Preencha o juramento antes de continuar: em nome da Excalibur, EYLEM KINGSLEY em seus VINTE E OITO anos, jura seguir o legado de ALICE KINGSLEY durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ele, deve se manter caminho da luz enquanto conclui o MÓDULO III.II Com a bondade tocada em seu coração, recebe CRIATIVIDADE e não se permite ser corrompido por MELANCOLIA. Por último, é deixado um corte na mão de BURCU OZBERK como prova de seu comprometimento com a luz.
HABILIDADE MÁGICA: indução de emoções e sensações através de alimentos, é capaz de fazer com o alvo entre no estado desejado, causando uma mudança de curto prazo em emoções e sensações através dos alimentos. ela pode induzir em qualquer tipo de alimento, cozido ou cru e induzir emoções e sensações nele, fazendo com quem come sinta o que foi induzido. as possibilidades de emoções e sensações são inúmeras: alegria, raiva, tristeza, inveja, desejo, paixão, confiança, sorte, azar, tristeza, ansiedade, medo e etc. a duração do sentimento varia de acordo com a intenção dela, no entanto, não dura mais de meia hora. só é possível induzir emoções e sensações nos alimentos através do toque e apenas um alimento por vez. nenhuma emoções ou sensação induzida é permanente e ela só pode induzi-las, jamais manipula-las.
OCUPAÇÃO: confeiteira e proprietária da jelly hearts em wonderland
DORMITÓRIO: 312 - Arabian Nigths
headcanons - conexões - jelly hearts (em breve)
resumo: eylem nasceu no castigo, viveu num orfanato até os quatorze anos e então foi adotada pela Alice. ela amava contar histórias para as crianças e foi assim que chamou a atenção da Alice um dia. aprendeu a ler com uma senhora que sempre visitava o orfanato e foi desenvolvendo mais a leitura sozinha aos poucos, porém, só foi aprender a escrever após ser adotada. é uma amante de histórias e literatura, descobriu ter uma paixão por estudos desde que foi adotada e possui facilidade em aprender, além de ser muito dedicada, bem nerd mesmo. abriu a jelly hearts, uma mistura de confeitaria com loja de doces mágicos logo após entrar pra academia e descobrir sua habilidade mágica, a possibilidade de entregar amor e alegria através de seus doces para as pessoas era simplesmente fantástica. aprendeu a cozinha no orfanato, teve algumas aulas com o chapeleiro depois da adoção e é simplesmente apaixonada por confeitaria. possui duas fobias bem sérias devido a alguns traumas de seu passado, o medo de trovões e de piscinas, rios e lagos, até mesmo uma banheira é motivo para pânico. o único local com água que ela não teme por completo é o mar, porém, ela só entra o suficiente para molhar os pés, mais do que isso eylem não consegue. ama roupas coloridas, é exagerada e espalhafatosa com aqueles que lhe são íntimos. apesar do medo de ser abandonada a qualquer momento ou de até mesmo acreditar que não merece o amor e a amizade dos outros, ela é adorável e acolhedora com todos que se aproximam.
devido a culpa que sente por ter abandonado as crianças menores do orfanato quando foi adotada, desde que começou com a jelly hearts faz doações constantes para os orfanatos do castigo e também costuma ir até lá todos os sábados para contar histórias e cozinhar para eles, sempre induzindo amor e alegria nos alimentos, para que as crianças se sintam bem por algum tempo ao menos.
todo mundo sabe que nascer na cidade de baixo não é agradável e apesar de não ter só pessoas ruins ali, não é exatamente um lugar seguro para uma criança. eylem nunca soube sequer o primeiro nome de seus pais, acreditava que tinha nascido do orfanato, talvez até tivesse brotado do chão dali, explicaria o motivo de viver suja tal qual o chão.
não era a mais velha das crianças, mas conforme foi crescendo passou a defender e cuidar dos mais novos. apesar da precariedade em quem viviam, aprendeu a cozinhar com aqueles que trabalhavam ali, tentando ao máximo tornar a comida um pouco mais saborosa.
a garota também gostava de contar histórias para os mais novos, aprendeu a ler com uma senhora que sempre visitava o orfanato e foi desenvolvendo mais a leitura sozinha aos poucos. lia tudo e qualquer coisa que conseguia, sempre transformando aquilo num conto para os mais novos, encenando de forma exagerada e espalhafatosa só para que eles rissem. aquela era sua alegria.
quando tinha doze anos, um ricaço arthuriano quis bancar o benevolente e providenciou uma excursão das crianças daquele orfanato para zootopia. seria apenas uma tarde divertida e inofensiva. o problema que naquela mesma tarde crianças arthurianas também visitavam o lugar e numa tentativa de proteger os menores, eylem acabou sendo empurrada e caindo num lago. por não saber nadar, a garota se encontrou afogando, por sorte do destino um garoto arthuriano a tirou de lá e a salvou. no entanto, o salvamento não a impediu de desenvolver aquafobia. piscinas, rios e lagos a deixam apavorada, até mesmo uma banheira é motivo para pânico. o único local com água que ela não teme por completo é o mar, porém, ela só entra o suficiente para molhar os pés, mais do que isso eylem não consegue.
tw: tentativa de abuso sexual/estupro sem descrição
dois anos depois a vida de eylem mudou e nem por isso deixou de ser traumático. tinha ido até uma pequena venda próximo ao orfanato comprar leite quando foi abordada por um homem bêbado que a agarrou pela cintura, as mãos asquerosas tocavam em diversas partes de seu corpo enquanto ela se debatia. para piorar chovia muito e não demorou muito para se encontrar completamente encharcada. os trovões eram fortes e revoltados. conseguiu escapar com alguns chutes evitando o pior, no entanto adquiriu uma fobia terrível de trovões e homens bêbados.
fim do tw
apenas alguns dias depois do ocorrido alice a encontrou, contando o conto do barba azul de forma cômica e caricata para as crianças no pátio do orfanato próximo ao grande portão do lugar. a kingsley ficou encantada com a criatividade da garota e a adotou.
a adaptação de eylem não foi fácil, ela já tinha quatorze anos na época e se sentia culpada por abandonar as crianças do orfanato. tampouco se sentia merecedora de tanto carinho e acolhimento, ou sequer de frequentar storydom. também sempre haviam aqueles que gostava de lembrá-la que ela era uma castigada, não importava se tinha o sobrenome kingsley agora.
a confeitaria a salvou, vendo a aptidão da garota, alice pediu para o chapeleiro ensiná-la algumas receitas e com o passar do tempo não hesitava em pagar qualquer curso que a filha quisesse.
após ser adotava eylem encontrou um lar, ganhou amigos, aprendeu a escrever e apesar do medo de ser abandonada a qualquer momento ou de até mesmo acreditar que não merece o amor e a amizade dos outros, ela é adorável e acolhedora com todos que se aproximam.
a ideia da confeitaria surgiu após entrar para a academia, a possibilidade de entregar amor e alegria através de seus doces para as pessoas era simplesmente fantástica. alice adorou a ideia da filha e a ajudou na construção de uma pequena loja em wonderland. com o passar dos anos, eylem foi desenvolvendo sua habilidade mágica e de confeiteira, fazendo sua loja crescer cada vez mais apesar de alguns arthurianos torcerem o nariz pelo fato dela ser uma castigada, mesmo assim nunca lhe faltam encomendas de bolos de alegria para os aniversários ou docinhos de diversão. claro que seu maior sucesso são os feijõeszinhos de todas emoções, cada um contendo uma emoção escondida que dura dois segundos.
apesar de ser uma ex castigada, quando chegou ao módulo III escolheu tentar ser uma conselheira, não se encaixava nas outras opções e tampouco queria perder os poderes, algo que considerava injusto inclusive. não acredita que vá realmente conseguir ser uma conselheira, mas vem dando o seu melhor, afinal descobriu ter uma paixão por estudos desde que foi adotada e sua facilidade para aprender somada à sua dedicação a ajudaram a não repetir um ano sequer.
não é exatamente um segredo, porém, não é algo que qualquer um saiba, desde que começou com a jelly hearts ela faz doações constantes para os orfanatos do castigo e também costuma ir até lá todos os sábados para contar histórias e cozinhar para eles, sempre induzindo amor e alegria nos alimentos, para que as crianças se sintam bem por algum tempo ao menos.
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Hoje, as aparências enganam na versão de Eylem Kingsley.
cansada era pouco para descrever como lemy se sentia, um misto tão grande de emoções que eu ficaria aqui o dia inteiro narrando, então vamos pular essa parte. o fato é... por mais que gostasse da festividade da semana do salvador, não via muito sentido na comemoração, talvez fosse pelo fato de não ser uma arthuriana e saber que nem todos os castigados são realmente tão ruins como os arthurianos gostavam de julgá-los. na verdade, ela experimentou da maldade de alguns arthurianos e sabe que eles não são santos e puros como gostam de dizer que são.
já a olhavam torto por ser alegre demais e filha de alice kingsley, talvez não fosse nenhuma surpresa que um wonderland aparecesse de modo extravagante afinal. sem querer se produzir muito, mas ao mesmo tempo honrar a família que a adotou, ela criou sua própria versão de as aparências enganam: nem tudo que parece é.
croped, calça, casaco e sapato, tudo em preto e branco fazendo-a parecer um quebra-cabeça estranho e mal montado. a maquiagem bizarra e colorida complementava o look e dava cor à produção.
“Acho que até o final do dia eu vou explodir de tanto comer doce.” Uma risada saiu dos lábios da Fantastic, que estendeu o algodão-doce recém comprado para a amiga, sentando-se ao lado dela em um dos bancos dispostos pelo local. Sempre foi uma grande fã da Semana do Salvador, principalmente pelos que ofertavam ali. Mesmo com o vestido brilhoso e pesado, tentava se movimentar de forma elegante, mesmo que usar salto não tenha sido uma boa ideia quando queria ir nos brinquedos dispostos pelo local. “Tem alguma fofoca para contar? Estou precisando urgentemente de alguém ou algo para falar mal.” | a starter for @kingsleymy
“explodir eu acho difícil, mas pode causar uma dor de barriga” murmurou em tom dramático e quase meio macabro só para cair na risada depois, sim, eylem kingsley estava bêbada e talvez fosse esse o motivo de seu humor volátil e estranho. “açúcar é tudo que eu preciso, como você adivinhou?” a olhou com gratidão, formando um biquinho nos lábios ao fitá-la. “fofoca não é comigo, mas eu quebrei meu salto... sempre posso falar mal do anders hook e... acho que robin westergaard robou minha sorte” choramingo comendo o algodão doce.
@daphnehood foi escolhida para compartilhar uma experiência de azar
como havia chegado ao dormitório na noite passada a kingsley não fazia ideia, a partir de um certo ponto da noite sua lembrança era um borrão disforme. claro que ali estava a dor de cabeça para lhe lembrar de não beber tanto. era nesse momento que manipular emoções através da comida era bem vindo, após um longo e quente banho, induzir alívio e uma boa dose de energia em sua vitamina de banana foi fácil, o remédio perfeito para a ressaca, inclusive ela devia começar a vender isso, com certeza faria sucesso.
bolsa nos ombros e um sorriso radiante nos lábios, não demorou muito para chegar na jelly hearts, tinha muito trabalho para fazer aquele dia. algumas horas depois eylem se encontrava enfarinhada e o cheiro de queimado permeava a cozinha. atordoada, apoiava a face no braço sobre o balcão, não entendia o que estava acontecendo ali. será que o forno estava com defeito? um berro de susto escapou quando notou a presença de daphne ali, tinha esquecido que havia marcado com ela de passarem um tempo juntas. a expressão assustada logo se transformou em frustração e tristeza, fazendo com que a mulher projetasse levemente os lábios para frente formando um biquinho “não sei o que está acontecendo, tudo que tentei cozinhar hoje deu errado de alguma forma... isso nunca aconteceu antes”. os olhos amendoados buscaram os claros de outrem, procurando ali algum apoio, provavelmente um erro, já que a hood não tinha sido exatamente positiva quando a kingsley começou com a jelly hearts.
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O que era a visão de Eylem Kingsley, definitivamente o La Bouff estava descobrindo o seu fraco por transparência, não olhou para a mulher da forma que costumava olhar, na verdade isso partiu por muitos naquele evento, não só suas criações estavam desfilando de um lado a outro com toda a elegância e destaque que realmente queria, mas também tinha as criações do garoto Grimhilde, no qual não tinha uma boa relação, mas não conseguia negar o talento e ele soube, bastava um olhar e ele entenderia que por trás do tecido, do corte e da forma que a peça tinha, a mulher vestia o mesmo estilista que ele. E depois do baile, os dois estavam se evitando constantemente, o que era incrível para alguém como Yves, que nunca foge de alguém que lhe traga algum tipo de interesse, havia algo a mais que ele não conseguia entender e era isso que fazia com que ele evitasse o contato. Ele não esperava vê-la se aproximando por conta própria e entendeu que se ela estava disposta, ele também deveria estar. “Demorou um pouco para perceber isso…” Comentou em voz baixa, pegando mais uma taça de vinho, talvez a segunda da noite. “Eu concordo, precisamos conversar, mas não aqui” Segurou a mão dela e puxou de leve, na direção de algum lugar menos movimentado para que pudessem conversar adequadamente.
apreciava o fato de yves ter escolhido um modelo de sun para aquele dia, mais do que isso... por mais que não fosse exatamente fã dos vilões, considerava louvável o fato dele e outros se vestirem de modo a homenagear alguns dos vilões, ela própria podendo ser interpretada dessa forma por causa dos corações doces bordados no vestido. de fato a moda servia para protestar e aquilo estava sendo provado ali. o rolar de olhos foi inevitável. “se vai começar de gracinha é melhor parar por aqui, estou zero disposta para isso hoje” parecia que havia algo se partindo na voz dela, a kingsley sempre alegre não estava presente ali, não... eylem estava esgotada de tantas coisas ruins acontecendo consigo e talvez aquele nem fosse o melhor momento para conversar com o la bouff, mas ela não queria adiar mais. não que evitá-lo não fosse algo que já fizesse antes, só que agora estava sendo feito de forma mais séria, alguma coisa havia mudado entre eles e ela não sabia o que era. a wonderlander não era a mais corajosa das criaturas e também não era uma grande covarde, podia não ter coragem para falar algumas das coisas que pensava, no entanto, nunca fugiu de resolver um problema e eles estavam num impasse, precisavam admitir. mesmo que ele tenha puxado de leve sua mão, não foi isso que sentiu... a sensação era de que sua mão grudou na dele feito um imã. soltou o ar que não percebeu ter segurado. “também acho... tem gente por todos os cantos e eu ainda não achei minha barraca, quer tentar encontra-la para conversarmos?” sugeriu ainda que ficar sozinha com ele fosse a última coisa que queria. odiava que seu corpo fosse tão fraco perto dele. “só vamos conversar” tentou soar firme mesmo que sua voz tivesse falhado um pouco.
Bora revirou os olhos ao ouvir novamente aquela história de herói, mesmo que isso fizesse inflar seu ego. Ele não considerava assim tão heroico na maior parte do tempo, mas não se arrependia do que havia feito por Eylem. ‘ Não precisa tratar isso como uma dívida para o resto da vida ’ lembrou, até porque ela já havia lhe ajudado diversas vezes com seus ataques de pânico sem nada revelar a ninguém que o conhecesse. O pescoço ruborizou com o elogio – para a sorte do Hunter, sua armadura o cobria. ‘ Você também não está nada ruim de olhar ’ elevou uma das sobrancelhas, reparando que ela tinha escolhido uma roupa especial para a véspera do Dia do Salvador, como todos. ‘ Tentador, mas isso apenas faria com que eu ficasse preocupado sobre você me empurrar quando estivéssemos lá em cima ’ brincou, como se, de fato, tivesse medo de altura. ‘ Acho que já podemos ir, se estiver preparada. Mas nada de vendas ’ anunciou, erguendo o indicador. ‘ Como conseguimos um balão. uh? É a minha primeira vez nisso. Tente não rir ’
"assim você me ofende, sabia?” levou a mão ao peito numa pequena dramatização que não era nada séria. então num pequeno e discreto movimento ela se posicionou na frente dele. “não é uma dívida, não acho que te devo algo além de gratidão por ter me salvado, só...” suspirou antes de continuar. “bora, você é se tornou um dos meus amigos mais íntimos, conhece um pouco dos meus traumas e me sinto muito confortável perto de você, mais do que isso... me sinto segura, não sou uma grande medrosa, mas você me passa segurança e confiança. agora seja um bom menino e apenas aceite que é o meu herói e sempre será, tá bom?” não tirou os olhos dos dele enquanto falava, um pequeno brilho perpassando as íris castanhas ao final quando deixou escapar um risinho antes de se inclinar e beijar a bochecha dele. “ts..ts..ts.. você não sabe elogiar uma mulher” fingiu estar decepcionada apesar de ser óbvio que estava brincando, afinal seu tom era leve e o sorriso continuava em seus lábios. “talvez eu até te derrubasse sem querer, mas te empurrar de propósito?! nah, sabe que eu não vivo sem você” piscou para ele como se estivesse flertando, só que não estava. eylem nem sequer sabia flertar direito, tampouco gostava, suas palavras também não era exatamente verdade, eram apenas um exagero carinhoso, demonstrando ali que prezava pela amizade do outro. “droga, não vai ser hoje que vou realizar meu sonho de te vendar” deu um soquinho no ar fingindo frustração, não havia sonho algum, só estava implicando com ele. “é a minha primeira vez também, vem que é por ali” fez um gesto com a cabeça o chamando e indicou para onde estavam os balões. “a fila parece um pouco grande, será que a gente consegue passar na frente já que você é um defensor?” enlaçou o braço no dele e murmurou baixinho, como se estivesse sugerindo que cometessem um crime.
A verdade é que nunca foi uma grande fã da premissa do evento, todo esse hype com a ação do Charming não era tão apelativa a ela, mas isso não a impedia de querer aproveitar as diversas atrações que teria. Desde que foram para a academia, sentia falta de passar tanto tempo com os irmãos quanto quando eram mais novos.
Recostou a cabeça no ombro da irmã, abrindo um sorriso. “Ah, vamos, você sempre deixa a gente escolher… é sempre o que a gente que comer, o que a gente quer assistir, o que a gente quer fazer…” listou, contando nos dedos antes de encará-la, mas sem se afastar “ mas e você? o que você quer, afinal?” questionou a olhando com curiosidade “se me pedir até para pular de uma ponte com vocês, eu vou! Posso até conjurar um equipamento de segurança, se ajudar!”
era simples até demais. muitas coisas, na verdade, melhoravam seu humor… ao menos aquele tipo de humor provocado por coisas bobas. porque quando algo realmente o deixava irritado, triste ou verdadeiramente encabulado, o que era raro de acontecer, somente uma coisa o ajudava a sorrir: estar perto de quem ama, e que ele sabe que o ama de volta.
a solução mais óbvia, portanto, era estar com sua família. para charles, se fazia quase palpável a bolha que surgia ao redor quando os kingsley estavam juntos. será que elas sentiam o mesmo? será que elas desejam sumir, juntos, e caçar por terras onde poderiam ser livres juntos? na sua cabeça, era assim.
— desafio pesado. — ele comentou com o que dodo, como sempre a chamou, rebateu a irmã mais velha. — vamos lá, eym, o que você quer? ilustra para gente, que a gente realiza. — com direito a simulação e tudo, charles deixou claro ao projetar a ideia dos três pulando de uma ponte com paraquedas. dignos de filmes de ação non-maj. — rapidinho: vale conjurar a ponte também?
"o que é isso? todos contra eylem agora?” questionou rindo, ela sentia que nada que seus irmãos fizessem a deixaria triste o chateada, simplesmente os amava demais. um amor que não cabia no peito, era muito bom ter uma família. “eu devia ameaçar não mimar mais vocês, mas quem disse que eu consigo?” dizia aquilo com muito carinho, afinal era uma verdade. “nada de pontes, do jeito que eu ando azarada tá arriscado o equipamento não funcionar ou acontecer alguma coisa, acho melhor não corrermos riscos enquanto eu não resolver isso” talvez eles não levassem a sério o que ela estava dizendo, eylem era muito dramática e exagerada, seus irmãos poderiam achar que era só drama dela. “hum... mas já que vocês parecem gostar da ideia de pular de um lugar alto e eu adoro balanços, o que acham da gente ir ali?” apontou para o brinquedo que havia chamado a sua atenção desde o início, ela tinha medo de tempestades e de lugares com água, mas não tinha qualquer medo de altura, adorava sentir o vento no rosto. no fim, não era o motivo do evento que a encantava, era estar com seus irmãos e ver as pessoas se divertindo. @damndoro-tea
starter no evento do dia do salvador.
onde: na barraca de anders
com: @kingsleymy
Cansaço de ter andado muito, mesmo que frustrado por não poder trabalhar naquele dia, fez com que Anders voltasse até que relativamente cedo para sua barraca a fim de tomar um bom banho e se ajeitar para jantar. Não tinha exatamente um cronograma para o Dia do Salvador, mas certamente foi pego desprevenido por não conseguir atuar no seu cargo enquanto Defensor. Claro que aquilo o irritava imensamente, mas não era como se tivesse alguma palavra contra algum Arthuriano. Era sempre como eles queriam. Furioso, esperava que a água retirasse de si aquela sensação ruim, por isso começou a despir-se da jaqueta, depois a blusa social e só parou quando estava desabotoando a calça porque ouviu o toque de uma mensagem no iWish em seu bolso, rapidamente fazendo o favor de retirar enquanto andava para frente sem perceber muito para onde ia, apenas focando em responder a mensagem.
não é que o dia tinha sido péssimo, o problema era que eylem não estava lá muito bem, a onda de azar estava mexendo demais com ela e ainda tinha os hormônios pré menstruais, já tinha acontecido algumas pequenas catástrofes ao longo do dia, a gota d’água foi quando um arthurian derrubou bebida nela. seus olhos encheram d’água e jurando que não cometeria o mesmo erro duas vezes, acreditou que estava finalmente entrando na barraca certa. tirou o vestido e o limpou, o deixou secando nas costas de uma cadeira, provavelmente tentaria recorrer á magia para secá-lo, primeiro precisava de um banho, não só para se limpar, mas também para relaxar. ficou um bom tempo ali embaixo do chuveiro e o choro veio com fluidez, quando terminou seu nariz estava vermelho e inchado, assim como os lábios e os olhos, por sorte tinha tempo até o show da virada. se enrolou na toalha e foi saindo do banheiro, fungou um pouco e olhou para baixo, não percebendo que já havia alguém ali. só percebeu quando era tarde demais, seu corpo deu de encontro com o do outro, sua toalha caindo ao chão no processo. “puta merda, esse caralho de azar não consegue me dar um descanso não?” esbravejou nervosa, totalmente a beira de um colapso. ao erguer os olhos deu de cara com anders e o grito foi inevitável, quase mergulhou no chão para recuperar a toalha, mas ficar com a bunda para o alto não parecia uma boa ideia. tampar o corpo não ia adiantar também, não é como se ele nunca tivesse a visto nua afinal. “que merda você está fazendo aqui hook?! sai já da minha barraca!” com certeza não estava impondo nenhuma moral falando com ele pelada daquele jeito, mas nem por isso ia baixar a guarda. e daí que ele continuava bonito como sempre foi, com aquele cabelo e aquele físico? não, ela não ia se deixar levar só porque ele era terrivelmente sexy.
estava começando a se perguntar se era uma pessoa tão horrível para ter tanto azar, ela não tinha passado embaixo de uma escada, muito menos quebrou um espelho. não era possível que esse azar todo era só porque tinha beijado um desconhecido. cabisbaixa, caminhava entre as pessoas no show da virada, o efeito do álcool já tinha passado e nem mesmo naveen era capaz de animar a kingsley naquele momento. lembrava da conversa que tinha tido com ayfer e dulcie, as duas lhe garantiram que ela tinha beijado billy da outra vez... desde então ficou seguindo-o por aí, sem nunca saber como abordá-lo. não era fácil para eylem falar com quem não conhecia. outro suspiro escapou, ergueu o olhar para o céu, como alguém busca uma resposta para um problema muito difícil de resolver e foi nesse momento que seus olhos encontraram a imagem magnífica que era o westergaard. não lembrava dele ser tão bonito. “billy!” berrou de modo impulsivo e desesperado. “você é o billy, certo?” era melhor confirmar antes de despejar tudo em cima dele. e se ele negasse a beijar de novo? o beijaria a força? céus! seria seu fim, tinha certeza.
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água, era disso que ela precisava, infelizmente não conseguiria uma vitamina de banana ali, mas poderia induzir um pouco de energia no que fosse comer, talvez ajudasse a passar o efeito do álcool afinal. assim que chegou esfregou os dedos nos olhos, por um momento achou que estava vendo uma miragem, mas seus olhos continuarem recebendo o impacto que era a imagem do la bouff. o riso escapou fácil pelos lábios porque de alguma forma, na interpretação dela, a roupa dele combinava com a dela e aquilo foi um pouco demais para a kingsley. ok, talvez tivesse chegado a finalmente a hora de falar com ele, a valsa da lua de sangue tinha sido estranha e... as marcas deixadas por ele depois demoraram a sair de seu corpo, mas ainda estavam gravadas em sua memória, mesmo que não gostasse disso. respirou fundo e se aproximou, pegando um suco de frutas vermelhas antes de falar de fato com ele. não estava mais tão bêbada quanto estivera horas atrás ou talvez fosse o impacto dele em si que a tivesse despertado. “oi...” murmurou parando ao lado dele. “acho que a gente precisa conversar” talvez não fosse o melhor momento para abordar o assunto, mas não dava mais para ficar evitando ele como o dark one foge da excalibur.
ok, talvez ela tenha bebido demais com dulcie, mas em sua defesa, ela estava tendo dias de merda com aquela onda de azar e não aguentava mais. não, eylem não era emocionalmente instável, talvez estivesse de tpm e por isso estivesse tão mexida com tudo o que estava acontecendo, já que até mesmo a semana do salvador a estava incomodando. talvez não devesse ter ido para o acampamento sozinha, não se lembrava do número de sua barraca e mesmo que não estivesse mais usando os saltos, seus pé trôpegos afundavam na areia quase a fazendo cair. que dizer, ela caiu... simplesmente se estabacou no chão no instante em que cruzou a porta da barraca. a primeira coisa que viu foi a saia com cartas de baralho e um certo medo subiu por sua espinha. “por favor, não corte a minha cabeça, minha vida tá uma merda no momento, mas não acho que mereço morrer” choramingou baixando o olhar para o chão da barraca mesmo e se aquela fosse a rainha de copas? era melhor nem olhar e só receber a morte de uma vez.
era uma aficionada por literatura desde criança, mesmo com os escassos livros no orfanato, sempre leu tudo o que conseguia. sua ida á feira literária, no entanto, tinha alguns propósitos, além de querer conhecer alguns lançamentos, também queria prestigiar a mãe adotiva e se acabasse encontrando algum livro de receitas interessante seria um bônus. estava passando por algumas prateleiras quando tropeçou, ao menos foi o que pensou que tinha acontecido. por sorte conseguiu se apoiar na pessoa á sua frente. “desculpa” pediu desconcertada e ao olhar para o pés percebeu que seu salto havia quebrado. “essa onda de azar não passa meu Merlin?! não é possível” choramingou, os olhos começando a se encher de lágrimas. o problema não era o salto quebrado, ela só não aguentava mais aquela onda de azar, estava esgotada emocionalmente com aquilo.
‘ Deve dizer isso pra todos os defensores que aparecem na sua frente ’ provocou, mesmo sem desconfiar da veracidade das palavras. Ele só queria desestabilizar Eylem como ela fazia consigo quando dizia coisas do tipo e se mostrava carinhosa de um jeito que ele não estava acostumado. Quando ela surgiu em seu campo de visão, Bora não pode deixar de reparar que estava mais alegre que o normal, de modo que soube que ela estava mesmo aproveitando o festival. Olhou para o relógio. ‘ Meu turno acaba em dois minutos ’ anunciou, percebendo que ainda teriam algum pedaço de dia para um passeio como o sugerido, e mesmo que não tivesse experimentado ainda, há tempos que ele via-se provando muitas coisas novas com a confeiteira. ‘ Passeio de balão, é? Escolha interessante. E se eu te dissesse que tenho medo de altura? ’
riu diante das palavras dele e encolheu os ombros como se ele tivesse acertado, mesmo que estivesse longe da verdade, ela tinha um pouco de medo da maioria dos defensores, eylem era uma ex castigada e se sentia um pouco intimidada com a maioria deles. “talvez, mas só você é o meu herói” declarou de forma leve e risonha, nada muito diferente do seu habitual. “hum... acho que consigo esperar dois minutos, afinal você fica muito bem com esse uniforme, não é nada ruim de olhar” apesar do leve tom de malícia, era apenas fingimento, uma pequena provocação amistosa, flertar não era algo que fazia com frequência ou soubesse realmente fazer, muitas vezes era daquela forma, com um toque de inocência e sem intenção de flertar de fato. “hm... eu posso colocar uma venda em você, assim você não vê nada e só ouve minha bela voz tagarelando e... eu prometo que não solto sua mão de jeito nenhum” cruzou os indicadores na frente dos lábios e os beijou como se estivesse fazendo uma promessa. claro que ela estava brincando, se ele tivesse mesmo medo de altura não ia torturá-lo daquela forma, tentaria encontrar algo tão interessante quanto para fazerem.
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adorava o fato de dulcie ser sua pareceira de bebida, não que eylem fosse de beber muito, ás vezes acontecia, mas não eram sempre. bom, talvez para aguentar aquele dia fosse bom beber um pouco e era por isso que arrastava miriam consigo para uma barraca de drinks. “vamos começar os trabalhos, com qual drink quer começar? ainda não vi o inominável número um e espero não vê-lo tão cedo hoje” outra coisa que compartilhavam: um pequeno ódio velado por anders hook. talvez uma das poucas boa que o homem tivera feito na vida foi justamente unir as duas mulheres em amizade e ódio eterno por ele.
“veja se não é o meu defensor favorito” a voz melodiosa se fez ouvir, reconheceria aquela silhueta em qualquer lugar, principalmente porque significava segurança para si. não resistiu de se aproximar por trás dele e se inclinar levemente pousando as mãos em seus ombros, depositando um beijo estalado em sua bochecha direita antes de soltá-lo e parar ao seu lado. “está de serviço agora ou consegue arranjar um tempinho para fazer um passeio de balão com sua amiga mais carinhosa?” brincou com um largo sorriso nos lábios, estava levemente bêbada, as bochechas um pouco coradas e uma alegria inebriante, nada que pudesse gerar uma super preocupação.