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ʟᴇᴛ ᴍᴇ ᴄᴏᴍᴇ, ᴘʟᴇᴀꜱᴇ 🦇 ݁ ˖ִ ࣪
Onde Louis é um calouro virgem na universidade um pouco perdido entre os dormitórios e encontra um veterano de Gastronomia que o ajuda a se encontrar.
Ltops;
Hbottom;
Não há uso de preservativos!
Vampirismo;
Powerbottom;
Asfixiofilia;
Overstimulation;
Dupla penetração;
Sadomasoquismo;
Edging;
Virgindade;
Belly bulge
🩸Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler. Me digam se houver qualquer errinho, estou com uma pequena dificuldade na correção! Boa leitura, mwa
🦇 ݁ ˖ִ ࣪
Tomlinson não havia imaginado que sua vida na universidade seria tão complicada. Não como um pretexto para dize-lo que é menos inteligente que os outros estudantes, mas realmente se tornou um grande empecilho quando tomou as rédeas da própria vida e saiu da casa dos pais para morar em um país desconhecido e por conta própria.
O moreno é natural de uma cidadezinha pacata no interior da Inglaterra, então tem sido um pouquinho complicado lidar com a nova rotina, mas nada que não consiga superar. No entanto, há algo pior que Tomlinson pode caracterizar como 'complicada' na sua integração no campus da universidade.
As presas afiadas apareciam de vez em nunca entre os lábios fininhos e vermelhinhas do moreno, apesar de conversar o mínimo possível e esconder os lábios assim que o integravam em alguma conversa. E tem se tornado difícil tentar esconde-los. As aulas de cálculo geral eram melhores neste quesito. Não era necessário falar muito. Apenas arrumava os óculos retangulares que escorregavam para a ponta do nariz pontudinho e realizava anotações importantes.
Seu porte não tão musculoso. Era algo que aparentemente chamava muita atenção dos estudantes ao seu redor. Ainda, a atenção que recebia era descomunal.
Louis não se considerava alguém com uma beleza surpreendente ou algo como Damon Salvatore para chamar os olhares de todos garotos e garotas que passavam por ele. Mas por algum motivo acontecia. Então, precisou se acostumar a usar roupas mais grossas e casacos de lã quentinhos quando seu período coincidia com o inverno, ao tentar se esconder. Até que ao menos conseguisse tomar as rédeas e controlar seus instintos por mais tempo.
Nessa noite de novembro, o moreno carregava alguns cadernos pequenos de anotações e seu tablet em uma das mãos enquanto bebericava um copo de chá de limão ao andar de volta para seu quarto individual no grande campus da universidade. Torceu o nariz algumas vezes devido ao cheirinho forte que os outros alunos exalavam e abaixou a cabeça para não lidar com suas pupilas dilatadas. Sua barriga roncava de tanto tempo sem comer com o dia atarefado e se sentia exausto, completamente.
Tomlinson fez uma careta incomoda quando começou a se aproximar da porta de madeira que integrava o grande corredor com todos os dormitórios.
O som estava alto e não esperava algo diferente vindo do campus de exatas. O cheiro de álcool e maconha ardia seu nariz. Torceu para quando se deitasse na cama o cheiro de sangue dos universitários ao redor não o atingisse também, levando em consideração que no fim destas festas sempre aconteciam imprevistos e brigas entre jovens idiotas, ou algum tarado com fetiche em sangue.
O som alto e as sensações causavam calafrios em seu corpo não treinado enquanto continuava a caminhar de cabeça baixa pelos corredores até a porta de seu dormitório individual.
Apertou os olhinhos azuis algumas vezes sentindo a visão embaçar e o corpo querer cambalear um pouquinho por estar tão estimulado e sentir tudo tão intensamente.
Não havia ninguém que soubesse sobre sua 'condição'. Tomlinson acredita fielmente nisso e espera que continue por todo o tempo que precise para graduar.
–Tomlinson, cara.–Sentiu uma mão o sacudir nos ombros, o parando no meio do caminho e tirando um pouco da sua concentração no piso de madeira decorado, quando finalmente olhou para cima pela primeira vez ao entrar na fraternidade integrada.–Já esta bêbado, porra? A festa começou agora.–Niall o olhava animado com duas garrafas de vidro na mão, quase vazias. As pupilas dilatadas nos olhos azuis um tanto menos intensos mostrava como ele estava tão altinho também, assim como o resto dos estudantes que rodeavam a porta aberta com um som alto e muitas vozes agitadas. Niall o tocou no ombro novamente com um sorriso ladino no rosto esperando uma resposta. Achava que o amigo estava bêbado e talvez fosse o motivo de estar meio tonto enquanto andava.
–To' bem, cara. Obrigado, mas não bebo.–O moreno respondeu dando um sorriso amigável enquanto tentava respirar fundo e retomar sua consciência para continuar o caminho. Ajeitou os fios lisinhos que caiam na testa a todo custo e o óculos que escorregou na pontinha do nariz.
–Desde quando não bebe?
–Horan, você pergunta isso toda vez, cara. Não tomo álcool.– O moreno riu, um pouco mais aliviado com a distração da conversa apesar do cheiro forte que vinha do loiro.
–Poxa, é verdade.– A expressão de Horan mudou drasticamente, enquanto entortava os lábios e parecia um tiquinho chateado por não ter lembrado disso do melhor amigo. Louis riu com a expressão dele. Eles tinham a mesma conversa todas as vezes que encontrava Niall em alguma festa do seu curso.
–Tá' tudo bem, amigo. Aproveita aí. Amanhã saímos para tomar um café ou alguma coisa. Vai ser bom pra sua ressaca e preciso terminar a lista de questões de cálculo.– Tomlinson alisou o ombro do amigo gentilmente e sorriu reconfortante enquanto escondia os lábios por trás das mãos disfarçadamente ao sentir um cheiro forte metálico vendo uma ruiva se aproximar de Horan.
A garota usava um vestido castanho e coladinho no corpo, marcando os seios fartos e aparentava estar igualmente alterada como o loiro. Debbie se encostou em Niall se esfregando e cochichando algo indecente no ouvido dele.
O moreno torceu os lábios novamente para o que escutou -e prefere não dizer em voz alta-, tentando esconder os caninos aparentes pelo cheiro forte de sangue vindo da garota, que provavelmente estaria menstruada, e as bochechas carmesim pelas coisinhas ditas. Relaxou os ombros quando encontrou a brecha perfeita para continuar o caminho até seu dormitório, vendo o quanto Niall pareceu se entreter com a ruiva na sua frente, apesar de mais tonto que antes.
Parava no caminho algumas vezes, olhando para o chão e respirando fundo para controlar os instintos. Louis deu mais uma bufada aliviado quando finalmente sentiu as presas um pouquinho menores. Os cabelos castanhos estavam bagunçados e caíam em sua testa pela agitação.
Andava um pouquinho mais devagar, não notando quando passou direto pela porta do seu dormitório, abrindo novamente outra porta de madeira que integrava o restante dos quartos de dentro da grande fraternidade. Não havia uma divisão exata de competição de fraternidades ou algo do tipo como em universidades americanas. A faculdade apenas integrava uma grande fraternidade para todos os cursos e alunos que possuíam a chance de se alojarem nos dormitórios, era fácil acesso para qualquer um dos outros quartos e poderia trombar com um estudante de qualquer outro curso a qualquer instante.
Os barulhos e cheiros diminuíram drasticamente, o que, apesar de aliviar o peso nos seus ombros deixou Louis um pouco incomodado pelo estranhamento. E então notou um cheiro diferente dos provenientes da festa.
O cheiro de comida. Que era tão tão forte, e mesmo que desta vez um pouco mais reconfortante, o fez cambalear mais um pouquinho novamente.
–Obrigado pelo pouquinho de trigo. O meu havia acabado e eu não me atentei. Prometo retribuir. – O moreno escutou uma voz doce e carinhosa vindo de dentro de um dos quartos. Rapidamente levantou a cabeça para a porta a sua frente. Ela era toda decoradinha com pequenas camélias de adesivo em volta da maçaneta violeta e ele acreditaria ser um dormitório feminino se a voz que escutou de dentro não soasse masculina, apesar do tom doce e carinhoso.
O cheiro de queijo grelhado ficava cada segundo mais forte quando misturado com a colônia adocicada que a pessoa atrás dela usava no momento.
As pupilas dilataram novamente e Louis coçou com a ponta dos dedos a barba rainha e ruiva olhando atentamente para a porta.
Por algum motivo estava enfeitiçado pelo cheirinho que dissipava no ar, quando em abrupto a porta abriu e Louis pode ver o rosto que acompanhava voz doce e carinhosa.
–Oops. Merda. – O moreno ralhou baixinho ajustando as mangas do suéter azul enquanto tentava desviar o olhar do garoto a sua frente quando seus olhares se encontraram.
–Oi– O garoto pendeu para o lado apoiando o quadril em uma das pernas e sorriu dócil com as covinhas fundas mas bochechas vermelhinhas a mostra. –Você está bem?– Perguntou com a voz ainda mais dócil e melancólica -se possível-. Se aproximando delicadamente do homem a sua frente e o deixando encarar por mais tempo.
Tomlinson finalmente pode notar e admirar com mais cuidado os cachos castanhos que caiam um pouquinho na testa na tentativa de um rabo de cavalo bagunçado. Os olhos verdes e que tinham as pupilas igualmente dilatadas, juntamente com os lábios grossinhos e brilhosos que acompanhavam as covinhas bonitas nas bochechas.
E, porra. O garoto é lindo.
Usava uma blusa de manga longa preta de gola alta e justinha em todo seu tórax e braços por baixo do avental branco, que não aparentava a sujeira de farinha de trigo como as dobras das mangas da blusinha mostravam em seus cotovelos.
Não era um avental profissional, como utilizado em aulas da faculdade ou em restaurantes renomados por chefes de cozinha, mas ainda bonito. Louis acredita que o acessório talvez nem fosse tão bonito assim, o garoto que era.
As fitinhas que amarravam em torno da sua cintura delineavam a parte do corpo, mostrando o quão fininha e curvilínea ela era. Havia também um paninho pendurado em um dos lados da fitinha, e provavelmente utilizava alguma calça de malha ou moletom como ele estava usando por baixo, mas não notou a tempo suficiente de ser chamado atenção.
As bochechas de Louis coraram pelo tempo que passou observando o garoto com afinco, quase o secando. Dilatou as narinas novamente e respirou fundo o cheirinho bom que conseguiu reconhecer como uma colônia frutada com alguns tons florais.
–Ei, suas pupilas estão grandes, gatinho. Está passando mal? – O menino se aproximou um pouquinho mais se possível para o olhar mais de pertinho, sorrindo igualmente maior ao observar as maçãs do rosto fundinhas, os olhos azuis e chamativos e sua barba ralinha ruiva que completamente chamava a atenção.
O garoto de olhos azuis coçou a barba com a ponta dos dedos novamente olhando para o lado numa tentativa de desviar o olhar mais uma vez. Já foram incontáveis. Fazendo o cacheadinho sorrir o secando um pouquinho mais discreto e lambendo os lábios com a pontinha da língua ao observar as mãos do homem completamente coberto, e como as veias nela se destacavam com tanto afinco nos dedos tatuados e bonitos.
–Meu nome é Harry. Por que não me responde?
–Perdão, foi falta de educação da minha parte. Estou um pouco tonto. Não quis ser mal educado ou te atrapalhar, mas acho que me perdi nos dormitórios. Sou Louis Tomlinson.
–Bem, senhor Tomlinson. – Pigarreou divertido. –Acho que seja calouro para ter se perdido nos dormitórios e vir parar na porta de um estudante de gastronomia.
–Porra, fui tão longe assim? – Louis pestanejou, finalmente se dando conta da diferença da aparência do corredor que estava. —Me desculpe mesmo, Harry. Sou calouro e o cheiro e barulho das festas no meu corredor estavam insuportáveis, não quis te incomodar. –Deu um passo para trás ao mesmo tempo que Styles se aproximou dele.
–Se os barulhos estão tão ruins e altinhos, não tem problema ficar aqui! Desde que não incomode os outros estudantes. –Harry limpou os dedos longos na toalhinha que tirou do avental branco o olhando com um sorriso cafajeste.
—Eu sou quieto, acredite. —Harry soltou uma risadinha pela frase enquanto o moreno torcia a sobrancelhas para tentar entender o que tinha de tão engraçado nisso.
Estava o caçoando?
–Não quer entrar, Louis? Pode ficar aqui um tempinho. Até as festas pararem, ao menos. Festas de calouros são realmente um porre, mas se acostuma com um tempinho. –Suspirou.– Mas me parece um pouquinho tonto, posso te pegar um remédio e preparar algum chá para se acalmar, gosta de canela ou lavanda? –O cacheadinho sugeriu carinhoso.
–Me parece papo de psicopata que vai me torturar dentro do seu dormitório, chefe. – Tomlinson riu um pouquinho, tentando soar mais amigável.
E honestamente, o sorriso do garoto bonito era tão contagiante que estava cogitando realmente fazer aquilo. Afinal, seriam só alguns minutinhos até que arrumasse um lugar para passar aquela noite como fez diversas vezes.
Louis tinha um fundo onde guardava dinheiro para possíveis imprevistos, e mamãe era muito gentil e carinhosa quando se tratava de situações como essa. Quando se mudou, sabia que situações assim viriam acontecer e estava completamente disposta a o ajudar como for.
–A menos que queira ser morto e torturado com uma caçarola italiana e um pouquinho de chá. Eu não colocaria veneno, não posso estragar minhas receitas assim, gatinho. Que coisa feia pensar isso de mim. –Fez um biquinho dramático apesar de estar feliz do garoto azulado estar um pouco mais a vontade e distraído. –Vamos, entre. Só até estar um pouquinho melhor. E não me engane, senhor Tomlinson. Pude escutar sua barriga roncando de longe!
–Tudo bem. Mas apenas um pouquinho, não quero te atrapalhar. Até me estabilizar, sim? – O moreno sorriu pequenininho ainda envergonhado do garoto bonito ter o convidado para entrar.
Qualquer ser humano com algum senso crítico teria recusado a oferta, mas analisando a situação, quem realmente estaria em perigo seria o Styles. E Louis espera realmente que o cheiro de dentro do quarto com uma pequena cozinha ao lado não seja tão mais forte a ponto de suas presas aparecerem novamente.
Louis estava errado.
Ao que Harry abria melhor a porta para que ele pudesse entrar e acompanhava para dentro guardando o paninho em suas mãos e desamarrando o pequeno laço do avental atrás da sua cinturinha. Tomlinson dilatou as narinas para a mistura de cheiros que o acoitou de inicio. E com toda certeza, o cheirinho de Harry estava tão mais forte dentro do pequeno alojamento.
Notou a pequena mesa de estudos com um notebook apoiado em cima e uma pilha de livros, algumas fotos e anotações grudadas na parede a sua frente e tudo devidamente organizadinho. A cama do cacheado aparentava ser um pouco maior que uma de solteiro convencional, com o edredom rosa e arrumadinha com algumas almofadas. Tomlinson sorriu ao perceber o perfeccionismo do cacheadinho. E mesmo que sendo um dormitório estudantil, seu espaço era individual e se parecia muito com Harry. Exalava delicadeza, organização e o principal, seu cheiro gostoso.
Andou um pouquinho para frente da bancada com algumas cadeiras onde o garoto provavelmente fazia suas refeições e notou a pequena cozinha com os utensílios que com toda certeza era primordial para suas aulas praticas e receitas feitas em casa.
Tamborilava a pontinha dos dedos na bancada de madeira, ainda desviando o olhar do cacheado para que o outro não notasse seus olhos quase assustadores pela pupila grande.
–Seu quarto é bonito. –Sorriu gentil tampando os dentes com os lábios fininhos. –É você nas fotos? –Apontou com a outra mão para as pequenas polaroides, ainda torcendo o nariz de vez em quando após fungar fundo.
Harry terminava de dobrar o avental e deixar em cima da bancada oposta a Louis, buscando uma luva para retirar a caçarola de dentro do forno sem se queimar. Desviou do objetivo, vestindo a luva e andando ate a frente de Louis.
–Sim. Quando era pequenininho. –Sorria carinhoso com a lembrança.
–Está usando perfume? – Tomlinson corta o assunto, se assustando com a pergunta que até o pegou desprevenido.
–Está te incomodando? Me desculpe, não era para estar tão forte. –Se afastou novamente do moreno para abrir o forno e retirar o utensílio de vidro com cheirinho de coco e queijo ralado da sobremesa.
Apoiou o refratário perto da pia, tirando a luva térmica novamente e retornou o assunto. –E para saber, não uso perfume ou algo do tipo, gatinho. O cheiro me deixa enjoado. –Deu uma pausa. –Não gosto de perfumes em mim.
Tomlinson apertou os olhos ao saber que aquele cheiro gostoso vinha diretamente e naturalmente do cacheadinho.
–Pode se sentar na cama, é mais confortável. Estou terminando de dar os últimos toques na receita, e pode comer se quiser. Tire o casaco, o calor vai te deixar mais enjoado. Quer algum chá? Posso te dar um com todo prazer.
–Não, obrigado. Vou me sentar um pouquinho até conseguir melhorar e ligo pra dormir na casa do meu amigo. – O moreno comentou previamente, aceitando a oferta de retirar o casaco grosso de lã e pendurou em cima de uma das cadeiras, mostrando seu fisico um pouco musculoso na camiseta de gola baixa e de alguma banda hippie desconhecida. –Não se importa mesmo que eu me sente na sua cama?
–Não mesmo.
O cacheado o observou atentamente quando Tomlinson se sentou na pontinha da cama, o viu virar a cabeça um pouquinho para o lado e sorriu maior ao notar a cicatriz em sem pescoço.
Tão sutil mas não conseguiu passar despercebido. Mordendo o lábio inferior com a pontinha dos dentes e um sorrisinho travesso pela recém descoberta, o cacheado deixou a tarefa de terminar a receita de lado quando caminhou para frente da cama e do moreno. Harry não era bobinho, e também não era como se seres místicos ou fantasiosos fossem realmente ficção como os livros costumam demonstrar de maneira exagerada. Eles existiam de uma maneira completamente camuflada entre os seres comuns. Ser algo do tipo não é algo que se deva exibir por ai.
Algo que Styles saberia lidar muito bem, eram com vampirinhos. E não seria necessário que lesse livros e grimórios antigos para que entendesse do assunto. O cacheadinho tinha certeza do que aquela marquinha já cicatrizada no pescoço do moreno com carinha de nerd significava.
Louis finalmente percebeu o quão mais delineado o corpo de Harry era sem aquele avental quando se acomodou na pontinha da cama e direcionava o olhar tímido para o garoto bonito, era quase como se seu corpo o puxasse unicamente para o garoto bonito.
A blusa gola alta apertadinha demais para sua sanidade na cintura delineada do outro universitário, e marcando os mamilos pontudinhos dos peitos proeminentes e aparentemente inchadinhos. A calça moletom que caia em baixo do umbigo de cintura baixa, mas apertavam um pouco nas suas coxas grossinhas, como um fodido modelo.
Styles fez o melhor biquinho que pode, de forma teatral antes de iniciar o assunto.
–Essa marca no seu pescoço...
–Porra. –Tomlinson se assustou com a citação e tentou esconder a todo custo a cicatriz com a mão, mesmo sendo tarde demais. –E-eu não vou fazer nada, eu j-juro. Posso ir embora, me desculpe mesmo. Cacete. –Respondeu rápido demais com um semblante preocupado no rosto e um pouco de chateação ao perceber que pode ter perdido uma possível amizade ou uns beijinhos trocados que poderiam dar por um descuido seu de deixar aquilo aparecer, imaginando que provavelmente estaria assustando o cacheadinho naquele ponto.
–Eu não mordo, gatinho. Quem morde é você. –Harry sorriu ladinho, andando com os quadris de um lado para o outro em direção do moreno, quase rebolando dentro da calça justinha, fazendo Louis perder o ar com a maneira que Styles parecia tão dominante simplesmente com o jeitinho que falava. E não precisaria de muito para o ter na pontinha do dedo, ele tem certeza disso. –Não precisa ir embora. Não tenho medo.
Tomlinson torceu a sobrancelha em confusão mais uma vez.
–Louis, posso te perguntar uma coisinha?
–Talvez.
–Está namorando? –Louis corou com a pergunta, se sentindo sem saída a cada segundo que se passava e Harry se aproximava mais dele devagarinho. Parando em pé entre suas pernas afastadas, em uma postura que soaria dominante se não fosse o olhar baixo e o jeitinho que mordiscava o lábio inferior, escondendo o máximo seus dentes proeminentes. Se pudesse classificar Styles em alguma caixinha, certamente ele seria uma loba.
–Não. – O garoto respondeu rápido e desesperadinho. A pontinha do dedo empurrando o óculos que escorria no nariz pontudinho.
–Você me beijaria se eu fizesse?
–Achei que era só uma pergunta, chefe Styles.
–Eu posso te perguntar mais essa, então! Ainda não me respondeu, meu bem. –Se aproximou mais um pouquinho, se possível.
A canela batendo no box da cama e inclinando seu corpo para mais pertinho do de Louis enquanto se abaixava lentamente. Tomlinson, em resposta, começava a se apoiar nos cotovelos na cama com tanta aproximação. Suas bochechas se tornando quase violeta de tão vermelhas e as narinas largas para respirar bem fundo o cheiro gostosinho que Harry exalava como um maldito pecado, assim como o dono.
Tomlinson definitivamente não se importaria de ir ao inferno se Styles fizesse o pecar.
Louis apenas acenou com a cabeça, parecendo desesperado suficiente para que Harry desse o próximo passo. E ele o fez.
O cacheadinho se aproximou finalmente, juntando seus lábios em um selinho dócil e carinhoso. Sentindo a barba crescendo na palma das mãos quando acariciou o rosto do moreno com afeição.
Tomlinson suspirou baixinho com o selinho e se deleitou quando iniciaram um beijo lento e envergonhado ainda por sua parte, se deitando completamente na cama e deixando apenas o tronco um pouquinho levantado para que o cacheadinho pudesse subir em cima dele. Harry sorriu quando suas línguas se encontraram e começou a ser um pouquinho mais afoito, explorando a boca do moreninho com os lábios vermelhos. Subiu mais um pouquinho em cima dele se possível, com os joelhos em cada lado das coxas abertas para sentar-se em cima delas, manhoso.
Soltou um gemidinho com o jeitinho delicado que Tomlinson o beijava o imitando. Sentindo o cheirinho de perfume floral do garoto e esfregando um pouco nas coxas musculosas do moreno.
Soltou um ofego baixinho, separando o beijo com uma mordidinha no lábio fininho de Louis e o lambendo logo a seguir. Encarou Louis, os olhos azuis brilhantes, e riu baixinho quando o outro tentou juntar suas bocas novamente para continuar se beijando.
—Tá' animado, gatinho? -- Louis concordou afoito com a cabeça tentando novamente voltar o beijo gostoso, mas Harry o segurou no lugar com a palma da mão, ainda acariciando a barba ralinha. —Faz tempo que não beija ou me quer tanto assim?
—E-eu te quero.
—E a outra pergunta?
Tomlinson desviou o olhar pela primeira vez depois daqueles longos minutos.
—Eu nunca beijei.
Harry sorriu maior, exibindo os dentinhos de coelho e mordendo o lábio com a informação nova. Se ajeitou sentando um pouquinho mais para frente no colo de Tomlinson e sentindo seu pau durinho por baixo do pano moletom com tão pouquinho. As bochechas do bumbum gordinho quase que instantaneamente abrigando o volume longo que sentia pulsar gostosinho perto do seu cuzinho.
Sua pupila dilatou, quase consumindo complentamente as íris verdinhas do cacheadinho, enquanto suas covinhas apareciam mais fundinhas com o sorrisinho que dava.
— E está assim com tão pouquinho, Tomlinson?
—Desculpa. N-não era para-
–Shh, eu quero. Seu beijo é uma delicia, gatinho. Mas eu posso fazer muito mais, sabe...— Tirou uma das mãos do rosto de Tomlinson, levando a pontinha dos dedos para a barra da calça do moreno e riu baixinho quando escutou um ofego vindo dele, sem nenhuma hesitação. —Você parece tão grosso, Lou. Será que sabe só morder ou me comer gostoso também, vampirinho?
—Porra. —Louis revirou os olhos azuis com o palavreado, sentindo a calça apertar com o cacete durinho ardendo em baixo da boxer e juntou seus lábios novamente em um ato de impulso. Feliz que Harry retribuiu ele muito muito bem.
Styles voltou a o beijar com mais afinco. Se encontraram agora de maneira desesperada um pelo outro, as línguas enroladas e se esfregando rapidinho de uma maneira que quase soaria vergonhosa, acompanhando Harry dando gemidinhos manhosos na pontinha da sua língua em cima do caralho gostoso, o apertando. Tomlinson sentia a cabecinha dolorida no tecidinho mole pulsar deliciosamente e revirando os olhos desta vez tão fortemente ao sentir Styles sentar mais forte e apertar seu membro entre as bochechas do bumbum enquanto tinha a barba ralinha na palma da mão do outro.
E ele tinha certeza que gozaria vergonhosamente rápido com o jeitinho que o cacheado conseguia o dominar.
Harry mordeu o lábio inferior dele, expondo os dentes afiados do moreno e sorrindo ladino quando escutava o nerdzinho gemer extremamente alto. Retirou os óculos retangulares do rosto do moreno, jogando em qualquer canto da cama, o dando mais liberdade de beijar gostoso o moreno.
Deu mais uma lambidinha em cima da boquinha rosada de Tomlinson, apertando suas bochechas fundas com a palma da mão e não deixando de olha-lo nos olhos por um segundo sequer quando desceu um pouquinho os dedos da mão livre.
A pontinha do indicador delineando seu maxilar e descendo lentamente pelo peitoral magro até que pudesse acariciar os pelinhos ralos em baixo do umbigo do vampiro, se afastando um pouquinho e perdendo o contato do seu cuzinho tão perto do caralho grosso. Desceu o olhar enquanto passava a pontinha do indicador, delineando o contorno do pau duro por cima da malha fininha.
Contraindo o cuzinho ao sentir Tomlinson gemendo na sua língua conforme retornavam o beijo desengonçado e seu próprio pau pulsando dentro da calcinha fininha, completamente molhadinho e gemendo manhoso com o leve toque da pontinha do dedo se lambuzando de pré-gozo.
A pontinha do polegar e indicador com as unhas pintadas de um lilás brilhante e tão delicadinho como o cacheado, contornavam a cabecinha inchada, sentindo a boquinha carnuda salivar com a grossura que conseguia sentir, apertando delicadamente a pontinha gostosa e rodeando onde sentiu ser a fendinha, já que sentia sua ponta do dedo mais molhadinho ao apertar naquele ponto.
Tomlinson gemia audível e manhosinho na boquinha do cacheado, mas arregalando os olhos abruptamente quando sentiu perder o contato gostosinho e ao mesmo tempo preguiçoso do garoto em seu colo.
—Você pode gozar comigo rebolando no seu colo, gatinho? — Harry perguntou baixinho e com um biquinho para ele quando se desencaixou do beijo molhado, apertando as sobrancelhas e com um olharzinho pidão, mas que não conversava com seu impulso ao voltar a se sentar em cima do cacete pulsando do moreno. Apertando a bunda gorda no seu colo e girando os quadris gordinhos em movimentos circulares, como se estivesse o cavalgando.
—H-Harry-, eu — Tomlinson jogou a cabeça para trás, expondo as veias tortuosamente grossas no pescoço bronzeadinho e arrancando um sorrisinho maior de Styles. As mãos ainda espalmadas do lado do seu corpo no colchão, envergonhado de segurar na cintura delineada e bonita. —Eu vou v-vir rápido, e depois não v-vou conseguir, oh, isso.
Harry rebolava mais forte em seu colo com afinco, girando o bumbum cheio de um lado para o outro, mas mudando o ângulo para se esfregar para frente e trás, como se o vampiro fosse seu cavalo e ele estivesse o cavalgando deliciosamente.
Sentia o pau longo e pulsante esfregando entre as suas bochechas abertinhas e tão próxima do seu buraquinho o fazendo sentir a pré-porra encharcar sua própria calcinha através do tecido da calça. O suor escorrendo e grudando alguns cachos rebeldes no seu rostinho e pele leitosa que se tornava avermelhada.
O próprio pau esfregando na renda da calcinha igualmente lilás e sentindo os poucos músculos do abdômen de Louis roçarem sua glande, molhando a malha fina da camiseta do nerdzinho e aumentando os movimentos, ficando cada vez mais rapidinho ao que sentia Louis respingar e sentir seu pré-semen em todo seu cuzinho, mesmo com tanto tecido. Seu próprio pênis estocando e esfregando por cima do abdomen contraído e delicioso.
—Essa será a primeira vez, amor. Quero fazer muito mais com você, vampirinho. Não estamos nem perto de acabar. —Levou a própria mão para a sua cabecinha inchada, levantando a camiseta de Tomlinson para acariciar a pontinha melada nos gominhos enquanto se esfregava mais forte, rebolando como uma maldita putinha. Com a outra mão, largou de apertar as bochechas vermelhinhas do mais novo, descendo a ponta das unhas por seu pescoço e simulando apertar o pescoço bonito, o segurando levemente para testar o limite do garoto. —Goza gostosinho pra’ mim, gatinho- oh porra. — Revirou os olhos com o gemido muito mais escandaloso dos que Tomlinson estava soltando, o sentindo esporrar em toda cueca apenas com os dois se esfregando gostosinho.
— Porra, porra, porra, O-oh Hazz. —Abria a boquinha bonita, sem vergonha de soltar sons deliciosos com o garoto gostoso o dando prazer.
Ele praticamente se sentia no paraíso.
— Gozou tão rapidinho, amor. — Harry se sentou para trás, em cima das coxas grossas e torneadas de Tomlinson. O pau durinho ainda dentro da calcinha apertada naquele ponto e sentindo a renda arranhar sua cabecinha deliciosamente.
Passava a palma da mão em cima do membro ainda duro do moreno, olhando pra bagunça que tinha em sua calça e ansioso para finalmente tirar aquele tecido que atrapalhava sua visão.
Apertou o caralho grosso e pulsante, mal fechando a palma em torno dele e levantando o olhar novamente para encara-lo com as pupilas dilatadas. Lambendo os dentes superiores com a pontinha da língua e sorrindo maior do que já fez ao mostrar suas presas aparecendo, igualmente as de Tomlinson, apesar de bem mais afiadas e grandes do que do universitário, arrancando um suspiro surpreso do outro.
— Harry. Você também… — Suspirou pesado, torcendo a sobrancelha grossa e sentindo o pênis voltar a endurecer, mesmo que sensivelzinho por ter gozado vergonhosamente rápido.
— Foi um garoto tão bom me obedecendo, Lou. Nem preciso te estimular para ficar durinho pra mim novamente, não é? Já está latejando na minha mão, gatinho, tão obediente. Bom menino. —O apertou mais fortemente, quase próximo de o machucar mas ao observar as expressões do moreno, percebeu que ele amava a dorzinha tanto quanto ele. — Deixa seu pau livre pro seu Harry, meu bem. Quero te mamar agora, mhm?
E Tomlinson então, tão rápido como sentiu a mãozinha de Styles o apertando deliciosamente, sentiu o contato se dissipar, não largando o olhar dos movimentos delirantes do cacheado e a forma bonita que ele conseguia performar cada passo que dava.
Descendo a calça e a boxer até o meio das coxas, o suficiente para sentir o peso do caralho longo encostar em seu umbigo por cima da camiseta e expor suas bolas inchadas, ansioso para o que viria a seguir.
Styles se levantou, virando de costas para o moreno parcialmente deitado na sua cama ainda, puxando a camiseta de gola alta por sua cabeça e bagunçando um pouco mais seus cachos chocolate que retirou o elástico o prendendo, e expondo a cintura delineadinha de costas.
As unhas lilás rodeando a barra da calça e descendo ela lentamente pelos quadris e coxas grossinhas enquanto virava o pescoço e olhava para o membro grosso e arrocheado de Louis por cima dos ombros, empinando para trás ao descer o tecido por seu bumbum em exibir a calcinha fininha que mal cobria seu cuzinho piscante para o calouro.
Sentiu o buraquinho contrair quando observava o moreno de canto rodear o próprio pau com a mão, punhetando o caralho devagarinho e gemendo baixinho pela visão gostosa do cacheado empinadinho na sua direção, não largando os olhos do cuzinho apertado e sentindo que poderia gozar novamente apenas observando o cacheado assim, como um maldito punheteiro.
—Vai gozar tão gostoso dentro de mim, não é, Lou? Vai esporrar todinho dentro de mim e vai durar bastante quando eu sentar forte em você. — Passou a calça finalmente pelas suas canelas, andando para a pequena mesinha próxima a cama e retirando um vibrador grande de dentro, para voltar a cama e joga-la ao lado de Louis, o vendo arregalar os olhos com o brinquedinho.
Mas o dildo grosso do seu lado no lençol não seria nada obsceno comparado com a visão de Harry caminhando e rebolando os quadris para ele, ainda vestido naquela maldita calcinha. O pau de Styles esturricado dentro da renda com pequenos desenhos de corações por toda ela e que mal conseguia cobrir sua protuberância em um volume delicioso, aumentando o movimento preguiçoso da punheta que Tomlinson fazia unicamente para o cacheado.
E porra, Louis tem certeza que poderia observar o garoto por toda eternidade.
Harry chegou finalmente pertinho dele, mordendo o lábio inferior de um jeito safadinho e deixando alguns filetes de de sangue escorrerem pelo seu queixo ao que suas presas machucavam ali, deliciosamente.
A coxas grossas bateram no box acolchoado novamente, posicionado entre as pernas grossas de Louis que estavam abertas, o fazendo parar a punheta imediatamente, observando os movimentos do cacheadinho.
—Vem mais pra pontinha da cama, Lou. Quero te mamar gostoso. Quer isso?
—Porra, sim. — Engoliu em seco, obedecendo o garoto bonito prontamente e disposto a fazer absolutamente qualquer coisinha que ele quisesse fazer a partir do momento que seus olhares se cruzaram.
A mão quentinha do cacheado circulou o membro espesso de Tomlinson, agora, devidamente sem qualquer peça o impedindo.
Sentindo a boquinha salivar com a espessura e as veias grossas e pulsantes com o pouquinho toque. O caralho tão duro como se estivesse para gozar pela primeira vez e não tivesse feito isso anteriormente.
Começou com movimentos delicadinhos, punhetando o membro grosso quando se ajoelhou no chão, empinando bem a bunda gorda e lambendo os filetinhos de sangue que escorriam dos próprios lábios, desviando o olhar de Louis que tinha as pupilas dilatadas e bonitas em sua direção para focar unicamente no cacete.
Observava o jeitinho que a cabecinha do pênis inchado ficava esporadicamente mais rubra em um vermelho escuro e sentindo saliva descer pelo seu queixo. A glande sumindo deliciosamente na punheta e deixando o prepúcio completamente coberto e voltando a mostrar a fenda jorrando uma quantidade grande de pré-porra.
—Quer que eu te chupe, Lou? —Apertou o punho em volta da grossura gostosa. Girando o pulso e continuando a masturbação preguiçosa, acompanhando os gemidos manhosos que saíam da boca fininha de Tomlinson que acenou freneticamente para a pergunta.
—Implora.
—H-Harry, mhm, cacete-
—Implora, caralho. — Parou abruptamente com a punheta, s0ltando o membro e sentindo o seu próprio pingar enquanto apertava as coxas grossinhas, com os joelhos um pouquinho doloridos por cima do tapete felpudo. Recolheu com a pontinha do polegar a lubrificação do vampirinho, levando para seu próprio pau esturricado no meio das coxas e provocando a cabecinha sensível, enquanto o olhava esperando que Louis o obedecesse.
E ele o fez.
— Por favor, por favor, por favor, Harry. Por favor, eu- oh. Harry eu quero sua b-boca, por favor.
— Assim que eu gosto, gatinho. — Sorriu ladino para o moreno, esticando a língua e voltando a fechar a mão em volta da grossura. Deixando um pouquinho da saliva acumulada pingar em cima da fenda melada e escorrer pelos lados do membro e suas bolas. Com lambidinhas de gatinho na ponta grossa, o gosto salgado tomando conta do seu paladar e gemendo manhosinho na cabecinha inchada somente em sentir a grossura do homem e como ele gemia desesperado, soltando muxoxos desconexos e desesperado para sentir o aperto quente da boca de Styles.
Harry percebeu que o garoto não duraria tanto com as suas provocações, tomando início de rodear a cabeça grossa inteira nos lábios cheinhos, espalmando as mãos nas coxas de Louis e gemendo em seu caralho quando sentiu os pelinhos finos de Tomlinson se arrepiarem com a boquinha quente e apertada em volta dele.
O cacheadinho apertava cada vez mais forte o cuzinho pulsante, querendo se acabar no membro de Louis o mais rápido possível, mas tão tão satisfeito de ter Tomlinson se acabando de gemer com pouco tempo que o colocou na sua boca quentinha e apertada.
Os lábios grossinhos tentavam ao máximo proteger as presas para que não o machucasse naquele momento. As unhas se agarrando nas coxas do moreno enquanto seus movimentos com a boca aumentavam. Lambendo e mamando Louis, com a cabeça se movimentando para cima e baixo. Gemia manhosinho na pontinha do caralho pulsante na sua boca.
—H-harry, eu, cacete, gatinho. —O moreno gemia mais audível do que havia feito, e suspeitava que naquele ponto sua garganta arranharia na manhã seguinte, mas Harry não parecia se importar nem um pouquinho com os sons altos. Ele amava um homem gostoso gemendo daquele jeitinho pra ele. —Eu vou gozar, eu, mhm.
As presas de Styles ficaram mais aparente do que estavam antes, de quando estava tentando esconder, levando o calouro ao limite com as pontinhas dos dentes afiados arranhando sua carne grossa e sensível.
Sentiu os músculos das coxas sob suas palmas endurecerem, percebendo que o moreninho realmente estava pertinho de gozar.
Tirou o membro babado da boca inchadinha e quase tão rubra quando o caralho delicioso de Tomlinson com um barulho audível, em uma linha fininha da sua saliva ainda conectando sua língua habilidosa na cabecinha gorda, quando usou uma das mãos para o rodear novamente e apertar a fenda da cabecinha com força, o impedindo de esporrar novamente.
—Shhh, gatinho. Você não vai gozar agora, mhm? Vai esporrar só quando estiver dentro do meu buraquinho, meu bem. —Apertou o polegar mais firmemente, observando o membro se tornar um tom arroxeado e gemendo juntamente com Tomlinson ao que levou a pontinha da língua para lamber os filetes de sangue que escorreram dos arranhões que saiam da coxa de Louis. Aumentando suas pupilas dilatadas e sorrindo ao que o caralho pulsou mais firmemente na sua palma, o soltando rapidamente para perder o contato.
— Você não vai se tocar. – Ordenou.
Styles se levantou de onde estava ajoelhado, sentindo os joelhos avermelhados e doloridinhos. Subiu devagarinho em cima do moreno, de quatro e engatinhando em sua direção. A palma da mão molhadinha empurrou o peitoral de Louis comprimido e contraído por ter sido impedido de gozar, o forçando para que se deitasse completamente na cama.
O cacheadinho então se sentou em cima do quadril do outro, sentindo seu próprio membro durinho e negligenciado se esfregar deliciosamente e delicado sob o membro do outro, se empinando um pouquinho para que aproximasse seus rostos mais uma vez. As duas mãos, desta vez, acariciando a barba ralinha de Tomlinson, delineando com carinho o rosto avermelhado por se segurar tanto, deixando selinhos delicados sob os lábios fininhos e machucados enquanto era igualmente retribuído. Iniciando mais um beijo calmo, para que Louis regulasse a respiração enquanto esfregavam as línguas lentamente.
Tomlinson finalmente tomando coragem de segurar e acariciar os cachos suados de Styles em um carinho delicado, movimentando suas cabeças de um lado para o outro e deixando Harry chupar a pontinha da sua língua em um certo ponto, com selinhos estalados entre os beijos cortados e calminhos, gemendo extremamente manhoso com o garoto empinadinho em cima dele.
— Está sendo um garoto tão bonzinho para mim, Lou. É meu bom garoto, não é? —Apertou os fiozinhos da sua nuca, os cabelos castanhos e escorridos ainda suados como seu pescoço, sentindo a respiração do moreno se regular um pouco mais, apesar do membro arroxeado e sem qualquer toque ali continuar pingando, com um olhar pidão é completamente submisso.
— Sim, sim, eu sou seu bom garoto, Hazz.
— Uhum, você é, meu vampirinho. Quero sentar bem gostosinho no seu caralho, Lou. Você quer?
— Sim sim, hmpf, por favor. —Deixou um selinho novamente, carente dos toques do cacheadinho e finalmente quebrando o contato de olhar os olhos bonitos e verdinhos do garoto quando o observou de canto Harry recolher o vibrador esquecido ao lado deles na cama e o lançar um olharzinho inocente, deixando Tomlinson sem imaginar qual seria seu próximo passo para prosseguir com aquilo.
— Sei que vai gozar rapidinho quando eu sentar em você, Lou. Mas vai me deixar usar seu pau como brinquedinho pra mim. Não é?
— Eu sou seu. Faço o que você quiser. —Soltou uma lufada forte de ar quando via o mais velho delinear o vibrador com a pontinha dos dedos, torcendo as sobrancelhas curioso sobre o que Harry faria ali.
Sem perder mais um minuto, Harry segurou o membro inchado de Tomlinson com a outra mão assim que largou o toque em suas bochechas fundas. Rodeando a cabecinha no seu cuzinho pulsante ao levantar o quadril mais que necessariamente costumava fazer pelo tamanho do mais novo, introduzindo e sentando no cacete e Louis de uma vez.
O pescoço branquinho e leitoso jogado para trás, junto com seus cachos bagunçadinhos e formando um biquinho ao gemer escandaloso como era, pela grossura dentro do seu cuzinho tão apertadinho.
— Caralho, Harry. Que cuzinho gostoso. Mhm. — Louis apertava as sobrancelhas apertando os dentes afiadinhos com o olhar grudado no pau meladinho de Harry roçando em seu abdômen contraído. Ainda segurando o vibrador grossinho com a outra mão branquinha enquanto mantinha a palma espalmada sob o peitoral de Tomlinson, sentando com força no caralho grosso.
Subia as coxas grossinhas e descia sentando forte sob as bolhas inchadas e prestes a gozar de Tomlinson, contraindo o buraquinho guloso e rebolando em círculos lentamente. Gemia escandaloso com o tamanho e grossura do calouro, mas tão ansioso por mais, porque sabia que aguentaria e levaria Louis igualmente a loucura, que não deixava de intercalar os olhos azuis brilhantes da cabecinha inchada e rosadinha pingando sob seu umbigo; as sentadas gostosas do cacheadinho, observando o jeito que seu caralho entrava quase explodindo de prazer no cuzinho apertado e era esmagado pelas paredes quentinhas; e a outra mão de Harry ainda segurando o vibrador grosso, quase como se o provocasse a pensar o que fariam com aquilo.
— Q-que boquinha afiada, amor. Mhm. Seu caralho me come tão bem. — Circulou o quadril, com um grito e soluço engasgado ao que sentiu a cabeça gorda apertar no seu pontinho sensível quando finalmente o achou e se levando ao limite. Contraindo tão mais forte que havia feito antes e arranhando o peitoral magro do moreno, arrancando filetinhos de sangue dele. Observou o abdômen dele se contrair sob seu próprio pau negligenciado, sorrindo pequenininho entre os gemidinhos.
—Vai gozar pra mim, gatinho?
— Eu OH. Porra, Harry. M-me desculpa, eu não v-vou aguentar.
— Vai gozar tão rapidinho, não é? — Tomlinson acenava freneticamente para a pergunta de Styles, completamente submisso para qualquer coisa que o outro vampiro quisesse fazer com ele. Absolutamente qualquer coisa.
E Harry estava feliz em testar todos os limites possíveis do moreno. Ele ama um nerdzinho sob a palma da sua mão.
Mas então o mundo de Louis desabou.
Harry saiu rapidamente do seu colo ao que os gemidos se tornavam mais grossos e as veias grossas de Tomlinson ficavam mais estufadas ao que estava pertinho de gozar.
Levantou os joelhos, sentindo o membro grosso deslizar para fora do seu cuzinho e despencar na própria barriga de Louis sob a poça de pré-porra que Styles havia deixado ali.
O polegar do cacheadinho rodeou a cabecinha de Louis novamente, apertando a fenda com firmeza e rindo sarcástico com o desespero do moreno em baixo de si.
— Não, não, não, não. Por favor, n-não. —Apertou os dedos no lençol bagunçado, levantando o tronco um pouco e revirando os olhos brilhantes pelas lágrimas que ameaçavam cair, retorcendo o rosto magro por ter sido impedido de gozar mais uma vez.
— Shhh, gatinho. Você vai gozar em mim. Mas quero você esporrando bem forte no meu cuzinho, sim?
Louis engoliu em seco, tentando controlar a respiração aos poucos e acenando para o cacheadinho.
— Bom garoto. Agora deita. — Harry comandou, e sendo obedecido prontamente enquanto finalmente levava o vibrador em frente ao seu corpo, soltando o polegar da glande de Louis no pau arroxeado e inchadinho, ligando o brinquedinho para brincar e massagear a própria glande. Sentado sob as coxas grossas de Tomlinson e sentindo crescer as presas ao lado dos seus dentinhos de coelho. Gemendo dengosinho e formando um biquinho por finalmente ter algum estímulo no pau negligenciado, mas que não durou muito porque seu objetivo era outro. —Está mais calmo, Lou?
—Uhum. —Respondeu preguiçosamente, lambendo os filetes de sangue da sua boca machucada e se deliciando com o gosto no seu paladar.
Styles ligou o vibrador do dildo, apertando um pouquinho sob a sua fenda meladinha e gemendo manhoso enquanto buscava o membro de Louis com a outra mão, voltando a enfiar no seu cuzinho, sentando lentamente nele e contraindo o buraquinho em volta dele.
Tirou o vibrador do próprio pau durinho, se deixando cair sob o abdômen do calouro novamente e se empinando ao espalmar a mão no peitoral de Louis novamente. Subindo um pouquinho mais a mão para perto do pescoço bronzeadinho e levando o brinquedo grosso, mesmo que não tanto quando o caralho de Tomlinson, para perto do seu buraquinho, introduzindo de uma forma grosseira e gritando um gemido engasgado ao que sentiu o cuzinho dilatado por ser rasgado pelos dois ao mesmo tempo, sem qualquer preparação, se deliciando com a dor.
O gemido que acompanhou o grito delicioso de Louis, arregalando os olhos em estado de choque com a sensação deliciosa de dividir o espaço apertadinho com o brinquedo e sentir a vibração por toda sua extensão negligenciada.
— Pode gozar quando q-quiser, mhm, Lou. — Arranhou o pescoço bronzeado com a pontinha das unhas pintadas, ainda empinadinho para que pudesse enfiar o dildo no próprio buraquinho tão tão tão aberto e gulosinho.
Tomlinson gritou mais um gemido engasgado, soltando lágrimas pelos olhos brilhantes e as sobrancelhas apertadinhas ao esporrar jatos grossos imediatamente, como um cachorrinho que obedece os comandos do seu dono.
E seu dono era completamente Harry.
A visão se tornando turva enquanto esporrava pelo que pareciam horas a fio, sem parar um segundo sequer e tornando o buraquinho do cacheado em uma bagunça melada, facilitando o deslizar do vibrador que Harry socava forte e gritava gemendo para ele também.
— M-mas eu só vou parar quando eu gozar no seu abdômen t-todinho Oh, Lou. Mhm. —Sorriu sapeca, soluçando os gemidos e se empinando mais, se possível, em cima do moreno quando sentia o caralho dele continuar duro apesar de ter acabado de gozar e sentindo melar ainda mais sua barriga com a expressão desesperada de Louis, ao que ele aumentou os movimentos do vibrador e rebolava mais forte em seu colo.
— Ha-Harry, p-para. E-eu não vou oh, caralho. — Gemeu entre-cortado, revirando os olhos ensopado de lágrimas. —Eu não vou a-aguentar. Por favor.
— Shh, gatinho. Eu tô’ quase vindo, o-oh. —Apertou o cuzinho mais forte ao redor dele, babando por todo seu queixo ao sentir os dois o rasgando completamente em uma dor extremamente deliciosa, sentindo ser deliciosamente arrombado. Mas deu uma risadinha sarcástica quando sentia o desespero de Tomlinson. — Como tem coragem de dizer que não vai aguentar se é você quem está me comendo, Lou? Olha como você está empurrando seu caralho no meu cuzinho. Mhm, porra, que delicia.
— Harry, Harry, Harry. Caralho. — Gemeu, a garganta rasgando por tanto estímulo no pau sensível, sentindo Harry se deitar um pouco mais em cima dele e rodear sua traqueia completamente, desta vez com a mão que antes estava em seu peitoral, ao mesmo tempo que sentava mais forte sob suas bolas doloridas, o enforcando e fazendo de um jeitinho que Tomlinson nunca imaginou sentir quando sua visão escureceu com a respiração cortada pela forma que o cacheadinho o enforcava. Gozando mais uma vez e esporrando pouquinhos jatos dentro do cacheado juntamente com Harry, completamente super estimulado pelo pau sensível, enquanto contraia o cuzinho e gozava pela primeira vez, ambos juntos e sensíveis.
Harry parou com os movimentos aos pouquinhos, soltando o pescoço de Tomlinson e o deixando respirar finalmente. Retirou o brinquedinho de dentro dele, jogando em qualquer canto da cama e saindo devagarinho de cima do pau do calouro, observando admirado como Louis parecia tão acabadinho em baixo dele.
Buscou uma das mãos de Louis, que continuava obedientemente espalmadas no colchão, juntando dois dedos dele e levando para o seu cuzinho, enfiando devagarinho para manter a porra grossa dentro dele.
Se deitou sobre o corpo de Louis delicadamente, ainda mantendo os dois dedos tatuados e grossinhos de Tomlinson dentro do seu buraquinho, controlando a respiração juntamente com ele.
— Respira fundo pra mim, gatinho. —Deixou beijinhos delicados no pescoço vermelhinho, subindo para seus lábios fininhos em um selinho carinhoso. — Estou aqui, mhm?
— Caralho, Harry. —A voz saiu fininha através da garganta arranhada, soltando um sorriso completamente satisfeito quando conseguiu finalmente controlar a respiração e sentindo toda sua porra na pontinha dos dedos dentro do buraquinho do cacheado.
—E dizem que vampiros são imortais, Lou. Espero que tenha gostado. Quero sentar no seu pau gostoso pelo resto da nossa eternidade.
🦇🦇🦇🦇
oioi, amores! Me sigam o que acharam e me perdoem qualquer errinho de escrita. Estou um tiquinho insegura pois me sinto enferrujada em escrever, mas me digam por favorzinho o que acharam! Aceito sempre críticas construtivas e ideias do que gostariam que eu escrevesse!! Amo vocês, mwa mwa 💋💋
ℒ𝒾𝓁 𝒷𝓊𝓃𝓃𝓎 🐇 1
🐇 🐇 🐇 Onde Tomlinson trabalha como profissional em body piercing em um estúdio reconhecido e recebe a visita de um coelhinho com as bochechas rosadinhas e um olhar de falsa inocência
Ltops/ Hbottom
Mistico/ mysticism
HarryInter/ Harry com bucetinha
Lemon gay.
Uso de ambos pronomes tanto quanto de ambas genitálias. (Na parte 2)
Powerbottom
🐰 ೄྀ࿐ ˊˎ- Pendurou a sair e desta vez decidi arriscar em algo que havia ainda não testado. Espero que tenha lido as tags. E lembrete gentil, Styles é um ser mistico, sim??! Ele tem o que quer e se transforma no que quer. Verao isso de forma crua na segunda parte. espero que aproveitem! Beijinhos, amo vocês! Mwa! Boa leitura 💋
ೄྀ🐰
– Tomlinson, fala sério, porra. – Liam explodiu em risadas mais uma vez, apertando os olhinhos e jogando a cabeça para trás ao olhar para o calendário pelo quem sabe a milésima vez no dia.
– Não enche, Payne. – o moreno revirou os olhos azuis com um sorriso ladino. Retirava as luvas de silicone azuis, buscando um esterelizate e cuidando da bancada de trabalho onde deixava posicionado seus materiais, jogando fora alguns pedaços plásticos e bolinhas de algodão sujos na pele já utilizados.
– Terceiro ano seguido que o coitadinho vai aparecer, Tommo. Igual a porra do papai ou mamãe Noel. - Tomlinson ri mais uma vez com um biquinho nos lábios ao se recordar da insistência do garoto, que talvez realmente aparecesse no estúdio pelo terceiro ano consecutivo se buscasse contabilizar, levando em consideração de que nunca estava ali nas páscoas.
– Do coelhinho da Páscoa, quer dizer?
– Exatamente! Esse garoto deve ter quantos anos já? Qual o problema em trabalhar na Páscoa, até eu trabalho.
– O problema é que o garoto que você diz vir toda Páscoa tem o ano inteiro para fazer uma perfuração. Porque aparecer no feriado em busca de um piercing? E nem vai poder comer chocolates depois.
– Sou eu que recepciono ele porque sou sozinho no estúdio, idiota. Talvez seja o único momento livre para ele fazer.
– Na manhã de Páscoa? Conta outra, Lee. – Riu novamente apertando os olhos azuis. Apesar da crescente curiosidade acerca do garoto em questão. Por nunca ter visto o rostinho dele ou ao menos entender o motivo de apenas aparecer esporadicamente no seu estúdio para agendar algo, o qual Liam diz ser uma perfuração muito particular para não conversar diretamente com o bodypiercing. Tomlinson.
Louis Tomlinson e Liam Payne haviam aberto um estúdio de tatuagem e piercing quando conseguiram dinheiro suficiente para completarem o curso e terem especialização na área. Desde vendendo docinhos que dona Jay os fazia quando estava terminando seu ensino médio, até retratos como caricaturas que Liam fazia por ser sempre um menino tão talentoso.
No entanto, a área de trabalho estava neste ponto superlotada, o que levou os dois amigos à necessidade de buscar especializações no campo para que se destacassem em modelos e estilos específicos e pouco feitos por ali. Uma maneira alternativa de não cair num limbo de um empreendimento falido e um sonho pela metade. Eles tentaram.
Não foi tão difícil, no entanto. Louis Tomlinson se deu conta de que apesar da certificação como tatuador, sua maior habilidade era realizando as perfurações. Muitas vezes chamadas pelas suas clientes de mãos de fada. Soava engraçadinho, mas era reconfortante saber que seu trabalho tem crescido pela eficiência, alem de ser um dos únicos da região que realizava perfurações íntimas. Payne lidava com tatuagens no estilo aquarela, um estilo que ainda estava crescendo na região e tinha um lucro relativamente alto. Tanto pelo estilo escasso dos tatuadores do Reino Unido, tanto quanto a estranheza que causa, mas definitivamente fascinante.
E então, desde os 17 anos havia sido apenas os dois. O que não tornou-se problema durante estes longos 7 anos. O estúdio era muito bem valorizado e trabalhavam apenas com agendamentos. Intercalavam entre os trabalhos e já discutiram de talvez, futuramente, contratar alguém que fizesse um estilo destoante de tatuagem ali.
O moreno coçou a barba quando terminou de retirar o antigo tecido descartável da maca, limpar a sala e lavar devidamente as mãos. Se deu o luxo de espreguiçar e estalar as costas fortes um pouquinho, estalando e alongando as palmas das mãos juntas pra cima e expondo um pouquinho dos pelinhos ruivos que seguiam seu caminho até o cox da boxer e um spoiler do umbigo e da barriga magrinha.
–Amanhã está tão cheio assim? – Louis encostou do lado do amigo, observando a pequena planilha com os agendamentos e o calendário de abril ao seu lado para observar os trabalhos a serem feitos.
– Tenho um trabalho de 3 cm às 9 horas da manhã. Um trabalho maior de 8 cm na costela, e um não definido para as 17 horas da tarde, provavelmente divido em duas seções porque será free hand nas costas.
– Por quê colocou a maior tatuagem e que irá ganhar mais por último invés de faze-la inteira e aproveitar a Páscoa?
– Buddy, você precisa entender que aquele é o homem mais bonito que já vi na minha vida. Se eu fizer toda em um único dia, não vou o ver de novo. – Apertou os lábios finos num biquinho, arrancando um bufo baixinho do amigo que buscou o mouse para olhar as sugestões de clientes para ele atender que ainda não haviam sido confirmados. – Vai atender na Páscoa, Tommo? O que aconteceu com você?
– Eu não sei. Eu não sei para as duas respostas, entendeu? Você poderia ver quais os possíveis trabalhos para mim?
– Piercings na orelha, clássicos, dois pares de piercing nos mamilos. Duas perfurações íntimas, um umbigo. No total são 12 perfurações agendadas, Louis. Na porra de um feriado. Você vai tirar grana pra caralho.
Tomlinson ficou quietinho por um instante, repensando a ideia agora que sabia da dimensão, o simples pensamento se tornara tentador. Mas Payne continuou a falar.
– Olhe quem está nos agendamentos, Tommo. – Apontou com a pontinha do dedo para um dos contatos que aparecia na tela com sus foto de perfil reluzente. Um conjunto perfeito da blusa de seda rosinha que deixava suas clavículas a mostra, as covinhas e os cachos chocolate junto com o sorriso que cobria os dentinhos. –O coelhinho.
– Coelhinho?
– Verá os dentinhos dele. – Empurrou o ombro do amigo, ajeitando o casaco no cabideiro próximo à porta e piscando mais uma vez para o melhor amigo, enquanto o outro batia a pontinha dos dedos na mesinha pensando sobre.
Liam pendurou o cachecol junto, já moreninho na grande sala para iniciar a organização para seu primeiro atendimento.
– Quase oitocentas libras por um dia, tommo boy.
– Eu não estou pobre, porra.
– E o coelhinho.
O azulado se deu por vencido, respirando fundo e sorrindo ladino mais uma vez desde que não deixava os olhos de fixarem a tela com a foto do garoto.
Quem sabe uma perfuração em seu umbigo ou um pequeno brinquinho. Parecia combinar com o rostinho da foto.
•
A manhã de Páscoa havia se iniciado de maneira leve. Tomlinson morava sozinho e apesar de soar deprimente passar feriados sozinho, era algo que você se habitua. E o moreno estava acostumado com isto há algum tempo. Ainda que se lembrasse das tentativas de esconder os ovos de Páscoa que tem certeza que mamãe fazia, mas o pequeno garotinho sempre a pegava de cantinho com os dedos enrugados de tinta replicando as patinas de um animal, se lembrava com carinho.
E desta vez, realizaria aquele trabalho durante o feriado de para enviar muitos presentes e doces para as garotinhas e a mamãe que ainda não tiveram a oportunidade de se mudar para a capital.
Louis continuaria no seu interiorzinho também se isso não significasse desistir do que quis desde pequeno.
•
O m0letom que o homem usava se parecia mais como um cardigan fininho num tom verde militar e com sua gola alta para lidar com o ambiente climatizado do estúdio, junto com sua calça jeans um pouquinho mais larga e com um girassol bordado no ponto externo de um dos bolsos.
O sininho da porta tocou, quando puxou as mangas para dar maior liberdade em seus movimentos e sussurrando um pequeno “bom dia” com um biquinho sonolento para Payne, que o recebeu com um sorriso convencido.
Louis passou a pontinha dos dedos tatuados bagunçando um pouco os fios castanhos e parando no meio do caminho que fazia para sua própria sala buscando seu tablet para iniciar e pensar em como organizaria o primeiro atendimento.
Apesar de depender unicamente do cliente, sempre fazia o básico da higiene e limpeza preparatoria. Olhou para Liam, apertando os olhos azuis e formando ruguinhas como um cardigan um semblance desacreditado.
— Você está usando uma tiara de coelho ou estou sonhando ainda? Me diga que é a segunda opção, por favor.
—Tomlinson, eu sempre faço isso — Apontou para o par de orelhas branquinhas em cima da cabeça. — Para combinar com nossos clientes e descontrair. Você quem nunca viu porque nunca trabalhou em uma Páscoa, querido.
– Quem viria com orelhas de coelho, Payne?
– O coelhinho? Pense direito, Louis.
Tomlinson riu grande com o diálogo um pouco desacreditado daquele teatro todinho. Talvez aquele fosse seu sinal dos tempos para última Páscoa que se daria o privilégio de trabalhar.
Estalando os dedos um pouco caleijados, conseguiu finalmente chegar à sua sala com porta protegida, a encostando. Se sentou no sofa de couro no cantinho do estúdio observando os primeiros agendamentos do dia, listados apenas como um conjunto de helix, conch e trágus para um único cliente as nove horas da manhã.
Olhou o cantinho da tela notando que seria dali trinta minutos, iniciando a preparação higiênica da maca, enquanto escutava alguma musica de Guns N’ Roses que ressoava baixinho pela sala.
O dia pareceria passar rápido na sua visão. Apesar de não trabalhar em um feriado como este, pois não sentia necessidade financeira, feriados costumavam passar rápido e está decidido em terminar todos os trampos que precisa realizar o mais ágil possível. Sorri pequenininho e gentil para a primeira garota de cabelo azul que entrou em seu estúdio junto com o sininho da porta ressoando.
Ela possuía cabelos curtos e o tom de azul tão clarinho como reflexo em uma piscina cristalina, os olhos castanhos curiosos que estavam buscando por Tomlinson para iniciar suas perfurações.
Mas a garota sentiu o medo ir embora rápido ao olhar o outro homem de porte musculoso à frente com a orelha de coelho em uma tiara. Louis instantaneamente decidiu que aquela fora uma ideia muito boa.
A garota foi muito gentil e se entrosou rápido com o homem mais velho, aparentemente. Louis era charmoso naturalmente e ainda que não estivesse tentando a encantar ou ser paquerador com a mais jovem, qualquer um com Tomlinson falando tão pertinho do seu ouvido ainda que a situação em questão era o azulado com luvas de silicone e um cateter enfiado em sua cartilagem, talvez, este fosse o segredo do homem em ser tão bom em tudo que fazia. Costumava distrair tanto os clientes, que estes mal sentiam qualquer dorzinha adjacente dos furinhos feitos, independente do lugar.
—Irei apenas passar a última jóia agora, sim? Respire fundo e aperte a bolinha anti estresse que te entreguei caso precise de apoio. Passar a jóia tende a ser um pouco mais doloroso.
A garota apertou a boca em um biquinho e murmurou algo que fez Louis fingir não ter escutado um “sim, senhor”, decidido que levaria aquilo apenas como um apelido respeitoso. Não pareceria qualquer outro tom em nenhuma circunstância saindo da boca da menina nova.
—Rápido, não é? – Sorriu reconfortante para a garota, lhe apontando um espelho para olhar suas joias com delicadeza.
O dia passaria rápido, de todo modo.
•
O sorriso do rosto de Tomlinson se dissipou rápidamente quando escutou o sonzinho do sino ao que o outro cliente entrava. A porta da sua sala estava ainda fechada e os materiais devidamente higienizados.
A vozinha delicada e ainda masculina ressoava por coma da música baixinha que tocava entre as parades escuras do estúdio.
Tomlinson riu baixinho com a animação que a voz do garoto transbordava ao falar animadamente com Liam da parede. Mas, antes que pudesse interromper a conversa animada dos dois homens do lado de fora ou checar o horário do seu próximo cliente no tablet, ouviu batidas ritmadas na porta e ela abrindo devagarinho.
– O coelhinho está aqui. Posso manda-lo entrar?
Louis se mexeu intrigado, se sentando direito no pequeno sofá, coçando a barba ralinha a e ruiva com a ponta dos dedos e assentindo em um murmuro distraído ao que tentava lembrar se o horário do garoto era tão cedo desta forma ou ele não havia dado atenção o suficiente a sua agenda, apesar de ser algo inusitado, levando em consideração o profissionalismo do moreno com seu trabalho. De qualquer forma, ele provavelmente colocaria sua falta de atenção no feriado.
– Bom dia, senhor Tomlinson. – A voz baixinha e doce demais para seus ouvidos soou quando a porta abriu. Louis não teve tanto tempo para que pudesse se importar com o tom que ele julgaria ser sedutor.
Sejamos honestos, Tomlinson não é um homem que costuma chamar pouca atenção por onde passava, e com seus anos de experiência no ramo, ele tinha completo discernimento que muito dos seus clientes não vinham até seu estúdio apenas por ser ótimo no que fazia.
Seu rosto simétrico com os ossos zigomáticos afiados, o maxilar bem mercadinho e a barba ralinha em volta dos lábios deliciosos, era algo que definitivamente não passariam despercebidos por qualquer um.
Louis poderia dizer que tem certa fama, mesmo que não admita isso em voz alta. Egocentrismo não é sua praia, mas não há como deixar de ter o ego massageado com os diversos gêneros que o olhavam de maneira desinibida e davam em cima de si sem qualquer pudor.
Mas ao ouvir a voz melodiosa que agraciaram seus ouvidos, o fez virar um pouquinho a cabeça para o lado como um cachorrinho intrigado, interessado naquilo como se houvesse lançado um feitiço no moreno apenas com o jeitinho de falar, ele virou-se para a porta.
E foi quando o mundo de Louis talvez tenha despencado junto com seu estômago. Tão sorrateiro que não notou os passos levinhos do garoto ao entrar no cantinho do estúdio e encostar a porta novamente, estalando baixinho ao fecha-la completamente. O garoto apertava os nós dos dedos branquinhos em frente do corpo ao olhar com os olhinhos verdes brilhantes para o mais velho.
Mas Tomlinson pode dizer com todas palavras que sua visão embaçou e fez seu estado declinar drasticamente quando se deparou com um par de covinhas e os dentinhos de coelho. O garoto usava orelhinhas de coelho cinzas por cima dos cachinhos chocolates e sorria doce enquanto esperava qualquer resposta do profissional. Um sorrisinho que soava sapeca. Harry sabia exatamente o que estava fazendo.
Ele havia combinado com Liam de usar orelhas falsas também ou se tornou costume?
–Você é o coelhinho, então? -Louis perguntou com a voz doce e abrindo um sorriso gentil finalmente ao que passou a pontinha da língua nos lábios.
– Deve ser o Harry. Prazer, sou Louis. — Entendeu a mão para o garoto, gentil, apesar de um pouco perdido pela mordidinha de lábio na boca carnudinha que o cacheado deu para ele ao que retribuía o ato de modo meigo, que contradizia completamente os sentimentos que Tomlinson sentiu há alguns segundos atrás.
– Styles. – Piscou um dos olhos verdes para o outro, deviando um pouco o olhar do homem bonito à sua frente enquanto Tomlinson travava a mandibula intrigado. – Abriu sua agenda essa Páscoa ou sou sua excessão, senhor Tomlinson?
– Eu abri minha agenda hoje. Acho que não está ansioso para colocar seu brinco, já que vem ao studio uma vez ao ano. – Sorriu ladino, continuando a clara provocação do cacheadinho, divertido e confortável com a forma que o cacheado retribuía com bom humor.
– Para ser sincero, estava à procura de um lugar na sua agenda em meu dia de folga. – Enrolou a ponta dos dedos nos cachos que caiam em seu pescoço branquinho e exposto apesar do cardigan azul que cobria seu peitoral e a calça de um tecido grosso, mas que caiam direitinho em seu quadril bonito e gordinho.
Mas algo a mais o chamou atenção.
Talvez fosse o jeitinho que Harry machucava o lábio inferior com o dentinho de coelho repetidamente, ou o olhar lascivo que desciam do seu pescoço bronzeado e passavam pelo seu peitoral coberto até o contorno do seu membro na calça de tecido grosso, que apesar de tudo não o escondia, com fome.
Tomlinson tem certeza que algo mecheu com a química do seu cérebro e o fez ver uma das orelhas cinzas da sua fantasia movimentando um pouquinho, como um maldito coelho de verdade.
O mais velho, de toda forma, estava encantado em como ele conseguia ser bonito fazendo nada.
– Mhm, certo. – Limpou a garganta, se dirigindo a pia higienica para lavar as mãos e ante-braços. – O que faremos hoje? Perdão, estava prestes a olhar sua agenda mas não tive tempo. A maca já está higienizada, só irei terminar a minha higienização, mas pode escolher sua jóia na bancada de vidro em baixo da cortina. Tem plaquinhas para as jóias específicas para cada perfuração e os brincos também! Imagino que seja um brinco. Eles estão no canto inferior direito. Ha algumas joias diferentes e elas são um pouquinho mais caras também. O local para se deitar já está limpo. Vou apenas-
– Onde estão as jóias para perfuração íntima?
Louis espera não ter tossido tão alto quando limpou a garganta para a pergunta do garoto. Não o leve a mal, mas Harry tinha uma aparência tão inocente e simplória que a ideia de um piercing íntimo o fez sentir um pequeno arrepio percorrendo seu corpo. Aliás, o moreno está acostumado com tal tipo de perfuração, no entanto, não agir como um maldito virgem que era se tornava quase impossível com qualquer coisa que Harry havia lançado nele. Qualquer magia de coelho ou algo assim.
Notou pelo cantinho do olho o garoto voltando para onde a maca com o tecido rosinha descartável estava, como se não estivesse realmente escolhido a jóia, se sentando na pontinha dela e balançando as pernas junto com as orelhas ao observar Louis calçar as luvas cirúrgicas nas mãos e andar mais pertinho de si. As costas largas, apesar do cardigan verde do mais velho aparentes ao que ele buscava as pedrinhas, murmurando baixinho ainda de costas para o coelhinho e desconcentrado.
– Para a primeira perfuração, fazemos sempre com a jóia padrão. Infelizmente, não há muito como escapar dela. Usamos a Barbell curvo de titânio por ser mais seguro a cicatrização. Ainda se tratando de uma região muito delicada como a pele da glande. – Se virou mostrando a jóia curva com bolinhas opacas nas pontas na intenção de mostrar ao garoto. – Em todo processo da perfuração eu vou te deixar ciente das etapas e o que estou fazendo para não assusta-lo, sim?
– Vai doer muito? – A voz bonitinha ressoou como música para seus ouvidos novamente. Algo que definitivamente não combinou com a cena que se deparou a seguir.
Harry havia se despido completamente para ficar em cima da maca, ao menos quase completamente.
Com os cachinhos chocolates espalhados pela elevação do acolchoado que simulavam um travesseiro, as orelhinhas descansando juntamente que quase pareciam ser reais aquele ponto. O cardigan estava levantado o suficiente para que pudesse expor a jóia de coração rosinha em seu umbigo, mas ainda tampando os seios em baixo, e a parte mais avassaladora.
Sua calça clarinha estava completamente jogada no chão, juntamente com uma calcinha de renda cinza, como um maldito garoto que saiu de uma revista da playboy, expondo sua bucetinha com os lábios inchadinhos pelas pernas abertas que mal escondiam sua vulva e seu clitoris pequenininho, apenas com alguns pelinhos aparados que faziam um caminho delicioso por toda sua intimidade.
– Acha que essa jóia vai dar? – Harry perguntou travesso. Desta vez, expondo completamente o tom que Louis poderia julgar como sedutor e não ser apenas coisa da sua imaginação fértil e corpo virgem alucinado pelo menino bonito e sedutor.
Tomando liberdade de retribuir as olhadas de Tomlinson para ele. Styles nunca se enganava quando se certificava de ter entrega da mesma forma que se entregava. E os olhares pecaminosos que Tomlinson lançava para si, mesmo que inconscientemente, não negavam isso.
Louis arregalou os olhos surpreso. Os olhos azuis brilhando e deixando suas pupilas dilatadas mais do que já esteve, se sentindo envergonhado imediatamente pela reação tão descarada ao olhar o corpo bonito e estirado ali e os olhos verdinhos brilhantes em sua direção com as covinhas mais fundas que já esteve, sorrindo sapeca para o azulado.
– Eu- certo. Me perdoe. – Engoliu em seco. – Nesse caso, há mais de uma perfuração que podemos fazer, veio com alguma em mente?
– Eu pesquisei um pouquinho durante esse tempo e pensei que gostaria de colocar um no meu clítoris, um vertical, mas não tenho certeza se tenho a anatomia pro piercing. O senhor pode dar uma olhadinha para mim?– Fez um biquinho que quase, quase se assemelharia com uma tentativa falha de expor inocência, mas que desviava da sua intenção descarada quando se juntava com a mordidinha nos lábios gordinhos do garoto e o olhar devorador por todo o corpo que o cacheado o dava.
Um sorrisinho malicioso surgindo nos lábios já vermelhinhos por serem tão maltratados ao olhar a protuberância grossa e longa marcadinha para a esquerda, ainda não completamente duro, o fazendo imaginar o tamanho que seria quando estivesse com o cacete completamente durinho na sua mão e pensar se a glande seria vermelhinha e grossa na pontinha da sua língua.
—A jóia continua a mesma se a perfuração for mesmo essa. Ou podemos colocar alguma outra se não rolar. Mas acredito que dê, é a mais comum. — Caminhou em direção do coelhinho, parado ao lado do lugarzinho que ele estava deitado e posicionando a pequena jóia junto com o cateter e os outros utensílios na mesa devidamente protegida e higiênica para que pudesse olhar mais de pertinho.
— Quer que eu abra para você? —O cacheado perguntou delicadinho, movimentando as orelhas delicadamente e balançando os pelinhos em torno dela todinha.
Antes que Louis pudesse responder com veemência sobre poder fazer aquilo por conta própria, o garoto estava prontamente com os dedos das suas duas mãos abrindo os lábios gordos da bucetinha para Louis, devagarinho e observando cada mínimo gesto de Tomlinson para seu próprio que poderia ser considerado depravado naquele ponto.
As pontas dos dedos mal conseguiam segurar os lados da sua bucetinha daquela forma, fazendo um pouquinho mais de esforço para mantê-las separadas e deixar sua vulva e os pequenos lábios expostos, com o clitoris ainda pequenininho mas um pouco menos escondidinho ali.
—Consegue ver, senhor?
Louis torceu o nariz, ajeitando um pouquinho mais as penas e não querendo de maneira alguma que Harry o achasse um pervertido se estivesse prestando atenção o suficiente nas suas ações ou na glande grossinha que aparentava mais firme e molhava a pontinha da calça, apesar de ter um tecido grosso. Não gostaria que o garoto o levasse como um assediador, mesmo que as intenções de Harry fossem completamente claras e objetivas. Louis era apenas muito profissional para isso.
– Vou usar a pinça de perfuração para levantar um pouquinho o clítoris e talvez você sinta muita sensibilidade, mas é normal, sim? – Manuseou o objeto com os dedos enluvados, ainda respirando fundo ao que apertava o clítoris e puxava para cima, observando um pouquinho mais de perto a bucetinha rosada em um tom forte dentro dos pequenos lábios e o pontinho sensível esticadinho. – É bonito.
—Você acha? — Harry deu uma risadinha sapeca pela fala do outro, se apoiando nos ante-braços para conseguir ver mais de pertinho.
—N-não, eu quero dizer que a anatomia é bonita. E boa pra fazer esse piercing. — Tirou a pinça com cuidado, apesar de a deixar ainda em um dos dedos. —Quero dizer, é bonita sim, não quis dizer que não seja, eu s-só, merda. —Respirou fundo apertando os olhos envergonhado por ter se embolado com o jeitinho malicioso que Harry direciona para si. —Pode abrir um pouquinho mais para começarmos.
—Eu abro um pouquinho mais minha bucetinha pra você, senhor. — Apoiou um dos pés no estofado para que pudesse ficar mais visível, deixando o canal vaginal a mostra. Soltando pinguinhos da sua lubrificação no tecido rosinha, que escorriam por seu cuzinho e sua xotinha brilhosinha.
Louis tem certeza que perderia a cabeça com a visão deliciosa do garoto aberto e praticamente a sua mercê enquanto fazia seu trabalho, fazendo o que supostamente deveria fazer.
O caralho completamente durinho e grosso em baixo da boxer, pingando como uma torneira mal fechada, expondo toda sua vulgaridade pela mancha deliciosa no tecido e como sua glande grossa se mostrava maior perto do cós da calça.
A pinça cirúrgica apertou a pontinha do clítoris novamente, o puxando um pouquinho para cima e manuseando perfeitamente com uma mão só ao que apertava um pouquinho mais. Styles soltou um muxoxo manhoso pelo aperto delicioso e a dor gostosinha que se alastrava por todo seu corpinho sensível.
—Vou fazer a perfuração agora. Preciso que você respire fundo, tudo bem?
—Eu não me importo com a dor, senhor Tomlinson. – sorriu.
Tomlinson buscou o catéter, posicionando entre o buraquinho da pinça, e perfurando de uma vez. No entanto, qualquer resquícios de sanidade que houvera no corpo do moreno se dissipou rapidamente assim que ele escutou um gemido delicioso e escandal0so, junto com a bucetinha expelindo mais lubrificação e deixando seu buraquinho encharcado. As orelhinhas se mechendo agitadinhas e a boquinha pecaminosa em um ‘o’ perfeito. As pontinhas dos dedos se apertando em volta dos lábios que Harry puxava da bucetinha, machucando um pouquinho com a pontinha das unhas e a deixando mais vermelha do que já esteve.
Tomlinson observava a cena anestesiado enquanto passava rapidamente a jóia e rosqueava direitinho para que não se desprendesse com a fricção.
Com uma respiração profunda e observando as reações do cacheado, que ainda revirava os olhinhos, e tremendo de prazer pela dorzinha deliciosa que sentia, quando finalmente notou.
Notou as orelhinhas mexendo de uma maneira que não parecia ser algo artificial naquele ponto.
—A porra de um coelho.
—Nunca viu um coelhinho de verdade, Lou? – Sorriu sapeca, se levantando um pouco mais, e desta vez, apoiando as mãos no acolchoado, ainda com as coxas abertas para o homem que estava agora posicionado na sua frente.
—A porra de um coelho de verdade. —Louis sentiu o queixo prestes a cair. Eram simplesmente muitas situações para lidar de uma vez apenas. O garoto delicioso na sua frente, a bucetinha com a joia perfeita e gordinha pingando em frente dos seus olhos faziam o caralho grosso latejante em baixo do tecido de Tomlinson completamente dolorido como o maldito virgem que era.
—Primeira vez vendo um ser místico, Loulou? Deveria saber que minha cicatrização é muito boa, sabia? —Levou o dedo indicador para o seu buraquinho, recolhendo o líquido docinho e subindo para cima da jóia agora colocada, enquanto observava os olhos azuis brilhantes de Tomlinson o acompanhando com a garganta em movimento, ao que aparentemente engolia em seco.
A pontinha do dedo rodeou o clítoris de uma forma deliciosa por um tempinho, ainda sentindo a dor do furo recente e gemendo mais altinho enquanto mantinha contato, para que o mais velho soubesse que estava assim apenas por ele. Levou a pontinha do indicador para a pontinha da língua ao que a colocou para fora, enfiando e esfregando o seu melzinho para sentir o próprio gosto delicioso e delirando de prazer com tão pouquinho e sendo sensível do jeitinho que era.
—Por que não faz nada, Lou. Não quer? —Formou um biquinho quase persuasivo. — Não me achou bonito?
—Porra, não, e-eu — Passou o punho na testa, recolhendo um pouquinho do suor. —Não acho que isso seja adequado, Harry. Na verdade, nada adequado, que porra eu estou fazendo…
—Não acha ser adequado ou não sabe o que fazer, meu bem? — Mordeu novamente o lábio inferior com os dentinhos de coelho, a ponto de que suspeitava começar a machucar de tanto fazia para não se tornar mais escandaloso. —Vem aqui, vem. — O puxou com o mesmo dedinho molhado, fazendo com que Tomlinson encostasse as coxas na ponta de onde o coelhinho estava deitado, deixando o quadril acima da marcação.
Tomlinson o seguia como um maldito cachorrinho, obedecendo suas ordens e ele faria qualquer coisa que o coelhinho pedisse para fazer.
— E-eu nunca fiz. —Suspirou envergonhado.
— Um virgenzinho, meu amor? Eu te dou um gostinho, gatinho, mhm? — Dedilhou o cós da calça juntamente da boxer do moreno, sentindo o pré-gozo da glande inchadinha molhar sua ponta do dedo e misturar junto com a saliva do mesmo indicador que já estava esguichando. Em outra situação, Harry teria certeza que o moreno estaria gozando com o tanto que ele estava pingando para ele. Somente para Harry.
O coelhinho se sentou mais na pontinha da maca, aproximando ambos quadris e descendo os dois tecidos em conjunto deliciosamente, deixando apenas a pontinha do cacete grosso para fora.
A glande rubra e tão grossa que parecia a ponto de explodir fazia a boquinha gostosa de Harry salivar e babar um pouquinho escorrendo pelo seu queixo e descendo pelo pescoço. A pontinha de fora estava molhadinha e num tom vermelho escuro. A pré-porra escapava aos montes e fazia Harry querer tanto todo aquele caralho dentro do seu cuzinho por horas a fio depois de gozar apenas para se sentir cheinho e continuar pingando com a grossura quente dentro de si.
Recolheu um pouquinho mais da lubrificação da sua bucetinha com o polegar, levando na fenda ensopada do mais velho enquanto enquanto fazia movimentos circulares delicadinhos e observava a respiração descompassada dele, soltando gemidos timidozinhos naquele ponto.
A pontinha do dedo fazia uma massagem deliciosa, recolhendo todo pré-gozo e apertando a cabecinha deliciosa entre os dedos. Sabia pelas reações de Tomlinson e por ele ser virgem que não duraria tanto tempo, mas ainda teriam o dia seguinte para prosseguir com aquilo.
–Harry, caralho – Tomlinson respirou entre-cortado com a pressão deliciosa e extremamente tímido por não conseguir se segurar por tanto tempo. – M-me desculpa, eu- Oh – Revirou os olhos azuis, ainda que mantivesse contato visual. – Eu não vou durar muito, m-me desculpa. Me desculpa, p-por favor, oh, cacete.
– Não tem problema, gatinho. Vem aqui mais pertinho, vem. – O puxou com a outra mão livre pela barra da boxer que estava um pouquinho mais baixa, o deixando mais pertinho da sua bucetinha e trazendo o caralho grosso e extremamente avermelhado para pertinho da sua bucetinha.
Esfregando a cabecinha inchada nos lábios grandes primeiro, a deixando completamente molhadinha e então abrindo toda sua bucetinha para esfregar a fenda que jorrava na jóia recém feita, em cima do clítoris do coelhinho. Arrancando um gemido alto e manhosinho de Harry ao sentir a dorzinha enquanto sorria safado observando as expressões do moreno.
Mesclava entre manusear a cabecinha do pênis que segurava para passar entre seu buraquinho, esfregando com mais força em cima do clítoris em movimentos circulares.
–Esporra na minha bucetinha toda, Lou. Me deixa melado com a sua porra gostosa, por favor. – Fez um biquinho manhoso, apertando a cabecinha rubra na pontinha dos dedos e dedilhando ao esfregar mais forte em cima do seu clítoris durinho e fazendo barulhinhos molhados soarem pela lubrificação dos dois garotos juntos.
E, porra, Louis amou sentir aquela dorzinha o arranhando em um ponto tão sensível como aquele. Revirando os olhinhos azuis e sentindo esporrar em toda bucetinha bonita e gostosa. Tão rápido e desesperado de maneira vergonhosa, não parava de gozar com o jeitinho que Harry falava com ele e o dominava completamente mesmo com seu cacete grosso na mão. Tomlinson quem estava sendo dominado pelo coelhinho.
E ele adorava isso.
–Caralho, coelhinho. – O moreno gemia enquanto gozava o que parecia horas a fio, sem parar. Intercalando entre observar o jeitinho que Harry abria a boca lindamente e gemia alto o suficiente para o estúdio inteiro escutar.
Quando sentiu a sua porra parar de esguichar com tanto afinco, perdeu o ar novamente observado o cacheadinho gozar lindamente e levar toda a porra de Tomlinson para dentro da sua bucetinha com a ponta do dedo, manhosinho e sensível.
–Seu caralho é tão gostoso, Lou. Eu quero você me comendo o tempo todinho e me deixando tão cheio de porra que eu vou vazar por tanto tempo. – Disse enquanto continuava enfiando a pontinha do dedo dentro da bucetinha e levando as últimas gotinhas brancas de gozo que respingaram na sua xoxotinha, com um sorriso travesso.
Com a mesma mão, ainda satisfeito vendo o estado que Louis se encontrava, praticamente acabado como se tivessem fodido horas seguidas, o cacheadinho guardou o membro de Tomlinson dentro da calça novamente, se levantando com um Tomlinson acabado ao seu lado, que respirava descompassado e tinha as mãos ainda enluvadas penduradas ao lado do seu corpo, com um pouquinho de suor escorrendo por sua testa bronzeada e grudando um pouquinho dos fios castanhos, Styles sorriu ladino se vestindo com a calcinha novamente, se virando de costas para o moreno e empinando bem o bumbum, expondo o fio fininho da renda que estava enfiado na sua bucetinha gorda enquanto fazia com as costas curvadas, para então vestir sua calça.
– Espero que tenha outro horário pro’ seu coelhinho, senhor Tomlinson. – Balançou as orelhinhas de coelho novamente e parando um pouquinho mais perto dele.
Levando o dedo com o gostinho dos dois para delinear os lábios fininhos de Louis e se aproximando para deixar uma mordidinha no lábio inferior. Sentia a barba ralinha raspar seu rosto lisinho enquanto lambia seus gostinhos juntos na boquinha bonita. –Espero também que não se importe com o que eu tiver entre as pernas na próxima sessão.
O coelhinho então piscou um dos olhinhos verdes, sapeca.
– Bate uma pra mim enquanto sente meu gostinho na sua boca, Lou. Se for bonzinho, amanhã tem mais. – E saiu da sala tão devagarinho e charmoso como entrou.
Louis estava fodido.
Mas, porra, cancelaria todos agendamentos do dia seguinte se significasse ficar a mercê do que o cacheadinho quisesse fazer consigo. Qualquer coisa.
🐰
…. Parte 2…
Gostaria de ressaltar aqui. Faria dessa uma “one”, mas dado que eu gostaria de deixar maior e entregar um smut com ambas genitálias para o harry, decidi fazer uma parte dois onde o harry terá um pênis, afinal, um coelhinho é um ser místico, sim? E esta one contará com:
Humiliation kink; Bellybulge + creampie; Masoquismo; Edging; Dirty talk, como em todas minhas obras ;)
🐰 ೄྀ࿐ ˊˎ-Espero que tenham gostado! Aceito sempre críticas construtivas e ideias para novas ones ou long fics no wattpad ;) amo vocês, beijinhos, mwa!
Please yourself like you mean it. - tradicional
puta merda
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spoiler pt.2 one da prisão🔗🚬
"— Depois do trabalho na cozinha, pedi ao guarda para me deixar tomar mais um banho. — Harry explicou, observando Louis descer do beliche em um pulo, os pés fazendo um barulho alto quando atingiram o chão. Harry por instinto recuou e suas costas bateram na parede quando Louis foi em sua direção, os dois ficando de frente para o outro muito próximos.
— E por quê? — Louis perguntou e o rosto de Harry era pura confusão, quase sendo possível ele projetar um ponto de interrogação berrante sobre a cabeça.
— Porque me sujei… — Harry parou por um instante, analisando aquela expressão irritada que ele tinha no rosto e não conteve mais um sorriso. — O que está achando que eu fiz? Acha que por causa do que o guarda disse, eu e ele transamos? — Louis permaneceu em silêncio e Harry observou o pomo de Adão dele se mover ao engolir em seco. — Louis, isso não aconteceu…
petite et rose
¸¸.•* Aquele que a rotina de trabalho muda quando Louis encontra uma camisola rosinha no sofá do seu cliente e inevitavelmente acaba com os seus dedos dentro da sua boquinha bonita!
Harrybottom
LouisTops
HarryInter! Harry com bocetinha
Não há a utilização de preservativos!
Utilização de kinks durante a oneshot
Bellybulge;
Dirtytalk, palavras usadas como: bucetinha, buraquinho, seios, caralho, pau, grelinho e entre outros.
Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler. Me digam se houver qualquer errinho, estou com uma pequena dificuldade na correção! Boa leitura, mwa
🍬
Trabalhar como jornalista havia sido algo realmente grande para Louis, ainda que não fosse nomeado como repórter, a área mais conhecida pelo nome jornalismo, atuava em algo que realmente havia desejado há bastante tempo. Tomlinson costumava produzir conteúdos, tanto para agencias de comunicação assim como para clientes diretos, que por sua vez, costumava entrar em contato com ele via e-mail e onde debatiam sobre o tema que Louis precisaria construir seu trabalho em cima.
Se sentia realmente feliz enquanto trabalha com isso, sente-se quase como um profissional autônomo. Louis não trabalha para qualquer emissora ou algo do tipo diretamente, desde que começou a exercer a área, sempre priorizou trabalhar para clientes diretos, dessa forma conseguia tornar sua rotina mais flexível com seus outros afazeres, apesar da grande demanda.
O moreno sempre teve uma boa vida financeira, seus pais desde tão pequenininho sempre se empenharam bastante para que nunca passassem qualquer dificuldade, ainda que as más línguas digam que o dinheiro da família Tomlinson era sujo. Bom, você poderia tirar suas próprias conclusões; desde que ambos Senhor e Senhora Tomlinson sempre puderam se dar o luxo de caviar, trufas brancas e queijo de alce postas sobre a mesa do café da manhã com uma bela xicara de chá, de onde vinha o dinheiro não era problema. Louis cresceu com tal mentalidade de que não precisaria se preocupar o suficiente com a sua renda mensal pelo seu emprego, e influenciado ainda por papai e mamãe para não trabalhar durante toda ela, já que teriam dinheiro o suficiente para sustentar ao menos suas quatro próximas gerações.
Louis sabe muito bem disso.
No entanto, o filho único Tomlinson nunca se sentiu completamente feliz com a ideia de passar sua juventude, ao menos o fim dela, e toda sua vida adulta desocupado e talvez viajando tanto ao redor do mundo. Não gostava da perspectiva de se sentir inútil. Ainda um tanto aéreo a economia de todo o resto de Londres e visto que o ramo que seguia poderia ser substituído por inteligência artificial brevemente, se sentia completamente feliz fazendo aquilo que gostava.
Afinal, ocupava a maior parte do seu tempo escrevendo e produzindo coisas, além do outro resto de horas que passava se exercitando e passeando com seus cachorros. Obviamente, a ideia de passar todas as horas completas do dia com alguém usufruindo todo aquele dinheiro parecia algo um tanto tentador para o homem de vinte e cinco anos, mas ainda, não tão tentadora quanto gostaria, visto que junto a ele não existe quaisquer par romântico.
Não costumava produzir artigos voltados para marketing, mesmo eliminando boa parte de suas demandas ao recusar isso, ele filtra bastante sobre o que gostaria de trabalhar, apenas o trás pequenos casos criminais para escrever e produzir em forma jornalística, publicando nos pequenos blogs e até em sua maioria, recebendo propostas de grandes emissoras para os escrever e ser publicado em grandes páginas. Algo notoriamente instigante. Ele realmente gosta do que faz, apesar de colocar a culpa das noites mal dormidas nos casos terrivelmente detalhados e catastróficos que recebia, e não em falta de companhia.
Não que o moreno tatuado estivesse dispensando os bichinhos peludos! Por deus, não. No entanto sua caixa de e-mails continuava cheia e o trabalho era algo que ocupava realmente muito tempo.
→Olá, boa noite, Senhor Tomlinson. Li alguns artigos que você escreve à respeito de alguns casos, e gostaria de dizer que estou incrivelmente interessado :)
Tomlinson não deixou de pensar em como o rostinho escrito no fim da mensagem e o 'kitty' escrito no final do e-mail do garoto não passaram despercebidos e soou tão fofo em sua cabeça. Apesar do tempo o ensinar que não deveria o julgar por algo tão bobo, era inevitável pensar como estaria recebendo aquela proposta dessa vez. Deveria ser direto e profissional, no entanto, não mencionou aquilo.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Boa noite, Senhor Edward. Gostaria que me fizesse um breve resumo da sua proposta, se não o for incomodo, podemos analisar juntos e então chegar a um acordo.
→Oh, certo. Pode me chamar de Harry, por sinal. Acredito que não trabalhe diretamente com marketing, mesmo que pessoalmente eu não ache que isso se enquadra. Sou um escritor de contos de terror amador, e nessa nova trilogia eu apresentaria casos criminais que soariam como casos comuns, gostaria que me escrevesse algo a respeito desse, para que eu pudesse publicar como um real artigo jornalístico e fazer as pessoas se interessarem pelos contos. Sei que não trabalha exatamente com isso, mas tenho admirado há bastante tempo a maneira como trabalha com as palavras em seus artigos para o jornalismo e gostaria que produzisse um para mim.
Anexo.doc!
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Eu acho a proposta tentadora, Harry! E tem sorte que eu esteja interessado em me arriscar na escrita jornalística para outros meios também. Aprecio que goste da minha maneira de noticiar as coisas. Irei dar uma olhada no documento.
→Muito obrigada pela oportunidade :D, eu estou disposto a tomar uma xícara de chá em Londres se realmente se interessar pela proposta, tenho um bom investimento e estou realmente focado nisso!! ;)
Louis riu em como o garoto poderia facilmente exigir que eles se encontrassem pessoalmente. Louis sempre preferiu ser mais recluso e realizar suas reuniões de forma virtual. Não nega que estava um tanto animado em se aventurar em outro tipo de escrita e desenvolver algum tipo de parceria com aquele escritor novo no ramo. Seria algo diferente de qualquer forma. O moreno gostou muito da ideia e a maneira em como o garoto estava sendo compreensivo deu um animo encorajador para ele.
Queria que aquilo realmente funcionasse. Alongou a coluna enquanto ainda estava sentado na cadeira, bagunçando o cabelo castanho com as mãos secas e suspirando ao pensar em como aquilo poderia funcionar. Fala sério, o quão irracional o garoto estaria sendo se fosse em alguma cafeteria e talvez planejasse seu assassinato. Isso daria um bom livro... Tomlinson precisa fazer uma pequena anotação sobre como precisa se preocupar mais com o fato de se distrair tão rápido! Piscou os olhinhos azuis distraídos e voltando a responder Styles depois de algum minutos.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Nunca realizei reuniões pessoalmente, mas aproveitando que está em Londres também, deve ser uma boa oportunidade. Ao menos que esteja planejando meu assassinato, então me avise previamente para despedir dos meus cachorrinhos hahahaha. Quando fica melhor para você!
→Hahaha, talvez seja mais fácil acontecer o contrário. Podemos nos encontrar no Café Monmouth, Seven Dials? É mais movimentado. Podemos ir na sexta durante à tarde, se não for incomodo. Pode me dizer o que vai vestir? Não quero me dar o luxo de te confundir com algum senhor barbudo de lá.
Louis olhou rapidamente no calendário, lendo que ainda estavam na quarta e concordando baixinho com um murmuro fofo, como se seu cliente pudesse o escutar. Tomlinson sorriu mais uma vez para a tela, com o quão incrivelmente amigável o garoto conseguia ser.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Eu tenho uma reputação a zelar, senhor Styles! Soa perfeito para mim, estarei usando uma regata preta, tenho algumas tatuagens no braço, me encontre lá com a sua propostas, e se não for incomodo, a ideia do seu conto!
Harry não deixou de sorrir do outro lado da tela também. Esperava pessoalmente que o colunista fosse talvez ser um pouquinho arrogante com a sua ideia nova, dado que alguns haviam desistido da sua proposta antes mesmo de pensar em Tomlinson. Apertou os olhos verdes, pensando em como seria a sua aparência, já que Louis nunca se deu o trabalho de aparecer nas mídias por mais de seu nome. Regata preta. Tatuagens no braço. Colunista Louis Tomlinson. Cafeteria Monmouth, Seven Dials.
Dali dois dias!!
¸¸.•*
A garota se certificou em fazer uma pequena nota mental sobre as coisinhas que precisava levar em relação a sua proposta para Louis. Levou um pequeno exemplar de sua última obra e continho de terror mais recente, ainda que não estivesse sido notificado como best-seller, era uma ótima história de suspense.
Decidiu que para se encontrar com o jornalista, ele gostaria de se vestir mais formalmente, não queria causar uma péssima impressão! Precisaria se vestir de maneira séria, dispensando as presilhas de lírios para sair e apenas deixando com que os cachos ficassem bem arrumadinhos em um coque, com roupas que cobriam todo o seu corpo e o deixaria aquecido para a tarde gelada na Inglaterra, com uma blusa de trico bege que escondia perfeitamente seu segredinho de possuir seios gordinhos em baixo! Não gostaria de sentir ter a possibilidade de receber olhares tortos de Louis Tomlinson.
O vento friozinho deixava suas bochechas mais coradas que o normal e ele esperava profundamente que pudesse se manter aquecidinho com uma xicara de cappucino no Café. O ambiente estava também um tantinho cheio, mais que o previsto, portanto, Harry se certificou de chegar algum tempo antes para que pudesse pegar uma mesa vazia para os dois e já deixar seus lábios gordinhos com o gostinho amargo da bebida, separando os documentos e em como gostaria que Louis fizesse sua noticia detalhadamente. Sentia os olhos piscarem em agitação junto com o seu peito, animado para aquela oportunidade de promover seus contos e como seria um grande passo na sua carreira de escritor.
Os barulhos de conversa demasiadamente alto irritavam um pouquinho o cacheado, enquanto ele franzia o lábio juntamente com as sobrancelhas, nervoso que talvez não conseguisse encontrar o colunista em meio a tantas pessoas agitadas durante a tarde. Sentiu um leve toque no seu ombro, quando um homem de olhos azuis e os dentinhos bonitinhos o olhava com um sorrisinho charmoso nos lábios. Observou ele torcendo a cabeça para o lado quando começou a falar e sentiu os olhos verdes automaticamente ficando mais brilhantes para o tanto que seus poros escorriam beleza.
—Boa tarde, você é Harry Styles, não é? —o cacheadinho desceu os olhos para a regata preta que grudava um pouquinho em seu peito, as tatuagens nos dois braços delineados e a voz rouquinha. Os cachinhos balançaram no coque, enquanto olhava quietinho para o colunista, ainda um pouquinho surpreso já que definitivamente não era a aparência que esperava ele tendo. Porra, ele parece tão novo e bonito... —Não tenho mais certeza se é Harry. Seria engraçado para uma primeira reunião presencial eu errar a pessoa que deveria conversar.
—Não, não. Eu sou Harry sim. Boa tarde, Tomlinson — sorriu exibindo os dentinhos de coelhos por baixo dos lábios e corando um pouquinho mais as bochechas quando o homem se sentou na sua frente, ficando por alguns minutos em silencio antes de pedir uma xicara de chá e voltar a olhar para Harry o encarando com os olhos verdes bonitos, logo após ligar seu notebook. Tomlinson consegue citar cada característica do homem bonito na sua frente, e a maneira como ele estava mordendo o lábio inferior vermelho pela bebida quente enquanto era um pouquinho desajeitado com as folhas.
Se talvez não fossem as circunstancias, Louis poderia tão facilmente sair com o garoto cacheado com outras finalidades, faz tempo que não beija. Tomlinson respirou fundo, soltando uma risadinha contida para si mesmo e seus pensamentos que estavam viajando para outro lugar antes mesmo que pudessem trocar cinco minutos de diálogo constante.
—Eu achei que precisaria te procurar, Louis! Como me achou?
—Harry, não é tão dificil não te encontrar quando tem um adesivo grande escrito 'Styles' junto de um coelhinho branco na capa do seu notebook. —Harry arregalou os olhos bonitos, se esquecendo brevemente daquilo e brincando com a ponta dos dedos envergonhada.
—Ei! Eu poderia ser qualquer Styles. Devem existir muitos Styles por toda Londres.
—Foi arriscado, eu sei! Mas era você no fim das contas —piscou um dos olhos na direção dele, soando gentil e charmoso. Harry pensava se em algum momento iria derreter pelo jeitinho que ele era tão gostoso com cada mínima ação que tinha, ou se ele agia assim com todos os seus clientes e não estava tão acostumado com alguém tão bonito o olhando assim intensamente.
—Mhm, certo. — Harry tossiu baixinho, desviando do sorriso ladino que Louis dava para ele da forma mais sútil possível, buscando o exemplar pequeno da sua última obra de terror e separando as ideias em tópicos organizadinhos em um bloco de notas do notebook. —Estava pensando em algo que pudesse te beneficiar no fim das contas também, de um jeitinho profissional. Tenho algumas ideias para o meu conto e se quiser eu posso explicar o enredo dele detalhadinho. —O cacheado sorriu animado sentindo quando o moreno na sua frente desviou o olhar por poucos segundos, agradecendo a garçonete pela xícara de chá, e voltando a ficar completamente concentrado nas palavras escorregando pelos lábios vermelhos e beijáveis.
—Eu estava procurando trabalhar com algo diferente dessa vez, sua proposta chegou em um ótimo momento!
—Isso é incrível! — exibiu as covinhas fundas nas bochechas, quando tomou um grande fole do cappuccino e voltou a falar de maneira agitadinha sobre todas as suas ideias e de como aquilo poderia ser desenvolvido. —A sua notícia não seria exatamente noticiando algo por que vai ser totalmente ficcional, mas, mhm, a personagem basicamente procuraria cometer assassinatos e delitos em busca de se tornar alguma figura dos filmes de terror clássico. Ela tem uma grande fascinação por filmes de terror, faria isso até ser realmente considerada relevante no mundo dos crimes mas não apenas tratada como uma serial killer!!
Louis sorriu mais ainda para como ele conseguia se animar na maneira que falava sobre seu próximo livro publicado.
— Onde posso entrar, Harry?
—Oh, certo. Mhm, você faria as matérias escritas, como em colunas de revistas relatando os assassinatos que a personagem cometeu mas como se não existisse qualquer suspeito ainda. Eu me encanto pela forma que você consegue prender a atenção das pessoas que leem suas notícias, gostaria de saber se aceita essa proposta! –Harry sentia os lábios repuxando e o olhar de Louis passando por cada centímetro do seu rosto enquanto falava, realmente entretido com aquilo tudo.
—Está pedindo para que eu espalhe fake News, Harry Styles? — o moreno de regata riu divertido com a expressão preocupada que tomou o rosto do cacheado por alguns segundos, antes de notar que era alguma brincadeirinha do colunista para se enturmar.
—Não, Loooouis! —riu junto. — Gostaria que desenvolvesse as notícias, podem ser apenas pequenos bloquinhos detalhando as causas das mortes do suposto caso criminal ainda, e então colocar ao lado do seu nome na matéria, dizendo que poderiam ler sobre aquilo no meu livro. Me perdoe se a proposta for arriscada demais, Tomlinson. Eu estive procurando por algum colunista mas é tão difícil achar alguém que realmente aceite algo desse tipo. Seria uma ótima oportunidade de divulgar o meu trabalho com tanta credibilidade igual a sua.
—Você é bom nisso. Em escrever —piscou o olho charmoso mais uma vez. —Eu fico feliz mesmo que goste tanto assim da maneira que eu escrevo, realmente, Harry. Eu gosto da sua ideia, é bem sonhadora para ser sincero mas é particularmente muito boa. Meu trabalho nunca foi minha fonte única de renda então sempre filtrei tanto nos trabalhos que pego, mas acho que quero arriscar com o que você tem em mente.
Sentiu o coração agitar ao que os olhos bonitos do Harry aumentaram em expectativa, entraram em um consenso que Louis antes veria a maneira como deveria escrever e todo o resto mais detalhadamente para então discutirem sobre valores. Harry se sentia completamente realizado e poderia ficar ainda mais alegre com o jeitinho que Tomlinson o olhava com algo beirando o desejo e o brilho no azul dos olhos pequenos e as ruguinhas não escondiam isso.
Mas, oh, isso não é assunto que se debata entre uma reunião de negócios para a carreira de um cliente, nunca mesmo! Harry ainda sentia a perguntinha matutando na sua cabeça se o seu futuro parceiro de projeto seria tão quente conversando com todas as pessoas ou se estava em um momento especial para ele, enquanto flertavam silenciosamente.
Louis agradecia aos céus e aos reinos que não tivesse perdido o jeito de flertar com alguém depois de um longo tempo sem fazer aquilo.
Depois de mais alguns minutos, com os lábios quentinho das bebidas que soltavam fumacinha e as xícaras sem uma gota do docinho, Harry presumiu que já estava no momento de se despedirem e discutir mais sobre isso, em alguma outra oportunidade.
Ele teria a certeza que haveria outra oportunidade. Que fosse pessoalmente também, em algum lugar mais calmo para escreverem sobre aquilo e que pudessem falar menos agitados um com o outro.
—Mhm, acha que podemos marcar algum outro dia para nos encontrarmos e falarmos sobre o projeto, então?
—Sim. —Harry riu com a forma que o homem não relutou ao menos um pouquinho em respondê-lo sobre aquilo. Oh, certo, talvez o desespero pela nova oportunidade deixasse o moreno gostosinho eufórico assim, ou ele estava realmente retribuindo seus olhares.
Styles tentava a todo momento ser o mais discreto possível, mas ele não era o melhor de todos nisso...
—Posso continuar te mandando os e-mails para marcarmos outro dia e falar mais sobre isso, acho que me deu inspiração para escrever mais hoje!
—Me passe seu número, é mais fácil de achar seu contato do que em meio a inúmeros outros e-mails de propostas, Harry. Podemos ir em algum lugar mais calmo e privado da próxima vez. —falou a última parte com um leve tom de malícia que com toda certeza não passou despercebido pelo cacheado, que a certo ponto estava hipnotizado por esse enquanto passava seu número e deixava um beijo no maxilar de Louis coberto pela barba coberta e ralinha.
--Obrigada.
Porra, até o cheiro da sua pele era incrivelmente mais deliciosa de perto.
***
O convite de trabalho disfarçado foi definitivamente mais explícito do que Louis achou que seria. Não dizendo que ele não estava contente com aquilo, ele estava, realmente contente com o convite. Styles havia o chamado para seu próprio apartamento daquela vez, com alguma desculpa que havia desenvolvido ideias novas e seria legal conversarem mais sobre aquilo para iniciar.
Louis estava satisfeito de início com o caminho que aquela nova proposta estava tomando! Iniciou de antemão a introdução das matérias por meio do computador, batendo nas teclas rapidamente enquanto as palavrinhas apareciam na sua cabeça, e ele se agitava com a ansiedade. Escreveu talvez alguns parágrafos de introdução para cada uma das matérias que Harry o detalhou da última vez, sem detalhes pois seria melhor desenvolver eles na presença de Styles.
Ele teria a presença de Styles dali alguns minutos de qualquer forma!
A porta do seu apartamento estava entre-aberta desde que Tomlinson chegou na recepção e o cacheado pediu para que liberasse a entrada do colunista. O ambiente era calminho e agradável, ainda que Louis conseguisse sentir seu coração palpitando forte e os dedos ásperos apertando a pequena bolsa do seu notebook.
Pensou diversas vezes em fazer a barba antes de sair de casa, mesmo que ela estivesse bem ralinha ainda e gostasse da forma como ficava bonito nela. Não fez com medo de Styles achar ele inconveniente e achar que está se encontrando com o cacheado com outras intenções não mais que trabalho! Louis não queria soar rude mesmo que tivesse passado tantos pensamentos envolvendo o outro garoto.
Harry deixou que a água fervesse para preparar duas xícaras de chá. O tempo estava ameno, mas seria reconfortante tomar o líquido docinho com um pouquinho de leite. Verificou se não tinha qualquer peça de roupa no sofá, onde os dois ficariam para desenvolver o artigo.
Harry morava em seu apartamento sozinho, então tinha tanta liberdade para deixar suas roupas e pijaminhas largados pelo sofá quanto qualquer outra coisa. A última coisa que fez antes que Louis batesse lentamente na porta, foi afofar as almofadas e dar uma última verificada.
Pensou mais uma vez sobre como seria terrível perder sua oportunidade única pela sua condição.
Tomlinson apareceu com suas roupas caras, de alfaiataria provavelmente. Harry se encolheu com a sensação de ter uma casa tão pequenininha e estar usando roupas simples, tão distante da realidade do colunista famoso. Suas bochechas coravam ele sorria pequenininho quando sentia os olhos azuis passando por todo seu corpo delineado nas roupas folgadinhas. O cacheadinho quebrou o silêncio.
–Oi, Louis –sorriu bonitinho. –Mhm, pode já ir se sentando no sofá, fiz chá, vou trazer um pouquinho para nós.
Tomlinson olhou mais uma vez para a sua cintura fininha e bonita pela marcação da blusa, soltando um arzinho pelo nariz e sentindo o coração palpitar com os pensamentos sobre ter o corpo branquinho no seu colo ou qualquer outro cenário no meio daquela sala espaçosa.
–Suas ideias já estão nas folhas em cima da mesa de centro?– o moreno perguntou com a bolsa onde protegia o notebook em baixo do braço marcado pelas veias salientes. Quando se sentou confortavelmente no sofá e iniciava os arquivos para conversarem direitinho sobre aquilo.
O tempo passou mais rapidinho do que os dois esperavam inconscientemente. As duas xícaras de chá já estavam vazias exatamente 40 minutos depois, com Louis pessoalmente entusiasmado com a ideia diferente do escritor, sorrindo com uma risadinha presa quando o cacheado se animava um tanto e fazia muitos gestos explicando sua história. Harry sentia as bochechas corando cada segundo mais com as encarnadas do mais Velho em sua direção. Esperava estar escondendo muito bem.
–Oh, certo. Acho que seria importante pontuar em como a personagem estava completamente alheia a situação. Antes da situação começar. Podemos colocar a personagem fazendo qualquer coisinha, como fervendo a água, vou fazer mais uma cápsula de chá e então podemos desenvolver isso.
–Eu gosto da ideia da inocência que vai ser retratada, parece clichê mas vai surpreender ao decorrer da notícia. –Louis concordou com as bochechas vermelhas das risadas anteriores e as ruguinhas nos olhos pela mente do enrolado. –Acho que vamos terminar suas notícias comigo fissurado pelo seu livro. Essa divulgação vai ser incrível.
Harry enrolou a ponta da blusa nos dedinhos finos, honrado do pelo elogio do colunista. Sua cabeça foi para outra coisinha quando finalmente voltou a reparar o mais velho minunciosamente. Estava distraídinho com seu projeto mas agora, o olhando pela ponta do carpete, o jeitinho que ele estava sentado, com a postura relaxada, notando que ele esteve o olhando com as mãos em cima da coxa e o sorrisinho de canto pelo tempo todo. Porra, ele parecia tão gostoso assim. A calça social marcava perfeitamente o volume das suas coxas e as tatuagens diversas nos dedos fazia ele pensar como se pareceriam enfiadinhos na sua boca.
–Certo, estou indo fazer mais chá. Mais uma xícara?
–Sim, por favor.
Tomlinson conseguiu finalmente soltar a respiração pesada que esteve prendendo por tanto tempo. Desviando o olhar rapidamente quando o garoto apareceu na sua frente andando em direção à cozinha, e apertando os olhos azuis. Olhou o horário no relógio de pulso quando abriu os olhos novamente.
–Açúcar? –Harry gritou da cozinha.
–Não, obrigado, Haz. Sem, por favor. –Levantou para esticar as pernas e desprender um pouco a calça marcada no seu pau. Olharia na direção de Harry o menos possível, pelos próximos minutos, apenas olhando para a tela do computador! Faria esse esforcinho. –Não acredito que toma chá com açúcar!
Riu baixinho com a provocação para o branquinho, enquanto ajeitava as almofadas no intuito de distrair a mente. Torceu os olhos quando viu o pedaço de um pano rosa em baixo de uma delas, curioso, puxando a pontinha do tecido de seda e gemendo desacreditado pela peça delicadinha e feminina no tom rosa bebê que tinha na mão. Porra, Harry disse que morava sozinho. Aquilo devia com certeza ser de alguma garota que havia levado para seu sofá, talvez.
–Que ofensa, Lou! Eu nunca colocaria açúcar no meu chá. –levava os dois pratinhos com as xícaras vermelhas em cima em passos delicados, com medo de que derrubasse. Até os colocar em cima da mesa de centro.
–Harry, tem que ter mais cuidado onde deixa as roupas das garotas que trás aqui. –aprontou despretensiosamente para o tecido rosado com as rendas branquinhas e tão bonito na ponta do sofá, totalmente descoberto. Acompanhando as bochechas de Styles ficarem em um tom quase vinho e os seus olhos encherem de lágrimas.
–Senhor, que vergonha –tampou os olhos com as palmas das mãos delicadas, sentindo a timidez sair dos poros do seu corpo. Fazia um biquinho de chateação que prontamente foi descoberto quando Louis tirou suas duas mãos do rosto, para o ver direitinho.
–Está chorando? Harry, é só uma camisola. A guarde para devolver para a garota.
–Não, Louis, é minha!
O cacheado tem certeza que o silêncio que prosseguiu na sala demorou muito menos do que parecia do seu ponto de vista, mais envergonhado que antes pela situação e pronto para que Louis o fizesse uma cara de nojo assim que estivesse indo embora do projeto.
–Porra, é tua? –os olhos azuis brilhavam, quando as veias salientes pareceram ainda mais sobressaltavas nos seus braços e suas mãos, os punhos serrados. –Senta aqui do meu lado.
–Não preciso repetir, Tomlinson. Vou guardar e podemos tomar o chá para finalizar a notícia, certo?
–Não. –respondeu o escritor firmemente, admirando seu ainda biquinho e preocupado suficiente com o choro baixinho do outro para que pensamentos perversos surgissem. Olhou o jeitinho que as pernas grossas se espalharam no sofá por baixo do shortinho de tecido fino do garoto, engolindo a saliva quando pensava sobre o quão bonito e delicioso ele ficaria por baixo da camisola, com os biquinhos dos peitos tão aparentes e babadinhos depois que deixasse Louis o machucar e chupar por cima da seda.
Harry sentou pertinho do colunista famoso ainda um pouquinho recluso, obedecendo tudinho que ele pedia sem pensar duas vezes.
–Coloca a perna na minha coxa, Harry. Olha para mim.
Harry sentiu as bochechas quase caírem do seu rosto de tão envergonhado que se tornava a cada segundo, com as camisola em cima da outra perna do colunista, que por sua vez, tinha o colo completamente ocupado com a coxa grossa de Styles em seu shortinho largo e fininho!
–Por que está chorando? –Louis perguntou delicadozinho para o mais novo. Passava a pontinha dos dedos por toda sua coxa arrepiada, tão perto da barra do tecido moletom branco, como se estivesse apenas brincando com ele a este ponto.
–Está brincando? Isso é tão idiota! Estamos aqui a trabalho, não pode pegar uma peça minha íntima e fingir que está tudo bem! –fez um biquinho com os lábios ainda restando o aroma quente do chá. –Ainda é um pijama! Feminino! O quão ridículo isso soa, Louis?
–Não entendo ainda o que importa se é uma peça feminina.
–Esse é o problema, Louis! Eu sou um garoto, deveria usar coisas de garoto.
Louis lambeu os lábios antes que tomasse fôlego para falar novamente. As pontinhas dos dedos cada vez mais perto do quadril branquinho, empurrando a barra do short suavemente e fazendo um carinho que deixava os mamilos marronzinhos do outro arrepiados na camiseta, ainda que os montinhos dos seios estivessem quase escondidinhos do garoto.
–Ainda ficaria gostosinha de pijama. – sorriu de ladinho, mostrando os dentes branquinhos quando dava o sorriso mais cafajeste que pudesse ter lançado para o escritor.
Tomlinson parecia estar regulando tanto a respiração aquele ponto. Com a mão livre do toque na pele do cacheado, ajeitou o caralho que começava a endurecer por baixo da calça social, com um pequeno apertozinho em uma tentativa boba de conter o tesão que sentia. Harry sentiu o olhar baixo ser automaticamente atraído para o colo de Louis, observando com os olhinhos brilhantes e ainda molhadinho a a grossura rígida em volta da palma da mão tatuada, arrepiando novamente toda a sua pele e arrancando mais uma risadinha zombeteira de Louis pelo quão ela parecia sensível.
–Não precisa dizer isso. Por favor. Você não sabe como eu sou.
–Não entendo onde está querendo chegar, querido.
–Louis eu sou um garoto, mas nasci com as partezinhas de uma mulher, o quão ridículo isso soa?
–Você...
–Pode se sentir livre de parar nosso projeto por aqui se quiser, por favor, não quero olhares feinhos na minha direção. Não era para ter descoberto isso.
–Está dizendo que tem...? –Louis perguntou mais uma vez, ainda fissurado o suficiente e esperando que Harry dissesse em voz alta para sanar sua dúvida sobre o que estava realmente pensando.
–Quer me fazer sentir pior? Poxa, eu tenho seios e uma florzinha. é tão humilhante.
Harry dizia tudo aquilo com um pesar tão grande no inicio de uma chateação que não notava os olhos azuis de Tomlinson brilhando em sua direção e como se tornava a cada segundo que passava mais marcado na calça social grossa.
–Por que eu te acharia ridículo? Não.
–Fala sério, não precisa mentir... –apertou a pontinha dos dedos, pronto para se levantar e esconder-se no quarto até que o colunista já estivesse fora de casa, para chorar pelo restante da semana.
–Acha que eu estou mentindo, Hazz? –apertou a coxa do garoto enquanto falava, com firmeza entre os dedos e olhando mais uma vez para seu colo, ao que indicava para o outro olhar também e reparar em como seu pau parecia tão marcado no tecido. –Eu 'tô duro pra caralho para você, não 'tá vendo?
Harry saiu da sua bolha de chateação, ainda um pouquinho surpreso pela reação inesperada do mais velho quando concordou com a cabeça devagarinho, ainda hipnotizado o suficiente para não conseguir dizer mais nadinha e apertar sua própria palma da mão em cima da de Louis, como uma breve indicação para que ele fosse mais firme com o carinho em sua perna nua. O choro baixinho foi contido pelo restante do tempo, quando Styles adquiriu os olhos verdes brilhantes ainda olhando para o colo do moreno e a boquinha entre-aberta.
–Realmente por mim? –apertou a sua mão em cima da palma aberta de Tomlinson em sua coxa, pedindo para que ele o apertasse mais em ao menos perceber este ato. Recebeu um aceno confiante de Louis em resposta, observando com tanta atenção o busto da cacheada e notando por fim o volume marcadinho dos seus seios, se perguntando como não havia os visto, mesmo que ainda tão escondidinhos.
–Porra. Não acha melhor parar por aqui?
Styles mordeu a boca molhadinha mais uma vez, com os olhos amendoados olhando como uma cadelinha pedindo por qualquer coisa para o mais velho e negando sutilmente com um movimento delicadinho.
Quando por fim grudou seus lábios nos de Louis, soltando um suspiro tão baixinho de fino que mais se pareceu com um gemido, beijando ele devagarinho e com a língua quentinha entrando dentro da boca do colunista famoso.
–O-oh, mhmm – acenou a cabeça em concordância com os olhos fechadinhos quando Louis puxou sua mão para cima do cacete completamente duro, apertando a palma quente em seu próprio comprimento e fazendo com que Harry segurasse nele tão firme a ponto de sentir a glande pulsando nos seus dedinhos. Louis riu baixinho com o quão Harry estava todo entregue tão facilmente e com os diversos cenários na sua cabeça sobre como poderia colocar o corpinho magro de quarto de apoio na mesa de centro e comer sua florzinha até estar transbordando de porra.
Voltou a grudar suas bocas, o beijo se parecendo um pouquinho mais desesperado dessa vez do que jamais esteve, completamente entregue ao moreno tatuado e o punhetando com delicadeza ao que sentia sua outra mão fazendo carinho na barba rala do queixo ossudo. Soltou mais um ofego alto, quando sentiu as pontas dos dedos frios de Tomlinson chegando pertinho do lábio da sua buceta gordinha já por baixo do short, sentindo as pernas longas se contorcerem com o quão impaciente estava parecendo para ele.
–Porra. –Louis suspirou fundo com a mão delicadinha ainda acariciando a pele macia do cacheadinho, olhando para Styles com os olhos semi cerrados e um sorrisinho de canto. Puxou o lábio gordinho inferior na ponta dos dentes, afastando o rosto quando ele fez movimento de voltar ao beijo lentinho. –Você é todo desesperadinho, não é? Parece que nunca ninguém comeu sua bucetinha direito.
Harry apertou a boquinha com os olhos arregalados, como se estivesse sido descoberta com tanta facilidade assim, acompanhando quando o caralho grosso de Louis pulsou mais forte na sua mão, soltando a pré-porra com tanta força pela calça.
Louis grunhiu quando entendeu o olhar envergonhado do escritor, sentindo o coração acelerar e tão ansioso para que conseguisse comer ele pelo resto do dia todo.
–Ninguém te comeu, amor. Vai ser todo apertadinho para mim, não vai? Vai ficar deitadinho com as mãos para trás e rebolar no meu caralho igual uma putinha desesperada. –Tomlinson riu na boquinha dele quando voltou a grudar os lábios com desespero, tocando ainda com delicadeza a sua pele nua da xotinha por baixo do shortinho fino. A sua outra mão segurando firme o quadril de Harry no sofá, para que sentisse ter total controle do corpo, enquanto o polegar macio chegava cada momento mais perto do centro molhadinho e o quentinho do seu grelinho.
Com a sua boca gemendo baixinho contra sua língua, se tornava todinho maleável.
–Mhmm, s-sim –Harry apertava com mais força os olhos verdinhos fechados, empurrando o quadril contra a mão de Louis e implorando para que ele fizesse qualquer outra coisa além de só acariciar os lábios da sua florzinha, pedindo de forma quietinha que ele enfiasse as pontinhas dos dedos em seus lábios pequenos e o tocasse tão cuidadosamente assim no grelinho.
Harry sentia que a cada momento que passava se tornava mais desesperadinho por qualquer outro contato mais firme com Louis. Não se importava realmente com o que ele quisesse fazer consigo, desde que tivesse alguma coisinha para se lembrar pelas próximas noites enquanto se tocasse e enfiasse os dedos longos bem fundo no seu buraquinho por baixo do pijama.
Como se seus pensamentos tivessem sido sussurros para Louis, o outro abriu os olhos enquanto sentia os gemidinhos na sua boca e suas línguas se enrolando, para chupar o músculo molhado do mais novinho e separar os lábios com um fio de saliva novamente.
–O pijama, mhm? –sentiu o corpinho saltar na sua mão quando o indicador encontrou a poça de lubrificação que ele soltava em baixo do shortinho, espalhando o liquido ralinho por todo grelinho gordo dela. – Coloca o pijaminha para mim!
Deixou de tocar o cacheado por completo, esticando os braços e colocando apoiado no encosto do sofá, ainda com o quadril jogado para cima e as pernas completamente abertas na postura relaxada, esperando que Harry se levantasse para colocar a peça bonitinha. Harry se esquecia por algum tempo como estava apreensiva que Louis descobrisse isso, agora, com os olhares de Tomlinson, se sentia tão desejada a ponto de não pensar em qualquer outra coisa que não fosse fazer coisinhas obscenas com o colunista.
–Sim, sim –Styles respondeu apressadinho, pegando o tecido rosinha e macio em cima da perna de Louis ainda, deixando de o tocar por completo e afastando as coisinhas de cima da mesa de centro para o canto, se sentia sufocado com elas tão pertinho. Fez como se estivesse se retirando para se vestir como o outro havia pedido, quando sentiu ser impedido.
–Não, não, pode se vestir aqui na minha frente? Tira a roupinha e coloca a camisola pra' mim. –Apertou o pau grosso por cima da calça ainda vestida, desabotoando os primeiros botões e descendo o zíper para que deixasse apenas a boxer aparecendo com a roupa ainda vestida, seu cinto grosso de couro parando em qualquer canto do sofá que realmente não se importou. As veias protuberantes ainda mais marcadas do que antes, deixando Harry doidinho para que pudesse fazer alguma coisa.
Levou um sustinho quando sentiu a saliva caindo do cantinho da sua boca e concordou com um múrmuro animado para se vestir para Louis. Ainda com os olhos verdes grudados na mão tatuada acariciando o próprio pau. Tirava a blusa larguinha, sentindo a pele arrepiar ainda mais com os mamilos expostos no ar geladinho da sala, completamente vermelhos dos beliscões que causou em si mesmo em um momento de excitação de manhãzinha. Os seios pequenos aparentava ser completamente gostosinhos em um tamanho médio, balançando em seu busto quando retirou a peça com pressa, sem qualquer sutiã por baixo.
Louis ainda pensa sobre como deixou passar despercebido.
Prendeu os dedos na barra do short, lambendo os lábios enquanto via Louis tirando a cabecinha do pau para fora da boxer, ainda o mantendo preso, para grunhir com o maxilar ossudo apertado e massagear a glande gorda.
Foi mais rápido do que estava pensando em ser naquele momento, excitada para vestir o pijama e se sentar do ladinho de Louis novamente. Ansioso para a próxima parte.
Suas coxas grandes se contorceram quando tirou o short, apertando a buceta no meio delas, ainda um pouquinho envergonhada, se apressando para se vestir rapidinho e não notando quando o tecido rosa se tornava transparente quando não vestia qualquer outra coisa por baixo. Chegou pertinho de Louis novamente, jogando as roupas no chão e se sentando com as pernas apertadinhas do seu lado.
–Você consegue ficar toda molhadinha, sabia? Olha isso. – pousou sua palma da mão na coxa de Harry quando ele se sentou do seu lado mais uma vez, apesar de ter feito isso por cima do tecido rosa agora. A mão deslizando tão perto da sua virilha e embalando a bucetinha com o tecido roçando em toda ela sensível, enquanto não deixava de olhar para ela, e a fazer soltar um suspiro leve quando a seda se tornava ensopada com um simples toque na sua florzinha.
Abriu a boca gemendo escandaloso pela forma que Louis o chamou ali. Harry gostava dos pronomes femininos. Louis sorriu satisfeito.
–Gosta que eu chame assim? Gosta que eu chame você como uma garota? Vai gostar quando eu disser que vou comer toda a sua bucetinha? Que você fica tão linda nesse pijaminha que não penso em outra coisinha que não seja estar te fodendo todinha até estar ardida?
Harry concordou mais desesperada do que antes, balançando os cachinhos.
Styles jogou um pouquinho mais do quadril para cima, pedindo não todo silencioso para que Louis o chupasse mais firmemente e não fosse tão delicado assim com o seu corpo. Gostava dos toquezinhos delicados dele por cima do pijama, mas já se tornava uma garotinha impaciente com ele tão gentil assim.
–Mais, por favor por favor –formou um biquinho apelativo para ele. Sentiu quando perdeu completamente os toques pela primeira vez, os olhos completamente atentos sobre os seus próximos movimentos, satisfeito em ver Louis chupando seu próprios dedos para colocar em baixo da roupa e os deslizar de cima para baixo em toda sua umidade, ficando vergonhosamente mais molhadinha e escandalosa.
–Vem no meu colo. Senta aqui. –soltou um estalo depois de algum tempinho de provocação, dando tapinhas em seu colo, por cima da boxer descoberta da calça. E sorrindo contente quando o mais novo obedeceu com tanta rapidez ao que ele pediu, como se fosse completamente submisso e vulnerável. Completamente como um bonequinho de Tomlinson.
Suas coxas enrolaram em volta do quadril sentado de Louis, com as duas mãos do mais velho apertadas em sua cintura fina e o os olhos na mesma altura que os seus, completamente posicionado com a bocetinha gordinha em cima do comprimento grosso e pulsante de Tomlinson por cima da boxer fina.
–Vai me deixar enfiar os dedos dentro da sua bucetinha? –Harry concordou sem pensar duas vezes, com a camisola vergonhosamente molhada e as duas mãos apoiadas no peitoral firme de Louis, pulsando o buraquinho desesperada por qualquer toquezinho. Os dentinhos de coelhos aparentes quando sorria contente como um fodido carente. Tomlinson mostrou os dedos para o cacheado, induzindo que ele os colocasse na boca e chupasse também, o membro pulsando por mais tempo quando apertava suas pernas delineadas e via o enrolado se deliciando em sentir o gostinho da sua própria xoxotinha misturada com o da saliva de Louis.
Com os dois dedos da mão completamente ensopados, Louis desceu com eles pelo corpo branquinho e se retorcendo em cima do seu colo desesperado por algum toquezinho em direção abaixo do seu pijaminha mais uma vez, com a mão seca apertando sua barriga branquinha e os dois dedos longos indo em direção ao buraquinho desesperado mais uma vez, ansiosa que Tomlinson enfiasse ao menos a pontinha dos dedos em sua grutinha e o dedasse gostosinho.
–Abre os olhinhos para mim, Hazz. Me olha enquanto eu te dedo. –Harry concordou com um murmuro para o colunista, rebolando devagarinho no seu caralho marcado, antes que tivesse o quadril levantado e as pontinhas dos dedos de Tomlinson acariciando sua entradinha como uma breve provocação.
–Não precisa ser delicadinho, L-Lou. –Suspirou fundo com o primeiro dedo entrando tão facilmente na sua xoxotinha gulosa. Sorriu sapeca quando sentiu pingar lubrificação na palma da mão do moreno que a dedava com apenas um dedo ainda, em meio aos suspiros e gemidos fininhos.. –Eu aguento muito mais, mhm. Faz rapidinho.
–Porra. Você é desesperada pra' cacete. – enfiou o indicador com força, enquanto olhava firmemente nos olhos de Harry que se fecharam por um breve segundo. –Abre o olho. Presta atenção. Quero que fique com a palma da mão em cima da sua barriga, bem pertinho do seu grelinho. Quero que você sinta quando eu te comer tão forte que vai acertar sua mão.
–Por favor, faz logo. –empurrou a o quadril na direção do único dedo que ainda estava enfiado dentro de si, e completamente paradinho, na intenção de se foder um pouquinho mais forte até que Louis começasse o tratar realmente com brutalidade. –P-porra. –arregalou os olhos verdes quando sentiu o dedo de Louis entrar juntamente com o segundo em uma das suas reboladas e sentir ambos acertando tão bem no seu pontinho de prazer em um momento de desespero da mais novinha quando Louis os curvou. –Eu. O-oh. –respirou fundo quando voltou a sentar rapidinho nos dedos de Tomlinson, esperando a sensação gostosinha de novo. –O-oque foi isso, Lou?
–Nunca tinha apertado seu pontinho, amor? –Harry negou com a cabeça, envergonhado com a resposta que deu a Louis, mas soltando um gemido longo e fininho logo depois que o moreno voltou a o dedar com força em direção ao seu pontinho, incansavelmente. –Nunca tinha rebolado um pau de borracha pra sentir o seu pontinho ardendo e querendo mais? Ninguém nunca quis te comer toda sensívelzinha assim? –continuou fazendo mais perguntas sem pausa, na intenção de ver a forma como Harry se embaralhava completamente nas respostas e nunca era possível formar algo coerente com o buraquinho implorando por mais o fodendo e empurrando tão fundo. –Você é a porra de uma virgenzinha mesmo.
Com a palma da mão posicionada pertinho do pé da barriga, Harry conseguia sentir um pequeno volume aparecendo e batendo na sua pele, revirando os olhos e ronronando como um gatinho.
–Consegue sentir esse volume no pé da sua barriga, Harry? Não faz ideia de como vai ser forte quando comer toda a sua bucetinha finalmente.
O moreno continuava enfiando os dois dedos dentro, a dedando com força e tão deliciosamente que Harry achava ser capaz de derreter com mais algumas apertadas no seu pontinho de prazer.
Louis, com a mão livre do corpo magrinho, deixou para tirar o membro de baixo da cueca, enquanto observava com a boca salivando o jeitinho que os peitinhos gostosinhos pulavam roçando no pijama. Olhou fundo nos olhos verdes que lacrimejavam um pouquinho dramáticos, quando aproximou os lábios fininhos da sua aréola marronzinha e puxou o biquinho do peito em uma das dedadas fundas.
Com a mão ainda comendo o buraquinho apertado com os dedos, levava Harry um pouquinho para cima o posicionando em cima do seu cacete logo depois. Styles fez um biquinho gemendo baixinho quando os dedos de Louis saíram de dentro de si para sentir o comprimento grosso se esfregando entre as bochechas da sua bunda branquinha e deixando os lábios da sua bocetinha tão abertos que abrigavam o membro grosso de Louis. Recebendo pequenos espasmos com o jeitinho que seu clitóris esfregava no membro duro em alguma das suas reboladas. . As veias saltadas da grossura pulsavam pertinho do seu cuzinho, sendo o suficiente para deixar o cacheado tremendo com a pequena estimulação.
Tomlinson não precisou pedir qualquer coisinha para que o Harry estivesse o obedecendo completamente mudo. Como se estivesse cavalgando com alguma coisinha dentro dele, esfregava deliciosamente para frente e para trás, arregalando os olhos verdes toda vez que Louis movimentava o polegar em pequenos círculos em volta do seu clitóris, se sentindo a beira do prazer a todo segundo.
–Vai ser apertadinha para mim quando te foder?
O cacheado sentiu os lábios abrindo em um último gemido mudo quando esporrou completamente sensível, manchando o tecido rosinha e respingando e espirrando por todo cacete grosso de Louis, sorrindo com o gemido alto que Louis soltou pela surpresinha. Balançou a cabeça em concordância algum tempinho depois, como um delay. Completamente sensível e sentindo a sensação gostosinha dominar seu corpo. Louis, acompanhando seu sorriso quando as reboladas se tornavam mais desesperadas e molhadas novamente, depois de pouquinhos segundos se recompondo, quando seu buraquinho ainda continuava guloso e fez questão de sugar o pau de Louis em uma das suas esfregadas desesperadas em seu colo.
–P-porra, Lou. Oh–torceu as sobrancelhas grossas. –Mhm, sim. Por, por favor.
Louis apertou as sobrancelhas, imitando o ato do escritor, grunhindo satisfeito quando teve um contato mais profundo. Sorriu contente com a expressão de dor que Harry apresentava, ainda que estivesse rebolando em cima das suas bolas devagarinho e desesperado por mais, fazendo com que a dorzinha se tornasse completamente alheia. A bucetinha completamente molhada e apertando minunciosamente sua glande gorda era extasiante.
–Me diz o que quer.
–Me come. –olhou para ele com os olhos brilhantes das novas lágrimas que apareceram.
–O que? Comer o que, Styles?
–Come a minha bucetinha, por favor. –suspirou sôfrego. –Até estar estourando ela, por f-favor.
Tomlinson o olhou de cima a baixo, sentindo o cacete pulsar dentro do buraquinho apertado do garoto, que fazia questão de comprimir a cada segundo, suspirando brutalmente.
–Levanta. Coloca a bochecha de apoio na mesa de centro, vou te comer de quarto. Não vai aguentar mais nem um pouquinho, não é? Vai estar espirrando no meu colo todinha se continuar aqui por mais tempo. –Harry o olhava ainda em cima do seu colo, com uma expressão espantada como se estivesse se perguntando o quão bruto Louis seria a partir dali, pensando onde ficarão suas mãozinhas se seu apoio será a bochecha molhadinha.
Styles se levantou para apoiar a bochecha na mesa gelada do centro, levantando a barra da camisolinha ensopada, e empinando o quadril na direção do homem que estava sentado o olhando com ar de superioridade. A florzinha parecendo tão bonita e apetitosa naquele ângulo, exibindo os lábios gordos e como estava pingando para Louis.
Tomlinson não pensou por mais de um segundo antes que estivesse pegando o cinto de couro caro jogado em baixo das almofadas e amarrando os pulsos branquinhos juntos atrás das costas largas de Harry, como um maldito puto.
–A próxima vez. –deu uma pausa no que estava falando, punhetando o membro grosso na própria palma da mão, sentindo o quanto a saliva de Harry ainda escorria por seu caralho pelos dedos ensopados que tinha se tocado antes, apertando a linha da glande em volta dos seus dedos grossinhos e gemendo alto com o contato e a visão dos buraquinhos completamente aparentes de Harry em sua direção. –Que eu estiver te comendo. –Pincelou a bordinha da sua buceta pulsante. –Que eu estiver comendo a sua bocetinha com fome. –enfiava a cabeça gorda do pênis até que estivesse o metendo com força, a sala sendo preenchida com o barulho alto das bolas batendo no quadril do cacheado em uma rápida estocada. –Vou fazer questão de gozar na mesa e fazer você se esfregar, mhm?
Começou a foder o buraquinho guloso, com a mão apoiada em sua lombar e o quadril completamente jogado em sua direção com desespero, delineando cuidadoso as estrias na base de sua coluna que o deixavam tão bonito e delicado. Sorria satisfeito o suficiente em escutar o jeitinho que Harry se engasgava entre suas estocadas acertando diretamente em seu pontinho de prazer, e não conseguia proferir qualquer coisinha coerente com a boca espirrando saliva e sua língua se movendo perto do vidro da mesinha o deixando como uma putinha babada.
Os pulsos se tornavam vermelhos pelo apertão, mas não o suficiente para mostrar que Harry estava tentando ser desobediente e se retirar o aperto gostosinho, pois este estava recebendo completamente o pau de Louis o fodendo com força como se estivesse com sede. As bolas gordas batiam no quadril de Harry enquanto suas mãos repletas de veias marcadas pela excitação marcavam o quadril branco do cacheado, como se ele estivesse se tornando incansável.
–Me aperta pra caralho. Porra, eu amo te comer. –Louis fechou os olhos em prazer, apertando os lábios fininhos e acertando diretamente na próstata de Styles. Gemeu tão alto que dúvida não ter acordado os vizinhos do escritor quando o buraquinho guloso apertou em volta do seu membro, esporrando mais uma vez em sua camisolinha quando gozou e tirando o pau da bucetinha antes que esporrasse dentro dele. Esporrando em todo pijaminha bonito como Harry tem feito, esfregando a porra grossa com a ponta do polegar e o membro ainda completamente ereto mesmo depois do orgasmo.
Harry ainda estava com a coluna arqueada, depois de gozar pela segunda vez em um gemido silencioso, com pouquinhos resquícios da porra escorrendo da xoxotinha avermelhada das estocadas gostosas de Louis. Sentia a humilhação escorrer do seu corpo e pingar como suor com a risadinha de Louis atrás de si, que por sua vez, o olhava completamente embebido no enrolado e ria da forma que ele continuava se empinando para trás pedindo para ser comido mais uma vez. Como se nunca fosse suficiente.
—Porra. Em uma próxima reuniãozinha dessa, prometo te trazer uma camisola transparente e cara pra caralho, só para ver o quão bonita fica em você, Harry.
¸¸.•*
Preciso de ajuda 🚨
Não sei se ainda vai conseguir alcançar muitas pessoas da forma que alcançava antes quando eu era mais ativa, mas eu preciso de ajuda com um plot que to escrevendo. Eu lembro que essa ideia foi enviada por algum seguidor e se tratava basicamente do Louis como um alfa muito “alfista” conservador e coisas do tipo que passa por um experimento com o harry omega para ser uma “ama de leite” dele pra ver como o leite materno se comporta nesse alfista tóxico.
Eu to escrevendo esse plot já tem uns dias e ele tá se encaminhando bem, porém queria postar ele com os créditos de quem teve a ideia. Então se puderem me ajudar, eu ficaria gratíssima!
go ahead and cry, little boy
☆ ⸺ Narratofilia, dacrifilia, degradation, falsa simpatia, consensual não-consensual, cuspida na boca, hbottom, ltops
☆ ⸺ boa leitura <3
O cheiro doce dos fios cacheados tomava conta do olfato de Louis há uns bons minutos. Não fazia nem uma hora que Tomlinson havia voltado de uma viagem de duas semanas e o seu namorado já estava o seguindo por todos os cantos.
Bastou somente colocar o pé dentro de casa para que o seu garoto grudasse em si como um coala faz em sua árvore favorita, quase não dando espaço para Louis guardar as malas de qualquer jeito no quarto do casal e tomar banho em seguida para enchê-lo de beijos e abraços. Ele merecia por ter sido um menino tão paciente. Louis até achava engraçado o barulho que o salto baixo dos sapatinhos de Harry fazia ao chocar-se contra o piso enquanto ele ia pra lá e pra cá à sua espera.
Harry havia sentido falta de Louis. Muita. Sua gatinha até era uma boa companhia e serviu para não deixá-lo tão sozinho nos primeiros dias, mas ela não lhe dava beijinhos de boa noite ou perguntava como havia sido seu dia. Louis era insubstituível e fazia o coraçãozinho de Harry quebrar-se em mil pedaços quando acidentalmente, através de uma troca de mensagens, lembrava do quão longe estavam um do outro.
Mensagens essas que eram enviadas por Harry a qualquer hora do dia para informar o namorado de cada pequena coisa que acontecia consigo.
As mais improváveis eram as favoritas de Louis. Desde fotos da pequena gatinha até áudios onde o mais velho conseguia identificar alguns soluços e fungadas chorosas reprimidas enquanto Harry dizia pela quinta vez no dia que estava perto de, literalmente, morrer de saudade. Styles era sensível demais por natureza, e Louis sabia que todo seu cuidado e amor incondicional com ele o deixava ainda mais dependente de si. Porém, o método de contar junto de Harry as poucas horas que faltavam para se verem novamente ajudou a confortar seu garoto, de certa forma, até sua volta para casa.
Foi uma tortura esperar até que Louis saísse do banheiro e finalmente lhe desse a devida atenção. Ele até tentou ficar quieto como o namorado havia lhe pedido, mas foi impossível quando seus pés instintivamente o guiaram para o corredor e ele acabou sentado ao lado da porta como um cachorrinho abandonado. Ora amassando a camisola entre os dedos, ora fazendo trancinhas nos cabelos sedosos por entre as mechas soltas. As quais acabaram o deixando ainda mais lindo e foram finalizadas com finas fitas de cetim brancas — que Harry fez questão de buscar em seu quarto — em formato de pequenos laços.
O mais novo percebeu que duas semanas se transformam em dois anos quando se espera pela pessoa amada. Mas Louis estava ali agora, e ele não podia pedir mais quando o viu sentar-se no sofá e abrir os braços em sua direção para convidá-lo a acomodar-se em seu colo.
Era onde ele estava agora. Uma perna de cada lado do quadril do namorado vestido com uma calça de moletom cinza. Sua cabeça repousou no ombro esquerdo desnudo de Louis. Seus pés vestiam meias brancas com uma faixa de babados ao redor dos tornozelos e eram abrigados dentro de sapatos Mary Jane, os favoritos de Harry. Ambas as mãos dos namorados estavam carinhosamente entrelaçadas, desejando encostar cada célula de um em cada célula do outro para matar a saudade de uma vez por todas.
Louis estava sempre o mimando demais, lhe dando tudo antes mesmo que o garoto pensasse em querer, mas principalmente o colocando em um pedestal intocável. Fazia questão de lembrá-lo todos os dias sobre o quão perfeito e único ele era, se contentando com as bochechas rubras de Harry e as mãos de dedos finos escondendo o próprio rosto com vergonha. Mesmo sabendo que seu menino era confiante o suficiente em outras situações, o jeito tímido que ele agia em tais momentos ainda era adorável.
— Senti tanta saudade de você — Harry murmurou, erguendo o rosto apenas para depositar um beijo casto no maxilar de Louis, acomodando-se novamente em seguida como um filhotinho.
— Eu também senti saudade de você, carinho — a mão livre de Louis fazia uma carícia singela nas costas de Harry, a qual estava coberta pelo tecido da camisola fininha e branca com estampa de pequenas margaridas.
— Não faz mais isso — os olhos esmeraldinos encontraram os azuis novamente. Seus lábios tinham um biquinho manhoso e Louis tinha vontade de beijá-lo apenas para mostrar que não iria a lugar algum, mas percebeu que Harry ainda tinha algo a acrescentar — Não fica longe por tanto tempo. Promete.
Louis realmente nunca havia feito uma viagem tão longa, porém, daquela vez, um imprevisto de última hora tomou mais do seu tempo do que ele havia planejado. O que o afastou do seu garoto e lhe causou uma dor de cabeça que o acompanhou por todos os minutos a mais. Foi desumano informar Harry de que ficaria longe por um tempo mais longo e acompanhar seus olhos enchendo d'água através da tela do celular.
Em casa, Louis precisava relaxar, desligar do mundo agitado e focar apenas em Harry e toda sua doçura que serviam como um calmante natural para si. Estar com seu amor assim, tão próximo, era o suficiente para melhorar seu humor rapidamente.
— Prometo — tirou algumas mechas do cabelo cacheado que acabaram caindo no rosto do mais novo, aproveitando para repousar a palma da mão na bochecha direita apenas para deixá-la ali. Harry se inclinou contra seu toque como um gatinho — Não vai acontecer de novo. Você é minha prioridade, sempre.
Uma covinha sutil surgiu no canto do sorriso de Harry. Em sua bochecha corada. O garoto tímido e manhoso de Louis estava ali, começando a dar seus ares. Completamente adorável.
Apesar do jeito que Harry sempre se portava na presença do namorado, o relacionamento tinha muito diálogo. Tudo era consensual em literalmente todos os aspectos da relação, o que a tornava saudável e agradável de ser vivida. Louis tinha o dom de fazer com que Harry se expressasse e colocasse em palavras tudo o que gostava ou não no convívio entre os dois, melhorando e consertando os aspectos juntos em seguida como um casal dedicado em cumprir todas as juras de amor e compromisso.
Mas havia um problema. Harry era, sem dúvida, a pessoa mais inibida que Louis já conheceu, e foi exatamente isso que despertou a curiosidade do mais velho. Foi o que fez com que ele se aproximasse do cacheado.
Por mais difícil e demorado que tenha sido o processo de deixar Harry confortável o suficiente até ele perceber que Louis tinha interesse em si e em tudo aquilo que o fazia ser quem ele era, Tomlinson esperou pacientemente para tê-lo e secretamente sempre orgulhou-se de tal feito. Afinal, isso o levou a encontrar a pessoa mais amável que ele já teve a oportunidade de desfrutar da companhia.
Porém, Louis sabia melhor do que ninguém sobre a habilidade que o namorado tinha de utilizar uma feição inocente enquanto fazia coisas que não condiziam nada com ela. Como, por exemplo, encará-lo de baixo com os olhos brilhantes enquanto esfregava seu rosto no volume da sua calça e silenciosamente pedia permissão para retirá-la. Ou, também, quando sentava em seu colo como quem não tinha segundas intenções e acabava ondulando mais o quadril do que o recomendável para manter a sanidade de Louis. Sempre jurando que não era nada proposital por ter muita vergonha de confessar que na verdade sempre foi.
Entender quando seu garoto queria algo a mais de si tornou-se fácil com o passar do tempo.
Apesar de raramente verbalizar, Harry sabia demonstrar que sentia falta de Louis de outros modos. Toques eram os melhores. Mas existiam os momentos em que o namorado não dava o braço a torcer. Então, depois de cinco tentativas ignoradas, tudo o que restava era um Harry com olhos cristalinos pelas gotas de água que se derretia em sensibilidade a qualquer mínima resposta calculada de Louis. Respostas extremamente bem pensados para que não tivessem nada que o deixaria satisfeito, menos ainda algo que o tirasse daquela bolha íntima em que haviam entrado. Louis gostava de levar Harry ao limite só para vê-lo declarar com todas as letras que precisava ser fodido. Ele sabia o quão doloroso e humilhante isso era para seu garoto. Assim como também sabia, na mesma medida, o quanto aquilo o excitava e o deixava perto de um orgasmo sem ao menos ser realmente tocado.
Harry estava começando a dar indícios de que queria Louis naquele momento. Depois de toda aquela eternidade sem vê-lo, ele estava precisando mais do namorado do que nunca. Suas coxas grossas e malmente cobertas pelo tecido do vestidinho apertavam o quadril de Louis com necessidade enquanto sua bunda macia deslizava discretamente pelo colo do namorado. Ele queria ser visto e principalmente implorava para ter seu desejo de duas semanas saciado, mas Louis parecia não reparar em suas investidas, concentrado demais na televisão.
Por outro lado, Tomlinson estava completamente ciente das intenções do mais novo. Mas aquele dia seria um dos quais ele deixaria Harry cansado até tê-lo despudoradamente implorando por si. Afinal, estava com imensa saudade do seu menino. Descrever como e onde queria ter Louis seria um preço a ser pago para que isso de fato acontecesse.
Quando as mãos habilidosas de Louis moveram-se e pousaram em seu quadril, Harry arrepiou-se. Por pouco não se gabando de ter conseguido um toque sem muito esforço. Mas sua esperança e seu ego murcharam assim que os dedos pressionaram a pele com uma força considerável para fazê-lo parar de se mover. Foi possível escutar um muxoxo triste vindo do cacheado enquanto seu peito subia em um suspiro. Ele estava tão pertinho de conseguir o que queria, era somente frustrante ter suas expectativas cortadas tão cruelmente.
Os olhos verdes estavam baixos, em conjunto com os dedos finos apoiados no peito de Louis em um toque quase leve demais para ser sentido. Seu punho direito se fechou ansiosamente perto da tatuagem próxima da clavícula do namorado e sua última reação antes de voltar a afundar o nariz no pescoço de Louis foi soltar mais um suspiro impaciente e derrotado.
Louis havia percebido tudo, cada mínimo movimento e suspiro de Harry, e isso seria interessante.
Enquanto o garoto choramingava e soltava leves lufadas de ar ou barulhinhos bobos para lembrar Louis de que estava ali, o mais velho fingia não notar nenhuma de suas ações. Seu quadril ficou imóvel depois que foi colocado assim, mas o resto do seu corpo denunciava a sua vontade, mexendo-se até mesmo involuntariamente, ansiando pelo namorado.
As coisas foram levadas assim até que, em certo ponto, quando a carência havia alcançado cada canto do seu ser, sua mão correu em direção aos fios da nuca de Louis e ele provocou uma leve puxada ali. Foi inocente, mas Louis tomou isso como a hora perfeita para começar a colocar seu plano em prática, pegando o controle e desligando a televisão que realmente não era importante agora.
— Harry? — chamou, virando o rosto para tentar encontrar os olhos do namorado mesmo naquela posição onde eles estavam praticamente escondidos.
Mas não por muito tempo. Em um pulo, o cacheado ergueu a cabeça e fitou Louis com suas grandes esmeraldas. Ele finalmente havia atraído a atenção do mais velho. Um sentimento bom fez seu peito aquecer enquanto um sorriso feliz brotou em seu rosto. Ele não precisou responder para que Louis continuasse falando.
— Está precisando de alguma coisa? — perguntou falsamente. Suas mãos se mantiveram na camisola que revestia a epiderme cheirosa de Harry.
O garoto pensou um pouquinho e então seu lábio inferior ficou proeminente em um biquinho quando a realização caiu sobre ele como um balde de água fervente, a qual ocasionou o aquecimento de cada centímetro da sua pele.
Louis estava ali tão perto, mas iria brincar consigo e com a sua timidez como se Harry fosse apenas um fantoche moldável aos seus gostos e preferências. Não que isso fosse ruim, muito pelo contrário. Porém, esse modo de humilhá-lo, especificamente, sempre resultava em um cacheado trêmulo reduzido a uma bolinha de vergonha e lágrimas, apesar de totalmente satisfeito e agradecido ao namorado.
Tentando reunir sua coragem para despejá-la em uma única frase e aproveitar a oportunidade que provavelmente só ganharia novamente depois de algumas horas, Harry posicionou-se melhor em cima de Louis e pegou a mão dele na sua, levando-a lentamente para baixo do tecido que vestia e a posicionando sobre sua intimidade que já molhava levemente o tecido da calcinha pelos pensamentos antecipados sobre o que aconteceria a partir dali, finalmente conseguindo proferir:
— Aqui. Dói — seu tom era lamurioso e Louis se divertia internamente com isso, mesmo que não deixasse transparecer. Harry se frustrou ao esperar e não receber qualquer tipo de movimentação por parte do outro.
Talvez ele devesse começar a baixar suas expectativas e parar de ser tão precipitado com suas ideias.
— E o que você quer que eu faça? — indiferente, Louis perguntou. Seus ombros subiram e desceram como se não entendesse o pedido do seu garoto e a cabeça foi inclinada em questionamento.
Harry suspirou pela milésima vez em um curto período de tempo. Sua dose de confiança já havia sido injetada ao fazer Louis tocá-lo e, em seguida, pronunciar as duas palavras. A partir dali ele estaria completamente exposto e suscetível à degradação enquanto seu atrevimento de minutos atrás evaporava de uma vez só.
— Papai — o garoto murmurou, reclamando, tentando esquivar-se de dar uma resposta objetiva. Ele estava dando tantas dicas do que precisava que Louis fizesse consigo, mas o namorado parecia estar cada vez mais longe de realmente tentar entendê-las.
Sua cabeça estava baixa mais uma vez, os fios cacheados e compridos pendiam e impediam Louis de visualizar seu rosto. Suas bochechas provavelmente já estavam coradas o suficiente naquele momento e Harry odiava a ideia de deixar Louis saber disso, mesmo tendo noção de que as futuras lágrimas inevitáveis seriam vistas de qualquer forma.
— O papai não me ama mais? — perguntou em um fio de voz. Foi possível ouvir quando Harry fungou, provavelmente para se controlar e não começar seu choro tão cedo. Seus olhos esmeraldinos ainda não olhavam os oceânicos de Louis.
Louis, esse que quase se deixou levar pelo jeito de Harry, por pouco não fez o garoto deitar-se no sofá para fodê-lo como ele merecia e acabar com aquela tortura que estava sendo para si também. Mas ele estava disposto a levar tudo aquilo até o fim, ciente de que a última pergunta de Harry foi apenas para fazê-lo sentir-se uma péssima pessoa e mudar seus planos.
— O papai ama você, sim — os dedos da sua mão livre percorreram o braço de Harry, unicamente pelo prazer de vê-lo lutar contra as ações involuntárias e acabar arrepiando-se lindamente — Ele só ficou longe do menino dele por muito tempo — a mesma mão subiu a carícia até o topo da cabeça de Harry, afagando o começo dos seus fios — E acabou esquecendo o que o filhote dele quer quando age de um jeitinho tão… — ponderou por alguns segundos, tentando encontrar as palavras — Carente e necessitado.
Harry fechou os olhos com força ao ouvir seu namorado. Era isso, Louis tinha o resumido em carência e necessidade, nada além. Quando tornou a abri-los, notou sua visão ficar turva por lágrimas, se amaldiçoando por ser tão sensível. Suas coxas pressionaram as de Louis com força, causando um atrito significativo contra o toque no seu pau, enquanto o mais velho sentiu a renda em contato com os seus dedos grossos ficar ainda mais pegajosa. As palavras do moreno, querendo ou não, mexiam notavelmente com o corpo e as reações do mais novo. Louis deu um sorriso ladino.
— Mas você pode ajudar o papai a lembrar — deu a ideia, ainda acariciando os cabelos de um Harry amuado sentado em si. Ele decidiu não forçar o garoto a olhá-lo, pelo menos não por enquanto — Eu só quero fazer meu menino se sentir bem.
Em uma última tentativa, Harry choramingou e negou com a cabeça. Ele ainda tentava lutar contra o poder de persuasão que Louis tinha, ciente de que remar contra a maré seria em vão. Seus dedos seguraram o pulso de Louis com força por medo de que aquele mísero toque no seu pau fosse interrompido.
— Não, papai — seus cachinhos adoráveis, em conjunto com as tranças, balançavam enquanto negava — Não consigo.
Mesmo com a resposta, Harry tinha dois corações naquela situação, dois pensamentos que o levavam a lugares diferentes. Ele poderia pensar somente em si e decidir de uma vez por todas que não faria o que Louis estava sugerindo, deixando a timidez consumi-lo por inteiro. Por outro lado, fazer isso seria puro egoísmo, já que Louis sempre o fez sentir-se tão bem e o mínimo que ele poderia fazer era retribuir por ser intensamente cuidado e amado. Ele não conseguia sequer imaginar como seria decepcionar seu papai e jamais tomaria uma decisão que resultasse nisso.
— É até irônico — Louis voltou a falar, ocasionando um pulinho discreto e assustado de Harry que havia se perdido em pensamentos. Dedos firmes empurraram seu queixo para cima, o fazendo ver o namorado por entre as mechas castanhas — Você ser tão tímido que não consegue nem falar com o seu dono, e ao mesmo tempo tão cadela a ponto de se molhar feito uma virgem na minha mão — Harry sentia seu rosto quente de vergonha enquanto travava uma batalha árdua contra si mesmo para não deixar as lágrimas teimosas caírem — Você quer isso. Você quer o papai. Então vamos tentar mais uma vez, vou te dar mais uma chance, sim?
Foi quase difícil notar quando Harry assentiu tão discretamente. Louis tinha um poder tão grande sobre si. Era até intimidador o modo como ele sempre conseguia o que queria, obrigando e convencendo Harry a fazer qualquer coisa por si. O peso do seu corpo já estava todo sobre o colo do namorado, incapaz de manter parte dele apoiado em seus joelhos. Sua mão livre estava caída ao lado com receio de agir e fazer o namorado desistir da sua última tentativa. Ele queria ser bom. Ele precisava ser bom.
— E eu juro que vou te deixar na mão se você decidir continuar sendo tímida, porque você sabe como o papai gosta de te ouvir — o cacheado fungou e negou várias vezes com medo de ser deixado ali sozinho, prometendo que faria tudo corretamente. Louis suspirou e retirou os fios de cabelo do rosto de Harry mais uma vez, ligando os olhares de maneira intensa — Coisinha, você quer dizer alguma coisa para o papai?
Os ombros de Harry desabaram assim como sua postura em um claro sinal de desistência.
Louis sabia como conseguir o que queria do mais novo de uma forma tão natural que às vezes até era difícil para o garoto perceber que havia cedido e ido contra seus princípios. Mas, naquele momento, ele via claramente toda sua estabilidade e auto preservação indo para o ralo, dando espaço para que as próprias palavras proferidas ocupassem as lacunas deixadas e o consumissem com seus significados sujos e pervertidos.
— Preciso de você. Preciso do meu papai — pediu em um fio de voz. Seu olhar baixou por alguns segundos, mirando a mão de Louis que desaparecia entre suas pernas junto da sua que servia para manter a palma quente dele ali. Mostrando a que se referia.
Quando teve coragem de olhar Louis novamente, foi simplesmente demais. Os olhos azuis estavam tão concentrados em si e esperavam tanto que foi inevitável segurar seu choro contido. As primeiras gotas escorreram lentamente por suas bochechas rubras. Não tinha mais volta.
Seu peito ardia como se pegasse fogo, desejando ser um pouco mais desinibido ou que Louis simplesmente esquecesse aquela ideia e fosse realmente para a parte que interessava e que sonhou durante todo aquele tempo longe do namorado.
— Preciso do pau do papai tão fundo dentro de mim, me comendo como só ele sabe, por favor — seu corpo tremeu involuntariamente ao ser estimulado. Louis esfregava seu pau levemente por cima da renda, gostando do que ouviu, mas aqueles panos começaram a irritar Harry profundamente e ele teria que pedir para livrar-se deles, caso contrário não teria nada — P-pode rasgar minha calcinha.
Não é como se Harry estivesse mandando em algo ali, ele apenas estava proferindo seus desejos durante uma grande luta interna sobre ser bom para si mesmo ou para Louis. O poder ainda era totalmente do mais velho e isso jamais mudaria.
Tomlinson depositou um beijo em cima da lágrima acumulada no canto dos lábios de Harry. Ele amava seu menino, assim como também amava seu choro desesperado.
O barulho do rasgo do tecido foi momentâneo, libertando o pênis do garoto que pesava e molhava a palma de Louis aos montes. Era vergonhoso demais.
- Caralho… Que porra - Tomlinson deu um riso anasalado, claramente debochando de Harry que se encolheu ainda mais - E eu ainda nem te toquei de verdade. Agora você me deixou curioso pra saber como vai se molhar quando eu estiver fodendo sua bunda.
O garoto emitiu um chorinho manhoso e tentou esconder o rosto no pescoço do outro em busca de alívio para toda a vergonha que estalava em cada célula do seu ser, algo que não agradou muito Louis.
- Por favor, olhos em mim - ele segurou seu rosto molhadinho de lágrimas com apenas uma mão, não forte o suficiente para formar um biquinho em seus lábios, era apenas para lhe passar uma ordem - Você não vai me privar de ver o estrago que está fazendo consigo mesmo, não é?
As borboletas no estômago de Harry estavam agitadas e a engrenagem dos seus pensamentos mal funcionava àquela altura. Ele negou com a cabeça vezes demais.
Styles sabia como o namorado estava fingindo uma grande simpatia consigo. Não foi ele que se colocou naquela situação, o garoto jamais passaria tamanha vergonha de propósito. Era Louis quem estava no controle e o manipulava para que ele acreditasse que a intenção de se humilhar vinha dele. Como se o namorado não fosse o diabo sussurrando no seu ouvido.
Os dedos tatuados subiam e desciam preguiçosamente pela extensão de Harry que manhava baixinho, o último sabendo que aquilo indicava que ele precisaria de mais do que somente isso para finalmente ser recompensado.
— Meus peitos — sua voz estava levemente embargada, as gotas grossas já deslizavam pelo seu rosto sem impedimento — Brinque com eles, papai, eles são todos seus — ao pedir, Harry levou as mãos até a barra da camisola curtinha e a tirou em um piscar de olhos, tamanha necessidade que sentia.
Um ar gélido natural e noturno beijou sua pele ao despir-se. Seus cachos ficaram ainda mais selvagens pelo movimento rápido e repentino. Seus braços instintivamente cobriram seu corpo ao perceber o quão exposto estava e a vontade de encolher-se para se proteger do olhar azul quase venceu, porém, antes que pudesse, Louis segurou seus braços com delicadeza e os afastou para ter acesso ao seu peito e aos mamilos durinhos em antecipação.
Seus peitos não eram grandes, mas possuíam um tamanho perfeito para Louis.
Harry esquivou-se ao sentir a barba de Louis roçar contra sua pele, e seus mamilos rosinhas ficaram ainda mais eriçados e convidativos para que o namorado pudesse mamar naqueles peitos como se a vida dele dependesse disso. E talvez, naquele momento, realmente dependesse.
"Você é incrível" foi tudo o que Louis disse antes de aproximar-se do seio esquerdo, passar a língua molhada de saliva sobre o botãozinho e soprar diretamente em cima dele em seguida apenas para ver o garoto se arrepiar, enfim começando a realmente chupá-lo.
Harry se mantinha estável com as mãos nos cabelos de Louis enquanto os lábios finos faziam um ótimo trabalho em deixá-lo sedento por mais. A glande de Harry pingava na calça de Louis e ele podia sentir perfeitamente o pau duro do namorado entre sua bunda. Era uma troca, quanto mais Harry movimentava os quadris e consequentemente estimulava Louis, mais ávidos eram as lambidas do namorado em seus peitinhos sensíveis.
Ambos saiam ganhando.
Quando mudou de lado, usando os dedos para continuar dando atenção para um e poder começar a chupar o outro mamilo, pôde reparar em Harry. Nas suas sobrancelhas franzidas. Nas lágrimas que escorriam pela sua face. Nos gemidos gostosos que saíam por entre seus lábios gordinhos. Na obra de arte que era Harry no cúmulo do desejo sem nenhum pudor. Mas Louis estava com saudades das suas esmeraldas, então, para chamar atenção, despejou um fino filete de saliva sobre o botãozinho e o acompanhou deslizar pela pele leitosa, hipnotizado com a cena.
O garoto abriu os olhos chorosos na direção de Louis e segurou ainda mais forte os cabelos do namorado. Ele só era incrível porque Louis o fazia sentir-se assim. Único. Desejado. Harry sabia o quão sortudo era por ter tido seu destino cruzado com o de Louis.
— O meu papai me faz tão bem. Sua boca é tão boa — divagou, mantendo o contato visual com um Louis abaixo de si dedicado em seus peitos, machucando seus mamilos com fome - Obrigado papai.
Foi tarde demais para Louis pensar nas próprias ações ao ouvir aquilo, ocasionando uma mordida leve na pontinha excitada do seio direito e logo em seguida um puxão no biquinho entre os dentes, sentindo sua calça molhar com o líquido de Harry mais uma vez.
— Você vai querer gozar assim? — Louis sussurrou contra sua pele, Harry estremeceu pela sensação, feliz por poder escolher, e derramou mais algumas lágrimas.
— Sim. Sim, por favor — então lembrou-se de adicionar: — Eu quero gozar enquanto o papai cuida dos meus peitinhos e toca meu pau — Harry se perdeu um pouco nas palavras, estava ficando cada vez mais difícil formular frases que faziam sentido — Tão bom pra mim.
Harry conseguiu ouvir um gemido satisfeito vindo de Louis, o qual se perdia nos cílios molhados acima dos olhos verdes e fazia disso uma motivação para acelerar o movimento do seu punho. O pênis de Harry molhava cada vez mais e facilitava o toque enquanto seus gemidos e ofêgos envergonhados, necessitados e sensíveis eram como música para os ouvidos do mais velho.
Harry vinha sendo estimulado desde o momento em que o namorado exigiu que ele se humilhasse a ponto de expor seus desejos em palavras, mesmo sabendo que ele tinha dificuldade e que sempre ficava vermelho como se estivesse queimando. Louis não ligava. Sabia que o fruto daquela degradação seriam as suas tão amadas lágrimas de Harry, e Styles amava a sensação do cúmulo. Chegar ao cúmulo com lágrimas nos olhos, hipersensibilidade e gozo de Louis em qualquer parte do seu corpo era como chegar ao paraíso, só que melhor.
A boca de Tomlinson deixava o namorado perto de colapsar, e a junção com a estimulação gostosa no seu membro resultava em cada vez mais gotas caindo dos olhos verdes. Seus dedos permaneciam entre os fios de Louis e seu quadril ia de encontro à mão dele, tentando saciar-se o mais rápido possível. Sua bunda deixava Louis cada vez mais duro e com vontade de vê-lo gozando logo para poder finalmente entrar nele.
Louis passou a utilizar os dentes para arranhar de leve os mamilos e Harry se contorcia ainda mais em seu colo.
— E-estou quase — soprou em meio lágrimas e suspiros, a visão completamente nublada — Quase gozando para o papai — mesmo em tais circunstâncias, deu um sorriso com o canto dos lábios, não deixando de sentir orgulho de si mesmo. Afinal, ele estava falando.
Mas sua felicidade morreu assim que Louis resolveu voltar a falar:
— Você se contenta com pouco — e então ele estava sorrindo. Não era amigável, era debochado. Louis estava rindo de Harry como se ele não fosse nada além de um garotinho sensível e carente de contato — Não sente vergonha de si mesmo?
Harry assentiu cabisbaixo e se sentiu inferior ao ver o namorado daquele jeito, em uma posição totalmente oposta à sua. Seus ombros chacoalhavam conforme seu choro e seu ventre doía ao tentar segurar seu orgasmo para não parecer tão desesperado como Louis estava dizendo que ele era. O que não aconteceu por estar recebendo uma punheta tão bem tocada ao passo que tinha sua área erógena chupada com afinco.
Tudo o que restava era vir na mão de Louis com gritinhos e lágrimas e comprovar a visão que ele tinha sobre si.
Quando a sensação de formigamento se apossou da sua virilha, Harry não viu necessidade de perguntar se poderia ou de avisar Louis de que estava vindo. Ele estava precisando disso a uns bons minutos, foi uma libertação se deixar levar pelas ondas prazerosas que se apossaram do seu corpo frágil. Suas costas arquearam de leve e suas coxas tremeram com a liberação do orgasmo. O líquido perolado manchando a mão e a calça de Louis, junto de algumas gotinhas pelo abdômen moreno. Seu gemido mais alto da noite foi abafado pelo pescoço de Louis, onde Harry inconscientemente escondeu o rosto e privou o namorado de vê-lo chorar como nunca enquanto gozava.
Ele já tinha sido repreendido por ter se escondido antes.
Um silêncio suspeito se apossou em seguida. Suas pálpebras, que provavelmente ficariam inchadas amanhã, estavam pesadas pelo cansaço e seu corpo doía por ter ficado tanto tempo naquela posição. Alguns espasmos do orgasmo recente ainda o percorriam. Harry sentia seu rosto molhado, alguns fios de cabelo grudavam sobre ele. O garoto estava incapaz de ter noção dos próprios atos com a mente nublada e a visão turva enquanto pintava a roupa e a pele de Louis com a sua porra, muito menos pensava sobre as possíveis consequências que eles trariam.
Mas então ele sentiu. Ou, melhor dizendo, não sentiu. Louis estava imóvel embaixo de si. Talvez limpando sua mão pegajosa ou fazendo alguma outra coisa, Harry não sabia identificar. Por isso, o cacheado resolveu ver com os próprios olhos. Checar por si mesmo o motivo de Louis não tê-lo jogado contra o tapete e o usado como quisesse assim que ele gozou.
A expressão que Harry encontrou no rosto de Louis partiu seu coração. Era uma feição quase magoada. Talvez melhor definida como decepcionada. Seus olhos eram um azul vazio enquanto o canto dos seus lábios estavam voltados para baixo em chateação. Harry sentiu como se ele simplesmente fosse levantar dali sem qualquer explicação e ir embora, e isso o deixou desesperado.
Foi tentando relembrar de minutos atrás que a realização caiu sobre si. Ele sabia como o namorado tinha tesão e amor por suas lágrimas em momentos íntimos. Harry já viu como Louis ficou excitado enquanto o assistia usar um plug em público e chorar contido por se sentir exposto demais, triplicando a sensação de ser estimulado exatamente no seu pontinho com o objeto. Mas então, ao afundar seu rosto no pescoço do namorado, ele impediu que Louis visse o que ele provavelmente idealizou desde o começo.
Harry se sentia extremamente culpado. E essa culpa foi revertida em um choro com direito a soluços e gotas grossas que pingavam na calça de Louis, onde antes foi derramado seu prazer. Ele sentia a angústia percorrer seu corpo frágil e precisava tomar uma atitude urgentemente para tentar redimir-se. Era o objetivo que ele tinha em mente quando começou a beijar todos os cantos do rosto impassível de Louis, até que teve seu maxilar segurado sem muita força, apenas para mandá-lo parar.
- Me… Me desculpa papai - ele chorou, sentindo um aperto forte em sua pele.
— O papai está tão chateado — Louis falou contra os lábios de Harry, nunca deixando o garoto beijá-lo — Eu tento ser bonzinho e fazer meu menino se sentir bem, mas ele não se importa nem um pouco comigo.
Harry negou com a cabeça com veemência, odiando que tivesse deixado Louis se sentir daquele jeito. Seu rosto foi apertado ao ponto de um biquinho formar-se em seus lábios cheios, mas não doía. Nada doía tanto quando a sensação de ter decepcionado seu papai. As lágrimas deslizavam por seu rosto em maior quantidade a cada minuto.
— Você entende o papai, coisinha? Estou decepcionado — continuou, internamente se deliciando com o choro do garoto.
— Não. Não, não, me desculpe. Por favor, papai, eu errei — suplicava entre os espasmos que seu corpo dava, já se sentindo sobrecarregado e confuso, as palavras somente escapavam por seus lábios — Por favor. Eu sou seu. Sua coisinha, para você usar quando quiser.
Harry estava uma bagunça completa, seus cachos emolduravam seu rosto de forma desordenada e a fina camada de rímel nos seus cílios começava a escorrer como tinta escura brutalmente arremessada em um quadro branco delicado. Tinha um contraste. Era lindo. Seu pau doía de sensibilidade a cada esbarrão acidental e seu físico e emocional estavam perto de se esgotarem. Mesmo que tenha sido apenas um orgasmo, a vergonha tomava conta de absolutamente todos os seus sentidos, fazendo com que a exaustão fosse geral. Porém, mesmo nessas condições, tudo o que Harry precisava era provar para Louis que ele era um bom menino, e ele o faria.
— Papai — tocou a barba aparada de Louis com a mão trêmula. Os olhos azuis o miraram com descontentamento — Eu posso ser bom, muito bom. O papai pode usar e me comer como ele quiser — pediu, o polegar acarinhando a bochecha de Louis singelamente — E eu prometo que não vou ficar quietinho — acrescentou — Vou dizer tudo o que o meu papai quiser ouvir. Por favor.
A luz amarelada do cômodo refletia nos olhos verdes e aguados. Por fim, Harry encostou a sua testa na de Louis, não sabendo se deveria beijá-lo ou não. Demorou alguns segundos de contato visual para que Louis decidisse o que faria com a sua coisinha, acabando por compadecer-se com a expressão pidona, afinal, Harry só queria agradá-lo e estava disposto a conseguir isso. Ele lhe daria uma chance.
— Você vai ter que aprender a usar essa boca gostosa se me quiser dentro de você — proferiu, atacando os lábios de Harry em seguida.
Era um beijo onde não havia disputa, apenas dois extremos. Dominância e submissão. O controle e o controlado. Louis guiando a dança de línguas enquanto Harry apenas seguia seu ritmo. Os sons molhados faziam o cacheado tremer por finalmente estar recebendo aquilo do namorado depois de tanto tempo e a angústia se dissipava aos poucos. As mãos de Louis se perderam entre os fios de cabelo de Harry, o puxando para si em busca de mais.
Harry, mesmo fraco e sonolento, relutantemente teve que impedir o contato e verbalizar suas ideias. Sua necessidade de ser bom o impedia de secar as lágrimas para poder agradar Louis e suas duas mãos seguravam o rosto barbado para ter total atenção enquanto pronunciava com todas as letras o que precisava que o namorado fizesse.
— Você vai me deitar no tapete e meter em mim sem preparação. Nada de língua ou dedos, apenas o seu pau — Harry se surpreendeu com o quão confiante sua voz saiu, atrevendo-se em descer seus dedos pelo abdômen de Louis até o caminho de pelos bem aparados e segurar o pau grosso, ofegando discretamente em surpresa ao sentir o tecido da calça extremamente molhado contra as costas da mão.
Harry sabia que aquilo iria doer como o inferno, mas precisava de uma punição bem feita depois do que aprontou.
— O papai já está babando para ter o garotinho dele - Louis estava sem cueca e isso explicava o pênis tão bem delineado entre as bandas gordinhas da sua bunda
Louis quis sentir na pele a temperatura das bochechas avermelhadas de Harry. Estavam extremamente quentes, notou. O choro tinha diminuído um pouco. Talvez o garoto se arrependesse de toda aquela coragem em minutos, mas era incrível para Louis poder ouvi-lo daquela forma. Com atenção e foco. Não deixando de reparar no esforço que ele fazia para fazê-lo sentir-se bem.
Harry estava sacrificando a si mesmo para mostrar que a única coisa que importava ali era Louis.
— Mas se doer e eu implorar para você parar, não dê atenção. Eu quero sentir você — sua palma espalhou o pré gozo do namorado pela extensão antes de puxá-la para fora da calça e fazê-la bater contra a pele bronzeada, dura e necessitada de alívio.
Louis gemeu e apoiou a cabeça no encosto do sofá ao ter seu pau devidamente punhetado junto com as palavras tão pecaminosas vindas de lábios tão doces. Ao voltar a postura anterior, não pensou duas vezes antes de agarrar as coxas de Harry e levantar-se com ele no colo para deitá-lo no tapete macio da sala. Contemplando cada centímetro do seu menino ao deixá-lo ali para remover sua única peça de roupa, arremessá-la em qualquer canto, e ajoelhar-se próximo às pernas fechadas de Harry.
Encarando o teto sobre si, as lágrimas voltaram para a visão de Harry. Um momento de lucidez o fez cair na realidade da situação e perceber o estrago que aquilo faria na sua reputação introvertida. Mas agora era tarde demais. Duas gotas escorreram pelos cantos dos seus olhos e foi preciso tomar ar para continuar com o seu maldito falatório.
— Agora o papai vai abrir as pernas do garotinho dele — fungou, apoiando-se sobre os cotovelos para ver Louis por cima dos seus joelhos, o qual se mantinha em silêncio com um sorrisinho sacana para não assustar Harry que já estava desinibido.
Louis afastou suas coxas e Harry voltou a deitar as costas no chão, deixando ser usado de acordo com o próprio roteiro. Ele tinha vontade de voltar a fechar as pernas, e aquela luta interna sobre preservar-se ou ser bom causava gotas grossas que saiam dos seus olhos e se desfaziam no tapete. Seu peito ardia em uma mistura de sentimentos, somado ao estado quase sonolento que sua mente e corpo entraram ao desfazer-se no colo de Louis. Ele tinha sido cruel e estava pagando por isso, mesmo assim Harry não conseguiu evitar a tentativa de uma fuga.
De repente, seus joelhos foram juntados novamente por si mesmo e ele se pôs de bruços, engatinhando, tentando ir para longe dali e de toda aquela humilhação que estava passando. Harry não pensou em Louis ou em como ele ficaria furioso ao ver sua falta de colaboração mesmo depois de ter prometido que seria bom, não, ele só precisava se esconder no primeiro lugar que encontrasse pela frente e chorar seus pulmões fora por ter sido tão exibido e desagradável consigo mesmo.
Porém, antes que pudesse começar a sua fuga, mãos agarraram ambos os lados da sua cintura com força e o trouxeram de volta, virando seu corpo para cima novamente com um baque surdo do seu corpo contra o tapete.
— Não! Papai, pare — seus punhos fechados batiam contra o peito de Louis, tentando empurrar-se para cima e sair do aperto dos seus dedos — Por favor, me deixe ir, eu não quero mais.
Com isso, Louis substituiu as mãos pelo antebraço para prender Harry contra o chão, o pressionado em seu ventre, e inclinou-se sobre o corpo que se debatia debaixo de si, espalmando a palma contra o tapete felpudo ao lado da cabeça de Harry e ficando a centímetros do seu rosto. Harry parou de esquivar-se, com medo de qual seria o próximo passo de Louis e focou nos olhos azuis que pareciam observar sua alma. O garoto sentiu seu lábio inferior tremer pelo choro enquanto esperava Louis reagir.
Louis levou os lábios finos até a orelha de Harry e usou o tom mais rouco para proferir:
— Não — foi simplório, mas causou um efeito notável em Harry. Os olhos verdes se fecharam com força e ele pode sentir o próprio pau voltando a ficar duro contra o abdômen do namorado somente com isso — Você vai ficar aqui e vai ser usado pelo papai até que ele decida ser o suficiente — enquanto pronunciava com seu sotaque carregado, impulsionava seu pênis entre as bandas macias da bunda de Harry que ainda lutava, superficialmente esbarrando sobre seu buraquinho — A única coisa que eu quero de você são as suas palavras e suas lágrimas, o resto não importa. Não importa se você não quer mais. Não importa se você quer fugir. Não importa se você me mandar parar. Eu não dou a mínima para o que você quer, coisinha.
Harry tinha a respiração pesada, seus dedos agarraram o tapete felpudo para tentar descontar sua angústia. Ele estava derrotado, perto de esgotar-se totalmente e virar apenas um objeto que o namorado usaria para foder e gozar assim que terminasse.
Louis pegou a primeira almofada que encontrou em cima do sofá e a posicionou embaixo da bunda de Harry, elevando os quadris do garoto na sua direção.
O cacheado inutilmente ainda tentava colar as coxas com o resquício que tinha de ânimo para defender-se, mas Louis estava entre elas e proibia qualquer recuo que ele pensasse em fazer. O salto baixo dos seus sapatos batia contra o chão sem causar um som realmente alto enquanto suas pernas debatiam-se e sua respiração estava cada vez mais dificultosa.
— Você quer sentir o papai aqui? — Louis indicou o ventre de Harry com a mão e sentiu-se vazar ainda mais quando o garoto negou desesperadamente. Foi uma pergunta retórica, Louis não estava nem um pouco interessado na resposta de Harry.
Como estavam, Louis pode ver o cuzinho de Harry se contraindo em nada em busca de qualquer coisa que o preenchesse. Seu polegar não tardou em contornar o buraquinho apertado, sem forçá-lo para dentro em momento algum, afinal, o pedido foi claro. Harry queria sentir-se abrindo no pau de Louis. O mais velho usou a mão livre para espalhar mais lubrificação por sua extensão e preparar-se para foder seu garotinho.
- Por favor, me deixe ir - ele tentou mais uma vez, apoiando seus antebraços no chão para poder afastar-se um pouco para trás, olhando o pau grande de Louis e engolindo em seco, sabendo como iria doer levar aquilo sem preparação nenhuma.
Estava sendo desobediente e aquilo não agradava seu papai nem um pouquinho.
Louis se inclinou na direção de Harry, irritado, pegando um punhado do seu cabelo com força para que o garoto prestasse muita atenção.
- Que merda, Harry, você tá me irritando pra caralho - ele cuspiu as palavras descontentes contra seu rosto - Abre a boca, eu vou refrescar a porra da sua memória - ordenou, vendo Harry relutar um pouco antes de fazê-lo, não sabendo o porquê do pedido.
Mas então ele soube. Assim que viu Louis acumular uma quantia de saliva em sua própria boca para então cuspir dentro da sua cavidade aberta em expectativa. Imediatamente sentindo o gosto do seu dono em sua língua e fazendo novas lágrimas brotarem em seus olhos.
Isso o afetou mais do que deveria. Mostrava a ele o quão inútil seria lutar e o quão insignificante eram suas súplicas.
— É isso que você é e é pra isso que você serve, você entendeu? - perguntou, firmando seu aperto nos fios de cabelo e amando ver Harry chorar novamente concordando com a cabeça - Agora engole.
Louis esperou pacientemente até que visse a garganta de Harry mexer em sinal de que ele havia obedecido e então relaxou o punho, apenas encostando a palma na parte de trás da cabeça de Harry para que ele mantivesse a atenção.
— Faça mais uma dessas suas ceninhas e você vai pagar caro por isso — sua voz estava um pouco mais grossa, impondo limites e respeito ao que Harry assentia levemente.
Harry ainda sentia uma necessidade absurda de fuga, apesar de impossibilitado. Ele virou seu rosto para o lado e pressionou a bochecha contra o chão, não querendo olhar a cena que se desenrolava acima de si. Seus lábios tinham um biquinho triste e seu peito subia e descia com dificuldade, afetado pela clara raiva de seu papai. Harry não percebeu o momento em que Louis voltou a deitar sobre seu corpo, apenas sentiu os dedos virarem grosseiramente o seu rosto para encará-lo.
— Nem pense em virar seu rosto mais uma vez. O papai quer ver como você chora pra ele igual uma virgenzinha — murmurou contra seus lábios, segurando a base do próprio pau e o encaixando no buraquinho do garoto.
A glande vermelhinha brincou um pouco na entradinha ao que o mais novo gemia incessantemente, sem sequer pedir para que seu dono parasse. Seu pai já duro novamente caído sobre seu estômago.
— Não brincou sozinho aqui atrás quando o papai esteve fora? — Louis perguntou curioso, notando como seu rabinho estava com dificuldade para recebê-lo.
— Não, papai — Harry sussurrou, tentando se controlar e relaxar para que não doesse tanto.
Entrar em Harry estava sendo difícil. Mesmo que ele já tivesse conseguido até a metade, a entradinha do seu menino o apertava na tentativa de expulsá-lo a cada segundo.
— Porra, duas semanas te deixaram ainda mais apertado — falou entre dentes. Suas mãos seguravam as coxas de Harry com força para mantê-lo quieto e facilitar o processo.
— Por favor, não fale assim — manhou — E-estou tão envergonhado, papai — a última palavra foi prolongada em sua voz, acabando em soluços que fizeram seu corpo tremelicar. Seus braços estavam jogados sobre o chão, inúteis. Malmente tentando livrar-se de Louis. Apesar de tudo, seu quadril ia de encontro ao pau do namorado para tê-lo cada vez mais.
Os pés de Harry estavam plantados no chão, as pernas dobradas e o quadril obrigatoriamente erguido enquanto Louis terminava de forçar-se para dentro, logo sentindo as bolas pesadas baterem contra sua bunda branquinha. Rastros de maquiagem desenhavam linhas na pele rubra do seu rosto. Sua perna inconscientemente circulou o quadril de Louis para mantê-lo dentro de si o maior tempo possível enquanto uma lufada de ar presa em seus pulmões foi liberada.
— V-você me machuca. Dói muito — sussurrou, fechando os olhos com força ao sentir a primeira estocada de Louis, sem tempo para se acostumar com a invasão.
— Oh, eu imagino — respondeu, falsamente secando uma linha molhada no rosto de Harry — Mas, sinceramente, espero que você acabe ainda pior.
O cacheado tremeu com as palavras cruéis de Louis, deitado ali como um ser sem sentimentos ou emoções enquanto se acostumava com o pau gostoso em seu buraquinho intocado há duas semanas.
Louis estava encantado pelas lágrimas de Harry que escorriam em abundância logo no primeiro impulso do seu pau. Harry tinha o corpo impaciente e usou os cabelos de Louis para agarrar-se à consciência que lhe restava, erguendo o pescoço até colar ambas as testas. Seus olhos imploravam por algo que ele sequer sabia exatamente o que era e, pela proximidade, Louis conseguia ver cada nova gota d'água que se formava na superfície esmeraldina.
Louis o comia tão bem e tinha os olhos azuis tão penetrados em Harry que faziam a sensação ficar ainda mais intensa. Harry desviou o olhar para baixo por um momento, acompanhado a cena dos quadris do namorado batendo contra o seu enquanto o pau dele sumia dentro de si, exatamente quando sentiu a glande tocar seu pontinho doce. O que o obrigou a agarrar-se ainda mais em Louis e gemer em sua boca para incentivá-lo a foder exatamente ali.
Ambas respirações tinham descompasso. A de Louis pelos movimentos certeiros em busca do próprio orgasmo depois de tanto tempo duro, enquanto a de Harry por se sentir sobrecarregado, com estímulos e lágrimas demais, tudo ao mesmo tempo.
Harry não pensou duas vezes antes de pegar a mão de Louis na sua e a descansar sobre seu ventre, onde os dígitos do mais velho sentiram a saliência do próprio pau sob a camada de pele macia de Harry.
— Eu te sinto tão fundo — pronunciou-se entre soluços chorosos, sem quebrar o contato visual com Louis — Você está machucando a sua coisinha tão bem, papai.
— Porra…
Louis continuava investindo seu quadril contra a bunda de Harry, já avermelhada pelo atrito dos corpos, e aproveitou para deslizar a mão mais para baixo até encontrar o pênis sensível e novamente duro do seu garoto. Seus dedos envolveram a extensão e Harry chiou, encolhendo-se e negando com a cabeça vezes demais.
— Não! — gritou, segurando o pulso de Louis que malmente o estimulava — Eu quero gozar com você.
Louis gemeu baixinho e ondulou o quadril dentro de Harry. O som de peles se encontrando misturava-se com os choramingos do cacheado.
Buscar por ar estava sendo cada vez mais difícil, e só piorou quando Louis subiu a mão mais uma vez, agora em direção ao seu pescoço infelizmente imaculado, e manteve um aperto significante. Aquilo extrapolou o limite de Harry. Mais lágrimas salgadas foram produzidas até que sua mente processasse o que ele deveria fazer para parar com o ato. Demorou três segundos para que sua mão abrisse e fechasse duas vezes, indicando que Louis deveria interromper a privação de ar, o que ocorreu imediatamente.
Harry reconheceu a feição preocupada de Louis enquanto ele o analisava para checar se estava tudo bem para continuar com a cena. Então, para provar que sim, estava tudo perfeitamente bem, e que não, Harry não precisava de um tempo, o cacheado segurou os dedos de Louis anteriormente posicionados em seu pescoço e sem cerimônia levou dois deles até os lábios. O cenho de Louis franziu por um instante sem compreender o que o garoto faria, até que ele sentiu uma quantidade significativa de saliva escorrer sobre seus dígitos e logo em seguida ambos serem forçados para dentro da boca receptiva de Harry que começou a chupá-los, simulando um boquete.
O garoto sentia sua entradinha ser abusada enquanto mantinha a boca cheia de Louis, fazendo questão de deixar os dedos bem molhados assim como faria se fosse o pau do seu papai no lugar deles. Suas bochechas quentes formavam vincos por tamanha dedicação que ele tinha em abrigar cada vez mais dos dígitos tatuados dentro de si. Louis os forçou até sentir a garganta de Harry resvalar nas pontas, fazendo o namorado engasgar uma última vez antes de acabar com a sua diversão, os tirando de entre os seus lábios.
— A coisinha se arrependeu de não ter mamado o pau do papai? — os dedos molhados de saliva seguraram o rosto do garoto, fazendo seus fluidos se misturarem enquanto Harry revirava os olhos — Bichinho inútil.
Harry amaldiçoou Louis por não deixá-lo virar o rosto em uma tentativa frustrada de escapar da humilhação, ao mesmo tempo em que sentiu seu próprio pênis vazar contra o abdômen e seu choro aumentar notavelmente.
— Desculpe, papai — choramingou, podendo ver as pequenas gotículas de água acumuladas em seus próprios cílios.
O cacheado, mesmo naquelas condições onde tudo era demais e ele almejava um bom descanso para recuperar-se depois que fosse usado, ainda tinha um pouco de consciência e persuasão em seu interior. Harry sabia o quão bom era em afetar Louis com as palavras certas. Mesmo que o mais velho tivesse um fetiche absurdo em ouvi-lo falar coisas obscenas, parte do mérito era seu por saber exatamente como moldar as sílabas até que as frases fizessem algum efeito sobre Louis, e ele sempre conseguia.
Então, ali, viu-se completamente submisso de Louis. Com o rosto molhado de lágrimas e os fios de cabelo grudando nas trilhas que elas deixaram. Ouvindo os gemidos gostosos do namorado próximo a sua orelha enquanto era fodido com força e sentia-se totalmente entregue a ele. Tendo a sensação de que seu rosto pegaria fogo a qualquer momento pelo calor presente em suas bochechas. Além de, é claro, a sensação incrível de se sentir pequeno e usado apenas para o prazer de Louis. Com tudo isso, Harry estava no limite mais uma vez, impedindo-se de vir até que Louis também viesse. Mas ele teria que acelerar o processo se quisesse cumprir com suas palavras.
Styles utilizou do seu último fôlego para olhar profundamente nos olhos de Louis e pedir com a voz mais doce que pôde utilizar:
— Goza dentro de mim, papai. Deixa o seu garotinho vazando você — sua outra perna também circulou o quadril de Louis para o manter dentro assim que suas palavras tiveram efeito.
Harry pode sentir o líquido de Louis jorrar dentro de si assim que pronunciou a última palavra, cruzando ainda mais os tornozelos nas costas do namorado para deixar a porra acumular-se no seu interior e pingar assim que seu buraquinho fosse abandonado. Louis gemeu rouco com o olhar cravado no cacheado assim que teve o orgasmo finalmente liberto. Harry comprimiu os lábios quando sentiu-se esporrando entre os dois abdomens, lembrando-se de não quebrar o contato visual para que Louis visse o estrago que suas lágrimas exaustas causaram.
O cacheado sentiu-se relaxado ao constatar que havia sido usado e servido como o brinquedo de Louis. Foi um milagre que seus dedos não tivessem perdido a força assim que sentiu o mais velho gozar jatos longos dentro de si. Sua obediência o mantinha ali até que a última lágrima escorresse pela sua face. Harry quase ronronou quando Louis levou uma mecha ondulada do seu cabelo para trás da sua orelha.
O papai estava tão orgulhoso dele e nada além disso importava.
Os olhos verdes fecharam assim que Louis repousou sua cabeça sobre uma almofada macia, entregue ao sono e ao cansaço com a certeza de que Louis cuidaria bem de si. Logo Harry sentiu-se vazio quando Louis saiu de dentro dele, perdendo a imagem do namorado que assistiu a porra vazar do seu cuzinho a medida que ele se contraia involuntariamente.
— Amo você. Amo o papai — murmurou, seus braços enlaçaram o pescoço de Louis em um abraço estranho quando ele voltou para perto de si.
O mais velho sorriu carinhoso para o seu menino, usando os polegares para enxugar as trilhas mais finas de água sobre seu rosto e aproximou-se para deixar um beijinho casto em seus lábios.
— Eu também amo você, carinho.
E foi com essa frase tomando o lugar de todos os seus pensamentos, com mais uma comprovação de que Louis o amava, que Harry adormeceu profundamente.
。𖦹°‧ᢉ𐭩 Little Bar Girl | one shot l.s
Hazza estava tendo um dia horrível. O trabalho a deixou exausta, uma nota baixa em um projeto da faculdade a frustrou, e, para piorar, seu namorado lhe deu um bolo, deixando-a sozinha com seus pensamentos. Mas Hazza não era do tipo que ficava em casa chorando, remoendo o dia e se sentindo pior. Em vez disso, ela decidiu agir. Colocou seu vestidinho preto favorito, curto o suficiente para atrair olhares, e foi para um bar, determinada a encontrar um homem mais velho que a fodesse do jeito que ela gostava, com força, sem rodeios, tratando-a como a putinha que ela adorava ser. Era a melhor solução que Hazza podia imaginar para transformar seu dia em algo memorável.
Avisos de Conteúdo: Esta história contém conteúdo explícito, incluindo sexo oral e vaginal, dinâmicas de dominação/submissão, daddy kink, humilhação leve, privação de orgasmo, sexo bruto, marcação (chupões), exibicionismo, diferença de idade, sexo em local semipúblico, fluidos corporais e leve dor. Leia por sua conta e risco!
─── ୨୧ ───
O bar estava lotado, o ar denso com o burburinho de risadas, tilintar de copos e o som abafado de uma música que saía de uma jukebox encostada na parede. Era por volta de uma da manhã quando Hazza passou pelas grandes portas de madeira do local, o rangido delas se misturando ao caos sonoro. Ela usava um vestidinho tomara que caia preto, justo o suficiente para destacar suas curvas. Nos pés, suas fiéis mary janes, que já haviam pisado em muitos bares e muitas noites incertas. Seu cabelo solto balançava levemente enquanto ela atravessava o salão, desviando de corpos suados e olhares curiosos.
Hazza se direcionou ao balcão com passos decididos, já sabendo o que queria: uma bebida forte o suficiente para soltar as amarras da sua timidez e dar coragem para conversar com alguém. Porque, apesar de carregar uma aura de quem sabe o que quer, e, às vezes, de quem já teve o que quis, Hazza era um paradoxo ambulante. Por fora, uma verdadeira putinha, como ela mesma se descrevia com um sorrisinho malicioso; por dentro, uma garota que sentia as bochechas queimarem só de pensar em puxar conversa com um estranho. Beber, então, era o empurrãozinho que ela precisava para deixar a vergonha no fundo do copo.
— Vou querer uma bebida, por favor — pediu baixinho, quase num sussurro, enquanto se acomodava no banco alto do balcão, cruzando as pernas com cuidado para não deixar o vestido subir demais. Só então levantou o olhar, e foi aí que o mundo pareceu desacelerar. O barman era um homem mais velho, talvez na casa dos quarenta, com a pele bronzeada contrastando com um par de olhos azuis que pareciam enxergar através dela. Ele tinha uma barba rala, bem aparada, os braços cheios de tatuagens que escapava pela manga da camisa preta, enrolada até os antebraços. Hazza engoliu em seco. Se tivesse olhado para ele antes de falar, com certeza as palavras teriam travado na garganta, emboladas como um novelo de lã.
Ele ergueu uma sobrancelha, um meio sorriso surgindo nos lábios enquanto pegava uma garrafa de uísque sem nem perguntar se era isso que ela queria. Como se soubesse. Como se já tivesse lidado com garotas como Hazza antes.
— Gelo ou puro? — A voz dele era grave, com um toque rouco que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem.
— Puro — respondeu ela, tentando soar mais firme do que se sentia. Ele assentiu, sem desviar o olhar, e deslizou o copo na direção dela com uma precisão que denunciava anos atrás daquele balcão.
Hazza segurou o copo, os dedos brincando com o vidro frio enquanto tentava organizar os pensamentos. O barman voltou a limpar o balcão, mas ela podia jurar que ele a observava pelo canto do olho. O ambiente ao redor parecia pulsar, como se o bar inteiro soubesse que algo estava prestes a acontecer. Ela tomou um gole generoso da bebida, sentindo o calor descer pela garganta e se espalhar pelo peito. Era exatamente o que precisava para se lembrar de quem era, ou de quem queria ser naquela noite.
— Noite longa? — perguntou ele, casualmente, enquanto polia um copo que já parecia limpo demais. Hazza hesitou, surpresa com a iniciativa. Normalmente, era ela quem precisava dar o primeiro passo, mesmo que tremendo por dentro.
— Ainda não sei — respondeu, inclinando a cabeça com um sorriso tímido, mas com um brilho nos olhos que dizia mais do que as palavras. — E a sua?
Ele riu baixo, um som que parecia vibrar no ar entre eles, e se apoiou no balcão, chegando um pouco mais perto. Perto o suficiente para Hazza sentir o leve cheiro de colônia misturado com o aroma de uísque e madeira polida.
— Depende de como essa conversa vai terminar — disse ele, os olhos azuis cravados nos dela, como se estivesse desafiando-a a decidir o próximo passo.
Hazza sentiu o coração acelerar, mas dessa vez não era só timidez. Era o tipo de faísca que fazia suas noites valerem a pena. Ela tomou outro gole, deixou o copo no balcão e se inclinou ligeiramente para frente, diminuindo a distância entre eles. A noite, que até então era só mais uma, de repente parecia cheia de possibilidades.
─── ୨୧ ───
A conversa fluiu como a bebida no copo de Hazza, cada gole a deixando mais solta, mais atrevida, enquanto o bar ao redor parecia desvanecer num borrão de vozes e luzes amareladas. O barman, que agora se apresentava como Louis, mantinha aquele meio sorriso que parecia saber demais, como se já tivesse jogado esse jogo antes, e vencido. Ele se movia com uma calma deliberada, limpando o balcão, servindo os últimos clientes, mas sempre voltando os olhos azuis para Hazza, que sentia o peso daquele olhar como se fosse um toque.
— E você, Louis? — perguntou ela, a voz arrastada pela bebida, inclinando-se para frente até que seus seios quase tocassem o balcão. — Nunca ficou com alguém que entrou por essas portas? Ou só fica olhando… como tá fazendo agora?
Ele riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Seus olhos não disfarçavam mais, cravados no decote, onde o vestido mal segurava o volume dos peitos.
— Olhando? — Ele se inclinou mais, a voz baixando a um tom quase íntimo. — Tô imaginando como seria tirar esse vestido de você bem aqui, com o bar vazio.
Hazza engoliu em seco, o calor da bebida agora misturado com o fogo que subia pelo seu corpo. Ela sentiu a bucetinha molhar e mordeu o lábio, os olhos travados nos dele, e respondeu, quase num sussurro:
— E o que te impede?
A tensão entre eles era palpável, como uma corda esticada prestes a romper. O bar foi esvaziando, os últimos clientes tropeçando para fora, o relógio marcando quase três da manhã. A música parou, as luzes ficaram mais fracas, e só restavam Hazza, Louis e o eco do que estava por vir. Ela estava no quarto copo, a cabeça leve, o corpo solto, as pernas cruzadas balançando no banco. Louis varria o chão, mas seus olhos voltavam para ela a cada poucos segundos, como se estivesse marcando território.
— Tá ficando tarde, Hazza — disse ele, apoiando a vassoura contra o balcão. A voz era um convite disfarçado, os olhos ainda devorando o decote, agora sem nenhuma tentativa de disfarce. — O bar tá fechando.
Ela girou o copo vazio entre os dedos, o coração disparado, a timidez completamente afogada no uísque.
— E se eu não quiser ir embora? — retrucou, descendo do banco com um movimento lento, o vestido subindo o suficiente para mostrar mais coxa do que deveria. Ela se aproximou do balcão, os seios quase roçando a madeira, e olhou para ele com um desafio nos olhos. — O que você faz com quem fica?
Louis largou a vassoura, deu a volta no balcão e parou a poucos centímetros dela. Ele era mais alto, mais imponente de perto, o cheiro de colônia misturado com uísque e suor a envolvendo.
— Fica que assim você descobre — disse ele, a voz rouca, quase um comando. — Meu turno acaba quando eu trancar essa porta. E eu quero você aqui quando isso acontecer.
Hazza sentiu um arrepio descer pela espinha, o corpo inteiro respondendo ao tom dele. Os outros funcionários já tinham ido embora, o bar estava silencioso, exceto pelo som da respiração dos dois. Ela sorriu, um sorriso bêbado e provocador, e se recostou no balcão, deixando o vestido subir mais um pouco.
— Então tranca logo essa porta, Louis — disse ela, a voz carregada de intenção. — Porque eu não vou a lugar nenhum.
Ele a encarou por um longo segundo, o olhar tão intenso que parecia despi-la ali mesmo.
— Fica aí — disse ele, a voz grave carregada de algo que não era exatamente uma sugestão, mas também não era uma ordem. Era um convite, um desafio. Ele largou o pano que usava para limpar o balcão e caminhou até a porta da frente, os passos firmes ecoando no silêncio. Hazza o observou, o jeito que os ombros largos se moviam sob a camisa preta, a tatuagem no antebraço flexionando com cada gesto. Quando ele girou a chave na fechadura, o clique metálico soou como o estopim de algo inevitável.
Louis voltou devagar, como um predador que sabe que a presa não vai escapar. Seus olhos não deixavam os dela, mas desciam sem pudor pelo corpo de Hazza, o decote apertado, os seios que pareciam implorar para serem tocados, as coxas expostas contra a madeira do balcão. Ele parou a poucos centímetros dela, tão perto que ela podia sentir o calor que irradiava dele, o cheiro de colônia misturado com uísque e algo mais.
— Última chance de correr, garotinha — murmurou Louis, a voz rouca, um sorriso torto nos lábios enquanto se inclinava, as mãos apoiadas no balcão, uma de cada lado dela, prendendo-a sem nem tocar.
Hazza riu baixo, a cabeça leve do álcool, o corpo vibrando de antecipação.
— Correr pra onde? — retrucou, inclinando-se para frente, o vestido esticando ainda mais contra os seios. — Eu disse que ficava, não disse?
O sorriso de Louis se alargou, quase perigoso. Sem aviso, ele a agarrou pela cintura com uma força que arrancou um suspiro dela, erguendo-a como se ela não pesasse nada e jogando-a sobre a bancada do bar. A madeira fria bateu contra as coxas grossas de Hazza, e ela abriu as pernas instintivamente quando Louis se encaixou entre elas, o corpo dele firme, quente, dominando o espaço. Ela se arrepiou inteira, o toque dele eletrificando cada centímetro de pele.
Louis não perdeu tempo. Inclinou-se, os lábios encontrando o pescoço branquinho dela, deixando uma trilha de beijos molhados que começaram suaves, quase doces, mas logo se tornaram mais famintos. Ele inalava o cheiro de morango que vinha da pele dela, um contraste com o ambiente pesado de uísque e madeira. Hazza se derreteu, as mãos agarrando os ombros dele, sentindo os músculos tensos sob a camisa. Cada selinho deixado no pescoço a fazia tremer, o corpo se rendendo, ficando molinho enquanto ela se entregava ao calor da boca dele.
Ele chupou a pele com mais força, os dentes roçando de leve, marcando o pescoço com a clara intenção de deixar roxos que ela sentiria no dia seguinte, um lembrete pulsante de quem tinha estado ali. Uma das mãos dele subiu, agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando o suficiente para fazer o pulso dela disparar, enquanto a outra mão deslizava pela coxa, puxando-a mais para si, o vestido subindo até quase revelar tudo.
— Você é um problema, sabia? — rosnou ele contra a pele, mordiscando o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer sob ele. Hazza só conseguiu gemer baixo, as unhas cravando na camisa dele, puxando-o mais perto, os seios quase pulando do decote enquanto arqueava as costas, querendo mais, querendo tudo.
Louis a ergueu com um movimento firme, jogando-a sobre a bancada do bar, a madeira fria contra as coxas grossas de Hazza. Ele se encaixou entre elas, forçando-as a se abrirem para acomodar sua presença, o calor do corpo dele contrastando com o arrepio que subia pela pele dela. Hazza tremia, o corpo inteiro reagindo ao toque, à proximidade, ao jeito que Louis a dominava sem dizer uma palavra. Ele inclinou a cabeça, os lábios roçando o pescoço branquinho dela, inalando o doce cheiro de morango que parecia emanar da pele quente.
Os beijos começaram suaves, quase torturantes, selinhos molhados que desciam pela curva do pescoço, cada um arrancando um suspiro trêmulo de Hazza. Ela se derretia sob ele, as pernas instintivamente se apertando contra os quadris dele, o vestido preto subindo ainda mais, expondo a pele macia das coxas. Louis sorriu contra a pele dela, os dentes arranhando de leve antes de chupar com mais força, marcando o pescoço com intenção. Ele queria deixar roxos, queria que ela acordasse no dia seguinte e sentisse cada marca latejando, um lembrete dele.
As mãos dele subiram, uma agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando justo o suficiente para fazer o pulso dela acelerar, enquanto a outra mão deslizava pela cintura, puxando-a mais para si. Hazza arqueou as costas, os seios quase saltando do decote, e deixou escapar um gemido baixo, entregando-se completamente ao calor da boca de Louis e à pressão dos dedos que pareciam saber exatamente onde tocar.
— Você é um perigo, garota — murmurou ele contra a pele, a voz rouca, quase um rosnado, enquanto mordiscava o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer. Hazza só conseguiu responder com um suspiro, as mãos agarrando a camisa dele, puxando-o mais perto, querendo mais, querendo tudo.
— Lou, eu tô tão molhadinha — sussurrou Hazza, a voz baixa e trêmula, roçando os lábios na orelha de Tomlinson. Seus dedos estavam enterrados na nuca dele, puxando de leve os cabelos castanhos enquanto os acariciava com uma mistura de timidez e ousadia. — Fode a minha bucetinha, por favor! — implorou ela, o tom carregado de desejo, mas com um toque de vergonha que só tornava as palavras mais provocadoras.
Hazza sempre foi uma garota tímida, mas aquela tortura estava além do que ela podia suportar. O tesão a consumia desde a manhã, uma vontade ardente de se entregar que pulsava em cada pedaço do corpo. Ela não aguentava mais esperar, queria o pau de Louis entalado na sua buceta, enchendo-a o mais rápido possível.
Louis não pensou duas vezes. Sem hesitar, deitou Hazza sobre a bancada do bar, as mãos firmes abrindo suas coxas grossas com uma urgência que fazia o ar crepitar. Ele arrancou a calcinha rosa, já encharcada, revelando a bucetinha lisinha, vermelhinha e pingando de tesão. A visão era quase demais para ele. Louis queria meter de uma vez, foder aquela garota a noite toda até ela implorar por mais. Mas antes, precisava sentir o gosto daquele paraíso molhado.
— Porra, você é tão gostosa — sussurrou ele, a voz rouca e cheia de desejo, os lábios tão próximos da buceta dela que o calor do hálito fez Hazza se arrepiar inteira. Ele selou o grelinho com um beijo leve, quase cruel de tão provocador. Louis queria mergulhar de cabeça, chupar sem parar até sugar cada gota, mas torturar a garotinha era delicioso demais. Começou distribuindo selinhos lentos por cada canto da buceta, os lábios ficando melados com o doce que escorria dela. Apertando as coxas macias com força, ele finalmente caiu de boca, lambendo e chupando aquele pedacinho de céu com uma fome que fez Hazza gemer alto, o corpo tremendo sob o toque da língua dele.
Hazza gemia alto, os dedos cravados na cabeça de Louis, puxando os cabelos dele enquanto ele se enterrava contra a xoxota molhada dela. Louis se lambuzava sem pudor, a língua deslizando por toda a buceta, chupando o grelinho com uma fome que fazia as pernas dela tremerem. Ele lambia, beijava, explorava cada centímetro, tentando enfiar a língua o mais fundo que podia naquele buraquinho apertado e encharcado.
Os dedos do mais velho entraram em cena, roçando a bucetinha antes de se concentrarem no grelinho, esfregando-o em círculos precisos que arrancavam gemidos mais altos de Hazza. Enquanto isso, a língua de Louis mergulhava no buraco apertado dela, invadindo com uma mistura de urgência e provocação, saboreando cada gota do mel que escorria. O corpo de Hazza se contorcia na bancada, completamente entregue ao prazer que ele arrancava dela.
— Papai, por favor — Hazza gemeu baixinho, a voz quase um sussurro, as bochechas já rosadas ficando vermelhas como brasa quando percebeu o que tinha escapado. O apelido “Papai” saiu sem querer, e ela mordeu o lábio, envergonhada, o coração disparando enquanto tentava avaliar a reação de Louis.
Ele ergueu o rosto da buceta dela, os lábios brilhando com o mel que escorria, os olhos azuis cravados nos dela com um brilho de diversão e desejo. Seus dedos, no entanto, não pararam, continuando a brincar com o grelinho dela em movimentos lentos e torturantes que faziam Hazza se contorcer na bancada.
— Papai, é? — perguntou Louis, a voz rouca, carregada de um tom provocador que a fez estremecer. — Você gosta de me chamar assim, princesa?
Hazza hesitou por um segundo, o rubor nas bochechas intensificando, mas o olhar dele, tão seguro e sem julgamento, a fez deixar a timidez de lado.
— Gosto, Lou — admitiu ela, a voz ainda tímida, mas com um toque de ousadia que crescia a cada segundo.
— Então me chama assim, gatinha — rosnou Tomlinson, um sorriso safado nos lábios antes de mergulhar de volta na buceta dela. Sua língua voltou ao trabalho com fome, lambendo toda a extensão daquele lugarzinho molhado, do grelinho inchado até o cuzinho intocável da mais nova, explorando cada pedaço com uma mistura de devoção e provocação que arrancava gemidos cada vez mais altos de Hazza.
— Me fode, papai — Hazza reuniu o restinho de coragem que o uísque e o tesão lhe davam, as palavras saindo firmes, sem o tremor tímido de antes. Suas bochechas ainda estavam vermelhas, mas o sorriso de ladinho de Louis, cheio de aprovação e malícia, a fez relaxar, o corpo vibrando de antecipação na bancada do bar.
— Se é isso que a princesinha quer… — Louis respondeu, tirando a boca da buceta molhada da menina, a voz grave e carregada de promessa, os olhos azuis brilhando com um desejo quase predatório. — O papai vai foder essa bucetinha gostosa a noite toda.
Com um movimento rápido, Louis abaixou as calças, deixando o pau grosso e duro saltar da cueca. A cabecinha vermelhinha brilhava, molhada de tesão, pulsando de vontade. Hazza abriu ainda mais as pernas, os olhos arregalados ao ver o cacete do “papai” tão perto da sua buceta, que já pingava de expectativa. Era grande, muito maior do que ela estava acostumada, bem mais grosso que o do namorado, com veias marcadas que prometiam esticar cada centímetro dela.
— Você é tão grande, papai — murmurou Hazza, a voz misturando excitação e um toque de receio. — Não sei se minha bucetinha vai aguentar.
Louis riu baixo, um som rouco que a fez se arrepiar, enquanto segurava o pau com uma mão, roçando a cabecinha contra a entrada molhada dela, só para provocá-la.
— Você é uma putinha, amor. Tenho certeza que aguenta — rosnou Louis, a voz carregada de desejo enquanto passava o pau grosso por toda a bucetinha de Hazza, sentindo o calor molhado dela envolver a cabecinha vermelhinha. Ele esfregava a rola no grelinho inchado, arrancando gemidos trêmulos dela, que se contorcia na bancada, implorando por mais com cada som.
— Mas antes, quero que você mame no meu pau — ordenou ele, afastando o cacete da entrada dela, o que fez Hazza soltar um gemido de protesto, o corpo vibrando de frustração.
Ainda deitada no balcão, ela se virou, empinando a bunda branquinha de um jeito que fez o vestido preto, já embolado na cintura, exibir cada curva. Hazza lambeu os lábios, a língua saindo provocadora enquanto Louis se aproximava, o pau duro pulsando diante dela.
— Chupa do seu jeitinho, princesa — disse ele, segurando os cabelos dela com firmeza, mas deixando espaço para ela brincar. — Depois, o papai vai foder essa boquinha até você não aguentar mais.
Hazza sorriu, os olhos brilhando com uma mistura de ousadia e timidez, e começou deixando selinhos suaves na cabecinha do pau, saboreando o gosto salgado do tesão dele. No começo, ela chupava só a ponta, lambendo devagar, tentando torturá-lo como ele havia feito com ela. Mas Hazza não tinha o mesmo autocontrole, o desejo a dominava. Logo, ela abriu mais a boca, engolindo o pau o máximo que conseguia, a língua dançando enquanto tentava abrigar o tamanho dele. Suas mãos subiram, apalpando as bolas com cuidado, sentindo o peso delas, enquanto gemia baixo, os olhos fixos no rosto de Louis, que se contorcia de prazer.
— Porra, que boquinha gostosa — grunhiu Louis, a voz rouca, os olhos semicerrados. — Mas você gosta de deixar o papai foder ela, não é?
Sem esperar resposta, ele puxou os cabelos dela com mais força, tomando o controle. Começou a foder a boca gordinha de Hazza, o pau acertando o fundo da garganta dela a cada estocada. Ela se esgasgava, os olhos marejando, mas não recuava, as mãos agarrando as coxas dele para se equilibrar. O vestidinho, completamente embolado na cintura, deixava a bunda branquinha empinada, balançando a cada movimento, os pezinhos dela balançando no ar enquanto Louis metia sem piedade, o som molhado dos lábios dela ecoando no bar vazio.
Louis segurava a cabeça de Hazza com uma mão, os dedos entrelaçados nos cachos dela, enquanto a outra mão apertava e dava tapas firmes na bunda branquinha, deixando marcas rosadas na pele. Ele não aguentava mais a pressão, o calor da boca dela o levando ao limite. Com um gemido rouco, puxou o pau da boquinha dela, admirando o rosto da garota, as bochechas coradas, os olhos brilhando com lágrimas suaves, o batom borrado dando um ar de puro desejo.
— Abre a boquinha, deixa o papai gozar no fundo dessa garganta de putinha — ordenou ele, a voz grave e carregada de tesão. Hazza obedeceu na hora, a língua saindo provocadora, os olhos fixos nos dele, esperando ansiosa. Tomlinson gozou com um grunhido, o leitinho jorrando na boca dela, que engoliu tudo com um sorriso safado, lambendo os lábios enquanto o encarava.
— Boa garota — sussurrou Louis, acariciando os cachos dela com uma ternura que contrastava com a intensidade do momento. Ele deu leves tapinhas com o pau nas bochechas rosadas dela, o som ecoando no bar vazio. — Agora, continue sendo boa e vira essa bunda pra mim.
Hazza sorriu ainda mais, o corpo vibrando de excitação. Ela deslizou do balcão com um movimento lento, tirando o vestido preto num gesto rápido, deixando os peitinhos livres, os mamilos endurecidos pelo ar frio e pelo desejo. Virou-se de costas para Louis, apoiando o tronco na bancada, os pés firmes no chão, a bunda empinada para ele, os peitos esmagados contra a madeira fria. A posição a deixava completamente exposta, vulnerável e pronta, exatamente como ela queria.
— Vou foder tanto você hoje que seu namoradinho vai perceber o estrago na sua bucetinha — sussurrou Louis no ouvido de Hazza, a voz rouca e carregada de promessa, o hálito quente contra a pele dela. Ele esfregava o pau duro sobre a bunda empinada da mais nova, sentindo o cuzinho dela contrair de leve sob o toque provocador. — Você é mesmo uma putinha, hein? — continuou, o tom entre o deboche e o desejo. — Nem deu a buceta ainda e já tá louca pra me dar o cuzinho também?
— Papai, não diz isso, por favor — murmurou Hazza, as bochechas ardendo de vergonha ao ser chamada de putinha, mesmo sabendo que havia verdade nas palavras de Louis. Ela nunca tinha dado aquele lugarzinho, mas agora, sentindo o pau grosso dele esfregar gostoso contra seu cuzinho, o desejo a consumia. Tudo o que ela queria era que Louis a tomasse, que a fodesse até não aguentar mais.
— Por quê? Não é o que você é? Uma putinha sedenta por rola? — retrucou Louis, rindo baixo, a voz carregada de provocação enquanto dava um tapa forte na bunda da mais nova, o som ecoando no bar vazio e deixando uma marca rosada na pele branquinha.
— Lou, por favor, fode a minha bucetinha, papai — implorou Hazza, deixando a timidez de lado. Com as mãos, ela abriu as bandas da bunda, exibindo a xoxotinha molhada e brilhante para Louis, o convite descarado fazendo o corpo dela tremer de antecipação.
— Porra — grunhiu Tomlinson, os olhos fixos no buraquinho reluzente. Ele se aproximou, segurando os pulsos dela com uma só mão, imobilizando-a contra a bancada. A cabecinha do pau dele roçou a entrada da buceta, e quando ele empurrou, o buraquinho apertado abrigou a ponta tão bem que Louis não segurou o gemido rouco. Hazza se contorcia, sussurrando um “Papai, tá doendo” entre gemidos, mas mesmo assim rebolava, o corpo pedindo mais, querendo tudo.
Louis não se conteve. Enfiou o pau inteiro na bucetinha dela, começando a foder devagar, sentindo o calor e a pressão ao redor dele.
— Que delícia, papai — gemeu Hazza, as bochechas esmagadas contra a bancada, os olhos semicerrados de prazer. — Mais forte, Lou.
Louis não precisava de mais incentivo. Ele acelerou, fodendo com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela preenchendo o silêncio. Uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes de Hazza, apertando os mamilos endurecidos com firmeza, arrancando gemidos desesperados dela enquanto a bancada rangia sob o peso dos dois.
Louis não resistiu, acelerando as estocadas, fodendo a bucetinha de Hazza com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela ecoando no bar vazio. Os gemidos desesperados dela enchiam o ar, e uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes, apertando os mamilos rosados com firmeza enquanto beijava o pescocinho dela, os lábios quentes deixando uma trilha de calor na pele marcada.
— Caralho, que buceta gostosa, amor — grunhiu Louis, as mãos voltando para a cintura dela, os dedos cravando na carne macia enquanto ele metia com ainda mais força. O aperto da xoxotinha dela ao redor do pau grosso era enlouquecedor, cada estocada o levando mais perto do limite. Ele imaginava gozar naquele buraquinho apertado, vendo a porra escorrer lentamente, marcando-a como sua.
Hazza gemia alto, lágrimas escorrendo pelas bochechas rosadas, o prazer misturado com a intensidade quase insuportável. Era bom demais sentir o “papai” alargando seu buraco, esticando-a de um jeito que fazia seu corpo tremer. Seus peitos doíam, esmagados contra a bancada fria, enquanto Louis a fodia por trás, as pernas dela bambas, o desespero gostoso crescendo no fundo do ventre. Ela sabia que estava no limite.
— Papai, eu vou gozar — sussurrou ela, a voz entrecortada por gemidos, o corpo se contorcendo enquanto se rendia completamente ao prazer.
— Então goza gostoso pro papai, amor — grunhiu Tomlinson, aumentando a velocidade e a força das estocadas, o pau grosso deslizando com fúria na bucetinha apertada de Hazza. Sua mão desceu até o grelinho dela, começando uma siririca gostosa, os dedos esfregando o montinho de prazer com precisão. O toque foi demais para Hazza, que gozou no mesmo instante, o corpo tremendo enquanto gemia manhosa, sentindo Louis continuar a foder sem parar.
— Você é tão gostosa… poderia passar a noite toda comendo essa buceta — murmurou Louis, a voz rouca de satisfação.
Hazza mal conseguia se segurar na bancada, o corpo tremendo violentamente enquanto o orgasmo a atravessava como um choque elétrico. Seus gemidos ecoavam no bar vazio, misturando-se ao som molhado das estocadas de Louis, que fodia sua bucetinha sensível com uma força que parecia querer marcá-la para sempre. As lágrimas grossas escorriam pelas bochechas rosadas, o prazer tão avassalador que ela mal conseguia respirar.
A xoxotinha dela apertava o pau grosso dele com cada espasmo, leite quente do gozo anterior escorrendo pelas coxas, deixando um rastro pegajoso na bancada. Louis grunhiu, o aperto dela o levando à beira da loucura.
— Caralho, amorzinho, você goza como uma putinha perfeita pro papai — rosnou ele, os dentes cravando no pescoço dela, deixando mais um chupão roxo que pulsaria por dias.
Ele não parou, metendo mais fundo, mais rápido, prolongando o orgasmo dela até Hazza achar que ia desmaiar de tanto prazer. Com um último impulso brutal, ele gozou, o leitinho quente jorrando dentro da bucetinha apertada, enchendo-a até transborda, a porra escorrendo em fios grossos pelas coxas dela, pingando no chão escuro.
Hazza estava destruída, o corpo mole, as pernas bambas, os peitos doloridos enquanto tentava recuperar o fôlego. Louis se inclinou sobre ela, o peito largo pressionando as costas dela, o pau ainda meio duro roçando a bunda empinada enquanto ele mordiscava a orelha dela.
— Olha o estrago que o papai fez nessa xoxotinha — sussurrou ele, a voz rouca e carregada de satisfação. Ele deslizou a mão entre as pernas dela, os dedos roçando a buceta melada, espalhando a mistura de porra e melzinho dela enquanto ela se contorcia, sensível demais. — Tô pensando em te levar pra casa e te foder até você esquecer o nome daquele seu namoradinho.
Hazza gemeu baixo, o corpo reagindo mesmo estando no limite. Ela virou o rosto, os lábios entreabertos, os olhos brilhando com uma mistura de exaustão e desejo insaciável.
— Papai… eu não aguento mais —lmurmurou, mas o jeito que abriu as pernas de leve, expondo a xoxota pingando, dizia o contrário. Ela lambeu os lábios, o sorriso safado lutando contra a timidez. — Mas quero ser todinha sua, a putinha do papai.
Louis riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Ele a agarrou pela cintura, virando-a com um movimento rápido, os seios dela balançando livres enquanto ele a puxava para sentar na beira da bancada. Sem aviso, ele meteu dois dedos na bucetinha dela, mexendo devagar, sentindo o calor e a porra que ainda escorria. Hazza gritou, as unhas cravando nos ombros dele, o prazer misturado com a dor da sensibilidade a deixando à beira de outro orgasmo.
— Você é uma putinha gulosa, hein? — provocou ele, os dedos acelerando, o polegar esfregando o grelinho inchado enquanto a outra mão agarrava o cabelo dela, puxando com força para trás, expondo o pescoço. Ele chupou a pele ali, os dentes marcando mais um roxo. — Vou te levar pro meu apartamento, te jogar na cama e foder cada buraquinho seu até você implorar pra parar. E mesmo assim, talvez eu não pare.
Hazza gemeu, o corpo se contorcendo sob os dedos dele, a cabeça jogada para trás.
— Papai, me leva… faz o que quiser comigo — sussurrou ela, a voz quebrada pelo desejo, as pernas se abrindo ainda mais, como se estivesse implorando para ser usada. Louis parecia faminto, os olhos devorando cada centímetro dela.
Louis devorava a boca de Hazza com um beijo feroz, a língua invadindo-a, dominando cada canto enquanto seus dedos continuavam fodendo a bucetinha dela sem piedade, o polegar esfregando o grelinho inchado com uma precisão cruel. Hazza gemia contra os lábios dele, o corpo tremendo na bancada, as pernas abertas, a xoxotinha pingando e apertando os dedos dele, à beira de outro orgasmo. Ela estava desesperada, os quadris rebolando contra a mão dele, implorando sem palavras para gozar.
Mas Louis tinha outros planos. Bem no momento em que os gemidos dela ficaram mais altos, o corpo se contorcendo no limite, ele parou de repente, retirando os dedos com um sorriso sádico. Hazza arfou, os olhos arregalados, as bochechas vermelhas de frustração.
— Papai, por favor… eu tava quase… — implorou ela, a voz manhosa, o corpo tremendo com a necessidade não satisfeita.
— Não, gatinha — rosnou Louis, lambendo os dedos melados dela enquanto a encarava, os olhos azuis brilhando com malícia. — Você só goza quando o papai quiser. E agora, não quero.
Ele deu um tapa leve na bucetinha sensível, arrancando um gritinho dela, antes de se afastar, deixando-a ofegante e à beira da loucura.
Hazza ficou ali, na bancada, o corpo ainda vibrando, a xoxota pulsando de desejo, a porra e o melzinho escorrendo pelas coxas. Louis pegou o vestido preto embolado ao lado, o tecido que mal cobria o corpo dela, e começou a vesti-la com uma calma provocadora. Ele puxou o vestido pelos braços dela, ajustando-o sobre os peitos grandes, os mamilos ainda duros marcando o tecido fino. Cada toque dele era deliberado, os dedos roçando a pele dela de propósito, fazendo-a se contorcer de frustração.
— Papai… por favor, deixa eu gozar — sussurrou ela, a voz trêmula, enquanto tentava esfregar as coxas para aliviar a tensão. Louis apenas riu baixo, um som gutural que a fez estremecer.
— Quieta, putinha. Você vai esperar até chegarmos na minha casa — disse ele, ajeitando o pau ainda duro dentro das calças, o volume evidente sob o tecido. Ele fechou o zíper com um movimento lento, os olhos fixos nela, como se estivesse saboreando cada segundo da tortura. — Lá, o papai vai te foder até você não lembrar nem do seu nome.
Hazza mordeu o lábio, o corpo inteiro implorando por alívio, mas a promessa na voz dele a mantinha rendida. Ela desceu da bancada com as pernas bambas, o vestido mal cobrindo as coxas, a bucetinha sensível roçando contra o tecido a cada passo. Louis pegou a bolsa dela do chão, jogou-a sobre o ombro e a puxou pela mão, guiando-a em direção à porta dos fundos. O pau dele, ainda pulsando nas calças, roçava contra a bunda dela enquanto caminhavam, uma provocação constante.
— Vamos, gatinha — murmurou ele, a voz carregada de promessa enquanto abria a porta, o ar frio da noite contrastando com o calor do corpo dela. — A noite tá só começando, e na minha cama, você vai implorar por cada gozo que o papai te der.
Ele a levou para fora, o bar ficando para trás, enquanto Hazza, com a xoxota latejando e o coração disparado, sabia que estava caminhando para uma noite que a destruiria de todas as formas que ela secretamente desejava.
─── ୨୧ ───
Então, essa foi minha primeira história, espero que tenham curtido tanto quanto eu gostei de escrever. Se vocês quiserem mais dessa putinha e do “papai” Louis, é só comentar que eu posto a parte 2, com eles na casa dele. 💗

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The confidence is the balaclava
Oque pode dar errado ao enviar uma carta para um mafioso preso pela policia? Não é como se ele fosse escapar!
Harry 25
Louis 30
Tw!: H!pussy, invasão de propriedade, sexo sem camisinha, Bellybulge, etc..
Depois de praticamente 1 ano escrevi alguma coisa🙏🏻 desculpem qualquer erro não sei se esqueci de algo quando revisei
Boa leitura!
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Last Friday Night
Onde Harry, a garota mais popular da escola, tem um penhasco pelo nerd Louis, e sempre o chama para suas festas na esperança dele vir...
Avisos: l!tops, h!bottom, Harry como garota cis, pwp, Louis nerdzinho, ambos são de maior apesar de estarem na escola, perca de virgindade
🩰♡ྀི ₊ Pick me, please
"Harry nunca pensou que seu melhor amigo pudesse ter algum tipo de interesse nela. Até descobrir que Louis gostava de foder garotas parecidas com ela.... e postar na Internet"
ai mentira pqp muito bom
Fui sedenta achando que tava completa e é dividida em 2 partes 🤡😭😭😭😭😭
🩰♡ྀི ₊ Pick me, please
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ִֶָ𓂃 ࣪˖ ִֶָ🐇་༘࿐ Bunny Girl
"Harriet é apenas uma coelhinha doce e inocente
Louis está disposto a provar o contrário"
postei mores 💋💋💋
Que deliiicia puta merda
My Daughter's Milk⊰⊹ฺ
Avisos!
Somnophillia, incesto, infantilismo leve, diferença de idade, hbottom, Harry como mulher cis, ltops, slapping(tapas), cnc, lactation (A lactação da H aqui será algo comum, como se fosse comum todas as garotas lactarem a partir de determinada idade, igual com menstruação).
🖤 L - 49y
🖤 H - 19Y
Obrigadinha a pessoa que enviou a ask com essa ideia e a @louis28cm que me ajudou de cabo a rabo nessa one🖤
━━━━━━━━━━━━༺۵༻━━━━━━━━━━━
que delicia