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{â bubble da klim} longe de mim ser a favor do exĂ©rcito ou mulher de militar, mas assim, imaginando ir nos jantares da marinha pra acompanhar o Taeyong, passando o uniformezinho dele, fazendo o nozinho da gravata dele, ai đ„ș
gatilho
Camisa 10 - EpĂlogo
haechan x leitora gĂȘnero: br!au; fluff Entre o caos e a desordem do subĂșrbio carioca, hĂĄ amor. A tua histĂłria com Haechan Ă© prova disso n.a.: SURPRESAAAAAAA me despedir de camisa 10 tĂĄ sendo meio difĂcil, entĂŁo arrumei um epĂlogo hihihi nĂŁo liguem muito pra data e horĂĄrio e pfvr relevem errinhos. foi minha primeira vez fazendo nesse formato e achei o resultado final divertido, entĂŁo espero que vocĂȘs tbm gostem!!! đ„° nota importante: ì€ëč = oppa
Camisa 10 - capĂtulo 5
haechan x leitora gĂȘnero: br!au; fluff Entre o caos e a desordem do subĂșrbio carioca, hĂĄ amor. A tua histĂłria com Haechan Ă© prova disso n/a.: fiquem ligados que domingo tem epĂlogo! <3

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Jo Malone & Pinot Noir 2
chenle x leitora gĂȘnero: fluff; sugestivo. wc: 1.4k Chenle nĂŁo sabe mais o que Ă© ser apenas seu amigo, mas isso ainda Ă© um segredo. AtĂ© que um encontro o tira do eixo, e ele sente o sangue ferver. nota: mais um pouquinho desse chenle que mexeu mt com a minha (nossa) cabeça. espero que gostem! <3
Jo Malone & Pinot Noir
chenle x leitora gĂȘnero: fluff; friends to lovers. chenle reconhece que ser amigo de infĂąncia teria suas vantagens: te conhece bem, sabe como te agradar e te faria feliz como ninguĂ©m; no entanto, atĂ© hoje a confissĂŁo estĂĄ presa na garganta. wc: 1.2k a/n: essa aqui nasceu de um devaneio caĂłtico com a @ncdreamingâ. eu sou lelĂ© pelo chenle. ele nĂŁo queria parecer emocionado, mas falhou, viu? espero que gostem. :)Â
vocĂȘ: po aĂÂ
vocĂȘ: nem p apresentar nĂ©
vocĂȘ: os de vdd eu sei quem sĂŁo
chenle revirou os olhos ao ler tuas respostas ao seu mais novo story, que contava com a menção ao instagram de mark, seu colega da faculdade. foram almoçar juntos antes de iniciar um projeto cuja data de entrega se aproximava, e resolveu postar pra registrar o momento descontraĂdo do outro.Â
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Camisa 10 - capĂtulo 4
haechan x leitora gĂȘnero: br!au; fluff Entre o caos e a desordem do subĂșrbio carioca, hĂĄ amor. A tua histĂłria com Haechan Ă© uma prova disso. n/a.: gente essa aqui tĂĄ gigante perdĂŁo mas eu nĂŁo sabia como parar.
Jaemin vacilĂŁo
Camisa 10 - capĂtulo 4
haechan x leitora gĂȘnero: br!au; fluff Entre o caos e a desordem do subĂșrbio carioca, hĂĄ amor. A tua histĂłria com Haechan Ă© uma prova disso. n/a.: gente essa aqui tĂĄ gigante perdĂŁo mas eu nĂŁo sabia como parar.
Jaemin vacilĂŁo
Camisa 10 - capĂtulo 3
haechan x leitora gĂȘnero: br!au; fluff Entre o caos e a desordem do subĂșrbio carioca, hĂĄ amor. A tua histĂłria com Haechan Ă© uma prova disso.

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Camisa 10 - capĂtulo 2
haechan x leitora gĂȘnero: br!au; fluff Entre o caos e a desordem do subĂșrbio carioca, hĂĄ amor. A tua histĂłria com Haechan Ă© uma prova disso.
TA-LA-RI-CO XIV
"PaixĂŁo IN-SANA II: Biscoitos Amanteigados."
notas. oi pessoal! no fim converso mais um pouco com vocĂȘs, pra nĂŁo dar spoiler, ok? um beijo, e boa leitura. ah! queria dizer tambĂ©m que infelizmente talarico tĂĄ em seus capĂtulos finais. preparei alguns bĂŽnus pĂłs o final, entĂŁo fiquem tranquilas, tĂĄ? âĄ
De braços cruzados Jaemin encara vocĂȘ e Jeno. VocĂȘ segura uma xĂcara de cafĂ© quente nas mĂŁos, a fumaça sai pela xĂcara tornando a cena um tanto bucĂłlica. Nas mĂŁos de Jeno, biscoitos amanteigados que ele faz questĂŁo de levar aos seus lĂĄbios para que vocĂȘ tambĂ©m coma. VocĂȘ mastiga com gosto, vez ou outra coloca a cabeça no ombro de Jeno, enquanto ele a abraça de lado, dando beijos em sua cabeça.
A noite havia sido infernal para todos. Lucas tossiu a noite inteira - por que serĂĄ? -, fez questĂŁo de dormir no chĂŁo ao lado de Jeno, e toda hora o agarrava no colchĂŁo. VocĂȘ havia presenciado inĂșmeras picuinhas entre os dois, ocasionando em uma pĂ©ssima noite de sono. No quarto ao lado, Jaemin nĂŁo pregou os olhos lembrando de seu beijo, e de Jeno. Ăbvio, jĂĄ havia visto vocĂȘs se beijarem milhares de vezes quando namoravam. Naquela Ă©poca jĂĄ doĂa, mas agora... VocĂȘ era dele. Totalmente dele. Te ver beijando Jeno havia o magoado em niveis surreais, mas ele nĂŁo deixaria de lutar.
â 'TĂĄ cheio de ciĂșme, nĂ©? â escuta a voz de Lucas de repente ao seu lado.
â Ai, porra! 'TĂĄ maluco? â Jaemin se assusta. Estava tĂŁo entretido na cena que ao menos repara a presença do amigo.
â Quer? â Lucas oferece o pacote de biscoitinhos em suas mĂŁos, e irritado, Jaemin carrega vĂĄrios atĂ© a boca, comendo todos de uma vez.
â Eu tenho que dar um jeito de tirar ela de perto dele. Ela nem 'tĂĄ gostando, Ă© Ăłbvio. â revira os olhos.
â Mas ela 'tĂĄ rindo, Ăł. â Lucas observa, tenta pegar um biscoitinho do pacote, mas Jaemin nega. O biscoito agora Ă© domĂnio dele. Leva mais alguns atĂ© a boca.
â 'TĂĄ rindo forçada, ĂŽ babaca. â diz Jaemin. â Eu sei quando ela sorri de verdade. Juro que sei.
Realmente sabia. VocĂȘ sorria por educação, Jeno estava sendo um cavalheiro desde que chegaram no Sana, e vocĂȘ nĂŁo tinha coragem de ser grosseira com ele. Cansada, apenas se deixava levar por toda a situação, por mais que sentisse em seu coração que tudo estava completamente errado.
â Quer fazer o favor de devolver a porra do meu biscoito?
â Eu nĂŁo. Esse biscoito Ă© de que? GostosĂŁo. â Jaemin diz com a boca cheia. Alguns farelos voam em Lucas, que estressado, limpa a prĂłpria blusa.
â Acho que Ă© de leite condensado com manteiga. â diz o amigo.
â Leite condensado com manteiga... â Jaemin concorda distraĂdo, ainda repara o casal, atĂ© que em sua mente acende-se uma luz vermelha. â Leite condensado com manteiga, sua anta? â agora ele grita. Chama atĂ© sua atenção, que o olha com os olhos arregalos. Jaemin estĂĄ em pĂąnico, e vocĂȘ nĂŁo entende muito bem o porquĂȘ. SĂł o vĂȘ jogando um pacote de biscoitos no peitoral de Lucas, e correndo para o segundo andar da casa. Confuso, Lucas o segue desesperado.
No quarto que Lucas ocupa com vocĂȘ e Jeno, Jaemin entra como uma bala, e se tranca no banheiro. Lucas, que chega em seguida, bate na porta com rapidez.
â Nana! O que houve? 'TĂĄ doido? VocĂȘ saiu correndo, me tacou o biscoito 'nos peito do nada.
â Seu imbecil, como vocĂȘ me dĂĄ biscoito de leite condensado com manteiga? LEITE CONDENSADO COM MANTEIGA? â Jaemin grita. A porta do banheiro abafa sua voz, mas dĂĄ para sentir seu desespero, e irritação.
â O que que tem, cara? VocĂȘ nĂŁo gosta?
â VocĂȘ Ă© muito burro, maluco, muito burro! VocĂȘ me conhece faz anos, 'pra saber que eu sou INTOLERANTE Ă LACTOSE, PORRA!
â CARALHO, NANA! TU NĂO AVISA NĂO? E agora? O que acontece?
â O que acontece? O que acontece Ă© que eu vou passar o domingo inteiro dentro dessa porra de banheiro enquanto meu primo engambela o amor da minha vida. Por culpa sua! AĂ!
â Ai? 'TĂĄ doendo? â Lucas diz. Começa a entrar em pĂąnico.
â Claro que tĂĄ doendo, caralho!
Dentro do banheiro, a testa de Jaemin jå começa a soar. Pela quantidade de biscoitos ingeridos, sabe que passaria o dia inteiro com dores abdominais. Quase chora, não se sabe se pela dor que começa a sentir, ou por não poder colocar seus planos e charmes em pråtica.
â Que merda. â murmura derrotado, sentado no vaso sanitĂĄrio, jogando a franjinha lisa, molhada de suor para trĂĄs. â Literalmente.
NĂŁo escutou mais Lucas no quarto, o que fora minimamente preocupante, jĂĄ que na atual conjuntura de Jaemin, ele nĂŁo conseguia pensar em nada alĂ©m da dor. O que acontecia fora do quarto naquele momento, era um Luconha transtornado descendo as escadas em pĂąnico, chamando sua atenção, Ăłbvio. VocĂȘ franze o cenho, jĂĄ se encontra preocupada jĂĄ que: Jaemin havia subido correndo, com Lucas atrĂĄs, e minutos depois Lucas desce novamente daquele jeito. VocĂȘ pede licença Ă Jeno, que nĂŁo havia reparado a cena dos dois amigos do outro lado da sala, e se levanta indo atĂ© a cozinha, onde estava Lucas enchendo um copo com ĂĄgua gelada.
â Lucas, pelo amor de Deus, o que 'tĂĄ acontecendo? CadĂȘ o Jaemin? â nĂŁo esconde o nervosismo na prĂłpria voz. Lucas estĂĄ vermelho, quase tremendo.
â Eu nĂŁo sei nem se eu posso te falar isso, cara.
â Que nĂŁo sabe se pode me falar o quĂȘ? Ă sobre o Jaemin? Ele 'tĂĄ bem?
â Ele 'tĂĄ trancado lĂĄ no banheiro. Ă que eu esqueci daquele negĂłcio que ele tem, e dei uns biscoitos que tinha leite condensado e manteiga, daĂ... JĂĄ viu, nĂ©? 'TĂĄ lĂĄ no banheiro passando fax pra meio mundo.
â Luconha... â vocĂȘ pĂ”em a mĂŁo na testa, desacreditada. Sabia que Jaemin tinha intolerĂąncia Ă lactose. Raras vezes em que saĂa da dieta restritiva, era quando tinha seus remĂ©dios por perto para que nĂŁo passasse mal. Era isso! Os remĂ©dios. â Seguinte: pergunta pro Renatinho se nĂŁo tem farmĂĄcia por aqui, vou te mandar pelo WhatsApp o nome de um remĂ©dio, e vocĂȘ compra.
â Mas como nĂłs vamos? A chave da Porsche sempre fica com o Nana.
â Ai, Luconha, dĂĄ seu jeito! SĂł nĂŁo pode o garoto ficar passando mal longe de casa assim.
VocĂȘ toma o copo de ĂĄgua da mĂŁo de Lucas, e se dirige Ă escada da casa. O copo em uma mĂŁo, e o orgulho na outra. Infelizmente teria de passar por cima deste sentimento horrĂvel, para ajudar Jaemin em seu momento de dificuldade. Bateu na porta de seu prĂłprio quarto, e em seguida entrou. O quarto estava silencioso, a nĂŁo ser pelo vapor quente saindo pelas frestas da porta do banheiro. Sentou-se na cama sem fazer barulho, aguardou cerca de dois minutos, e logo sai Jaemin de lĂĄ de dentro. Sem camisa, apenas com um short. Os cabelinhos molhados com o cheiro do seu shampoo, que estava no box, e a mĂŁozinha na barriga, enquanto andava curvado, resmungando, e com o cenho franzido em dor.
Imediatamente vocĂȘ se levanta, e entĂŁo Jaemin percebe sua presença. Tenta se colocar ereto, mas o abdĂŽmen torna a doer, o que faz com que ele se curve novamente.
â Nana! â vocĂȘ diz preocupada, auxiliando-o a deitar na cama, senta-se ao seu lado.
Outra luz se acende na cabecinha esperta de Jaemin, mas desta vez, verde. Observa toda sua preocupação ao vĂȘ-lo tĂŁo debilitado, e decide usufruir de sua prĂłpria dor, afim de tĂȘ-la ao seu lado durante todo o domingo, atĂ© irem embora.
â AĂ! 'TĂĄ doendo tanto, sĂ©rio. â Jaemin se ajeita na cama, e vocĂȘ arruma a franjinha dele para trĂĄs.
â Eu trouxe ĂĄgua, Nana. O Lucas contou o que houve, eu falei com ele para ir na farmĂĄcia te comprar um remĂ©dio. VocĂȘ vai ficar bem. â vocĂȘ murmura. NĂŁo resiste e acaricia de levinho as bochechas vermelhas dele.
â Eu nĂŁo quero ĂĄgua. â Ă© como uma criança. Faz birra, nega, a ponto de vocĂȘ negar com a cabeça.
â 'TĂĄ. Tem alguma coisa que eu possa fazer pra te ajudar? â realmente estĂĄ preocupada. Jaemin nĂŁo finge completamente, realmente sente bastante dor.
â Fica aqui comigo. Por favor. Eu 'tĂŽ com medo de passar mal de novo. â Ă© sincero. Os olhinhos pidĂ”es sĂŁo difĂceis de negar.
â VocĂȘ vomitou? â pergunta, e ele assente fraquinho. Toca sua mĂŁo, a qual estĂĄ apoiada na cama, acaricia de levinho.
â Mas fica tranquila que eu escovei o dente, 'tĂĄ? Acho que usei sua escova, na real eu espero de coração que seja a sua, porque se nĂŁo era a do Lucas. â ele diz, e vocĂȘ ri fraquinho.
â Jaemin, por que vocĂȘ nĂŁo foi pro quarto que vocĂȘ 'tĂĄ dividindo com o Renatinho?
â Ah... Eu ficaria super sem graça dele chegar lĂĄ e me ver trancado no banheiro dele passando mal, nĂ©.
â Ele nĂŁo era seu cria? Desde menorzinho? â vocĂȘ diz em puro deboche. E ele ri. Cafajeste. â Jaemin, fala a verdade, fala. Por que vocĂȘ veio pra cĂĄ? â ele suspira, atĂ© mesmo meio chateado.
â A verdade?
â A verdade.
â Eu fiquei com medo de vocĂȘ ficar com o Jeno. Eu soube que vocĂȘs vinham juntos, e... Eu fiquei preocupado, com ciĂșme. â ele mal olha para os seus olhos, a vergonha o consome.
â Jaemin...
â Eu sei que Ă© ridĂculo. Sei de todas as circunstĂąncias, mas... Eu achei que se eu viesse, a gente podia se acertar, passar um fim de semana maneiro, nĂŁo sei... Ficar... â ele continua a mexer em sua mĂŁo. VocĂȘ sorri fraco, consumida pelo arrependimento em ter ficado com Jeno no dia anterior.
â TĂĄ. Tudo bem, eu fico aqui com vocĂȘ. Quer assistir televisĂŁo? â vocĂȘ muda de assunto, se deita ao lado dele, que sede espaço para ti.
â Bota um filme aĂ maneiro. Lança a braba, bota Shrek.
â Shrek?
â Ă, Shrek, bota aĂ. â vocĂȘ ri, coloca no filme em que lhe foi pedido.
VocĂȘ passa a tarde desta maneira, deitada na cama ao lado de Jaemin, velando seu bem-estar. Em torno de uma hora depois, Lucas chega com o remĂ©dio necessĂĄrio, e Jaemin o toma. NĂŁo demora a cochilar. A dor que ele sentia o causou sono, e foi vencido pelo cansaço.
VocĂȘ permanece ao seu lado, com medo dele sentir dor novamente, ou de passar mal. Decide levantar-se para arrumar suas malas, iriam embora em algumas horas. Passara o dia inteiro enfiada dentro daquele quarto, que mal percebeu o tempo correr. Pergunta-se como estaria Jeno diante daquela situação, jĂĄ que nĂŁo foi procurar por ela em momento algum.
Mal sabia vocĂȘ que Lucas jĂĄ tinha feito seu trabalho, e espalhado para todos da casa que Jaemin havia passado mal, e vocĂȘ estava em pĂąnico cuidando dele. Perto da hora de ir, Jeno pede a Lucas que pegue a mochila dele no quarto que vocĂȘ estĂĄ com Jaemin, para ele guardar suas coisas.
Ele nĂŁo teria coragem de entrar no quarto, e ver vocĂȘ cuidando com carinho de Jaemin. Ele sabia que havia perdido vocĂȘ. E desta vez, era para sempre. Seu coração Ă© de Jaemin Na, e nĂŁo hĂĄ volta.
notas finais. galerinha, se eu errei falando sobre a intolerùncia à lactose, me perdoem! pesquisei sobre, mas não tenho, e não tenho ninguém próximo à mim que possa me auxiliar. qualquer erro, peço perdão!
TA-LA-RI-CO! XIII
"PaixĂŁo IN-SANA I"
notas. SIM! temos o nosso queridĂssimo correspondente renato renjun neste capĂtulo. nĂŁo tĂĄ revisado! preparados(as) para um fim de semana caĂłtico no Sana?
Ir ao Sana com os amigos, na atual conjuntura, atĂ© entĂŁo parecia ser uma pĂ©ssima ideia. Ir ao Sana de carona com Jeno era uma ideia pior ainda. Mas nada disso impediu vocĂȘ de estar no banco de carona do Corolla hĂbrido, comparando e julgando atĂ© o fato do carro ser silencioso demais. Jeno tentava ser agradĂĄvel ao mĂĄximo, e vocĂȘ atĂ© achava nobre. A estrada era longa, vocĂȘ tinha plena noção de que em algum momento teriam que conversar. Era bizarro que a facilidade de conversar de vocĂȘs havia desaparecido completamente. Pudera, nĂŁo Ă©?
A semana fora insuportĂĄvel. Ignorar as investidas de Jaemin era difĂcil, mas vocĂȘ estava extremamente magoada, e decidida. Clara continuava a olhar para vocĂȘ como se vocĂȘ fosse uma barata, e sua salvação estava sendo Luana, e surpreendentemente Jeno, que insistira em sua presença no sĂtio de Renatinho.
â O ar 'tĂĄ muito gelado? Se 'tiver com frio fala. â ele diz baixinho, visivelmente constrangido, assim como vocĂȘ.
â NĂŁo, 'tĂĄ de boa. Pode deixar assim. â diz vocĂȘ. Jeno estĂĄ sendo tĂŁo bacana, tentando socializar com vocĂȘ como uma pessoa normal, que vocĂȘ decide tentar tambĂ©m. â Bota uma mĂșsica aĂ, 'tĂĄ tĂŁo silĂȘncio.
Jeno imediatamente toca no multimĂdia do carro, e coloca um hip hop americano qualquer. Novamente nĂŁo consegue deixar de comparĂĄ-lo com Jaemin, e sorri triste lembrando que a este momento o som nas alturas tocando qualquer rap carioca explĂcito estaria competindo com o barulho exagerado do cano de descarga da porsche.
â 'CĂȘ... 'TĂĄ bonita. Com esse negĂłcio que vocĂȘ fez no cabelo. â ele sorri sem graça novamente, os olhinhos sorrindo junto.
â Eu sĂł cortei. â diz tĂŁo sem graça quanto. Talvez o silĂȘncio realmente fosse melhor.
â Ah... Mas ficou linda.. Sabe? Assim. â ele diz, e vocĂȘ assente sorrindo. Sinistro.
O resto do caminho foi ridiculamente estranho. Tudo que era dito tinha um teor esquisito, e depois, aquele silĂȘncio mĂłrbido vinha a tona. Chegou um momento em que tudo que vocĂȘ desejava era chegar no maldito sĂtio e poder respirar um ar novo. NĂŁo era culpa de Jeno, mas era sĂł... Estranho.
Quando finalmente chegaram, depois de trĂȘs horas dentro daquele maldito corolla, vocĂȘ agraciou-se com o ar gĂ©lido do Sana, e um barulho gostoso da cachoeira ao lado da casa principal do sĂtio. A casa era como um chalĂ© enorme, repleta de detalhes em madeira, pedras, vidros e plantas para todos os lados. Continha uma chaminĂ©, onde provavelmente dava para uma lareira extremamente agradĂĄvel. Com sua mala de rodinhas em mĂŁos, andou um pouco para cumprimentar as pessoas que tambĂ©m estavam chegando por ali, naquele crepĂșsculo aconchegante e gĂ©lido. A maioria em peso, eram alunos de cursos de exatas. O fato de vocĂȘ compartilhar algumas aulas com Jeno, aluno de economia, faz com que vocĂȘ seja tambĂ©m amiga de Renato, colega dele. Alunos de engenharia, assim como vocĂȘ, alunos de arquitetura, e da prĂłpria matemĂĄtica em si estavam por ali. VocĂȘ cumprimenta Renato com um abraço, e exatos dois beijinhos na bochecha. AtĂ© que nĂŁo foi uma ideia tĂŁo ruim ir ao Sana. Ă seu pensamento, atĂ© aquele momento, pois em segundos olha para esquerda, na garagem coberta, e arregala os olhos, Ă medida que a boca se abre em espanto. Que porra a porsche de Jaemin Na estava fazendo alĂ? VocĂȘ coçou os olhos, pensou atĂ© estar vendo errado, mas era realmente Jaemin alĂ, todo embananado com milhares de mochilas, e Lucas Wong ao seu lado, tĂŁo atrapalhado quanto. VocĂȘ nega imediatamente com a cabeça, e percebe Jeno ao seu lado tĂŁo embasbacado quanto. Ao ver vocĂȘs dois, Jaemin sorri. Sorri e acena, extremamente empolgado. Passa a mĂŁo no braço de Lucas, e o carrega atĂ© vocĂȘs quase em pulinhos. Renato continua ao seu lado, e parece tĂŁo animado quanto o Na.
â E aĂ, galera! Como Ă© que 'cĂȘs 'tĂŁo? â Jaemin sorri, abraça de lado Renatinho, que sorri amarelo encarando os amigos do curso de Economia que se encontravam com um enorme ponto de interrogação na cabeça.
A richa entre alunos dos cursos de exatas, e do curso de direito, era famosa. Alunos de exatas, tĂŁo concentrados, acurados, minuciosos e detalhistas, contra o furacĂŁo determinado que eram os alunos de direito. TĂŁo cheios de si, daquela coragem exacerbada, e fidelidade Ă s leis humanas e empĂĄticas alĂ©m da ciĂȘncia e da exatidĂŁo. Por isso era tĂŁo estranho ver os dois veteranos mais famosos de direito estarem em um lugar que era quase um acampamento de nĂșmeros.
â E aĂ, Nana! â eles fizeram um toque. Um toque cheio de ginga e coisas secretas, como se fossem amigos de sĂ©culo.
â Jaemin. â vocĂȘ respira fundo, quase conta atĂ© dez antes de continuar. â O que vocĂȘ 'tĂĄ fazendo aqui?
â UĂ©. Vim 'pro fim de semana, nĂ©. â ele dĂĄ de ombros.
â E por um acaso, de onde veio essa sua amizade com o Renato? â nĂŁo era possĂvel existir um ser tĂŁo sonso quanto Jaemin. Wong continuava ao seu lado em pĂ© como um poste, relativamente nervoso, e sem saber muito bem como agir.
â AĂ vocĂȘ me ofende, linda. Renatinho Ă© meu cria desde menorzinho, nĂ© nĂŁo? Fala tu, Renatinho. â Jaemin abraça Renato, que novamente ri sem graça, mas concorda com empolgação. NinguĂ©m merece. Era Ăłbvio que Jaemin estava ali para te vigiar.
Quando soube do acampamento, e soube por menores de que vocĂȘ iria com Jeno, fez questĂŁo de se convidar, e sĂł avisar Renato. Renato era um rapaz simpĂĄtico, e bastante tĂmido. Nunca negaria um pedido de Jaemin, um rapaz popular e desenrolado.
A verdade Ă© que Jaemin sentira-se desesperado, e a sensação de perda era quase palpĂĄvel. Passara a semana inteira agindo como se vocĂȘs fossem voltar a qualquer momento, mas ao saber do fim de semana, a ficha cai. Ele estava perdendo vocĂȘ, e se nĂŁo agisse rĂĄpido, perderia de vez.
Colocou Lucas no banco de carona de seu carro, e o arrastou para o outro lado do Rio, apenas para tentar fazer com que vocĂȘ mudasse de ideia. Infelizmente a primeira impressĂŁo nĂŁo havia sido das melhores, jĂĄ que vocĂȘ estava de braços cruzados, irritadĂssima, enquanto ele sorria apenas por te ver.
â Vem, vamos arrumar nossas coisas no quarto. â Jeno revira os olhos. Prefere ignorar a presença espalhafatosa de Jaemin, e arrastar vocĂȘ para o quarto onde ficaria hospedada â ao lado dele, Ă© claro.
VocĂȘ nega com a cabeça, ainda meio desacreditada com a cara de pau dele, e segue Jeno para dentro da casa. E sim, ela era como vocĂȘ havia imaginado. Aconchegante, em tons terrosos, bastante madeira e objetos decorativos antigos e criativos. Sobe as escadas para o andar de cima, onde o corredor dava para alguns quartos pequenos, com tapetes felpudos e camas bem arrumadas. O que lhe preocupa Ă© a pouca quantidade de quartos, e o nĂșmero de pessoas. Era meio Ăłbvio que vocĂȘ nĂŁo poderia ocupar um quarto sozinha, mas as Ășnicas pessoas que vocĂȘ conhecia, e tinha intimidade eram: Jeno, Renato, Jaemin e Lucas. Quatro terrĂveis opçÔes para dividir uma cama â principalmente a primeira, e a terceira.
â Coloca suas coisas aĂ, depois a gente decide como vamos ajeitar os lugares para dormir. Se vocĂȘ quiser, eu durmo no chĂŁo. â Jeno diz, colocando sua mochila em cima da cama de casal.
â VocĂȘ vai dormir aqui comigo? â vocĂȘ diz, nĂŁo consegue esconder o espanto, e ele percebe, ficando sem graça em seguida.
â Olha, Ă© que tem poucos quartos... E vamos ter que divi-.
â 'ColĂ©, galera, cheguei. â a voz rouca soa na porta, e vocĂȘ nĂŁo esconde o sorriso. Realmente Ă© engraçado. Jeno estĂĄ irritadĂssimo, com o maxilar trancado, e Lucas segurando sua mochila, entrando no quarto. â Vou dormir aqui com vocĂȘs, beleza? A casa 'tĂĄ lotadona! O Nana foi dormir com o Renatinho, entĂŁo vou ficar aqui com vocĂȘs, tĂĄ? Espero que nĂŁo se importem.
â Eu me importo. â Jeno disse baixo, entre dentes.
â NĂŁo, Lucas, 'tĂĄ tudo bem.
Salva pelo gongo. Seria realmente esquisito dividir um quarto de uma cama sĂł com Jeno. Mochilas devidamente guardadas em seus respectivos lugares, se forma um cĂrculo em volta da lareira onde os amigos conversam enquanto se deliciam com um fondue feito por Renato, o anfitriĂŁo.
VocĂȘ engolia algumas torradas, que raspavam em sua garganta como facas a cada vez que escutava a voz de Jaemin. VocĂȘ literalmente sentia falta dele. Jeno ao seu lado, por sua vez, se encontrava contente. Volta e meia encostava o corpo no seu, fazendo com que vocĂȘ sentisse choques e se arrepiasse. Era estranho demais sentir Jeno perto daquela maneira.
Sufocada. Essa era a palavra. VocĂȘ estava se sentindo sufocada. Decide enroscar o cachecol no pescoço, e buscar com as mĂŁos sua prĂłpria touca. Se levanta sem dizer nada, e caminha atĂ© a varanda da casa. Ă madrugada, em sua mĂŁo apenas uma taça de vinho. Acha fofo como de sua respiração sai uma fumacinha, identifica o quĂŁo frio estĂĄ. O barulho da cachoeira te acalma, acalenta. Se recosta no peitoril da varanda, observa a noite estrelada e gĂ©lida.
A porta de vidro se abre novamente. VocĂȘ nĂŁo se vira, espera com paciĂȘncia a presença se pronunciar, coisa que nĂŁo acontece.
Mas sente a mĂŁo grande, e quentinha na sua, recostada ao peitoril, e percebe Jeno. â Te vi sair, 'tĂĄ tudo bem? â pergunta. Acaricia de levinho sua mĂŁo, e vocĂȘ sente esquentar onde ele toca.
Ali vocĂȘ se sente adolescente novamente. Borboletas no estĂŽmago, nervosismo. Se vira para Jeno, sorriso leve no rosto encarando aqueles olhinhos sorridentes.
â 'TĂĄ. â vocĂȘ concorda. Parece quase hipnotizada por Jeno, que percebe seu torpor, pois Ă© claro, ele se sente igual.
VocĂȘ, jĂĄ virada de frente para ele, apenas sente ele entrelaçar sua mĂŁo direita na dele, jĂĄ que seus olhos sĂł encaram seu rostinho, a pinta de baixo de seus olhos, e principalmente seus lĂĄbios em formato de coração. Ele repara, Ă© claro que repara.
Só se escutava o correr da ågua na cachoeira, e os coraçÔes batendo forte.
â Neno... â Ă© o que vocĂȘ sussurra, mais segreda o apelido, Ă medida em que vocĂȘ vĂȘ Jeno se aproximar de ti.
Fecha os olhos devagar, e sente a lufada de ar em seu rosto, seguido dos lĂĄbios de Jeno nos seus em um selinho leve, molhado, e nostĂĄlgico. Uma delĂcia.
NĂŁo demora a usar a lĂngua. VocĂȘ sente o forte gosto de vinho, misturado com bala de menta em sua boca. Ainda segurando sua mĂŁo destra, Jeno segura sua bochecha com a outra, realizando um carinho gostoso. VocĂȘ se deixa levar pelo momento. Jeno estĂĄ visivelmente feliz, a beijando com carinho, com amor, coisa que hĂĄ muito tempo vocĂȘ nĂŁo sentia. Distraidinho, abraçando todas as partes do seu corpo, fazendo carinho onde era possĂvel, a esquentando do frio.
E a confundindo mais ainda. VocĂȘ sentia Jeno, sentia as borboletas no estĂŽmago, mas parecia tĂŁo errado. Faltava algo, seu corpo gritava por aqueles sentimentos deliciosos e a adrenalina que sĂł um outro alguĂ©m poderia te dar. As mĂŁos nĂŁo eram as mesmas. Sentia falta atĂ© do maldito gosto de cigarro. NĂŁo queria sentir o gosto do vinho, queria sentir o gosto amadeirado do whiskey, o perfume conhecido, as palavras sagazes e o humor ĂĄcido. VocĂȘ queria Jaemin Na, o seu Nana.
Separa o beijo, enquanto Jeno a abraça sorrindo, apoia o queixo em sua cabeça, enlaçados os braços em sua cintura. Seu nariz queima, os olhos marejam, vocĂȘ entende que nĂŁo hĂĄ mais volta. VocĂȘ realmente ama Jaemin, e nĂŁo hĂĄ como desfazer.
Ele tem a mesma sensação, quando sente o coração doer, recostado na porta de vidro, assistindo toda a cena. Jaemin respira fundo, controla a si mesmo para nĂŁo chorar. Ele teria um fim de semana inteiro para trazer vocĂȘ de volta para seus braços.
vc consegue ver o momento exato que o diabo assume o corpo dele
A GARGALHADA Q EU DEI KKKKKKK SOCORROO
[3:23 PM]
renjun x leitora gĂȘnero: fluff; roommates!au cenĂĄrio: fazendo seus personagens no The Sims ficarem juntos wc: 482 palavras n/a.: gente a ultima vez que eu joguei the sims foi em 2016 e era aquele de aplicativo entao as descriçÔes provavelmente nao estao fieis eu peço desculpas.

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Me Namora
Mark x leitora gĂȘnero: fluff; sugestivo; amor de verĂŁo; AVISOS: cenas sugestivas e mençÔes Ă sexo. Mark Ă© um romĂąntico incurĂĄvel, entĂŁo quando vĂȘ seu amor de verĂŁo nos corredores da faculdade, ele certamente nĂŁo perderia tempo. n/a.: perdi a mĂŁo no nĂșmero de palavras desse aqui, foi mal. ah, o post do instagram Ă© esse aqui (vocĂȘs vĂŁo saber o que Ă©). parte 2 de Reggae
Vcs sabiam q existe um banda de metal a onde os membros sĂŁo DINOSSAUROS