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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Me senti mto mal por falar pros meus besties que curto Veigh mas acho que ele tem tanto swag SO I edited James com Taylor (editei Sean e Martin com 'Vida chique' tmb e é isso bejos)
fomo de uma praia 💔
Too Loud - Jo
smut/nsfw. wc: 2.2k
contents: Jo x Reader, reader has a crush, Jo has an even bigger crush, lots of kissing, fingering (f rec.), p in v, exhibitionism, public sex, almost getting caught, soft!Jo to Dom!Jo, no proofread I go off vibes.
masterlist

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i’m going crazy, i’m going mad (i want you, baby, so bad)
sobre usar a camisa do jobe para dormir #7️⃣ ⋮ feliz dia dos pais pro meu papi. 𝜗ৎ
jobe chega em casa tarde essa noite.
a única claridade é o brilho suave da lua se esgueirando pelas persianas. ele fecha a porta e coloca a bolsa no sofá, o corpo lembrando-o do quão duro foi o treino a cada passo que dá. você está no quarto, com as pernas encolhidas embaixo do corpo, mexendo no celular e usando uma das camisas velhas dele do dortmund.
a primeira coisa que ele vê quando entra é o número sete nas suas costas.
como é bom estar em casa — e ele nem está se referindo ao seu apartamento de sessenta metros quadrados no oeste da alemanha.
você o olha, com os olhos se iluminando daquele jeito calmo que sempre faz algo no peito dele relaxar.
— chegou tarde — você cumprimenta, baixinho. — a noite foi longa?
ele resmunga. tira os sapatos e caminha na sua direção.
— longa demais.
jobe nem pensa antes de te puxar pelo tornozelo e se jogar em cima de ti. a figura enorme dele te engole em um piscar de olhos, te abraçando e inalando intensamente o teu cheiro que tanto gostava.
— ai, vai me matar sufocada!
— tch, deixa…
você ri, quase sem fôlego. beija a testa dele e faz carinho na nuca. ficam grudados ali, trocando calor um com o outro, apertando, cheirando e acarinhando. só se separam um pouquinho quando a boca dele se encontra com a tua.
é um beijo lento, preguiçoso. o roçar suave dos lábios, as línguas compartilhando os gostos. o teu da pasta de dente, o dele do chiclete de hortelã que ele vivia mascando.
suas mãos vão para os ombros fortes do namorado, as unhas cravando no tecido. ele para o beijo para poder deixar outros nas tuas bochechas e pescoço.
— fiquei só pensando em ti hoje — ele sussurrou contra a sua clavícula. — treinos, testes, pausas… e eu só conseguia te imaginar assim.
a mão dele desce, deslizando pela camisa, até os dedos te encontrarem já completamente encharcada.
— aí eu chego, e você tá vestida na minha camisa... é pra matar o cara mesmo.
você não consegue evitar a risada.
— pensei em você o dia todo, também.
— pensou, linda?
— o dia todo, toda hora… às vezes, pareço uma louca. só você e o quanto eu te quero… é o que fica na minha cabeça.
jobe não é capaz de impedir que seu rosto fique ruborizado. ele sorri, e te beija mais e mais.
— também fico igual um doido.
suas pernas se abrem. ele sobe a sua camisa até ela se amontoar ao redor da sua cintura. continua tocando a sua calcinha úmida, o polegar no tecido. você geme e ele o encara, movendo o dedo em círculos.
— então, a gente tem que resolver isso, né? — sussurra no pé do teu ouvido e dá um sorriso de lado ao sentir o arrepio que percorre o teu corpo.
jobe faz um esforço para poder se separar de ti e empurrar a calça para baixo. tira o pau para fora e se masturba um par de vezes antes de bater a cabecinha contra a sua calcinha. você se sobressalta com a sensação, olhando-o com olhos carentes. ele começa a deslizar para cima e para baixo no algodão.
— amor…
uma das mãos dele vai para a sua cintura e a outra para entre ambos, segurando o pau no lugar enquanto o arrasta para cima e para baixo. jobe solta um gemido grave e suas pernas se envolvem ao redor da cintura dele à medida que ele ganha ritmo. se lambuza toda, e o som viscoso chega aos ouvidos.
— deixou meu pau todo melado e nem fizemos nada ainda…
você cobre os olhos com o braço e cravando os dentes no lábio inferior, se concentrando no prazer. parece uma coceira num lugar onde não dá para alcançar. jobe levanta a sua camiseta para poder ver os seus peitinhos e geme quando percebe os mamilos eretos; a boca dele enche de água, querendo raspar os dentes neles só para ouvir os teus gemidos gostosinhos.
você leva uma mão até o peito para pegar um deles entre o indicador e o dedão.
— isso, brinca com eles — ele não tira os olhos. não consegue.
ele se esfrega contra a tua calcinha mais rápido. você se contorce, gemendo. a calcinha está praticamente transparente de tão encharcada.
um gemido grave vem dele quando o pau desliza por baixo da calcinha e se choca contra a sua meladeira. jobe se desmorona sobre ti, a mãozona indo para o seu pescoço, os movimentos mais rápidos.
— jobe–!
— de novo. fala meu nome de novo.
você choraminga, dengosa, com as coxas tremendo. o aperto dele no teu pescoço é gentil, mas firme. inclina o seu rosto para cima, obrigando-a a olhá-lo.
— fala.
— jobe…
a calcinha o mantém prensado contra você enquanto ele desliza pelo seu mel. com mais uma passada da glande seu clitóris, você desmonta inteira, tremendo debaixo do namorado. goza com as unhas cravando na pele dele. quando sabe que está quase lá, jobe coloca a sua calcinha de lado para valer agora, punhetando o pau até sujar a sua bucetinha toda.
estão com a respiração ofegante. você se apoia sobre os cotovelos para ver a bagunça que fizeram. bellingham esfrega o pau pela sua vulva inteira, espalhando a porra por todos os cantos, encarando como se fosse a coisa mais interessante do mundo.
— é um perigo você usar minhas roupas assim.
Hmmmm 😋😋😋😋😋
quase ia esquecendo, feliz dia dos pais, pais 🫶
miga eu sou a anon que pediu algo com o jobe, jude ou haaland. miga você é tão simpática que se quiser escrever com qualquer um dos três eu vou amar sério já te amei!!!
Muito obrigadaa kkk, tenho q escrever mais sobre esses irmãos,mas sobre o haaland ainda não tenho certeza...
Espero que goste, boa leitura!!
SUGAR TALKING
[?]Jude Bellingham x leitora˚🫐. ᵎᵎ
𓏲 ๋࣭ ࣪ ˖preview:você e Jude aproveitam uma amizade colorida sem compromissos ou sentimentos complicados..
Seu corpo estava afundado entre as várias cobertas e lençóis da cama grande de Jude, sente a pele macia contra os tecidos, o cheiro do seu hidratante e shampoo se fixando ao lugar a cada vez que você vinha dormir aqui, deixando seu tênis e sutiãs em qualquer canto que quisesse, só porque você pode, porque Jude não se importa.
Vocês eram amigos desde o início do ensino fundamental II e, não muito depois do segundo ano do ensino médio, a amizade acabou entrando numa área cinzenta que nenhum dos dois se dava ao trabalho de definir. A atração sempre estava ali, escondida nos toques e olhares demorados demais quando ficavam sozinhos. Até no meio dos amigos havia algo perceptível, quase sempre interrompida por um coro de “ihhh!”, seguido de risadas e empurrões.
Foi você quem os arrastou pra isso, esse lugar em que vocês dormem no apartamento um do outro, transam sempre que podem e ainda sim, não são exatamente namorados, apenas... amigos. Bons amigos. Não que ele tenha resistido muito a isso.
Esses finais de semana que em vocês ficam na cama até às dez, comendo besteiras e qualquer coisa que ele cozinhe —o que não é muito—, cochilando durante a tarde depois do sexo, apenas descansando e jogando conversa fora na folga dos dois, aproveitando a boa companhia que vocês podem proporcionar um ao outro.
A amizade colorida aconteceu mesmo no seu primeiro ano na faculdade, durante as férias de julho, na casa de praia dos pais dele. Os dois estavam deitados sobre as espreguiçadeiras, perto da piscina, à noite, usando óculos de sol mesmo naquele horário por causa da ressaca e dos baseados que fumaram juntos mais cedo.
Você virou o rosto lentamente para o lado pra encará-lo, a voz saindo falha e baixinha, quase não se sobressaindo aos sons das folhas farfalhando em árvores distantes.
"Jude..." Esperou ter a atenção dele antes de continuar. "Eu tava pensando... Você sabe que eu sou virgem, né?"
Uma pausa enquanto ele concordou com a cabeça.
"Eu quero deixar de ser antes de me formar na faculdade... Você pode me ajudar com isso?"
Afinal, é pra isso que amigos servem, né?
As sobrancelhas dele se ergueram em surpresa, quase parando na nuca, os lábios entreabertos enquanto tentava processar o que você tinha acabado de dizer, e se realmente tinha ouviu aquilo.
Ele resolveu o seu "problema" naquela mesma noite.
E desde então vocês não pararam exatamente.
Suas visitas até o seu dormitório na faculdade não eram apenas pra conversar com uma velha amiga e perguntar como ela vai depois do ensino médio, e as suas idas até o centro de treinamento definitivamente não eram pra verificar seu desempenho, mesmo que depois delas você tivesse a certeza de que ele tem muita resistência e fôlego.
E sinceramente? Os dois amam isso, essas noites repletas de intimidade crua e sexo sem compromisso que revigoram a sua semana, te deixando felizinha e cheia de ânimo pro trabalho na segunda.
O tempo com Jude é sempre preenchido por piadas internas que só os dois poderiam entender, conversas nostálgicas sobre momentos da infância, e provocações infantis que te fazem sorrir, esse afeto desconcertante e perfeito só pros dois, algo que vocês construíram juntos e com tanto jeitinho.
Você vira sua cabeça para o lado, encontrando os olhos dele já em você, deslizando pela sua pele nua, sempre parando pra admirar o quão gostosa você fica sobre a cama dele, como se pertencesse a alí
Sorri docemente pra ele, os olhinhos ficando mais brilhantes a medida que se diverte com o quão pervertido ele se parece agora, o cabelo meio bagunçado e meio úmido depois do banho que tomaram juntos, a pele morena do abdômen exposta, o short larguinho mostrando uma trilha de pequenos pelos até a sua virilha, o peito subindo e descendo mais rápido, só por causa de você, por causa desse efeito inebriante que exerce sobre ele.
Ele consegue se lembrar da primeira vez que percebeu que você era mais que sua melhor amiga, que também era uma garota. Vocês iriam à festa de alguém da sua turma no 8° ano, e ele havia passado na sua casa pra te buscar. Quando você apareceu na porta usando com um vestido rosa rodado, com babados nas pontas e lindos brincos de flores, ele ficou alguns segundos sem saber o que dizer.
Era tudo tão fácil antes disso. Antes de ele começar a reparar no seu cheiro, nos penteados que você usava, na maneira como seu cabelo parecia ainda mais bonito depois de um dia na praia e no jeito que você ficava quando ria das piadas idiotas dele.
Ele percebeu quando você começou a mudar, a crescer e a se interessar pelas mesmas coisas que as outras garotas da idade de vocês. Você passou a usar vestidos mais curtos para sair, a frequentar mais festas e a ficar estranhamente corada sempre que ele perguntava sobre algum garoto do colégio.
A constatação de todos aqueles pequenos detalhes o deixando confuso. Eram mudanças pequenas, quase insignificantes quando observadas separadamente, mas, juntas, tornavam impossível ignorar que alguma coisa havia mudado entre vocês.
A constatação de todos esses pequenos detalhes o deixando confuso, e talvez fosse justamente por isso que ele continuasse aparecendo na sua casa com as desculpas mais esfarrapadas, como ensinar alguma coisa de futebol que você provavelmente nem queria aprender. Qualquer desculpa servia, desde que pudesse passar algumas horas ao seu lado, até ficar sem jeito quando era seu pai quem aparecia para recebê-lo na porta.
Ele também se lembra das noites que se sentia mal por se masturbar pensando em você, imaginando o quão apertada e macia você devia ser por dentro, como seu pau te abriria com cuidado pra não te machucar, como seus peitos iriam se encaixar perfeitamente nas suas mãos grandes, como ele poderia te fazer gritar só com a boca dele.
Algo dentro dele se rompeu naquela noite na casa de praia, você parecendo tão linda usando um biquíni minúsculo mesmo quando deveria estar horrível pela ressaca, os olhos grandes mais lindos do que nunca, as pintinhas espalhadas pela sua pele em lugares que ele sabia a posição mesmo no escuro daquela noite, por que tinha memorizado.
E então você acabou com a agonia dele, aquela tensão excruciante finalmente se rompendo de repente. Porra, ele prometeu que seria bom pra você, que não iria se permitir gozar até que você estivesse completamente fudida embaixo dele.
Tão gostosa que ele podia se descontrolar só por te tocar, descobrindo que infelizmente você era mais perfeita do que nas suas fantasias, que os sons que você deixava escapar eram melhores do que qualquer coisa que ele já tinha experimentado.
Você sente sua excitação mesmo do outro lado da cama, seus pelos se arrepiando sob a atenção dele, mordendo os lábios e sorrindo atrevida, a mão percorrendo o próprio corpo só pra provocar um pouquinho.
Ele te puxa pelo pé, arrancando uma risada divertida sua, puxando seu corpo até que você estivesse quase no seu colo, as pernas de cada lado do quadril dele, te fazendo montar nele, te pressionando pra baixo só pra que você possa sentir o quão duro ele tá, o quanto ele quer te comer.
Você arrasta sua buceta coberta apenas pelo tecido fino do short de dormir, se esfregando por toda a extensão dele, sentindo suas veias proeminentes e como ele pulsa em antecipação, sua umidade se misturando a de Jude.
Um gemido rouco escapa do fundo da garganta dele, as mãos indo até a sua bunda, os dedos afundando na carne macia, tentando te fazer se movimentar do jeitinho que ele quer, o pau vazando cada vez mais, o corpo tão quente quanto o seu, os olhinhos pidões te encarando.
Você sempre achou fofo a maneira como ele fica na palma da sua mão, sempre no limite de agir mas também sempre esperando uma atitude sua, implorando por qualquer migalha que você possa dar a ele.
Sua mãos pequenas se esgueiram até a cintura do short dele, puxando pra baixo junto ao elástico da cueca, o pau grosso saltando pra fora, uma gota perolada da sua excitação enfeitando a ponta escura, o seu peito nu subindo e descendo ansiosamente, ele te quer tanto que dói.
Se apoia nos ombros fortes, empurrando seu corpo pra trás até que ele encoste na cabeceira, o olhar perdido entre a bagunça da sua buceta quente e o seu rostinho, mordendo os lábios com todo esse desejo deixando seu corpo mais pesado.
Levanta um pouquinho o quadril e o encaixa na sua entrada, colocando o shortinho de lado, os dois gemem necessitados, ainda tão carentes mesmo depois de passar o dia inteiro assim.
Ele deixa a cabeça cair pra trás enquanto você dá batidinhas no seu clitóris sensível com ele, arrastando por todo o seu feiche, coletando seu melzinho antes de finalmente acomodá-lo no seu interior.
"Puta merda—tão grande, Jude",o ar escapa dos seus pulmões e você não consegue raciocinar direito, tem um pouquinho de dificuldade de levá-lo até o fundo, seu comprimento grosso sempre arrancando suspiros de esforços seus, seu buceta lutando pra aguentar cada centímetro.
Move os quadris devagarinho, indo até a base, o coração disparado, as perninhas já tremendo só pelo esforço de colocá-lo tão fundo.
Ele te parabeniza com beijinhos na sua mandíbula e bochecha, descendo pra base do seu pescoço, a língua passeando pela sua pele, indo inevitavelmente até os seus peitos.
Agarra um com força enquanto leva o outro a boca, prendendo o mamilo durinho entre o médio e o anelar, a língua ansiosa envolvendo o seio quentinho, chupando com tanto desejo, parecendo perdido no gosto e cheiro da sua pele junto ao seu suor, o sabor preferido dele.
O calor do seu corpo e do quarto aumentam, os sons dos seus corpos se mexendo preenchendo calorosamente o lugar.
"Porra—", você deixa escapar súplicas e gemidos manhosos misturados com o nome dele, sentando com movimentos profundos e rápidos, deixando os pensamentos dele nebulosos, os olhos ficando pesados a medida que seu orgasmo se aproxima.
Ele é tão grande dentro de você, as bolas pesadas contra a carne macia da sua bunda, os dedos enterrados no seu quadril te esfregando contra virilha dele, os pelos curtinhos causando uma fricção tão gostosa.
Consegue sentí-lo pulsando forte na sua buceta, as veias de todas sua extensão te deixando mais excitada e patética a cada segundo, a sensibilidade fazendo os olhos revirarem por trás das pálpebras.
"Você é perfeita, sabia disso?—gostosa e linda 'pra caralho", sua mente fica perdida entre o prazer e o peso que essa frase tem sobre você. Ele sempre te elogia quando te come, mas hoje tem um significado diferente.
Ele segura seu queixo e te faz encará-lo, pequenas lágrimas de prazer se formando nos cantos dos seus olhos enquanto você tenta recuperar um pouco do seu controle, as unhas fincando no peitoral dele, mordendo os lábios, sentindo as ondas do seu orgasmo passando suavemente pelo seu corpo.
"Olha só 'pra você, tão linda com meu pau enterrado fundo nessa buceta gostosa", seu cérebro não passa de uma mistura confusa e sem sentido de sensações e palavras dele que vibram pela sua pele, "Você não vai deixar ninguém te foder assim 'né, meu amor?"
"N-não", a voz sai falha, seu orgasmo se torna mais palpável a cada segundo, os movimentos são mais urgentes o levando cada vez mais fundo, "Não? Você é só minha, não é? Todinha minha", os olhos se fecham com o prazer enquanto espasmos te invadem, fechando as pernas com força ao redor dos quadris de Jude.
Você faz que sim com a cabeça obedientemente entorpecida, os fios do seu cabelo grudados contra seus ombros e peitos, o suor interligando seu corpo ao dele enquanto você goza.
Ele vem logo depois de você, se retirando do seu interior e gozando na sua barriga, assistindo hipnotizado seu esperma quente escorrendo até o seu clitóris, onde ele pressiona os dedos devagarinho, só observando cada uma das suas reações, seus detalhes, te memorizando.
Sente a névoa do prazer se esvaindo da sua mente, os pensamentos ficando menos turvos a medida que as respirações voltam ao normal.
Seus lábios carnudos se curvando em um sorriso satisfeito, os dedos calejados passeiam na sua pele quente distraidamente, afastando as mechas grudadas do seu rosto e seios, um silêncio confortável preenchendo o quarto, você sorri pra si mesma, as bochechas ficando coradas sob a atenção dele.
Afinal, ser a melhor amiga de Jude tem suas vantagens..
۶ৎ˖Notas finais: ranço da minha escritakk.. tchauu
Gente bom dia, não tenho ninguém pra compartilhar isso mas meus bebês chegaram 🥺 tô apaixonada nesse deck mds 😭
“𝐏𝐫𝐨𝐢𝐛𝐢𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐚 𝐦𝐢𝐦”.
.✦ ݁⋆ ── notas: “Você só tinha uma missão, ficar bem longe daquelas mãos enormes e gélidas.”
.✦ ݁⋆ ── avisos: smut, sexo desprotegido, dirty talk, spanking, degradação, oral fem, oral masc. (Ni-ki x leitora).
Já conhecia as famosas histórias sobre como era passar uma noite ao lado de Nishimura Riki, uma vez que, todas as suas amigas, quase sem exceção, já haviam recebido pelo menos uma atençãozinha daquele projeto de satanás.
O histórico de encontros problemáticos deram ao Ni-ki este status, claro, todas sabiam que ele costumava tratar suas mulheres como “princesas particulares”, sim, mimava elas, deixava com que escolhessem o restaurante que iria levá-las para jantar, o hotel, abria a porta do carro, bajulava-as como se fossem seus anjinhos celestiais e dignos de todo o afeto que ele tinha a oferecer, fodia gostoso com elas, ah… como fodia! Afinal, demônios costumam foder bem.
Tomava-as como se fossem sua fonte pura e inesgotável de prazer, aproveitando cada centímetro de pele que lhe fosse oferecido como sacrifício e o final era óbvio, descartava-as como meros brinquedinhos de foda. Esse era Ni-ki, também conhecido como o cara “proibido pra você.”
Estava deitada preguiçosamente sobre a cama refletindo sobre isso.
PROIBIDO!
Com todas as letras, porque nunca, jamais, em hipótese alguma poderia ser dele um dia.
Para Ni-ki, repetir uma mulher era quase uma desonra, sequer era do seu feitio levar um rabo de saia mais de uma vez para dar uma “voltinha” pela casa dele, se fodesse você, jamais teria aquele deleite de novo.
— Ah, Riki… sujo do caralho!
Revira os olhinhos, pensando ainda nesse fatídico assunto, mas não era para menos, ele tinha um prato cheio de mulheres a disposição dele, não é? Sequer tinha um tipo, gostava de experimentar cada opção que houvesse disponível no cardápio — experimentar, lamber, devorar! — o importante era sair sempre satisfeito, deixando como gorjeta um número considerável de bucetas burrinhas pelo caminho. Cafajeste.
A única regra de Nishimura era:
— “Vou comer sua bucetinha uma vez só, ouviu? Então, aproveite e faça o quê bem quiser fazer comigo.”
Já havia escutado essa ladainha de todas as que tiveram a sorte — ou, azar — de transar com ele e no dia seguinte terem seus números bloqueados se começassem a enchê-lo demais.
— Argh... maldito! — Lamuriou ainda sobre a cama, absorta naquele pensamento degradante.
“Fica bem longe dele! Transe com qualquer um… menos o Ni-ki!” — Sua melhor amiga repetia aquele discurso enfadonho pra você, logo depois de ter fodido com ele no banco de trás do carro em um estacionamento qualquer.
Ficou obcecada, não falava em outra coisa se não na espessura, largura e comprimento do pau dele, já estava quase mentalizando demais aquilo.
— Se ele fode só uma vez, esquece esse filho da puta! O amigo dele, Jungwon, também é bonitinho. — Tentava desviar a atenção dela para qualquer outra coisa que não fosse o pau do Ni-ki.
— Mas, eu quero ele!!
— Eu já ouvi isso. — Tentou bravamente não revirar os olhos outra vez. — Ouvi das outras trezentas e cinquenta vezes também, é só uma pica, vai superar.
— Só diz isso porque não o conhece e nem vai! Promete pra mim! — O indicador apontado pra você te fez arfar alto com aquela baboseira. — Todos! Qualquer um! Menos o Riki! Prometa que não vai transar com ele! — Aquilo parecia uma sentença.
— Não vou pegar essa pica preciosa, relaxa, o quê ele faz de tão gostoso pra ficar tão estúpida?!
Ah, você não devia ter perguntado.
Teve de ouvir ela falar — de novo — os motivos pelos quais Ni-ki era um cretino apaixonante e no fundo, bem escondidinho em sua cabecinha estúpida, sabia que ele era “o pecado dos pecados”, não assumiria isso nem pra si mesma de tão deplorável que soava. Aquele puto tinha um sorriso desgraçado, daqueles que come sua bucetinha dando risada da sua cara, que soca tudo sem pudor afundando seu rostinho no travesseiro, ouviu falar por aí que Ni-ki costumava deixar suas garotas com marquinhas arroxeadas em partes muitos específicas, só pra marcar território. Abominável, asqueroso.
— Promete?
— Eu prometo. — Agora Nishimura Riki era oficialmente o homem proibido pra você.
Mas, depois de tantos burburinhos nojentos que ouviu dele e principalmente, depois da promessa que fez, você trataria de ficar bem longe daquele cafajeste. Certo? Não era burra, era esperta o suficiente para saber escolher as melhores opções por ai. Né?
— “Acorda princesa, peguei água pra você…”.
Vislumbra o torso masculino vir em sua direção pelo corredor pouco iluminado. Os olhos levemente risonhos em te ver naquele estado completamente vergonhoso, desmaiada como uma desmiolada na cama dele, logo depois de ter levado uma surra de pica bem dada.
Não, você não era esperta. Muito pelo contrário, era previsível pra caralho.
Gruda o olharzinho burro no corpo suado parado em sua frente e porra… uma pena refletir sobre o quanto Ni-ki não valia nada, já estando nua na cama dele. Não era nada diferente das outras mulheres, só sabia mascarar melhor o segredinho nojento que não poderia compartilhar nem com sua melhor amiga, nunca, ela te proibiu de dar pra ele, lembra?
— Sou uma amiga horrível…
— Você é? — Sente o rapaz se sentar na cama ao seu lado, levantando o seu corpo molezinho com cuidado, leva a água gelada à sua boca, um fofo, nem parecia o mesmo que havia te deixado desidratada de tanto meter em você. O que meteu a mão na sua carinha quando você o xingou de “puto”.
— Bebe tudo, não quero ver sobrar uma gota, ouviu?
Obedece bonitinha, dando goles generosos como uma criança que obedece o papai. Poderia fazer isso sozinha, claro, mas deixou toda aquela noite na responsabilidade dele, e o maldito soube conduzir cada etapa meticulosamente bem, tava acostumado, né? A estar acompanhando de belas mulheres e entretê-las de maneira excepcional, como se fossem únicas, exclusivas, agora era a sua vez de ser a “única” pra ele.
— Ainda tem mais… engole vai… tá muito fraca, sempre fica assim depois de gozar? — Move a cabecinha sinalizando um “sim” tolo, bebendo dos últimos goles do copo. — …achei que fosse desmaiar em cima de mim, sabia? Não me assusta desse jeito de novo…
Se sentiu uma vagabunda hipócrita enquanto deixava Ni-ki te conduzir a cavalgar de costas em cima daquele pau grosso feito uma desesperada — e infelizmente — era mais gostoso do que idealizou, era longo, espesso, duro de suportar. A glande gorda e rosinha empurrava pré-porra pra dentro de você sem dó nenhuma do seu útero baixo ardendo.
Te pediu pra ficar de quatro pra chupar ele, te dava pau na boca e tirava só pra ver você caçar com a línguinha. Ah, mas se cansou e o segurou com as duas mãos levando-o inteiro à boca de uma vez.
— “Não, não… cadelas usam só a boca, tira a mão do meu pau.” — Arrancou suas mãozinhas dali, prendendo-as nas dele, deixando só a sua boca livre, ligada a pica dura balançando, começou a se enfiar e lotar sua gargantinha até seus olhos brilharem de tão difícil que era suportá-lo inteiro. Meteu até a base em você e ficou paradinho, só olhando pra você quase engasgando. — Não mexe… aguenta.
Um movimento mínimo e você iria engasgar com tudo, já babava tanto que sentiu a liga escorrer pelo queixo, sente o formigamento na úvula, ia sufocar no pau daquele filho da puta, enquanto ele ria, mas Ni-ki teve piedade do seu rosto vermelho e retirou a pica inteirinha envolta de fios de saliva.
— Desgraçado! Porra! — Pôde enfim, voltar a respirar.
— Boa garota. Me aguentou bem pra caralho! — Acariciou seu rostinho quente com as mãos enormes e gélidas como recompensa. Ainda que irritadinha, desceu a língua, chegando nas bolas pesadas e lambe elas, cospe uma quantidade absurda de saliva, engolindo tudo de volta, deixa Ni-ki sem reação ao te ver enchendo as bochechinhas com as bolas dele. — Que isso, porra… que boquinha de puta do caralho!
Você chupa a costura do escroto completamente alheia dos comentários dele, mama de olhinhos fechados emitindo grunhidinhos roucos que fazem Ni-ki tensionar o abdômen.
— Calma, amor… calma… vou te dar tudo o quê tem ai… tá pesado pra caralho, porque tô cheio… você engole, hm? Engole seu Ni-ki?
— Pede com educação que talvez eu obedeça!
— É? Me faz gozar então, filha da puta — Não demorou para que metesse o pau de novo na sua goelinha, fodendo como um louco. — “chupa mais, chupa tudo” — Socava o cacete na sua boca com violência e logo jorrou tudo dentro dela com o abdômen contraído.
Quando descansou minimamente do estrago em sua garganta, Ni-ki te capturou de novo e só mandou você ficar por cima e sentar, só sentar, queria observar a sua desenvoltura, sua performance manhosa e destrambelhada pelas perninhas já trêmulas, queria ver seu jeito de puta mentirosa… de quebradora de promessas. Não valia porra nenhuma.
Observou sua bucetinha engolir cada centímetro dele sem nenhuma cerimônia. Se odiava por isso, ele te chamou ali e você foi. Tão fácil, se sentia um delivery.
— …assim, princesa… isso… — A voz grossa murmurava mais bêbada do que poderia esperar. — Desse jeito, não para! Se parar vou meter na boca de novo, ouviu?
Parar? Essa palavra não existia na sua mentezinha avoada, obedecia com a bundinha mirada pro rosto dele, subindo e descendo, sentindo os músculos das coxas queimarem, os apertos que te abriam nem permitiam que você parasse.
— Rebola com tudo dentro. — Murmurou absorto, tombando a cabeça pra trás, sem tirar os olhos do seu buraquinho sendo socado. Sentava até fazer sua buceta bater contra a pelve masculina, não demorou pra que não aguentasse mais e Ni-ki precisasse te movimentar com as duas mãos. Usando você.
— Foi mal, vou precisar tirar, ou vou te entupir de leite de novo. E aqui não pode.
— Fode mais! — Olhou pra trás e Ni-ki estava com os lábios babados, os batimentos acelerados num nível que só conseguia se concertar no barulhinho sujo que sua bucetinha fazia quando ele entrava inteiro. Seu gemido repercutiu mais alto pelo quarto cinza.
— Espera um pouco… eu tô quase… sai de cima!
— Sair? — Não para de quicar nele e ouviu bem quando os gemidos de Ni-ki falharam. A sequência de “orgh” sujos nunca mais sairiam de sua cabeça.
— Filha da puta! Para, porra! Quer que eu goze na tua buceta?
— Goza! Tô nem ai! — Exclamou, sentindo a onda de orgasmo subir pelo seu ventre e goza em cima dele. Nem percebeu quando Ni-ki arrancou o pau de dentro de você, desesperado, estava envolto da sua babinha melosa e jorra o jato direto na sua bunda abertinha na cara dele, sentiu escorrer o líquido leitoso pelo buraquinho apertado, piscando instantaneamente e acolhendo a porra dele ali dentro.
— Que caralho… cacete… sabe o quê acontece quando joga dentro?!
— Sei! E eu queria! — Nota o peito másculo subindo e descendo sem fôlego.
— Ia me deixar leitar? Fica idiota quando tá levando pica e pede pra ser engravidada, é? — Fez questão de afastar suas polpinhas pra olhar o estrago que havia feito na sua buceta. Ouviu quando você gemeu com o feito, contorcendo os dedinhos dos pés. — Vou meter um bebezinho em você pra deixar de ser burra!
Te fodeu com tanta pressão que notou a leve vermelhidão na sua entradinha apertada, esse era o motivo da preocupação estampada no olhar de Riki quando terminou de te dar aquela aguinha na boca.
— A bucetinha… deixa eu ver, vem cá. — A voz grossa soou e você abriu as perninhas pra ele ver a maldade que fez ali. — Devia ter falado pra eu parar… ‘cê também sentou que nem louca, pô, parece até que nunca viu pica na vida.
E não viu, não como a dele.
Os ombros largos se enfiaram ali, separando mais as suas pernas uma da outra, você se encolhe, estava tímida agora? Porra, não ficou assim quando ele pediu pra quicar de costas no cacete dele.
— Ni-ki…
— Quieta, tô vendo só — Sua bucetinha ardia só dele te abrir daquele jeito.
Se posiciona melhor na cama e olha pra você com aquele olhar medidor, bravinho, entrelaçando a palma grande em suas coxas. Faz menção de afundar a cabeça no seu meinho, mas você fecha os olhos de receio, fazendo o mais alto parar um segundo antes de encostar a língua em você.
— Se machuquei, tenho que beijar, certo? — Indaga te vendo toda encolhidinha na cama, depois de ter sujado todo o lençol dele com seus fluídos. Geme um “uhum” fechando os olhos e ele assopra a respiração quente na pelezinha úmida e maltratada, isso te causa até tremedeiras nas pernas.
— Dolorido aqui? — Pincela a língua em seus lábios íntimos. — A entradinha dói muito?
— Dói sim. — Mentiu. — Dói muito mesmo… beija mais um pouquinho, Nini?
Ah, maldita… porque foi usar este apelido? Ni-ki arrasta os lábios nas suas dobrinhas, notando que já estava ficando molhada de novo, arrasta a ponta do nariz no seu clítoris inchadinho e nota quando sua entrada se fechou contra os lábios dele, sorri sacana.
— Já passou, né? Putinha…
— Não! — Choraminga com um biquinho choroso no rosto.
— Sendo assim, precisa de cuidados mais severos então. — Diz, se deitando na cama ao seu lado. — Senta aqui. — Dá dois tapas na cara e você entende de primeira. — Monta em mim, deixa o ‘Nini’ cuidar de você.
Quando se dá conta, está com a fenda encaixadinha na boca dele que, mete a língua em você, chupando e causando estalinhos altos.
Rebola, esfrega na cara dele sem pudor algum, e o maldito ainda geme enquanto te deixa usar a própria boca de objeto.
Você ondula o quadril na língua molinha, sentindo os dígitos masculinos socados em você, abrindo passagem para adentrar com facilidade. Te chupava com tanta vontade, que precisou se lembrar de que não era especial pra ele, era apenas a sua vez.
O único motivo que te mantinha confortável ali se esfregando em Ni-ki, era que ele não repetia uma mulher. Assim poderia fingir que aquilo nunca aconteceu no dia seguinte, fingiria que ainda tinha nojo dele. Nojo da cara, nojo do cheiro, do sorriso que surgia quando você gemia, nojo das mãos geladas encaixadas na sua bunda, nojo da saliva quente que se misturava com a baba do seu íntimo.
— “Filho da puta! Como ter nojo de você?”. — Pensou quando uma lágrima escorreu do seu rosto ao atingir mais um orgasmo.
— É só aceitar que eu não sou um monstro, princesa. — Os olhos levianos te encaram de baixo. Respirava com dificuldade, após ter o sufocado com a buceta. Você falou aquilo em voz alta?
— Que historinha é essa? Quer ter nojo de mim porque? — Desorientada, desce o corpo nu pro colo dele, devagarinho.
— Acho que pensei alto…
— Alto demais. Pareço um monstro pra você? — Ergue o rosto vermelho pra te olhar e não, ele não se parecia em nada com um monstro, mas estava longe de ser um anjo. Os olhos brilham de maneira tão convidativa, que se ficasse mais um pouquinho ali, Ni-ki ganharia o jogo.
— Foi só um pensamento, não importa, na verdade. — Se levanta do colo dele, o deixando entre os lençóis bagunçados. — O banheiro é aqui, certo? Vou tomar uma ducha. Se importa?
— Primeira porta à direta.
Você dá de ombros e Ni-ki observa sua bundinha nua desaparecendo no corredor. Que porra de clima foi aquele? Ele estranha à beça.
Você não pediu pra ficar, não pediu pra ele te abraçar depois da foda, não pediu pra ele te acompanhar no banho? Sequer deixou ele tocar seus lábios. Nada de carinho, nada de afeto, só sexo.
Era burra de aceitar trepar com ele, mas não seria burra a ponto de sair dali achando que ele te ligaria no dia seguinte. Portanto, pularia daquele barco antes dele te deixar naufragar.
— Não quer dormir aqui mesmo? Tá tarde, não quer mesmo que eu te leve pra casa? — Te olhou da porta como um cachorrinho, colando o abdômen despido ali e você tenta não olhar muito. — Sei lá, queria dormir contigo hoje, saca?— Estava com os olhinhos miúdos de sono, cabelos desgrenhados e ainda assim, continuava sendo o homem mais gostoso que já viu na vida. Ni-ki era uma ruína.
— Meu táxi chegou, gosto de dormir na minha cama, ‘cê entende, né?
— Claro, eu entendo. — Que porra de sentimento era esse que ele estava sentindo? Já tinha gozado, porque não tava satisfeito?
Chama o elevador tentando ignorar o leve desapontamento naquela voz. Ni-ki não costumava pedir para suas mulheres passarem a noite com ele, não precisava, elas ficavam mesmo sem convite, portanto era estranho “interromper” a noite assim. Sem carinho, sem afeto algum.
— “Boa noite, princesa.” — Foi a última frase que ouviu dele antes que a porta do elevador se fechasse. Iria facilitar o ghost que ele te daria depois daquela noite. Era melhor assim.
…
Estava no banho contando os detalhes de seu final de semana para sua melhor amiga — pulando, é claro, a pequena parte onde você DEU pro cara que jurou que não daria. Enquanto tagarelava, deu graças aos céus por poder esquecer. Porém, você notou a falta da voz dela.
— Ei… tá tudo bem? Tá tão silenciosa. — Agora só o som da água do chuveiro era audível.
— Mensagem pra você. — Aquele tom faz seus pelinhos molhados se arrepiarem instantaneamente em baixo do chuveiro. — O Riki quer saber se você “chegou bem” ontem à noite. E, se está disponível na sexta-feira de novo. — Ouve um pigarro dela do lado de fora do box.
— Como assim… “de novo”?
Chegou até aqui? Obrigada por ler!

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queria passar minha língua nele até ela ficar dormente, com cãibra e a mandíbula deslocar
Kang Woo-Young x Fem reader
Short fic parte 3.
Avisos: Agressão, menções á sangue, briga de relacionamento, provavelmente apenas isso.
Pt.1:https: //www.tumblr.com/eamaddyvey/799088693508030464/kang-woo-young-x-fem-reader?source=share
Pt.2:https: //www.tumblr.com/eamaddyvey/799600839274708992/kang-woo-young-x-fem-reader?source=share
Headcanons: https://www.tumblr.com/eamaddyvey/800246058954473472/headcanons-kang-woo-young?source=share
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Pov: [Nome]
A noite passou de forma arrastada, eu me virava na cama a cada poucos minutos por conta da insônia persistente. A tela de bloqueio do celular acendia e apagava de tempos em tempos, e sempre que voltava a brilhar, mostrava uma nova mensagem não lida de um mesmo contato.
Eu suspirei observando os raios fracos de sol invadindo pela janela do meu quarto. Depois, tirei um momento para encarar o telefone que havia parado de ligar incessantemente, decidindo que finalmente iria ler tudo pela barra de notificações.
— “[Nome]” – 20:38
— “Você vai mesmo ficar me ignorando?” – 20:43
— “E eu que sou infantil” – 20:44
— “Não foi minha culpa, amor, qual é” – 21:09
— “Tudo bem, eu fui meio egoísta”
— “E ganancioso, mas mesmo assim” – 21:57
— *mensagem apagada* – 23:00
— “Tá dormindo? Quero falar com você” – 23:41
— “Por favor, vamos conversar, querida” – 23:46
— “Amor” – 00:07
— “Desculpa” – 00:52
Eu li todas as mensagens com um aperto no peito. Odiava estar brigada com ele, realmente queria que nos resolvêssemos, mas o que aconteceu ontem passou dos limites das confusões que Woo-Young se envolve.
Meus pensamentos foram interrompidos quando uma nova notificação surgiu:
— “Iremos resolver isso, me encontra depois da aula”
“Não quero conversar com você” —
Eu desliguei o aparelho e me levantei, ficando sentada na cama e encarando o assoalho por longos segundos antes de finalmente decidir me organizar para a escola.
Um cantarolar baixo escapava dos meus lábios distraidamente, os pensamentos vagando enquanto ficava cada vez mais próxima do prédio espaçoso do colégio, porém, antes que eu pudesse passar pelos portões, um par de mãos me puxou pelo braço, fazendo com que a distância entre mim e os outros alunos aumentasse cada vez mais.
Nem ao menos fiz o esforço de olhar para ver quem estava me arrastando, já que os dedos calejados me eram muito familiares. De repente, paramos em um beco que costumávamos nos encontrar para matar aula, conversar ou fumar nos intervalos, mas dessa vez o clima não tinha a mesma leveza de sempre, agora possuía uma tensão silenciosa e desconfortável no ar.
— Você podia ao menos esperar as aulas terminarem antes de me puxar como um cachorro na coleira. – Eu disse em um tom monótono, levantando os olhos para observá-lo pela primeira vez desde a briga de ontem.
— Não te ouvi reclamar enquanto estávamos andando. – Seus olhos vagaram por mim enquanto as palavras corriam da sua boca, uma expressão indecifrável em seu rosto.
Woo-Young suspirou com um pouco de humor quando não ouviu nenhuma resposta minha.
— Você não me respondeu a noite toda.
— Eu não queria conversar.
— Mas agora não pode mais ficar me evitando. – Ele falou, dando alguns passos para mais perto. —Vamos resolver isso? Por favor... – Woo-Young estendeu uma das mãos para afastar uma mecha solta do meu cabelo.
Eu encarei ele por um momento, minha expressão vacilando ao sentir seu toque terno na minha pele. Estendi minha mão e segurei seu pulso, afastando-o de forma quase relutante.
— Woo-Young, agora eu não tenho cabeça pra isso... – Soltei sua mão e levantei o olhar para ele.
O mesmo suspirou e passou os dedos pelos cabelos em sinal de frustração antes de dizer:
— Tudo bem, tudo bem... Você pode então me encontrar na academia da Jiseong depois que as suas aulas acabarem? Eu quero mesmo me resolver com você. – Woo-Young falou, sua visão direcionada a mim enquanto ele parecia quase desesperado por uma confirmação.
Um suspiro escapou dos meus lábios, minha mente acelerada ponderando o que deveria responder.
— Tá bom, eu encontro você lá se você insiste.
— Insisto sim, não quero seguir essa briga, e posso ver nos seus olhos que você também não, mas consegue ser mais orgulhosa do que eu para admitir. – Ele falou com um tom de certeza na voz, me encarando como se pudesse ver através de qualquer fachada minha.
— Encontro você depois, Woo-Young. – Foi tudo o que respondi, me virando e saindo do beco para voltar ao meu caminho de costume, como se não sentisse seu olhar queimando na nuca.
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Pov: Woo-Young
Horas mais tarde, os sons de batidas fortes em um saco de pancada ecoavam pelo corredor da escola secundária Jiseong, vindas da academia do local. Eu desferia socos certeiros no saco de treinamento, música alta no headphone para ajudar a manter a energia e descontar a raiva e frustração.
Sabia que não havia tido a atitude mais empática ou solidária do mundo, mas porra, ser ignorado por todo esse tempo e ainda ter que correr atrás para que as coisas voltem ao normal? Não era fácil, especialmente quando precisava lutar acima de tudo contra o meu próprio orgulho.
Eu segui com os socos, alheio ao meu redor por um instante, mas tudo mudou quando um barulho vindo da direção da porta chamou a minha atenção. Virei um pouco o rosto para identificar o que era, e fui surpreendido com o mesmo garoto magrelo que apareceu junto com uma menina na primeira vez que era para ter acontecido a briga.
O jovem tentou dois golpes com um pedaço de madeira, porém meus reflexos agiram mais rápido, me ajudando a desviar sem esforço.
Rapidamente segurei sua arma e o golpeei no estômago e outro em seu rosto, fazendo-o cambalear para trás, quase caindo no chão.
Os fones e a madeira foram jogados no chão, soltando um som incômodo antes que minha voz fosse audível:
— Aí, eu sei o que você quer fazer.
O magricela se levantou e me encarou com o semblante fechado por alguns segundos, depois, lentamente, subiu os punhos na altura do queixo, sem desviar o olhar nem por um instante.
Eu o encarei um pouco incrédulo e comentei:
— Aí, que isso? Quer lutar mesmo?
Como esperado, ele não respondeu, apenas seguiu com a visão fixa em mim de forma determinada.
Meus lábios se abriram em um sorriso convencido, seguido por uma risada baixa.
— Tá bem, mas precisa ser rápido, tenho coisa mais importante pra fazer. – Falei me preparando para socá-lo novamente.
Em meio ao movimento, surpreendentemente, o menino se lançou em minha direção, passando os braços em volta de mim, ficando agarrado fortemente enquanto eu tentava afastá-lo com uma joelhada na região do estômago.
— Merda! – Resmunguei e, logo em seguida, ele puxou algo de seu bolso e tentou, sem sucesso, acertar em mim, porém puxei seu corpo para cima, segurando sua cabeça entre minhas mãos. — Já te falei, você não pode me enganar, tá? – Eu encarei-o nos olhos e logo em seguida empurrei ele para bater a cabeça contra o peso do supino.
O menino rastejou um pouco no chão e eu me inclinei, o segurando pelos cabelos, desferindo socos, um após o outro, em seu rosto.
— Você acha... – Um soco. — ...que pode... – Outro soco. — ...me vencer, porra? – Depois o último soco antes de deixá-lo cair no piso da academia.
— Desgraçado! – Xinguei e, sem dar descanso para ele, dei mais um soco na região abdominal do seu corpo.
O menino se mexia no chão com dificuldade, gemendo e resmungando de dor. Apesar disso, ele estendeu a mão e tentou agarrar o meu pé.
— O quê? – Eu falei com um sorriso desacreditado nos lábios. De repente, ele puxou o cadarço e conseguiu forçar meu tornozelo para que eu caísse. O magricela, agora possesso de raiva ao invés de dor, passou o cadarço em volta do meu pescoço e ficou me asfixiando enquanto meu corpo se debatia incansavelmente, até o momento em que tive meu rosto acertado em outro peso de supino.
Nós nos debatemos e eu consegui derrubá-lo no chão, deixando-o embaixo de mim, mas mesmo assim a asfixia não diminuiu em nada. Logo consegui me afastar e chutá-lo para longe.
Quando o jovem ficou contra uma prateleira de halteres eu me aproximei dele e desferi diversos socos, a maioria dos quais ele defendeu com os braços, contudo, em um instante no qual ele desviou, meu punho acertou em cheio um dos pesos. No segundo em que me distraí resmungando por conta da dor, ele aproveitou para pegar um dos halteres no chão e bateu com ele no meu pé.
Instantaneamente eu caí grunhindo de dor no chão e segurando o membro atingido. Depois, percebi o garoto com a camisa ensanguentada na minha direção.
— Escuta, cara, o Su-ho... O Su-ho se machucou daquele jeito porque o Beom-Seok surtou! Não fui eu que fiz aquilo, porra! – Falei com a voz falha por causa da dor, que atingia tanto meu olho que foi atingido pelo peso mais cedo, quanto meu pé que acabou de ser machucado.
— Não foi, é? Tá legal... – O menino disse quase inaudível.
— Cara, que merda! Tudo que eu fiz foi lutar com ele!..... Por favor, para. Me desculpa, tá bem? – Eu disse soltando resmungos de dor entre as palavras, um tom quase de pavor junto delas.
— Fica se desculpando não...
Eu me sentei no piso, observando-o com meu olho bom até que ele rapidamente atingiu meu tornozelo com o haltere, recebendo em resposta apenas com um grito choroso de dor.
Lentamente o menino se virou e saiu em passos lentos da academia, como se não tivesse feito nada, mas o sangue nele denunciava a verdade.
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Pov: [Nome]
Eu caminhava pelos corredores vagamente familiares da escola Jiseong, parando algumas vezes para tentar lembrar o caminho para a academia. Com resmungos baixos por conta do problema de localização, eu segui meu caminho até chegar em uma parte que realmente começava a fazer sentido com minhas lembranças.
Eu segui o corredor, perdida nos pensamentos de como seria a conversa, se discutirmos novamente ou pior, mas, por um instante, minha atenção se voltou para a realidade quando eu percebi um garoto com uniforme de outra escola e... Espera, sangue? Meu deus, que escola é essa?
Nós trocamos olhares rápidos, os meus assustados e os dele frios. Tentei ignorar e virei o caminho o mais rápido possível, sentindo um alívio ao ver a placa escrita “academia da Escola Secundária Jiseong”. Eu me aproximei aos poucos da porta, porém, de repente, uma sensação estranha me invadiu por não ouvir os sons habituais de golpes, então o mais rápido possível eu cheguei até a entrada, arregalando os olhos ao ver Woo-Young caído no chão, sangue em seu rosto, que visivelmente se contorcia de dor, e um dos pés posicionado de forma estranha.
— Woo-Young! – Eu gritei e corri até ele, me ajoelhando ao seu lado. — Meu deus, o que aconteceu com você? Eu... Eu vou chamar uma ambulância! – Disse desesperada e meio atrapalhada pelo nervosismo, peguei o telefone de forma desajeitada e ligando para a emergência.
Ele me encarou com a respiração irregular, como se quisesse dizer algo se não estivesse muito consumido pela dor intensa.
— Vai ficar tudo bem, querido, vai ficar tudo bem. – Murmurei tentando manter a calma para não agitá-lo ainda mais.
Eu falei rapidamente ao celular, dando as informações necessárias para a ambulância pegá-lo na escola.
— Eles já vão chegar, ok? – Eu disse enquanto passava os dedos cuidadosamente em seus cabelos, uma tentativa de confortá-lo.
Ele pareceu um pouco mais tranquilo, na medida do possível, a respiração agora estava pesada ao invés de irregular como antes.
— Desculpa... – Ele disse com dificuldade, se inclinando para mais perto do meu toque.
— Tudo bem, a gente resolve isso quando você estiver melhor. – Respondi deixando um beijo no topo da cabeça dele, que respondeu com resmungos fortes de dor.
Continua...
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Gente, finalmente eu tive coragem de terminar esse capítulo depois de meses.
O próximo capítulo vai ser o último e depois eu planejo postar outras histórias do mesmo personagens e de outros também.
Enfim, espero que tenham gostado apesar da demora ❤️
quero ser tão bonita quando essa música
✰ ⋆.˚ Pasta Registrada (+18)
C/ Jobe Bellingham
Jobe gosta de ter suas coisas organizadas, isso inclui sua galeria de fotos, tem uma pasta só pra fotos da família, outra só com os amigos, só com fotos do treino e uma só pra você, na verdade duas, com mais de duzentas fotos e vídeos da namorada que ele morre de saudades todos os dias, de todas as pastas, as suas são as que ele mais vista.
Em uma tarde qualquer jogado na cama, ele se lembrou de algumas fotos que havia deixado para organizar depois, abriu a galeria e começou a selecionar os arquivos soltos. Uma foto jogando baralho com Carney que ele salvou na pasta dos amigos, duas fotos com Jude que ele salvou na pasta da família, uma dos dois fazendo careta e a outra do irmão dormindo no carro. Continuou separando mais fotos, dos pais, de paisagens, até se deparar com uma foto sua, que fez ele encarar a tela do telefone por tempo demais.
Era uma foto simples, vocês dois no banheiro de frente pro espelho,ele se lembra desse dia e do porque registrou. Você estava com uma blusa dele, da seleção. Na foto, seu cabelo estava preso, o que deixava visível o "Jobe 7" nas suas costas. Vocês tinham acabado de acordar, ele estava atrás de você com a mesma cara de bobo que ele faz sempre que vocês estão juntos, você estava com as mãos apoiadas na pia e olhava pra ele pelo espelho com os olhos apertados de sono e um sorriso envergonhado porque ele tinha acabado de dizer o quanto amava te ver com a blusa dele, e o nome dele mostrava que você era dele e só dele, sua cintura estava um pouco inclinada pro lado e a blusa um pouco puxada pra cima mostrando parte da sua bunda e da sua calcinha azul escuro. Essa foto foi a um mês atrás, e agora ele estava quase babando de saudades de novo.
Conseguiu sair do transe e apertou os três pontinhos no canto da tela e selecionou "adicionar á", o reconhecimento automático do celular ofereceu três pastas,a direcionada a fotos da família, uma intitulada com um coração marrom e de capa uma foto sua sorrindo, e a outra sem nome e sem capa, apenas o desenho de um cadeado indicando uma pasta trancada, a foto selecionada deveria ir para o coração marrom, mas a saudades que ele tava sentindo agora fez com que ele clicasse na pasta trancada.
Automaticamente a tela do celular escureceu pedindo para que ele desbloqueasse com senha ou com digital, pressionou a tela com o polegar e sentiu o corpo tremer assim que a pasta se tornou visível, as prévias mostravam você, sem roupa na maioria dos registros, em vários ângulos e posições diferentes, fotos, vídeos de cinquenta segundos, dois minutos, todos de vocês fodendo em todos lugares possíveis. Rolou um pouco a tela e clicou em qualquer vídeo.
No vídeo, vocês estavam dentro do carro dele, no banco do motorista, o celular filmava do banco do carona e mostrava você no colo dele com uma regata puxada pra cima deixando seus seios expostos, sua saia jeans levantada até a cintura e sua calcinha puxada para o lado. A bermuda de Jobe estava abaixada até os joelhos e a blusa também estava levantada e você apoiava suas mãos no abdômen dele enquanto sentava sem parar e gemia manhosa.
Em seu quarto, Jobe apoiou o celular no peito segurando apenas com uma mão, a outra foi até seu short apalpando o pau já duro, seu dedos aumentaram o volume do vídeo bem na hora em que ele deixou um tapa na sua bunda e você gemeu mais alto, apertou sua própria ereção com um pouco mais de força e suspirou baixinho.
Assistiu esse vídeo por mais alguns segundos até passar para o próximo, que já era um pouco mais curto com vinte segundos. Esse mostrava só você, completamente nua e deitada no sofá, a filmagem tremia um pouco já que dessa vez o celular estava na mão de Jobe, seus seios se moviam rapidamente com cada colocada bruta que ele dava, Jobe desceu um pouco a câmera e mostrou seu pau entrando e saindo de dentro de você, logo o foco voltou para sua rosto, a mão dele que estava na sua cintura subiu até sua bochecha onde ele deixou um tapa, sua reação foi gemer mais e sorrir, o vídeo acabou logo em seguida com o celular sendo jogado de lado.
Merda ele amava isso em você, em público você era uma princesinha que mal falava, quando estavam em família quase não respirava de tanto medo da mãe dele não gostar de você, mas quando vocês dois estavam sozinhos você mudava completamente, gostava que ele metesse forte e fundo e sorria quando tomava tapa na cara, porra você pedia pra ele te bater, uma coisa que ele nem imaginava e agora tem guardado só pra ele em uma pasta registrada pra assistir sempre que sentir saudades. Jobe sentia seu pau pulsar, inconscientemente acelerou os movimentos da mão, ainda por cima do shorts.
Assistiu mais um vídeo, esse era da última vez que vocês se viram, você estava de quatro na cama e não vestia nada além da camisa dele da seleção, ele podia ver perfeitamente sua bunda indo pra frente e pra trás pra encontrar com os movimentos dele, a mão grande de Jobe aparecia segurando a blusa junto da sua cintura, fazendo questão de mostrar o nome dele nas suas costas, seu rosto também estava bem visível, encostados de lado no travesseiro e pela sua expressão, que ele amava e já conhecia tão bem, você estava prestes a gozar, seus olhos estavam fechados bem apertados, suas mãos seguravam o travesseiro com força e você repetia o nome dele várias vezes, o melhor som do mundo.
Jobe bufou quando sentiu sua mão começar a ficar melada, que droga, estava quase gozando nas calças igual um adolescente na puberdade. Fechou a galeria, já não aguentando mais torturar a si mesmo, e abriu a conversa com você para fazer única coisa que tem adiantado pelo menos um pouco quando vocês estão separados e só a mão dele não é suficiente, ele precisava ouvir sua voz por mais de dois minutos, precisava gozar junto com você mesmo que fosse por telefone.
Oi pretinha
Já tá em casa? Ta podendo falar?
To precisando de você
➀ Foto
. ݁₊ ⊹ . ݁ ˙⋆✮⋆˚࿔ ݁ . ⊹ ₊ ݁.
Ficou maior do que eu pretendia rs bjs
Não aguento mais férias, que volte minhas aulas logo pls

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CANSADINHO. ── myung jaehyun.
ㅤ❤︎ㅤ─ㅤ {🍯} seu namoradinho comumente se sente cansado, e pressionado em ser líder, mc, e lidar com a fama. cabe à você relaxá-lo da melhor maneira.
avisos. ㅤㅤㅤ𝑓 reader! x jaehyun, relação estabelecida, handjob, overstimulation, MENÇÃO à piss kink, ele é subzinho. vem sendo difícil elaborar qualquer coisa que não seja com o heeseung, galera. o homi fez feitiço pra mim.
Você cruzava as coxas com força, mordia os próprios lábios, afim de diminuir o tesão. Enquanto isso, massageava as bolas inchadinhas de Jaehyun com a destra, e o comprimento do pau com a canhota. Os pelinhos do pescoço de seu namorado estavam arrepiados. A área dos testículos era tão fodidamente sensível.
Estavam na cama, você com um pijaminha colado no corpo, e Jaehyun com a cueca preta nos pés, enquanto você o massageava, já meladinho de pré gozo. Ele gemia manhoso, a respiração descompassada, o quadril ia pra frente repetidas vezes afim de intensificar seu movimento.
“Vai amor, vai.”, era algum de seus murmúrios, agraciado com suas mãos macias em suas bolas, e o ordenhando até que viesse o leitinho.
Você continua à seu pedido, ele passa as mãos nos próprios cabelos, puxa de leve, nervoso, quer prolongar a sensação o máximo possível, já que a real intenção de tudo era fazê-lo relaxar de todas as responsabilidades que um comeback traz. Por isso, estendia o prazer, esquecendo-se de qualquer obrigação que não fosse aproveitar sua namoradinha gostosa batendo uma pra ele.
“Rápido, amor. Vou gozar, faz rápido, por favor.”, ele diz com dificuldade, a respiração falhada, extremamente arrepiado, e mais dengoso do que gostaria.
Você continua à pedido dele, acelerando os movimentos. Logo sente as primeiras contrações nas bolas cheias e pesadas, e o líquido branco e gosmento saindo da cabecinha inchada em jatos não muito fortes, mas contínuos. Você não para. Continua a punhetá-lo fazendo os olhinhos de filhote se encherem de água. Ele vira para os lados, nervoso, volta as mãos para o cabelinho. Aquilo era demais. Você continua a punhetá-lo, aproveita que está bem molhadinho devido ao gozo. Jaehyun aperta os olhos com força, geme quase esganiçado apertando os dedos dos pés com força.
“Por favor, para.”, é quase um sussurro. É demais pra ele. Mas desta vez você não obedece, e continua a tocá-lo. “Eu vou de novo. E-eu.. Nã-ão consigo s-segurar..”
“É isso, Jae. Goza de novo.”
É quase uma ordem, e desta vez Jaehyun morde tão forte os lábios rosadinhos que parece sangrar. Goza de novo, apenas escorre uma gala rala, em pouca quantidade, enquanto ele abre a boca sem sair som algum. O pau espasma, ele fecha os olhos, temendo não aguentar a super estimulação e acabar relaxando demais, fazendo xixi em suas mãos, e acabar fazendo uma bagunça vergonhosa. Mas felizmente você para.
Desta vez, você dá a ele um descanso para respirar. Tira as mãos dele, mas bem, só por enquanto.
. ୭ ˚○
𝔩𝔲𝔠𝔨𝔶 ୧ 𝔤𝔦𝔯𝔩 ♡ . 𝔰𝔶𝔫𝔡𝔯𝔬𝔪𝔢
MINJU-ILLIT (none of the photos are mine)