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Hugo soltou uma leve risada com o que a bruxa havia dito, dando levemente de ombros. â ClichĂȘ demais, mas eu tambĂ©m nĂŁo confio em homens, Morgana. â Ele disse, sorrindo divertido. NĂŁo era do tipo que generalizava, mas sabia que o histĂłrico de mulheres bruxas com homens era extremamente brutal e violento. Agora homens podiam usar magia, entĂŁo realmente poderia culpar as mulheres? NĂŁo, tudo era motivo de desconfiança. â E eu nĂŁo estou ofendido, se eu estivesse em uma posição semelhante a sua, eu tambĂ©m o faria sem nem hesitar pelo bem da minha famĂlia. â Ele concordou com a cabeça, encolhendo a perna por estar sentado em cima da mesa. NĂŁo era muito de se comportar de maneira formal e ela nĂŁo havia reclamado atĂ© entĂŁo. Hugo abriu um sorriso quando ouviu a resposta positiva. â Ok! EntĂŁo, eu quero começar com uma bem simples⊠homens que praticam magia por aqui, o que acontece com eles?
㠀㠀㠀㠀㠀â ËË đ aquilo era quase uma novidade, e o olhar desconfiado da bruxa nĂŁo foi cessado, contudo, nada mais comentou, apenas concordando levemente com a cabeça para o outro. morgana arranhava levemente seu braço esquerdo com as unhas da destra, algo que ela fazia sempre quando inquieta, embora fosse algo inconsciente. â isso... depende. â ela suspirou, se sentando ao seu lado na mesa, encarando o chĂŁo. â nosso coven Ă© composto por quatro famĂlias principais, mas elas tem suas ramificaçÔes. por conta da nossa histĂłria, os homens foram vetados de praticar magia, o que foi enfraquecendo em seu dna. por isso a maioria precisa de artefatos mĂĄgicos. â sabia o quĂŁo cruel algumas das famĂlias poderiam ser, como os mallors, e nĂŁo era algo que ela contaria a alguĂ©m que nĂŁo estava ainda familiarizado com as famĂlias. â dependendo da famĂlia, o treinamento pode começar mais cedo ou mais tarde, ou sequer começar a treinĂĄ-los. tudo depende da famĂlia que nascem. â














