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Um velho cruza a soleira
De botas longas, de barbas longas
De ouro o brilho do seu colar
Na laje fria onde coarava
Sua camisa e seu alforje de caçador
O meu velho e invisível
Avôhai
O meu velho e indivisível
Avôhai
Neblina turva e brilhante
Em meu cérebro, coágulos de sol
Amanita matutina
E transparente cortina ao meu redor
Se eu disser que é mei' sabido
Você diz que é mei' pior
E pior do que planeta
Quando perde o girassol
É o terço de brilhante
Nos dedos de minha avó
E nunca mais eu tive medo da porteira
Nem também da companheira que nunca dormia só
Avôhai
Avôhai
Avôhai
O brejo cruza a poeira, de fato existe
Um tom mais leve na palidez desse pessoal
Pares de olhos tão profundos
Que amargam as pessoas que fitar
Mas que bebem sua vida, sua alma
Na altura que mandar
São os olhos, são as asas
Cabelos de avôhai
Na pedra de turmalina
No terreiro da usina eu me criei
Voava de madrugada
E na cratera condenada eu me calei
Se eu calei foi de tristeza
Você cala por calar
E calado vai ficando
Só fala quando eu mandar
Rebuscando a consciência com medo de viajar
Até o meio da cabeça do cometa
Girando na carrapeta no jogo de improvisar
Entrecortando, eu sigo dentro a linha reta
Eu tenho a palavra certa pra doutor não reclamar
Avôhai
Avôhai
Avôhai
Avôhai
Composição de José Ramalho Neto
📷 Chris Steele-Perkins '78
Papilio laertes now known as Morpho laertes. The naturalist's miscellany vol. 14. 1802-03.
Internet Archive

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'Space Fantasy' Steve R. Dodd, 1974.
(...) No estado do viver, as coisas vão enqueridas com muita astúcia! Um dia é todo para a esperança, o seguinte para a desconsolação.
— João Guimarães Rosa, no livro “Grande Sertão: Veredas”. (Editora Nova Aguilar; 1.ed. 1994).
David Bowie, 1973 Photo by Mick Rock

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Perspectivas distantes. — A: Mas por que essa solidão? — B: Não estou aborrecido com ninguém. Mas sozinho pareço ver os amigos de modo mais nítido e belo do que quando estou com eles; e quando amei e senti mais a música, vivia longe dela. Parece que necessito de perspectivas distantes para pensar bem das coisas“
– Nietzsche, Aurora, §485
rip legend
"Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma."
Clarice Lispector Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Nota: Trecho do conto Restos do Carnaval.
Alien Invasion on Halloween by Charles Addams, 1954.

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Solar eclipse, 1870. Worlds in the making. 1908.
Internet Archive
"Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite."
Clarice Lispector in "A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998".
📷 Natalia Drepina