PolÃcia prende quadrilha que clonava cartão
A PolÃcia Civil prendeu ontem em diversos pontos da capital e em Ribeirão Preto (314 km de SP), sete acusados de integrarem uma quadrilha especializada na clonagem de cartões bancários, que agia pelo menos desde 2000 e cujos golpes já renderam pelo menos mais de US$ 1 milhão. Para clonar os cartões dos clientes, o grupo instalava em caixas eletrônicos os chamados "chupa-cabras" - um dispositivo eletrônico que copia dados do cartão e a senha de quem o utiliza. Até ontem, 22 pessoas - dez delas técnicos de três empresas que fazem manutenção em caixas - já estavam indiciadas no caso. Durante investigações que duraram três meses e incluÃram escutas telefônicas, a polÃcia descobriu que Cleiton Santos Santana, 24 anos, era o lÃder. Ele, inclusive, fazia saques com os cartões clonados em caixas do Paraguai e da Argentina. Santana, que não pôde falar com a imprensa e não tinha advogado até ontem, é dono de um estacionamento, de um lava-rápido e de uma empresa de negociação de açúcar. Ele foi preso em seu apartamento de alto padrão, no Tatuapé (zona leste de SP).A PolÃcia Civil prendeu ontem, em diversos pontos da capital e em Ribeirão Preto (314 km de SP), sete acusados de integrarem uma quadrilha especializada na clonagem de cartões bancários. O grupo agia pelo menos desde o ano 2000, e os golpes já renderam mais de US$ 1 milhão.
Para clonar os cartões dos clientes, o grupo instalava em caixas eletrônicos os chamados "chupa-cabras" — um dispositivo eletrônico que copia os dados do cartão e a senha de quem o utiliza. Até ontem, 22 pessoas — dez delas técnicos de três empresas responsáveis pela manutenção dos caixas — já estavam indiciadas no caso.
Durante investigações que duraram três meses e incluÃram escutas telefônicas, a polÃcia descobriu que Cleiton Santos Santana, de 24 anos, era o lÃder da quadrilha. Ele, inclusive, realizava saques com os cartões clonados em caixas eletrônicos do Paraguai e da Argentina.
Santana, que não pôde falar com a imprensa e não tinha advogado até ontem, é dono de um estacionamento, de um lava-rápido e de uma empresa de negociação de açúcar. Ele foi preso em seu apartamento de alto padrão, localizado no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo.


















