uma festinha com drogas e bebidas mas tudo tomou um outro rumo
Louis, 28
Harry, 23
Tw: h!fem, cnc, agressão, sequestro, manipulação, rape play, knife play, traição, morte, sangue, fear play
Viu deixar aqui minha recomendação se quiserem ouvir com change (in the house of flies) e cherry waves dos deftones
Boa leitura e espero que gostem :))
Sol.
🩰♡ྀི ₊ Pick me, please
"Harry nunca pensou que seu melhor amigo pudesse ter algum tipo de interesse nela. Até descobrir que Louis gostava de foder garotas parecidas com ela.... e postar na Internet"
prince of my childhood, or not? ୨ৎ | one shot l.s
〝Harriet uma jovem e doce menina, não esperava que a volta de Louis, um ex-militar e melhor amigo de seu irmão, despertasse tantas emoções novas dentro dela. O garoto que brincava com ela na infância agora era um homem irresistível, e ela luta para esconder sua atração pelo mais velho, temendo que ele descubra.
Mal sabia Harriet que o desejo era mútuo, e a tensão entre eles pode se tornar algo impossível de se conter. 〞
▪︎h!inter▪︎spanking▪︎perda de virgindade ▪︎dacrifilia▪︎dirty talk▪︎harriet19|louis26 ▪︎um pouco de manipulação▪︎squirting
⋆── .✦ my best friend's brat brother – tradicional!!

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gente se eu postar minha primeira one aqui, vocês leriam? to um pouco insegura por que nunca escrevi na vida 🥲
prince of my childhood, or not? | one shot l.s
〝Harriet uma jovem e doce menina, não esperava que a volta de Louis, um ex-militar e melhor amigo de seu irmão, despertasse tantas emoções novas dentro dela. O garoto que brincava com ela agora era um homem irresistível, e ela luta para esconder sua atração pelo mais velho, temendo que ele descubra.
Mas mal sabia a garota que o desejo era mútuo, e a tensão entre eles pode se tornar algo impossível de se conter. 〞
𖡼 ⋮ ⊳ Dirty Dreams
· Somnophilia
· Harry com bocetinha
· Breeding
· One shot
Harry tem um dia terrível e a falta de Louis, seu namorado, só amplia seus sentimentos ruins. Ele sente tanto a sua falta que deseja o ter ali consigo imediatamente.
Resta saber se o momento quente que protagonizou enquanto dormia foi real ou apenas parte de seus sonhos sujos.
ᥫ᭡
Harry estava irritado. E frustrado. E chateado.
Sua manhã havia sido a pior possível (e impossível também). Desde quando acordou e perdeu o primeiro horário de aula porque não ouviu seu despertador tocar, ou quando chegou na faculdade e descobriu que sua professora de direito tributário estava passando um teste surpresa de uma matéria que ele não estava entendendo muito bem.
E pior, que ele esqueceu seu caderno com anotações em cima da bancada da cozinha porque estava estudando no dia anterior e como estivera atrasado não viu que sua gatinha estava dormindo em cima do objeto quando saiu correndo com sua bolsa para fora do apartamento.
Além disso, tivera uma noite terrível, se dormiu uma hora foi muito, o que lhe acarretou uma dor de cabeça terrível e que teve de lidar sozinho porque nem mesmo o remédio que engoliu funcionou enquanto tentava entender aquelas sentenças do teste.
Ou seja, além de tomar uma bronca da professora, ainda teve que lidar com a dor física e psicológica de saber que iria mal naquela matéria. Já via seus fins de semana se perdendo em estudo no futuro, apenas para conseguir passar com o mínimo necessário.
Odiou matemática como nunca na sua vida depois daquele período.
A única coisa se obrigou a não fazer foi chorar, de puro cansaço e saudades também, mesmo que visse as letras e números meio embaralhados pelas lágrimas enchendo seus olhos verdes.
Aceitou seu destino e respirou fundo tentando tirar dali alguma coisa que no momento não existia muito. Teve mais dois tempos de aula, onde uma dormiu enquanto ouvia o professor falar sobre obrigações e outra estava levemente mais atento para não compreender nada que sua professora versava sobre atualidades.
E que terminou com ele todo molhado de café quando uma aluna que não se bicava muito com ele fez o favor de esbarrar em seu corpo quando estavam caminhando para a porta da saída.
Harry não tinha forças para discutir com argumentar sobre aquilo, tudo o que ele fez, foi fechar seu moletom (que era de seu namorado) e correr para fora da instituição de volta para o apartamento que dividia com Louis.
Louis esse a quem Harry atribuía toda a culpa dessa seleção de acontecimentos.
Louis tinha viajado a Manchester para um congresso, ele estudava relações internacionais e fora convidado junto a um de seus mentores a apresentação uma pesquisa em conjunto.
Harry estava super orgulhoso de Louis, aquilo era muito importante para o moreno e sabia o quão gratificante era ser notado por seus estudos.
Mas ele precisava admitir que ficar aquela semana toda longe de Louis estava sendo uma tortura. Muito embora conversassem todos os dias e jantassem juntos por vídeo chamada, não era a mesma coisa.
Era péssimo dormir sem seu namorado ao seu lado, mas Harry estava indo bem dormindo com as roupas de Louis ou no seu lado da cama.
Era suposto que Louis tivesse voltado um dia antes, mas óbvio que ele precisou ficar mais um dia naquele congresso porque um pesquisador gostou de suas ideias e quis uma reunião com ele em particular.
E depois daquela manhã terrível e com cheiro de café doce e enjoativo, notas vermelhas e dores de cabeça, tudo que Harry precisava era de Louis cuidando dele, falando sobre sua semana a qual Harry adoraria ouvir de pertinho estando no colo de seu namorado e ganhando carinho e afagos com frases mencionando que foi só um dia ruim.
Precisava, até quem sabe, matar a falta dos toques e do corpo forte de Louis o segurando enquanto fodiam lento e gostoso fazendo um bem magnífico um ao outro.
O melzinho de sua bocetinha melando todo o cacete grosso e cheio de veias de seu namorado enquanto isso.
Honestamente, Harry precisava gozar e relaxar depois daquele dia, que nem tinha terminado ainda, mas ele nem ousava tentar, pois acabaria ainda mais frustrado apenas com seus dedos finos dentro de si tentando alcançar algum lugar.
E quando ele alcançou o apartamento que dividiam, o encontrou vazio novamente senão por Evie se espreguiçando no carpete da sala. Só ali Harry se deixou desabar em todo o sentimento ruim que o acompanhou durante toda aquela manhã.
Ele escorreu com as costas pela porta de entrada, batendo os pés cobertos pelas botas no chão expulsando de si a raiva pelo dia ruim da forma mais primitiva.
Talvez ele tivesse se sentido um pouco melhor quando puxou ar e se forçou a se acalmar aos poucos, dizendo a si mesmo que ele só precisava de um descanso descente e deixar aquele dia passar, então resolveria as pendências depois. Bem, Evie concordou com um miado enquanto recebia carinho em seu dorso.
O primeiro tópico era resolver suas roupas manchadas de café e depois o seu sono, Harry jura, mal se mantém de pé com os olhos abertos, o que tornava inviável trabalhar naquela tarde.
Harry começou ligando no escritório em que estagiava explicando que não poderia ir hoje, felizmente sua chefe era um amor e bastante compreensiva com ele, o que facilitou sua dispensa naquele dia em específico desde que não fosse algo que se repetiria com frequência.
Ele desejava que não.
Ainda enviou algumas mensagens para Louis, ele não o havia respondido desde quando deram bom dia um ao outro pela manhã e Harry desejou a ele um bom encontro. Agora no auge de sua sensibilidade tudo que enviou foi um “Tive uma manhã péssima :( não sabe o quanto queria que estivesse aqui agora. Estou com saudades”.
Depois disso, largou o celular no aparador da sala e foi para o quarto que dividia com o namorado.
Logo estava se despindo na suíte e jogando as roupas no cesto, ele já sabia que teria que tomar atenção especial para tirar a mancha de sua camisa, mas ele deixou para lá a fim de sentir ainda mais rápido a água quente caindo em seu corpo.
Foi altamente relaxante quando sentiu as gotas escorrerem em seu corpo. Ele se permitiu fechar os olhos e deixar a água percorrer todo seu corpo aos poucos levando toda o sentimento ruim daquele dia embora.
Passou a esponja de banho cheia de espuma por seus braços, apertou seus mamilos levemente só para se focar na sensação e desceu por sua barriga. Tudo com calma e de forma preguiçosa.
Enxaguou sua mão e adentrou seus dedos entre os lábios de sua boceta gordinha e aparada, o médio e anelar, sentindo o toque por toda a região até a entradinha que estava sempre molhadinha, ainda mais se ficava muito tempo sem conseguir se tocar propriamente.
Honestamente, Harry amava se tocar assim, sentindo suas digitais em seu corpo e se conhecendo e reconhecendo, não apenas com a finalidade de gozar, mas poderia passar horas massageando seu pontinho doce e se sentindo ficar cada vez mais molhadinho.
Assim, sua outra mão continuava apalpando seu peitinho esquerdo, beliscando o mamilo enquanto mantinha os olhos fechados para sintetizar todos os seus sentidos apenas em seus toques.
Depois deslizava a mão em sua cintura e apertava o bumbum para sentir os vãos dos seus dedos se preencherem.
Fato era que sempre perdia o controle e acabava todo manhoso e com o braço cansado atrás de Louis para que ele desse um jeito no fogo em seu corpo. Funcionava, porque Louis sabia cuidar dele como ninguém mais sequer poderia cogitar tentar.
Por isso, ele não se demorou mais ali, tomou conta de terminar seu banho, pois estava mesmo cansado e sonhando em dormir durante a tarde toda e, se conhecia a si mesmo bem, ainda dormiria o restante da noite como o adequado.
Se enxaguou por completo e lavou seu rosto, tomando cuidado para não molhar seus cabelos porque sua ideia não era ter de secá-los depois.
Harry puxou a toalha do gancho e passou em todo seu corpo antes de se enrolar no tecido macio e fofo e ir para seu quarto. Como queria ficar confortável, optou por uma camisola leve e uma calcinha de algodão apenas.
Se sentia fresco e fofo quando terminou. Era o ideal para o momento e até já estava um pouco melhor.
Então, por fim, guardou a sua toalha pendurada no banheiro novamente, fechou a porta e se encaminhou para o colchão tão convidativo no momento. Parecia tão bom e aconchegante que Harry já derretia só de sentir a maciez quando subiu com apoio do seu joelho.
A única coisa que fez foi levar o edredom para os pés da cama, pois o dia estava ameno e ele não precisaria se cobrir, ajeitou os travesseiros e se deitou de lado, assim podendo abraçar o travesseiro com o cheio de Louis.
Seu namorado até podia não estar presente, mas isso não queria dizer que Harry não dava um jeitinho de o sentir por perto, nem que fosse no caminho do mundo dos sonhos.
Ainda com os olhos abertos, se acomodando, viu ali a pulseira de pano em cima do móvel ao lado da cama, que significava algo importante na relação deles. Harry usava como um indicador de consentimento em momentos pontuais e que foram previamente discutidos com Louis.
Porque em Louis, Harry confiava até de olhos fechados - nessas vezes, de forma literal.
Não era sua culpa se ele gostava da sensação de ser usado enquanto dormia e era ainda melhor que Louis fosse realmente muito bom em fazê-lo se sentir nas nuvens seja qual for a circunstância.
Parte de toda essa dinâmica também lhe fez falta durante a semana e sentia que se usasse a pulseira colorida, poderia materializar Louis ao seu lado, para que adivinhasse todos os seus desejos e realizasse mesmo que não estivesse consciente.
Louis obviamente não apareceria do nada em casa, afinal, ele estava do outro lado do país, mas Harry ainda sim pegou a pulseira e ajustou em seu pulso.
Com sorte, ele teria um sonho molhado que poderia contar ao seu namorado em outra ocasião pertinente.
Desse jeito, não demorou muito até que um Harry bem sonolento estivesse se entregando ao sono e cansaço dentro de toda aquela bolha que ele mesmo criou. Relaxar e esquecer as partes que o atormentaram.
Pôde sentir seu corpo caindo e caindo na imensidão do sono, o quarto escurinho, a cama gostosa, as roupas leves, seu corpo cheiroso. O mundo lá fora vivia, mas Harry nem pensava, só queria dormir.
ᥫ᭡
O rapaz atravessou a porta sem muito pensar, tinha estado apenas com uma coisa em sua cabeça durante todo o trajeto que percorreu. Seu namorado precisava dele e como precisava, podia sentir a kilómetros de distância.
Agora não importava mais, embora, Louis estava a um cômodo de diferença de seu Harry.
Ele tentou ser silencioso, algo lhe dizia que encontraria Harry dormindo, pois sabia que ele estava em casa, mas não atendera ou respondera suas mensagens. Dito e feito, seu celular estava no aparador e brilhava apenas as mensagens perdidas.
Louis pegou o aparelho, mantendo-o consigo enquanto caminhava o restante para o quarto. Agora, em sua mão, havia uma caixinha quadrada de veludo preto e o celular de seu namorado.
- Miau - chama a gata, ela parece notar que Louis não esteve lá na última semana e vai com seu tom inquisitivo até o mesmo.
Ela não parece resistir, porém, quando empurra sua cabeça fofa na calça escura de Louis, deixando ali traços do seu pelo.
- Ei, Evie - Louis diz, ele se abaixa e faz carinho em sua cabeça. - Senti a sua falta também.
- Miau! - ela tenta morder seu dedo enfim.
- Eu sei, eu sei. Sinto muito. Não vou os deixar sozinhos de novo - ele promete, não levando para o pessoal a tentativa levemente agressiva da gatinha.
Ela envolve seu rabo na perna de Louis e se estica deixando a mão dele passar em todo seu dorso, então parece satisfeita para sair rebolando pela casa até achar um cantinho para dormir.
Foi aí que Louis ouviu Harry o chamar. Tom melancólico e sufocado, ardido como se a sua única salvação viesse exatamente daquele nome, mas baixo de modo que o mesmo só registrou quando se colocou de pé novamente e chegou bem perto da porta do quarto do casal.
- Louis… Por favor, Lou- hm - dizia a voz rouca e longe, bem longe. - Só você me faz bem assim…
Louis apertou as sobrancelhas, se não conhecesse seu garoto suficientemente para saber que aquilo eram gemidos de prazer, poderia até dizer que Harry está a em perigo.
Bem, Louis se viu necessário em salva-lo de qualquer forma.
Não demorou nada para caminhar até o quarto, imaginou que Harry estivesse acordado, tivesse ouvido que Louis estava em casa e deu um jeito de chamar a atenção do namorado recém chegado. Mas não. Quando chegou até a porta o encontrou de lado na cama de casal, os dedos dos pés se apertando e as pernas juntinhas esfregando uma coxa na outra, entre elas guardando sua bocetinha molhada.
Harry estava dormindo, Louis logo constatou quando chegou mais perto, silencioso e detectando cada movimento alheio. Styles mordia os lábios vermelhinhos e sua mão ao lado de seu rosto apertando a colcha do travesseiro.
E seu pulso, rodeado pela pulseira que Louis bem sabia o que significava.
Como ele sabia que Louis estava voltando? Bem, isso não parecia importar agora. Louis considerou que Harry realmente o queria ali e estava esperando que estivesse consigo.
E o tempo havia sido perfeito, porque Harry, mesmo inconsciente parecia pronto o suficiente e Louis, se baixando ao seu lado, percebeu que seria uma judiação acorda-lo.
Cabia a ele, como seu namorado juntar o útil ao agradável e deixá-lo descansar ao mesmo tempo que pudesse lhe saciar o prazer que visivelmente sentia.
Louis deixou o celular e a caixinha em cima da cômoda, ele deixou a cama por um momento apenas para lavar suas mãos no banheiro e retornar com toda a atenção voltada a Harry.
De perto, Louis esticou seu braço em direção ao rosto de Harry, de modo que tocasse sua bochecha com a delicadeza de uma pluma, então Harry gemeu e sussurrou seu nome. Por meio segundo, Louis pensou que havia o acordado, mas era só a ilusão de Harry esvaindo de seus sonhos.
Seu corpo tremeu e Harry resmungou quando apertou mais as coxas uma na outra em insatisfação, ele se virou permanecendo deitado de costas e um suspirou deixou seus lábios.
Louis sorriu de canto, Harry era simplesmente o ser mais lindo de todo o universo e estava ali, inteirinho para si.
A camisola de estrelinhas subiu de tanto que o garoto de mexeu e se encontrava no meio da sua barriga, deixando a cintura para baixo livre e macia ao toque, exceto pela calcinha. Essa última peça era de um tecido azul clarinho, mas tinha uma mancha escura no meio, bem na altura da grutinha molhada.
Harry estava se encharcando e gemendo apenas em sonho, Louis não sabia o que se passava em sua cabeça, mas poderia colocar sua mão no fogo de que isso o envolvia.
- Oh, haz, eu vou te ajudar, eu estou aqui, amor — Louis sussurrou, se inclinado para beijar a têmpora de Harry.
Ele acha que tem que tranquilizar seu garoto por mais que ele esteja bem longe dali, em algum lugar, ele deve ser compreendido.
No momento seguinte, Louis está de joelhos no colchão fofinho. Ele sentiu falta da sua própria cama e do abraço de Harry enquanto dormem, ele não pensa muito nisso agora, pois suas digitais estão deslizando por desde os ombros de Harry, passando pelos mamilos eriçados e sensíveis e seguindo.
Quando passa pela barriga, Harry se arrepia, suas pálpebras tremem e deve pincelar as maçãs altas de sua bochecha. Ele também faz um som esquisito com a boca, Louis apenas sorri de canto, ele é tão receptivo que Louis o sente na pele mesmo sem fazê-lo de fato.
O toque é macio em suas digitais, Louis continua o caminho até o início de sua coxa esquerda, arrepiando a pele onde passa, mas ele para ali para seguir e pressionar o polegar bem onde fica o clitóris inchadinho enviando instantaneamente descargas prazerosas pela região.
Por enquanto, ele apenas sente e brinca com o botão durinho. Louis quer descobrir que reação pode receber de Harry, quer matar a saudade de seu corpo.
O cacheado quer ser usado, a vontade emana de toda sua essência, Louis vai fazer isso da forma que julgar melhor e não vai desperdiçar a chance.
Louis então desce o toque deslizando pelo tecido fino até onde está úmido e parece molhar mais quando retorna e esfrega o dedo na vertical por todo o caminho que percorreu. Os dedos de Harry tremem ao lado de seu corpo se enroscando no lençol, ele tem uma respiração pesada e Louis continua estimulando quando percebe que isso não é capaz de acorda-lo.
Ele se sente salivar, louco para provar a doce boceta de Harry e se embebedar até que não sobre nem uma única gota e que todo o tesão do corpo alheio se vá para que Harry tenha um bom sono, ficando apenas com as consequências prazerosas.
Então ele decide que não há porque reprimir esse desejo.
Assim que afasta a mão, Harry reclama, ele é bastante exigente mesmo dormindo, Louis gosta disso nele.
Ele se coloca entre as pernas de Harry, felizmente há espaço suficiente para que possa se colocar de bruços ali, levemente já afastadas fazendo com que tenha livre acesso a sua florzinha precisando de atenção. Louis nota como a mancha de antes praticamente dobrou de tamanho agora.
Deve ser apertado ali, ele pensa, então sua primeira ação é alcançar a calcinha e a tirar do caminho, com muito cuidado e delicadeza, deixando uma perna de cada vez.
Quando a peça se encontra enroscada em um dos tornozelos, Louis aproxima seu rosto entre as coxas grossas. Ele não pode se conter e deixa um chupão na parte interna na pele, marcando e reivindicando Harry como seu.
Harry é lindo de todas as formas, mas Louis precisa admitir que sua bocetinha é como uma obra de arte.
Os lábios mais grossos imploram a serem chupados, a pele em volta é macia e há alguns pelinhos aparados espalhados. A grutinha deixa tudo bem melado, ela pulsa em vontade de ser estimulada e Louis quer explorar cada pedacinho da pele cor de rosa, até ficar avermelhado e sua boca estar formigando.
Ele passa a língua entre seus próprios lábios e respira contra a pele, se apoiando em seu cotovelo, com a outra mão, ele chega perto de alcançar o melzinho, louco para prova-lo.
É ali que ele percebe Harry se mexer diferente, como se tivesse conscientemente notado toda a movimentação em sua volta.
Louis precisa se erguer e alcançar seu rosto, segurar seu queixo entre os dedos e acariciar a bochecha. Tudo com jeitinho quando chega com a boca perto do ouvido de Harry.
- Shh, tudo bem amor. Tudo bem - ele conta, aconchegando o corpo de Harry no colchão. - Você está cansado, continue dormindo… Está se sentindo tão bem assim, haz. Eu vou te fazer bem.
Louis beija a mandíbula de Harry e seu corpo paira sob o dele quase sem encostar, ele desce sua mão pela cintura de Harry e diz palavras bonitas e calmantes até que Harry vire seu rosto de um lado do travesseiro com um biquinho. Louis ajuda a manter confortável e seu namorado parece adentrar no sono profundo novamente.
Louis sorri pequeno com a conquista e não nega deixa um selar molhado nos lábios cheios e vermelhos como morangos.
Só então ele desce outra vez, a adrenalina de saber que Harry pode acordar a qualquer momento faz seu coração bater forte dentro do peito e ele se excita também com o fato de que ainda sim, Harry é extremamente maleável a qualquer coisa que ele decidir dali para frente.
Louis não perde tempo dessa vez, passa dois de seus dedos na xotinha, desde o clitóris durinho até onde a lubrificação escorre aos montes, ele recolhe com a ponta dos dedos, nem precisando adentrar muito para conseguir o suficiente.
Ele os separa e vê como o líquido é espesso não se separando com facilidade, sua língua captura o fio antes mesmo de chupar os próprios dedos com o sabor de Harry. Louis fecha seus olhos, ele suga até não haver nada mais, só para manter o gosto em seu palato por mais tempo.
Ele mesmo se provoca, porque pode simplesmente cair de boca naquela boceta gostosa, mas prefere acreditar que tudo tem um tempo correto.
Ele repete o movimento, o indicador e o médio brincando com a entradinha apenas com a pontinha, ouvindo o som molhado que faz, mas seus lábios se aproximam mais e agora capturam o grelinho, chupando com vontade. Inevitavelmente, ele ouve Harry gemer, ele não olha, mas tem certeza que sugou sua boquinha quando o fez.
E Louis não pode nem se enganar, ele mesmo gemeu quando colocou a língua para fora e tratou de lamber toda a região sem deixar de explorar nem um cantinho.
Com o polegar, ele afastava e abria espaço para não deixar falta nenhum lugar e vez ou outra esbarrava no nervo de propósito só porque via a coxa de Harry tremelicar com a mistura de atos.
Ele chupou a grutinha que misturava o melzinho natural de Harry com sua saliva e adentou sua língua no canal, sentindo-se beber algo vindo diretamente do paraíso.
O melhor era ver como Harry reagia a cada estímulo, fazendo com que Louis tivesse ainda mais afinco cada segundo mais.
Ele sentia que poderia gozar realmente muito só de chupar Harry e nada mais.
Quando mais chupava e massageava, mais lubrificação escorria da xotinha de Harry, que se misturava com a saliva de Louis e formava uma boa mancha no lençol claro. Absolutamente que Louis nem se preocupava com isso, seu próprio queixo era uma bagunça de fluidos e aquilo soava quente pra caralho.
Enquanto dava uma atenção especial ao lábios e ao clitóris, a fim de dar a Harry a melhor mistura de prazeres, Louis adentrou o canal vaginal com seus dedos. Eles corriam fácil por lá e de forma até considerada preguiçosa ao que seu foco era sua boca.
Eventualmente ele massageia dobrando um pouco seus dedos para encontrar o pontinho de prazer de Harry.
Harry começou a apertar suas pernas e Louis até precisou segurar suas coxas para que de mantivesse afastado, ele até mesmo se tornou mais alto, lembrando a Louis como podia agir como uma putinha sedenta mesmo no décimo sono.
O melhor é que ele nem cogitava mais acordar, os gemidos eram gostosos de ouvir e certamente involuntários. Era apenas seus sentidos e os estímulos de Louis o carregando até um orgasmos sem que precisasse de esforço algum.
Louis continuou chupando e dedando Harry com afinco, movimentos bastante certeiros. Sua língua passeava por toda a boceta e até arriscou morder levemente os lábios que a envolviam, puxando um pouco e só soltando depois de sugar e obter um sol alto pelo quarto.
Harry gozou quando Louis combinou os estímulos em seu ponto G com chupões consideráveis em seu grelo melado, molhando ainda mais os dedos de Louis com seu melzinho.
Louis viu aquilo como uma recompensa e recolheu tudinho com a boca, agridoce e gostoso. Ele podia sentir em seus lábios os tremores que a bocetinha dava por ter sido bem usada naquele tempo, o tom rosado de antes tinha desaparecido e era realmente toda vermelhinha como devia ser.
Louis sabia que Harry devia estar se sentindo tão bem e estaria melhor ainda quando acordasse e visse seu estado. Ele se ergueu de joelhos para ver o resultado final.
Harry tinha o peito se mexendo em respirações levemente descompassadas e seu pescoço estava suado como se tivesse estado fazendo exercícios pesados. A boca era ainda mais avermelhada assim como as bochechas e toda sua pele que estavam coradinhas.
Além de, claro, a boceta fodida e usada juntamente do lençol em volta molhado e amassado.
Ele estava divino, mas poderia ficar ainda melhor e Louis decidiu isso quando sentiu seu pau fisgar, o tesão o lembrando o quão bom era ter o gosto de Harry em seu sistema de novo.
Louis nem precisou levantar muito sua camisa ao desfazer o zíper de sua calça jeans e baixar minimamente sua boxer apenas para liberar seu pau e suas bolas. Ele não sabe como aguentou ficar com ele assim tanto tempo, o volume demonstrava o quão excitado Harry o deixava.
Ele estava duro e sensível ao toque, apenas o ato de envolver o membro com seu punho que fez gemer em deleite e expelir mais pré gozo que Louis não tardou em usar para que pudesse mover sua mão com mais facilidade.
A imagem que tinha em sua frente e tudo que a precedeu era mais que suficiente para auxiliar Louis em seus movimentos.
O nome do namorado deixava seus lábios e em timbre sujo com facilidade, mesmo assim Louis se contia mordendo sua boca porque ainda não queria correr o risco de acordar seu menino.
Seu punho se movia rápido em dado momento, ele usava a outra mão para massagear suas bolas, Louis fechou seus olhos e tombou a cabeça para trás expondo seu pescoço quando era demais para ele sequer sustentar suas pernas.
Ele alcançou a mão de Harry que estava de palma para cima ao lado se seu corpo e entrelaçou seus dedos, assim podendo estar próximo suficiente para pincelar a glande em sua florzinha como toque final que ele precisava.
Observou como Harry franziu o cenho pela estimulação em excesso.
Louis veio em uma explosão gostosa quando adentrou a cabecinha na entradinha já aberta e que o envelopou rápido no canal quente. Por mais avassalador que fosse, ele nunca perderia o momento em que poderia pintar a pele de Harry com seu prazer.
Seu gozo escorreu da grutinha, mas Louis continuou golpeando com seu punho até que seu orgasmo secasse, assim deixando a barriga, as coxas e até uma gotinha na bochecha de Harry sujas com sua porra.
Tinha feito uma verdadeira bagunça com seu namorado e ele nem estava realmente ali para concordar consigo.
Louis, porém, estava bastante satisfeito com o resultado. Ele recuperava a respiração e o seu coração que ainda batia acelerado desde o segundo que entrou no quarto.
Era tão bonito que ele precisou registrar aquilo.
Assim que se recuperou, ajustou o pau de volta para suas calças e foi atrás da câmera instantânea que sabia que tinham guardada no armário. Ele não demorou nada para encontrar e ajustar todo o mecanismo para que pudesse registrar alguns cliques de como havia deixado Harry.
Por mais que o cacheado não acreditasse quando despertasse daquele jeito, o moreno fez questão de manter o registro em pelo menos três ângulos distintos. Cada um mais bonito e quente que o outro. Foco em seu corpo, em seu trono e em seu rostinho corado.
Louis se viu ainda mais apaixonado pelo garoto.
Louis pegou uma caneta permanente e escreveu a data no verso, então as deixou num canto limpo na cama, ele alcançou a caixinha que tinha trazido quando veio mais cedo e a colocou junto das fotos de uma forma apresentável. Aquilo *tudo* era um presente para Harry, de qualquer forma.
Depois, ele decidiu por uma coisa, que ainda faria parte daquela cena toda que fizeram em conjunto, porque ele nunca faria nada se não soubesse que Harry estava 100% de acordo com aquilo.
Louis pegou o celular de Harry e desbloqueou, apagando as mensagens que enviou quando estava para chegar e que Harry não havia aberto - e nunca iria saber que estiveram ali.
Ele então retornou o celular para cima da cômoda e deu uma última olhada. Harry também tinha regulado sua respiração e ressonava com muita calma, mas desde então nem mesmo havia se movido.
O moreno se aproximou e deixou outro um beijo nos lábios do namorado.
Então ele partiu, refez todo o caminho do apartamento, disse tchau para a gata no tapete e saiu pela porta da frente como se nunca houvesse estado lá.
ᥫ᭡
Harry não fazia ideia de quanto tempo dormiu quando começou a sentir sua consciência voltar.
Ele lembra de ter tido um sonho bom, mas sonhos parecem se esvair sempre que você vai retomando a realidade. Essa era a parte ruim de sonhos, a parte boa da realidade é que ela deixa rastros.
Harry se sentia revigorado, sentia seu corpo relaxado e sua mente descansada. Estava pronto para outra.
Sentia também… Sentia-se meio mole, o que era irônico.
Ele abriu os olhos e estava de costas para o colchão, como se tivesse sido deixado assim e não como se fosse uma escolha totalmente sua.
Um arrepio subiu por todo seu corpo quando ele moveu um braço até sua barriga, que estava descoberta pelo tecido da camisola. A sua boceta estava formigando e latejando, como se tivesse acabado de ter um belo orgasmo, a sensação toda era como tal, honestamente.
Ele se sentia cheio, constatou isso quando levou a mão até sua entradinha e encontrou ali bem molhadinho. Talvez tivesse gozado enquanto dormia, ele não conseguia isso muitas vezes sozinho, mas talvez fosse o caso.
Ainda despertando, sorriu com essa noção, era exatamente como esperou quando foi dormir. Satisfatório, até.
Então ele molhou seus dedos, movendo suas pernas e plantando os pés na cama no processo, fechou seus olhos quando se sentiu terrivelmente sensível até para se tocar. Ele levou os dedos até sua boca e então arregalou seus olhos quando constatou que aquilo não era seu.
Foi aí que percebeu, além de tudo, se sentia usado, porque provavelmente era o que tinha acontecido. Não só tinha gozado, como tivera feito alguém faze-lo.
Ele se levantou num salto, sentando na cama e tendo dificuldade para registrar todas as informações ali presentes.
Havia goza ainda fresca em vários pontos de sua pele, a sua cama estava encharcada e ele nem saberia identificar o que era o que. Sua boceta tremelicava e escorria, o lembrando como gostava daquela sensação, mas ao mesmo tempo, seu sangue corria frenético em suas veias tentando juntar as peças.
Estava confuso e de pupilas dilatadas, mas se colocou a acalmar. Estava tudo bem, as coisas fariam sentido alguma hora.
Ele estava a ponto de se desesperar, mas então encontrou os mimos deixados no canto de sua cama, fazendo com que se estivesse até lá para entender mais esse quebra cabeça do que se tratava.
Eram fotos suas, muito bonitas naquele ângulo, ele precisava admitir e aquele fator realmente o acalmou, porque os números atrás das fotográficas eram de só uma pessoa: Louis.
Mas como Louis poderia estar ali, se era suposto que estivesse em outra cidade?
Louis está em casa?
- Louis! - Harry nem para e termina de averiguar o que há em sua cama, ele só se levanta correndo para ver se Louis voltou para cama. - Oh, Deus - mas ele para, suas pernas tremem demais, sua calcinha enrosca no seu tornozelo e ele escorre porra entre as pernas.
Aquilo seria tão vergonhoso se ele não pudesse achar quente. Ele genuinamente acha quente, Louis deve achar, Louis precisa ver isso.
- Louis? Amor! - ele se acalma e veste a calcinha de novo, ele pode lidar com o resto depois que encher Louis de beijos e agradecer pelo que fez.
Exceto que Louis não está em casa.
Nada.
Não há nada além de Evie que se põe a seguir Harry pelo apartamento quando percebe que o dono preferido acordou.
Mas é só isso e não é como se Evie pudesse delatar Louis - ou qualquer outra pessoa.
Harry volta levemente frustrado para o quarto, mas não é dos piores sentimentos agora. É como se ele não conseguisse se sentir mal depois daquele sono maravilhoso.
Ele respira e infla as bochechas quando retorna ao quarto. Ele tem mais um item para olhar e até se surpreende por sua curiosidade não ter resolvido abrir a caixa de veludo primeiro.
Quando o faz, sua mão vai a boca em surpresa, é um lindo colar de prata em formato de coração com pedrinhas brilhantes. É tão bonito e parece ser leve, do tipo que se molda no pescoço e nem parece que está lá.
Harry está levemente emocionado, ele quer pegar e usar naquele exato momento, mas também é tão delicado que ele tem receio de tocar.
E ele não o faz, porque seu telefone toca.
Harry até mesmo se assusta, ele ainda está meio lento, mas atende perto do quarto toque.
Era Louis.
— Harry! Que susto, amor, não estava atendendo — Louis suspira, não parece ser a primeira vez que não é atendido.
— Lou! Eu estava… dormindo — Harry soa incerto, ele está aos poucos recobrando tudo que precisava.
— Oh, eu imaginei, baby — Harry pode ouvir um pequeno som vindo de Louis, algo que ele não pode identificar ao certo o tom, isso o faz inevitavelmente sorrir. — Sinto muito por seu dia ruim.
— Você está voltando para casa? — Harry se vê perguntando em seguida.
— Para casa? Como sabe? — Louis pergunta, há pura confusão em sua voz.
— Porque… Você não está? — Harry questiona, mas ele sabe a resposta e realmente gosta de entrar na encenação.
Isso os faz realmente bem.
— Cheguei há pouco, era uma surpresa, mas você adivinhou — Louis diz risonho. Harry ouve, há realmente barulho de estação de três ao redor de Louis. — Nenhum dos meninos está disponível, consegue vir me buscar na estação?
— Você acabou de chegar? Realmente agora? — Harry franze o cenho, tão envolvido que está.
— Uhn, sim? Estou te dizendo — Louis diz, ele tem um jeito calmo e carinhoso porque não poderia usar outro tom quando fala com Harry. — Não piso em Londres desde semana passada — brinca.
O próximo ato de Harry é dizer a Louis que vai buscá-lo, ele só precisa se arrumar – e dar um jeito na bagunça da sua cama rapidamente.
Se Louis estava na estação agora, como ele tem certeza que também estivera consigo enquanto dormia o proporcionando as melhores sensação possíveis?
Harry não tem tempo a perder, ele se arruma em questão de meia hora. Colocando lençóis para lavar, tomando banho e guardando as fotos junto das outras que já tinham seu lugar próprio.
No fim, ele está pronto para sair e usando o colar que apareceu em sua cama, é o mais lindo de todos e é seu resquício de realidade para seus sonhos sujos.
Mais tarde, ele vai, aos beijos, dizer a Louis que o ama muito e ainda vai agradecer e eles não vão falar sobre aquilo, porque sabem a verdade e não precisam registrar isso.
Essa história também pode ser lida e salva no ao3:
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